quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Eu cá acho que a Catarina Martins também deveria ter sido nomeada para aquilo dos blogs de Ouro.

"Comprar casa não é investimento. Investimento é quando se cria valor. Investimento é quando se criam postos de trabalho"

(ela voltou à antiga profissão não voltou? Mas agora numa vertente ligeiramente diferente... agora faz Stand Up Comedy...)

44 comentários:

  1. Isso é de uma ignorância tão, tão grave que nem sei o que dizer.

    Claro que comprar uma casa pode ser um investimento, compro por menos, vendo daqui a uns anos por mais (dependendo da zona). Claro que se cria valor, pode-se até alugar. Quanto mais não seja, uma casa é um investimento que permite que o nosso dinheiro acompanhe a inflação. Se o tivermos paradinho no banco, ele não valoriza - há 30 anos atrás, o equivalente a 100€ valia muito mais que o que vale hoje, comprávamos muito mais coisas com esse valor. Claro que se criam postos de trabalho - há pessoas e empresas que se dedicam ao aluguer de casas, gestão de condomínios, etc. É inquestionavelmente um investimento e uma excelente maneira de aplicar o dinheiro.

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  2. Então, compro uma casa grande. Contrato empregadas, cozinheiro e jardineiro... A Picante tem mesmo má vontade com a Catarina e amigas!

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  3. A Fê já voltou atrás na compra da nova casa... Se não é investimento nem vale a pena.

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    1. Desculpem lá a minha ignorância mas, quem é a FÊ?

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    2. É a mãe das gordinhas matchi-matchi.

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  4. Em que contexto é que isso foi dito? :) Provavelmente ela estava a responder às pessoas que achavam que o imposto ia ser para as propriedades que são casa de residência e não de 2ª habitação. E, sim, se for uma casa para residir não é a mesma coisa que for para rentabilizar. :)

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    1. Claro que não é. As casas que são vendidas, independentemente do seu fim, não são construídas, não são arranjadas, não são mobiladas, não são agenciadas e por aí fora. Está a ver a quantidade de empregos que isto cria?
      Pelo amor da Santa, tenham pena dos meus pobres nervos.

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    2. (foi dito no contexto de ignorância que caracteriza a nossa querida Catarina)

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    3. Pipocante Irrelevante Delirante22 de setembro de 2016 às 12:43

      Anónimo (e Catarina)

      Imaginemos que sou um desses milionários que arrecada 10000/mes de salário.
      Entrego metade ao Estado em IRS (já parece uma boa contribuição), tirando o que pago noutros impostos (naturalmente, como ganho mais, gasto mais, injecto mais dinheiro na economia e em impostos como IVA).
      Ao fim de uns anos, apetece-me comprar uma segunda casa. Uma moradia no algarve, virada para o mar. O dinheiro é meu, poupei, gasto como quiser. E é numa segunda casa.
      Pago a casa, sustentando um empreiteiro, e sua trupe de empregados.
      Pago impostos na compra, pago IMI (porque sim), elevado.
      mantenho a casa, porque isso de manter uma residência tem as suas despesas.

      E vem a Catarina dizer que, no fim de isto tudo, tenho de pagar uma taxa porque acumulei riqueza.
      Olhando para trás sim... mais vale metê-lo no offshore. Antes isso, que no ** da Catarina e da Mariana, que é o que me apetecia dizer.

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    4. Não acumulou riqueza... não vai pagar imposto nenhum (em relação ao novo imposto, atenção!). Não é sequer considerado rico. acho que em portugal não se sabe é o que é ser rico. acha-se que ganhando 5 mil 6 mil euros ou até 10 mil euros por mês é-se rico. LOL

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    5. PID não vai pagar imposto nenhum porque só paga esse imposto se a sua casa for avaliada em valor de tributação fiscal acima de 500.000€, e diga-se de passagem que quem tem dinheiro para comprar uma segunda ou terceira ou infinita casa tributada em 500.000€ pode perfeitamente pagar o imposto quer lhe acresce.

