terça-feira, 17 de maio de 2016

Pequenas grandes coisas

O rapaz, de alva vestida, a reafirmar, no meio de um coro de vozes extremamente juvenis, "Creio em um só Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e na terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis..."

54 comentários:

  1. Bonito! E foi sentido? Se tiver sido, ainda mais bonito deve ter sido. Parabéns.

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    1. Eu espero que sim, só o fez porque quis.
      Cá em casa a catequese foi imposta até ao terceiro ano, quando fizeram a primeira comunhão. A partir daí foram livres de escolher se queriam ou não continuar e aprender mais.
      (foi muito bonito, sim, obrigada)

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    2. Respeito! a Fé é um mistério mas adorei ler que os deixou escolher, porque tudo faz mais sentido assim (na minha humilde opinião)

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    3. Lol , granda lol..também os deixam ver pornografia? Sejamos coerentes né?!;)

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  2. Hahahaha Porque razão os piores são sempre aqueles que vão à missazinha?

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    1. O meu filho é realmente do piorio. Tenha cuidado, dona Joauina, não se cruze com ele, ensinei-o a atirar pedras aos imbecis.

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    2. Yap... eu acharia ridículo um filho meu participar num rito destes (pior, sem ter sido obrigado, ter querido ir)... mas pelos vistos há quem sinta orgulho.

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    3. Tem razão. É realmente pior ter fé que ser obrigado a tê-la (ou a fingir que tem).
      Vocês dão-se conta das coisas que dizem?
      Vá com Deus, anónima, que o Senhor lhe dê muita força.

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    4. É impossível obrigar alguém a ter fé. No entanto, muitos pais forçam os filhos a estar presentes nestes eventos. Que é a única justificação que encontro para alguém poder estar presente neles, o ter ido obrigado. O ter ido voluntariamente, acreditar nesse conjunto de patetices e ainda cantar alegremente essas músicas surreais, denota-me alguma perturbação.

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    5. Eu não conheço nenhum jovem que seja obrigado pelos pais a fazer a profissão de fé ou o crisma.
      Devo ter a sorte de me dar com pessoas razoáveis. Mesmo os ateus com quem me dou, e são muitos, têm a educação suficiente para respeitar as crenças dos outros e absterem-se desse tipo de comentários intolerantes.

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    6. Intolerantes e ignorantes. Uma oração não é uma música.

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    7. Conta lá, Picante, tens uma espécie de íman para gente parva, não tens?

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    8. Se calhar respeitam à tua frente, cara a cara.

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    9. Mas em que parte a Picante referiu que o obrigou? Aliás, mais acima indica que impôs só até à 1ª Comunhão. De facto há que ter cuidado com este miúdo, após a Profissão de Fé vai seguir para a delinquência... enfim...

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    10. É não ligar Anónima das 12.10. Isto é gente mesmo idiota, ao menos podiam tentar criticar com alguma coerência, são tão parvas que nem disso são capazes.

      Xaxia, cada um com a sua cruz. Eu deixo as pessoas debitar estas imbecilidades nas minhas caixas de comentários, elas sentem-se melhor e mais felizes por descarregar a estupidez crónica, pode ser que se abstenham de fazer este tipo de observações no seu dia a dia. O Senhor há-de valorizar a minha tolerância e boa vontade.

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    11. Não o obrigou agora, mas obrigou antes. Tal como disse até à 1ªComunhão. E isso só por si é muito triste. Não é por acreditar ou não em Deus que tem mais ou menos valores que os outros.

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    12. Triste é achar que alguém conhece o que quer que seja se não tiver contacto com. Como é que alguém pode, em consciência, decidir se quer ou não seguir uma religião se não a conhecer? Quer explicar?
      Eu também obrigo os meus filhos a ir à escola. Deveria deixá-los ficar em casa a ver televisão?

