segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Das coerências

Li algures, no FB, que vai sair de Lisboa, uma das cidades mais gay friendly, o que quer que isso seja, mas dizia eu que vai sair de Lisboa um paquete onde só entram gays. 
E agora pergunto eu. Que acham os meus amigos que aconteceria se este mesmo cruzeiro, ao invés de ser restrito a gays, fosse restrito a casais hetero? Hum? Era outra vez uma festa, verdade? Censuravam o cruzeiro, à semelhança do que fizeram com o livro, verdade? Quer isto dizer que vivemos numa sociedade onde está certo discriminar toda a gente excepto gays, trans, ciganos, muçulmanos e afins? Esses são intocáveis, isso eu sei. É que ou este cruzeiro é um claro caso de discriminação ou eu não percebo nada de discriminação.

108 comentários:

  1. Ui... q seria...
    esta sociedade do politicamente correcto asséptico já mete nojo..

    Mas há-de vir aqui alguém dizer-lhe q não era discriminação pq não é uma minoria....

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    1. O contrário é que seria de estranhar...

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    2. é descriminação, mas é descriminação positiva (o que quer lá que isso seja)

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  2. E as mulheres nas barbearias, não se pode barrar a entrada de mulheres numa barbearia. Pobres transmontanas que terão de continuar com uma bigodaça de fazer inveja ao Quim Barreiros.

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    1. Barbearias onde mulher não entra não pode ser, elas podem querer acompanhar os maridos e filhos, é todo um aborrecimento.

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    2. Hey!! Calma com o andor! Eu sou transmontana e a tenho muito orgulho na minha bigodaça e não é cá qualquer freak que lhe bota a lâmina não... Tomara o Quím... To-ma-ra!

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    3. NM, perante a sua resposta já nem me atrevo a recriminar o querido anónimo que nos rotula com tanta simpatia.
      ( o que me ri.)

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  3. A Picante está a transformar-se no Marinho Pinto da blogosfera.

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    1. Quer justificar essa afirmação? Ou veio aqui só dizer coisas?...

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    2. Já usei, já. Bem giros por sinal. Era eu e o Mexia.

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    3. Só me admira não terem vindo chamar-lhe o André Ventura da bloga. Contrapôr, que era bonito, é que nada.

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    4. E eu que me esqueci de trazer esse bonito tema para aqui? Será que ainda vou a tempo? Só contrariedades, a minha vida.

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  4. Quanto mais a leio mais concordo consigo.

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  5. Tanta ignorância, credo. Vá inteirar-se sobre o significado de "discriminação". Vá também tentar comprar um bilhete para o tal cruzeiro e veja se alguém lhe diz que não pode porque é hetero. Veja lá se alguem se recusa a vender-lhe o bilhete só porque é hetero. Faça esta experiência e venha cá relatar.

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    1. https://www.priberam.pt/dlpo/discriminação

      Quer conversa não quer? Quer pois...

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    2. Já que não se deu ao trabalho de abrir o link que aqui colocou, dê lá uma vista de olhos. Isto se tiver tempo, entre uma máquina de roupa e a marcação na manicure.

      "Tratamento desigual ou injusto dado a uma pessoa ou grupo, com base em preconceitos de alguma ordem, nomeadamente sexual, religiosa, étnica, etc."

      Fale-me lá sobre como se sente injustiçada sobre ter-lhe sido negado o direito à entrada neste navio com base na sua orientação sexual.

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    3. Sinto mesmo. Um cruzeiro tão bonito e eis que me é vedada a entrada só porque não durmo com mulheres. Óbvio que é discriminação, qualquer tribunal me dá razão.

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    4. Essa é a questão. A entrada não lhe foi vedada. A entrada não lhe será vedada. Ninguém lhe vai perguntar, na hora de comprar o seu bilhete, qual é a sua orientação sexual. Está a perceber a enorme diferença e o incrível tiro no pé que foi este post? Sei que já percebeu isso. O meu trabalho aqui está feito.

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    5. Ui, com essa é que me calou. O post que é um tiro no pé porque ninguém me vedou uma entrada que eu não reclamei. Caramba, até talvez feche o blog, que horror, como é possível?

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    6. Não vale a pena, não é a única que diz baboseiras e aposta na desinformação para gerar tráfego. Uma pessoa tem que ir buscar o joi de vivre a algum lado, não é?
      Olhe, lamento é que ainda não haja uma entidade para onde se possa denunciar quem tem este tipo de discurso (e isto não é o pior que já aqui li, lá isso não) ainda que em blogs.
      Lá está, esta é só mais uma das parvoíces que aqui debita que jamais dirá em público e onde se possa identificar quem é. Gosto muito de uma sugestão que ouvi uma vez que deixo aqui: se não estás preparado para dizer em público e alta voz as ideias que perpetuas na internet, não o faças também anonimamente. Há quem lhe chame cobardia.
      Não se deixe retratar como alguém intelectualmente diminuído a quem foi dado acesso erradamente ilimitado à web.

