terça-feira, 31 de maio de 2016

Há muito tempo que não me acontecia

Ficar com uma imensa cara de parva, a olhar para alguém, sem qualquer capacidade de resposta, enquanto puxava da carteira para retirar o dinheiro que me estavam a cobrar, por uma boleia não solicitada, e pensava que a falta de berço pode ser uma coisa tão má como qualquer doença.

Caramba, o mínimo, depois de lhe ter perguntado "quanto é que precisas", sem sequer olhar para o papel que o tipo me estendia, era ter-lhe cobrado o dinheiro das empadinhas que suas excelências enfardaram, é que ainda me comeram nove euros em empadas, senhores!

88 comentários:

  1. Devo estar com um défice cognitivo qualquer, ou talvez seja sono, mas não percebi patavina do post. Dinheiro, boleia, empadas...é um jogo?

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    1. Não. É uma cena trágica.
      Ofereceram-me boleia numa viagem, aceitei, levei empadas para toda a família, paguei entradas lá onde entrámos, ainda paguei uns cafés e águas. Disse várias vezes que pagava metade das portagens, não é que eles pagassem mais por eu também ir mas pronto, achei que seria simpático. Desconversaram sempre e dois dias depois apresentaram-me um papel garatujado com a conta da viagem. Pah, fiquei com cara de parva.

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    2. A pessoa é que tem mais vergonha do que eles senão apresentava-se também a conta das empadas e dos cafés não mereciam?

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    3. Mereciam Pipinha, claro que mereciam. Acontece que fiquei sem reacção, de tão estupefacta e não tive a presença de espírito necessária para dizer que descontassem os meus gastos.
      É que depois da conversa que lhes fiz, a dizer que pagava portagens e eles a desconversar, que não que depois falávamos, fizeram-me sentir como se me estivesse a tentar aproveitar da coisa. Caramba, eu nem pedi nada, limitei-me a aceitar a boleia porque a minha filha é muito amiga da filha deles e a viagem ainda era longa. Era mais simpático irmos à conversa.
      Olhe vivendo e aprendendo, não me tornam a ver os dentes, agora é bom dia e boa tarde sem mais conversas.

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    4. Há pessoas que não se "mancam", mesmo!! Tenho assistido, enquanto mãe, a muitas coisas ridículas...esta é mais uma

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    5. Oh Picante nao tem receio que esta historia a identifique? se as pessoas leem blogs...

      Que vergonha, mesmo!! E logo empadas!!

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    6. Em verdade lhe digo que me estou nas tintas. Não tenho a mais pequena vergonha do que escrevo, se me identificarem identificaram, tudo como dantes no quartel de Abrantes.

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  2. Conheci uma queriduxa cheia de pedigree, oriunda de belíssimas famílias, com sobrenomes cheios de apostrofes e duplas consoantes. Quando acabou o curso decidiu convidar os amigos para um almoço na quinta da família nos arredores de Lisboa. Alguns convidados, onde eu me incluía, perguntaram se era preciso levar alguma coisa, e a anfitriã assegurou que não, que ela própria trataria de tudo com muito gosto, fazia questão. O almoço correu lindamente, serviu-se champagne do bom, cognac, foram distribuídos charutos aos homens, enfim, tudo com muito gosto, foi uma tarde bem passada. À saída, tinha um flor para oferecer às senhoras. Oh que atenciosa! E com a flor um cartàoxinho de agradecimento previamente impresso com um valor a pagar por cada pessoa e um NIB.

    A mesma queriduxa que teve um problema com o fabrico da peça exclusiva, de um artista prestigiado, facto que referiu incessantemente, a mim e a outras pessoas, que devia ser o presente do meu casamento e que, como tal, nunca cheguei a receber. Peça de design exclusivo mas que foi igual para três dos casamentos de amigos comuns a que fomos.

    Portanto, sobre a importância do berço na educação e etiqueta, penso que fica clara a minha opinião.

    (Grande ideia a da Xaxia! Ter posts às sete é bem bom!)

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    1. Mirone, quando digo berço falo no sentido lato na coisa, não me refiro a apelidos sonantes ou a maneiras afectadas de falar. Uma pessoa pode ter nascido no campo, em casa de guardadores de rebanhos e ainda assim ter berço que é como quem diz educação.

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    2. Sim, Picante, mas um tag do post é "Sangue Azul".

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    3. Pois, a explicação é à vontade do anfitrião.

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    1. Foi como eu fiquei. Mas devia ter-lhe cobrado as empadas que me comeram, a ver se o tipo se tocava, uma pena não me ter ocorrido.

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    2. Picante é sempre assim, essas coisas só nos ocorrem depois do timing passar...

