terça-feira, 23 de agosto de 2016

Um dia haveria de concordar com alguém do BE. Ontem foi o dia.

Não sei é se o partido não lhe vai chamar racista, discriminadora, islamofóbica ou algo do género.
Leitura obrigatória. Aqui

(escusado será dizer que burkas, burkinis e afins são coisas que me incomodam profundamente, a raiz da coisa é toda igual, mas a verdade é que se não tenho qualquer dúvida em advogar a proibição na burka na Europa, o mesmo já não acontece com o burkini ou o véu. Fico para aqui a pensar se a proibição da coisa cá não nos assemelha àqueles que a obrigam lá, afasto nefasto pensamento e racionalizo que não, que isto são símbolos, mas em verdade vos digo que não fico cem por cento confortável, ainda tenho de resolver esta situação, parecendo que não, é desagradável)

101 comentários:

  1. Nova linha ROS Beachwear verão 2017: burkini fashion watermelon halal prints?

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    1. Há uma Portuguesa a fazer furor, acho que no Bubai, com uma coisa semelhante (a noticia dizia burka mas aquilo não é uma burka)

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  2. "Fico para aqui a pensar se a proibição da coisa cá não nos assemelha àqueles a obrigam lá"...que frase tão mal escrita. Aliás, a Picante merecia um blog onde o gozo principal fosse a sua escrita, não acha?- pois, não acha, lol.

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    1. Isso dito por alguém que acaba o comentário com um éle ó éle deixa-me para aqui a pensar que o anónimo também.

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    2. Ahahahahahahahah
      Éle ó éle...
      Amei!

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    3. Frase mal escrita ?!!! Porquê ???

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  3. «Fico para aqui a pensar se a proibição da coisa cá não nos assemelha àqueles a obrigam lá». Um dia haveria de concordar consigo. Hoje foi o dia.

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    1. Pode ser que venham mais que isto enquanto há vida também há esperança.

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    1. Pois eu sei que não. É verdade que são símbolos de extremismo e de atentados aos direitos das mulheres, só por isso deveriam ser proibidos em todo o lado. Mas o outro lado quem somos nós para obrigar? Se eu quiser or para a praia de jeans e t-shirt quem é que me pode impedir? Onde é que acaba a democracia e começa a ditadura?
      Acho que não gosto deste cinzento...

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    2. Quem é que a pode impedir? A si, que nasceu aqui e sabe a diferença entre ditadura e democracia, ninguém. A eles (eles, sim, porque naquela cultura a mulher não tuge nem muge), para quem a mulher não passa de um objeto, podemos proibir nós, os ocidentais.

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    3. Poder, podemos. A questão é se devemos. E parece-me que apenas deveremos proibir o que é contra as nossas leis. Assim como poderemos eliminar as excepções que fazemos.

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  5. Mas a Picante cuida que vai conseguir argumentar conceitos como Liberdade, Democracia, Tolerância, Direitos ou Deveres com gente que, nos dias de hoje, usa burkini? Deixe-se disso, senhora, eles não conhecem essa linguagem. Veja o que acontece já em boa parte das piscinas desses países (sim, porque não é só em França), com horários para homens e horários para mulheres. E reverter tal estado de coisas vai ser, agora, quase impossível. Eles estão a dominar-nos, não é possível que não tenha percebido isso. Este seu post é muito bonito para as meninas do BE, sempre fervorosamente esganiçadas em favor de uma Liberdade que só existe na cabeça delas, agora a Picante?
    Em relação ao que quer para a sua filha e para as suas netas (já não digo para si, que estas coisas não acontecem de um dia para o outro) é lá consigo, mas eu não quero as minhas filhas obrigadas a usar burkinis e burkas (o passo seguinte) só porque a mãe delas ingenuamente achava que havia de integrar com sorrisos e palmadinhas nas costas quem se orgulha de não se querer integrar. Aquela gente não vai lá a bem, só conhecem uma linguagem: a da imposição.

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    1. Eu detesto burkas, abayas e afins. Mais, a cultura islâmica repugna-me.
      A questão não é discutir com eles, é se não estamos a ir contra os nossos próprios princípios.

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    2. A Picante também é extremista. Repugnância por uma cultura? Que pensamento miserável.

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    3. Miserável é o falso moralismo das redes sociais. Sim, repugnância por uma cultura que permite sharias, fatwas e barbaridades semelhantes. Muita repugnância.

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  6. Pipocante Irrelevante Delirante23 de agosto de 2016 às 16:18

    Ate porque ha senhoras que vão à praia de vestido completo e lenço na cabeça, como se estivessem num funeral em pleno inverno.
    Uma coisa é uma roupa, burka, que elimina a identidade, outra é roupa que determina uma cultura.

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    1. Não é tão simples assim, aquilo é também símbolo de extremismo.

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    2. Pipocante Irrelevante Delirante25 de agosto de 2016 às 14:23

      Alguem se chateia pelas ciganas só vestirem preto depois de enviuvarem?

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    3. Esse modo condescendente mata-me.

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    4. Não, é um símbolo de uma religião. Há aí uma confusão muito grande de conceitos.