      E eu não disse em lado nenhum que as pessoas têm mais ou menos valor por serem cristãs. Disse que para mim a fé é um conforto. E é. Mas a sua conversa leva a crer que os cristãos têm menos valor que os ateus. E está enganado.

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    13. Santa paciência, ó Picante!

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    14. Picante,

      Não querendo tecer demasiadas considerações sobre o resto da conversa, até porque respeito as suas opções religiosas, acho que esse seu último argumento deixa um pouco a desejar.

      "Como é que alguém pode, em consciência, decidir se quer ou não seguir uma religião se não a conhecer? Quer explicar?"

      Então e pôs os seus filhos em contacto com o islamismo ou o budismo, (para mencionar só algumas)? Como é que eles podem decidir que o cristianismo é a sua fé sem experimentarem as outras?

      Não digo isto com intenção de ser sarcástico ou de a "picar". A Picante, por variadas razões, imagino, tem uma certa religião. Ao obrigar, como mencionou, os seus filhos a iniciarem o seu percurso religioso nessa religião, está imediatamente a condicioná-los de alguma forma. Uma criança não tem capacidade de tomar uma decisão consciente sobre que religião tem (ou sequer se tem alguma). Impor-lhe uma religião é uma forma subtil de condicionamento.

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    15. Neste caso discordo de si Picante. Há 1001 formas de ter contacto com as religiões sem serem forçadas a levaram uma espécie de lavagem cerebral (lamento se a ofende mas para mim a catequese é isso).

      Se o meu filho pretender ir para a catequese, seja em que idade for, não o irei proibir. Falo-lhe de todas as religiões que eu conheço (e pesquisei muito sobre muitas portanto os meus conhecimentos não são assim tão parcos) e digo-lhe que existem muitas mais.
      Também já lhe disse (porque ele me perguntou) que eu acredito em Deus mas que apesar de concordar com os valores da igreja, não concordo com as suas práticas, com as suas actividades ou politicas.

      Isto para mim é que é ter realmente uma escolha. Verem-se obrigados a assistir a uma catequese que só fala de 1 tipo de religião, que fala dela a todo o tempo, que recusa perguntas, dúvidas, que pede contribuições economicas e que faz isto constantemente para mim não o é.

      Eu andei na catequese. Em Portugal fui obrigada pelos meus pais, foi horrível e a única recordação que tenho é mesmo o que posso chamar de lavagem cerebral.
      Depois tive uma outra experiência, num outro país, onde os catequistas vinham à escola (numa espécie de Religião Moral), cada um dos alunos ia ter com o da respectiva religião mas também nos deixavam trocar de sala, também se juntavam entre os "catequistas" (que eram os respectivos padres ou sacerdotes) e faziamos actividades em comum, líamos histórias, pintavamos, etc... e todas as histórias abordadas tinham uma moral, valores e ensinamentos importantes mas sem nenhuma lavagem cerebral que nos dissesse que acreditar na Igreja Católica é que é bom, de preferência se for acompanhado com as respectivas contribuições economicas pela familia e a moedinha no cesto colocada pela criança (hábitos tão interessantes e culturalmente impostos que nos levam a dar dinheiro para eles, muito ou pouco, desde sempre).
      Lá também nos ensinaram sobre as respectivas religiões, ensinaram-nos até a diferença entre os diferentes tipos de cristãos.
      Foi por exemplo através deles que aprendi as diferenças religiosas e a aceitá-las como tal. Foi lá que eu desenvolvi a minha crença por um Deus, que para mim é só 1, seja qual for a religião que se seja ou a crença, a meu ver estamos todos a acreditar num só Deus (ou deuses) mas no fundo acreditamos todos num ser superior, bondoso, que nos transmite bons ensinamentos e nos guia a fazer boas coisas. Sendo que algumas religiões não levam a que as pessoas percam a sua capacidade crítica e analítica e outras preferiam que fossemos todos uns cordeirinhos analfabetos e sem conhecimento.
      Para mim a verdadeira escolha é quando se tem acesso livre a várias informações, quando se ouve e vê o bom e o mau e no final se toma o decisão consciente.

