sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Realmente o rídículo não tem limites



(Mas estou certa que em menos de três tempos aparece aí alguém a dizer que não, que o cartaz é muito belo, quiça até emocionante e beca, beca, beca)


115 comentários:

  1. Ridículo? Porquê?
    Publicidade descarada a latinhas, à Nestlé e afins, com bebés loirinhos fofinhos, redondinhos e lindinhos, já não a incomoda?
    Infelizmente vivemos num mundo em que o normal e natural deixou de o ser, se for necessário alguma publicidade descarada para abrir os olhitos de certas mães, why not?
    Não me vai dizer que afinal é uma púdica na questão da amamentação, certo?

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    1. Por ser natural e normal é que não se precisa de fazer publicidade. Não vê cartazes na rua com um casal a pinar (peço desculpa pelo meu francês) para incentivar à natalidade. Mas era giro de ver... só que não!

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    2. É sempre mais agradável ver um bebe bonitinho ;) senão escolhiam qualquer um assim como os modelos

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  2. Quase sempre, confesso, tendo a concordar consigo nos temas que aborda, sejam eles mais sérios ou mais irónicos.Neste tema da amamentação, confesso, que não me faz confusão nenhuma e nem consigo ver o ridículo da situação.Desde criança que me lembro de ver mães a amamentar quando o bebé tem fome, sem que isso alguma vez me tenha feito sentir qualquer tipo de desconforto.Encaro como uma coisa normalíssima.Algum dia haveria de discordar de si.

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    1. Same here. Tendo em conta a quantidade de pessoas desinformadas... se calhar estas coisas têm mesmo de aparecer em grande...

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    2. Mas bem feitas, por favor...
      (respondi abaixo para o geral)

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  3. É muito bonito promover o aleitamento materno, mas sim há limites. Só falta o selo de aprovação do Turismo de Portugal. Fico tão contente por verem que pagam (e não deve ser pouco) a estas nulidades para fazerem isto.

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  4. A mim não me aquece nem arrefece. Não é um cartaz belíssimo, mas também não é grotesco ou chocante. É normal, o que do ponto de vista da publicidade não será grande elogio. Suponho que um cartaz que passe despercebido não seja lá uma grande forma de passar uma mensagem, mas também não sei se era esse o objectivo. Digo eu, que não percebo de publicidade nem de amamentação.

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  5. Sempre é melhor que o vídeo.

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  6. Mil vezes esta publicidade que aquela que mistura cerveja com amizade, que até devia ser proibida, não só por ser enganosa, como por se nefasta.

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  7. Não acho que seja muito belo e até acho que escolheram um modelo um bocado azeitola, mas não acho ridícilo e é-me indiferente. Não acho que mereça mais ou menos destaque que qualquer outro mupi que ande por aí!

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  8. Minhas boas almas, atentai no cartaz por favor...
    Tema amamentação em público à parte, coisa que eu acho que deveria ser, se possível, resguardada, às vezes não é possível, atentai no cartaz.
    Por onde começo? Pelo penteado do rapaz? Pelo pezinho cruzadinho? Por estar a alimentar a criança à torreira do sol? E, claro, o ex-libris... Dar de mamar? A sério que escreveram "dar de mamar"? Caramba...

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    1. Picante, nem parece seu.. A linguagem (escrita ou não) está adaptada ao público que se pretende atingir.. Como em qualquer boa campanha publicitária.

      Só tenho pena que seja preciso uma campanha destas em Portugal... Já tinha visto publicidade na televisão a promover a amamentação mas foi nalguns países de África...

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    2. É preciso, claro que é. Até para contrabalançar as campanhas das marcas de leite infantil que só falta é prometerem transformar as crianças em génios.
      Discordo. Se estivesse lá escrita a palavra correcta "amamentar" ou "aleitamento materno" toda a gente perceberia, do mais erudito ao mais leigo. Estou aqui desconfiada que foi gaffe do copy writer... ou do cliente.

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    3. Não creio que tenha sido gafe. Provavelmente o copy quis ter uma linguagem mais próxima, mais simples e "querida". O problema é que não combina em nada com o resto da comunicação...

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    4. Não se iluda Picante.. Olhe que há aí muito "calhau com olhos"... :)

      Ana
      (Anónimo das 11:03)

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    5. Eu gosto do facto do senhor estar a olhar para o peito dela... eu percebo a ideia da mensagem mas acho a mesma mal conseguida.
      Acho o cartaz criticável mas não a mensagem. E, como já foi dito ali em cima, há coisas piores na nossa publicidade como associar o consumo de cerveja à amizade.

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    6. Ah, esse ridículo. Sim, colocando a temática amamentação de parte, quanto a isso concordo. Está assim meio a puxar para o brega. Qualquer instagram de uma mãe que amamente tem fotos mais jeitosinhas.

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    7. Aqui me confesso: Só consegui ver o cabelo do rapaz! Corte bonito para a foto da publicidade, amei!
      Quanto à mensagem vai-se perder. A palavra mamar num cartaz gigante dará azo a muita piadola e não sei se irão incentivar a amamentação, mas dará para rir, o que nesta fase da minha vida me importa mais!

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    8. Qual é o problema de "dar de mamar"? "Dar de amamentar", como já vi, é que me parece absurdo. E o cartaz não choca nada

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    9. Eu fiquei dividida entre o cabelo e o dar de mamar. Extremamente dividida.

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    10. Qual é o problema de se dizer "dar de mamar"? É sinónimo de "amamentar" e é mais fácil pronuncia.

