quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Coisas novas todas os dias

Nunca vi tinha visto uma mãe a quase fazer partos em directo para as redes sociais e partilhar o vídeo com o leitor, casamentos passo a passo no instagram, levar maquilhagem para a maternidade por causa das fotografias do blog, amamentação em grande plano, mães de primeira viagem a ensinarem às outras que aquilo do primeiro dia custa muito, muito, muito mas que isto há que ser forte e não desistir, a criança há-de se habituar à escola, é preciso é confiar.
Ah! O que seria de nós sem os blogs?...

126 comentários:

  1. Vi o vídeo e digo-lhe que até o achei muito bem feito, agora partilhar o que deveriam ser momentos só visionados pela família, já é outra conversa. Vivemos num tempo em que o pudor e a reserva de situações e sentimentos parece ter deixado, infelizmente, de fazer sentido.

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    1. O vídeo está muito bonito. Mas (acho eu) que deveria ser uma coisa intima.
      Ela nem cuecas tem (como seria suposto), qual é a necessidade?
      Não percebo isto, qualquer dia estão a pôr tampões em directo, para o blog.

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    2. Oh Picante, que nojo!!!
      Sim, e além de que também se lhe vê uma mama.
      Não, não acho o vídeo nem bem feito, apenas muito ridículo. E como é desde quando se banaliza assim um momento tão mágico? Eu também tenho fotos dos meus filhos a saírem de mim, mas só eu é que as vejo, não ando por aí a mostra-las a meio mundo.

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    3. Honestamente que achei o vídeo bonito. O que acho, eu ia dizer ridículo mas a palavra exacta é mesmo despudor, mas dizia eu que acho um despudor partilhá-lo assim.

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    4. Achei o video muito bonito. Daqueles para ver com o marido e filhos!
      Agora deves ter dado ideias: Como colocar um tampão em video! Aquilo nem sempre é fácil! és uma visionária

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    5. Aiiiii que horror que se lhe vê a mama...! É o drama! Realmente a escolha de palavras do anónimo foram um "must", que não goste é totalmente legítimo, daí dizer que é nojento... O video está bonito, em relação a partilhar, só diz respeito a ela, eu não faria. Acho exagerado esta exposição de intimidade, de uma falta de bom senso a forma como exibem as crianças e, isto sim acho bastante mais grave.

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    6. Eu achei o vídeo muito bonito e comovente. Devo dizer que até me vieram lágrimas aos olhos. Se eu faria o mesmo? Não. Não concordo, mas cada é um é livre de partilhar o que quiser. A mim não me chocou e muito menos me enojou. A palavra "nojo" aplicada a este vídeo é me que chocou.

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    7. Pois a mim enoja-me o despudor com que se partilha com o mundo um momento tão íntimo. Posso?

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    8. Pode! Pode tudo, inclusivo ser mais educada. Não custa e paga o mesmo. Educação nunca fez mal a ninguém

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    9. Eu acompanho o blog desde que ela tinha apenas o filho mais velho. Já na altura me emocionei com o relato da gravidez e do nascimento do segundo. Apetecia estar lá,dar-lhe a mão e não a deixar sozinha. Não consigo criticá-la. A vida não está fácil de maneira nenhuma, eu desunho-me para ganhar mais e nem sempre consigo, o meu filho tem necessidades especiais e a merda da SS acha que por ter um emprego não necessito de apoios, só morando debaixo da ponte, com certeza. Não posso, é que não posso mesmo, criticá-la. Tendo essa oportunidade eu faria dinheiro com o blogue que tivesse. Não é um trabalho ilegal, nem imoral, não faz mal a ninguém, quer não quer ver fecha os olhos. Se é útil? até acho que pode ser. Não tem que ser útil todos os dias, em todos os posts. Já retirei várias dicas do blogue dela, sobretudo de poupança. Uma pessoa quer ter filhos, partilhar momentos bons. Que mal tem? Os telejornais partilham todos os dias momentos péssimos. Acho que só quem nunca passou noites em claro a fazer contas à vida pode não se sentir identificada com ela, ela faz-se à vida, aproveita as oportunidades, por ela e pelos filhos. Abençoada! Ana Maria

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  2. Faz-me tanta confusão esta exposição da intimidade...

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  3. Em relação à maquilhagem, levei maquilhagem também por causa das fotografias (mas não as publiquei em nenhum lado, aliás, continuam numa pasta do computador, à espera que por magia se imprimam e organizem num álbum físico). Todos os dias me maquilho, é um prolongamento da rotina matinal, banho, escovagem de dentes, cabelo e maquilhagem (nem que seja só um bronzer e máscara de pestanas), não fazia sentido que não a mantivesse na maternidade. Sabia que a probabilidade de me sentir um farrapo (dores, privação de sono, etc) era muito grande, não precisava de ter a aparência de um. E mais, para choque das outras mães, também pedi à cabeleireira para me ir lavar o cabelo e pentear.

