terça-feira, 30 de maio de 2017

A propósito do post anterior

Deparei-me com vários comentadores que me apelidaram de retrógrada, entre outros mimos, por não achar normal que uma mulher venda o corpo em troca de álcool. Caramba, nem é preciso ir tão longe, esta gente acha que as mulheres são livres de se vestirem como lhes apetece e dá na real gana pelo que não há qualquer problema em que se vistam de nuazinhas para ir trabalhar.
De repente veio-me à memória uma situação, cheguei ao escritório num dia em que não era suposto lá ter ido, mas que derivado de situações várias tive de ir, para trazer uns papeis, e lá estava a minha assistente, top cavado e curtinho, barriguinha de fora, chinelos nos pés. Até se encolheu quando me viu, embora não tanto como quando a mandei ir a casa trocar de roupa. A falta de noção e de saber estar é uma coisa tremendamente triste, gostava de ver se esta gente que acha que "o corpo é delas, fazem com ele o que querem", diria a mesma coisa se nessas figuras tristíssimas não estivessem umas estranhas quaisquer mas sim as suas filhas ou mães.

73 comentários:

  1. Se eu estivesse no lugar da sua assistente mandava-a para a real pata que a pôs e ia para não voltar. Gente idiota que acha que manda não outros.

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    1. Mas se calhar, só se calhar, quando foi à entrevista para esse local poderia ter perguntado sobre o dress code, e em não lhe agradando, não iria trabalhar para ali, ela tem esse liberdade e direito. Agora a partir do momento que decidiu aceitar a conduta daquele local, cumpre as regras.

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    2. Ela sabia perfeitamente qual era o dress code. Tanto que a única vez que se apresentou naqueles termos foi no único dia em que era suposto toda a minha equipa não ter lá posto os pés.

      Anónima vespertina, tenho a certeza de que ninguém lhe dará ordens, a cara anónima faz sempre o que lhe apetece, não é? Mas olhe, sempre lhe vou dizendo que infelizmente as pessoas que nós queremos que se vão embora nunca vão. Aquela teve de ser despedida.

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    3. aahahaha! Tão verdade ... é que nunca vão embora e ainda se acham os mais competentes de todos!
      Eu já recusei entrevista a pessoas que se apresentaram de chinelo de dedo. De boa marca, giros!, sim senhora! Muito bons na praia.
      Também já apareceram alcoolizados... se calhar também devia ter feito a entrevista, porque afinal cada um bebe a que horas lhe apetece e ninguém tem nada a ver com isso e blá blá blá em mim ninguém manda...

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    4. Anónima das 8:14, gente idiota que acha que não tem que cumprir regras de boa educação, saber estar, saber vestir, saber-se comportar em sociedade.

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  2. As pessoas são umas hipocritas .

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    1. É capaz de ter razão, é. Às tantas dizem isso só mesmo para me poderem contrariar, é uma hipótese tão válida quanto qualquer outra.
      Bom dia!

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  3. Curioso que a Picante tem o mesmo discurso de ódio quer seja dirigido a mulheres muçulmanas que andam todas cobertas, quer seja para mulheres ocidentais que optam por andar descobertas. Só se está correcto se se estiver no meio disso? Só essa opção é válida, de acordo com os seus padrões? Critique menos os outros e viva a sua vida. Causa-lhe assim tanto dano a forma como os outros (sempre mulheres) se vestem? Podemos achar desadequado, ou que nós não o faríamos, mas ao ponto de criticar e de nos incomodarmos com isso... acho totalmente desnecessário e revelador de que tem pouco de sério com que realmente se preocupar.

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    1. Não são os meus padrões, criatura. São os padrões socialmente aceites, padrões pelo qual a maioria da sociedade se rege.
      E é uma pena que não saiba reconhecer um discurso de ódio, creia que lamento. Por si.

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    2. Eu é que lamento a Picante viver angustiada com estas coisas. A forma como os outros vivem as suas vidas, o que as mulheres vestem (ou despem)... tudo assuntos que a incomodam e lhe causam reflexões tão profundas. Acho sempre graça a estas pessoas moralizadoras de tudo e todos, a quem a vida dos outros parece fazer enorme espécie só porque não é igualzinha à sua. Saia mais de casa, viaje mais, pode ser que veja que o mundo não se resume à sua vida/escolhas/opiniões.

