segunda-feira, 7 de maio de 2018

Tirando o exagero também é isto, não é?



(em 3, 2, 1...)

38 comentários:

  1. Vão chegar aí as puritanas, as ofendidinhas e as limitadas de espírito. Mas Picante, é claro que também é muito isso. Isso, e quando já não interessa ( mas isso são outras coisas que as metoo deixaram de parte).

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  2. é mesmo isso, infelizmente chegou-se ao exagero.

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  3. Assédio é quando a gaja não tem interesse no gajo (seja por este ser feio ou por outro motivo qualquer), a gaja já tornou esse desinteresse explícito, e o gajo continua a insistir. Já agora, onde se lê «gaja» pode ler-se «gajo», e vice-versa.

    Portanto, respondendo à sua pergunta, sim, também é «isto», embora não seja apenas «isto», nem sobretudo «isto».

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    1. Assédio existe apenas e só quando há uma situação de desigualdade de poder. Isso que refere não é assédio, é um tipo persistente. Ou chato, vá...

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    2. Então e aquela fã que não largava o vocalista dos UHF, que poder teria sobre o homem, que ele quase teve que se internar tal era o pânico? Não é assédio? Não me parece que fosse só chata, mas obsessiva...

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    3. Sim, a desigualdade de poder pode ser uma parte importante da coisa (e frequentemente é)

      Mas então, no fundo, parece que estamos de acordo. Dizer que "assédio é quando o gajo é feio" é deixar de fora os pontos centrais da questão.

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    4. O post é a gozar pelo amor da Santa....

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    5. Não me lembro disso mas pelo que descreve parece-me uma stalker. Infelizmente não é crime, a polícia não pode fazer nada antes que haja agressão.

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    6. Uma fã obsessiva. Foi levada a tribunal e condenada.

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    7. Boa tarde,
      A Mais Picante, integra a qualificação juridica do crime de Perseguição. Desde 2015. :)

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    8. Stalking já é crime felizmente!!

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    9. Assedio nao é so quando ha uma relaçao de poder. É exactamente como o anonimo das 11:13 mencionou, nao é so um tipo chato. Por ex, a minha mae ja foi assediada por um homem da aldeia onde moramos, que lhe telefonava, ia bater la á porta com propostas indecentes, ia espera-la á saída do trabalho, seguia-a de carro. Ela sempre lhe disse nao e andou meses em panico com receio que ele a tentasse violar. Isto é o quê? Um tipo chato? So contava como crime se ele a tentasse fisicamente forçar a ter sexo, antes disso nao ha problema? Imagina o q ela passou e o medo q tinha q o idiota tb tentasse fazer algo a mim ou á minha irma? E claro q ela nunca fez nada, nem queixa, pq sabia q nao iam acreditar nela, e q se ele fazia isso era pq ela devia ter dado algum sinal... enfim....

      Mas p q conste concordo c o cartoon, em mts casos se o tipo fosse giro nao era assedio, ou entao fizeram p subir na horizontal e agora fazem-se de coitadinhas.... acho q ha mt vitima, mas tb mtas a aproveitarem-se da situacao e é dificil separar o trigo do joio

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    10. A sua mãe não foi vítima de assédio, foi vítima de stalking que é bem pior por ser realmente assustador, a pessoa teme pela sua segurança física. Não sabia que já era considerado crime, durante muito tempo a polícia não podia fazer nada sem que a agressão fosse efectivada.
      Um tipo insistente não têm necessariamente que ser um “assediador” nem um stalker.

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    11. O caso do vocalista foi grave. Uma stalker que ele teve a coragem de por a público e de conseguir que fosse condenada. Ela fez-lhe a vida num inferno, chegando a perseguir os filhos e qualquer mulher que fosse sua amiga ou familiar.
      Quanto ao post, ainda assim reconheço que muitas vezes é tal e qual. Sendo que o feio pode ser substituído por pobre e vai dar ao mesmo

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  4. E pobre. Feio e pobre (que se fôr giro e rico, e já agora com boa conversa...)
    (3, 2, 1....:)

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    1. Não faltam aí empregadas jeitosas ( e mal jeitosas também ) que ainda provocam a situação porque ele é chefe, tem poder, tem estatuto e o melhor tem dinheiro, se é feio ou bonito, novo ou velho não interessa, interessa é tirá-las da vidinha medíocre que têm e virarem primeiras damas, engraçado, aí já ninguém fala de assédio e falei no feminino mas também pode ser no masculino, embora aconteça muito menos. E quem negar isto, anda tapadinho de todo, há muitos casos destes na nossa praça....

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  5. É bem Capaz de aparecer por aqui alguém a dizer que isto é ofensivo.

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  6. Se fosse policia e mulher, e tivesse que revistar os adeptos dos clubes queria ver se gostaria de ser tratada como mulher...

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    1. As polícias mulheres normalmente estão a revistar mulheres. Os homens são revistados por policiais homens. Pelo menos foi isto que sempre presenciei.

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    2. Os polícias são agentes de autoridade, sejam homens ou mulheres e quando revistam alguém, tal como os médicos, não "apalpam"...

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    3. Não percebeu...os alvos da revista gostam e fazem questão de mostrar.

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    4. E o anon das 14.21h é crente.

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    5. Não sou crente, mas viajo bastante e já fui alvo de revista(s) várias vezes e vou ao médico com frequência e nunca me senti humilhada, como a maior parte das pessoas. Mas, se assim não for devem apresentar queixa de imediato, porque ninguém está acima da lei.