      Acho que Portugal perde por isso, por ser tão intrinsecamente católico e ainda não se ter livrado dos estigmas e das teorias absolutistas do catolicismo. Em outros países esta postura já não teria sucesso, a verdadeira liberdade de escolha está muito mais enraizada e nunca será aceite. Pelo menos foi essa a minha percepção e continua a sê-lo. Parece que se alguém não baptiza o filho cai logo o carmo e a trindade, se não o obriga a ir à missa ou à catequese vêm logo os comentários (de pessoas novas e formadas) a reflectir todos os preconceitos mais retrógadas possíveis... Quando ouço e vejo isso relembra-me muito dos muçulmanos extremistas, não creio que sejamos assim tão diferentes deles em vários aspectos.

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    16. Ps: Só quero dizer que não acho rídiculo a decisão do seu filho, ou sequer a devoção, de todo. Acho que sendo livre é realmente algo que todos devemos respeitar e aceitar.

      Simplesmente não o vejo como algo que decorreu normalmente por ter tido acesso a informação variada e ter optado por essa via por lhe parecer a melhor e a que lhe fez mais sentido. Seguiu esse caminho por os pais o terem levado a isso, sem acesso a formas de reflexão crítica ou exterior.

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    17. Filipe, tem razão, foram condicionados. O raciocínio foi simples, dei-lhes a conhecer em maior profundidade a religião que eu própria sigo e que é a maioritária na sociedade onde eles se inserem.

      Ainda assim tive o cuidado de lhes explicar que há mais religiões, que há outras crenças tão boas como as nossas. Assim como há quem não tenha quaisquer crenças. Como deve calcular não é muito fácil ou profícuo dar uma aula de Teologia avançada, na qual eu não sou mestre, a uma criança de 3 ou 4 anos.

      Hoje em dia têm liberdade para escolher. Da mesma maneira que têm liberdade para escolher o desporto que praticam e não os experimentaram todos. E até já mudaram, porque de uma ou outra maneira ouviram falar, viram na televisão ou jornais ou conheceram quem praticasse outras coisas. É assim que se cresce e se forma opiniões, acho eu.

      Nós todos somos condicionados, Filipe. Todos. Chama-se a isso viver em sociedade. E claro que todas as crianças são muito condicionadas pelos seus pais, o contrário é que seria de estranhar.

      Sinceramente, não leve a mal, mas acho esse seu argumento meio desonesto.
      (e sou capaz de lhe dar vários exemplos de pessoas que se converteram a uma nova religião, depois de adultas, apesar de terem sido "obrigadas" a conhecer e contactar com o cristianismo em crianças)

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    18. Anónimo das 22.58h

      Só lhe posso dizer que lamento a sua experiência. Para mim a catequese nunca foi o que descreve, sempre houve diálogo e respostas a perguntas difíceis. Já em jovem adulta, tive a sorte de poder ter conversas frequentes com Padres inteligentíssimos, como seja o Padre Carreira das Neves, João Seabra ou Feitor Pinto. Padres abertos, tolerantes e com discursos racionais.

      As catequistas dos meus filhos também não lhes fazem lavagem cerebral nenhuma, veja lá que até passam a maior parte do tempo a falar sobre a maneira de estar na vida, os porquês e as consequências. Os miúdos adoram-nas e as aulas nunca têm um rumo definido, são dadas de acordo com os temas e perguntas postas pelos próprios miúdos.

      Quanto à Igreja, com todos os defeitos que possa ter (é composta por homens e os homens são imperfeitos), tem uma obra vastíssima em termos de auxílio aos mais vulneráveis, em termos de saúde e de educação. É ir à internet e pesquisar pelas Missões religiosas, pelos vários apoios que dão aos idosos, crianças ou desfavorecidos.

      A Igreja não é o diabo em forma de gente que hoje em dia é moda querer fazer parecer que é. E essa intolerância toda desgosta-me.