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    1. Quê? Mandou uma cabeleireira à maternidade?
      ahahahahahhaha

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    2. Pedi, não mandei :)
      O hospital tem um cabeleireiro no átrio, como muitos têm um pequeno quiosque e a cabeleireira desloca-se aos quartos para tratar dos cabelos de quem não consegue. A minha avó esteve internada muito tempo e ia lá uma cabeleireira lavar-lhe a cabeça. O mesmo se passou com o meu avô, que mesmo acamado nunca deixou de desfazer a barba, tratar o bigode e cortar o cabelo.
      Tenho o cabelo oleoso e naqueles dias estava muito calor. Não me sentiria limpa com a cabeça suja, mas não conseguia lavá-lo sozinha, ao segundo dia a cabeleireira foi lá. A sério que não achei nada de extraordinário.

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    3. ???? O meu pai já esteve internado várias vezes e cabelo, barba e bigode nunca deixaram de ser tratados sem que fosse necessário estar a "pedir" a cabeleireiras. O hospital trata disso, através dos auxiliares, não?

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    4. E fez muito bem, Mirone. As coisas estão lá para ser utilizadas, que ninguém lhe agradecia, ou lhe dava uma medalha, se além de tudo tivesse aguentado o cabelo oleoso. Desmazelo só porque os outros podem saber e criticar, é tão 1920.

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    5. Quando estive hospitalizada para uma cirurgia, aproveitei as horas mortas e pedi para me fazerem uma pedicure, manicure e as sobrancelhas. Tempo é dinheiro!

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    6. O meu avô podia pedir às auxiliares que lhe desfizessem a barba e o cortassem o cabelo, pois podia. Mas preferiu pedir a um barbeiro que o fizesse. Assim as auxiliares ficaram livres para outras tarefas e o meu avô teve direito a um bom corte de cabelo em vez de uma "carecada" de máquina a pente zero.

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    7. Anónimo das 12:56. Os auxiliares são mesmo isso, auxiliares, não cabeleireiros. As pessoas doentes já se sentem tão mal, que por vezes manter o brio é a última luta que podem fazer. A minha falecida avó usava puxo (gente do mar, muito à "Pescadores" do Brandão) e quando foi para o hospital simplesmente pegaram numa tesoura e cortaram-lhe a trança sem cuidado nenhum (ela autorizou para facilitar a vida), o penteado que ela teve toda a vida desfeito numa coisa feia. Lembro-me como a fui visitar nesse dia e como ela estava desgostosa da vida. Pessoalmente, achei a maneira como lhe cortaram o cabelo uma brutalidade e só não fiz barulho por ter noção que lá está, não eram cabeleireiros, mas fiz questão de dizer que deviam ter esperado por um familiar pois teríamos decerto pedido à cabeleireira que fosse lá (a minha avó, de gentes humildes, nem fazia a mínima ideia que isso era possível).

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    8. Pipocante Irrelevante Delirante8 de setembro de 2016 às 21:33

      Mirone, cabeleireiro, que fina... ou são valentes cunhas!!
      Quando estive internado, bem que pedi a uma enfermeira para me dar um mero banho de esponja mas até isso me negaram.

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    9. "Os auxiliares são mesmo isso, auxiliares, não cabeleireiros"
      Certo mas lavar as pessoas também faz parte das funções dos auxiliares.

      Eu não critico quem quer maquilhar-se ou pedir seja a quem for para ir ao hospital (desde que não coloque nada em causa). Mas eu também estive num hospital, meses a fio, "presa" a uma cama por gravidez de risco e apesar de me sentir muito mal por nem à casa-de-banho poder ir tenho a dizer que as auxiliares são muitas vezes muito mais do que meros auxiliares. São a pessoa que está ali, o "calor humano", a palavra que conforta, a que lida com as coisas com a normalidade e não com nojo, a pessoa que tranquiliza. Eu tive em várias auxiliares quase-amigas, quase-"mães", pessoas que davam alento e contavam boas histórias...
      Também fui lavada por elas, muito mais do que querer parecer bem para uma foto, era uma questão de higiene e eu precisava (infelizmente) da ajuda delas pois qualquer esforço poderia provocar o parto pré-termo.
      Por isso, não pude ficar indiferente a esta conversa. É que, quando a questão é a vida ou a morte, o "brio" de uma maquilhagem ou de um cabeleireiro passa para segundo plano. E a nossa dignidade enquanto pessoas não fica afetada por dependermos das auxiliares, dependemos muitas vezes de pessoas muito boas.

