quarta-feira, 1 de junho de 2016

O que vale é que isto são só redes sociais, que é como quem diz só blogs

Mas de vez em quando, muito de vez em quando, lamento que as tiradas que as pessoas lançam no FB, a comentar as actualidades, não sejam ripostadas aos tiros de kalashnikov, o mundo ficaria com um QI bem mais elevado, sem os apaixonados do gorila que era inocente, o pobrinho. Mas inocente de quê caraças? Alguém o julgou? Sem os que demoram seis anos a perceber que o Cid é um idiota mas acham normal dizer que lhe limpam o sebo, ou sem os imbecis dos adultos que acham razoável fazer bullying cibernético a crianças de onze anos. Eu vou repetir... Onze anos, foda-se! Adultos a desancar um miúdo de onze anos. Mas em que buraco vivem estes energúmenos que não é fundo o suficiente e ainda tem serviço de net?

(sim... fui ler alguns dos malfadados comentários...)

88 comentários:

  1. Pffff... ler comentários no FB!
    Eu sei de um blog que oferece sínteses muito catitas, uma espécie de apontamentos Europa-América. Não é o mesmo que ler a obra original, mas dá para irmos a exame.

    (tenho de dar mais atenção ao FB, é chato chegar aos blogs e não fazer a menor ideia o que se fala)

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    1. Mudou de nome e dono, mas os apontamentos ainda existem.

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  2. As redes sociais estão mesmo irrespiráveis por estes dias... mas essa do miúdo de 11 anos não soube. O que se passou?

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    1. O miúdo que concorria ao masterchef júnior deu uma receita trocada a um dos concorrentes.
      A falta de fair play do miúdo de 11 anos originou centenas de achincalhamentos no FB, por parte de adultos responsáveis, generosos e bondosos para além de perfeitos. Uma coisa para lá de nojenta.

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    2. Não deu uma receita trocada, viste o programa?
      Deliberadamente deu indicações erradas ao miúdo que no final ainda teve o bom fundo de assumir que a culpa tinha sido dele próprio ao ter dado ouvidos.
      Isso não é falta de fair play.
      Isso é ter falta de valores e de educação.
      Se é óbvio que discordo com a forma com que as pessoas agora decidem lidar com as coisas via redes sociais -o caso Cid é só mais um exemplo, outro exagero- também é óbvio que discordei com a inércia com que os chefes decidiram lidar com a situação.
      O programa é visto por miúdos, visa, por isso mesmo e também servir de exemplo.
      Se os adultos -que tiveram uma atitude tão ou mais vergonhosa que o puto- tivessem tido outra postura, o caso não tinha tomado estas proporções.
      Se fosse meu filho vinha para casa com as putas das bochechas a arder.

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    3. Dar indicações erradas ou uma receita errada. Qual é a diferença?
      Os chefes do programa lidaram com a coisa de acordo com as regras, é um programa internacional e tem de ser seguida à letra. Podes é discordar das regras.
      E é isso mesmo. O correctivo deve ser dado pelos pais da criança, filho meu saía imediatamente do programa, temos pena. Pelos pais e não por uma série de imbecis sentados atrás de um monitor.

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    4. Porque não deram uma receita, foram dando, à medida que o puto ia precisando de ajuda, indicações erradas.
      Chegou inclusive a dizer que não o ia avisar e que o ia deixar queimar a tarte que estava no forno.

      Se para ti não tem diferença, para mim tem toda.
      Repito: viste o programa?

      E mais uma vez: estou totalmente contra os ataques, da mesma forma que estou totalmente contra a atitude do puto e sobretudo contra a dos adultos.

      Ninguém falou em regras, sem ser as da boa educação: o mínimo seria uma chamada de atenção.
      O mínimo, porque o resto é trabalho dos pais.

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    5. Pipas, não vi o programa, li uma noticia qualquer e o post do Goucha.
      Mas estamos a falar do mesmo, a atitude subjacente é a mesma e é errada, passa por querer ganhar aldrabando e manipulando. Se engana muito ou pouco, para mim dá igual porque ganha enganando e não por efectivamente merecer ganhar. Concordo contigo, revela valores errados.

      O post dizia que houve uma chamada de atenção, no final do programa, também li comentários de gente que dizia que tinha sido demasiado branda mas isso já não sei.

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    6. Ah.
      Não viste.
      Pois.

      A questão é que não passa por querer ganhar, passa por querer que aquele perca, percebes a diferença?

      Não houve chamada de atenção, senão não estava aqui com esta conversa toda, né?
      Houve um comentário do sucedido sem que nomes tivessem vindo à baila. Apenas um ligeiro "sabem quem são".
      Ou sejam, deixam o assunto na consciência de quem efectivamente não a tem, independente de ser por ser criança -motivo nada válido- ou de por ser mal educado e poucochinho.