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    19. De resto, dou-lhe a resposta que dei ao Filipe. Todas as crianças são influenciadas e condicionadas pelos pais. Mais tarde somos condicionados pelos amigos e colegas de trabalho. É assim a vida em sociedade, não há cá isso de decidir livremente sem qualquer tipo de condicionamento.

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    20. Picante,

      Percebo o que quer dizer, mas não acho que seja a mesma coisa. Um adulto é influenciado pelas suas circunstâncias e pelas pessoas que o rodeiam, é certo. Mas o discernimento, o espírito crítico e a capacidade de questionamento de um adulto são muito diferentes dos de uma criança.

      Quanto ao que diz sobre a liberdade de escolha, não acredito que mudar de religião ou abandonar a religião por completo seja o mesmo que mudar de actividade extracurricular.

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    21. Filipe as crianças têm a capacidade de decisão que os pais lhes dão. À medida que vão crescendo terão cada vez mais autonomia. Sempre foi e sempre será assim.
      Pela sua ordem de ideias nenhuma criança deveria ter qualquer contacto com nenhuma religião. Desculpe mas isso não faz o menor sentido.

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    22. E a religião é uma coisa boa. Passa bons princípios e valores. Basicamente ensina a ser bondoso, tolerante e respeitafor. Não percebo qual é o vosso problema, para além de serem intolerantes para com os cristãos, ou religiosos, suponho que não distingam religiões.

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    23. De tudo o que li e vi nestes anos Picante, tenho a dizer que apesar de não achar a igreja o diabo em forma de gente, acho que inúmeras pessoas agregadas à mesma poderiam considerar como tal. E infelizmente, a Igreja Católica, mesmo tomando conhecimento disso, enquanto organização, preferiu muitas vezes fingir que não sabia e não exigir a quem a representa que se comporte de acordo com os valores que diz transmitir.
      A Igreja fez muito de bom tanto quanto tem feito de mau. E infelizmente parte das coisas estão na internet, outras ainda estão "debaixo dos tapetes".

      Felizmente parece estar agora numa boa fase, com um líder humano e com valores realmente firmes. Falta é saber se ele conseguirá convencer outras pessoas com mentalidades muito retorcidas e retrógradas a aceitarem por exemplo as minorias e as diferenças sem que sejam considerados párias ou pecadores.

      E eu sei que todas as crianças são influenciadas pelos pais desde as actividades extra-curriculares descritas até ao mais profundo dos ensinamentos, nomeadamente de valores e de educação.
      Provavelmente pela minha experiência, eu não acho que a Igreja seria uma boa plataforma para o educar para o respeito, direitos e valores de todos os seres humanos da forma como eu acredito que seja a melhor (obviamente influenciando-o por isso).
      Mesmo para o respeito inter-religiões pelo que vejo ao meu redor isso não acontece. Aliás posso dizer-lhe que a última vez que fui a uma missa saí de lá realmente revoltada pois do ínicio ao fim a única coisa que o padre fez foi falar mal: falar mal dos divorciados, dos que vivem juntos, dos muçulmanos, dos budistas, da politica, etc. A certo momento eu tive mesmo necessidade de dizer ao meu marido que se o ouvisse a falar mal de mais alguém ou alguma coisa eu iria virar costas e iria-me embora.
      Lamento Picante mas ou eu tive muito azar ou talvez eu seja muito menos tolerante. Mas para mim quando procuro os locais religiosos é porque quero ouvir falar bem, quero "boas energias", quero sentir que é um local de amor, de valores e de aceitação. Para ouvir falar mal vou para o tanque lavar roupa suja ou para o café mandar uns piropos com os homens e falar mal dos politicos da tv. Quando procuro um lugar religioso quero que sejam transmitidos bons valores. E, não, não acho que o meu filho beneficiasse em nada com a frequência desse lugar, aliás bem pelo contrário.