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    10. Claro que a dignidade não fica afetada por dependermos pessoas, mas podendo escolher, escolho. E se o cabelo tratado por um profissional trouxer bem-estar à pessoa internada, não interferir com o serviço (só as outras mães estranharam, enfermeiros e auxiliares acharam normal ) e libertar os auxiliares para outras tarefas, tanto melhor. Ganham todos.

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    11. Sim nesse aspecto concordo contigo Mirone.

      O meu comentário foi em resposta a isto: "As pessoas doentes já se sentem tão mal, que por vezes manter o brio é a última luta que podem fazer."

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    12. Acho que me entendeu mal. Referi penteados, não lavagens que de facto as auxiliares faziam bastante bem (e que também é brio, daí entender a confusão). Eu apesar de tudo, estava a defendê-las, porque sei que não posso nem devo esperar de uma auxiliar que seja uma Lúcia Piloto, daí para mim ser natural chamar 1 cabeleireiro (o meu comentário original foi para quem questionou a Mirone do uso de cabeleireiro) Obviamente que não censuro quem não o possa/queira fazer e muito menos que se peça ajuda a auxiliares nas limpezas corporais (eu própria pedi).

      Note-se que todas as pessoas são diferentes e que fui um bocado generalista no meu comentário anterior, mas todos os meus familiares quando estavam doentes, com mais ou menos gravidade sempre lutaram permanentemente contra a doença, mas também se preocuparam em manter esses pequenos hábitos que podem parecer fúteis para quem está de fora, mas é quase como um refúgio para se manter a nossa identidade e para não deixar a própria doença vencer.

      No fundo o que eu queria dizer é que a realidade das pessoas que conheço é que já é mau bastante estar doente ou até mesmo a morrer e por isso vão fazer o esforço para conseguir sentirem-se melhores na sua pele (na medida do possível).

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  4. Até me sinto má mãe ao ler estes conselhos do bloga referentes ao primeiro dia de escola. Tenho duas filhas, uma entrou na escola com um 18 meses outra com 5, não me custou deixá-las na escola. Não senti o coração apertado, nem um nó na garganta nem as lágrimas no canto do olho.

    Confesso que da primeira até fiquei bem feliz, depois de tanto tempo sem trabalhar (desemprego, baixa médica pré-natal e licença de maternidade prolongadissima devida ao desemprego) estava mesmo a precisar de não passar dias inteiros sozinha com um bébé. Será que não gosto das minhas filhas por isto?

    Mas que sei eu, que não sou rosinha nem planeio kits da pikachu e tiramonas?

    Haja (muita) paciência!

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    1. Por acaso também não sei o que são tiramonas ou o que pretendeu dizer (no caso de ter sido o auto-corrector).

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    2. São as Pisamonas, mas não vamos cansar a Carla...

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  5. *suspiro* É tudo demais... seria tão caso para dizer "menos, Rosinhas... muito menos...!"

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  6. Aquilo do primeiro dia custa muito mas é às mães! Então se forem a chorar e de pernas a tremer a coisa piora!

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  7. É um bocado isso, é. O que seria de algumas pessoas sem as preciosas dicas das sábias bloggers? Num post da mais doce há uma senhora a perguntar como é que ela faz com as refeições do menino, se come à mesma hora que eles, o que come... E para que? Então, para a senhora saber o que fazer com o seu próprio filho.

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    1. Há gente muito tolinha, benza-as Deus.

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    2. E o engraçado é que elas nunca lhes respondem, mas as tontas continuam a perguntar.

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  8. Pipocante Irrelevante Delirante8 de setembro de 2016 às 10:28

    Não percebo a mania das enfermeiras em ensinar às new mummies os segredos da maternidade.
    Com tanto blog, quem precisa de conselhos amadores?

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    1. Verdade seja dita, as enfermeiras não ensinam n-a-d-a. Não fosse a minha rica mãezinha... Outros tempos, claro, se fosse hoje bastava-me ler uns blogues, nem a minha mãe me fazia falta quanto mais as enfermeiras.

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    2. Conhece todas as enfermeiras? Xina pá!

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    3. Já as pessoas mais velhas que eu conheço só dão conselhos de bradar aos céus, do século passado. Coisas que a medicina até diz que só fazem mal.

      As avós dos meus filhos servem para dar amor, mimos e estragá-los basicamente.

      Já as enfermeiras deram imensos conselhos, ajudaram na pega da mama, fizeram demonstração ao vivo de como se segura um bebé no banho em segurança para que não escorregue das mãos, de como fazer massagens para as cólicas, etc, etc, etc.

