sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Não sei o que me dá mais gozo, se ler estas pérolas de ironia, se os comentários da perigosa esquerdalha a espumar


Se fosse uma personagem de ficção, o dr. Costa seria exagerado e o seu autor arrasado pela crítica. Ninguém acreditaria em criatura tão primária e paródica. O dialecto é demasiado pobre. O oportunismo é demasiado infantil. O provincianismo é demasiado caricatural. O descaramento é demasiado forçado. A ambição é demasiado brutal. A manha é demasiado ostensiva. O ridículo é demasiado evidente. A perversidade é demasiado tosca. O estilo é demasiado repulsivo. A boçalidade é demasiado boçal. A desumanidade é demasiada, ponto. Tudo no dr. Costa, das roupas aos risos e dos truques às palavras (digamos), se confunde com um boneco, ou o estereótipo superficial de um político grotesco.
O dr. Costa, em suma, é mau demais para ser mentira. Infelizmente, como estamos em Portugal, é péssimo o suficiente para ser verdade. E a crítica da especialidade, que alucinadamente começou por atribuir ao homem inconcebíveis virtudes, ainda não terminou de venerá-lo – apenas conteve a veneração durante a semana, já que, parecendo que não, cento e tal mortos sempre impõem algum recato.
É certo que nos longos anos que leva de “carreira”, que aliás recorda com misterioso orgulho, não faltam provas do – desculpem o termo – carácter do dr. Costa. Porém, a fim de evitar canseiras, a trágica cronologia dos incêndios de 2017 chega e sobra para fundamentar um argumento.
A título de contexto, há o passado do dr. Costa na Administração Interna, onde cometeu a proeza de agravar trapalhadas herdadas do dr. Santana e, com típica leveza (para dizer o mínimo), consagrou o SIRESP às três pancadas e, por influência de um amigo e da impunidade, adquiriu os portentosos Kamov. E há o radioso momento em que, semanas antes do último Verão, o dr. Costa trocou as chefias da Protecção Civil por amigos (ele tem muitos) de reconhecida competência. E há Pedrógão Grande. E há a resposta do dr. Costa às vítimas de Pedrógão Grande, abandonadas a protectores que não protegem, um sistema de segurança que não funciona e helicópteros que não voam enquanto Sua Excelência desfilava calções e compaixão numa praia espanhola. E há a conversa fiada e as promessas reles que o dr. Costa despejou sobre os escombros de uma das maiores calamidades registadas do género. E há, quatro meses depois, uma calamidade quase idêntica em dimensão e incúria. E há a criminosa arrogância do dr. Costa, que, inchado pela vitória nas “autárquicas”, redobrou o desdém face aos que o maçam com ninharias (“Ó minha senhora, não me faça rir a esta hora”). E há a pedagógica “comunicação” ao país, na qual exibiu um cinismo que, em cérebro superior ao de um laparoto, talvez sugerisse indícios de psicopatia. E há a demissão, em último recurso, da ministra da Administração Interna, uma inultilidadezinha versada em disparates, e o tapete de que o dr. Costa se serviu para esconder o lixo. E há a substituição da ministra em prol de um amigo do dr. Costa (não disse que são imensos?), garanhão celebrizado por chamar “frígida” a uma adversária. E há, sobretudo, a reacção apressada ao ralhete do prof. Marcelo, encenada numa sessão parlamentar em que o dr. Costa tentou fingir que chorava e conseguiu demonstrar aos distraídos o indivíduo extraordinariamente lamentável que de facto é.
E agora? Nada de especial. É verdade que, ao mesmo tempo que os fiéis do dr. Costa hesitavam entre louvar o dr. Costa, simular críticas que “legitimassem” louvores futuros ou culpar Trump e o PSD pelas chamas, meia dúzia de socialistas confessaram embaraço tardio e parte do povo resmungou impropérios. Mas só. Recentemente, na Galiza, quatro cadáveres carbonizados bastaram para que multidões saíssem à rua. Por cá, as exéquias fazem-se na televisão: nem uma centena e tanto de mortos remove os portugueses de casa. E em será em casa que, se não houver bola, na terça-feira os portugueses assistirão à moção de censura do CDS ser rejeitada pelos votos do PS, do PCP e do BE. Faz sentido. O dr. Costa alcançou o poder amparado em organizações historicamente indiferentes, ou até avessas, à vida humana. É natural, e um retrato adequado da personagem, que o preserve por igual via. Quem aceita o assassínio de milhões nunca se incomodaria perante dezenas de baixas descartáveis e remotas. Isto faz, repito, sentido. O que não faz sentido é que o dr. Costa se julgue no direito de governar pessoas minimamente saudáveis ou sequer de conviver com elas. O que não faz sentido é que a sociedade que tolera ou defende tamanho monumento à baixeza se imagine civilizada. O que não faz sentido é que esta apatia com fronteiras se suponha um país.

