segunda-feira, 21 de maio de 2018

É a sociedade, estúpidos!

Em tempos, conversando sobre as dificuldades e desafios de transformar pequenos monstros em adultos capazes de viver em sociedade sem confranger os demais, e queixando-me eu de não ter um pingo de paciência para as birras matinais de pequenos Picantes, diz uma das convivas que sua pequena monstrinha era tão difícil de fazer cumprir regras que andava no psicólogo, psicólogo esse que tinha sugerido pôr os próprios dos pais de castigo porque, e cito, os adultos quando não cumprem as regras também têm consequências, fim de citação. Ora, à pergunta de “mas afinal quem é que manda lá em casa” alguém responde que é o psicólogo, no meio de uma gargalhada geral. Isto a propósito da ideia peregrina de se pedir autorização aos bebés para se lhes mudar a fralda. Não vou dizer o que penso acerca deste tipo de pensamento ou de como pode ser incongruente falar de privacidade enquanto se mostra quase tudo o que há para mostrar.

58 comentários:

  1. Não é uma questão de mandar, isso qualquer um é capaz. Tem que se cultivar Picante. Teorias de trazer por casa não acrescentam nada.

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    1. É completamente uma questão de mandar, teorias de trazer por casa são essas que dizem que as crianças têm poder de decisão. Não têm, ou por outra, têm dentro dos limites estabelecidos pelo adulto.
      Ou então criamos pequenos selvagens mimados incapazes de lidar com frustrações.
      Se a sua casa é uma democracia boa sorte, vai precisar.
      (e olhe que dizer que uma opinião é só parva não acrescenta nada além de ser um tiquinho básico)

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    2. Tiquinho básico é lerem só os títulos dos artigos.

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  2. Não há paciência para estas teorias de chacha. Depois, na escola, é o que se vê: continuam a achar que mandam (como fazem em casa) e respeito pela autoridade nem vê-lo.
    O mais bonito (#soquenão) vai ser ver estas criaturas daqui a uns anos, quando estes paizinhos modernos tiverem que os sustentar toda a vida porque estudar e trabalhar faz calo.

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  3. É isso e quando os Pais deixam de ter vida social para fomentar única e exclusivamente a dos filhos. Esses, sim, podem ir a 257 festas de anos por fim-de-semana, mas ai dos Pais que ousem marcar um evento seu à mesma hora. Fico doente!! (atenção que sou das que sempre que posso, levo a tudo, ou peço a alguém para levar, e que quando faltam, não é às dos melhores amigos... mas há um equilíbrio lá em casa, que acredito ser fundamental para sobrevivermos todos!!)

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    1. Pipocante Irrelevante Delirante21 de maio de 2018 às 21:08

      Eu sou desses.
      Deseja desenvolver?

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    2. Ainda me lembro do tempo em que as crianças tinham no mínimo trinta festas de anos, ai os bons velhos tempos do pré-escolar...

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    3. Pipocante se prefere deixar de ter vida para os seus filhos irem a 300 festas de aniversário, força a vida é sua, depois não se admire no futuro

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  4. Gostei de ler:
    https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/daniel-sampaio-tem-de-ser-definidas-regras-e-implementados-castigos-o-que-se-passa-e-que-nas-familias-nao-ha-regras

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  5. não simpatizo nada com a criticada, mas aqui a senhora picante exprimiu-se muito bem: sensacionalismos e procura de legitimação da estupidez. a dita Catarina disse (e claramente, a meu ver) que se trata de uma questão de respeito individual. os bebés também o merecem, não? ou isso só vale quando se vem para aqui aos gritos de histeria porque a fulana-tal-e-tal fotografou as crias na sanita?!

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    1. Cara anónima, todo o ser humano merece respeito. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Respeitar os bebés passa por cuidá-los, amá-los, satisfazer-lhes as necessidades e protegê-los. Já agora a protecção também passa por não os expor face a desconhecidos, qual peça de roupa em montra de loja.

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    2. Eu espero estar viva e com ligação à net quando estás criancinhas forem adolescentes...
      Vai ser melhor que qualquer série do Netflix!
      Dormem no chão porque querem, perguntam-lhes aos dois anos se lhes podem mudar a fralda, aos quatro se querem continuar a mamar ou cortar o cabelo... dormem com os pais , não são obrigadas a comer sopa porque os legumes inteiros para a mão é que respeita à criança - mesmo que depois levem duas horas a limpar o chiqueiro que obviamente fazem... and so on and so on!

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  6. Será assim tão descabido? Não se pede autorização a um bebé de um mês mas pode-se pedir a uma criança de ano e meio para lhe mudar a fralda? Aliás, não é habitual fazê-lo? Eu sempre me lembro de dizer aos meus filhos "vamos mudar a fralda?". Claro que não ficava à espera que me respondessem mas era comum perguntar, até para facilitar mais tarde o desfralde.