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    7. Caríssima anónima, que engraçado não é? Nem nome tem. Mas dizia eu, caríssima anónima, não seja tola, eu não escrevo nada no blog que não possa dizer na vida real. Talvez aqui extreme mais as minhas posições, eu gosto de obter reacções e de irritar quem irrito. Talvez por aqui seja mais condescendente. Mas grande parte do que digo aqui digo lá fora, sem qualquer problema.

      E obviamente que qualquer publicidade feita com base na orientação sexual é discriminatória. Pode a coisa não ser ilegal, mas não deixa de ser publicidade discriminadora. Não se deixe retratar como alguém declaradamente idiota.

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    8. No momento da compra, será impossível comprovar que todos os participantes do cruzeiro sejam homossexuais e com certeza que possíveis heterossexuais "detectados" durante a viagem não vão ser largados ao mar.
      Provavelmente a maior parte dos heterossexuais não se identifica com o tipo de ambiente/tema em questão e, nesse sentido, qualquer heterossexual que compre o bilhete não vai ao engano.
      Não percebo o problema nem vejo a discriminação. Parece-me só uma definição do público-alvo do evento.

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    9. Sim Sofia. Uma definição com base na orientação sexual.

      (atenção, eu não acho mal, a mim pouco me incomoda que haja cruzeiros para gays, a questão põe-se ao contrário)

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    10. Olá. O meu nome é Carolina Matias. Espero que agora consiga ler o meu comentário, já que deixei de ser anónima (pausa para eye roll). O facto de eu não ter um perfil google não significa que não diga tudo o que aqui escrevo em público. Pode dizer o mesmo?
      Mas isto melhorou e muito: então qualquer publicidade com um público alvo é discriminatória? Ahahah ' tá bem, abelha. Assim de repente e sem colocar muito esforço na coisa, um evento direccionado a mulheres é um ultraje, certo? E se forem recém mamãs? Muito pior, imagino. Um evento direccionado a miúdos idem, certo? Uma vinda do papa a Lisboa com uma bonita missa ali no Terreiro do Paço é altamente discriminatório visto que é dirigido ao público católico. Esqueça esqueça. Se estamos a falar de catolicismo, está tudo bem.
      Acho que, de todas, esta sua tirada foi a minha preferida. Tinha ideia que seria mais difícil e desafiante desconstruir os seus argumentos. Live and learn.

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    11. Picante, desculpe vir chateá-la aqui também, mas acha que não há cruzeiros para heterossexuais?

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    12. Penso que haverá coisas do género para idosos, por exemplo. E não são proibidas pessoas mais jovens. Só que as actividades serão mais direccionadas para idosos. Será discriminação? O único motivo da notícia é ser um cruzeiro para gays. E a "audiência" que o tema traz.

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    13. Olá Carolina Matias, o meu nome é Picante e a Carolina Matias não percebeu rigorosamente nada do que eu disse.

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    14. Não, Filipe. Não penso que haja cruzeiros para heterossexuais, penso que há cruzeiros para pessoas.

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    15. Sofia, neste mundo de Deus, há actividades dirigidas a todos os gostos. Gostos esses que são influenciados por varuadissimos factores como seja idades, poder económico, educação, estilo de vida, etc. E, para que conste, eu acho isso muito bem. Tampouco acho que mal que haja um cruzeiro de engate, vamos lá chamar as coisas pelos nomes, dirigido a um público gay. É uma segmentação como outra qualquer. A questão não é essa, a questão é como reagiria a parte da sociedade (pequena, benza-os Deus) se aparecesse uma publicidade dirigida e a falar especificamente em heterossexuais.

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    16. Os heterossexuais estão em maioria e têm de ser segmentados de outra forma. Por isso não há publicidade para heterossexuais, não teria grande interesse. A ideia será direccionar a publicidade e chamar à atenção do público-alvo, seja pelas actividades desenvolvidas seja pela possibilidade de terem contacto com outros homossexuais. E mais uma vez, só há tanta conversa à volta do assunto pelo tema em questão. Não vejo nenhuma polémica em tantas outras segmentações de mercado.

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    17. Certo, Picante, e percebe porquê? Cruzeiros de engate há muitos. Sem qualquer qualificação, assume-se que um cruzeiro de engate é mais dirigido a pessoas heterossexuais; do ponto de vista estatístico, é certamente mais provável que os passageiros sejam heterossexuais. Já um cruzeiro "gay" necessita do qualificativo para que se entenda quem o público alvo é.

      Repare que o facto de um cruzeiro "de engate", sem qualificativo, ser percepcionado como heterossexual é, em si, reflexo da heteronormatividade da sociedade. Assumimos a heterossexualidade por defeito. A discriminação está aqui.

      Se falássemos de hospitais para gays, escolas para gays, restaurantes para gays, aí sim, teríamos uma diferenciação absurda. Mas se o propósito é o engate, então faz sentido que haja uma diferenciação, para que os passageiros percebam ao que vão. Os cruzeiros "para pessoas" são, por defeito, os cruzeiros para heterossexuais. Não são anunciados como tal porque isso não é necessário.