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    5. o islamismo não é moderado. Vá ver o que pensam os muçulmanos que se dizem moderados e depois falamos.
      o que há é milhões de muçulmanos que não seguem o islão à letra, o que é completamente diferente.

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    6. Vou ver? Como? Não posso falar com todos.

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    7. Não precisa, o que não faltam por aí é estudos e dissertações sobre o assunto. Mas já percebi que não está muito interessada, afinal o Islão é uma religião de paz, não está nada misturado com o poder politico e valoriza imenso as mulheres.

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  7. Nunca vi a minha avó de fato de banho. Ia à praia connosco e ficava lá com a sua blusa e saia, nunca ninguém me pareceu incomodado com isso. Continuo a observar algumas "avós" na praia totalmente vestidas, conheço muitas "avós" que cobrem a cabeça com um lenço e vêm assim à cidade quando há mercado.
    Se eu for diariamente para a praia com um fato de mergulho vestido, quem me irá impedir?
    Concordo em pleno que se proíba peças de vestuário que cubram o rosto, o resto é entrar na esfera privada de cada um.

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    1. Não é tão simples assim, Bé. Oxalá fosse.

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    2. Por essa ordem de ideias as sras. islâmicas em vez de irem de burkini levam um fato de mergulho, estão todas tapadas, ninguém as incomoda porque é um fato de mergulho e estamos todos tranquilos!!

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  8. É complicado. Pessoalmente creio que tanto a Burka como o niqab (que só mostra os olhos) não deveriam ser permitidos simplesmente por irem contra uma lei estabelecida em vários países europeus, incluindo Portugal: não se pode utilizar peças que dificultem a capacidade de identificação do indivíduo, ou em linguagem mais simples, não é permitido andar de cara tapada.

    Uma coisa é respeitar o próximo, outra é alterar as leis de cada país acomodando excepções, pois ninguém deve estar acima da lei por motivos religiosos num estado laico.

    Em relação ao hijab, que deixa o rosto descoberto já não tenho nada contra. Muita gente tapa o cabelo pelos mais diversos motivos.Claro que nunca teremos garantias que quem usa hijab o faz por gosto ou por pressão/obrigação cultural, o que torna esta problemática complexa.

    Contudo, quando vejo a discussão sobre o estatuto da mulher muçulmana na cultura europeia, vejo que toda a gente se foca no assunto do vestuário e isso sim para mim é grave. Creio que seria bastante mais importante verificar se estas tem o acesso aos mesmos serviços que qualquer outra mulher europeia, como a educação, a saúde e o trabalho. É provável que até tenham, mas como não vejo a focarem-se nisso nos media permaneço bastante ignorante em relação a este assunto.

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    1. Nem todas têm. E se as pessoas se focam na roupa é apenas pelo simbolismo, a roupa representa uma série de outras questões.

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    2. http://sol.sapo.pt/artigo/521437/burkini-nao-obrigada

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  9. Porque não proibir qualquer símbolo religioso no espaço público então?

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    1. Porque isso não faz o menor sentido?
      É castigar toda a gente pelo excesso de meia dúzia.

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    2. É exactamente isso que estão a fazer.

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    3. Está a castigar centenas de milhares de muçulmanos pelos erros de uma minoria. É exatamente a mesma coisa. Sejamos coerentes, ou se proibe a prática e o culto a qualquer religião no espaço público ou então entramos na discriminação. Que eu saiba (que eu saiba) ainda vivemos numa democracia.

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    4. Vá falar em democracia numa série de bairros onde se diz, sem qualquer pudor que a sharia prevalece sobre a lei ocidental.

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  10. É um tema delicado, mas eu não concordo com a proibição de veu nem do burkini (e se calhar também nao da burka). Percebo que muitas vezes são símbolos mas para mim a proibição é sinónimo de obrigação, a diferença é que em vez de "obrigação de usar" é "obrigação de não usar", e na minha optica eu ando como quiser, seja de biquini reduzido, seja toda tapada de preto.

    p.s. Em relação ao veu, as pessoas tem memória de peixe, até há muito pouco tempo o lenço em volta dos cabelos era algo usual em muitas regiões de portugal e espanha.... e não tinha o mesmo simbolismo, por isso é uma questão de perspectiva.

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    1. A burka tapa a cara e impossibilita a identificação, quanto a isso não hesito.
      Quanto ao resto estou dividida, se por um lado cada um anda como quer, por outro são símbolos de extremismo. Razão e coração impelem-me para lados opostos.

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  11. Podem sempre usar um fato de mergulho e a touca da piscina, n vai dar ao mesmo?

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    1. Vai. Por isso é que a proibição faz pouco sentido...

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    2. "Por isso é que a proibição faz pouco sentido...", não. Porque a questão aqui é que elas não usam fato de mergulho, fazem questão de impor o uso do burkini, quando poderiam usar algo que vai dar ao mesmo (ou tem o efeito desejado) e não levantavam ondas.

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    3. Mas isso não pode ser pois não? Eles querem mesmo levantar ondas, caso contrário tentariam adaptar-se aos costumes europeus.

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  12. Exato. Essa é a verdadeira questão e não me parece que seja fácil descobrir.
    Se é que é possível chegar a um consenso sobre este tema.
    Enfim, enquanto tivermos a liberdade de falarmos sobre isso e mostrarmos a nossas dúvidas/razões, acho que estamos bem.