      Tenho pena que tenha apanhado más profissionais mas não as tem de colocar todas no mesmo saco. E as que eu apanhei foi num hospital público.

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    4. Das 3 ou 4 vezes em que estive internada num hospital só tive bem a dizer, quer dos auxiliares, quer dos enfermeiros. E sim, ensinaram-me a dar banho à criança, ajudaram na amamentação, cordão umbilical e tudo e tudo.

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    5. Pipocante Irrelevante Delirante9 de setembro de 2016 às 00:16

      Picante... ensinaram isso ou ter-se-ão limitado a ler conselhos de um blog??? Ah pois...

      A sério... no meu caso, falaram no banho, nas massagens para cólicas, obstipação, horários de refeições, e qualquer dúvida estavam lá...

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  9. Já tem uns anos minha amiga. No youtube há disso ao pontapé ;) vlogs (dos partos) então... montes montes.

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    1. Mas de youtubers? Ou de gente anónima que resolve lá pôr um vídeo do nascimento? É que no 2º caso é menos mau. É mau, ainda assim mas ao menos não anda um mundo inteiro a acompanhar a vida da pessoa, passo a passo.

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    2. Há sim senhora, de blogers e youtubers que eu já vi! Americanas principalmente parece-me...

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    3. Sim de youtubers... e espanholas também há algumas... :)

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  10. Um conhecido meu do facebook tb pôs a foto da mulher, acabada de parir, com tudo à mostra, naquele momento exacto em que colocam o bebé em cima da mãe. Um momento lindo, sem dúvida, carregado de emoção, mas a primeira coisa em que pensei foi exactamente o porquê de o partilhar com o mundo. E atenção que não é pudor. Há coisas que são nossas e só nós as vamos vivenciar e sentir com a emoção que elas carregam. Se o meu marido me fizesse uma daquelas (que nunca faria) assim que eu voltasse "à terra" havia de as ouvir bonitas! Acho é que não o fazem pensando neste lado, mas porque estão inebriados com o que estão a viver e isso tolda-lhes o discernimento.
    Bárbara

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  11. Devo estar a ficar idosa e toda esta questão da importância da imagem e o viver das aparências me faz cada vez mais confusão. A mala da maternidade tinha roupas "só para a fotografia" e o protetor solar era só para a fotografia. Tudo mais falso que um euro de madeira.

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  12. Nunca fui mãe mas tenho para mim que a ecografia que a outra moça publicou não será de um bebê de 4 meses. Com papas e bolos se enganam os tolos.

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    1. Que tolice. E a mulher haveria de ir inventar uma eco, porquê?

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    2. Veja a foto e logo me diz se aquele tamanho de cabeça é de um bebê de 4 meses. Quis contar a história e ilustrou com uma foto da net. Não digo obviamente quer não esta grávida mas que aquela eco não será dela.

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    3. E está enganada. Não faço ideia se aquela ecografia é dela ou se a foi buscar à net apenas para ilustrar o post, mas sim, aquela é uma ecografia perfeitamente compatível com uma gestação de 4 meses.

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    4. Pode ser ampliada, sei lá. Não sou obstetra, não percebo nada de ecos. Se ela diz que é não vejo qualquer motivo para duvidar. Não nisto.

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    5. Parece-me sim uma ecografia de um feto com quatro meses, não de um bebé de quatro meses...

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    6. Eu nem sei o que são 4 meses. Aprendi a falar em semanas desde a primeira ida ao médico. Meses é conversa de gajo.

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    7. Há tipas muito burras. O facto de achar que a eco não é compatível com 4 meses, significa que a eco tem de ter sido feita aos 4 meses? Ela pode ter feito antes e só ter publicado agora. Mas para as tolas, existe forma de saber se uma foto é recolhida da net: rato em cima da imagem, clicar no lado esquerdo, escolher "pesquisar imagem no Google" e ver se a imagem aparece em mais algum lado. E não, só aparece no post dela. Provavelmente a eco é dela. Mas é extraordinário aquilo que as pessoas colocam em causa. E eu com tanta roupa para passar a ferro.

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    8. Anónimo8 de setembro de 2016 às 15:28 é tão inteligente e não percebeu que quem comentou que a eco não é compatível com 4 meses, na verdade acha que o feto parece MAIOR que 4 meses. Por isso, não podia ter sido feita antes. E, se ela tiver tirado uma imagem da net e acrescentado no Paint aquela mãozinha, essa dica maravilhosa e única que deu vai pelo cano. Percebe? Vá mas é passar a roupa e deixe estas discussões inteligentes para quem as sabe ter.