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    3. Tal como a querida anónima faz comigo, não é? É pois.

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    4. Cara anónima das 12:25 não é só mulheres também é homens, por acaso nunca vi nenhum bancário a trabalhar de calças de ganga, ou experimente um homem apresentar-se a um juiz em tribunal e esperar ser posto fora do mesmo por apresentação imprópria. O quea anónima ainda não percebeu ou naõ tem capacidade para perceber é que há hora e local para se vestir e apresentar de acordo com o mesmo e isso chama-se viver em sociedade com tudo o que isso implica.

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    5. Esses também têm uma enorme falta de noção, não mostram o rabo mas já me aparecerem de calças rotas e camisola de alças. Era um informático, não tinha qualquer contacto com o público mas ainda assim...
      (Estou a falar de contexto profissional hã? Não desatem já a Bayer, vejam lá isso...)

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    6. * apresentar-se a um juiz de calções

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  4. A pessoas, incluindo muitas mulheres, não têm uma coisa (entendo é uma moda do passado e há pessoas que só usam o que está na moda) chamada bom senso.
    Se uma mulher tem necessidade de expor mamas, coxas até ao rabo, rabo incluído é porque não se importa com os julgamentos dos outros. Ok, que vivam com isso.
    Mas, que uma mulher bem vestida, bem arranjada, em suma, uma mulher elegante (e não estamos a falar de peso porque conheço mulheres gordinhas super elegantes) dá 10 a 0 a uma mulher mais despida do que vestida, dá.
    Claro que a segunda dará no primeiro impacto mais nas vistas, mas, e lá está cada um vive com o que prefere, a segunda certamente marcará mais.

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    1. Bom senso e educação caíram em desuso. Caramba, vejo com cada coisa que fico banzada.
      A elegância não está ao alcance de todos, infelizmente.

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    2. Uma mulher por muito bom corpo que tenha, se se vestir como uma prostituta é isso que vai parecer. O tal senso comum que falta a muita gente.

      Não saber estar e adequar-se aos contextos parece-me uma clara falta de inteligência e maturidade.

      Já estarem semi-nuas na praia, por exemplo, acho perfeitamente normal. Se aparecer lá alguém com roupa profissional também se vai destacar pela negativa.

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    3. Há uns tempos vi um comediante a falar sobre este tema, mais precisamente o facto de as mulheres que se vestem como prostitutas serem chamadas e/ou tratadas como prostitutas e não gostarem muito disso.

      Usou o seguinte exemplo muito curto: ora se eu me vestir muito parecido a um polícia, tu vais achar que eu sou um polícia, certo? E se precisares de ajuda vens ter comigo e pedir ajuda... O mesmo se passa com uma prostituta. Se vens vestida como uma prostituta, eu assumo que és uma prostituta.

      É mais ou menos uma coisa assim :) Peço desculpa pela ausência de piada, procurem pelo Chris Rock.

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  5. Mas que obsessão tem a Picante com as mamas das outras!... Fazemos assim: eu não a obrigo a mostrar as suas, e a Picante não me obriga a tapar as minhas. Que lhe parece? «Ah, mas eu não tenho que ser exposta a coisas de que não gosto!» Lamento, mas tem. E eu também, e nós todos. Faz parte de viver numa sociedade em que (felizmente) as preferências de uns não são lei para os outros.

    O contexto profissional, parece-me a mim, é uma situação diferente. Se estou a representar uma empresa, organização ou profissão, sobretudo perante os clientes ou perante o público, convém estar mais ou menos de acordo com a imagem da mesma... Mas isto não é «decoro», é profissionalismo. E aplica-se também aos homens, não só às mulheres.

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    1. Por acaso, à excepção disso de vender o corpo a troco de vodka, eu até estava a falar de contexto profissional. Achei que se percebia, lembro-me de ter escrito assistente, escritório e trabalhar vestidas de nuazinhas. Às tantas ajudaria se lessem o qye escrevo antes de me dizerem que não concordam. Digo eu, não sei...