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    1. Pois, Diana. Por enquanto ainda podemos falar sobre tudo, pelo menos por cá.

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    2. Pois, por enquanto somos livres de comentar e de debater, é isso o principal. Só que quem é contra esta proibição e comenta livremente nas redes sociais não percebe que, precisamente quem usa o trajo em questão é contra a liberdade.

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  13. Na sequência da notícia em que quatro polícias rodearam uma mulher na praia e a obrigaram a despir-se (apesar dela não estar a usar o burkini, mas leggins e uma túnica azul), gostava de saber como é que isto pode ser aceitável numa sociedade livre... Em que o corpo policial de uma democracia diz a uma mulher o que ela pode ou não pode vestir. Antigamente o fato de banho tinha de ter dimensões para cobrir, e agora tem de ter dimensões para destapar? Isto já não é feito em nome da segurança, é uma medida que visa pura e simplesmente tirar mais direitos às mulheres.

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    1. Não é de todo aceitável.
      (mas discordo da última frase, isto não tem nada a ver com mulheres, tem a ver com uma religião extremista para a qual abrimos demasiadas excepções até agora)

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    2. É verdade. Com esta medida que liberdade está o país a dar as mulheres árabes? Já nem a praia poderão ir...Estão a ser iguais ou piores do que aqueles que contestam.

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    3. Quais excepções abrimos para uma religião (que não é extremista, mas, como todas, tem facções extremistas)? Não há liberdade religiosa na Europa?

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    4. Muitas excepções, demasiadas. Quer exemplos? Mudar as ementas das escolas, permitir a separação de sexos, arranjar médicos específicos, permitir burkas. E podia continuar.
      Na Europa há. Por enquanto.

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    5. Picante a nossa sociedade não pode mudar ao sabor de uma religião seja ela qual for. Não se deve mudar ementas, nem arranjar médicos especificos nem nada que seja em nome de uma religião. Os cidadãos que querem cumprir as regras ou algumas regras dessa religião devem faze-lo perante as suas escolhas particulares e não de uma sociedade.

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    6. Arranjar médicos específicos? Eu tenho a escolha do médico que quiser, não sou obrigada a ir um que me impõe, toda a gente tem esse direito. Qual é o problema de adicionar (não é mudar, é aumentar) ementas escolares consoante necessidades que vão surgindo? Há ementes para vegetarianos, kosher, etc. Permitir separação de sexos desconheço, mas com isso nunca concordo. Por fim, permitir burkas, tal como se permitem símbolos de qualquer religião.
      A partir do momento em que discriminamos uma religião, temos de discriminar todas ponto. Há liberdade religiosa e o estado, embora seja laico, tem de ser permissivo para com todos os crentes de todas as fés.

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    7. Anónimo das 10.26, eu não defendo qualquer excepção, muito pelo contrário, acho que fomos laxistas e aturámos demasiado. Agora é o que se vê.

      Anónimo das 21.49, desculpe mas está enganado. Só escolhe o médico se optar pelo sistema privado de saúde. As ementas não podem mudar só porque sim, e permitir burkas vai contra uma lei base que é a de as pessoas terem de ser identificadas. Nós não discriminamos uma religião, não toleramos é que em nome de uma religião que não aceita qualquer integração se abdiquem de uma série de princípios democráticos. É muito diferente.

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    8. Minha cara, eu posso recusar um médico que me trate mal, que faça coisas ou tenha opiniões acerca da minha saúde e corpo que eu acho que não são benéficas para mim.
      As ementas não mudam porque sim. Mudam consoante as necessidades dos seus alunos. Se há alunos com necessidades particulares, altera-se (novamente a palavra mudar, não gosto... adiciona-se coisas, ninguém proibe o que já lá havia antes) por haver mais miúdos com gostos particulares. Revolta-se com a ementa kosher? Se queremos aceitar a multiculturalidade, e acho bem que aceitemos, não esperamos que toda a gente coma a mesma coisa não é?
      Quanto à lei de não estarmos identificados... não encontro nenhuma lei semelhante em Portugal. Posso estar enganada, não sou advogada.Afinal se eu colocar uns óculos escuros, batôm verde e puser um lenço mega colorido no cabelo, também ninguém me identifica.
      Novamente, não estou a ver que princípios democráticos é que estão a ser sacrificados em nome da religião. Se me disser que a polícia vê, assistiu, tem provas de que homens batem / matam mulheres e nada fazem porque esses homens estão protegidos pela sua religião... Bom aí sim. Isso não acontece, ou não devia acontecer. Aí culpo esses homens e a polícia.
      Mas sinceramente o que eu vejo a democracia a cair quando se discrimina com base na religião e o ódio ocidental a crescer contra milhares e milhares de pessoas. Triste. Devíamos ser mais que isso.