      Ps: Eu não tenho intolerância contra a igreja católica, eu tenho e tive foi muitos anos de péssimas experiências com a mesma. E infelizmente já depois do novo Papa o ser, já vi elementos importantes da Igreja a fazerem aquilo que para mim não é só desumano como só poderia ser feito por alguém totalmente desprovido de empatia. E o exemplo dessa missa em questão foi o menos relevante...por outro lado a atitude desse padre foi também totalmente desnecessária.

      (Já para não falar que esse padre diz recusar-se a baptizar filhos de pais que vivam juntos ou sejam divorciados o que até faria sentido...se ele não mudasse de ideias quando os valores são do agrado dele)...

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    24. Anónima, há padres que são maus homens. Eu mudaria de paróquia. Aliás, até já mudei exactamente por não ter paciência para o discurso fundamentalista do padre responsável.

      E agora estou aqui a lembrar-me que logo no 1º ou 2º ano tive de me aborrecer com a catequista do meu filho, passava-lhe mensagens das quais eu discordava, por serem demasiado beatas. Acabei por mudá-lo de catequista, já nem me lembrava do assunto, que das outras catequistas só tenho o melhor a dizer.

      O contacto que a Igreja tem com os meus filhos não substitui nem se sobrepõe aos valores que lhes são transmitidos em casa. Complementa. E claro que eu tenho de estar de acordo com o que lhe transmitem, exactamente por serem crianças e muito facilmente condicionadas.

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  3. Parabéns Pic! Ter fé é das melhores "ferramentas" que podemos ter na vida. Cá em casa também impus os três primeiros anos. Vamos ver o que escolhem para o ano. Vejo tudo muito indeciso.

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    1. Acho que depende muito da catequista. Uma catequista inteligente, que torne as aulas interessantes, faz toda a diferença. Vê lá tu que eles, este ano, até a um retiro querem ir.
      Comovo-me sempre que o vejo a ajudar à missa, tremendamente compenetrado, até parece um anjinho, o meu pequeno diabrete.

      Tens toda a razão, ter fé ajuda muito, quem não a tem não sonha a "bengala" que pode ser a Fé.

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    2. E quem não a tem e vive bem sem essa "bengala", porque tem em si e nos que lhe são próximos (pessoas reais, portanto, e não um amigo imaginário que é deus) todas as "bengalas" que precisa? Pois.

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    3. Vamos concordar em discordar. Não vou discutir a minha fé consigo. A mim ajuda. É suficiente.

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    4. Picante

      Tenho a ideia de que os seus devem ter a idade dos meus (10-13) pelo que o mais natural é quererem ir ao retiro. Os miúdos conhecem-se desde o primeiro ano de catequese, muitos já são amigos e portanto, com essa idade, 'bora lá uns dias para qualquer sitio com a malta. Todos os miúdos dessa idade dizem que sim aos retiros.
      Mais velhos é que a história é outra (depois dos 15-16).

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    5. Olhe que não. Percebo o que quer dizer mas ele gosta realmente dos encontros, só falha se vamos para fora. Já a irmã prefere ficar em casa.
      É sempre ele quem insiste para ir à missa, naqueles dias de Inverno mais frios e chuvosos, em que apetece manta e filmes.
      Não sei se mudará de ideias no futuro, mas por enquanto gosta mesmo.

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  4. Quem e que vc quer convencer que tem filhos?? hahahahhahahahhahhahahahahahahahahhahahh

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  5. A sério?
    Eu, que nem sequer vou batizar os meus filhos, tenho alguma dificuldade em entender o porquê de alguém criticar uma mãe que sente orgulho nesta decisão que o filho tomou.

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    1. É só para não estarem caladas.
      (Ou então cuidam que me aborrecem...)

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    2. É porque achamos completamente ridícula a "decisão" da mãe, do filho, ou seja lá de quem for. E ainda mais completamente ridículo alguém orgulhar-se de tal decisão ter sido tomada.