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    7. Não, o miúdo fez o que aprendeu com os adultos: lixar os colegas para ganhar. Não tem a ver com sadismo, tem a ver com "eliminar" a competição. Basta ver qualquer masterchef (sem ser o australiano) com adultos para perceber que o que interessa não é a comida nem as pessoas, mas a competição desmesurada e os dramas (aliás basta ver qualquer reality show, é sempre o mesmo). E depois admiram-se que as crianças não façam o mesmo? Estão simplesmente a imitar os adultos, que raramente são chamados à atenção aquando se encontram na mesma situação deste miúdo.
      É uma hipocrisia basicamente. Não gostam das atitudes dos miúdos em reality shows, não os metam lá / não os vejam.

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    8. Não foi desclassificado?
      No fundo, são estes putos que sobem nas empresas, são estes miúdos que os patrões querem, para irem puxando o tapete uns aos outros.

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    9. Para mim é a demonstração típica da infeliz atitude de muitas pessoas em Portugal: Não interessa ser bom, o que interessa é mesmo prejudicar os outros para se destacar.

      O miúdo não tem talento, lamento, mas alguém com talento natural não faz isto.

      Para mim sinceramente revela que o miúdo não só não tem educação como não tem valores morais nem sentido de equipa. Tinha muita vergonha se um filho meu tivesse uma atitude deste género.

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  3. Bem Picante, hoje a 100% de acordo consigo. Sobretudo no que diz respeito a uma criança de 11 anos. Escrevi sobre o mesmo, quer no meu canto quer no facebook e sobretudo neste último, acho que ninguém me percebeu a essência da coisa e esquecem-se que o que elas mostram de si, quando criticam sem filtros, é tão pior do que o que uma criança possa ter feito numa competição. .

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    1. Pois. A catequese faz falta a muita gente. É aquilo do não faças ao outro.

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    2. E quem garante que este puto ou a família dele não anda/andou na catequese?

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    3. Não basta andar. Faz falta a seguir aplicar. Eu passo a vida a repetir esta máxima aos meus.
      (e acho uma excelente postura de vida)

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    4. Eu sempre ensinei esses valores e filho meu não faz catequese. Não lhes inculto religião, apenas amor e respeito pelos outros e por si mesmos. Para conquistar há que fazer melhor e não é tentando derrubar os outros que se sobe na vida. Até porque haverá sempre alguém melhor ou mais forte.

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    5. Acho que a Picante não se estava a referir ao "ir" à catequese, mas sim aos valores que se aprendem.

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    6. Caramba, eu apenas quis dizer que os valores transmitidos na catequese fazem falta a muito gente. Isto não significa que as pessoas tenham de lá andar para os ter, podem obtê-los noutro lado qualquer. Está bem assim?
      (obrigada, Bárbara)

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    7. Ainda bem que o anónimo não "inculte" religião a ninguém! É chato "incultir" coisas às pessoas!!

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    8. Um bem haja à Ana. Pode não ter muito para dizer, mas lá de gramática sabe ela!!!! (tristeza)

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    9. O meu filho é aquele miúdo que antes dos testes explica a matéria aos amigos, que os ajuda a resolver trabalhos de casa, que fica contente quando um colega consegue tirar boas notas e que se foca em fazer o melhor para ele... e olhe nunca meteu os pés na catequese nem vai meter.

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    10. Não me surpreende tanto altruísmo no seu filho.
      É dos livros a vinda de um segundo Cristo à terra

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    11. Anónimo1 de junho de 2016 às 22:12

      Sabe lá, se vai ou nao meter, eu iniciei catequese aos 37 anos por opçao propria, sou a unica pessoa da minha familia que é religiosa . O que a picante estava a falar era de valores, que o seu filho tambem tem, o que é maravilhoso.

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    12. Anónima das 23.43 o que eu meu filho fará na idade adulta é com ele. Por minha iniciativa não vai obrigado, não o submeto aquilo que eu própria detestei ser submetida.
      Acho que os valores são uma coisa, a religião é outra. Se a religião servisse somente para transmitir bons valores teria todo o meu apoio mas (na minha visão que advém obviamente da minha experiência) eu não senti isso. Apoio fortemente todos os valores que acho correctos mas acho que ser boa ou má pessoa não tem propriamente a ver com religião, pode ser-se religioso e boa pessoa como má pessoa (isto independentemente da religião) assim como podemos não ter religião nenhuma e também o sermos ou vice-versa.