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    9. A maior diferença no escolher o médico é que são imposições religiosas. Por exemplo uma mulher islâmica nunca pode ser vista por um ginecologista homem, mesmo que seja uma emergência e não exista outro médico presente. Entende?
      Vai de encontro a outra situação (que é proibida em Portugal) nomeadamente a recusa de tratamento médico, cirurgias e transfusões de sangue de outras pessoas quando se trata de crianças. Nesses casos o direito à liberdade religiosa é só dado aos adultos porque se considera que as crianças não podem ser fantoches nas mãos dos pais e, em último caso, as crianças são mesmos retirados aos pais por estes serem considerados negligentes. Nesta religião as mulheres são como crianças: seres sem quaisquer direitos e totalmente comandadas pelos maridos. Eu não quero que morram mulheres só porque o médico presente é um homem e não uma outra mulher.

      Há uns anos houve uma tentativa de propaganda a favor do islão onde entravam 2 pessoas num elevador (um rapaz ocidental e uma rapariga de niqab), após um acidente com o dito o rapaz ficava ferido e precisava de um ligamento...na dita "publicidade" a rapariga tirava o véu e metia-o a servir de ligamento. Se lesse os comentários onde a chamavam de puta para baixo, a chamar-lhe repugnante, que ela se estava a vender aos ocidentais, etc, etc, etc via o quão "humanos" e "moderados" a maioria deles são.
      Havia lá um ou dois a tentar explicar como no Al Corão só dizia que elas tinham de se vestir de forma modesta e que a rapariga não fez nada de mal até porque só se tinha destapado para o salvar... não valeu de nada e realmente foi uma boa publicidade para percebermos a verdadeira mentalidade da maioria dos "moderados".

      Em relação à multiculturalidade isso vai até um certo ponto. Ir para um país obriga a um esforço para a integração - não é o país que tem de se adaptar a eles, é o oposto. Eles não podem ir para a Suécia exigir que a mesma tire a cruz da bandeira nacional porque "os ofende" (coisa que fizeram), não podem desrespeitar as leis vigentes do país, não são cidadãos com mais direitos ou liberdades e se se informasse iria ver que o têm tentado fazer. Claro que nos nossos media são sempre mostrados como os "coitadinhos" - ninguém os mostra a atacar os policias quando estes lhes dizem que não podem ir para a Alemanha, ninguém os mostra a estragar comida quando esta não é do seu agrado, ninguém os quer mostrar quando atacam outras pessoas... e falo dos "moderados". Ninguém fala das manifestações a dizer "UK go to hell" ou das agressões aos jornalistas presentes, ninguém os mostra a desrespeitar as jornalistas chamando-lhes de prostitutas mesmo que estejam totalmente tapadas (a entrevista em questão foi feita em pleno inverno). Vá ao Youtube e veja...está lá tudo. Procure as noticias de Inglaterra, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Itália e França...
      Vá a Paris a alguns bairros e pergunte aos nativos o que eles fazem lá há inúmeros anos às mulheres que se atrevem a passar lá sem irem acompanhadas de um homem... em plena Europa.
      Na Dinamarca veja as manifestações de imigrantes ilegais (não vieram de zonas em guerra) a exigir que a mesma abra as fronteiras para todos os que vierem do seu país, a exigirem casas para familias grandes (10/12 pessoas) e dinheiro dado. A EXIGIREM!

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    10. (continuação)
      Para eles isto é como o El Dourado onde tudo tem de lhes cair e ser dado de graça.
      Já agora, ninguém o diz na TV mas existem fontes bastante fidedignas a dizer que os "pobres coitados" dos refugiados/imigrantes ilegais acolhidos em Portugal já desapareceram pois em Portugal não lhes foi dado o dinheiro e as condições que pretendiam (são imigrantes economicos ilegais todos os que não vieram de zonas de guerra). Na Alemanha, por exemplo, é vê-los às centenas nos aeroportos a dizer que é "preferivel morrer no Iraque do que com as condições que a Alemanha lhes dá" quando questionados ao que se referem eles falam que pensavam que iam receber mais dinheiro e casas para eles. Ah, e nos campos de refugiados temporários eles queixam-se de... conexões à internet lentas. Parece o discurso de alguém desesperado, em fuga e grato pela ajuda? A mim parecem-me miúdos mimados e petulantes.

      A lei da identificação é europeia, obrigatória para todos os estados membros e só o facto de a desconhecer (e de "não encontrar") revela bem o tipo de pesquisas que faz e o seu nível de conhecimento sobre tudo.

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  14. Um dia haveria de comentar neste blogue - hoje é o dia. Eu posso compreender a proibição da burka na Europa, por razões de segurança, tendo em conta as questões políticas e considerando que, devido ao styling da coisa, não se poder saber o que de facto está lá debaixo - já proibir o burkini, cai já na alçada do atentado à liberdade individual :a carinha da senhora fica a mostra, portanto identificável, aquilo até é chegadito ao corpo (molhado, ainda mais), não dá para esconder uma kalashnikov, ou mesmo um simples cinto de granadas - por isso, se a senhora em causa escolher resguardar o seu corpo num burkini, tem o mesmo direito daquela que escolhe desvenda-lo mum bikini - senão, estaremos a ser igualmente fundamentalistas

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    1. Exatamente. Desde que não tape o rosto não estão a fazer nada que seja contra as nossas leis.

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    2. Pois. Em teoria isso é tudo 100% verdade.