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    1. Perguntas retóricas não são pedidos de autorização. Um pedido de autorização passa por estar preparado para levar um não na cara e respeitá-lo. Eu bato à porta do quarto dos meus filhos, por exemplo, mas aviso que vou entrar em vez de pedir. O mesmo já não se passa na casa de banho onde peço mesmo para entrar e não entro se eles me pedem para não entrar.
      Pedir autorização a um bebé para lhe mudar a fralda? Ou para lhe dar banho? É para rir, é que só pode.

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    2. Esperar por autorizacao para entrar no quarto de um filho que ja nao seja uma crianca parece-me uma boa ideia. A logica da privacidade na casa de banho passa a aplicar-se ao quarto quando eles crescem.

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    3. Qualquer pessoa tem direito à sua privacidade. Considerando que um adolescente começa a descobrir a sua sexualidade aos 12/13 anos, os pais deveriam pedir sempre autorização para entrar, se não quiserem ver algo que, apesar de normal e saudável, os perturbe a eles e envergonhe os filhos.

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  7. É isso mesmo Picante,já começo a achar que o normal é expor os filhos a toda a hora e a todo o custo. Se calhar sou eu que estou mal ....

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  8. Eu sou a favor das regras mas tb sou a favor de não tocar numa criança contra a sua vontade. Se nós o fizermos ou obrigarmos a tocar/ expor-se a outras pessoas estamos a ensinar que eles não mandam no corpo deles. E essa é a noção principal para saberem que ninguém tem o direito de lhes tocar contra a sua vontade.

    Em intervenções para a prevenção de abuso sexual esse é o primeiro passo a dar: ensinar as crianças que têm o direito a que ninguém lhes toque.

    E não concordo nada com a ideia que isso promove a falta de educação.
    Um exemplo prático : os meus filhos não dão beijos para cumprimentar quem não gostam ou quem não querem beijar. Mas são obrigados a cumprimentar as pessoas de alguma forma e eu sei que se o meu filho só diz bom dia ou boa tarde a alguém e não cumprimenta com um beijo é porque algo se passou (ele é muito beijoqueiro .
    Da última vez que aconteceu, dei com essa pessoa a rebaixa-lo quando pensou que ninguém a estava a ouvir. O meu filho tinha todos os motivos para odiar aquela pessoa. E eu aprendi que apesar de ter sido minha madrinha de casamento aquela pessoa era extremamente falsa e maldosa para com quem é pequenino e obviamente que os meus filhos nunca mais ficaram com ela.

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    1. Estamos a falar de coisas completamente diferentes. No que descreve não consigo vislumbrar qualquer pedido de autorização, a única coisa que vejo é uma mãe a dar poder de decisão dentro de determinados limites. Nada contra, a decisão é sempre sua.

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    2. Same here!! diz bom dia, ola e adeus, ora fala ou nao. tem total liberdade se quiser fazer so um sorriso tb esta mt bem. beijos e abracos sao reservados a quem ele acha q "merecem". temos problemas com alguns familiares directos q n se relacionam com ele pq as criancas dao trabalho, tem doencas e mais n sei o q.... mas qd estao em publico ficam extremamente chateados pq a crianca n da beijos para o "publico" ver. por isso anonima acredito perfeitamente na descricao q fez da sua madrinha de casamento.

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  9. Pipocante Irrelevante Delirante22 de maio de 2018 às 17:45

    Autorização para mudar a fralda?

    Isso é uma piada, certo?
    Um eufemismo metafórico para algo em concreto...

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  10. É o pior é que já há adultos que foram educados assim... tenho umas quantas histórias desses queridos snowflakes (como muito bem chamam nos eua).
    Maria

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  11. Acho curioso..... e também andam a pedir autorização as crianças para as "venderem" nas redes sociais, para dai vir o ganha pão destas desocupadas, que em vez de irem trabalhar, publicam fotos que devassam a sua intimidade? Acho lindo preocupam se com umas coisas mas para o que lhes convém já não se preocupam!

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  12. E que dizer da eutanásia? Parece que a coisa mata...

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  13. Com tantas vontades aos meninos e meninas,no futuro temos muitos MARGINAIS iguais aos da Academia de Alcochete!E sim sou do SCP,e ainda estou chocada,cada dia se sabem mais pormenores do Terror que espalharam,muitos,li no Expresso,foram colegas de Escola de alguns jogadores.😢💚

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  14. Dúvida:
    Se a criança estiver com cocó a transbordar e não quiser mudar a fralda, que fazemos nós?
    Não mudamos para respeitar a sua intimidade?
    Mudamos à mesma, passando (pela lógica defendida) a ideia de que, digam o que dissetem, os outros podem mexer a vontade?