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    18. Filipe, eu percebo porquê e não concordo nada consigo, os cruzeiros, ou qualquer outro evento de engante, podem abranger hetero e homo, tudo ao mesmo tempo. No final do dia cada um escolhe com quem se deitará. As discotecas não funcionam assim? Claro que funcionam. Aliás não acho que seja preciso dizer que aquilo é para gays, basta que anunciem nos locais certos, há imensos locais mais frequentados por gays.

      E eu vou repetir, a ver se sou clara de uma vez por todas. Eu NÃO acho mal este tipo de publicidade. Eu apenas pergunto o que diria a ala esquerda se fosse anunciado um evento para heterossexuais (e eu acho que diria cobras e lagartos). Não me parece assim tão difícil de perceber.

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  6. Picante,

    Este seu post é comparável àqueles comentários que ocasionalmente se lêem, dizendo "se há orgulho gay, porque é que não pode haver orgulho hetero?". A resposta que se deve dar ao seu post é mais ou menos a mesma que se deve dar a estes comentários.

    Substitua, no seu post, "gays" por "pessoas com deficiência física". Imagine qe lia uma notícia sobre um paquete especial para pessoas com algum tipo de deficiência física. Acha que faria sentido o que escreveu? Acha que faria sentido existir quem se insurgisse e quisesse um paquete apenas para pessoas sem deficiência física?

    O que está aqui em causa é tratar-se de uma minoria e, mais que isso, uma minoria que sofre todo o tipo de discriminação baseada no preconceito. Uma minoria que, devido a isso mesmo, tem algumas dificuldades sociais que as pessoas heterossexuais não têm.

    Deixe-me exemplificar com uma situação concreta. Se um homem ou mulher heterossexual conhece alguém do género oposto, assume usualmente (e, estatisticamente, até assume razoavelmente) que essa pessoa é também heterossexual. Mais que isso, se a pessoa não for heterossexual, isto raramente passa de um breve constrangimento social para quem assumiu. Agora, se um homem homossexual, por exemplo, conhece outro homem e inicia uma conversa sob a suposição de que se trata de outro homem homossexual, não só pode estar provavelmente errado, como expõe a sua orientação sexual (ainda fonte de discriminação), como ainda se arrisca a que este não ache muita graça à interacção.

    Como vê, as relações heterossexuais encontram-se muito mais facilitadas que as homossexuais numa sociedade na qual a heterossexualidade é a norma. Não estou a propor, claro está, que a heterossexualidade deixe de ser a norma "à força"; tal seria absurdo. Então o que podemos fazer? Uma ideia seria criar eventos, locais, etc., que fossem direccionados maioritariamente (ou até exclusivamente) para pessoas LGBT. Como esse paquete.

    Nisto, o seu post, bem como muitos outros do mesmo teor, fazem-me lembrar uma criança mimada com muitos brinquedos. A criança mimada vê outra com um brinquedo novo e diz "Porque é que não posso ter aquele? Quero aquele!", esquecendo-se que até já o tem, ou tem uma versão melhor...

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    1. Podemos sempre contar com quem podemos contar.

      (Filipe, até pode escrever um livro sobre isto, no fim terá de me dar razão, é discriminação com base na orientação sexual, é contra a lei, indepentemente de se tratar do grupo majoritário)

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    2. Filipe, deduzo que para si um gay está no mesmo patamar que um deficiente físico, i.e., a homosexualidade é uma deficiência.
      Escusa de responder, só se vai enterrar mais.

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    3. A Constituição da República Portuguesa, a que presumo que esteja a aludir, diz: "Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual."

      Pode explicar porque é que a existência de um cruzeiro destinado a pessoas LGBT vai contra este princípio?

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    4. Filipe, é masoquista, não é?

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    5. Porque as pessoas hetero estão excluídas, apenas por serem hetero. Parece-me bastante óbvio.
      Aliás parece-me também óbvio que o Filipe diria que a situação contrária (um cruzeiro para hetero) seria discriminação com base na orientação sexual.

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    6. «Substitua, no seu post, "gays" por "pessoas com deficiência física".»

      Qualquer tentativa de raciocínio lógico depois disto está condenada ao fracasso. O conceito de vergonha alheia ganha toda uma nova dimensão.

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    7. Anónimo/a das 20:51: Olhe, tem dias... ;)

      Picante: E leu isso onde? Diga-me qual é o paquete a que se refere, para podermos confirmar isso.

      Entretanto fiz algumas investigações e vou assumir (se estiver errado, corrija-me) que se trata do cruzeiro "The Cruise", da empresa La Demence, que em 2017 partirá, efectivamente, de Lisboa. Tendo em conta o programa de entretenimento oferecido e o tipo de experiência oferecido, o "The Cruise" apelará mais a homens homossexuais, mas a página de FAQ do mesmo não indica que será barrada a entrada a heterossexuais, muito pelo contrário.