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  15. É um símbolo, aceito. Mas, acham mesmo que um extremista radical permite que a sua mulher vá para a praia (mesmo com um fato de mergulho, que é mais o que aquilo parece)?!
    Valia mesmo a pena esta medida? vai ajudar no combate ao terrorismo?
    Eles lá proíbem. Ok, concordo. Mas n é uma proibição levantada para hostilizar os ocidentais. Em parecendo que não,faz diferença...

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    1. Por acaso permite. Na Arábia Saudita as mulheres vão à praia. Todas tapadas mas vão.

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    2. Picante, acredite. Os extremistas não deixam as mulheres ir à praia. Desculpem lá, mas não.
      Em parecendo que não, nem toda a gente que vive na Arábia Saudita é um radical extremo defensor de ataques terroristas...

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    3. A mim incomoda- me mais quem mostra as mamas, e quem o faz geralmente é quem não tem sentido nenhum de estética, é caso para perguntar onde é que deixaram o puto, ehehe

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    4. No ponto a que as coisas chegaram, é preciso combater muito mais do que o terrorismo. A islamização está a invadir-nos e a dominar-nos, o que representa décadas de recuo na nossa civilização, já para não falar das barbáries por eles cometidas e é pena que a Me não perceba isso. A Me vive aqui neste (por enquanto) cantinho à beira mar plantado e é fácil apregoar uma liberdade que já nem existe, mas lá em França estão agora a abrir os olhos. Tarde, claro. Esperemos é que a Me nunca venha a ter motivos para se arrepender dos seus ideais de tolerância e multiculturalismo. Em França, também eram muito politicamente corretos e a coisa acabou por correr mal.

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    5. Me, provavelmente teremos conceitos diferentes de extremismo. Para mim alguém que não deixa uma mulher conduzir, trabalhar ou ser vista por um médico, só para dar alguns exemplos, é extremista, não precisa de andar a rebentar bombas para o ser.

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    6. Picante,e portanto, para combatermos o tipo que não deixa a mulher banhar-se sem estar tapada, obrigamos a mulher a despir-se com a filha em lágrimas ao lado. Ok!

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    7. Ao anónimo das 17:32, eu sei que a realidade Portuguesa é bastante diferente da que de vive na França ou na Bélgica.
      Também ja escrevi várias vezes que discordo do uso do niqab ou qq outro que impeça ver a cara da pessoa. Acho mm que devia ser proibida a circulação de pessoas assim na Europa.
      Agora, se andam com o corpo tapado ou não. Eu, a título pessoal, não aprecio e discordo que elas andem pq são obrigadas. Mas não deixa de ser um direito.
      Também eu espero (e até acredito mm que nunca o venha a fazer) não me arrepender da tolerância e do multiculturalismo.
      Mas tb se lembrem sp, para quem não defende esses ideiais, que um dia, também pode ser o anónimo ou um filho seu a querer e/ou necessitar de ir para fora de Portugal e não poder...isto é sp um pau de dois bicos. E não pensem que se começarem a fechar fronteiras, essa medida não se vai alastrar a países europeus tb.

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    8. Não, Me. A mulher sabe que não pode ir para a praia naquela figura. Ainda assim prefere ir e impor um traje cujo significado vai muito para além do próprio do traje, um traje que é ofensivo para muitas mulheres por tudo o que representa. Está à espera do quê? Festinhas e beijinhos?

      Não nos vamos esquecer dos milhões de mulheres que NÃO querem andar tapadas, dos milhões para quem andar tapadas NÃO é uma escolha pessoal e sim uma imposição e uma limitação das suas liberdades individuais. Assim como dos milhões que querem andar tapadas porque toda a vida ouviram dizer que são impuras e não merecem ter liberdades. Dizer que que elas é que querem é fazer como a avestruz.

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    9. Bem,lógica ou não, um tribunal lá decidiu acabar com aquilo.
      E isso do n ser uma escolha, nem sp é assim. Embora concorde que em mtos casos o é, atenção.

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    10. Me se um filho meu quiser ir viver para um outro país espero que seja inteligente e formado o suficiente para perceber que vai para uma outra cultura, país e leis às quais tem de se adaptar.

      Eu já vivi em outros países e só se integra e faz parte da sociedade quem se adapta. Não temos de perder toda a nossa cultura ou hábitos mas aqueles que vão contra as leis do país? Acho que sim e acho que quem não o faz, além de mal-educado e formado é uma pessoa muito ingrata para com o país que o acolheu. E olhe que há leis e hábitos por esse mundo fora mesmo muito estranhos
      Eu, por exemplo, acabei sem dar por isso numa sauna que me obrigava ao nudismo com amigos pois eles achavam aquilo tão normal que nem sequer se lembraram que poderia não o ser para mim. A minha opção era: ou ia embora ou ficava nua. Ponto. Nunca me passou pela cabeça reunir centenas de portugueses para ir exigir que as saunas passassem a permitir-nos estar lá dentro vestidos. E no dito país nunca vi uma sauna que não fosse nudista (e os meus amigos de lá também não).
      Quem não se quer adaptar a uma cultura e leis não saia do seu próprio país pois vai dar-se muito mal e nunca se vai integrar verdadeiramente onde quer que seja.