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  4. Voltamos aos tempos da inquisição, mas em tempos modernos utiliza-se o facebook! É queimar/desejar matar/julgar/desejar mal....a tudo e a todos!

    Todos acham muita coisa. Perdem o tempo a achar tudo. Deviam deixar-se de achismos e tratar da própria vidinha!

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    1. Algo de contraditório em quem comenta e acaba dizendo que "deviam de..."

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  5. Caramba a patacoada do Cid foi em 2010 e agora tudo arranca os cabelos. É falta do que pensar.

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  6. Não li comentários e achei o comportamento do puto inaceitável.
    Quanto ao resto, já enjoa.

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    1. Claro que é, Pipas. Mas ver adultos a insultar um puto dá-me vontade de lhes enfiar umas biqueiradas na boca. É mesmo assim.

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    2. Nem sequer sabemos os valores dos pais. O puto que deu mal as indicações afirmou que o fez porque o outro se estava a aproveitar.

      O cérebro das crianças não é o de um adulto, o raciocínio não é o mesmo, nem a forma de analisar as situações.

      Se os chefes viam o que se passava, deveriam intervir. Afinal, já o fizeram com os adultos.

      Posto isto, não vejo que valor este programa possa trazer a uma criança.

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    3. Para começar (e perdoem-me a franqueza e a intromissão), não devia ser possível haver concursos com miúdos, com menores de idade. Ai e tal assim ganham fama: pois ganham, mas também sofrem.
      Não devia ser permitido. As crianças estão a ser exibidas para se obterem audiências.
      Não devia ser permitido.

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    4. Pipocante Irrelevante Delirante2 de junho de 2016 às 00:06

      Ora... daqui a pouco vamos dizer que não devia ser permitido blogs com crianças, em que que estas estão a ser exibidas para se obterem audiências.
      Não pode ser.

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    5. Anónimo das 17h07

      Os valores dos pais estão espelhados no filho.

      Com onze anos, sabia perfeitamente as consequências do que estava a fazer.
      Se achava que o colega se estava a aproveitar -honestamente não achei, mas pronto- devia simplesmente não dar indicação alguma.
      Ninguém o obrigou a mostrar a má pessoa que já começa a mostrar ser.

      Quanto ao resto, comoletamente de acordo.

      Quando acontecer algum acidente grave com alguma criança na cozinha, talvez estes programas acabem.

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    6. Isso não é assim, Filipa Brás. Os pais podem perfeitamente passar valores correctos e ainda assim os miúdos fazem asneiras. A questão põe-se mais ao nível do que fazem os pais quando confrontados com as asneiras dos filhos.
      Filho meu saía imediatamente do programa, ainda que tivesse passado à fase seguinte. E via a vidinha a andar para trás uns tempos. Isto se me tivesse drogado ao ponto de o ter deixado entrar, mas pronto.

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    7. Ahahahahahahhahahha "Filipa Brás"
      Gorda dum cabrão, parece que é parva.

      Não é assim só porque não é assim que se passa em tua casa.
      Pá, está mas é calada que isso é açúcar a mais.

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    8. "O puto que deu mal as indicações afirmou que o fez porque o outro se estava a aproveitar." - a sério que alguém acredita nisto como justificação? Mas será que dá para entender a noção do ridiculo?

      A criança, inocente, coitadinho (só que não porque sabem bem nessa idade o que é certo, errado e têm toda a noção da maldade) mas adiante, poderia simplesmente estar calado. Mas não. O carácter é uma coisa que se constrói e para o dele dar em alguma coisa de jeito convém que os pais interfiram agora.

      Afinal quantos adultos que prejudicam os outros deliberadamente conhece? E são boas pessoas? Eu não conheço nenhum que o seja.

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  7. Eu sou transmontana e sinto vergonha da maior parte dos comentários que li nas redes sociais. Por muito indignadas que as pessoas tenham ficado ao ouviar as alarvidades do Cid grande parte dos comentários só mostraram falta de educação, saber ser e estar e não me revejo minimamente nesses comentários.

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  8. Estamos no tempo dos "achados" todos achamos algo sobre alguma coisa e, melhor ainda, achamos que somos superiores aos outros e que nunca estaremos do outro lado! haja pachorra

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  9. Não percebi a situação do miúdo. As outras duas sei do que se trata.

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  10. Vejam a resposta ali acima, à Entre os meus dias.

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  11. Quando ao garoto só tenho a dizer: é a vida. As redes sociais tanto servem para idolatrar como para mandar abaixo. Se fez asneira, aguente-se à bronca. Não concordo nada quando se diz que são só crianças, porque nessa idade muitas já têm maldade suficiente, até incutida pelos pais. Pode até ser um grande alerta, porque se o puto é assim na televisão com certeza será assim no seu dia a dia, inclusivamente escolar. Que sirva de abre-olhos a quem o rodeia, embora eu tenha quase a certeza que os responsáveis directos por ele adoram a sua actitude. Infelizmente é este tipo de caracteres que singram mais facilmente.