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    6. Pipocante Irrelevante Delirante22 de setembro de 2016 às 15:14

      Em Portugal 10000/mes não é rico... é milionário.
      A propósito da classe média:

      Ao Observador, o líder parlamentar bloquista, Pedro Filipe Soares, tentou definir o conceito, limitando algures entre os que ganham 800 euros e os que ganham 2 mil:

      Há o conceito estatístico, que diz que o salário médio mensal dos portugueses ronda os 800 euros. Depois há o conceito político de classe média, que vai até aos cerca de 2 mil euros. Por isso, juntam-se os dois conceitos e fala-se genericamente num misto entre os que ganham 800 euros mensais e os que ganham cerca de 2 mil”, diz.
      Segundo a Pordata, o salário médio mensal dos trabalhadores portugueses por conta de outrem era em 2014 (últimos dados disponíveis) de 909,5 euros, sendo hoje inferior.

      (...)

      Ou seja, a classe média teria um rendimento máximo de 1405 euros por mês (em 12 meses).

      “Significa isto, que agregados que auferem um rendimento mensal de 3.000 ou 4.000 euros mensais pertencem à classe rica? É tudo uma questão de perspetiva. Mas se compararmos com a realidade portuguesa, esse agregado aufere mais rendimento que mais de 80% da população portuguesa“, resume a partner da EY.



      OS RICOS QUE PAGUEM A CRISE!

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    7. Pipocante Irrelevante Delirante22 de setembro de 2016 às 15:29

      Anónimo22 de setembro de 2016 às 15:03

      Como devem ter percebido, era um exemplo hipotético, para colocar a questão de alguém que acumula riqueza / património. Uma casa, teoricamente, não seria taxável, mas duas ou três (e quem me impede de, de 10 em 10 anos, comprar uma casa num distrito diferente) já seriam.

      Mas há dois pontos interessantes;

      1) "pode perfeitamente pagar"; aqui não é "pode", é "deve". Se formos a ver, para um tipo que ganhe salário mínimo, um que ganhe 1000 pode perfeitamente pagar 50% de IRS.

      2) hoje é 500k, como poderia ser 1M. Amanhã pode ser 1.5M... ou 100k. A questão neste tipo de sobretaxas não é o valor (que é um número ao calhas atirado por estes cromos da política, que nem noção têm da abrangência da medida ou do retorno), mas sim o conceito. Não é justo. E estou perfeitamente à vontade, não tenho património, nem tão cedo espero vir a ter. Não sou juíz em causa própria.

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    8. É preferível esses do que os que têm o rendimento baixo. Portugal foi o país da união europeia que mais impostos colocou, no ano 2015, nos rendimentos mais baixos... Mas vocês estão todos a confundir o que uma pessoa ganha por mês com os valores que tem em património... se calhar até há quem receba (declare atenção) 500€/mês e tenha esse património. :D (e conheço quem viva num palacete em Lisboa, brutos carros, mais 2 ou 3 casas e ... declara que ganha 500€/mês. :D isto não tem nada a ver com o imposto, mas é só um exemplo... acho é que cruzamento de dados é importantíssimo e com os sistemas informáticos existentes hoje em dia isso seria facílimo de fazer... mas pronto, os sistemas tmb são feitos de propósito para que dê uma carga de trabalho fazer cruzamento de dados ;) )

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    9. Caríssimo anónimo, é cruzar sinais de riqueza com rendimentos declarados. (coisa que só por acaso foi proposta pelo PP e chumbada pelo BE e PS)
      Não é carregar em cima dos que já deixam mais de 50% do seu rendimento em impostos.

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    10. O PP? O que é o PP?

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    11. Imaginem que há uns desgraçados que, para não mendigarem, emigram. Levam a filharada, deixam a família, vão para longe. Imaginem que os totós, quais emigras, vão comprar casas para os filhos, não querem que eles percam o vínculo ao país que os viu nascer.
      Imaginem que uns felizardos herdam umas casitas, que por acaso estão arrendadas por meia dúzia de tostões . Os herdeiros até são milionários. Mas, adivinhem, ninguém quer comprar a fortuna porque com ela compram inquilinos e tendas miseráveis. Enfim, há tantos exemplos. Estás medidas são para ir buscar dinheiro a quem não pode fugir. Os verdadeiros ricos não vão ser apanhados nesta teia.