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  16. Achei o texto de uma pretensão e arrogância intelectual de dar comichão nervosa.
    Uma senhora do bloco de esquerda, evidentemente, que todos sabemos que escrevem e lêem e pensam melhor que os outros.
    Em relação ao tema em si, o que aconteceu naquela praia é, para mim, violação dos direitos humanos. Obrigarem uma mulher a despir-se, sob o olhar de escárnio de toda uma praia, é, igual a vestirem-na de preto debaixo de uma chuva de pedras numa praça pública algures do irão.
    Isto é uma guerra de ódios mascarados de crenças. Não sejamos como eles.

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    1. Arrogância? Meu caro, a senhora não diz nada que seja mentira.

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    2. Concordo, Ana sem saltos.

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    3. Ninguém a obriga a despir-se. Isso seria como ir ao Casino vestido de fato de treino e dizer que o obrigaram a despir-se, porque o fato de treino não respeitava o dress code. O que acontece é que, ou a Sra despia o fato, ou saía da praia. É como multar a viatura e advertir que vai ser rebocada caso não seja removida.

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  17. Tanto é cobarde aquele que obriga o rosto e pele tapados como aquele que obriga as mulheres despirem-se de tais símbolos.

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    1. É tão conveniente acharmos que isto é opção e escolha das mulheres, não é?

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    2. Nem de propósito:
      http://sol.sapo.pt/artigo/521437/burkini-nao-obrigada

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    3. Ainda bem que existe a picante para falar por elas. Aliás é mesmo disso que elas precisam, de os tão superiores democratas europeus a porem-lhes as palavras na boca!

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  18. No FB de Carlos Matos Gomes:

    A propósito das mulheres islâmicas irem à praia tomar banhos de sol e banhos de mar vestidas e da islamofobia de que é acusado quem entende por detrás desse act...o absurdo está uma estranha concepção de deus e, principalmente da dignidade das mulheres. A minha islamofobia não se deve ao facto de mulheres de uma qualquer religião tomarem banhos de sol e mar vestidas. Nem pelo facto dessas mulheres praticarem esse acto absurdo por motivos religiosos. As religiões são, por princípio, absurdas. Deve-se ao facto da religião que está por detrás desse acto absurdo ser a mesma que está por detrás da barbárie dos actos em que homens, mulheres e até crianças se envolvem num cinto de explosivos e se fazem explodir no meio de multidões. Ser a mesma dos que enchem um automóvel de explosivos e o fazem explodir à passagem de uma procissão, ou de uma manifestação. Ser a mesma a religião que leva mulheres vestidas irem à praia vestidas e a que as mulheres a são enterradas, igualmente vestidas de burka ou burkini, num buraco e mortas à pedrada. Ser a mesma a religião, tão simpática e moderna que inventou uma fatiota com o trendy name de burkini, que rapta crianças e jovens adolescentes na Nigéria e na Siria, pelo menos, para as utilizar como escravas sexuais, para as vender com preços de acordo com a idade e a cor da pele, mais caras as mais novas e claras. A religião do burkini é a mesma que permite e abençoa a pedofilia, os casamentos arranjados, o estupro de crianças. É a mesma que degola mulheres, na melhor das hipóteses as chicoteia, por serem violadas. Porque, por detrás desse dito libertador ato de uma mulher apanhar banhos de sol na praia vestida da cabeça aos pés, está a mesma que não lhe permite guiar um carro, a mesma que a impede de sair de casa sem ser acompanhada, a mesma que a impede de ser tratada por um médico. Enfim, a mesma religião que está por detrás da ida à praia de mulheres vestidas, é a mesma que está por detrás dos homens também vestidos de preto dos pés à cabeça que decapitam prisioneiros, que os enjaulam e afogam como se fossem ratos. A burka e o burkini das mulheres da praia de Nice é a mesma dos assassinos do DAESH na Siria, no Iraque, em França. É por isso que sou a favor da proibição dessa exibição de fervor religioso, da identificação das criaturas, porque elas pertencem a um mundo que não só não é aquele onde quero viver, mas estão dispostas aos mais bárbaros crimes para o destruírem. O que essas mulheres, ou, como é da norma da sua religião, os homens que as obrigam a andar dois passos atrás, a não levantarem os olhos do chão, os homens que as agridem por principio, porque são seus donos, estão a dizer com o seu burkini é que não admitem que as mulheres da minha civilização tenham os mesmos direitos que os homens e que continuarão a matar e a escravizar da forma mais cruel quem não se submeta à sua lei. É por tudo isto que sou a favor da proibição das burkas e burkinis. É por tudo isto que sou islamofobo. Eles são meus inimigos.

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    1. Um bocado empolgado, diria que não é o texto ideal a um momento de controvérsia.

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    2. Mas é um texto da realidade picante, embora saibamos que nem todos os muçulmanos são extremistas nem terroristas....mas mesmo assim os direitos de igualdade da mulher não existem, aliás não existe nenhum direito para as mulheres. E também é preciso lembrar que os muçulmanos qua não querem viver de acordo com essas regras tão extremas era principalmente em paises civilizados como os da Europa que procuravam refúgio para poderem ter uma vida normal longe das atrocidades da religião muçulmana. extremista.