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    9. A conversa aqui está tão parva que eu vou é voltar lá para o blogue da Filipa.

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    10. Não acredito na polémica que estão a fazer em volta da imagem de uma ecografia. Mas se estão desconfiadas, não vos ocorreu a simplicidade de perguntar? Ou só têm coragem de dizer mal nesta página e tirar a dúvida na fonte não faz sentido?

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    11. Para o blog de quem?
      Ó senhora!! Senhora! Senhora Ana a Ana!!! Não vá, por quem é, não vá!
      Olha... foi.

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    12. Ah ah ah. Não sou a Ana. E ainda por aqui ando. Só fiz este comentário para registar o ridículo desta conversa parva "ah, a eco não é dela", "ai é, é", "não é, já disse". Enfim.

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    13. Não? É que ela veio aqui, pôs-se a berrar pela Filipa e saiu a dizer que lhe ia perguntar não sei o quê. Quando vi este comentário achei que fosse ela novamente.

      (e sim, comecei por dizer que aquilo era uma tolice)

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    14. Anónimo 8 de setembro, 11:36
      É tão ignorante que faz pena... Comenta e põe em causa a veracidade de uma ecografia pelo tamanho da cabeça? Burra. Diz "bebe de 4 meses"? Burra.
      E se fosse um comentário de uma mãe que dissesse (sabe se lá porque) que a sua ecografia era diferente e que aquela não parecia de 4 meses ok... Mas vindo de uma pessoa sem filhos e, pelos vistos, sem carreira na area da saúde, e mesmo burra.

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    15. Quem é que está grávida de 4 meses?!
      Tanto insulto que para aqui vai, não havia nexexidade!!

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    16. Wow... já vi! Pensei que ela não podia ter filhos. Porreiro para ela! Ou para ele, vá, que pelos vistos o desejo de os ter é dele.

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  13. Estás a fazer mal a pergunta. Não é "O que seria de nós sem os blogs?, é "o que seria de ti sem blogs?". Não tinhas nada para escrever, uma vez que te baseias no que os outros fazem, dizem, levam na mala, dizem das crianças, etc. Não há nenhum outro blog tão incomodado com o que os outros fazem como tu. Eu não faria nunca aquele vídeo, mas estou-me cagando se outra pessoa quer fazer. É o vive e deixa viver.

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  14. "Ah, as Kardashian, credo! São famosas à custa de nada, expõem-se em troca de uns milhões."
    "Essa malta da casa dos segredos, que horror! Fazem figuras ridículas por uns 15 minutos de fama."
    "Estas pessoinhas dos reality shows já se acham gente."

    Quantas vezes já nós lemos comentários parecidos pela net fora, vindos de malta que afinal faz o mesmo, mas num suporte online? Tudo bem que cada um faz o que quer da vida, mas a incoerência incomoda, sendo ainda mais gritante quando se leva filhos de arrasto.

    Ass: Laura

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    1. Pipocante Irrelevante Delirante8 de setembro de 2016 às 13:20

      A Kardashian tb fez um video.
      Não foi do parto, mas das actividades pre-parto.

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    2. Pipocante Irrelevante Delirante, por acaso já não me lembrava desse pormenor (como é que é possível?) Mas, convenhamos, de resto, o que elas partilham na net não é muito diferente do que é mostrado nos reality shows. Ora vamos cá ver:

      Casamentos
      Baby showers
      Partos
      Festas de aniverário
      Crescimento dos filhos
      Férias

      Ass: Laura

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  15. Pois eu, que sou mãe digo-lhe que aquela ecografia pode perfeitamente ser de uma gestação de 4 meses. Se realmente a ecografia é dela ou não isso não sei, mas não vejo razões para não ser.

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  16. Privacidade: O direito de cada um decidir o momento, o lugar, a forma e as informações que deseja partilhar com os outros. «Privado» não significa «não pode/deve ser partilhado». Significa «é ao próprio que cabe decidir se partilha ou não».

    Isto de as pessoas serem contra (ou a favor) de decisões que são da esfera da privacidade dos outros é uma coisa que não consigo compreender...

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    1. Quando os outros partilham coisas com os outros, então estes outros têm direito a achar coisas das coisas que os outros partilham. Exactamente o mesmo direito têm os que acham como os que partilham.
      Simples, não é?

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    2. É. E os outros têm direito a achar coisas das coisas que os outros acham das coisas que os outros partilham. Eu, por exemplo, acho coisas sobre comentários nos quais está implícito que algo é errado ou ridículo porque é diferente daquilo que eu faria na mesma situação. E acho outras coisas sobre comentários que se limitam a dizer «eu não gosto» ou «eu não o faria».

