sexta-feira, 1 de abril de 2016

Os problemas dos homens

Tanto tempo depois, continuarem a pensar que um "não" poderá ter qualquer outro significado que "não".

20 comentários:

  1. Pipocante Irrelevante Delirante1 de abril de 2016 às 16:49

    - Estás chateada comigo porque fui tomar café com aquela minha ex-namorada de grande decote?
    - NAO!

    (e eis como se desmonta uma teoria)

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    1. Pffff Nenhum homem faria uma pergunta dessas. Ninguém é tão parvo assim.

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  2. can't live with them. can't live without them.

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    1. Já tinha visto. Deve ter sido algum jeito que lhe fizeram, há centenas de pessoas, nas mesmas condições.
      (e os comentários?...)

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    2. Não percebi o drama. Há gente na área muito + qualificada que ela.
      Mas enfim, não se desvia do que já conhecemos.
      Aos 36 anos desempregada há anos, melhor seria engolir o doutoramento e começar a ganhar para se sustentar. Digo eu...
      Os comentários estão correctos. Nem sei como não foi para lá desancar as pessoas.

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    3. Pipocante Irrelevante Delirante3 de abril de 2016 às 14:47

      Quatro artigos... Uau.
      A minha digníssima tem mais, uns publicados em conferências internacionais (com o je a bancar boa parte dos custos) e tb ninguém lhe dá emprego, como cantaria o Sérgio Godinho.
      É um caso triste (se bem que não posso aferir da competência da senhora)_ mas está longe de ser raro.

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    4. Eu gostei foi ter saído logo no Observador, aquele pasquim de direita.
      Ahahahahahahah
      A ironia da coisa é linda.

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    5. Peço desculpa mas pediram-me para retirar o link por motivos de salvaguarda de privacidade.
      Eu achava que era mais que conhecida, mas parece que afinal não é. Enfim...

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    6. ahahahahahahaha "privacidade"!

      Estás a brincar, certo?

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    7. Eu também me ri. É preciso ser-se muito ingénuo ou muito parvo para se achar que ninguém associa uma coisa à outra.
      Mas pronto. Eu sou uma boa alma...

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    8. Fizeste bem.
      Afinal, ninguém com dois dedos de testa associa uma coisa à outra.

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    9. "... foi para a Holanda fazer o doutoramento em 2008. Tinha-lhe interessado o projeto proposto pelo Centro Académico de Leiden para a Investigação em Drogas (LACDR, na sigla em inglês). Mas quando terminou o contrato com a Universidade de Leiden, em 2013, decidiu voltar para Portugal. “Estava farta da Holanda e daquele tempo horrível”, diz a investigadora queixando-se da chuva e dos verões tristes. “Os meus amigos estavam todos a acabar o doutoramento e a ir embora.”"

      Pode ser tanta gente. Aliás, Leiden é conhecida como 'Nova Luxemburgo', tal é a quantidade de portugueses que ali trabalham e estudam. E todos eles se queixam do tempo.

      Será que está a chover em Leiden?

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    10. Desconheço por completo quaisquer quezílias que possam existir entre a investigadora em causa e a autora deste blog mas há que ter algum cuidado para não confundir o trabalho enquanto investigadora com as características pessoais da mesma. Só quem nunca fez investigação científica "pode" comparar a quantidade de artigos entre investigadores (e provavelmente de áreas diferentes!) e "pode" proferir que alguém está desempregado há anos quando a mesma esteve a trabalhar arduamente na tese. Não a conheço mas do que li o seu trabalho é meritório. Sem mais demoras, concordo que, infelizmente, estar desempregado nestas condições não é "caso raro".

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    11. São vários anos de blo, já me falta a paciência e a boa vontade para aturar gente que lê coisas que eu não digo.
      Faça lá o favor de dizer onde é que eu falo de características pessoais de alguém ou de nºs de artigos publicados. Quanto a isso de estar desempregado há anos (que eu também não mencionei), está escrito no artigo.
      Não encontra, pois não? Bem me parecia.

      E todos os trabalhos são meritórios.

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    12. Privacidade? É para rir.
      Então ela tira fotos e dá uma entrevista e depois falam em privacidade, num blog? Já nãp se podem fazer links? 'Tá boa.

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  4. Ah! E sim, tomara que exista gente mais qualificada e sobretudo mais sábia que ela na área, é muito bom sinal!

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  5. Mas quem é a criatura? Devia saber?? Ajudem-me.
    (o artigo é tão pertinente como as crónicas da desempregada da princesa a falar da gravidez....)

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  6. O que mais me surpreende nessa entrevista é a surpresa por nao encontrar trabalho na area que pretende, no Pais (e na cidade) que escolheu para viver, quando (pelo que da a entender a entrevista) o primeiro criterio da escolha foi regressar a Portugal e nao a possibilidade de trabalhar na area que queria. E diria o mesmo independentemente da situacao economica do pais escolhido.

    Nos meus anos enquanto cientista e olhando para o meu circulo de amigos e conhecidos desses anos, o primeiro criterio na escolha do "futuro local de trabalho" é a possibilidade de trabalhar no tema que se quer, e so depois (considerando os sitios onde o tema de investigacao existe) a escolha do pais ou da cidade. Pelo menos na area em que eu trabalhei (que admito nao tem nada a ver com a da pessoa em causa) sao muito raros os casos em que o tema de investigacao em que se quer trabalhar existe (e existem oportunidades naquele preciso momento) na cidade em que sempre se quis viver.

    Ha uns anos atras (depois de um doutoramento e de um post-doc) escolhi em primeiro lugar a cidade onde queria morar, e ha uns anos atras deixei a ciencia. Sao opcoes, e como diria o Sergio Godinho "Enfim duma escolha, faz-se um desafio, Enfrenta-se a vida de fio a pavio..."

    Ps: Peco desculpa pela falta de acentos, o teclado e alemao.

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