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    3. Pois eu acho que diz tudo. Não podemos não concordar com uma determinada religião, em face aos comportamentos pela mesma permitidos e depois "fechar os olhos"/concordar/não discordar com precisamente um desses comportamentos (o uso de burkini), porque o analisamos isoladamente.

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    4. Mas eu concordo com o texto. Acho é que carece de diplomacia.

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    5. Entretanto em Cote d'Azur levantaram a proibição. Porque será? Há muito turista do money, oil, etc ehehe

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    6. Posso bater palmas? É que é isto mesmo. Além de tudo o que foi dito estas mulheres são maioritariamente privadas de uma formação, sofrem autenticas lavagens cerebrais para considerarem que é assim que tem de ser e muitas mães são terrivelmente cruéis para as filhas que fujam da linha.
      Como se pode dizer que o niqab, hijab e outros do género não são obrigatórios quando a família trata a jovem que não os quer usar como uma pária? Uma prostituta? O que fariam vocês se toda a vida crescessem a ver mulher a usá-los e quem não o faz é denominado de lixo humano? A mulher já é vista como um objecto pela religião, quem não segue as regras é vista e encarada como lixo.

      Enquanto mulher preferia morrer a ter de me submeter a essa religião. E enquanto mulher tudo farei para que nada disso possa ser imposto aos meus descendentes. "Mais vale morrer de pé do que viver de joelhos".

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  19. Muito complicado este tema.
    Se não me incomoda o uso do véu/hijab, afinal as ocidentais também usam véus em alguns casos, cancros por exemplo, sei que é por motivos diferentes, mas não me parece lógico proibir-se alguém de usar véu pela sua religião e permitir por doença. Assim como não acharia bem a proibição do uso de um colar com uma cruz católica, ou algo do género. As pessoas não têm que negar ou esconder os seus ideais religiosos.
    Já o uso de burka acho que sim, deve ser proibido, por motivos óbvios. Acho que estamos todos mais ou menos de acordo até aqui.
    Agora a questão do burkini acaba por ser mais complexa. Se noutra altura se poderia tolerar, agora (depois deste terrorismo todo) compreendo que seja mais complicado. Porque em França, as coisas não estão simples como aqui, há bairros islâmicos onde é dificílimo a polícia entrar, eles criaram mundinhos deles à parte da cultura ocidental, do povo que os acolheu. Isso seria impensável se nós fossemos para o país deles, aliás, esta discussão nem teria, nem tem lugar lá. Portanto, posso até nem concordar muito com a proibição do burkini, mas consigo compreender o histerismo em que eles (habitantes de França) vivem.
    Por outro lado, não consigo entender o interesse duma pessoa ir toda coberta à praia. Eu às vezes vou lá vestida, mas não vou fazer praia, não vou apanhar banhos de sol, e muito menos de mar! Não me parece uma coisa nada prática, nem agradável. E como li alguns comentários dizerem para proibirem o uso do traje de freiras, eu que moro junto à praia, nunca vi nenhum lá trajada! E em relação ao uso de fato de mergulho, o que eu costumo ver, é que eles quando estão na areia tiram parte do fato, ou até todo. E como já se disse aqui, a coisa seria basicamente a mesma (fato de mergulho e burkini), a questão é que elas não usam o fato, quando o poderiam fazer, se faz o mesmo efeito, porque não respeitar o país onde se está e usar algo que não incomode o seu povo? Será que estão a tentar impor aquilo que querem, as suas regras/crenças? No país deles era-nos permitido isso? E se nós deixarmos que isso aconteça, o que vem a seguir? E porque têm que ser eles a impor as suas regras ao país que os acolheu e não o país que os acolheu impor as regras que convém à maioria, como faz com as outras pessoas (eu quero andar nua na praia e não posso (mentira não quero nada, é só um exemplo! Eu sei que há praia específicas para isso, mas eu poderia querer andar assim em todas)? É por isso que é complicado, eu até nem vejo mal no raio do fato de banho, mas a questão é o que está por detrás disso tudo.

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    1. Esse paralelismo que agora inventaram com as freiras é só estúpido. Que eu saiba as freiras não obrigam mais ninguém a andar de hábito, não dizem que os praticantes de outras religiões são seres inferiores, não impõem costumes à força.
      Quanto ao véu, deverá ser tão permitido numa escola, quanto uma cruz. Os crucifixos foram banidos para não ofender os muçulmanos, já agora.

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    2. Os alunos podem usar crucifixos nas aulas à vontade. Só não pode haver crucifixos nas paredes ou qualquer símbolo religioso.

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    3. Os crucifixos foram banidos porque se trata de um estado laico e não para não ofender os muçulmanos.