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  4. Mas o que é que aconteceu Picante?
    Pediu / ofereceram-lhe uma boleia e depois cobraram... tipo táxi?
    Era alguém amigo /conhecido?
    Estou parva!!
    Aí há uns anos, uma amiga convidou-nos para jantar em casa dela, ia fazer um chilli, uma especialidade!
    Bem, éramos 3 casais e os donos da casa... o jantar correu muito bem e no final, ainda à mesa, apresentou a factura do supermercado, com a despesa na compra de todos os ingredientes para esse jantar.
    Fizemos as continhas todas, juntamos o dinheirinho, troco para aqui é para ali e... nunca mais lá fomos jantar!

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    1. Eu se fosse jantar a casa de uma amiga e me apresentasse a conta das duas uma: ou tinha confiança o suficiente para a mandar f... ou então passava a ex-amiga.

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    2. Nunca me aconteceu, mas se acontecesse era a primeira e ultima, porque não voltava a combinar absolutamente nada com essas pessoas.

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    3. Eu divido a conta com amigos em minha casa mas é acordado antes. Usualmente íamos a um restaurante onde no final se dividia a despesa, portanto, o que nós sugerimos foi que dávamos o espaço para a festa (porque o tínhamos e os miúdos ficavam melhor ali com brinquedos, sitio para os colocar a dormir, sitio para andarem a correr sem perturbarem ninguém, etc), que se ia buscar o jantar algures e se comia em nossa casa.
      No final acrescentamos mais umas sobremesas, umas águas, sumos e vinhos (houve também quem trouxesse vinho específico porque o preferia).

      Para mim é impensável investir umas centenas de euros duas vezes por ano para fazer uma festa para todos os meus amigos. Por outro lado, é uma forma de estarmos todos juntos, confortáveis, crianças incluídas, no nosso espaço seja exterior ou interior de nossa casa.

      Para nós funciona.

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    4. Foi assim mesmo, anónima. Tipo mini bus de aluguer.
      É o que vou fazer, com aqueles nem ao café da esquina torno a ir.

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    5. Anónima das 12.54 isso que diz é completamente diferente. A coisa é combinada de antemão e todos sabem como funciona. Não vejo nada de mal.

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    6. Anónima das 12:54, são coisas diferentes. Uma coisa é organizar um jantar e cada um leva uma coisa/ dividir mais ou menos os gastos de antemão. Outra coisa é convidar para um jantar em nossa casa e depois apresentar uma conta. Não sou a anónima de cima, mas vejo uma diferença.

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  5. Mas que amigos esquisitos vocês têm....!!!! ahhhhh

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    1. Meros conhecidos que vejo muitas vezes por coisas cá da minha vida...

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  6. E convite para festa de 50 anos e depois o jantar ser a dividir por todos? Também é bom!

    Picante- fale, mais uma vez please, dos mercados pululantes, top, cheios de pinta que não se aguenta!

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    1. Isso de convites e conta a dividir é o pão nosso de cada dia, mas aí uma pessoa já sabe ao que vai. Só me aborrece quando teimam em escolher o que vou comer, sou torcida e muitas vezes digo que para mim tem de4 ser outra coisa.

      (falta de paciência para as Rosinhas Top e cheias de pinta...)

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    2. Pois, mas eu não sabia ao que ía, foi convite, tipo: "venho convidar-te para a festa de 50 anos do meu marido, gostava muito que viesses."
      e pimba, oferece presente de acordo com os 50 anos do senhor e toma lá com parte da conta. Combinado entendo, não combinado e malta nos cinquenta a dizer "convido". Organizei a festa dos 50 do meu marido, convidei e paguei. Já nos meus 50 os €€€ não abundavam, convidei só 4 amigas para um Brunch e paguei. Não dava para 20, foram 4. Mas sei que o termo Convite tem uma abrangência muito lata hoje em dia...

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    3. Para mim esses convites em que o convidado é que paga são simplesmente absurdos!!! Se tenho de pagar escolho o sítio e a comida. Nunca fiz esses convites e deixei de ir. Acho mesmo parvo.

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    4. Eu também não entendo isso das festas de anos em que os convidados pagam a conta, a sério que não entendo. De onde eu venho (cidade pequena do centro de Portugal), quando alguém faz anos e convida os amigos para jantar - naturalmente - paga a conta! Qual o meu choque quando vim estudar para Lisboa (e por cá fiquei) e fui ao primeiro jantar de anos em que no fim dividiram a conta... isto foi há 23 anos e nem queria acreditar pois era algo inédito para mim: eu tinha comprado uma prenda e ainda por cima tive de pagar o jantar! Que descaramento! Quem convida paga e ponto final! O ano passado, aquando da comemoração dos meus 40 anos, convidei o meu grupo de amigos e paguei tudo, não fazia sentido de outra forma. Era eu a oferecer. Era eu que os queria comigo. Era eu que convidava. Acho de mau tom convidar para os outros pagarem. É só a minha opinião e vale o que vale. Também deixei de ir a festas em que sei que vou pagar... acho um absurdo. Prefiro comprar uma lembrança e oferecê-la ao aniversariante. Nada mais.
      Sara