      Simples, não é?

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    3. Yep. Muito simples. Eu acho um despudor. A Anónima tem o direito de não gostar que eu ache um despudor. E eu tenho o direito de não querer saber da sua opinião e continuar a achar um despudor. Tremendamente simples.

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  17. Onde posso ver esse tão famoso vídeo?

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    1. Amanhe-se entre os blogs e as princesas da vida que há-de encontrar a dita cuja.

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    2. Obrigada! Já encontrei, mas optei por não ver o vídeo. Senti que aquilo me punha num lugar de voyeurista e a ideia não me deixa confortável. Mas obrigada! :)

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  18. Para se ganhar dinheiro com o blog é necessário "sujeitar-se" à exposição...e quanto mais se expõe mais ganha. As simple as that!

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  19. Eu nem sei como consegui criar 3 filhos, hoje adolescentes, sem matar nenhum, antes dessa coisa dos blog's!
    Quando leio esse "savoir faire" todo, só me atravessa o espírito a expressão: ensinar o pai nosso a quem já sabe a avé maria.
    São todas umas parvas, é o que é!! Mas cada uma se acha a última bolacha do pacote e nunca ninguém foi mãe antes delas! Ridículas!!

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  20. nunca sei de que falam mas fiquei com esta estranha compulsão : da próxima vez que me tirarem lá p'ra fora a mioleira vou pedir ao sr doutor para tirar uma foto antes de meter tudo cá p'ra dentro novamente, só para poder mostrar "olha, aquela trémula esponja desengonçada sou mesmo eu".

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  21. De rir o à-vontade com que partilham a intimidade com trezentas mil pessoas...
    E depois tratam os filhos por iniciais: o A., o S., ...
    Enfim.

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  22. Também já só publica o que lhe convém, Picante? Abençoada coerência...

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    1. É verdade. No meu blog apenas publico o que quero.
      É que me começa a aborrecer essa fixação que tem com a Sónia. É ir falar com ela e deixar-me sossegada.

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  23. Eu adorava a escrita dela, gostava mm de a ler, os primeiros posts pagos eu fui tão ingênua que nem me apercebi que eram publicidade, achava mm que era sincero, quando finalmente me caiu a ficha pensei que desilusão. Vieram as marcas, a tv, depois tanta semente, dieta, selfies ao espelho, PTs, aquele amor tão show off, a relação com os filhos, a mostrar que a amamentação é o melhor que se pode dar a um puto já com 3 anos, o quanto é super fixe dar se com cada pai de cada filho, sim porque 3 pais = 3 filhos não é mm para todas, às vezes nem só com 1 quanto mais 3!! E aquela coisa do lifestyle tão branquinho com aquela comida tão light e agora senhores na maternidade, protector solar!!! E tão fresca e fofa com as pestanas que lhe dão de borla ( ainda alguém se lembra qdo a senhora era cara lavadinha e nem saltos sabia usar? ), e ainda para premiar as suas fãs um vídeo do seu momento íntimo, estas pessoas já n sabem o que é para se mostrar ou para se guardar para si próprio, perderam o discernimento de algo que no futuro ainda se irão arrepender, tudo aquilo é tão falso mas tão falso, toda aquela emoção cheira a frase feita, quase parece que encomendam filhos porque rende mais algum, pq é giro escrever sobre estas coisas! E agora vamos lá a apostas para ver quanto dura aquilo!

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    1. Não acredito que a emoção seja falsa, tarda nada está a dizer-me que chorou só para o vídeo, não?
      Quanto ao resto, bom.. suponho que as marcas pagam menos a quem viesse falar dos problemas que a vida trás.

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    2. Traz, do verbo trazer, certo? "Trás" é outra coisa.
      Digamos que umas lagrimazitas ajudam a cena... Ainda a vamos ver fazer novelas, qu'ela tem jeitinho pá coisa.

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    3. obviamente que sim. Traz.
      Por acaso ela até é a melhorzita, de todas as bloggers que já vi em vídeo ou na tv (a verdade é que também não vi muitas...)

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  24. A primeira vez que contactei com a Catarina Beato, foi quando ela escreveu esta bela pérola sobre publicidade nos blogues - https://www.dinheirovivo.pt/carreiras/cronicas-na-corda-bamba-quando-me-pagarem-para-escrever-eu-aviso/. Para variar, mostrava desconhecimento sobre a lei que esteve sempre em vigor, e quando lhe referi isso mesmo mostrou-se, como todas as bloggers que são jornalistas e não percebem a lei - agressivas. Detesto gente que se faz de burra e de inocente - a razão pela qual deixei de ler o Cocó na Fralda, por me ter sentido verdadeiramente enganada pela blogger. Tenho visto algumas postagens aqui, e sinceramente a Catarina Beato passou de virgem ofendida a meretriz das marcas (o que são aqueles links, num texto tão pessoal!!!). Nada de novo na blogosfera, portanto. Restam muito poucos blogues que se podem ler sem publicidade, o que é uma pena.