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    2. Ah, ok. Então, estamos de acordo? Que, na vida pessoal, cada um(a) expõe e dispõe do seu corpo como bem entender, e que ninguém tem nada a ver com isso?... Fico contente por o saber. Mas, de facto, não foi isso que depreendi deste post. Nem do anterior. Nem de vários outros que já li por aqui. Erro de leitura da minha parte, provavelmente.

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    3. Anónima das 12:43 não á a picante que a obriga a tapar as mamas é a lei, ora experimente sair de casa com as mamas à mostra...talvez tenha a policia à perna, ou uma ambulancia do INEM para a levar para um hospital psiquiatrico....é fazer o teste....ou experimente ir almoçar a casa dos papás assim de mamas à mostra...

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    4. Cada um dispõe do corpo conforme bem entender, claro. Desde que isso não choque com os direitos e costumes de terceiros,por exemplo eu não uso saias curtas em Marrocos fora dos hotéis, por uma questão de respeito, da mesma forma que em Portugal não iria jantar fora em bikini.
      Posto isto, se as pessoas resolvem vestir-se fora do que é socialmente aceite estarão sujeitas a juízos ou criticas de terceiros. Apesar de estarem no seu direito, claro, e apesar de não poderem ser molestadas por isso.
      Vou dar-lhe em exemplo, ninguém me tirará da cabeça que uma mulher que use na cidade uns calções mesmo curtos, daqueles que deixam as nádegas de fora, não é ordinária. Os mesmos calções serão perfeitamente aceitáveis na praia.
      Não tenho nada contra vestidos curtos ou decotes acentuados, gosto de ver corpos bonitos. Acho é que há limites de bom gosto que não deveriam ser ultrapassados sob a pena de uma mulher se assemelhar a uma prostituta, assim como há ocasiões em que roupa demasiadamente curta não é aceitável.
      Estou certa de que achará isto razoável.

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    5. Então a mesma pessoa, se for à praia de manhã com "calções mesmo curtos" e à tarde passar no centro comercial, passa a ordinária quando de manhã não o era (segundo a sua avaliação)? Porque é que está tão decidida a achar que ela é ordinária em vez de, por exemplo, que se está borrifando para as normas impostas por pessoas que têm horror ao corpo feminino? Mas como não vê que é a sua perceção que está desenquadrada?

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    6. Ir ao centro comercial de calções mini é uma coisa (parecem miudinhas desesperadas por atenção mas ok) já ir por exemplo para uma universidade com as nádegas à mostra, ir a uma entrevista de trabalho, irem a um contexto qualquer formal dessa forma não faz delas ordinárias e prostitutas mas faz delas pessoas imaturas e incapazes de se adaptarem aos contextos nos quais se encontram.

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    7. Anónima das 08h58, relativamente ao «sair de casa de mamas à mostra», penso que a Picante entendeu o que queria dizer, e isso basta-me. Relativamente ao «ir almoçar a casa dos papás de mamas à mostra»... Como posso explicar-lhe? Os meus pais não avaliam o meu valor (nem o de ninguém) através de centímetros de pele exposta. Fazem-no através de outros critérios, claro, mas não esse. Mas independentemente disso, nem percebo bem onde quer chegar... A anónima não faz nada na sua vida que não fizesse à frente dos seus pais, é isso?... Para mim, não dava. Mas lá está, nisto como em tudo o resto, que cada um viva a sua vida como achar melhor...

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    8. Secalhar no centro comercial até não, se for com roupa e calçado de praia, agora secalhar se for de saltos altos etc, ou para outro local secalhar é capaz de não ficar muito bem....

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    9. "A", não sei explicar isto de outra forma. Se é aceitável usar uma saída de praia no verão e ir ao supermercado com um "vestido" que deixa ver o corpo, a mesma coisa não é bem aceite na cidade, a pessoa passa por exibicionista, deslocada, etc.
      Os calções curtos estão bem na praia, estarão no limite do centro comercial (e sim, tudo depende do resto da roupa) e estarão errados no restaurante. É preciso ter-se bom senso!