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    11. Estou sem palavras com tamanha falta de consideração pelas pessoas. Sem ter qualquer interesse em conhecer pessoas deste tipo, chego a ter curiosidade em saber como é o corte de cabelo da autor@ do" "A Mais Picante". Tenha coragem e publique um foto sua. Assim pode ter a oportunidade de sentir o mesmo que provavelmente sentem os pais dos cartazes que não são modelos pagos para encabeçarem a campanha, mas sim utentes do ACES Liboa Ocidental e Oeiras. Que pobreza de espírito é bom senso!

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    12. Acho bestial que os comentários só fiquem visíveis após aprovação. Muito democrático e corajoso!!!!!

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    13. Sabia que havia qq coisa ali que estava a estranhar mas não conseguia entender o quê... Cliquei na foto do cartaz para ler melhor o texto mas ficou igual em tamanho. Não há nada de errado com a mensagem. Nem com o casal (é moderno, pronto.) Mas ali a Torre de belém... e sim, o "dar de mamar" talvez não seja a melhor escolha. Em termos de mensagem escrita ficou aquém. Acho que não existiu grande planeamento na composição e texto.

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    14. a Anónima das 23.43 tem um sentido de humor fabuloso. Os meus sinceros parabéns. A sério. Mesmo. Parabéns, hã? Muitos.
      (que admiração, caramba!...)

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  9. Não me incomoda da mesma forma que não me incomoda ver amamentar em público.

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  10. A concepção da campanha está mesmo muito mal feita, sem qualquer dúvida. Desde o copy à fotografia, ao enquadramento e ao logo da câmara de Lisboa ali em cima... Além de que à primeira vista parece mesmo um anúncio do Millenium BCP. Mas está ao nível de tantas campanhas que se vêem por aí, a publicidade anda mesmo pelas ruas da amargura. Quanto à mensagem... é o que é.

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  11. Picante estou mm consigo! Isto é ridículo, acho que toda esta questão da amamentação tornou se um tanto ou quanto obessiva, só falta la estarem o esquadrão que defende "dar de mamar" a miúdos que já comem hambúrgueres e gelados, por amor de Deus, deixem as pessoas em paz, quem quiser amamentar que o faça mas sem espectáculos, que é isso que certas personagens fazem, sacam da mama e é por onde calha, até na secção de mesas já vi no Ikea, na escola de treino do cão, uma mulher grávida e a amamentar uma criança à vontade que tem uns 2 anos, e se pensam que se resguardaram com uma fralda ou qualquer coisa nada, é mesmo ali para qualquer um ver, a mim não me choca a amamentação em si, é perfeitamente natural desde que existe humanidade, mas sim todo este espectáculo em torno da questão, um bocadinho de reserva da intimidade não faz mal nenhum, já cansa sempre as mesmas ceninhas! E já agora ainda deviam explicar porque em certas maternidades e isto aconteceu com uma familiar minha, um recém nascido internado recebe leite da mãe, e esse mesmo leite é misturado com leite de fórmula e o restante leite da mãe foi dado a outros bebês cujas mães não tinham leite...... Ora isto feito por enfermeiras que se for preciso chateiam até mais não quem não quer amamentar por opção, então em que ficamos, afinal a mistura com o outro leite já não é prejudicial? A minha mãe teve leite meia dúzia de dias e felizmente eu sempre fui saudável, zero alergias, constipações de anos a anos, zero problemas de saúde, o meu marido foi amamentado até aos 3 anos e passa a vidinha no alergologista sempre com problemas respiratórios, fora outras questões médicas, essa ideia que vendem que o leite materno protege de tudo e mais alguma coisa parece aquela situação da recolha das células estaminais! Acima de tudo respeitem se, respeitem as escolhas de cada um, quem quer amamentar e quem não quer, e quem quer preserve se, eu não quero ter que me deparar com as mamas de ninguém na rua nem nas lojas, existem fraldas, existem biberões para colocar o leite da mãe, ou então mudem se para África!

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    1. Que mente tão pequenina e tacanha!
      Amamento o meu filho com 21m em todo o lado, sempre que ele quer. Certamente nunca viu ninguém a amamentar, mas eu explico. Não dá pra ver grande coisa, a menos que esteja mesmo interessada em olhar para mamas alheias e aí já é outra questão a resolver com o seu marido.

      Estas Marias Pudicas são as mesmas que depois andam com decotes até ao umbigo e com mini saias pelas orelhas.

      Menos, muito menos!

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    2. Concordo inteiramente anónima das 11:52

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    3. Anónima das 13:27, a anónima das 11:52 é que tem mente tacanha?! Lol... Diz-lhe que cada um faz como quer, só que acha que deve haver alguns pudores, e acha que isso é ser tacanho?! Ok.
      Sabe, que há muitas pessoas (homens porcos), que adoram ver mamas, mesmo que sejam a amamentar, e estar a babar para cima delas, sejam eles casados ou não. Assim como há homens capazes d violar, pedófilos, etc, há de tudo no mundo, não se iluda. É nisto que penso quando amamento com algum recato, tenho pavor desses porcos, que como não posso identificar prefiro resguardar-me. Mas cada uma faz como quer!

      A mim não me faz confusão amamentar com 21 meses, tenho uma cunhada que amamentou o miúdo até aos 3/4 anos, e cago para isso, é com ela. Mas posso dizer-lhe que aqui há muitos anos, eu teria uns 7 anos (talvez, já não sei precisar bem), vi na camioneta uma sra. a amamentar um miúdo já grande, não lhe sei dizer a idade, mas poderia ter muito bem uns 2 ou 3 anos (já andava e não era bebezinho), era grande o suficiente para eu ter achado estranho e sem nunca me terem falado de amamentação, achei tão esquisito que me marcou, ainda hoje me lembro da impressão que me fez ver! Portanto, também não sei até que ponto é assim tão natural, para "incomodar" uma criança que não tem noções disso, apenas vê as coisas pelos olhos puros duma criança. Mas como lhe digo, por mim, cada uma faz como quiser.