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    4. Picante, as muçulmanas tb não obrigam ninguem nas praias ocidentais a andar de burkini, só querem andar elas proprias assim. Quanto a não dizerem que os praticantes de outras religiões são inferiores.... pois, o Sr. Bispo, quando fala publicamente, tb não diz, (tal qual como alguns dos Imans, qdo dão a sua opinião pública) mas o católico dito "comum"... E alinho pelo anónimo das 00:49, só o crucifixo nas paredes das salas de aulas é que deixou de ser permitido, de resto os alunos até podem andar de terço ao pescoço. De qualquer forma, esta discussão já se tornou obsoleta, já que a proibição foi ( e muito bem, na minha opinião) revogada. Entretanto, os burkinis já tinham esgotado em quase todos os grandes armazéns (sim, grdes armazéns, não eram só vendidos em lojinhas esconsas) e , segundo anunciado por um dos fabricantes que aceita encomendas directas, 60% das compradoras eram: não-muçulmanas ! :) O que me chateia um bocado, porque eu própria já me estava a apetecer imenso usar um burkini e agora vou ter de esperar que reponham o stock. Para todas e todos, boa praia !

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    5. "Quanto ao véu, deverá ser tão permitido numa escola, quanto uma cruz. Os crucifixos foram banidos para não ofender os muçulmanos, já agora."... Terei de concordar com o anónimo que respondeu de seguida (00:49).
      A partir do momento em que um Estado se diz laico, não poderia ter nas paredes a cruz, não tem a ver com ofender alguém ou não, mas não faria qualquer sentido. Isso não impede que os miúdos andem com um crucifixo, e nem que as miúdos islâmicas andem com véu, coisa que não me ofende minimamente.

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    6. Eu sou a anónima do comentário inicial e depois do das 15:38. Portanto, acho que não tenho sido radical na minha opinião, estou ali no meio termo, talvez! O chamado, nem tanto ao mar, nem tanto à terra!
      No entanto, acho que tanta compreensão/tolerância, por exemplo: " 60% das compradoras eram: não-muçulmanas ! :) O que me chateia um bocado, porque eu própria já me estava a apetecer imenso usar um burkini..." (é um exemplo neste comentário, haverá outros comentários do género), acho que um dia vai dar mau resultado. Porque acho que tentaram (tentam) impor ao país que os acolhe as suas regras, em vez de seguirem as regras que antes eram iguais para todos os que já lá estavam (eu seria incapaz de fazer isso se fosse viver para outros país, mas isso sou eu). E como disse anteriormente, em França há bairros muçulmanos onde até a polícia não consegue entrar (conseguirá à força, suponho), acho que isso diz bastante. Sendo um país que os recebe (como muitos diriam, que está a ser "invadido"), daqui a uns anos tantos tolerância vai dar mau resultado, infelizmente.

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    7. A Picante enganou-se mas está certa num certo ponto: foram retiradas as bandeiras da Suécia das salas de aula porque a cruz delas ofendia os muçulmanos... estamos a falar da bandeira do país que os acolheu e onde vivem...

      Esses burkinis foram esgotados provavelmente por pseudo-feministas que querem fazer furor agora. Já agora, o facto de ser vendido em grandes armazéns só mostra a quantidade de mulheres que vivem na Europa há imensos anos, algumas até nascidas cá, que ainda não se integraram na cultura ocidental. Nada mais.

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    8. Há cerca do dois anos vi uma notícia sobre a alteração do logo do Real Madrid, tenho algures no blog um post sobre isso, retiraram a cruz a fim de não ofender os patrocinadores muçulmanos. Em Espanha e França houve queixas por causa da cruz nas escolas, tenho a certeza do que digo, li várias coisas sobre isso.

      Quanto aos buirkinis serem vendidos em grandes armazéns, não percebo o espanto. O Harrods, por exemplo, tem catrefadas de clientes muçulmanos.

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    9. Sim essa situação do Real Madrid realmente também foi verdade.

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    10. A situação do Real é verdade. A cruz nas escolas, seja aqui, espanha ou frança, se houve queixas foram justificadas. Estes são estados laicos, as escolas sendo públicas (do estado) não podem conduzir a nenhum tipo de educação obrigatória por algum tipo específico de religião nem adoptar nenhum símbolo religioso. A cruz é um símbolo ligado a religiões cristãs e portanto não será uma imposição religiosa (e possivelmente ofensiva) apenas para mulçumanos.

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  20. Pergunta para queijinho : quantas pessoas/empresas/patrocínios são necessários para montar um escritório?

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  21. O que seria de nós sem o nosso MEC
    https://www.publico.pt/mundo/noticia/tira-tira-tira-1742404?...

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    1. Eu até gosto bastante dele. Mas achei a crónica completamente ao lado.

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  22. despojado que regresso do vasto oceano, ainda periclitante no uso das pernas, fiquei a saber o que é o caralho de um burkini.

    ora, para um simplório como eu, é obviamente simples: teremos sossego com o fim dessa alucinação mais ou menos consensual que é a religião organizada.

    o estado é laico. não à merda das concordatas, das sharias, das juventudes partidárias, do futebol, dos iluminados, e dos pais a coagir os filhos a histórias da crochinha. dai-lhes o método e deixai as crianças escolher quando se tornarem adultas.

    ... e de passagem, a dec de amsterdão para variar um pouco.

    querem rezar, querem ser amarrados e suavemente espancados pela companheira? façam-no em casa para não aborrecer os restantes que, apesar das pastilhas, ainda mantêm alguma sanidade mental.

    ... e recordem, não foi um clérigo que inventou a máquina de lavar loiça, mas provavelmente foi um que inventou a fogueira para espetada mista de carne humana, pela vontade de deus...

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