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  12. Pipocante Irrelevante Delirante1 de junho de 2016 às 12:30

    Essa do macaco* já é velha. Pior que debitar m###a nas redes sociais, é reciclar m###a ultrapassada.
    Quanto à do gorila, tem muitas leituras.
    Quem é o miúdo?

    *que gosta de banana como gosto de ti

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  13. Não acho que dizer que aquele miúdo revelou maus instintos e que estava errado fosse bullying. Não vi comentários por aí além, sendo que a grande maioria se focou em acharem que este tinha que ser mais humilde e que o programa devia ter dado um corretivo ou que os pais deviam lhe dar umas lições de moral. Não vi insultos gratuitos ao miúdo, não vi comentários maus para além dos que foram feitos à sua atitude, mas podem ter havido alguns em que não reparasse.
    Não acho que por ele ser criança que está isento a críticas construtivas, aliás até lhe faz muito bem. Claro que insultos e ameaças (algo que não vi) seria intolerável, mas creio que o que se passou possa ser uma boa lição para a vida: que não se deve pisar ninguém para se obter o que quer.
    Claro que acredito que muita pessoa que mandou opiniões se calhar já fez coisas piores em adulto, mas as redes sociais são assim.

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  14. Todo o louvor para quem é capaz de reconhecer a estupidez envolvida na morte do gorila. Culpo os pais, culpo a existência de parques zoológicos que ensinam que a natureza é "nossa" e, sobretudo, culpo uma sociedade que insiste em tratar os outros animais como coisas, em que a empatia face a tudo o que não seja humano, cão ou gato, é tomada por maluquice ou sentimentalismo. De momento, a espécie humana comporta-se como um parasita no planeta - e eu não odeio a minha espécie, mas isto é de reconhecer por quem esteja minimamente desperto.

    Kill Your Barbies

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    1. Pois lá está. Eu não sinto empatia por animais. Gosto deles,respeito-os e trata-os bem mas não me tento pôr no lugar deles.

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    2. Mas Picante, eu também não adoro cães, por exemplo. Nem nunca conheci nenhuma vaca ou um porco. Mas acho que temos o dever ético e moral de não ficar alheios ao seu sofrimento, que é na esmagadora maioria dos casos um sofrimento desnecessário e que nos deveria envergonhar.

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    3. Se fosse mãe saberia que às vezes bastam uns segundos de distração, culpada é a segurança do zoo!! Como é possível uma criança cair ali?? E claro, entre um gorila e uma criança...criança! Há muita gente a criticar os zoos, mas se não fossem eles muitas espécies já estariam extinguidas...

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    4. Não é preciso ser-se mãe para se saber que em segundos, tudo pode acontecer. Mas uma mãe, sabendo-o, não poderia nunca distrair-se e ainda atribuir culpas aos seguranças, penso eu. Não li a notícia, apenas vi o título. Adoro animais, não quero ver imagens de mortes, não vou a Zoo (não alimento essa indústria) mas sei que se fosse a minha criança não só não me perdoaria nunca, como entenderia que se matasse o animal, já que, dos comentários que li era a única forma de garantir que não teria nenhum comportamento violento. E lá está, adoro animais (não só cães e gatos, todos mesmo).
      Quanto à parte de animais que só não estão extintos porque existem nos jardins zoológicos, o risco de extinção é tão somente culpa do homem.

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    5. Se eu fosse mãe não levaria os meus filhos a um zoo, anónimo. Os zoos não representam um papel relevante na preservação das espécies e o seu foco é o lucro e o entretenimento, ao contrário de reservas naturais e santuários. E mesmo que tivessem, é um bocado como a história do fim das touradas implicarem a extinção dos touros. A um elefante que passa a sua longa vida confinado não interessa a preservação da espécie. A espécie enquanto entidade abstrata não tem mais valor que a vida de um ser senciente.

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    6. Não faltava mais nada, a vida dos animais sobrepor-se à vida humana! Ainda que os pais (ou quem estivesse a zelar pela segurança da criança)fossem os maiores culpados, o desfecho não poderia ser outro.
      Ainda não há muito tempo, saiu uma notícia de uma mulher a pedir socorro na estrada, depois do ex companheiro ter incendiado o carro e a ela. Ninguém parou!! Ninguém! Mas se fosse um cão ou um gato, entupiam a estrada para ajudar. Há qualquer coisa na sociedade que não está bem; empatia para com os animais e não para os humanos?!