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    4. Já eu concordo com a anonima das 13.27h.
      Se uma criança tem fome e se está num determinado local não se vai deixar a criança passar fome. E não me venham dizer que há sempre onde ir pois não há. E certamente não se vai obrigar as mães a ficar fechadas em casa só para não prejudicar a vista de meia-duzia de pudicas.

      Se há coisa natural é uma mãe a amamentar a criança. A OMS que sabe mais que a anónima das 11.52h recomenda a amamentação até pelo menos os 2 anos de idade das crianças. Amamentar grávida não tem mal nenhum, etc, etc, etc.
      Mas já se sabe que quem é completamente ignorante no que diz respeito a área da saúde por norma só se sai com pérolas destas.

      Aliás só pela estupidez de dizer isto "ideia que vendem que o leite materno protege de tudo e mais alguma coisa parece aquela situação da recolha das células estaminais!" revela bem a falta de conhecimentos, a ignorância e total falta de conhecimentos.
      Argumentar contra ignorantes é dificil porque por norma nunca se irão esforçar por saber sequer o que é uma recomendação, o que são factores de risco e de protecção,etc.

      Ps: Se até a amamentar de fralda lhe incomoda e vê tudo tenho que concluir que a anónima das 11.52h é uma daquelas pessoas que fixa o olhar completamente nos seios da mulher que está a amamentar. É que eu já tive muitas mulheres perto de mim a amamentar, com e sem fralda a tapar e nunca vi nada.
      Provavelmente é daquelas que, enquanto usa um decote até ao umbigo ou uma mini-saia/calções a mostrar as nádegas, anda por aí a "gritar" muito indignada que já não há pudor e que isto tudo é uma pouca vergonha.

      Acha mesmo que uma mãe não passa já tempo suficiente a tratar da cria? Acha que deve ter de se tapar ou passar horas a tirar leite com o biberão para a satisfazer a si?
      Olhe vá viver para o meio do monte pois parece-me que é daquelas pessoas que além de zero instrução, zero conhecimentos ainda é daquelas que é incapaz de viver em sociedade. E nem a mando ir viver para África que acho que eles lá já têm problemas que cheguem.

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    5. Ó anónimo das 11:52, IKEA? Escola do cão? você é perseguida por mamas... coitadinha. Fique-se por casa, saia menos e vai ver que poupa uns trocos e se escandaliza menos.

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    6. Desculpe lá mas se não quiser dar de mamar tudo bem, agora não me vai dizer que é a mesma coisa! Obviamente que a amamentação é importante e traz muitos benefícios a criança (agora não é por não dar de mamar ao bebe que um dia mais tarde fique com um problema mental ou de aprendizagem).

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    7. E não diga mal das enfermeiras que lhe fica mal. O trabalho delas é também é informa lo.

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    8. A recolha do sangue do cordão umbilical (suponho que a anónima estivesse a falar disso e não da recolha de células estaminais, que é outra coisa) é a maior vigarice dos laboratórios de todos os tempos, e é uma mina de dinheiro para eles. Esses senhores são bestiais a jogar com o lado emocional dos seres humanos, sim porque eles de humanos têm pouco, mas adiante!
      Informe-se bem anónima das 17:16, mas não nos sites dos vendedores de banha da cobra!

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    9. Anonima das 11.26h quem falou da recolha de células estaminais? Poderá ser bom sim mas só daqui a muitos anos, para já ninguém sabe como as aplicar na prática.

      Eu falo da amamentação. Algo que se sabe.
      Quem ganha milhões com a venda de leite não é quem promove a amamentação natural (e a mais saudável) - é quem vende as embalagens de leite a mais de 15€/embalagem.

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    10. Anónima das 11.26h a ignorância é a de comparar um esquema mal amanhado (células estaminais) e as empresas que ganham milhões sem saberem sequer como aplicar aquilo na prática com a amamentação natural - que tira os rendimentos às empresas que os fazem e os vendem a preços exorbitantes (além de darem uma alternativa que fica muito aquém do verdadeiro leite).

      Por isso é que para mim, só pode fazer esta comparação quem é ignorante e não sabe nada de ciências nem da área da saúde.

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    11. Não é verdade que o leite adaptado fique muito aquém do leite materno. A amamentação tem a grande vantagem de fornecer defesas ao bebé, coisa que é dada pelo colostro.
      Muitas vezes o leite adaptado é até uma melhor solução que o leite materno, basta que a mãe não tenha leite suficiente, que este seja fraco, que o bebé seja preguiçoso a puxar...

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    12. Fala-se na questão do leite materno quando a mãe é saudável. Não há leite fraco, isso é um mito. Pode existir em pouca quantidade, pode existir leite contaminado por uma mãe inconsequente mas leite fraco não existe.

      O leite artificial fica muito aquém, sim, pois as suas propriedades benéficas ficam pelo facto de darem alimento à criança (que ainda assim não é como o leite materno pois não está adaptado), o facto de não trazer consigo inúmeras vantagem secundárias só agrava essa questão.

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    13. Concordo plenamente anónimo 11 setembro 11:39!

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    14. Picante,
      As defesas não estão só no colostro. E o leite materno não é fraco, pode ser insuficiente em quantidade, mas forte ou fraco não existe mesmo.
      Acho que precisa mesmo de se informar melhor.