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    5. Não sei se as comentadoras acima são da idade dos meus pais - para eles, convidar e não pagar é impensável. A partir da minha geração, nunca se fez de outra forma (conta dividida por todos); a não ser que se faça jantar em casa. Se convidar as pessoas para minha casa; claro que ofereço todo o jantar; mas se marcar num restaurante, nunca assumo que não vou pagar a minha parte. Aliás, para se negociarem menus de grupo, muitas vezes com bar aberto, é essencial definir a ementa com antecedência.
      Acima de tudo, acredito que tudo é aceitável, desde que todas as partes sejam informadas à partida. Há imensa gente que tem pruridos em falar sobre dinheiro e que depois apresenta a conta à má-fila, como a Picante e algumas das comentadoras referem. Mas o que referem não é nada diferente da palermice dos casamentos - esse sim, um flagelo com o qual jamais compactuei. Se sou convidada para um casamento, assumo que as pessoas o possam pagar e dou um bom presente da lista - jamais dinheiro. Acho medonho o hábito de esperar o valor da ementa - e há casais sinistros que fazem questão de dizer quanto vão pagar, para que os convidados se sintam na obrigação de igualar o valor.

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    6. Eu, quando convido pago. Se não quero/posso pagar então não convido mas combino, é um bocado diferente.
      De todas as formas os convites a pagar não me chocam. Desde que a pessoa seja informada e não vá ao engano tudo bem.
      É que eu tenho o costume de, em sendo convidada, levar sempre mais alguma coisa além do meu sorriso bonito...

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    7. Em relação aos aniversários, principalmente dos mais novos - idades a partir dos 13/14 anos até aos 20s entendo perfeitamente que cada um pague o seu (mas não dê prenda). Isto porque os miúdos já são grandes, não há espaços para eles, a maioria dos pais não tem espaço, outros são de longe, etc.

      Eu também vivi numa cidade pequena e toda a nossa adolescência dividimos as despesas dos aniversários ou cada um pagava o seu (prefiro a última opção).
      As pessoas não são ricas e não têm centenas de euros mas gostam de estar juntas, com os amigos e de passar bons momentos. Não me parece nada mal dar ao meu filho uns 10/15€ para ele ir jantar de vez em quando a um aniversário de um amigo. Já se tivesse de dar dinheiro para todos os que ele quer convidar...não fazia festa. É muito simples. Ou bem que convidava 1 amigo ou 2 e acabava por não ter o convívio.

      Já no tempo dos meus pais é que todos se pelavam que tinham de pagar os jantares a todos os convidados ou que não se divida despesa.

      Claro que a verdadeira questão é que tudo era combinado com antecedência e facto é que os verdadeiros amigos preferem dar alguma coisa ou juntar-se depois aos outros depois do jantar mas passar tempo em conjunto. Isto claro porque nós não somos ricos...

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    8. Tenho 22 anos, vivo numa grande cidade, e geralmente fazemos jantares de anos em que cada um paga a sua conta. Seria impensável com a nossa idade gastar 200€ ou mais num jantar. Excepcionalmente, quando um amigo faz festa de anos em casa dos pais, organizamo-nos e contribuímos todos para uma boa prenda. Não me choca nada que cada um pague a sua própria conta. Aliás, o valor do jantar vem logo com o convite, juntamente com o local e ementa.

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    9. Também detesto o flagelo dos casamentos! Parece que está tudo montado para que os noivos façam a festa em grande que querem e que no final ainda lucrem com a coisa, porque os convidados vão dar em dinheiro mais do que os noivos gastaram com eles (e na maioria dos casos até lucram diplamente, porque quem paga as coisas são os pais e quem recebe a prenda são os noivos).

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    10. No entanto, quando ganhar um salário decente, quando deixar de ter de pagar 1000 e tal € de propinas e for financeiramente independente, tenciono pagar quando convidar os amigos para um jantar. A diferença é que aí será com o meu próprio dinheiro, e não com o dos meus pais.

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    11. Para mim independentemente da idade são princípios que se devem ter. Quanto mais cedo começarem melhor. Não têm dinheiro para pagar o jantar a toda a gente? Faz um lanche em casa. Não tem casa para receber toda a gente? Paga uns gelados ou umas bebidas.

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    12. Portanto, a Sara acha que quem não tem possibilidades de pagar jantar a um grupo de pessoas, não tem direito a usufruir de um jantar com os amigos, não tem direito a conviver..

      Acorde, nem toda a gente tem possibilidades para tal, e se for previamente acordado, não vejo qualquer mal em cada pessoa pagar o que consumiu.