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    1. Não acho, honestamente, que a publicidade seja o problema. O problema é elas tentarem dar um aspecto casual à coisa, "ai que gosta tanta desta marca e aparece aqui só por acaso". Sinto sempre que me estão a passar um atestado de estupidez. A coisa é ainda mais gritante porque a maior parte delas não são inteligentes o suficiente para o fazer bem e arranjam umas historinhas muito mal amanhadas.

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    2. E das marcas dá só vergonha alheia.
      Lembram-se dos leites sem lactose e outras coisas "sem lactose" que poluíram a blogoesfera durante uns tempos? Ora por coisas da minha vida, nomeadamente a verdadeira intolerância do meu filho, eu sigo blogs com dicas e receitas sem lactose (como fazer gelados, como fazer deite condensado caseiro sem lactose, etc), blogues de pessoas que se dedicam a esse tipo de alimentação há algum tempo e que, honestamente, me deram imenso jeito quando tive de alterar toda a alimentação do meu filho e a orientação do nutricionista foi boa para o geral mas não para o particular. Felizmente o que não faltam na internet são receitas sem lactose e dicas de como substituir e pelo quê para dar sabor idêntico.
      Ora quando as marcas decidiram fazer publicidade não foram a essas pessoas a quem realmente fazia sentido. Houve, a meu ver, um péssimo estudo de mercado, péssimas crónicas escritas e descritas pelas bloguers em questão. Além de que, aparentemente, uns dias depois ficaram todos curados da intolerância (um certo milagre, certamente).
      Desde então, a marca em questão a mim só me dá vergonha alheia, daquela bem grande. Não me dá vontade nenhuma de a comprar, achei-os ridículos, a todos.

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    3. Que bem que me sinto por nunca sentir atracção por esses blogues "da fama" em que a pessoa escreve tanta coisa sobre coisa nenhuma... "Olha os meus sapatos! A minha blusa da XPTO, a minha calça de blá, blá, blá". A sério.. nada contra mas.. que vazio.
      E para publireportagem continuaria a ler aquelas revistas que se dizem sérias e se põem a promover um produto/serviço por terem sido patrocinadas. Se existe a imprensa cor-de-rosa, também existem blogues. «Vendem» muitos exemplares, mas não me atraem. E é isso. Já tentei ler muitos, sem conseguir ler nenhum. E nunca entendi o fascínio, digam-me o que disserem. Fico sempre com a sensação "blhac" na boca e «deito fora».

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  25. Mas é isso mesmo Picante, é a forma como não o querem assumir, disfarçando muito mal e reagindo de forma ríspida quando confrontadas. Mas links para fraldas num post tão bonito? Escusado, mas tanto.

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  26. Se estivesse como eu 34 horas até ter a criança (acabou por ser cesariana), tinha espetado com a câmara (ou telemóvel) contra a parede (a minha vontade era dizer outra coisa, mas vou ser educada!)!!

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    1. Concordo!!
      Eu, da primeira, estive praticamente 48 horas em trabalho de parto, sem epidural. A miúda só nasceu 24 horas depois de eu ter ficado efetivamente internada. Quando veio para os meus braços esteve 1 hora a mamar e eu só me apetecia era dormir. Cá filmagens e tititis... acho que tinha enviado tudo janela fora, tal o cansaço que tinha em cima.

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    2. Há feitios diferentes para tudo...;)

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    3. Anónimo das 17:46, acredite que ao fim de 34 ou 48 horas (menos até) os feitios são todos iguais!!

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    4. Não consigo mesmo imaginar como aguentam tanto tempo.
      O meu parto durou 5 horas desde o momento em que começaram as dores a sério até ao momento da expulsão, das quais 4 no hospital e 3h mesmo "aflitivas".

      E eu concordo que os feitios devem ser todos iguais após um certo número de horas. A dor que se sente durante o parto é a pior dor de dentes que possam imaginar (ou de ouvidos) a multiplicar por 10. E enquanto dói não nos podemos enrolar e desesperar com a dor pois temos de fazer força, respirar "como manda a lei", e ter 1001 cuidados para que o bebé não entre em sofrimento.

      Anónima das 16.36h houve algum motivo especial para não estar com epidural?

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    5. Credo! 34 horas? A minha solidariedade...