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    7. Se algum dia for atacada por um animal prefere certamente ser morta, morrer com dores, ser aberta ao meio, pisada, pontapeteada, etc pelo animal, certo?
      Faça portanto um favor e quando tiver nessa situação não peça ajuda, não vá alguém lembrar-se de matar o animal para a salvar.

      (estou a ser sarcástica caso não tenha entendido. Para mim o valor de uma criança supera em muito o de qualquer animal. Temos pena. A mãe pode ter culpa ou não, a sociedade idem mas a criança deveria sofrer por isso? Poupem-me).

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    8. Anónimo das 18:37, tem alguma ideia da quantidade de animais que morrem por dia (http://www.adaptt.org/killcounter.html)? Honestamente, não vejo onde está a grande empatia pelos animais de que se tornou hábito falar. Há alguma empatia por cães e gatos por parte da população dos países ocidentais, sim. E os outros?

      Obviamente que não acho que a criança tenha culpa da existência dos parques zoológicos ou do descuido dos pais. Mas isso impede-me de lamentar a morte do animal, e de repudiar o parque zoológico enquanto instituição de cativeiro? Não. Já agora, o gorila não estava a atacar a criança e, se estivesse, existem sedativos que podem ser disparados à distância, tal como uma arma - mas sem matar. Incomoda-me muito que o primeiro impulso da maioria dos humanos face a um animal que não seja um cão um ou gato seja matar. Algo está mal quando estamos tão desconetados ao ponto de tratarmos seres sencientes como coisas, não quando sentimos empatia. Empatia é um sentimento positivo, sabe?

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    9. Nádia, se fosse um filho seu ou um familiar naquela situação, provavelmente não pensaria assim... Será que quereria dar o benefício da dúvida ao animal? Não me parece!
      E com certeza os tratadores do zoo, experientes com animais, fizeram o que acharam mais acertado. Ou acha que os tratadores tomaram a decisão de abater o animal de ânimo leve?

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    10. Nádia desculpa mas estás a falar de uma coisa da qual aparentemente não tens conhecimento nenhum.
      Primeiro ponto: não havia alternativa de ser sedado. Porque a reacção após ser sedado é completamente descontrolada e agressiva. Era muito mais provavel que matasse o miúdo imediatamente (informa-te)

      Depois isto "o gorila não estava a atacar a criança " - viste o vídeo?! O que ele estava a fazer ao miúdo podia matá-lo ou deixá-lo gravemente ferido para o resto da vida.

      Achas mesmo que se houvesse alternativa eles não a teriam usado? Achas que são sadistas e uns animais que adoram matar tudo o que se mexe?! Quem está ali anos a fio a lidar com um animal, a tratar dele, a alimentá-lo, etc achas que haveria outra forma? Informa-te!
      Eu acho muito bem o que fizeram. E eu sou completamente contra coisas abonimáveis como a caça desportiva ou qualquer coisa deste género. Mas para salvar uma criança?! Pelo amor da Santa!
      Se lamento que o tenham morto? Lamentava muito mais a morte do miúdo isso podem ter a certeza.

      Já em relaçao à existência de animais no zoo vs. a preservação = longe da vista longe do coração. Tenho sérias dúvidas que tantas pessoas doassem tanto dinheiro e se fizessem tantas campanhas para salvar, preservar, etc animais em risco se as pessoas não tivessem contacto quase directo com eles. Isto é básico. E a caça em excesso no local, os próprios indigenas só protegem actualmente os animais selvagens porque recebem dinheiro (doado) para o fazerem. Antes a sua fonte de rendimento era servir de guia para caça desportiva, para a venda de marfim, pele, etc.
      É como as histórias de fatalidades: se for o nosso vizinho é bem mais fácil irmos ajudar, se for no outro lado do mundo pensamos "coitadinho e tal" mas passado umas horas já nos esquecemos e andamos com a nossa vida para a frente.
      Além disso, neste momento os animais em zoo´s ou nascidos em zoo´s não sobreviveriam no mundo selvagem, portanto como querias que acabassem com eles? Matá-mo-los ou libertamos os ditos na selva e esperamos que morram?
      Enfim...

      E em relação à criança e à mãe. Por muito incompetente que a mãe seja (que pode não ter sido), o zoo devia estar feito de forma a que fosse completamente impossível qualquer pessoa cair lá dentro ou qualquer animal sair.