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    13. Eu também não vejo mal nenhum se os "convidados" assim o quiserem. Eu é que não o faço e não ensino os meus filhos a fazer. Sim, para mim o normal é as pessoas viverem dentro das suas possibilidades.

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    14. Organizar um jantar de anos é viver acima das possibilidades? Se nos juntamos para jantar sem razão, já não faz sentido juntarmo-nos para jantarmos quando um amigo do grupo faz anos?

      Senhoras hipócritas e amargas.

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    15. Para mim ir a um jantar e pagar não é viver acima das possibilidades, é viver nas minhas possibilidades.
      Isso que a Sara diz para mim é pedantismo e uma falta de chá muito grande.

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    16. E os amigos que não podem pagar? Eu prefiro pagar um lanche, uns cafés e levar um bolo e poder todos os amigos comigo do que fazer as pessoas pagarem para eu poder comemorar o meu aniversário.

      Eu faço assim. Outros fazem de outra maneira. É simples.

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    17. Uma coisa é dizer "eu faço assim" outra é afirmar que vivem acima das possibilidades ou que "não ensina a fazer" como se fosse uma falta de respeito.

      Se a pessoa não puder pagar (por norma entre amigos sabe-se) e olhe que já pagamos uns quantos jantares assim a algumas pessoas. Porque lá está, não nos interessa o dinheiro interessa sim estar com as pessoas.

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    18. Pedantismo e falta de chá fica sempre melhor. Não ensino só o que é falta de respeito ensino também o que para mim é o mais correcto.

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    19. Não entendi porque estão a cair em cima da rapariga, da Sara! Que exagero, é a opinião dela.
      Cada um faz como quer desde que os amigos aceitem. Também deixei de ir a jantares de aniversário em que tenho que pagar, porque se pago escolho onde e quando vou e principalmente vou quando posso (tenho dinheiro)! Não deixo de ser amiga das pessoas e até lhes dar um presente, mas não vou. E quando sou eu faço um lanche em casa, simples. E cada um sabe de si.

      Quanto aos casamentos, que exagero! O pessoal anda todo muito exagerado! A não ser que no convite peçam directamente dinheiro, isso aí já é um abuso, mas eles não dizendo nada, cada um faz como acha melhor.
      Eu por exemplo prefiro dar dinheiro, o que eu achar correcto, cubra ou não a despesa, simplesmente porque não tenho paciência, nem tempo para andar à procura de algo decente e com valor e não conheço os gostos dos noivos, ou o que eles precisam. Aliás o último casamento a que fui de uma amiga com quem tinha confiança perguntei-lhe se ela precisava de algo para a casa (que era nova, ela não tinha nada lá), ou se preferia o dinheiro. Ela disse que preferia o dinheiro, e eu óptimo, não precisei de me chatear mais. (atenção fui eu que perguntei)

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  7. Também já me aconteceu semelhante. Um ex-amigo do meu namorado foi passar uma semana de férias connosco na nossa casa do Algarve. Nunca lhe cobramos nada, esteve lá, comeu, andou no nosso carro, nunca contribuiu com rigorosamente nada, nem lhe pedimos, afinal de contas, era nosso convidado!

    Passado um mês, estávamos a combinar um fim-de-semana na casa dele no Douro, quando ele avisa que tinhamos de pagar 150€ por pessoa, para cobrir as despesas do supermercado, energia e gasolina para a mota de água.

    Escusado será dizer que o mandamos à fava e nunca mais lhe falamos.

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    1. Há gente que não se toca.
      (mas pelo menos avisou com antecedência...)

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    2. Lol... Há gente com uma lata!! O que me tenho rido com o que leio aqui!!!

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  8. Credo, que amigos tão esquisitos. Mas pensando melhor, mais vale descobrir-se por essas coisas, que por coisas piores. Assim ainda vais a tempo de lhe enfiar um pontapé mental e afastar-te dessas pessoas.

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    1. Pois foi o que fiz. Bom dia, boa tarde e é só.

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  9. Uma amiga/ex-colega de escola abre restaurante... faz aniversário e convida para jantar no restaurante no dia de fecho semanal. Mensagem para trás, mensagem para a frente e no próprio dia e um par de horas antes, envia mensagem a dizer que são 15,50€ por pessoa mais bebidas.. e ainda diz que não vale a pena oferecer presente que o que interessa é a presença! Não respondi, não fui e nem avisei, que eu cá compro o presente que quero, gasto o que achar que devo gastar e vou jantar fora quando e onde me apetecer ( teria ido sem problema se isso estivesse implícito logo de inicio, mas foi má fé)

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    1. Lol... Ai o que me tenho rido com estas ceninhas!!

