terça-feira, 13 de setembro de 2016

Diz que é suposto falar do regresso às aulas
























(mini Picantes ainda não recomeçaram as aulas, é que nem os horários eu sei)

34 comentários:

  1. Eu já fiz o meu post! Ah pois é, à mulher de César não basta ser séria, é preciso parecê-lo. Pois se sou mãe e Mironinho já anda na escola é preciso que fiquei bem claro.

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  2. Acontece o mesmo com as crianças cá da casa. Começam (dizem) dia 16... horários, nem vê-los!

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    1. Não podem começar dia 16 (anda alguém a enganá-la). Por legislação, o útltimo dia para as aulas iniciarem é dia 15.

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    2. E neste agrupamento, realmente, iniciam no dia 15 para os meninos do 5.º ano. Os meus, só no dia 16.

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    3. As indicações do ministério são a das atividades escolares iniciarem até dia 15. Muitas escolas aproveitam isso e colocam apresentações e reuniões para esse dia! Na escola da minha filha, as aulas começam a 19...

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    4. Este ano as aulas começam de 14 a 16.

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    5. Anónimo das 22:10, está enganado.
      No meu agrupamento iniciamos no último dia permitido, isto é, amanhã, dia 15 (ainda com alguns prof por colocar).

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    6. Insisto novamente, as aulas dos meus filhos só começam amanhã (dia 16). :)
      Se está dentro do estipulado ou é uma ilegalidade, não sei... ultrapassa-me.

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    7. Supostamente tem razão anónimo. As aulas deveriam começar até dia 15. Sou explicadora e grande parte dos meus alunos começaram hoje, dia 16, ou começam só a 19 (a minha sobrinha também). Assim de repente, só dois alunos meus começaram dentro do prazo.
      Os agrupamentos contornam essa situação do modo que foi referido pelo anónimo das 20:34, pois as apresentações foram quase todas dia 15. Note-se que alguns alunos meus só tiveram o horário ontem.

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  3. Isso, tirar fotos aos putos de mochilas às costas, de bibe, falar do 1º dia de setembro em todo o lado, como se o pessoal não tivesse calendários e entretanto dar as boas vindas ao outono (para quem gosta dele não é o meu caso)

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  4. Também já piquei o ponto e fiz o meu post de regresso às aulas.
    Mas...como não tenho filhos...tive de improvisar :D

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  5. Gosto em especial dos posts das mães que dão os parabéns às crianças pelo o início da vida escolar. Pá, que nervos... É ensino obrigatório por Deus, é o percurso normal dos miúdos. Mas não, parece que chegar ao primeiro ano foi trabalho conseguido a trabalhar médias de acesso. Não há paciência...

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    1. Penso da mesma forma e, na verdade, até em relação ao percurso académico todo. Não vejo porque se deve festejar como um grande feito o terminar o Secundário, fazer uma Licenciatura, um Mestrado... eu fiz tudo isso e acho que não fiz mais que a minha obrigação (era estudante a tempo inteiro, tinha a idade adequada para estar ali a aprender aquelas coisas, que mais poderia ter feito? ter chumbado ou não ter concluído essas etapas nunca foi uma hipótese/opção). Mas também tive colegas que faziam posts longuíssimos e emocionados sobre terminar o curso, entrar numa ordem profissional... eu sempre vi essas coisas como etapas da vida adequadas à fase da vida em que as fizemos e sem necessidade de as celebrar. Só me sentia com o dever cumprido e contente por passar à fase seguinte.

      Mas também já fui acusada de não querer celebrar as coisas boas, que todas essas etapas são conquistas, que acham bem celebrar-se desde festas de "finalista" da pré-primária até à entrada no mercado de trabalho, sei lá (uma vez que comentei sobre isso num blog).

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    2. Pois, é bem verdade!!
      A única festa que tive, com direito a jantar num sítio lindo e com toda a família, foi quando terminei a licenciatura.
      Não acho piadinha nenhuma, nem concordo nada com esta coisa dos miúdos serem "finalistas" a cada conclusão de ciclo, principalmente na pré, 1º e 2º ciclos.

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    3. Pipocante Irrelevante Delirante13 de setembro de 2016 às 18:01

      Para terminar um ciclo escolar (ou mesmo um ano) é preciso algum esforço e trabalho. Há mérito associado.
      Iniciar um ano escolar é apenas aparecer...

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    4. Acho surreal! E os presentes pelas notas? Outra aberração!