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    15. E à senhora que comenta no início: a sério que é melhor dar mama em Africa ou dar leite materno ao biberão por cá? Nunca teve de tirar leite à bomba, pois não? De certeza que não!!
      É absolutamente ignorante e uma enorme falta de respeito ter essa postura. Se a incomoda, não olhe. Eu vejo coisas que me fazem impressão, mas não ando por aí a defender que as pessoas se fechem em casa. Temos de saber viver com as especificidades e opções de cada um, não acha muito mais razoável assim?

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    16. No entanto, é importante mencionar que o leite artificial não faz mal ao bebé! Simplesmente não faz tão bem como o leite materno.

      Anónimo 11 de setembro de 2016 às 11:39

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    17. Realmente Picante deve ter tido pouco leite materno. Bebeu muito leite de lata e ficou assim. Deveria ter sido amamentada ao ar livre, com uma mãe e um pai felizes e que gostassem muito de si. Assim ficaria provavelmente mais saudável e com uma mente mais arejada. Como já não tem, certamente, idade para ser amamentada, vá apanhar o bom sol de Lisboa e leve um artigo informativo sobre aleitamento materno.

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    18. A anónima foi amamentada até aos 3 anos, pois foi? É que é tão inteligente...

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  12. Fónix (queria escrever outra coisa, mas vou-me conter), mas está tudo parvo?
    A amamentação é uma coisa pessoal cada uma deve decidir em consciência se o deve/quer ou não fazer, deve fazê-lo com toda a informação possível, dada pelos profissionais de saúde que as seguem desde a gravidez, como todas as decisões tomadas antes, durante e após a gravidez sobre a grávida, ou bebé. E depois como todas as decisões que cada um (uma) de nós toma sobre o resto dos temas relacionados com a saúde, junto com o seu médico.
    Uma coisa é informar que na idade x a pessoa deve fazer um rastreio do cancro y. Isso é informar, isto é fazer chantagem emocional com a mães, "um presente para a vida"? "Qu'éssa" merda?! Então uma mãe que não amamentou porque não pode ou não quis não dá um presente para a vida ao filho? Tipo já lhe deu o maior presente, a vida precisamente, mas o presente para a vida vem da amamentação.
    Está tudo parvo. Eu é que decido se quero/posso ou não amamentar os meus filhos, decidido com quem de direito (os profissionais de saúde que nos seguem) e detesto chantagem barata.

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    1. Isso! Bato palminhas!

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    2. Grande anónima das 12:04

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    3. Uma mãe que tenha leite e opte por não o fazer está a tirar potenciais efeitos positivos ao seu filho, sim.
      Da mesma forma que uma que fume, beba alcool, tome drogas,etc está a criar fatores de risco.

      Há por aí muito ignorante que acredite que só porque a sobrinha da tia da cunhada, etc fumou umas ganzas durante a gravidez e o bebé é saudável que isso significa que as drogas não fazem mal ao desenvolvimento de um filho.
      A questão da amamentação é igual. Não é obrigada, claro que não, e dificilmente beber leite de farmácia vai fazer mal ao bebé, no entanto, o leite da progenitora trás consigo beneficios que estão comprovados irem até bem mais do que o imediato. É um fator protetor, não é um milagre.
      A mim mete-me é imensa confusão tantas campanhas contra a amamentação e tanta confusão com mães a amamentar quando depois se aceita tão facilmente que andem semi-nuas na rua e na televisão.

      Informem-se e escolham de acordo com as vossas ideologias. Mas parem de as tentar obrigar aos outros todos. Porque nos últimos tempos o que eu mais vejo são campanhas agressivas contra a amamentação, principalmente em público... por norma lado-a-lado com campanhas com modelos semi-nuas! Coerência!

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    4. Sou a anónima do comentário inicial (12:04)

      Anónima das 17:20, há imensos motivos para uma mãe não querer amamentar. Por exemplo, há bebés que pegam bem, e outros em que é um martírio quer para eles, quer para a mãe, acha que há algum benefício em forçar a amamentação quando é um sacrifício para ambos? O que tem isso de natural? O mal é que todos acham que é tudo muito lindo, cor-de-rosa às bolinhas, e cada caso é um caso. Há mães que têm que ir logo trabalhar, há muita coisa. Não tem que haver campanhas contra, nem a favor, porque precisamente cada caso é um caso e quem tem que avaliar isso é a mãe e os profissionais de saúde que a seguem.
      Também me parece que está a tentar obrigar as outras a amamentar, principalmente com essa chantagem barata do leite materno é que traz benefícios, cada caso é um caso, no caso de quem tenta amamentar e não consegue o leite materno não traz qualquer benefício, se a criança não comer e morrer à fome não tem qualquer benefício!

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    5. Eu sou a favor da amamentação. Eu não amamentei por opção. Conheço todas as vantagens e mais algumas do leite materno e acho que por muito bons que sejam os leite artificiais, o materno é melhor (com uma mãe que se alimente e cuide de forma correcta). Ainda assim acho que há inúmeras razões para se optar pela não amamentação, sem que se faça disso um bicho de sete cabeças.

      A mim, amamentar causava-me dores que até chorava e toda eu me encolhia quando ela acordava com fome só por pensar no que ia sofrer mais uma vez. Ainda por cima, a pequena embora parecesse que sim, não sabia mamar e foi o cabo dos trabalhos para a a acordar um dia de tão fraca que estava. Tive enfermeiras à minha volta a ver se a pequena fazia uma pega correcta, e eu cada vez com mais dores, a cada tentativa.
      E optei logo ali pelo leite artificial. Se podia ter insistido? Podia, claro, e tenho quase a certeza que a pequena ia aprender a mamar tal como aprendeu a beber no biberão (ainda demorou uns meses). Mas durante esses meses teve uma mãe cheia de paciência que a ensinava calmamente como beber pelo biberão, uma mãe que mal ela chorava de fome se apressava a fazer o biberão, uma mãe sem dores e muito calma, em vez de uma mãe a quem o simples acto de alimentar a própria filha a stressava, a magoava e que estava a odiar ter de o fazer.