Nota de rodapé:

Numa medida que já tardava, o PCP impôs ao Parlamento a protecção legal do arroz carolino. Além de também ser a minha gramínea favorita, folgo em ver os camaradas ortodoxos arriscarem o trilho do puritanismo até agora reservado aos camaradas heterodoxos do BE e a uma dúzia de camaradas envergonhados do PS. Por outro lado, deve reconhecer-se que a gloriosa experiência dos comunistas em matéria de dietas não nasceu hoje: há por ali sapiências ancestrais que tornam o emagrecimento inevitável. São muitos anos a virar frangos, ou, mais precisamente, a trocá-los por senhas de racionamento.

42 comentários:

  1. cada vez mais acho que temos o país que merecemos, e isto é triste. foi a tragédia dos fogos, a vergonha do desvios dos fundos das vítimas da CGD, o assalto de tancos e a resolução de tancos, o tiro ao marcelo (agora...), as cativações e o sns que está cada vez pior, eu sei lá. somos um país de cornos mansos e de clientelas e nunca vamos sair da cepa torta, é o que é.
    a última que me deixou atónita, e digam-me que não fui só eu, foi um anúncio ao RSI na rádio Comercial. já o ouvi duas vezes e cada vez fico mais perturbada.
    Maria.

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    1. Um anúncio ao RSI? Como assim, um anúncio? Do género "venham que eu dou?"
      Cada vez mais acho que as pessoas deveriam votar em branco. E que quando os votos em branco ganhassem, os partidos deveriam ser obrigados a apresentar listas com outros candidatos. Até nos livrarmos definitivamente desta corja de chupistas.

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    2. Isso mesmo! Venham ca ver se têm direito. No site tal e tal e com uma musica muito edílica e uma voz alegre de um senhor a debitar as maravilhas do RSI. Nem discutindo a parte do RSI propriamente dito, QUANTO terá custado esta campanha??
      Ouvi-a nos últimos dois dias, muito perto das 20h na radio Comercial.
      Maria

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    3. Cornos mansos. Os Portugueses são uns cornos mansos, é a única explicação.

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    4. https://www.rtp.pt/noticias/pais/governo-lanca-campanha-sobre-rsi-para-recuperar-beneficiarios_n1035106

      Os materiais de campanha estão disponíveis através do seguinte link https://goo.gl/VJWp7C

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    5. ..."campanha, lançada a propósito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, que comemorou a 17 de outubro, foi criada uma linha telefónica (300 513 131) dedicada a informações sobre o Rendimento Social de Inserção, que está disponível nos dias úteis, das 09:00 às 17:00"....Tenha vergonha, chamar chupistas aos pobres é coisa de beata bolorenta.

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    6. Estupidez ou desonestidade tem limites, escolha a que melhor se adaptar à sua pessoa. Eu chamei chupistas aos pobres? Não chamei.
      Mas sempre lhe digo que há quem receba o RSI e tenha mais dinheiro que eu. Eu não sou, nem nunca fui contra o RSI, sou contra dá-lo a aldrabões e sou contra a promoção do facilitismo, o que é totalmente diferente. Eu conheci, conheci hã?, mas dizia eu que conheci quem se abasteça no Banco Alimentar e distribua os alimentos pelos vizinhos, que não precisa daquilo para nada.
      Os meus filhos têm coleguinhas na escola cujos pais recebem RSI, movimentam-se em automóveis topo de gama e os filhos andam com IPhones. Há muito vigarista neste meio, não pense que são só pobres. Mas eu não estava a falar das pessoas que recebem RSI, qualquer idiota percebe isso se ler o que escrevi com um mínimo de atenção.