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  5. Pipocante Irrelevante Delirante22 de setembro de 2016 às 11:42

    Tem razão a Catarina.
    É como a Formação ou os cursos superiores. Em vez de irem trabalhar e criar valor e postos de trabalho, estarem com a peida sentada a "aprender". É acabar com isso.

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  6. Aquela mulher se tivesse calada a população agradecia

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  7. Pior que esta só a Mortágua, que deve ter feito o curso de Economia nos mesmos moldes que o Relvas.
    É com cada pérola.

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    1. Não, não. A pobre menina foi fazer o seu doutoramento a Londres. Sabemos lá onde foi buscar o dinheiro. Vida de ricos.

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  8. Eu até concordo com ela. Comprar casa em Portugal não é investimento, é poupança. Afinal em Portugal quem quer alugar casa tem de pagar os olhos da cara e fica quase sempre mais barato comprar.

    (não, não concordo com ela - acho que eles são tão parvos e burros que pensavam que gerir um país era só "dar" e prometer mas esqueceram-se que para ter para gastar é preciso receber...ora, como não querem fazer cortes na despesa - essenciais - agora é esta porcaria que se vê)

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  9. Acham mesmo que trabalhando por contra de outrem se consegue ter património para estar inserido naqueles que vão pagar a nova taxa? Não se iludam...

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    1. Estamos a falar de 500k em patromónio, vai desculpar-me mas não é assim tão difícil.

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    2. É sim. É o valor tributável, não é o valor comercial... serão umas 30 mil pessoas em portugal, se tanto... Não são uns meros trabalhadores por contra própria (sem serem sócios de empresas... esses já são investidores)

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    3. Estamos a falar de patrimonio com avaliação tributável em 500.000€, não contando a casa para habitação propria, só 2ºs ...etc, nem empresas, nem casas alugadas,tudo o que seja investimento, etc....é só patrimonio particular ....

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    4. Picante é 1% dos contribuintes do nosso pais....

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    5. Eu por acaso até acho que é difícil. Se for só do trabalho (honesto) por conta de outrem, não é fácil acumular-se 500k em Portugal.
      Já se for com acumular de heranças e outras coisas do género acredito que seja relativamente fácil.

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    6. Eu sei que é o valor tributável. Caramba mas vocês acharão que não sei do que falo?

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    7. depreendo correctamente das palavras do colega acima que, se for investidor, sócio ou acionista de uma empresa ou do raio de uma sociedade em comandita, e embora cumpra as suas obrigações fiscais com todo o rigor,
      não pode ter várias casas, automóveis de luxo, iates, cavalos, sem ser um sacana de um corrupto, e que, por conseguinte, deve pagar outro imposto sobre o referido património, com imensos encargos fiscais mas do qual não retira qualquer rendimento, o nojento mafioso?

      se assim é, mais vale apreender os bens e prender o vadio.
      havemos de ter um Estado puramente socialista quando, já sem fósforos, formos todos igualmente pobres e regressarmos à savana com umas violas e uns paus para cantarmos em torno da fogueira imaginária, a mítica cidade na colina...

      afinal, dos pobres de espírito, e dos doentes do cotovelo, é o reino dos céus.

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    8. onónimo o problema é tentar ler entre linhas e não compreender o contexto.

      Estava-me somente a referir ao facto de ser mais do que dificil uma pessoa qualquer, que não tenha familiares muito bem de vida conseguir acumular 500k em património através do trabalho por conta de outrem.

      Não me ouviu nem leu a apoiar este tipo de medidas - pois sou contra a forma como as mesmas estão a ser implementadas e não acho que tragam nada de bom. Aliás, acho que o António Costa não trás nada de bom.