      Claro que podemos estar a falar de paquetes diferentes...

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    8. A dois anónimos anteriores:

      Talvez a minha comparação tenha sido infeliz. O que quis dizer foi simplesmente que tanto as pessoas LGBT como as pessoas com deficiência física constituem minorias que enfrentam uma sociedade na qual não são a norma e que não está suficientemente equipada com estruturas (físicas num caso e sociais noutro) que as suportem adequadamente.

      Não pretendi insinuar que a homossexualidade ou qualquer orientação sexual diferente da heterossexual sejam uma deficiência ou um problema de saúde. Não são.

      Se a minha comparação foi de algum modo ofensiva, peço desculpa.

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    9. Li uma notícia. No DN salvo erro.
      E obviamente que não fui ao faq, Filipe, só pode estar a brincar, li uma notícia que dizia ir partir de Lisboa um cruzeiro para gays. Assim mesmo.
      O meu ponto faz todo o sentido, se houvesse um cruzeiro para heteros, publicitado assim, caía o Carmo e a Trindade.

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    10. É revelador que a Picante responda com "só pode estar a brincar" à sugestão de que poderia ter consultado fontes originais (neste caso, a empresa responsável pelo cruzeiro) em vez de confiar cegamente no que disse o DN.

      Repare que um "cruzeiro para gays" e um "cruzeiro exclusivamente para gays" são coisas distintas. O seu ponto assentava na exclusividade e na suposta exclusão de pessoas heterossexuais. Ora, isso não é assim. Posto isto, continua a dizer que o cruzeiro é ilegal?

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    11. Filipe, é de uma enorme arrogância da sua parte querer que eu faça as cloisas como o Filipe acha que deveria fazer. Se o Filipe me costuma ler saberá que eu pouco falo a sério, quer uso este espaço para me divertir enquanto digo umas coisas. Não sou jornalista, não me sinto minimamente na obrigação de ir verificar todos os factos do que para aqui vou debitando. O Filipe sabe que este blog não é político, não sabe?... Que não se faz aqui trabalho de investigação, certo?...

      Mas, apenas para que fique contentinho, eu retiro os meus habituais exageros e falo consigo seriamente. Acredito que não perguntem a orientação sexual a ninguém quando vendem os bilhetes. E, não barrando a entrada com base na orientação sexual de cada um, a coisa não é ilegal, tem razão.
      Onde não tem razão absolutamente nenhuma é em vir argumentar tontamente dizendo que não há aqui qualquer discriminação. Obviamente que qualquer publicidade com base em orientação sexual é discriminatória. Que actividades fazem os gays que os heteros não fazem? Será capaz de me dizer? Como é que um cruzeiro pode ter actividades mais dirigidas a gays? Eles comem uma comida especial? É a música? As piscinas? Como é que o Filipe tem a lata de dizer que livros para meninas e meninos são discriminadores e vem aqui dizer "Tendo em conta o programa de entretenimento oferecido e o tipo de experiência oferecido, o "The Cruise" apelará mais a homens homossexuais"? No seu ponto de vista os gays podem ter gostos diferentes dos hetero (e produtos diferentes) mas as meninas e meninos já não. É isso? Ora desculpe lá mas não tenho paciência.

      (e não, o meu post não se baseava na ilegalidade da coisa. O meu post baseia-se na barulheira que gente como o Filipe faria caso algum cruzeiro se atrevesse a dizer que "dado o tipo de experiências oferecidas, este é um cruzeiro destinado mais a heterossexuais".)

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    12. "esquecendo-se que até já o tem, ou tem uma versão melhor..."
      A parte de que eu mais gostei foi mesmo do finalzinho, da ultima frase. O Filipe anda ali às voltas, quer à força ter muitas razão (o que, nele, não é novidade nenhuma), mas no fim lá admite que ser heterossexual é que é bom. Mas os discriminadores são os outros...

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    13. Filipe, tanta coisa para dizer que tem medo de ser abordado na rua por um gay e prefere que eles estejam fechados dentro de um cruzeiro, a fazerem lá as coisas que eles fazem, sem o incomodarem.

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    14. ahahahahahahahahah
      ahahahahahahahahahah

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    15. Picante:

      Não quero que faça as coisas como eu acho que as deve fazer. Quero que entenda que se diz uma coisa sem ter ido fazer alguma espécie de investigação arrisca-se a estar enganada. E que reagir com "só pode estar a brincar" à mera sugestão de que o podia fazer diz qualquer coisa. Só isso. Não quero que converta isto num blog de investigação, mas era bom que demonstrasse na prática o pensamento crítico que diz ter.

      Quanto às actividades direccionadas para homens homossexuais, acha sinceramente que me referia à comida ou à música? É um cruzeiro no qual muitos participantes partilharão uma cabina com um homem homossexual, no qual haverá festas onde a maioriandos presentes é homossexual. Diga-me (se necessário pergunte ao seu marido) se isto é o género de actividade apelativa a um homem heterossexual.