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    10. E outra coisa. Há corpos e corpos. Há mulheres e mulheres. Uma mulher com um "ar lavadinho" e elegante aguenta muitas coisas que farão outras mulheres ficar com ar de mulher de rua.
      Isto não é politicamente correcto mas não há nada pior que ver gordas vestidas com 3 números abaixo. E o mesmo se aplica à idade, há idades para tudo.

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    11. Então são duas questões diferentes, parece-me. Ainda agora disse tratar-se de uma questão de bom senso, quando a maioria das vezes insinua, ou diz, que é uma questão de ser-se ordinária e querer mostrar-se.

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    12. Concordo que nao fica bem... mas determiner o grau de moralidade pelo tamanho do corpo nao e politicamente incorrecto, e objectivamente errado.

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    13. A questão é que a pessoa acaba por ficar com um ar ordinário.
      Eu detestaria ver a minha mãe de calções pelo rabo ou de top curto. Não tem idade para isso, pareceria uma doida.
      E há saias e saias, há decotes e decotes. Há curto e há mostrar só porque sim.

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    14. Só contradições. Se for jeitosinha a mulher até pode ir à ópera de calções. Se não for comprem-lhe uma burka please!

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    15. Isso são palavras suas, não minhas. O que eu disse, e mantenho, é que nem toda a gente pode usar determinado tipo de roupa, mais reveladora vá, sem que fique com ar ordinário. E isso vai depender da idade da pessoa, da sua forma física, da sua altura e até da sua cara. É a mais pura das verdades, a mesma peça de roupa que numa mulher é "passável", noutra pode ser sensual e noutra reles. É aquela coisa de usarmos o que nos favorece, não me diga que nunca ouviu falar disso.

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  6. Mas tu dizes mesmo "derivado de"? Já não é a primeira vez e pareces convencidíssima do que estás a dizer. É a sério, isso? A minha porteira não diria melhor...

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    1. Sério que não se diz? Sério? Mesmo? Oh! E agora minha Santa Teresinha? Como vai ser?

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    2. "Derivado a", está claro!
      E não é "devido a" que se diz, é "devido de" ou "devido que", escolham. DDDDDD

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    3. Gosto sempre daquelas pessoas que usam como exemplo, a minha porteira...... a minha empregada..... o meu jardineiro...... Senhores estamos em 2017, deixem se de preconceitos!

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    4. É por isto tudo que a lufada de ar fresco que o Salvador nos trouxe soube tão bem. Há quem ainda se esteja a borrifar para etiquetas e dê valor às coisas que realmente têm valor. Já agora no " meu" banco as meninas andam de vestidos bem curtos. E que elegantes que elas são.

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    5. Cara anónima tudo tem importancia, e de certeza que as meninas do "seu" banco usam vestidos bem curtos mas não andam com as mamas nem o rabo à mostra nem têm aparencia de quem vai para a esquina, de certeza que de vestidos bem curtos conseguem ficar elegantes na mesma.

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    6. Se calhar a "assistente" da Picante também fica bem de barriguinha de fora e de chinelo no pé. Tem razão Picante, isso não é para todas, ahahahah.

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  7. Eu não tenho a mais pequena dúvida de que o corpo é meu e que dele faço o que quero. Não concebo, sequer, o contrário.

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  8. A mim só me chamou a atenção o facto de as suas palavras serem quase copy-paste do que o jornalista José Manuel Fernandes publicou, em video, no facebook do Observador. Ele publicou no dia 23, a Picante no dia 26...

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    1. Sério? Ele também teve uma assistente a quem mandou para casa a fim de trocar de roupa? Olha que coincidência...

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    2. Obrigada por ter publicado o comentário, admiro a pluralidade do seu espaço. Mas sabe bem que me refiro ao post "anterior" e ao seu conteúdo...

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    3. Não sei, não. Eu não vi essa entrevista. Vi uma dissertação enorme escrita por uma mulher, salvo erro também jornalista do observador mas de facto não tenho a certeza. Foi a partir desse artigo que tive conhecimento do que se passou. Asseguro-lhe que não vi a entrevista de que fala.