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    9. Então não pode? Claro que pode. Pode ter isso tudo. Quem está a dizer que não pode? :)

      Portugal foi o país da europa que mais aumentou os impostos aos rendimentos mas baixos... 1.5% de aumento de impostos. o terceiro lugar aumentou 0.5%... portanto, nós aumentámos 3 vezes mais que o terceiro lugar. E vocês andam preocupados com os ricos?!

      Acha mesmo que os ricos não tiram rendimento do património que têm?! Por favor... -.-' conheço alguns que têm milhentas casas alugadas... lol. Sem recibo. :)ah e tal não enriquece com isso... pois claro que não. só continua a comprar ainda mais imóveis... Não enriquece naaaaaaaada. só dão despesa e é só impostos. por isso é que já se desistiu de ser rico em portugal, e por isso é que os 10 mais ricos estão ainda mais ricos em relação aos anos anteriores.

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    10. o problema desta gentalha da política é o mesmo problema das anteriores corjas: criar divisões na sociedade com argumentos de uma demagogia confrangedora.

      criam mais um imposto mas é só para "ricos".
      não sabem exactamente o que é um "rico". é meio milhão, é um milhão. não interessa, sabe-se que é só para "ricos".
      não falam de evasão fiscal. falam de ricos. porque gente de bem não é rica, e sendo gente "rica" uma minoria é mais fácil usar o pau e colher aplausos.
      não falam nos ricos-ricos que bem sabem quem são, que mantêm os bens através de teias offshore e ainda "regularizam" a evasão fiscal por decisão arbitrária do governo. não, esses ricos-ricos são difíceis de atingir.
      ficam-se pelos pobres ricos trabalhadores por conta de outrem ou modestos empresários que, além de não fugirem ao fisco, têm grande parte dos seus rendimentos sequestrados pela autoridade tributária.
      aceito como justa a progressividade fiscal, mas chegar perto de metade do rendimento bruto mais descontos para segurança social nao é progressividade, é puro esbulho.

      e resulta. nesta sociedade miserável é fácil adoçar os ouvidos dos pobres com tiradas como "os ricos que paguem" que fazerem o seu verdadeiro trabalho de políticos.

      ainda estamos num país com horário oficial de 8 horas para a construção civil, e, apesar de já o terem mencionado, não vejo grande empenho em fazer mudanças.
      e feliz o operário da construção que pode afirmar fazer 8 horas por dia.
      mas o funcionário público até é mais produtivo se trabalhar menos.
      continuamos com salários de miséria para todos aqueles que têm a infelicidade de cair em mãos de quem desconhece o conceito de dignidade humana. continuamos a ter um estado que não cumpre aquilo que impõe aos privados a respeito dos contratos temporários. continuamos com a protecção do corporativismo.

      ah, mas reparamos que na educação parece ter corrido tudo muito bem este início de ano lectivo. não se ouviu gritos estridentes dos sindicalistas. nem tudo deve estar mal...

      esta cambada continua a destruir o pouco que ainda resta de alguma decência moral do estado.

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    11. "continuamos com salários de miséria para todos aqueles que têm a infelicidade de cair em mãos de quem desconhece o conceito de dignidade humana. continuamos a ter um estado que não cumpre aquilo que impõe aos privados a respeito dos contratos temporários. continuamos com a protecção do corporativismo."

      O cerne da questão é este: a classe mais atingida é a média-alta e média-baixa (que passou a pobre rapidamente). O problema não é só o Estado mas também a forma como muitos empresários tratam os funcionários. Lá está, os tais que só ganham uma miséria e que são uma maioria e que, parecendo que não, para terem 500k no banco teriam de viver 2 vidas: uma a trabalhar sem comer e a outra a usufruir do rendimento.

      O problema é que em Portugal desconhece-se o termo de responsabilidade social, o dar valor ao bom empregado e também se esquece muitas outras coisas, principalmente quando se taxa bens essenciais roubando literalmente do bolso do mais rico ao mais pobre.