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    7. Nem sabia que passava na tv... só piora a coisa...
      Se querem fazer campanhas de erradicação da pobreza tentem não gastar centenas de milhares de euros em campanhas publicitárias, por exemplo e canalizar esse dinheiro para isso mesmo, para a erradicação da pobreza propriamente dita.
      Maria

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  2. Gozo, gozo, não me dá nenhum. Tampouco qualquer espécie de satisfação.
    O que me vem a intrigar nos últimos dias são as muitas vozes que se levantaram contra o juiz da Relação do Porto, que pedem a sua cabeça, que devia ser proibido de exercer a magistratura, rua já!, esquecendo que o acórdão de que foi relator - um acórdão que efetivamente me parece uma nódoa que não lembra ao careca - foi assinado por mais dois juízes (não li nenhuma declaração voto vencido) e que esse mesmo acórdão confirmava uma decisão anterior do Tribunal de Felgueiras. Vozes essas que há uns dias acusavam aqueles que entendiam que a MAI não devia manter-se em funções por se ter mostrado incompetente para o cargo, de estarem a fazer um vergonhoso aproveitamento político de uma tragédia.

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    1. O Juiz e restantes pares envolvidos são uns asnos, convenhamos que aquele acórdão é do mais ridículo que já li, eu acho que aquilo merece um processo disciplinar, é inconcebível haver juízes ou juízas a pensar aquelas barbaridades.
      Quanto ao resto... Bom... Em Portugal só a esquerda tem direito a manifestar indignação, quando os outros o fazem é aproveitamento político e tem quintas intenções.
      (então o PS não veio agora dizer que Marcelo está a pôr em causa a democracia???)

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    2. https://www.publico.pt/2017/10/24/sociedade/opiniao/acordao-da-polemica-as-bestas-somos-nos-1790086

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    3. Discordo num aspeto: Quando se julgam dois homens acusados de um crime de violência doméstica parece-me uma argolada "que não lembra ao careca" que se teçam aquele tipo de considerações sobre a vítima/assistente ou o seu caráter (até pode ser tudo o que foi dito que é, simplesmente não era ela que estava a ser julgada). No mais acho efetivamente esta caça ao homem um perfeito exagero.

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    4. Mi, dou de barato que haja muiuutoooo exagero.
      Mas nem tanto ao mar nem tanto à terra. Aquele tipo de justificações são imorais e não têm nada que ver com a lei. Não se usa aquele tipo de argumentos (o antigo testamento? Sério?) para minorar o grau de culpa.
      Aquilo é de bradar aos céus, um tipo deprimido não agarra numa moça com pregos, um tipo deprimido, no limite, tenta matar-se.
      O facto de a sentença confirmar uma sentença anterior é, na minha opinião de leiga, irrelevante. Não se usam este tipo de argumentos, ponto.
      (e não conhecendo os factos arrisco dizer que a pena é leve, o homem sabia da traição há vários meses, não reagiu a quente como querem fazer crer, teve quatro meses para digerir os chifres)

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    5. O Acórdão confirma a medida da pena determinada em primeira instância, não a diminuiu. Isto é, a pedir cabeças que se peçam as de todos os envolvidos. O homem não tinha antecedentes, confessou, mostrou-se arrependido, etc. a lei define atenuantes e prevê a possibilidade de suspensão de penas. Critique-se a lei. Ou, a criticar quem a plica, que se critiquem todos os que a aplicaram. Parece-me um caso em que se mata o mensageiro porque trouxe más notícias.
      Muito do que o acórdão refere acerca da mulheres adúlteras parece-me conversa de treinador de bancada, aquelas conversas que ouvimos na rua (como quem diz que ataca os incendiários a uma árvore e deitava fogo ou quem diz que se apanhasse alguém a jeito lhe fazia e acontecia), só faltou dizer que só se perderam as que caíram no chão, de um juiz conselheiro espero mais. De resto, parece-me que houve muita gente a "embrenhar pelos ouvidos", passo a bocalidade, por causa de considerações específicas que são uma nódoa.