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    6. Não sou a anónima de cima, mas a epidural só se pode dar um certo tempo antes do parto, se se der cedo demais, o efeito passa antes da "pior dor".

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    7. Tem que se esperar até haver uma certa dilatação para se dar a epidural. Se se der cedo demais, a anestesia passa antes do tempo.

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  27. E os poopoos da SMS ahahah " isto na vida ha entrar e ha sair" eh do melhor,,, fico parva com as Rosinhas se bem q a do parto eh mais Pancracia.

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    1. Aquilo sim são os verdadeiros contos de merda!!! O pessoal presta-se a cada papel por dinheiro, ainda falam dos da casa dos segredos!

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    2. Sinceramente não vejo qual é o problema. Pode dizer-me que não gosta do livro, que nunca o compraria a um filho. Mas qual é exactamente o problema em escrever um livro que as pessoas acham um mau livro?

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    3. Oh picante, está mesmo apaixonada não está? <3

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    4. É preciso muita inteligência, atenção, para escrever um livro infantil sobre cocos que não deve ter mais de 10 páginas! Uma intelectual e o que é... XD

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    5. Não sei, Anónima. É? Conte lá como foi a sua experiência...

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  28. A picante é a SMS, confesse lá.
    Se fosse outra qualquer a escrever aquela m..., literalmente, até saía post, como é a sua "protegida", já não faz mal
    Se pede coerência às rosinhas, a picante também a devia ter, ou não?

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    1. Mas ainda há dúvidas?

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    2. Até me admiro a Picante ter aceite estes últimos comentários. Há dias fiz um em que mencionei a SMS e ficou toda melindrada. Pois, também estou nessa teoria de clones.

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    3. Há muitas coisas por onde pegar, em uma pessoa querendo pegar. Escrever um mau livro não é uma delas.

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    4. "Em uma" ahahahahhahah

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    5. Em uma pessoa sendo ignorante é bem capaz de ver erros gramaticais onde eles não existem...

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    6. Querendo pegar, seria melhor pegar no ir às compras à Zippy e depois pedir à fotógrafa amiga para fazer umas fotos dos kits/outfits novos... Aquele blog começa a ser só publicidade, quando vi o post da Nazaré até fiquei logo a pensar quem era o hotel que tinha patrocinado. Só não entendo as parcerias: o livrinho para a microlax foi parceria, já o post das mochilas nada diz sobre parcerias... Um mistério!

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    7. Por favor, alguém me pode explicar o sentido desta frase: "Mais duas peças H&M Studio AW'16 que me apaixonaram." Eu já não vivo em Portugal há alguns anos. Bem sei que a língua evolui, mas o que é isto????? Preciso de ajuda.

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  29. Então... nas te lembras da RTP ir para as maternidades para acompanhar o primeiro parto do ano? Nem da Catarina Furtado na SIC a mostrar o "primeiro parto" em direito?? :)

    Ainda não sei a quem se referem (já vi a referência aqui antes, mas estou a leste...) mas nada tem de extraordinário se formos a pensar que hoje em dia tudo é livestream mesmo... E feito pelas pessoas com os seus smartphones. Para quê precisamos hoje de uma Catarina Furtado de microfone em punho, cameraman, etc??

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  30. Sem continuar a saber de quem estão a falar, pelo que entendi uma blogger (portuguesa ou internacional) partilhou em video o momento do parto. Ah... tudo bem. Partilham-se fotos do bebé todo encarquilhado, vermelho e feio... olha que não é uma distância grande. Já vi videos de partos em canais documentais. Talvez por isso não ache nada de extraordinário. Não vi esse. Não sei se está cheio de recursos de edição, com floreados e musiquinha, cortes e dinamismo mas... a ideia não me parece chocante. Com tudo o que já se partilha nas redes sociais, não é um parto que me choca. Sim, é um momento privado. Mas há tantos que são partilhados na net que há muito que isso deixou de ser uma questão que gere problemas. Partilhar um que diga respeito ao milagre da vida, não me parece tão perturbador.

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    1. Não tenho nada contra a partilha pela blogger, afinal vivemos num país livre. Mas parece-me um pouco forçado comparar isso a um canal documental, por motivos óbvios (para mim!).

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  32. Eu gosto da blogger, ou melhor simpatizo com ela mas acho que estamos a ir longe demais. O que é íntimo devia ficar connosco e não se partilha mas vale tudo por mais uns likes, por mais uns seguidores. São todas muito bem formadas e são todas ultra chiques mas depois parecem umas tesas à caça de alguma marca que as patrocine. Enfim, gostava mais dela e de outras quando eram mais simples e honestas!

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