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  7. Acredita mesmo nisto? Eu fui assediada por um homem uns 30 anos mais velho, num cargo de poder. Não era feio, mas com aquela ação passei a achá-lo repugnante. Tenho para mim que, ao contrário de interpretarmos como assédio quando vem de tipos feios, qualquer tipo que tenha esse tipo de comportamento passar automaticamente a ser considerado horrível ;)

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    1. Acredito no humor, acredito que hoje em dia se usa a palavra assédio a despropósito para aliviar consciências e que isso é péssimo para as verdadeiras vítimas de assédio, como parece ser o seu caso.

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  8. Ja deixei aqui um comentario parecido noutro post, mas parece que ainda e preciso lembrar:
    Tipo na rua velho, feio e pobre diz a uma subordinada que gostava de ir tomar um copo com ela (ou algo mais rudimentar) - (tentativa) de engate
    Chefe novo, rico, girissimo diz a uma subordinada que gostava de ir tomar um copo com ela - assedio

    Parece-me claro... chefe/ subordinado, professor/ aluno, medico/ paciente, sempre que ha posicao de poder entre as partes, ha potencial para assedio. Porque a vontade da pessoa com menos poder nao e totalmente livre. Nao estou a dizer que uma pessoa faz e acontece com o chefe com medo de perder o emprego, mas ao longo da minha carreira, ja vi muitas mulheres fingirem rir e dizer "la esta o sr. dr./ eng./ arq. com essas parvoices" quando queriam mandar o sr. dr./ eng./ arq. para sitios feios ou dar-lhe com um dossier na cabeca para aqueles mais esticados.
    Desde que trabalho numa multinacional (ja la vao mais de 10 anos) deixei de ver estes comportamentos, porque a cultura mudou para se adequar aos padroes da sociedade actual.

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    1. Está errada, na minha opinião. Conheço n casos de gente que tinha relações com superiores hierárquicos, relações essas que acabaram em casamento. Obviamente que se há uma recusa e continua a haver insistência ou se há comentários desagradáveis quando nunca se deu azo a isso, então estamos a falar de assédio. Mas um chefe convidar um soburdinado para tomar um copo, só por si não é assédio.

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  9. Questão genuína: qual a nomenclatura a utilizar quando um desconhecido resolve apalpar-nos num espaço público? Não cabe na definição corrente de assédio (sendo que as definições podem ser alteradas), mas não é uma simples importunação.

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    1. A nomenclatura que me lembro de utilizar, e caso já não o apanhe a jeito, é mesmo: filho duma grande puta!

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    2. Pipocante Irrelevante Delirante8 de maio de 2018 às 20:51

      Ofensa à integridade física

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  10. A picante já foi alguma vez assediada?
    Eu fui assediada desde os 13 até aos 20 quase todos os dias. Porque era uma coisa "normal"? Nunca entendi ser normal em sentir-me um bocado de carne. Nem imagina os traumas, o medo e o pânico em andar na rua. Uma miúda assediada por homens e rapazes. Era apalpada constantemente, porque estas coisas envergonham e humilham de uma forma irremediável, nunca consegui fazer nada. A primeira vez que me tentei defender levei um murro, de resto sempre me afastei imediatamente. Os meus namorados nunca foram os tipos que me assediavam. Sempre me respeitaram e protegeram. Esta é uma realidade de um meio rural há 10 anos atrás, em que não se podia ter liberdade sem levar com um "comia-te toda".Se fosse hoje havia muito homem e rapaz com queixa na polícia.
    Na minha terra algumas raparigas também assediam os rapazes, mas eles não ficam com receio de serem literalmente "comidos".
    Este assunto é delicado e não deve ser abordado levianamente.
    É o meu testemunho sobre o assedio.
    Desisti da escola no 11° porque não aguentava a vergonha e humilhação. É que ser bonita é sinónimo de "estar a pedi-las", e ainda assim, nunca andei de saias ou decotes.

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    1. Se ouvi dizeres do género “comia-te toda”? Muitas vezes, na grande maioria vindos de trolhas mas também aconteceu a coisa ter vindo de homens mais velhos. Já me senti enojada mas nunca intimidada ou um pedaço de carne. Normalmente aquilo irritava-me ao ponto de reagir, lembro-me de ter atirado com o automóvel para cima de um sujeito que me tentou abrir a porta (fui mais rápida a trancá-la) e não satisfeito me atirou com uma ordinarice pela fresta da janela entreaberta. Só não lhe acertei porque ele deu um salto para trás, sorte a minha, a coisa poderia ter corrido mal mas na altura vi negro.
      Isso que descreve, e que creia que lamento, entra mais na categoria de agressão sexual, ninguém tem o direito de lhe tocar sem o seu consentimento.

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    2. Desistiu da escola porque era assediada na rua ?
      Nao acredito de todo, desistiu da escola porque nao quiz acabar a escola, só isso.


      Agora que uma mulher é muito assediada na rua, isso é. E´mau, é desagradavel, nao deveria acontecer e tudo mais. Mulheres/miudas a desistir de estudar por causa disso !! nunca ouvi tal coisa. Nao pode andar na escola, pelos vistos nao pode nunca trabalhar , nem sair de casa porque é assediada.
      Entao estamos a falar de um caso de policia. Em que uma pessoa esta há anos fechada em casa pois nao pode interagir com ninguem sob a pena de ser assediada no caminho.

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  11. Só senti medo duas vezes na vida: uma era um empregado da lavandaria da rua, por acaso onde toda a família tratava dos lençóis e essas coisas. Nunca lhe respondi, mas quando começou a passar dos limites e a controlar as horas das minhas idas e vindas, falei com a minha avó, que resolveu a coisa em três tempos. Outro foi numa saída à noite, levou com um sapatinho na cara e caiu-lhe um dente. Fight like a girl, deveras.

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    1. Ahahahahahah
      A minha mãe uma vez tirou um sapato e vai de dar com o salto num ordinário, quase lhe partia a cabeça.
      Ahahahah o homem a fugir e tudo a rir.

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