      Mas eu sou contra esta medida, não por achar que "coitadinhos dos pobres" mas por considerar que a medida é cega e visa somente a entrada fácil de dinheiro (que falta nos cofres) mas não tem nenhuma estratégia sólida por trás.

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  10. as casas brotam das árvores das patacas. abana-se com vigor e oh, lá vem uma, lá vai outra, ups, aquela partiu a cabeça da Catarina, pobre rapariga que tanto nos tem animado.

    porque neste país nunca existiu uma classe de trabalhadores da construção civil. para quê? gente de má nomeada que trabalha de sol a sol, só sabe beber cerveja e mandar bocas a gajas que nem são assim tão boas, coitados.
    afinal as casas são assunto de jardinagem. elas são nas árvores, nos arbustos, nos cogumelos alucinogénicos, nos sacos da farinha...

    com tanta imbecilidade da moça já começo a sentir falta do maestro, perdão, do sr. Presidente Marcelo.

    pobrezitos
    (de nós, santa paciência)


    ... aquela gentinha terá ideia da brutalidade de IRS mais retenções para a SS que alguns de nós, bandidos como somos, pagam ao FDP do Estado para sustentar a corja dos mamões dos partidos (não, não é a Empresa, porque a empresa sem o trabalho dos colaboradores nem produz nem paga nada a ninguém). que FDPs de mentecaptos ...

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    1. Calhando, aquela corja ainda acha que alguns de nós deviam pagar para poder trabalhar, somos uns bandidos a usurpar os empregos ao povo...

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    2. Gosto mesmo da palavra "colaboradores"... Se alguém trabalha para outrem é trabalhador. Colabora para o sucesso da empresa, é certo, e sem essa colaboração, a empresa não crescia, mas... é trabalhador (com direitos e deveres)!

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  11. e a delícia do argumento da moça, na tv, sem pejo,
    "mas acha que se tirar 5 euros a um rico (entenda-se, bandido avaro sentado numa pilha de dólares) para dar a um pobre, o rico vai sentir a sua falta?"

    não menina. não sente a sua falta, nem se for cem ou mil.

    o problema é que o rico, esse abjecto meliante, por esses cinco euros que tem já pagou uns seis ou sete ao Estado para este, o Estado, tratar dos menos favorecidos, da saude, da educação, da justiça, das mesadas para os boys dos partidos, para as fundações (implicitamemte), para as ppp, para o cataclismo da banca, para os juros mastodonticos que este país/nós todos paga/pagamos pelos desmandos de uma pérfida classe política, enfim, para que imbecis como a menina possam falar na tv. com jeitinho, esse maldito tratante, o rico, até está a ajudar a pagar-lhe o doutoramento.
    vá mas é meditar na vida, nas ppp, nas isenções de imi, no preço da energia, nos paraíso fiscais e nos perdões de dividas da autoridade tributária, no caciquismo autarquico, no enriquecimento ilícito (não, nem todos os ricos são carteiristas, só alguns), se fizer o favor.

    começo a pensar que é melhor voltarem os corruptos e correr com os lunáticos.