      Sou totalmente a favor da amamentação, mas acho que mais que leite materno, um bebé precisa de uma mãe psicologicamente bem a alimentá-lo.

      E sim, também acho que este cartaz apela a uma certa chantagem emocional porque se eu estou muito bem resolvida quanto à decisão que tomei (e sei que num próximo filho voltarei a tentar amamentar e se não resultar novamente, volto para o leite artificial), há muitas recém mamãs que se culpam por não terem aguentado as dores, por não terem tido leite suficiente, por não terem gostado de amamentar, e assim parece que recusaram um "presente para a vida" aos seus bebés, o que aumenta ainda mais a culpa.

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    6. O leite materno em si só trás benefícios. Não é uma chantagem é um facto.
      O leite artificial alimenta mas não é, nem por sombras, tão bom.
      Isso não invalida que cada um possa tomar as decisões que bem entender.

      A menos que falemos duma mãe que só come porcarias, que se droga, etc o leite artificial não chega aos calcanhares do leite materno.

      No entanto, claro que cada caso é um caso. Mas lamento pois eu realmente não tenho muita simpatia por mulheres que até tomam medicação para secar o leite que têm sem nunca terem experimentado dar de mamar por motivos como "não quero estragar o meu corpo" - acho-as egoistas e imaturas. Más mães.

      E acredite que eu sei bem o que a amamentação implica em muitos casos e serei a última pessoa a achar a amamentação um mar-de-rosas. Da mesma forma que também não acho que o parto seja um mar de rosas e não foi por isso que deixei de ter filhos.

      "acha que há algum benefício em forçar a amamentação quando é um sacrifício para ambos"
      Depende da situação. Para as pessoas verem que é um sacrificio é porque já experimentaram (as outras acho-as imaturas e más mães).
      E, não, não acho que deva ser posto em causa do bem-estar psicológico de nenhum dos dois. Se a mãe tem dores imensas, gretas, sangra, etc ou de o bebé rejeitar completamente o seio e a mãe não tiver tempo/dinheiro/capacidade para tirar o leite e dá-lo no biberão então obviamente que não acho que se deva recriminar essas mães. Essas tentaram e deram o seu melhor.
      No entanto, isso não significa que o leite da mãe não seja o mais indicado e o melhor. Nem sempre é possível, certo, até há mulheres que efectivamente não têm leite, outras como disse não podem mas se o tivessem e pudessem dar sem dúvida que estariam a fornecer um fator protetor ao seu filho. Algo que fica aquém com um bebé que tome leite artificial.
      Mas da mesma forma que não é o ideal para a criança ser afastada da mãe imediatamente após o nascimento, o facto de não beber o leite materno também não é o ideal.
      Que a vida obriga a isso de vez em quando, sim, obriga. Que nem sequer se tente para mim é incompreensível. Nunca acharei uma mãe que não esteja disposta a tentar algo que tem tantos beneficios para o seu filho uma boa mãe.

      Da mesma forma que para mim é incompreensível que se planeie ter filhos sabendo que não se tem tempo para eles, quando se sabe que após o nascimento nem sequer se poderá fomentar a vinculação, quando nem se esforçam por estar com os filhos, etc.

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    7. Maria, podia ter escrito o seu texto! Um bem haja a cabeças bem resolvidas que não emprenham (adoro a palavra) pelos ouvidos e estão conscientes das suas escolhas, mesmo que muito difíceis!

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    8. Anónima das 14:54, lendo o seu comentário parece tão fácil julgar os outros e chamar as mães de más mães. Por causa de pensamentos como o seu é que as mães vivem, sempre, com a marreta da culpa em cima. Porque não amamentei, porque não tenho tempo para estar com a criança, porque não tenho tempo de qualidade para estar com ele, porque nem sempre me apetece brincar, porque fiz cesariana, porque não encadernei os livros e paguei para o fazerem, porque não tenho jeito para trabalhos manuais, porque vou para os copos e o deixo nos avós, porque me esqueci de lhe mandar o boné, porque lhe dou açúcar,porque come batatas fitas, porque o lanche não é sempre tiras de cenoura, porque não chorei no primeiro dia de aulas, porque chorei no primeiro dia de aulas, porque, porque, porque...
      Já é altura de cada um " mamar" onde quer, ou vá onde lhe deixam!

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    9. Bailarina quer mesmo comparar o facto de muitas meterem filhos no mundo sem qualquer vontade de os ter e só para inglês ver com não ter jeito para as tarefas manuais, chorar, etc?
      Fala-se de mães incapazes de pensar no bem-estar dos filhos, mães egoistas que só pensam no próprio corpo (não é o pensarem no corpo, é o facto de meterem a estética do corpo delas acima do bem estar dos filhos). Acha normal ter-se filhos para os despejar nas creches e/ou amas das 6h até às 22h? Crianças que nem aos fins-de-semana têm pais pois ao fim-de-semana é altura deles irem gozar a vida e despacham-nos sempre para os avós?
      Não é uma vez ou outra...é sempre.