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    4. (e não tem de agradecer, eu publico todos os comentários excepto os que são mal educados ou contêm ofensas gratuitas, para esses já me falta a paciência. Obviamente que não foi o seu caso)

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  9. Há homens que são feministas e eu orgulho-me deles:
    http://www.noticiasmagazine.pt/2017/o-boa-fazia-te-um-filho-disse-ele-todos-ouviram-mas-ninguem-fez-nada/

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    1. Isso não é ser feminista. Isso é ser bem educado e bem formado. Conheço montes de homens assim.

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    2. Mas o que acha que é ser feminista? (ainda que o autor seja ou não seja). E esta pergunta não é uma crítica. Ser feminista é ser bem formada e educada, é reivindicar pelo que está mal, pelo que é injusto. Não é uma suposta supremacia de mulheres sobre os homens, não é o que as capazes tentam fazer, não é o mostrar de mamas em trocas de shots.

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    3. A Picante vive uma redoma higienizada. Aposto que ela nem sabe que há mulheres a quem lhes são retirados os clitóris. Ah é verdade, isso é lá muito longe, já estamos acostumados a essas barbaridades e tal...

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    4. Anónima das 10.53, assumo o meu preconceito. Quando ouço falar em feminismo lembro-me sempre das capazes e afins, lembro-me sempre dos excessos e da conversa de "eu sou uma coitadinha por sem mulher, fico muito traumatizada porque os homens objectificam-me"
      Sinceramente não tenho a mínima paciência para essa conversa. Mas obviamente que reconheço que sou uma felizarda, em ter nascido na Europa, e que sou totalmente a favor de direitos e deveres iguais, esse ponto nem se discute.

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    5. Concordo picante, isso é ser bem formado e bem educado. Ou deveríamos começar a pensar assim... E quem não o for é que devia estar mal. da mesma forma que quem tem algum preconceito com homossexuais é homofóbico e quem não tem é "normal" e bem formado, também não deveria haver feministas. Deveria haver pessoas bem formadas e as restantes e que deveriam ser rotuladas de outra coisa.

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    6. Como as miúdas dizem: ganda lolol. Vivem na lua ou quê?!Experimentem uma noite sair de casa numa daquelas noites em que apetece ir desanuviar ( eles fazem muito isso e elas concordam, até acham que lhes faz bem, quando voltam já parecem os mesmos),e vão até um banco de jardim, por exemplo, apanhar ar puro ou fumar um cigarrinho. Experimentem e depois venham dizer que os homens são apenas mal educados.E até podem ir vestidinhas até aos olhos. Vitimização o escambal,como dizem os nossos irmãos açucarados.

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    7. Ora bolas eu até a discotecas já fui sozinha por, lá está, apetecer ir beber um copo e desanuviar. Estou aqui inteira e nada traumatizada.

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    8. Picante, não se trata de não ter ficado traumatizada, ainda bem que a Picante é uma pessoa capaz (sem qualquer ligação às capazes) tem uma mente forte, é determinada, nem todos são assim, por variados factores. Se feminista não é menosprezar os homens, não é querer ser superior, e aceitar que há desigualdades porque as há, é querer colmatar esta falha, é querer poder sair sem medos, da mesma forma que os homens saem, não querer ser assediada verbalmente, sexualmente. Não é passar por esta situação e fazer-me de coitadinha, não é passar por situações de rebaixamento e olhar para o lado, e achar que vai ter de passar, que tem que se ser forte. Claro que tenho de ser forte, tenho de ser forte para dizer, não, chega! Não tenho que ser forte para não ficar traumatizada. não tenho de ser condescendente. É isso que vai dizer para a Mini Picante? Para ela olhar para o lado quando for vítima de algum "piropo"? Quando um rapaz for mais agressivo com ela? É isso que vai dizer para o Mini Picante? Que não faz mal ser uma besta com as mulheres porque elas têm é de ser fortes, e não ficarem traumatizadas?

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    9. Nada traumatizada mas assediada , aposto. Eram todos sem formação coitados. Não foi? Ah, respeitou o dress code ahahah

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    10. A jornalista que entrevistou o tenista que a agarrou e tentou beijar não se sentiu como um objeto? Não foi uma atitude machista? Foi apenas um acto de má formação? Opá, não me lixem!