      Anónimo/a das 13:01: O que há de errado com o que disse? Acha que as pessoas LGBT têm estruturas sociais e uma percepção pública melhores que as dos heterossexuais? Se ler bem o que escrevi, vai perceber que era isto que queria dizer.

      As insinuações de que sou homofóbico são estupendamente irónicas...

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    16. A esmagadora maioria dos cruzeiros deste tipo não precisa de anunciar que "dado o tipo de experiências oferecidas, este é um cruzeiro destinado mais a heterossexuais". Isto é a norma, é assumido por quem vê a publicidade. E não acho que o Filipe ou qualquer pessoa razoável ficasse ofendido com isso; ter um público-alvo é diferente de excluir minorias (ou maiorias ou quem quer que seja.).

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    17. Filipe, eu poderia estar enganada mas não estou. O Filipe, muito convenientemente, esqueceu-ce de me explicar porque é que ter livros para meninas e meninos, ou secção de roupa já agora, é discriminatório e ter um cruzeiro para gays não é.
      O cruzeiro só não é apelativo a heteros porque é um cruzeiro de engate, como uma discoteca, sem tirar nem pôr. É igualzinho ao cruzeiro da Kapital só que para gays, eu sei bem do que estou a falar.
      Eu, não achando qualquer mal em que se publicite e organize um evento deste género, atenção, estou convencida de que se publicitasse um evento para heterossexuais, dizendo assim mesmo, "este é um evento dirigido a heterossexuais" caia o Carmo e a trindade. E o Filipe não têm qualquer maneira de provar que eu estou enganada, é aquilo que eu acho, baseada nas reações que tenho visto.

      Acho fabuloso que a discriminação, ou melhor, que a vossa noção de discriminação, apenas funcione para um lado que é o lado que vos dá mais jeito.

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    18. Filipe, sobre tudo isso que tem vindo a dizer, tenho para si duas ou três palavras: a vida é injusta e no fim morre-se.

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    19. Eu expliquei, mas a Picante não percebeu ou não quis perceber. Sabe que é um cruzeiro de engate, não sabe? Pronto, aí tem a diferença. Quais são as actividades que os homossexuais fazem e os heterossexuais não, perguntava a Picante há pouco. Bem, num cruzeiro de engate ocorrem-me duas ou três actividades desse género...

      Explicando melhor: promover um ambiente no qual se desenvolvam relações entre homens é algo claramente direccionado a homens homossexuais, pela natureza da coisa; os livros de actividades estabeleciam uma diferença onde esta não existia necessariamente, porque os meninos e as meninas não têm de ter gostos diferentes em actividades, brinquedos, etc. Já os homens homossexuais e heterossexuais têm gostos diferentes em parceiros sexuais, por definição. Percebeu a diferença?

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    20. A Picante quer que lhe expliquem a diferença entre um produto educativo para crianças e um produto de lazer para adultos? A diferença parece-me óbvia... A si não?

      Relativamente à questão da «discriminação positiva», que me parece ser o que verdadeiramente a incomoda, a minha posição é a seguinte: A pertença a determinados grupos (mulheres, minorias) pode trazer algumas desvantagens em termos sociais. (NOTA: Não, não estou a dizer que é melhor ser homem, ou branco, ou hetero. Estou a dizer que é mais fácil.). Portanto, tendo a aceitar pior discriminações que reforçam esse desequilíbrio, e a aceitar melhor discriminações que promovem o equilíbrio. Tem a ver com o meu conceito de justiça, que não é o de igualdade pura e dura, mas mais o de equidade. Acho que isto é fácil de compreender, ainda que, evidentemente, possa não concordar.

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    21. Filipe, acontece que os meninos e as meninas têm gostos diferentes. Não têm de ter mas olhe... têm. E acontece também que a actividade de engate não é circunscrita a gays, O pessoal pode engatar no mesmo espaço independentemente da sua orientação sexual, vá por mim, os hetero também engatam.

      Mas escusam de continuar, eu bem me parecia que, no entender de algumas pessoas, alguns tipos de discriminação são aceitáveis, outros é que não. Está certo.

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    22. Olhe, Picante, resta-me suspirar e despedir-me. Está certo.

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    23. Não seja palerma, tire lá essas palas e aceite que o que houve aqui foi uma desconstrução do seu argumento que nem de perto resultou na conclusão de que "alguns tipos de discriminação são aceitáveis". Explicou-se-lhe por a+b o significado de discriminação e explicou-se-lhe também que foi tontinha ao não ter sido mais crítica da notícia que despoletou este post.
      Vá lá, terminar uma discussão com "eu tinha era razão, como já se previa", ignorando deliberada e teimosamente tudo o que foi dito entretanto é cansativo. Não tem mal perceber-se que se foi precipitada e retirar-se airosamente de uma discussão. Esta não é a forma.