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    11. Nádia, faz ideia da reacção do animal ao sentir o disparo do sedativo?! Aquilo é sentido como uma bala. Aquilo dói como uma bala. É completamente imprevisível a reacção, além de o sedativo demorar minutos a fazer efeito. Nesses entretantos os animais atacam tudo o que podem porque não sabem o que lhes está a acontecer. Simplesmente sabem que foram atacados. O que acha que teria acontecido à criança?! Era estraçalhada pelo gorila ferido na hora.
      E acha que os tratadores tomaram a decisão de ânimo leve? Que não lhes custou?! Eles sim hão de ter empatia com aquele animal especifico já que lidarão com ele diariamente. Ou não?! Acha que tiraram prazer daquilo, foi?
      Nunca, nunca um animal é sedado se pessoas estiverem perto. Nem numa cidade quando um animal foge de um circo ou assim, quanto mais numa zona confinada com uma criança ao lado.

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    12. Caramba anónima (15:32)... Querem lá ver que é a minha alma gémea?! :D é que é mesmo-mesmo isso. Palavra por palavra, podia ter sido eu a escrever este seu comentário.

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    13. Acredito até que quem deu a ordem e quem disparou preferisse não o fazer mesmo correndo riscos, mas... o que aconteceria se a criança sofresse algum dano? Iria ser complicado.
      O director teve segundos para tomar esta decisão. Teve que ser.

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    14. Parece-me, em primeiro lugar, que há aqui alguma confusão. Criou-se uma imagem de que ou se defende os humanos ou os restantes animais e a maioria das intervenções procurou claramente implicar falta de empatia pela criança nos meus comentários. Em algum momento referi que me estava a borrifar para a criança? Houve uma vítima mortal quando podiam ter sido duas, e isso é positivo.

      No meu primeiro comentário critiquei uma sociedade profundamente doente que enjaula animais selvagens e os mata quando se comportam como tal. Não tinha que ter acontecido e não teria aconteciado se os zoológicos já não existissem. Não pensei nisto ontem, não me tornei contra os zoos devido à morte deste gorila, foi sempre a minha opinião desde que comecei a refletir e investigar sobre estas questões.

      Eu não separo os humanos dos restantes reino animal da forma absoluta que a sociedade nos ensina, ao ponto de vermos mais semelhança entre um gorila e uma lagartixa que entre um gorila e um humano. As vidas dos animais não são descartáveis nem nos pertencem - temos o dever de proteger aqueles cujo ambiente natural destruímos, mas não temos o direito de os enclausurar para exibição. Posso ter esta opinião e ficar satisfeita por a criança ter sobrevivido.

      Anónimo das 15:32, os seus argumentos a favor dos zoos são falaciosos. Devolvo-lhes o repto: informe-se. Os animais nascidos em zoos podem ser enviados para santuários onde poderão viver as suas vidas. Depois, os zoos não existem para a preservação dos animais selvagens. Algumas fontes, para que se possa informar:

      http://animalrights.about.com/od/animalsinentertainment/a/Arguments-For-And-Against-Zoos.htm

      http://www.captiveanimals.org/news/2010/03/10-facts-about-zoos

      "Lions are a popular in zoos, but the vast majority “are ‘generic’ animals of hybrid or unknown subspecific status, and therefore of little or no value in conservation terms. Zoo director David Hancocks said: “There is a commonly held misconception that zoos are not only saving wild animals from extinction but also reintroducing them to their wild habitats. The confusion stems from many sources, all of them zoo-based… In reality, most zoos have had no contact of any kind with any reintroduction program.” Captive breeding is considered by some conservation scientists to be a diversion from the reasons for a species’ decline, giving “a false impression that a species is safe so that destruction of habitat and wild populations can proceed”.

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    15. Nádia, não tenho nada a ver com o assunto e vou-me já embora. Mas tenho de lhe dizer que não percebeu nada do que o anónimo das 15:32 disse sobre o papel dos Zoo na conservação das espécies.

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    16. Anónimo 15h32 é isso tudo!

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    17. Isto de sermos mais papistas que o papa...
      Não compactuam com o zoo, mas, em calhando, não têm problemas em comprar roupa que foi feita por crianças em condições precárias.
      Nota: o comentário não é para ninguém em específico.

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    18. Nádia olhe é como disse a NM não percebeu (ou não quer perceber) o meu comentário.
      Mas eu faço-lhe uma espécie de desenho: só existem santuários porque há quem dê dinheiro para eles e só há tantos milhares a serem doados e dados porque as pessoas conhecem os animais do seu dia-a-dia, porque estão relacionados com as emoções de infância, as memórias, etc.
      Acha mesmo que os milionários que sustentam os santuários, acha que os indígenas paravam de matar em massa e vender tudo o que desse bom dinheiro se não fossem os milhares que lhes são dados e acha que alguém dava dinheiro para lá se não houvesse vínculo?
      E sabe quantos animais em perigo existem sem que ninguém faça nada por eles? Sabe quantas espécies estão em extinção? E sabe quais é que são aquelas que se tenta salvar mesmo? Os que estão em zoo´s.