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    11. Anónima da 1.39h vou responder em post. Agora não tenho tempo mas prometo que amanhã o mais tardar sairá um post. Caramba, isto é quase um revisitar dos velhos tempos de bloga.

      Anónima das 7.24, depende do que entende por assédio. Se tentaram meter conversa comigo? Sim, naturalmente. Por vezes eu achava graça e dava conversa, por vezes dizia que não estava interessada e os tipos iam à vida deles. Não me lembro de ter sido por aí além de importunada, não me lembro de nenhuma experiência mais traumática. Não saí sozinha muitas vezes, foi sempre uma decisão impulsiva, de última hora, quando tal acontecia eu tinha o cuidado de não vestir saias pelo rabo (na verdade eu nunca vestia saias pelo rabo embora também as usasse curtas) ou de me meter a pé em locais duvidosos. O meu maior medo sempre foi ser assaltada, não por ser mulher mas por ter menor força física e ser um alvo mais fácil. Isto, quanto a mim, não é machismo, é a supremacia do mais forte, sendo que o mais fraco (fisicamente) tem de arranjar formas de se defender, tal qual acontece na natureza.

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    12. Anónima das 8.01, foi uma atitude animalesca. E sim, foi um acto de alguém mal formado e mal educado. Até pode ser machista, não sei, para mim revela péssima formação.

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    13. Picante, e os homens que lá estavam vestidos com aquelas calças justinhas da moda, e em conformidade com o dress code da discoteca,também foram alvos de assédio? Por parte de p..., não é?! É que eles são homens, podem, já elas são umas ordinárias. É este o resumo da sua "filosofia" de vida.

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    14. Depende do que entende por assédio. Meter conversa? Provavelmente sim. Nesse particular não vejo grande diferença entre mulheres e homens, em querendo algo, ambos vão à procura. E não, isso não faz das mulheres umas ordinárias. Já mostrar as mamas a troco de álcool, ou beijar as amigas...

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    15. Afinal não consigo responder amanhã. Mas responderei, fica a promessa.

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    16. Para esta mulher séculos e séculos de machismo não existiram. Ó mulher os homens franzinos ainda batem em mulheres hoje em dia!

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    17. Sem qualquer ironia lhe digo que não acho que seja machismo e que tem a ver com jogos de poder, o qual não tem de ser necessariamente físico (também há mulheres que batem em homens).
      A violência física é quanto a mim um acto de má formação, seja ela dirigida a mulheres, idosos ou crianças. É o domínio do mais forte, não acho que tenha a ver com machismo, pelo menos não necessariamente.

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    18. Não me diga que também não existe racismo? É uma questão de formação também? Ahahahahahaahahah!

      ( As mulheres que batem em homens são a excepção que apenas confirma a regra)

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  10. A propósito disto, se tiver interesse ou paciência para aprofundar o tema, sugiro-lhe o livro "Female Chauvinist Pigs": https://pt.wikipedia.org/wiki/Female_Chauvinist_Pigs
    Tens uns bons dez anos, mas as modas americanas chegam tarde aqui ao burgo(mas infelizmente acabam sempre por chegar).

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    1. Tão pouco tempo para ler...
      Tenho ali uma pilha enorme para ler além de que há um monte de livros que quero reler.
      Mas obrigada!

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    2. Então aprenda com quem sabe
      http://www.dn.pt/delas/interior/helen-mirren-pede-aos-jovens-que-sejam-feministas-8515376.html

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  11. O que leva mulheres, aparentemente bem sucedidas na vida, bons cargos profissionais, potentes carros, criada, locais de férias inacessíveis à maior parte dos portugueses, usar boas marcas e dedicar uma boa parte do seu tempo a criticar quem infelizmente nasceu com menos neurónios ou com menos dinheiro e que tem que fazer pela vida?

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    1. “Quando as mulheres falam sobre desfrutar de sexo, é quase proibido”. A mensagem da atriz Scarlett Johansson.
      Se esta rapariga privasse com a Picante não se metia nestes assados. Quem a manda falar de sexo assim despudoradamente? Ó querida de Hollywood, esses assuntos são para os homens. E depois admira-se de ser assediada.

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