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    24. Não seja tonta. O meu post apenas diz "que diriam as do costume, caso a publicidade fosse ao contrário, uma afirmação taxativa de que o cruzeiro se dirigia a hetero"? Eu tenho uma opinião sobre o que diriam, coisa a que tenho direito, acho eu.
      Vocês vieram com uma conversa do arco da velha dizendo que dirigir um evento a gays não é discriminar os restantes. Acontece que é. É pôr de parte alguém com base na sua orientação sexual. Isto é um facto e não há maneira possível de dar a volta a factos, é como a matemática.

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    25. Picante, vamos lá ver se nos entendemos. Existem cruzeiros "de engate", como todos sabemos; cruzeiros que têm como objectivo (talvez principal) fomentar relacionamentos de naturezas várias entre os passageiros. Enquanto houve cruzeiros destes e a homossexualidade não era um tema abordado de forma mais aberta, esses cruzeiros eram destinados a heterossexuais. Não quer dizer que não houvesse nos cruzeiros pessoas de outras orientações, mas provavelmente teriam menos sucesso.

      É isto que acontece com praticamente tudo o que diz respeito a relacionamentos: por defeito, é para relações heterossexuais. Quando não sabemos a orientação sexual de uma pessoa, assumimos que é heterossexual (e isto também tem um fundamento estatístico, não estou a dizer que é totalmente descabido).

      Ora, como lhe disse mais acima, isto coloca as pessoas LGBT numa posição de desvantagem. No entanto, a partir de certa altura começaram a surgir meios de aproximar estas pessoas que até aí existiam maioritariamente para heterossexuais: redes sociais, cruzeiros, fóruns na internet, etc.

      Isto é uma discriminação? Talvez, se quisermos usar o sentido neutro e asséptico da palavra. Talvez possamos chamar-lhe uma diferenciação. Ou uma especialização. Seja como for, é uma diferenciação que faz sentido, dado o contexto. Tratando-se de relações interpessoais íntimas e de meios para as promover, faz sentido que haja meios para relações heterossexuais e para relações homossexuais. Tal como faz sentido que uma "app" de engate possa ser dirigida a homossexuais ou a heterossexuais. Do mesmo modo que há comida para cães e para gatos, especialidades médicas para o aparelho genital feminino e masculino, champô para cabelos secos e oleosos. Os produtos e serviços fazem uma "discriminação" porque esta faz sentido no contexto do produto. Champô para heterossexuais ou comida para cães cujos donos são homossexuais já não faria sentido.

      Atrás a Picante sugeriu que podia estar tudo junto. Podiam ir heterossexuais e homossexuais para um cruzeiro. Poder, podiam. Mas se fosse um cruzeiro de engate, seria muito menos eficaz. Seria menos claro quem é que vinha ao quê. E isto teria ainda a consequência perniciosa de cair naquela situação que mencionei acima: sendo um cruzeiro de engate descaracterizado, por defeito facilmente se assumiria que era para heterossexuais. Isto sim, constituiria uma discriminação, pela forma como a sociedade funciona.

      Finalmente, ninguém é realmente posto de parte. Eu tenho cabelo liso e não me sinto posto de parte pelas marcas que fazem champô para cabelo encaracolado. Nem pelos ginecologistas. Os heterossexuais não são postos de parte por duas razões: (1) também têm um produto equivalente para eles; (2) ninguém os iria impedir de ir neste cruzeiro.

      Finalmente, peço desculpa por ter escrito tanto. Tenho mais tendência para me alongar de modo a ser mais claro do que a escudar-me em frases provocadoras e tentativas de humor. Diga-me, por favor, se tiver paciência, onde é que o que eu disse falha, para que possamos tirar daqui algo de construtivo. Se quiser.

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    26. Olhe Filipe, desculpe mas está a desconversar. Já me falta a paciência.
      As mulheres também não utilizam barbearias, o target das barbearias são homens e foi um Deus me acuda quando uma barbearia fez publicidade dizendo que mulher não entra. Publicidade essa que também faz sentido porque o target é masculino (eu sei que aquilo foi provocador e que diziam "não entra").
      Eu estou a falar de uma reacção de a coisa fosse feita ao contrário, o Filipe teima em dizer-me que isto faz sentido por facilitar o engate. Até pode fazer mas não deixa de ser discriminação com base na orientação sexual.
      Não me parece que valha a pena continuar a (des)conversa.

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  7. É o que está a dar! Paneleiragem em forte alta.

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    1. lá está. querer conversa.

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    2. Está mal. Seria, quer conversa, ou quer-se conversa.
      Mas nem uma coisa nem outra e apenas a contestação de um facto objectivo e concreto. Há sempre uma alminha caridosa e outra generosa para desculparem o Diabo.
      Força Picante. Sempre na abnegada empreitada de endireitar este perdido mundo.
      As pessoas de bem, ... e normais estão consigo.

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    3. Constatação, queria dizer.
      Até um Corvo lúcido e normal se engana quando lida com gente obtusa.
      Enfim; siga a saga que isto promete.

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  8. Ó picante referir o assunto já é discriminação....não habia nexixidade:-P

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    1. Como assim? Estou a discriminar? Mas... mas... eu não queria.... foi sem querer....