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  10. E não é que já me aconteceu o mesmo num jantar?1 E eu feita otária ainda levei um bom vinho ... que depois devia ter subtraído à conta. Mas lá está, uma pessoa fica tão parva que na altura nem reage como deveria.

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  11. Oh querida Picante... acredita que até fiquei com vergonha alheia? Que falta de educação...
    Mas, olhe, ainda bem que não pediu o "reembolso" das empadas. como diz o povo: os actos ficam com quem os pratica e assim a Picante, agiu irrepreensivelmente.

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  12. Sou daquelas pessoas que se me oferecerem boleia longa digo que ajudo na gasolina necessária ou se não aceitarem pelo menos um café. Porém não avisarem que vão fazer cobrança prévia é de péssimo tom. No meu caso pagava mas ficava aborrecida de não me avisarem, mas felizmente as minhas amigas não são assim. Quando vamos em grupo num carro fazemos as contas à viagem e as divisões justas (e geralmente só se faz isto se a viagem envolver pelo menos mover-se de um distrito para outro.)

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  13. Ao ler os comentários verifico que, afinal, estas situações são mais comuns do que imaginava. Há uns anos, a minha mãe foi convidada para um almoço de aniversário em casa de uma antiga colega de liceu. A celebração coincidia com um evento que iria reunir antigos alunos do liceu numa cidade distinta daquela onde a minha mãe vive. Antes da viagem foi a uma ourivesaria comprar um presente que considerou adequado à senhora em questão. O almoço, uma sardinhada, se a memória não me falha, teve lugar no jardim da casa da aniversariante. O presente foi oferecido e, após a sobremesa, um dos convidados veio recolher o preço do almoço. Ainda hoje, a minha mãe recorda o episódio com incredulidade. Convidar as pessoas para uma refeição em casa e, no fim, cobrar-lhes?! Claro que nunca mais voltou a ter contacto com a dita senhora...

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  14. Bem, já fi cá há por aí uma imensidão de gente que pura e simplesmente não se enxerga. Muito obrigada pela partilha, minha gente, sinto-me muito mais acompanhada.
    (tenho pena que ninguém me tivesse fotografado, a minha cara na altura deve ter sido qualquer coisa...)

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  15. Uma outra para partilhar.

    Há uns anos, cinco ou seis, zanguei-me
    com uma amiga (agora, ex-amiga). Parva que era, fiz os possíveis para fazer as pazes. Após tal acontecer, combinámos um lanche em casa dela.

    Levei bolos, salgados e chás (pode parecer falta de chá, mas, para o caso, convém referir que eram coisas com alguma qualidade).

    A meio da tarde, telefona o casal de paspalhos que ela muito considerava. Em vez de lhes dizer que combinariam noutra altura, convidou-os.

    Comecei a não achar piada. Os paspalhos chegaram. E comeram. E comeram. E nem uma palavra de agradecimento. Comecei a ficar aborrecida, mas, enfim, era um dia de reconciliação.

    Por volta das 22h, vendo que não sobrava comida alguma, percebi que, a não ser que chegasse ao Oeirasparque antes das 23h, não jantaria.

    Referi, então, que iria chamar um táxi. Os paspalhos disseram que também se iriam embora e que me poderiam levar. Aceitei.

    Ao chegarmos ao carro, informaram-me de que, afinal, me iriam deixar na estação, que ir ao centro comercial era muito longe...(no comments). Avisei os de que a estação não me serviria de nada, além de não ser o local mais acolhedor àquela hora. Seria melhor chamar o táxi. Numa epidemia, lembrei-me da praça da estação.

    A caminho da estação, as aventesmas perderam se e concluíram que seria melhor o centro...porque eles se perderam. E foi isso. Cheguei ao centro, quase no limite, sem, sequer, receber uma palavra de agradecimento.

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  16. A viagem não terá sido pelo 21/22 de Maio para os Algarve's?

    É que sempre que fala na actividade física da filhota vem sempre alguém à minha mente.

    (E não, mesmo que eu esteja a referir me a alguém conhecido em comum, a pessoa em questão não acredito que tenha dado boleia a ninguém, quanto muito foi à boleia)

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    1. Ela não anda nos trampolins... Não foi, não.

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    2. Esta é a filha dum casal amigo que anda na ginástica rítmica (será assim que se diz?)