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    6. Mi, provavelmente, caso os argumentos não tivessem invocado a Bíblia e desculpado o agressor, ninguém diria nada, i.é o problema até pode estar no lexico usado.

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  3. Ora, comparando o Dr Costa com os que vinham para a televisão, anunciar perdas brutais de rendimentos, aumentos eNORMES de impostos, com uma ligeireza de quem pouco se importa com a vidas pessoas, constatamos que não há comparação possível. Antes o boneco que o original.(sim, também houve mortes, desespero, e miséria com fartura)

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    1. Sim, porque agora os impostos não aumentam e as cativações não se traduzem numa perda real de serviços, não é?
      E porque a situação económica do país é a mesma, verdade? E foram as políticas do dr Costa que tiraram Porugal da bancarrota, o PSD não teve qualquer responsabilidade no assunto, não é? O PSD só teve responsabilidade na política florestal. Ora vá-se esconder.

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    2. Foi tão mau tão mau que Portugal foi o único país a conseguir sair da crise com menos desigualdade...
      Maria

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    3. Espere pela pancada, maria...espere que ela vai chegar e depois, pessoas como a maria, que acham que tudo melhorou tanto ,que agora até parece mal haver que se manifeste contra o costa coitadinho, vão cair de quatro quando o rosa virar cinza .

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    4. Vocês sabem mesmo ler?
      (caramba, coitada da Maria)

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    5. Ler sabem, Picante, interpretar é que já não, fruto do bom que é o nosso ensino público. Já eu, fui uma dessas anti-cristo que estudou num colégio com contrato de associação e aprendi a interpretar textos, figuras de estilo e essas coisas. Sabe como é.
      Mas eu explico, a saída da crise deu-se com o fim do programa de ajustamento. Tem um tempo claro, que não é este. Agora com a devolução de rendimentos apenas a uma parte da população e o brutal aumento de impostos disfarçado nem sei bem de quê, podem crer que as desigualdades vão voltar.
      Maria

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    6. maria, fui eu , pessoa ignorante, fruto de anos de ensino público, que interpretei mal as suas palavras. Mesmo assim, ainda aprendi um pouco de História e faço como Egas Moniz, trajo-me de branco, ponho uma corda ao pescoço e rojo-me a vossos pés pedindo perdão esperando, humildemente, que vós maria me perdoeis ( deve ir aí uma calinada ou outra mas o ensino público não dá para mais )

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    7. Estardes desculpado/a anónimo/a.
      Na verdade o meu comentário é mais para o geral do comentador da internet, que não percebe duas linhas do que lê, do que para si diretamente. É uma frustração antiga derivada dos muitos anos do uso das internets.
      Mas veja, não sou só diabo de colegio (de freiras ainda por cima, valha-me são Marx!) também andem em escola pública, partilhamos uma costela de ignorância ;)
      Maria

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  4. Pipocante Irrelevante Delirante27 de outubro de 2017 às 12:05