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  9. Por acaso acho a comparação um pouco descabida, embora eu tb tenha pouco "saco" para estas lutas de igualdade de género levadas,claramente, ao extremo.

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    1. Eu não acho Me, se a coisa fosse ao contrário era um forró.

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    2. A Me é a metáfora perfeita da idiotice disto tudo: ela acha descabido, ou melhor, ela quer achar descabido porque isto são bandeiras da esquerda e ela é de esquerda e quer dar razão à esquerda. Mas na verdade, como ela até é uma pessoa razoável (que é, eu sei que é), acaba por não ter "saco" para estes disparates todos. Fica então num conflito entre o que acha de facto e o que quer achar e lá vai dizendo que a comparação é descabida, mas também não conseguiu justificar, porque na verdade não encontra nenhum argumento para justificar, porque a comparação não é descabida.

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    3. Ora bem, anónimo das 09:43. Agora é que disse tudo.

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    4. Atacar as minorias em nome dos que fazem parte da maioria e por isso se sentem discriminados? Não faz qualquer sentido, sorry.

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    5. Atacar? Credo... Onde é que está o ataque?

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    6. Bem, folgo em saber que haja quem conheça as minha tendências políticas melhor que eu.
      Alinho mais à esquerda que à direita, sem dúvida. Não quer com isso dizer que concorde com tudo o q a esquerda defenda (já p n mencionar que o conceito "esquerda" é um pouco vago).
      Acho que comparar um livro que tinha exercícios de complexidade diferente consoante fosse p rapazes ou raparigas n tem nada a ver com o haver um cruzeiro destinado apenas a gays. Sinceramente, sim acho descabido. Mas se conseguir (primeiro anónimo) estabelecer um claro paralelo, fico agradecida.
      E não,já tenho saco pq acho absurdo criar brinquedos, nomes ou wc (o q seja) para os "sem género". Porque isso é parvo. Há o género feminino e o masculino. Ponto.
      Tal como vejo e sp vi diferenças entre homens e mulheres. Defendo a igualdade em mta coisa, mas claramente não será em mudar as palavras de genero masculino p feminino ou algo igualmente descabido, a meu ver. Ou ainda
      hastear uma bandeira p que os rapazes usem saia só pq sim.

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    7. Me, o livro era igual. Pegaram num exercício e fizeram dele um exemplo que não corresponde à verdade. O livro era igual.

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    8. https://www.google.pt/amp/s/www.publico.pt/2017/08/22/sociedade/noticia/serao-as-meninas-mais-limitadas-do-que-os-meninos-a-porto-editora-parece-achar-que-saim-1783031/amp

      Não é isto que diz,por exemplo, esta noticia. E n foi com essa ideia que fiquei.
      Se realmente os livros e exercicios eram iguais, então, mea culpa. Mas de facto n é essa a informação que encontro.
      E por isso, e nesse pressuposto, mantenho, não, n compreendo a comparação e acho um pouco descabida.

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    9. Me, os livros foram ilustrados por 2 pessoas diferentes. Os desenhos são diferentes, supostamente reflectindo gostos diferentes de meninos e meninas. O grau de dificuldade é idêntico, há diferenças de dificuldade em meia dúzia de exercícios no meio de alguns cem. Qualquer pessoa sensata vê isso ao olhar para os livros, confesso que fui a correr, salvo erro à Barata, para os ver.
      A comunicação social pegou num exemplo específico, o do labirinto em que realmente há uma dirrrenxa de dificuldade e fez disso um caso. A própria presidente da Comissão para a igualdade de género disse que apenas ordenou a retirada dos livros para acalmar a tempestade que se gerou nas redes sociais.

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  10. A pergunta que se impõe é: então e a Isabel Moreira também embarcou e desamparou-nos a loja, ou temos que esperar que 2ª volta do cruzeiro? E, já agora, levou com ela aquela Secretária de Estado que pensa que política se faz com declarações de cama?

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  11. https://www.noticiasaominuto.com/politica/866575/parlamento-debate-hoje-propostas-sobre-identidade-de-genero?utm_medium=email&utm_source=gekko&utm_campaign=daily

    E a merda toda é que isto vai passar com os votos favoráveis do PS, que tem que se rebaixar a toda a porcaria que a esquerdalha inventa, para se aguentar no poleiro que abarbatou ao povo, numas eleições livres onde não foi eleito. Farto, fartinho desta merda toda.

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    1. Quando uma pessoa pensa que o BE não consegue surpreender mais, eles vão e reinventam-se.
      (já tinha lido, uma palhaçada)

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  12. Não legislando sobre as coisas as coisas deixam de existir? Acham que quem provou a esfericidade da Terra fez mal? É que a esquerdalha desse tempo impossibilitou para todo o sempre a ida aos 4 cantos do mundo :)

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    1. Sério? Galileu era esquerdalha? Ahahahahahah

      Minha cara, há legislação. E há legislação estupida, ignorando a classe médica. A disforia de género é um problena grave que tem de ser acompanhado por médicos especializados. Além de que a decisão exige maturidade, coisa que duvido haver aos 16 anos.