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  17. Então, agora, venho eu juntar-me à festa.
    Estudei num colégio daqueles muito in, na nossa capital, cheio de meninos e meninas de apelidos sonantes, alguns conhecidos, outros menos, uns mais abastados, outros menos (eu, sem dúvida, das menos abastadas). Um dia, foi-nos pedido que fizéssemos um trabalho de grupo, como tínhamos feito muitas vezes antes. A professora escolheu o grupo e, no fim-de-semana seguinte, lá nos dirigimos, 2 meninas e 3 meninos, a casa do colega que se tinha oferecido para executarmos o trabalho (era a primeira vez que fazíamos grupo com ele, mas ele insistiu, que tinha a impressora xpto a cores do momento). Foi feito o trabalho, a mãe dele deu-nos lanche, como era costume em projectos do género. No final, trabalho feito e impresso (faltava encadernar), o colega pediu-nos um x pelo valor do lanche, da tinta e das folhas. Éramos miúdos, mas educadamente (e meio estupefactos), todos contribuímos a nossa parte. Chegados a casa, cada um comentou este estranho acontecimento. A minha mãe, absolutamente indignada, ligou à mãe do meu colega, que ficou mortificada, especialmente porque não era a primeira mãe que lhe ligava. No dia seguinte, ele devolveu o dinheiro a todos. Tinha um apelido super-sonante, era de irrepreensível família brasonada e nunca mais lhe dirigi a palavra, nem fiz qualquer trabalho escolar com ele. Anos mais tarde, era do grupo do meu actual marido. Continuei sem lhe dirigir a palavra, mas só ao meu, então, namorado, contei a história. Ele, fiel à sua índole, dizia a toda a gente que eu tinha «embirrado» com ele nos tempos do colégio, vá-se lá saber porquê. Eu e o meu marido nunca dissemos nada, mas um dia, outro amigo comum revelou o motivo do «embirranço». Digamos que nunca mais o vi, pois deixou de ser incluído. A justiça tarda, mas não falha. Beijinhos, Joana

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    1. Cobrar lanches? ahahahahahah

      Muito dinheirinho perdi eu, toda a gente queria fazer os trabalhos de grupo lá em casa, a minha mãe fazia-nos bifes com batatas fritas, omeletes ou tostas mistas às duas da manhã.

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    2. Pode parecer estranho mas aconteceu-me algo parecido. Como acabou por ficar combinado fazer o trabalho de grupo em casa daquela colega, combinámos dividir o valor do material que entretanto precisasse de ser comprado. No fim apareceu a conta: seria a dividir só pelas meninas que foram lá a casa, pois a mãe tinha dado o lanche. Tudo bem, paguei. Achei que era muito dinheiro pelo material e achei "engraçado" pois a miúda até já tinha estado em minha casa e lanchado noutras ocasiões.
      Por mim, essas atitudes definem quem as pratica. Normalmente os trabalhos são feitos em minha casa, eu contribuo com tudo e mais alguma coisa e até tenho gosto em fazê-lo. Apenas me coube decidir que a minha filha não faria mais nenhum trabalho com aquela. Desse direito não prescindi.

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    3. Mas a mãe do moço cabia (e até terá dito para ele o fazer), ou foi iniciativa dele? É que se foi, ele é um empreendedor desde cedo!!!!

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  18. Não li os comentários acima, não tenho tempo e por isso não vi se já alguém referiu situação semelhante à que vou dizer: o meu filho já foi convidado para um casamento em que cada um pagava a sua parte. Tudo bem que foi tudo avisado antes, ninguém ia ao engano, mas fico parva com estas novas modalidades: então alguma vez eu ia convidar para o meu casamento e pôr as pessoas a pagar a boda? Mais valia não fazer festa, fazia uma coisa íntima para os poucos que pudesse suportar os custos (que aliás, de certo modo, foi o que fiz). Ou não fazia nada, casava e pronto. Mas parece que é cada vez mais vulgar.
    Esta moda começou (julgo) nos jantares de aniversário dos adolescentes. Já vai nos casamentos. Pelo que a Picante conta, até nas boleias... enfim.

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    1. Olhe, eu neste caso não vejo mal nenhum, só vai quem quer, ninguém é obrigado a ir se não concorda.

      Eu até queria fazer assim o meu, até os meus pais/sogros assumirem. Convidava para a cerimónia e pequeno lanche antes pago por nós, se quisessem ir à refeição tinham que pagar o jantar e nós dávamos o bolo. Nem sequer vejo qualquer problema nisso.

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    2. R, certo, já percebi que isso é cada vez mais prática comum, perfeitamente enraizada e já ninguém vê mal nisso. Eu é que já sou de outros tempos e, a mim, isso faz-me alguma confusão. Mas desde que seja previamente combinado, tuuudo bem, só vai quem quer. E se eu receber um convite desses, até talvez vá, note-se, se recusar não será certamente por questões de dinheiro ou de quem paga o quê. Mas continuarei a achar descabido o modelo de convite.

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    3. Para mim essa modalidade só faz sentido nos jantares de adolescente. Cada um vai e paga o seu. Até o local escolhido é previamente acordado entre todos.
      Em adultos, uma coisa é combinar ir jantar fora, mas não é convite para festejo, é reunião de amigos. Se existe um anfitrião, é de muito mau gosto fazer cada um pagar por algo escolhido pelo próprio. Chamo falta de chá para não dizer outra coisa.