      Acho que se está a criar uma sociedade onde se promove o abandono das crianças e se aplaude o mesmo. Promove-se a criança como mais um acessório de moda que fica giro e não como uma criança!
      Eu tive um casal há dias à minha frente que queriam adoptar uma criança quando o horário disponivel para a mesma é zero. ZERO. Quando o único avô disponível tem mais de 80 anos e é completamente dependente. Quando nenhum dos dois está disposto a abdicar de nada, NADA, na vida para a criança : querem continuar as saídas todas, querem continuar a trabalhar (ambos saem de madrugada de casa e chegam ao final do dia).
      Eu intimamente acho que ainda bem que eles são inférteis, uma criança com eles iria sofrer horrores.
      E eles não foram aceites como possiveis pais adoptivos pela falta de tempo e ainda assim reclamavam pois não compreendiam. Afinal há tantas crianças a passar o dia todo na creche! Eles nem sequer ponderaram ou compreenderam o quão prejudicial aquilo é para uma criança! Eu chamo a isto imaturidade e egoismo, a Bailaria se calhar até lhes quer fazer uma estátua, não?

      Isto não é ser bom pai/mãe, isto é ser egoísta, narcisista e imaturo. É querer ter filhos para mostrar, é querer aparentar ser pai não é sê-lo.

      Ser pai exige sacrificios e exige saber meter o bem-estar da criança acima de vontades do ego. Se não tiver 10 minutos para estar com um bebé por dia não o tenha. A mãe dele será a ama que contratar não será a pessoa que o teve, isto se não for para uma creche onde as pessoas não conseguem dar a resposta que as crianças necessitam (amor e carinho aos montes) e o que se vê actualmente são inúmeras crianças com problemas desenvolvimentais gravíssimos por falta de pais, por falta de colo, de tempo.

      A Bailarina sabe o que acontece a uma criança sem figura de vinculação ou uma que tenha um impacto negativo? Sabe o tipo de marcas que deixa a uma criança para toda a vida?
      É que uma mãe que recuse a dar de mamar ao filho pelo facto de ter receio de estragar o corpo está simplesmente a dar o primeiro indicio do tipo de mãe que irá ser para toda a vida. Uma mãe que opte pelo que é mais arriscado para a vida do filho por capricho idem, uma mãe que decida ter filhos sabendo que nunca poderá estar presente nos momentos fundamentais (tais como os primeiros meses mas fora esses existem muitos mais) então é para mim uma péssima mãe. É uma pessoa que só pensa em si e não no bem-estar da criança.

      E onde se lê mãe poderia ler pai pois vai dar praticamente ao mesmo.

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    10. Se houve coisa que a maternidade me trouxe, foi um aumento brutal da minha tolerância, perante as opções dos outros (em tempos era inferior a 0). Face a isto digo-lhe que nunca farei estátua nenhuma a nenhuma mãe sem conhecer a história toda, assim como não chamarei más mães/pais a nenhum sem conhecer em profundidade a situação.
      Felizmente a vida ensinou-me a olhar mais para a minha vida, a tentar melhorar o que está ao meu alcance em vez de julgar as opções dos outros. Compreendo e respeito tudo o que escreveu, mas penso que muitas vezes as pessoas não terão opções! Haverá sempre negligência (basta ver as noticias) mas por vezes serão apenas vidas a correr, sem grandes opções, se isso é bom para as crianças? Não! Assim como acho que ter pais presentes, mas sem paciência, também não será grande coisa!
      Como diz a minha mãe: Só sabe do convento, quem lá está dentro!

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    11. Eu se calhar tenho lidado e visto excessivamente o mal do mundo no que concerne a crianças, tenho contacto directo com crianças mal tratadas e a minha tolerância para maus pais é zero.

      "mas por vezes serão apenas vidas a correr" a questão é que muitas pessoas já têm a vida a correr e sem espaço, tempo ou vontade de ter filhos mas optam por tê-los como se meros bonecos se tratassem. Isso a meu ver é intolerável e inaceitável.

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    12. Não podia concordar mais com o último paragrafo! Há pais que nunca o deviam ter sido! Nesse aspecto (e se calhar em muitos outros) estou plenamente de acordo

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    13. Assusta-me saber que os processos de adopção estão entregues a pessoas deste género, que conseguem traçar um perfil tão detalhado de alguém através de meia dúzia de palavras e que se julgam absolutamente donos da verdade... Muito preocupante!!!

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  13. Vá lá anónima... Isso é um assunto pessoal, uma coisa é brincar com puns e afins. Esse tema não.
    (e se quer saber acho que é uma razão tão válida como qualquer outra)

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    1. Bem, não é muito diferente de brincar com o video fofinho da outra. Gira tudo em torno do mesmo, não?
      Um bebé não deve ser um "presente". Mas enfim, o que não falta por aí são mãezinhas a parir por capricho.

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    2. a ideia do presente não é o bebé, mas sim o ato de amamentar. Mesmo não gostando do cartaz, da publicidade, há que perceber o que quer dizer. Quanto ao "o que não falta por aí são mãezinhas a parir por capricho" parece-me argumento para outras conversas, a não ser que esteja a referir-se ao tal video e aí, não concordo nada consigo. Lá porque partilham (quase) tudo o que estão a viver (temos a mania, ao ler blogues, que sabemos tudo da vida das pessoas, quando aquilo será, certamente, apenas uma pequeníssima parte), não me parece que tenham filhos por capricho.
      Bárbara

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    3. A Anónima estava a falar de outro assunto completamente diferente, Bárbara.

      (desculpem, não vou aceitar mais comentários ou explicações sobre isto)

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    4. Porque raio não pública os comentários mas depois lhes responde e não senhora, não se fala disso? Você é louca, não?

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    5. Hum? Porque me apetece e posso?

      (evite usar o vocativo "você", por misericórdia...)