      Já agora, os filhos vão processar os pais com o dinheiro de quem?...

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    2. Picante! Essa agora nem parece sua. Com o dinheiro do Estado, claro! Ou a menina não sabe que para as merdas da esquerdalha tem sempre que haver dinheiro? Vai-se buscar a quem o tem, àqueles do Grande Capital, tem que se perder a vergonha de ir buscar o dinheiro ao Grande Capital, Mariana dixit, para dar para estas merdas. Não sabia?

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    3. Tadinha, não percebeu. A senhora é que chama de esquerdalha a todos os que querem que o mundo pule e avance como bola colorida ...lá lá lá...Obviamente que quem fizer isso já estará a léguas dos pais. O fato de a legislação contemplar pessoas a partir dos 16 anos não quer dizer que todas as de 16 anos, nessas condições, o irão fazer, tal como no caso da lei do aborto. Desde a sua aplicação a prática do mesmo tem recuado e muito. Dá que pensar, não é?!

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    4. Galileu? ...Esse estudo picante, esse estudo...

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    5. Tem razão, respondi a correr que me lembrei logo do "e no entanto ela move-se"
      A resposta correcta seria Pitágoras, perdi o queijinho, bolas.

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    6. (mas mantém-se, Platão é que era esquerdalha)

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  13. Não oiça tanto o padre da sua paróquia, de vez em quando veja um filme sobre o tema, talvez o "Flores Raras"? Se for capaz, claro.

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    1. Credo! Que susto. Por momentos li ali Flores no Cais, pensei que estivesse a falar daquela coisa da Raquel Varela andar a instigar as mulheres dos estivadores. Não é disso que está a falar, não? É verdade que aquilo foi um filme mas não fizeram, de facto, um filme disso, pois não?

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    2. https://www.youtube.com/watch?v=Ihwm_PWSl3A

      Tenho que fazer o trabalho todo...ai ai ai

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  14. No caso dos livros para crianças eram todas histéricas e burras porque confiaram na imprensa sensacionalista e não se deram ao trabalho de ir ver os livros, no caso só cruzeiro já não faz falta questionar o conteúdo da notícia... A isto se chama albardar o burro à vontade do dono. Já que foi a correr à livraria ver os cadernos de exercícios,o mínimo que se esperava era que comprasse um bilhete para o cruzeiro.

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    1. Ela não foi a correr à livraria ver, viu o RAP no Governo Sombra como o resto da malta viu e ficou esclarecida (a Picante e a malta). Do mesmo modo, não precisa de comprar um bilhete que não vai usar para ter toda a razão no que diz no post: fosse isto anunciado para os hétero, não havia quem calasse as esganiçadas.

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    2. Agora é que disse tudo. Esta senhora é um poço de incoerência.

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    3. Incoerência em quê? Em afirmar que as esganiçadas se fartariam de estrebuchar se isto não fosse uma coisa lá das adoradas "minorias" delas?

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    4. Por acaso vi mesmo os livros, calhou que ainda não tinham sido retirados quando fui buscar os livros escolares dos meus filhos.
      Quanto ao resto... nem vale a pena, recuso argumentar com quem quer apenas desconversar.

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    5. "(...) confesso que fui a correr, salvo erro à Barata, para os ver." Então mas calhou ver ou foi a correr para ver?
      Não se trata de desconversar, trata-se de coerência. Se argumenta que os indignados com a notícia dos livros deviam ter parado para pensar pelas próprias cabeças antes de se insurgirem, a Picante também devia ter pensado se o cruzeiro era de facto exclusivamente para homossexuais ou se o artigo era apenas sensacionalista.

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    6. Ainda não percebeu que é absolutamente irrelevante o facto de o cruzeiro admitir ou não, e acredito que admita, a entrada a hetero, pois não? Ainda não percebeu que o que é relevante é a atitude quase certa, na minha opinião, da ala esquerda a uma publicidade dirigida a hetero? Caramba...

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    7. Das coerências:

      Picante: "Porque as pessoas hetero estão excluídas, apenas por serem hetero. Parece-me bastante óbvio."

      Também a Picante: "é absolutamente irrelevante o facto de o cruzeiro admitir ou não, e acredito que admita, a entrada a hetero"

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    8. Arre... na publicidade! Falo da mensagem! Apre que está complicado.

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  15. A minha pergunta é: têm a certeza que os homossexuais são a minoria? Deveras?

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    1. O que aqui vai, Picante.
      ( concordo em absoluto consigo. Tenho um filho gay, tenho legitimidade para me rir sobre opiniões de gente que destila veneno, com a ajuda de maridos ( se é que eles existem), só porque foi coerente.
      Ser gay é igual a ser hetero. Um mundo à parte é favorecer a descriminação.
      Faz lembrar os espetáculos de circo de rua de antigamente.

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