      E deixemos claro: eu não sou a favor dos zoo´s mas facto é que sem eles a caça desenfreada não seria tão mal vista, a desertificação dos ambientes selvagens só é conhecido e só nos "toca" em termos de sociedade porque conhecemos os seus habitantes e tantas outras coisas.
      Para além disso os zoo´s já existem mas ainda é impossível mandar todos para os santuários e também se sabe que a maioria das doações para os ditos santuários que partem do cidadão comum cessariam pois a vasta maioria dá imediatamente antes, depois ou durante a visita a um jardim zoológico.

      E, sim, coloco em causa a sua empatia pela criança pois na situação em questão era impossível retirá-la de lá em segurança sem matar o gorila.
      Se uma criança caísse nas mãos de um esquizofrénico em delirio e o tivessem que matar para a salvar ficaria assim tão agastada? Não sei porquê mas tenho sérias dúvidas.

      Porque o gorila em questão não estava a tentar atacar a criança directamente (não estava com comportamentos agressivos senão a criança teria morrido muito antes), no entanto o que ele fez não foi protegê-lo. Isto é, um bebé humano é extremamente frágil em comparação pelo que o que o gorila estava a fazê-lo poderia matá-lo.
      Deveríamos o quê? Ter ficado todos a rezar e a esperar que um milagre qualquer defendesse a criança?
      Sabe que a criança está ferida e ainda tem prognóstico reservado?

      E, desculpe, mas para mim a vida de qualquer criança vale mais do que a vida de qualquer animal.
      Tivesse o meu filho em perigo e seria bem capaz de matar o meu cão (que amo) se a vida dele dependesse disso. Mas olhe que qualquer outro animal faria o mesmo: matava primeiro o humano para salvar o seu descendente.
      Aliás, para ser sincera, acho que até era capaz de matar alguém se a vida do meu filho dependesse disso.

      Portanto, se no caso do senhor que se atirou para a jaula dos leões para se suicidar me mete um asco desgraçado que tenham morto os leões, neste caso não tenho pena. Tenho pena de que tenha de ter morrido, pena da incompetência de quem fez aquelas instalações, pena de a mãe e a outra senhora que o tentou agarrar não terem conseguido ir a tempo.
      Mas entre a vida daquele gorila e daquela criança, a da criança vem em primeiro lugar e vale mais, muito mais. Portanto, o que foi feito tinha mesmo de ser para salvar a vida daquela criança e eu considero qualquer pessoa que coloque em causa que a vida daquela criança não merecia o esforço e o sacrifício...enfim.
      Acho que até o extremismo pelo amor animal tem limites e para mim esse limite chega quando a vida de uma criança está em risco.

      (E eu não preciso que me dê esse tipo de "informação" eu sei informar-me obrigada, também sei ler artigos em sites neutros e não extremistas, obrigada.
      Mas olhe que é importante nem sempre confiarmos em tudo o que a net nos diz porque, por exemplo, um site extremista americano dizia às pessoas que as ovelhas morriam e sofriam muito com a tosquia... até publicitaram várias imagens no metro e afins com ovelhas a sangrar e em sofrimento e mortas... a verdadeira questão é que as ovelhas nunca sangram durante a tosquia e aliás, a ovelha doméstica se não for tosquiada é provável que morra asfixiada)...

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    19. Me, My Shit and I ...mas aí a roupa é feita por crianças e não por animais, portanto, why bother...

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    20. Não há "decisão" envolvida, anónimo (18:04), é protocolo.

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    21. Pior, não compactuam com o zoo, mas depois é vê-los a terem os animais em cativeiro nas suas próprias casas.

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  15. Acho que este tipo de programas, tais como os de música, não deviam ser permitidos para crianças

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    1. Concordo! Isto que o miúdo fez mais não foi do que tem vindo a ser praticado por adultos em programas do género. Claro que se portou mal, e claro que devia ser desclassificado, mas para começar era bom que se fizesse o mesmo neste tipo de programas com os adultos. E nestes programas o que dá audiência é o confronto entre os candidatos.
      Os miúdos repetem o que aprendem connosco! (e depois há um ou outro que, mesmo com bons exemplos, descarrilam!)

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    2. Filho meu não entra nestas tretas, isso lhe garanto.
      (os das músicas, então, acho deprimentes, a querer transformar crianças em pequenos adultos... só gostava do Bambino d'ouro)

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    3. Ai é qur está o cerne da questão. As crianças não sabem e bao tem que saber lidar com este tipo de pressão. A responsabilidade dão das entidades que usam os miúdos para ter audiências e dos ignorantes dos paizinhos que se país têm muito pouco. Porque não os sabem defender .