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    6. Não me vai ensinar como me expressar, não? É que se assim for, também tenho algumas aulinhas para lhe dar...

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    7. Ui picante rebelde... Resta saber se é assim na rua hahahahahahahhahahhaa

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  14. Eu que amamento um marmanjo de 3 anos e uma bebé de 3 meses acho esta publicidade uma palhaçada. Não é assim que se promove o aleitamento materno mas sim investindo na formação de profissionais de saúde. Formem os profissionais de saude primeiro e a população depois os seguirá. A maior parte das mães motivadas para amamentar são sabotadas por profissionais de saúde que dão conselhos errados e desactualizados.

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    1. Concordo completamente.

      E, já agora... não estou a julgar, mas tenho curiosidade. Porque também eu tenho um marmanjo de 3 anos, que não amamento. E a minha cunhada amamentou o meu sobrinho até aos 3 ou 4 anos, mas como não tenho muita confiança com ela (cenas familiares), nunca tive coragem de lhe perguntar... Porque o amamenta até essa idade? Não sei em que idade de deve parar, nem sei se há idade própria para isso, só pergunto, porque olho para o meu e já me parece tão "adulto" para mamar (não literalmente adulto), que me pergunto se há algo científico que leve algumas mães a isso.
      Não me leve a mal a pergunta.

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    2. Amamenta uma criança de três anos?! Porquê? A partir dos dois anos, idade recomendada pela OMS até à qual se deve amamentar para quê aos três anos?
      Quais os benefícios, a sério expliquem!!

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    3. Os vossos filhos bebem leite? O meu de 21m também, o meu. Enquanto quiser assim será.
      "Exclusive breastfeeding is recommended up to 6 months of age, with continued breastfeeding along with appropriate complementary foods up to two years of age or beyond."
      Percam um bocadinho de tempo a abrir essas mentes, vá.
      http://www.who.int/topics/breastfeeding/en/

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    4. Eu perdi tempo a abrir a mente (sou a anónima das 16:04), perguntei o porquê, sem qualquer julgamento. Não precisa ser bruta.

      E se ele quiser até aos 10 anos, vai ser assim?! Agora já estou a aparvalhar, porque a resposta que deu foi parva, não disse nada. Mas tudo bem, já percebi que é assim só porque sim, nada contra.

      Já agora, como perguntou, o meu filho bebe leite pelo copo, já há algum tempo, como tudo o resto faz como uma criança e não como um bebé.

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    5. Mas leu? Leu o link que lhe dei? Que precisa mais de saber? Que dúvidas tem?
      Quer mais? http://www.parents.com/baby/breastfeeding/tips/benefits-of-extended-breastfeeding/

      Desculpe, mas se não conseguiu extrair respostas às questões dos dois links é mesmo porque não quer entender ou perceber o outro lado. Mente fechada, portanto.

      Não consegue ler uma pinga de agressividade no meu comentário, já do seu!!
      Não faz julgamentos? E está a chamar o meu filho de bebé só porque ainda mama? Isso é o quê? Julgamento, não?
      Pois fique sabendo, o meu filho é super independente, menino da mamã, verdade, mas não é nenhum molengas. Anda desde os 10m, tem a fala perfeitamente desenvolvida. Raramente usa chucha, em casa só temos uma. Come sólidos em pedaços desde os 6m. Nunca usou o biberão, sempre usou copo com palhinha e agora só o copo. Come sozinho. E a lista goes on. Tudo isto para dizer que o seu preconceito é assim meio parvo. Se não entende diga isso mesmo, não falte ao respeito aos outros.

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    6. http://www.maedeleite.com.br/amamentacao-prolongada-um-direito-meu-que-a-sociedade-deve-respeitar-sem-opinar/

      Quer mais querida anónima?

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    7. É ele que quer mamar ou é você que tem essa necessidade de ele ainda mamar. Independentemente dos benefícios, uma criança de 3 anos a mamar... Tem de haver um dia em que vai ter de parar. Você terá então de lidar com isso, parece-me.

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    8. Dei de mamar até aos 15 meses sem outro leite, a minha bebé deixou naturalmente aos 18 meses. A iniciação da OMS, é mundial, países não desenvolvidos em que nao há alternativa é por isso o período indicado é esse. Sou a favor da amamentação até mãe e bebé quererem mas temos que não ser fundamentalistas e exagerados. Este anúncio é una estupidez. Se é uma coisa natural não é suposto andar a fazer publicidade como se fosse novidade ou se a mãe tivesse no jardim zoológico.

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    9. Oh quanta ignorância junta!! Nem dá para contra argumentar com gente assim.

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    10. Ignorantes aqueles que quando não tem argumentos, são agressivos e chamam nomes aos outros. Isso sim é de ter pena

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    11. Mamar até aos três anos? Com outro3 meses? Ridículo. Gata life. Ou tome depressivos... aliás a criança e que aí ter que tomar quando chegar a escola e disser que chucha na mama da mãe.

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  15. Não consigo ver o cartaz, os meus olhos não despregam do corte de cabelo do "pai" da criança.

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    1. Gostei que tivessem «modernizado» a juventude para os parametros contemporaneos. Sei que seria mais "clean" uma imagem de pai e mãe dos anos 60. Sabes qual? Aquela toda higienizada, de casal casto que dorme em camas separadas, eheheh. Mas mesmo assim consegue ter um filho como se fosse por intervenção milagrosa e não carnal :P

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  16. Picante, detesto o cartaz. Acho Pavoroso, mas "rídículo" não se escreve assim, mude lá o título, é Ridículo. Beijinho

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  17. Comentário part I: Ele é o Nuno Eiró?
    Comentário part II: Se esta gente soubesse os perigos e os malefícios a que, muitas vezes, o leite materno está associado, nem mães sequer eram.