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    3. OK. Todos os cristãos são completamente ridículos. Em calhando os muçulmanos, budistas, Hindus e outros que tais também.

      Anónima, o seu comentário é de uma imbecilidade atroz. E ridículo. Tremendamente ridículo.

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    4. Oin? Este anónimo é idiota só pode!!!
      Eu, que a maior parte das vezes até critico a Picante por uma série de coisas que diz, neste assunto estou do seu lado.
      Mas desde quando é rídicula a fé e a religião (seja ela qual for) e se não for levada a extremos?
      Alguém a obriga a seguir ou fazer o mesmo? Cada qual segue o caminho que acha que deve seguir.
      Ridículo é o seu comentário!

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    5. Eu que até discordo em muitas coisas que a Picante diz, dou a mão à palmatória... há cada comentário mais infeliz, ignorante... é contrariar por contrariar, sem nexo nenhum. Haja paciência...

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    6. Anónimo18 de maio de 2016 às 13:36 não estará assim tão longe dos religiosos extremistas que querem ''matar os infiéis''... Cada um tem a sua fé (mesmo que esta seja a falta dela, como até é o meu caso), no entanto não deixo de admirar quem acredita e segue uma religião (seja qual for). Só condeno quem se acha superior por ter uma religião diferente, ou por não ter nenhuma!

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  6. Anónima, não vai achar que vou publicar isso do stand up aqui, pois não?

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    1. Acho que esse assunto merecia todo um post!

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    2. Eu acho que ela teve muita piada.
      (ai Jesus que estou a pontos de me tornar uma pequena pónei...)

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    3. A piada de ter levado a mala, sim. A das mamas já não achei graça.

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  7. Boa tarde.
    Sou catequista do 10.º ano, e todos os meus catequizandos adoram a catequese. Já me perguntam o que vão fazer para o ano sem aquela hora semanal. Houve, até, que fizesse a proposta de continuarmos com os encontros. Como vêem (para algumas pessoas que vêm mandar postas de pescada), há muitos jovens que gostam e fazem questão de andar na catequese. Não se sentem obrigados a tal. Tenho 2 filhos e ambos gostam de ir à catequese, participam na missa e gostam de ler.

    E quanto à fé, cada um com a sua. Eu, por exemplo, quando me deparei com um problema, foi na igreja e nas minhas conversas com Deus (esquizofrénica eu, falo com Deus... onde já se viu) que senti algum conforto.

    CM

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    1. Pegue lá um beijinho de outra esquizofrénica. E ridícula também, sou muito ridícula porque "canto" o Credo.
      Haja paciência..

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    2. Eu "canto" o credo, o Pai Nosso, o Aleluia e todas aquelas que sei. Sim, "canto", não devo é encantar com a minha bela voz... mas isso, são outros credos.
      A minha mais nova, é ouvi-la logo pela manhã (deve acordar os vizinhos)a cantar músicas da igreja, mas essa tem voz para tal... começo logo a rir, ao ver o seu empenho em frente ao espelho, enquanto entoa os seus cânticos.

      Por vezes atrasa-se, porque está a cantar em vez de tomar o pequeno almoço ou a lavar os dentes.

      (Depois de algumas leituras "elucidativas", sou capaz de lhe colocar fita cola na boca e proibi-la, terminantemente, a usar a voz para tal... que figurinha!)

      CM

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  8. Eu também sou catequista e vou levar um grupo de 21 crianças de 11 e 12 anos a fazerem a sua Profissão de Fé no próximo domingo, incluindo o meu filho. Conheço-os há seis anos e posso garantir que só dois andam lá porque os pais "obrigam", o resto anda de boa vontade.
    Na véspera da cerimónia, vamos fazer um retiro e estão super entusiasmados!
    Boa sorte e parabéns!
    LF

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    1. Obrigada LF, tudo a correr bem com os "seus" meninos.
      (o meu é acólito, veja lá tão ridículos que nós somos, como é possível eu escravizar a criança desta maneira?...)

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