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    5. Também depende do curso.. Uma coisa é entrar e tirar sociologia outra é medicina etc :p

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    6. Pipocante Irrelevante Delirante, é preciso algum esforço e trabalho, mas isso não é mais que a obrigação de um estudante naquela fase da sua vida. Como é a de um adulto comparecer ao trabalho e fazer o que lhe é pedido... e então? Vamos andar a celebrar isso a cada ano? Não sei, talvez porque no meu caso implicou, sim, esforço e trabalho, mas nada de exagerado ou de eu achar que aquilo me tivesse custado imenso e fosse um enorme mérito meu ter terminado. E também porque nunca vi como opção não terminar (ou terminar com más notas), daí que, ao chegar lá, tenha sido apenas uma constatação do que eu já tinha como adquirido e certo que ia fazer.

      Anónimo13 de setembro de 2016 às 19:23, no meu caso, o curso é Direito (advogada), no caso que comentei e que a pessoa estava toda ufana de o ter feito, era Contabilidade (TOC) :P

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    7. Por acaso não concordo nada consigo anon das 19:23h há imensos cursos tão importantes como medicina. Se fosse por tirarem o curso de medicina e acabarem com boas notas não só teóricas mas também práticas e como internos...isso sim era outra coisa. Ou se houvessem alunos de medicina expulsos por falhas graves, éticas e deontológicas e os que terminassem fossem garantidamente bons profissionais a história seria outra.
      Qualquer pessoa conhece bem várias formas de conseguir ter notas para entrar em medicina, falta é saber se as notas da conta bancária permitem esse tipo de subterfúgios ou não. A nota com que terminam e o que aprendem entretanto não parece ser assim tão importante para depois conseguir trabalho.

      Mas continuando, eu cá acho mal mesmo é ser os pais a pagar essas festas. Ora, tendo em conta que quem andou a patrocinar os filhos a vida toda foram os pais, parece-me mais do que lógico que fossem os filhos a pagar essas festas de final de curso, o mínimo, como agradecimento pelas centenas de euros dados pelos pais para estudarem anos a fio.

      Para mim é muito simples: o meu filho estuda esse é o trabalho dele. Não há prendas por fazer o trabalho dele mas haverão consequências se não o fizer. Simples. Para já tem funcionado.

      As festas da escola que existem não me choca. "Choca-me" em certa medida darem-se carros como prendas para finalistas do secundário. Isso sim. Mas cada um faz o que quer com o seu dinheiro.

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    8. E fazer um jantar de finalistas a putos que acabaram o 1º ciclo? Achei tão ridículo que desatei a rir. Miúdos daquela idade agradeciam mais uma tarde num parque do que um jantar... mas eu é que era a mãe esquisita por não alinhar nestas coisas.

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    9. Anónimo das 16.25 por acaso fizeram um desses jantares para o meu sobrinho e só tenho a dizer-lhe que ele adorou, bem como os seus amiguinhos estavam todos entusiasmados. Foi servida comida que geralmente eles gostam muito (e que com pais conscientes só a comem de vez em quando). No final dançaram e muito e a felicidade na cara deles quando os fomos buscar (pais não entravam no jantar) era de encher o coração!

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    10. Mas no meu caso os pais também iam, e não era a um restaurante onde as crianças pudessem estar à vontade, era ao restaurante "mais-chique" cá da zona, onde não se dança e tem de se ter modos à mesa. As crianças iam ter de ficar presas à cadeira, a degustar um belo bacalhau com natas, e a ouvir os adultos a conversar. Repito, a ideia era ridícula

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    11. Concordo, em geral, consigo. Para mim justifica-se apenas o conseguir acabar o secundário (pois é um nível mais complexo), quer se vá ou não para o ensino superior e depois a conclusão deste, pois de facto é um marco importante na nossa vida e que influencia bastante o nosso futuro.

      Agora festins de finalistas em qualquer ciclo tornam uma situação especial numa banalidade. Também acho, como o anónimo das 18 e 15, uma aberração pagar-se por boas notas ou pior usarem computadores e afins como incentivo para se tirar notas altas. Se estás na escola, tens que fazer o melhor para tirar boas notas e ponto.

      Confesso que como pessoa que trabalha na área da educação, cada vez mais me faz confusão certos pais. Desde a obsessão de que as crias sejam todas médicos ou engenheiros (entre outras profissões que ainda são consideradas como as prestigiantes, mesmo que hajam demasiados licenciados nessa área, como Direito ou Arquitectura), a pagar-se aos miúdos para fazerem a obrigação deles.

      Os próprios miúdos também vêm os estudos como algo para sacar umas notas aos pais. Pior, devido ao orgulho excessivo dos papás, vivem numa realidade alternativa, convencidos que vão ser chefes deles próprios porque têm 4s e 5s no 2º e 3º ciclo.