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    4. Anónimo das 14.41h alguém que faz algo tão naturalmente e à vontade...bem, pelas costas e às escondidas deve fazer bem pior. Ele precisa é de valores e de educação...

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    5. Por acaso discordo. Acho que há uma diferença entre os programas de música e este. Detesto esses de música e nunca vejo, mas este de culinária vi os 2 episódios e gostei bastante. Acho que está feito de uma forma diferente e so nesse momento se viu o lado mais "sacaninha" de duas crianças. Mas isso são coisas que acontecem! As crianças também são assim e acho que a forma como foi mostrado, o jurado a dar-lhe um raspanete, a menina que viu tudo a chorar e o menino alvo da sacanice a admitir que a culpa era dele porque não fez as coisas sozinho, encerraram o assunto para mim. Aquilo de adultos se virem indignar para as redes sociais, é a moda de hoje em dia. Para a semana já surge outro tema viral qualquer e este cai no esquecimento.

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    6. (sou o anónimo das 14.41)
      Anónimo das 22.17 - concordo consigo! Precisa, acima de tudo, de valores e educação. O que eu quis dizer é que estes programas em "modo adulto" giram todos à volta da competição, do drama e do tramar a outra equipa e que, ao assistirem a isto, os miúdos acabam por achar que é normal!
      Agora que se fosse meu filho o castigava a sério, acredite que castigava - provavelmente tirava-o eu do programa. Aliás, nem entrava...

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    7. Eu não concordo muito com a teoria de que isto é o que as crianças fazem. As crianças de hoje são os adultos de amanhã.
      Quem é o adulto aqui que gosta de pessoas assim manipuladoras, más e que são capazes de tudo para ficarem bem-vistos, parecerem competentes e parecem os melhores (que nunca são)? Eu odeio pessoas assim e não acredito que seja algo que mude por si só a menos que alguém (pais) lhes bata o pé enquanto é tempo.
      Falta é saber se estas atitudes não são promovidas pelos pais.

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    8. Claro que são. Até apostava em como os pais do miúdo são daqueles que lhe dizem para nunca se ficar, para ser um vencedor. Vejo por aí cada coisa, com a mania de idolatrarem as suas crias e rebaixarem as dos outros que imagino logo como é que será os putos forem maiores e quiserem impor a sua vontade perante os pais.

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  16. Confesso que o que realmente me chocou foi o abaixo assinado que alguém (lá nos States) fez, e que ontem já tinha mais de 300.000 assinaturas, a pedir justiça para o Gorila (temos pena mas ele não deixa de ser um animal perigoso) e que as crianças fossem tiradas aos pais por negligência. Não era este mundo que eu tinha planeado deixar aos meus filhos. Não mesmo!
    Quanto ao puto do Masterchef, não vi, mas lendo o que se passou, claramente voltaria para casa com as bochechas a arder,como diz alguém mais acima.

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    1. A sério?? Está tudo louco...

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  17. Isso do masterchef já depende da versão. A australiana é muito soft, todos muito unidos, só me lembro de 2 episódios em que o espírito competitivo esteve mais ao de cima e, ainda assim, nada de nota quando comparado com a versão americana. Esta, é tão competitiva, os diálogos, olhares de esguelha, comentários laterais entre concorrentes, e entrevistas auto centradas de inaltacao do próprio e pouca ou nenhuma humildade, não tem união e, na minha opinião, fica a perder. Já está versão brasileiro também se aproxima à americana, mas menos forte. Também não tem grande qualidade em termos de receitas, já que quando assisto nunca fico com fome, ao contrário da australiana, valha.me deus!

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    1. Também só gosto da Australiana. A qualidade dos pratos é inequivocamente superior e não suporto a falta de humildade e fair play da Americana.

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  18. Pipocante Irrelevante Delirante2 de junho de 2016 às 00:07

    Felizmente TVI é coisa que não me assiste.
    Inguinurância... oh benção divina.

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    1. escreveu a palavra tão mas tão mal que tive de a "escrever" na mesa para me lembrar da forma correcta como se escreve. Oh santa ignorância!

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    2. Anónimo das 13.48h pode saber escrever bem mas de sarcasmo percebe muito pouco, não é?

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    3. Ahahah muito bom

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  19. É por isso que nem vejo aquilo. Vejo o masterchef Austrália, porque é o único decente, sem aquela competição parva só para audiências.
    Agora um masterchef junior... please! Uma criança de 11 anos a cozinhar e empratar melhor do que a maioria dos adultos! Sério? Poupem-me!

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