    Nah... Não pergunto nada e mudo. As conversas sobre intimidade, respeito, consciência de si próprio, são noutro contexto

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    1. Quer dizer o bebé não vai responder mas ao mesmo tempo diz que não? Opa tenham dó, sabem bem o que a mulher quer dizer.

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    2. Isso depende da idade do bebé, não depende? A partir dos 12 meses já sabem dizer que não, verdade? E já nos percebem, não é?
      E eu li o que a psicóloga defende, algures no FB. Dizia claramente autorização. Ora quem pede autorização tem de estar preparado para a negativa e está a pôr-se numa relação de poder inferior que eu acho que um pai nunca pode ter para com uma criança.

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    3. Ora dizes a ora dizes b

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    4. Bem, se eu estivesse à espera de autorização da minha filha para lhe mudar a fralda e dar banho bem que a criança andava coberta de cocó... Como já referiram aqui, há uma diferença muito grande entre fazer uma pergunta retórica e estar efetivamente à espera de autorização. Ele há cada teoria de caca...

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    5. Não me percebeu. Ainda que a criança já saiba falar acho absurdo pedir-lhe autorização para o que quer que seja.

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    6. Quem foi a pessoa que disse para se pedir autorização?

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  15. Desculpe a linguagem, mas estas teorias são o que eu chamo de "teorias de m..."

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  16. Já tinha ouvido uma coisa parecida, parece que há por aí uns quantos pais que pretendem que o pediatra peça permissão para mexer na criança..... se não é para os médicos nos mexerem e remexerem ( quando assim o exige ) porque raio então lá vamos, faziam se as consultas por voz ou mais moderno, por Skype! Sempre se poupava a deslocação, como disse o anónimo e muito bem, teorias de m.... e depois estas inúteis a apoiarem situações destas nas redes sociais!

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    1. O pediatra dos meus filhos sempre lhes perguntou se podia mexer e e um pediatra com mais 50 anos. Ja morei em dois outros paises diferentes e em ambos os pediatras pediam sempre se podiam mexer.
      Portanto, nao e coisa de pais pos-modernos, mas sim de medicos como deve ser tem.

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    2. Portanto, se a criança disser que não o quê é que acontece? O médico não mexe e voltam lá num dia em que a criança não se importe de ser examinada? É isso?
      Ou o pedido não passa de um aviso? Um agora vou mexer mas não custa nada?

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    3. É uma pergunta retórica mas que tem subjacente um nobre princípio. Quer que lhe faça um desenho?

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    4. No Reino Unido é assim. Se a criança não quer, adia-se a consulta. Já tive de ir várias vezes a uma mesma consulta porque a criança não cooperava No início ficava doente mas agora acho normal Tenho de a preparar antes e ela, sabendo ao que vai, coopera

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    5. Depende do que for. Mas como eu estou la e explico o que esta a ser feito, nunca aconteceu eles pura e simplesmeste recusarem. A unica ocasiao em que aconteceu foi depois da minha filha ter sido operada (no estrangeiro) e nao deixou mudar o penso a primeira; a enfermeira foi embora e voltou mais tarde.
      Eu diria que a maioria dos profissionais de saude prefere pacientes cooperantes e os pacientes (incluindo as criancas) tem mais tendencia para cooperar quando sentem que estao a ser considerados.

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  17. Acho q a maior parte das pessoas q comentam nao viu o video original da pediatra ou la o que era a senhora a defender q se deve efectivamente pedir permissao e q mesmo um bebe q n fale vai dar essa resposta atraves do "body language" e q os pais têm de saber interpretar como sim ou nao.

    Claro q isto é um disparate completo. Mas tb gerou o debate entre quem diz algo ou nao. Ou seja, se eu como mae chego ao pe do bebe e digo "oh joana agora vamos mudar a fralda pq fizeste chichi e tens de trocar p uma fralda lavadinha" , pode parecer parvo, mas ensina á criança a nocao do porquê. E se algum dia ela se depara com uma tentativa de abuso sexual, terá mais noçao p perceber se é errado ou nao alguem lhe mexa nas partes intimas pq espera-se q ela se lembre q so os pais fazem isso qd têm de trocar a fralda ou dar banho. O mesmo se passa com os medicos " é o sr doutor q vai ter de mexer ali para ver se estás doentinha"
    Acho uma atitude mais correcta do q os pais q simplesmente fazem e nao abrem a boca p dizer nada.

    Explicar/informar é diferente de pedir autorizacao. A primeira penso q pode efectivamente contribuir como alerta para distinguir abusos sexuais, ja a segunda é so ridicula.