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  6. Pipocante Irrelevante Delirante13 de setembro de 2016 às 14:49

    A minha cria ainda não foi, mas prometo chorar muito com a separação e bla bla bla custa tanto etc já li uns blogs com conselhos sobre como processar a angústia da separação e mais uns livros (ainda não frequentei workshops) sobre a temática.
    Entretanto vou pesquisar e pensar profundamente sobre actividades e AEC, sob pena de estar a hipotecar o seu futuro; já não basta escolher roupa que não é de marca e sem olhar às combinações cromáticas, ainda vou perigar o seu post-doc ao não a inscrever nas aulas extra de violoncelo.

    (não fosse eu estar mortinho para despejá-la na escola o mais cedo possível)

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    1. O que está entre parênteses (supostamente o de menor interesse) diz tudo! Uma vénia, e deixêmo-nos de m*rd*s. :D

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  7. Mas já tem mochila? (farta de ver posts de mochilas nos blogs)

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  8. Eu precisava urgentemente era de dicas sobre a entrada na univesidade. É que a minha mávelha entrou e vai-se-me embora para algumas centenas de km de casa.
    Não há por aí assim uma bloguista fofinha que aborde esta temática? É que esta mãe anda para aqui muito angustiada, pá!!

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    1. Pipocante Irrelevante Delirante13 de setembro de 2016 às 18:04

      ui... ui... ui...
      Já as vejo por aqui... e a alcateia já a rondá-las. Upa, upa.

      (mas há aí umas bloggers que voltam à escola, tiram uns cursos superiores de luxo e coisa, podem auxiliar na temática)

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    2. Então anónimo, é todo um novo mercado a explorar: a separação dos filhos já adultos, os medos, os nervos, as ansiedades, a adaptação, a distância, as residências, os quartos alugados, as marmitas ao fim-de-semana, o Erasmus... Enfim, um manancial. É pegar nisso já antes que as Carlotas, as Carminhos, as A, as B, os Ms e Ss cheguem ao quinto ano.

      Eu já perdi o barco. O meu D já vai no segundo ano da faculdade e eu deixei-me cair naquela coisa insensata que é respeitá-lo e deixá-lo viver a sua vida.

      Anónimo, 'tou' consigo, avance lá com um blog para este segmento. :)

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    3. Xiii, já passei por isso há uns anos largos. Foi para Coimbra a 250 kms de casa. Soube num Domingo, terça fui com ele para as inscrições, arranjar quarto, conhecer a cidade, a faculdade. Correu tudo bem que as "connections", feitas na véspera resultaram (por pura sorte). Depois voltar na quinta para limpar tudo e fazer parte da mudança, conhecer a logistica dos autocarros, as redondezas da casa, os parceiros de casa. Depois foi voltar de vez no Domingo com roupas de cama, cadeira para a secretária, material escolar, mala de roupa, medicamentos, tapete, e primeiro abastecimento caseiro. E vir embora, chorona na A1.

      E entrar no quarto dele vazio?? Muito mau. Depois ir buscar à estação no fim de semana. Depois alguns fins de semana não dá jeito vir, e o tempo vai passando e o skype ajuda e pronto, crescem... e depois Erasmus 6 meses algures na Europa, seguido do mestrado, mais 2 anos na Europa e agora segue doutoramento 4 anos na Europa mais longe ainda. E sendo feliz eu sou feliz mas custa tanto :)

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    4. Eu não sou propriamente fofina, mas posso-lhe dizer (sob o ponto de vista de ex estudante) que vão ser anos muito bons, que ela vai adorar, que como mãe terá que a deixar voar, que não deve estar sempre a ir lá visitar (andar sempre em cima) que a deve deixar bater com a cabeça, e estar lá sempre quando ela precisar, que não lhe deve fazer a papinha toda (nem passar o fds a preparar comida para a semana), que deve confiar nela e acreditar que mesmo longe de casa vai gostar sempre de vocês. Tente não ser uma mãe muito "obcecada", eu cada vez que via um estagiário chegar aqui com a mãe até tinha tremores, tremores e vontade de abanar a mãe e dizer: Deixe -o ir senhora, deixe-o ir!

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  9. Não!!! As minis Picantes não andam num colégio, daqueles com fardas, que iniciam o ano escolar no dia 1/9, mas sim no ensino público que só tem inicio dia 15/9? Não acredito!!!!!

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  10. A propósito do regresso às aulas.

    https://www.facebook.com/ehbeefamily/videos/1252245054850246/?hc_ref=NEWSFEED

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    1. Exactamente assim!!!!! :D
      Obrigada pelo vídeo! Já dei uma boa gargalhada!!

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