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    4. Mas aí é que está, eu tinha dinheiro para oferecer um lanche mais bolo, e claro convidava tudo para a cerimónia. Agora para jantar (eu estava a pensar em ir jantar a um local tipo buffet), só tinha para os mais chegados, e sim eu ia jantar... se mais alguém quisesse vir e feste jar connosco tinha que pagar a sua parte. Se não quisesse, amigos na mesma.

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    5. Exacto, Anónimo das 13:36 (sem ofensa R, percebo o que diz, mas concordo na plenitude com o Anónimo das 13:36).

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    6. Pois, e eu considero que a maior parte do pessoal anda com os valores invertidos.

      Para mim comemorar é virem assistir à minha cerimónia de casamento, e não, ser eu, ou não, a pagar uma refeição.

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    7. Eu contigo R, não casava ! Se não pode pagar a festa, não faz ! Afinal para casar é só preciso os noivos, isto de convidar para a cerimónia e convidar a pagar o jantar é de falta de berço, não tem não faz ! Muito menos "envergonhar/obrigar" os pais/sogros a pagar...cruzes! Felicidades

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    8. Eu não sei que espécie de amigos íntimos ou família próxima que vocês têm, mas quando me casei pelo civil sem convidar ninguém, quase fui chacinada. Os próprios amigos (íntimos) e família próxima auto-convidou-se para a cerimónia religiosa que iria ser alguns meses mais tarde. Nenhum deles estava preocupado com o que iam comer, queriam era fazer parte da celebração.
      E ninguém "obrigou" país e sogros a pagar a festa, aliás a minha sogra achou que nós fomos tão poupados na festa (foi na aldeia e não em Lisboa onde os valores eram muito inflacionados) qua acabou por nos oferecer uma lua de mel muito boa.

      É como eu digo, os valores andam completamente invertidos, só pensam em encher o bandulho, para mim acompanhar a família próxima e os amigos queridos numa cerimónia de casamento, batizado, receber um diploma... etc, é mais importante do que me encham a barriga.

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    9. Eu não o faria mas compreendo a R. e acho muito mais válido isso de pedir e dizer logo o que é e como é do que andar a entregar convites de casamento e a dizerem indirectamente os valores que estão a pagar. Se escolhem quintas bilionárias a culpa não é minha.

      A R. pelo que disse fez um casamento muito simples, não se endividou nem o tentou fazer e foi logo clara.
      Eu não vejo nada de mal. E para mim o casamento não tem a ver com o dia ou a festa mas o amor e quem não quer fazer parte da celebração pode bem ficar em casa. Já chamarem-me com convite em punho e dizerem-me praticamente de quanto terei obrigatoriamente que pagar...isso é que não acho piada nenhuma.

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    10. R, não tem nada a ver com encher o bandulho. Não faz é sentido convidar as pessoas a assistir a uma cerimónia SUA e do seu noivo e elas terem que dispender o valor do almoço. É uma recepção vossa, a R (ou o noivo, ou alguém da vossa parte) é que deveria fazer questão em oferecer, como boa anfitriã.

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    11. Não? Pois eu continuo a achar que os vossos valores estão invertidos.
      Se calhar foi a educação que tive, em que me ensinaram que ser uma boa pessoa tem mais a ver com o que eu posso fazer pelos outros do que a comida que eles me vão dar, ou vice versa.
      E não é uma recepção de almoço/jantar, é uma cerimónia, que a maior parte das vezes, veja lá o interessante, não é feita nem em nossa casa, nem num restaurante.
      Pelo menos eu, todos os casamentos que fui foram em conservatória/igreja, batizado e comunhões foram em igreja, diplomas em escolas/faculdade, nunca fui a uma recepção de "comida", aliás não sei mesmo que tipo de valores são esses.

      Mas devo ser eu que estou errada, porque já cheguei ao ponto de fazer mais de 200 km, com o carro cheio e um bolo no porta bagagens, só para assistir à primeira comunhão duma menina que gostava muito que estivéssemos lá, mas a mãe mal tinha dinheiro para o dia a dia quanto mais para festas. Assistimos 5 pessoas à cerimónia, comemos o bolo no jardim em frente à igreja e despedimos nos da família que foram almoçar a casa dos avós da menina (só os mais próximos).

      Mas para mim isto é que é família e amizade.

      No entanto, quando EU convido para virem a minha casa jantar, ou ao restaurante, sou eu que pago.

      Agora quando combino almoços a dividir, aí já é diferente. E sim, eu também combino almoços a dividir, olhe lá o escândalo. É uma chatice, como única com jardim entre os amigos e família aqui onde estou agora, e com uma piscina insuflável e uma churrasqueira torno me a "anfitriã" da maior parte dos almoços e jantares, mesmo quando a única coisa com que contribuo é um vinho, um doce e a casa.