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    1. Ora pronto. Isso vai totalmente ao encontro do artigo que li, o qual falava em autorização clara.

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  18. Acham que a mãe pediu autorização à filha de 4 anos, para colocar uma fotografia sua na internet, com o fato de banho enfiado no rabo, cheio de celulite visível? Perdeu se o decoro, perdeu se o respeito para com privacidade que tanto por aí se exige, mas depois chegamos ao cúmulo de pedir autorização para mudar a fralda, deixa se de ter vida para andar com os pequenos reizinhos de festa em festa, e espera se por obra do senhor que um dia sejam meninos educados e responsáveis, é com grande expectativa que aguardo ver como serão estes meninos daqui a 15-20 anos

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    1. Não podia concordar mais. As pessoas têm uma necessidade doentia de mostrar as suas vidas ao mundo. Em minha opinião devem ter vidas vazias e necessitam que alguém as "veja". Sou totalmente contra a exposição de menores, dos maiores não quero nem saber. Também em minha opinião estes pais estão a ganhar dinheiro à custa dos filhos. Se é crime o trabalho infantil, então o que é isto? Não é trabalho infantil?! Só porque são fotos cheias de "pinta" e "glamour"? Haja alguém que olhe para isto e penalize estes pais.

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    2. Concordo em absoluto. Esta exposição dos miúdos é apenas uma forma de ganharem dinheiro...viram nisto um nicho de mercado com bom potencial económico.

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    3. Mas vocês acham que vão ver o quê daqui a 15 ou 20 anos? Acham que nessa altura elas mostrarão seja o que for dos filhos? A Cócó e a Princesa já tem adolescentes ou pré-adolescentes e desses pouco se ouve falar. Até poderiam ser uns marginais que elas nunca o contariam no blogue. Nessas idades, já dizem que não querem aparecer em blogues e a verdade é que já não são tão “vendáveis” como crianças pequenas e fofas. Basta ver o pouco que a Cócó escreve sobre o filho mais velho em comparação com o mais novo....

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  19. Concordo plenamente, mas o que mais me interrogo é como podem ter milhares de seguidoras sem opinião própria que querem ter tudo igual ao que esta gente tem. vestem os miúdos com determinadas roupas só porque a "blogger" não sei das quantas os faz...Não têm personalidade? gostos próprios?

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    1. Claro que não têm gosto nem vida própria. Eu fui educada por uma mãe que sempre me disse que eu não pertencia a nenhuma irmandade para andar vestida de igual aos outros. É uma tristeza, mas as redes sociais também têm um lado menos bom. Estas blogers depois ficam muito ofendidas se alguém não lhes diz "amén" a tudo. Até temos uma bloger que criou um blog por engano!!! Segundo ela queria armazenar umas fotos para mostrar aos pais que vivem longe, e quando se deu conta tinha criado um blog. Mas alguém acredita nisto? É uma bloger que leva a filha para TODO o lado, sejam apropriados ou não à idade da criança que até já tem um canal no you tube!! E esta criança tem somente 10 anos. É muito mau que estes pais vivam à conta dos filhos. Deviam ser processados fortemente por isto.

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  20. Acho que deve ter algum tipo de relacionamento com a senhora que criou um blog sem querer. Nunca mencionei o nome da dita e nunca publicou nenhum dos dois comentários que fiz. E não ofendi ninguém ao contrário de algumas comentadoras, a senhora incluída, sobre algumas bloggers. Dualidade de critérios, hum?

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    1. Não é que tenha de me justificar. Mas tinha aqui 16 comentários por aprovar dos quais não me chegou notificação, não sei o que se passou. Aprovei tudo mas não vi nada sobre bloggers que criam blogs sem querer.
      No spam também não há nada.

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    2. Ai, Picante, como isso está. :) Diz que não aprovou nenhum comentário sobre quem cria blogues sem querer, mas logo acima deste está um a falar exactamente disso. Está a precisar de férias. :D

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    3. Mas qual comentário? Não está com certeza a falar do das 16.55 ou está? Já corri isto tudo e não vejo nada para além desse. Não é que importe, nem faço ideia de quem falam.

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  21. Está na resposta ao comentário anterior (dia 24 de maio, 19h25):
    " Até temos uma bloger que criou um blog por engano!!! Segundo ela queria armazenar umas fotos para mostrar aos pais que vivem longe, e quando se deu conta tinha criado um blog."

    Acho que quem escreveu isto foi esta anónima que se queixou que o seu comentário sobre "a senhora que criou um blog sem querer".

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    1. Ler os comentários a correr em viés dá nisto. Afinal era um dos 16 que estava para aprovar. Estou mesmo a precisar de férias, é o que é.

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