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    1. Cara anónima

      Venho agradecer-lhe ter ajudado a pagar o meu doutoramento.
      Eu também aproveitei e já que me iam pagar o doutoramento, resolvi realiza-lo em Londres.
      E tal como a anónima já referiu em comentários em posts anteriores, veja lá que fiz o meu doutoramento à custa dos Portugueses e nem paguei impostos. Que descaramento!
      Ah, e para reforçar um pouco mais, tal como a anónima também já referiu sou um desses "parasitas" que fazem doutoramentos, à custa do dinheiro dos portugueses, e nem sequer pagam impostos,
      E agora, veja lá, sou professora numa universidade Portuguesa. E tal como eu, vários colegas meus estão na mesma situação e passaram pelo mesmo processo.
      Por isso, se tem, ou vier a ter, filhos não os deixe ir para a universidade. Estão cheias de "parasitas" que serão professores dos seus filhos, e de certeza que não quererá que eles sejam instruídos por pessoas assim.
      Ah, e não vale a pena pensar que se os miúdos forem estudar para fora será diferente.
      É que isto é uma epidemia, uma verdadeira praga. Nós, os parasitas portugueses que fizemos doutoramento à custa dos portugueses (e que nem pagámos impostos), estamos espalhados por todo o mundo. Vai encontrar-nos nos EUA, no Canadá, no Brasil, noutros países da América do Sul, na Austrália, em quase todos os países da Europa, etc. Não há como escapar.
      Eu estive 8 anos em Cambridge. Agora estou na Universidade de Lisboa, mas em breve irei para UABarcelona. Nós estamos em todo o lado... (ah, ah, ah, ah - efeito sonoro de filme de terror)
      Enfim, enquanto uns trabalham, outros parasitam e fazem doutoramentos à custa do dinheiro dos contribuintes ( e nem pagam impostos). Que descaramento.
      Ainda bem que a anónima não se quis meter nestas lides. Não é nada contra si, mas não queremos cá pessoas que trabalhem e sejam tão competentes. Não podemos ficar mal vistos.

      Ana Vaz

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    2. :DDDDD

      Cara anónima?!!!

      Ainda há quem neste país prefira ser tratado pelo nome ou por eng.º que por sr. doutor. Idiossincrático.

      Mas é válido o seu argumento, cara Ana Vaz, embora tenha erroneamente interpretado uma crítica generalizada a algo que me é tão caro e agradável como a investigação.

      Abraços parasitários.
      (sim, também foi com bolsa, logo após as de mérito)

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    3. Olá colega (bolseira - shame on you)

      Era inevitável.
      Há vários posts que esta anónima coloca comentários depreciativos sobre bolseiros de doutoramento. Sim, são alfinetadas à Mortágua, mas sempre a denegrir os bolseiros de doutoramento.
      Se ser bolseiro de doutoramento é assim tão bom, tão fácil e com tantas regalias. Juntem-se aos "privilegiados". Anualmente há concursos de bolsas individuais da FCT e têm também os vários programas de doutoramento de cada universidade. Venham viver uma vida fácil e cheia de regalias.

      Ana Vaz

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    4. eia, eia...

      acabei de acordar.
      logo reparei no termo ""parasita"".
      sinto-me obnubilado.

      interrogo-me, 'como terá a cara Ana Vaz chegado a esta conclusão tendo a minha hetero-pessoa apenas questionado a argumentação da carismática menina Mariana?'.

      quanto muito terá sido utilizado o termo "imbecilidade". 'terá', digo, porque já se encontra lá muito atrás e a memória é res falível. terão sido utilizados termos mais acutilantes mas claramente dirigidos à generalidade da classe política com poder de decisão.

      não me queira dizer que é como alguns dos meus/minhas colegas que logo se enfurecem quando depreendem crítica ao doutorado que não se aventurou na criação de empresas. se é isso importa esclarecer que não sou docente. não suporto recitar interminavelmemte a mesma verborreia nem suporto aturar alunos. bem sei, tenho os meus defeitos.

      por favor não pense que as outras pessoas têm (todas) essa ideia de nós. realço isto por não ser pouco frequente ouvir 'em obra' colegas engenheiros de mais idade com aquele paternalista e deselegante provérbio atávico "quem não sabe fazer vai ensinar". confesso ter capitulado. já nem reajo. de qualquer modo, a remuneração fora do meio académico é usualmente mais aliciante.


      faça o favor de me esclarecer,
      só por gentileza e se assim lhe aprouver,
      a respeito destes assuntos e do tema do debate:

      - qual a sua opinião acerca do chamado "imposto para 'ricos'" e das deliciosas declarações da menina Mariana?

      agora que acordei, encontro-me perplexo. parece-me que saiu um tiro ao lado, e eu a dar importância a isto. maldita curiosidade.

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    5. Tanto curso, licenciatura, doutoramento e sei lá que mais e nem ler sabem. Ó doutora, é Onónimo, "o" Onónimo, não é a anónima. Ele, não é ela. Não Vaz (daqui para fora), não.

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