      Veja lá, os descarados que os meus amigos/família são que me ligam a perguntar quando é que eu estou disponível para eles oferecerem um jantar em MINHA casa.

      Mas pronto, isto deve ser porque eu sou pobre, e 99% das pessoas da minha convivência também, e nenhum de nós acha que temos de nos abster de estarmos juntos muitas vezes, mesmo com pouco dinheiro.


      (Maior escândalo ainda, onde moro agora, os franceses de origem francesa, a maior parte das vezes quando se casam, enviam o convite com o local e hora da cerimónia. Os convidados aparecem, assistem à cerimónia, tiram umas fotos, às vezes há bolo, e pronto, acabou, cada qual volta para sua casa. Mas lá está, estás pessoas são convidadas para uma cerimónia, não para uma "refeição". Mas isto devo ser eu, que não se casa ninguém do círculo íntimo há anos e não aceito convites "só porque sim", devo andar desactualizada e agora os casamentos e batizado são feitos pelos restaurantes)

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    12. Ainda voltando a alguém acima:

      "Eu contigo R, não casava ! Se não pode pagar a festa, não faz !"

      A sério? Não casava se não tivesse festa? Então porque raio vão casar afinal? Se é por causa duma festa, não é preciso se casarem.
      Eu casei me porque me queria casar com o homem que amava, se não tivesse tido festa ou convidados, continuava a casar-me. É como eu digo, valores invertidos casam-se para terem festa. Vou dizer um segredo, não precisam casar para dar uma festa.
      Olhem, eu tive festa porque me casei, mas mesmo que não tivesse casava.

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    13. R o facto de não concordarem consigo não quer dizer que tenham os valores invertidos!
      Se só tinha dinheiro para o lanche, só os convidava para o lanche e ninguém se tinha que fazer de convidado para mais nada. O casamento é seu, você faz o que quer, não o que lhe impõem. Se só queriam estar consigo na cerimónia iam só à igreja e no final ia cada um à sua vidinha, até conheço uns que fizeram isso!
      Eu por exemplo fiz a minha cerimónia de tarde, logo ficava mais barato na quinta, porque era apenas jantar e convidei apenas segundo o que podia pagar, as pessoas mais chegadas, aquelas de sempre, não as que vejo uma vez por ano! Para mim era assim que fazia sentido, não é por ter inversão de valores!

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    14. R, eu casava consigo :)

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    15. Melissa, você deve ser tão forreta quanto ela! (LOL, brincadeirinha)

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  19. Ainda me estou a rir...é o tipo de coisa que me acontece com alguma frequência (agora menos, que, com a idade, começo a topá-los à distância), o que leva a que depois perca horas (também cada vez menos) a ensaiar aquela resposta mesmo boa, que nunca consegui dar, de tão parva que fico.

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  20. Eu durante anos, o meu pai dava boleia ao final da tarde à minha melhor amiga, ia muitas vezes para a praia connosco, almoçava muitas vezes em minha casa. Quando ia a casa dela, não me oferecia nada, um copo de água e e...O pai dela de vez quando ia buscá-la à hora do almoço e nunca me disse nada!!! é preciso ter lata...é por isso que agora entre outras coisas é ex-amiga.

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  21. As pessoas perderam a vergonha na cara só pode, ser convidada para um casamento e pagar a própria refeição? Se fosse os noivos e parafraseando o meu rico marido "borrava a cara de merda". Quem casa e tem dinheiro para a pagar a festa convida quem quer e incha. Quem não tem dinheiro tem duas opções: convida apenas aqueles a quem pode pagar a refeição(ou ninguém) ou faz a festa apenas com um bolo(acho que um bolo toda a gente pode pagar). Não há nada que saber. Convidar alguém para o nosso casamento e apresentar a conta é um nojo de vergonha. Mas lá está, educação não é para todos.

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    1. No norte os convidados dão um envelope com dinheiro! É quase a mesma coisa entre dar o dinheiro aos noivos ou à quinta para nós dá ao mesmo
      Assim não custa casar

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    2. Dão o envelope com dinheiro, se quiserem. Podem dar uma prenda, normalmente algo útil para a casa e o casal. Eu sou do Porto e tanto dou uma coisa, como outra, dependendo do casal em questão, do que eles precisarem e da minha disposição para andar atrás duma prenda, ou não!

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    3. A questão é mesmo essa! Uma coisa é as pessoas voluntariamente darem o que podem e querem. Outra coisa é cobrar às pessoas o lugar no copo de água! É de uma tremenda falta de chá.

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  22. Comeram e beberam à pala e depois ainda lhe cobram o valor da viagem! Engraçado como não se lembraram de deduzir isso nas contas finais. Falta de chá! Estamos sempre a aprender, Mais Picante!

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