    O Dr. Costa é um boneco. Daqueles que apareciam no Spitting Image lusitano. Uma caricatura.
    Sabe mexer-se nos bastidores, saca umas massas na Europa, faz uns acordos com a Esquerda (como fará com a Direita, quando de lá sair o Coelho), e pronto, isso é governar.
    De resto, é um medíocre, como tantos outros que por lá passaram, e tantos outros que por lá passarão.
    Como bom medíocre, rodeia-se de medíocres, não vá ele ser o gajo mais burro da sala.
    O Dr. Costa, o que faz, é dar palha. Ao país, para se ir mantendo, e ao aparelho.
    Houvesse o mínimo de honestidade, e reconhecia-se que o "milagre" económico é assente nas políticas do BCE e nas reduzidas taxas de juro. Sim, essa coisa dos portugueses voltarem a ter rendimento, deve-se mais ao crédito da casa estar em mínimos do que propriamente com as descidas de IRS. Porque estas são anuladas pelos aumentos de iva, imi, imt, iuc, e mais uns quantos que nem as siglas conheço, porque o custo de vida aumenta, e porque, veja-se, continuamos (e de lá não saíremos) a ser um país de baixos salários.
    E mesmo o turismo, é mais fruto do acaso do que propriamente de uma estratégia. Fez-se muito, e aí as autarquias e regiões trabalharam bem em apostar em alternativas ao "sol e praia", mas Portugal torna-se destino privilegiado a partir do momento em que certas regiões se tornaram instáveis politicamente, com a insegurança que daí advém.
    O Dr. Costa (como por exemplo o Dr. Burroso) tem tudo para ser "o" estadista. Tem carta branca do povo (mais o apoio do "povo" no Parlamento, através do PCP e dos seus braços sindicais), boa conjuntura, e um presidente amigo e que não quer mais protagonismo que o proporcionado pelos beijos e abraço da plebe. Pode finalmente reformar, evoluir, cortar as amarras do passado, colocar esta esterqueira no pelotão da frente.
    Mas não o faz. Porque não quer, não sabe, e quiçá, não pode.
    Porém, parece que o povinho dá-se bem com isso. Porque afinal, convivemos bem com a pequena corrupção, o amiguismo, caciquismo e compadrio, até o aplicamos na medida do possível, e porque no fundo gostamos de Portugal tal como ele é.

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    1. O problema é que sem reformas estruturais, mal haja um abanão europeu ou mundial o país vai outra vez pelo cano. Mas hei! O importante são as 35h de trabalho, vamos empurrando com a barriga.

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    2. Razão tem aquele gajo da Padaria Portuguesa. Espero que com as horas que faz Picante tenha os seus filhos bem entregues.

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    3. Sei sempre onde estão e garanto (me) que ocupam o tempo como deve ser, a maioria das vezes. Nesta altura é o suficiente.

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    4. Ahahahahah já previa essa resposta. A conscienciazinha fica assim sossegadinha não é?!

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    5. A minha consciência está sempre tranquila. Nunca me pus na situação de chupar o Estafo, muito pelo contrário.

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  5. A picante não é aquele boneco "Conservador de Direita "que trata o pessoal todo por doutores? Olhe que parece....

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    1. Não, que esse boneco é irónico. Na verdade, é um esquerdalho a gozar com os conservadores de direita.

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  6. Uma ironia então o que a Picante escreve. A verdade é que ninguém a leva a sério:)

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    1. Ironia será dizer que o meu objectivo para este blog é ser levada a sério. Achará por ventura que pretendo ganhar dinheiro com isto? Escrever num jornal? Lançar um livro? Fazer workshops da felicidade? Céus!

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    2. Não.Mas que quer impor as suas opiniões quer! Ou já está como os políticos, a querer fazer-nos de parvos? Podia fazer um workshop de atoalhados é afins ahahahah

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    3. Pois se é o meu blog parece mais lógico partilhar as minhas opiniões que as suas. Mas está errada, eu não quero impor nada, as pessoas são livres de concordar, discordar ou detestar. Já eu sou livre de me estar nas tintas para o facto de haver quem discorde do que eu penso ou escrevo. Gosto de pontos de vista diferentes, por vezes posso mudar de opinião, mas não me preocupa nada haver quem discorde.

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    4. (e opiniões discordantes bem educadas sempre tiveram direito a resposta, já as pessoas que vêm apenas fazer barulho... pois por vezes nem publicadas são, cada vez me falta mais a paciência)

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  7. "A minha consciência está sempre tranquila" como diz o outro, quem não tem dúvidas é mal informado, e eu digo quem tem sempre certezas é tolinha.

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    1. Pois eu cá digo que quem tem sérias dificuldades de interpretação é assim... hum, como é que hei-de dizer isto de uma forma simpática? Olhe, é burro como as portas.

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    2. Gozou o feriado? Shame onde you!!! O seu mentor devia estar em casa a espumar...onde é que se já viu isto, um dia sem importância e ser feriado, tst ts ts...

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