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    1. Pode elucidar-nos. Com artigos científicos válidos e publicados em revistas cientificas, se não for pedir muito.
      É que nunca ouvi tal barbaridade, a OMS e outras instituições mundiais também certamente nunca ouviram tal coisa.

      Mas ensine-nos a todos, ensine-nos que no que diz respeito à ciência estou sempre com vontade de saber mais, principalmente no que concerne à área com a qual trabalho.

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  18. está tudo grosso?!

    o cartaz é de teor politico-pedagõgico e destina-se aos jovens jotinhas:

    "dai de mamar que o senhor/empreiteiro/banqueiro vos dará um presente para a vida"

    "reparti esse presente com o partido"

    "para os amigos tudo, para os inimigos nada, para os outros cumpra-se a lei"

    "o polvo é quem mais ordenha"

    "glória ao secretário-geral nas alturas"

    poças.

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    1. Não sei como responder a isto. Parece que o meu "ahahahahahahah" não é de apropriada utilização...

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    2. aquele cartaz só serve para gracejo.

      é pena, neste país nem em coisas de relevo acertam.

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  19. Dê de mamar em Monumentos Nacionais.

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    1. Em qualquer parte pode dar-se de mamar.
      Mas a torre está ali mal, sem dúvida.

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  20. Quando olhei para o cartaz a primeira impressão foi "que fixe". Parece-me que o que se pretende transmitir é o despudor. Um casal jovem e normal que por acaso está a amamentar em público... até parece que é uma afirmação por parte da câmara. Que por aqui nao existe preconceito e é uma coisa natural. É o primeiro impacto. Só depois se repara em todos os defeitos que a campanha têm. Mas parece-me só inocente. É só uma posição que está a ser defendida.

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    1. E pelos vistos, precisa de ser defendida...
      Como é que o ser humano evolui no tempo mas os seus cérebros tornam-se mais tacanhos (e maliciosos) isso é que eu não sei!!!!!!!

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  21. Chunga Chunga... Tanto o pai e a mãe.. Deve ser um Fábio com uma Vanessa e a bebe Katia ahhahahah ou pior (que infelizmente acontece cada vez mais) um Fábio com uma Vanessa com a filha Maria Pia ahahahaha

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    1. Mas os "Fábios" e as "Vanessas" desta vida não têm culpa dos nomes que os pais lhes deram, pois não?
      Eu acho que a nova moda das meninas hoje em dia é chamarem-lhes "Luana".

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    2. Luana? Ahahahah que rafeiro! Deve ser a nova moda para as cabeleireiras deve

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    3. Acho que chamar de rafeiro é ir um pouco longe demais. As crianças não têm culpa.
      Infelizmente os pais caem nas modas e o gosto é mesmo algo muito pessoal.

      Eu detestaria ver alguém a chamar rafeiro ao nome dos meus filhos ou ao meu próprio nome, já agora.

      No entanto, acho também que muitos pais deveriam pensar no futuro dos filhos enquanto adultos quando escolhem os nomes para eles.
      Uma "Anita" pode ficar muito bem numa miúda catita mas numa adulta que quer passar uma mensagem séria e de confiança?! É por aí...
      E alguns com a mania de querer fazer diferente acabam por fazer igual a outros milhares e a dar nomes completamente descoordenados com o contexto socio-cultural no qual os filho vão crescer. Como chamar "Gertrudes" a um bebé nascido em 2016 ou o famoso "Wilson" (usualmente mal escrito e pronunciado) que pulula imenso pelo Brasil...
      Esperemos que a possibilidade de mudar o nome venha a ser um direito legal para qualquer adulto.

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  22. A única coisa que me incomoda, aqui, é a possibilidade de vir a converter-se o "vai mamar" em votos de felicidades. E isto, parecendo que não, é um atentado à liberdade de expressão.

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    1. Como é o atentado à liberdade de expressão? Esse "vai mamar" é para meninos, face às liberdades de expressão que tenho visto por aí.
      (eu achava que um vai para a p#ta que te pariu era só ordinário e grosseiro mas parece que afinal não...)

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    2. "p#ta" ?????


      I beg your pardon?
      Comment?
      si vais dut zist?
      Allô AllÔ?


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  23. ...é que já estou mesmo a ver, acaba-se o "tudo de bom" e entra o "vai mamar"... alguém havia de travar isto.

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  24. Pipocante Irrelevante Delirante11 de setembro de 2016 às 11:42

    Vai para mim, o senhor nem esposo/pai é, não passa de um transeunte que por ali estava.

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  25. Pipocante Irrelevante Delirante11 de setembro de 2016 às 11:44

    Não percebo isso de não dar de mamar aos 3 anos... Ha famílias em Portugal cujos membros costumam mamar até irem para a cova.

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  26. Venho de uma família numerosa , primeira neta de 12 e nunca vi as minhas tias a amamentar em publico.

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  27. Opah, a única coisa ridicula que vejo nessa imagem é a Torre de Belém ao fundo...
    Mas o que é que ela está ali a fazer? Lol

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  28. Eu vejo inocência, tal como costumava ser.
    Quem vê outras coisas está demasiado «modernizado» e sintonizado com uma sociedade falsa-purista e superficial.

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  29. Por acaso nunca amamentei junto à Torre de Belém.
    Preferia locais mais calmos e menos ventosos.
    Dei de mamar em público, tapada com um fralda. Mas isto sou eu que sou tímida e não goso de me expor.

    Paula

    Vida de Mulher aos 40

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