quinta-feira, 31 de março de 2016

E eis que na Alemanha aparecem comboios com carruagens destinadas exclusivamente a mulheres

Estou convencida, e oxalá esteja errada, de que os direitos das mulheres ocidentais serão inferiores, daqui a meia dúzia de anos, àquilo que eram nos anos setenta.
E nem quero pensar no que acontecerá aos homossexuais, no dia em que um grupo destes selvagens imbecis achar que é ofensivo andarem de mão dada na rua, por exemplo.
É para nossa protecção, dizem eles, assumindo que não conseguem controlar um bando de selvagens para quem a mulher ocidental não passa de uma reles prostituta, por andar de pernas ao léu no meio da rua, cabelo descoberto, em óbvia provocação ao viril macho.
Caramba, no dia em que me disserem que me devo enfiar numa carruagem só de mulheres, para minha protecção, esse será o dia em que me estarão a privar dos meus direitos fundamentais à liberdade. E será também o dia em que correrei ao pontapé quem tiver a ousadia de me dizer tamanha alarvidade.
Onde está a esquerda agora, pergunto eu? Sempre tão preocupada em defender os direitos das mulheres e minorias? Por que razão não gritam agora bem alto e não dizem que isto é um ultraje?

124 comentários:

  1. A história repete-se, não é assim que se diz?

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    1. Que tristeza Mirone, que falta de coragem, será assim tão difícil dizer basta? Não toleramos desrespeito para com as nossas liberdades fundamentais?

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  2. "Não" gritam agora bem alto. Acrescente o "não", para não deturpar o sentido do que está a dizer.

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  3. Isso já existia no Brasil... é horrível. O que acontece lá é que quando as mulheres não vão nas carruagens atribuídas os misóginos de plantão acham-se no direito de as assediar, porque se não queriam "tivessem ido para o seu lugar". Mas oh Picante, deixe lá esse ódio pela esquerda. Duvida de que todas e todos nós de esquerda achamos essa medida um ultraje e uma vergonha?

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    1. Nunca ouvi falar de tal coisa no Brasil. Não sendo de lá, é país que já visitei algumas 5 ou 6 vezes e onde nunca tive qualquer problema.
      E Nádia, isto não é questão de ter ou não ódio à esquerda. Eu espero coerência dos partidos políticos e não acho normal que façam tanto barulho por causa de piropos mas se calem quando a liberdade da mulher a circular sem ser violada está em causa, apenas por os presumíveis violadores estarem ligados ao Islão.

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    2. Picante, largue lá os preconceitos e tente perceber que o assédio verbal (é tão giro dizer piropo como se fosse uma coisa simpática e agradável e não uma forma de opressão), o assédio físico e o abuso sexual decorrem de um mesmo problema. Faz falta análise crítica para entender que o sexismo erradica-se a partir da base, não é (só) nos tribunais onde se julgam casos de assédio e violência doméstica ao mesmo tempo que persistem as imagens tradicionais do masculino e do feminino e se perpetua o desrespeito pelas mulheres que daí decorre. Uma sociedade em que um grupo se acha no direito de objetificar outro, nas ruas ou em casa, nunca será uma sociedade livre de violência de género.

      E os partidos políticos não têm que comentar TUDO o que se passa no mundo. A luta do BE por uma lei contra o assédio verbal decorre da posição do partido em relação ao machismo, sexismo e misoginia, não existe num vácuo. Até porque qualquer pessoa que se manifeste contra o assédio verbal sabe que é um fenómeno inserido numa gigante teia de fenómenos semelhantes. É precisa muita má fé ou desconhecimento dos valores que orientam a esquerda portuguesa para não perceber qual seria a sua posição (pelo menos do BE) neste assunto.

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    3. Sério, Nadia? Má fé? Basta ver o barulho que o BE fez há uns meses sobre o Luaty e o que estão a fazer agora, que ele foi efectivamente condenado.

      (eu não meto no mesmo saco um ó boa e uma violação, lamento mas não meto. Concedo que passa tudo por falta de respeito mas o mesmo tipo que diz "comia-te toda" não viola, assumir que é tudo o mesmo problema é falta de análise crítica)

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    4. Já ouvi piropos de quem não queria e piropos bem "badalhocos" também. Ainda assim acho muito diferente um piropo pacóvio e mal dado do que por exemplo ter sido vítima de stalking durante 12 anos por um homem que me dizia que se não ficava com ele não ficava com mais ninguém, que descobriu a morada de várias casas onde vivi, que me apareceu em frente à casa dos meus pais quando eu ainda vivia com eles, que me aparecia em todo e qualquer local onde eu estava e durante mais de 1 década sempre que eu ia à policia, mesmo com as mensagens de ameaças e as centenas de chamadas mesmo durante a madrugada, e eles me diziam que nada podiam fazer contra ele enquanto ele não tentasse efectivamente fazer-me alguma coisa.

      Hoje em dia stalking já é crime (felizmente) mas eu também não o coloco ao mesmo nível de ouvir um piropo, por muito porco ou nojento que seja.
      E também não coloco no mesmo patamar ser vítima de perseguição e ameaça comparando-o a uma violação.
      Não é o mesmo e seria uma afronta a meu ver dizer a uma mulher abusada sexualmente que um piropo é algo que vale muito mais a pena lutar do que o seu direito a andar na rua sem que um palerma ache que se lhe apetecer desfazer as suas tensões sexuais, que tem o direito de o fazer independentemente se ela quer ou não.

      Se o BE não pode nem tem que comentar TUDO, facto é que me parece ultrajante não se revoltarem seriamente com um dos maiores atentados à liberdade feminina que a Europa viu estes últimos anos.
      Sabe o que dá a entender? Parece aquelas pessoas com uma grande garganta que dizem que fazem e acontecem simplesmente para, na hora H, desdizerem tudo, virarem costas e não fazerem nada por aquilo que sempre apregoaram. Parece que só lutam por coisas mínimas para dar espectáculo mas aquilo que realmente importa e aquilo que realmente coloca em causa o bem-estar e as liberdades deixam passar ao lado, de fininho, a ver se ninguém os importuna ou lhes pergunta onde se meteram agora que realmente são precisos.

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    5. Nádia, estou no Rio de Janeiro e movimento-me de metro para todo o lado. Umas vezes sozinha outras acompanhada. Eles avisam no altifalante que sim, que há carruagens só para mulheres. Eu é que nunca vi efectivamente nenhuma, mas se eles dizem... (Nunca fui importunada nas carruagens "normais". O que não significa que outras pessoas não o sejam, claro.)

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    6. Também nunca vi nunhuma outra mulher a ser molestada, que fique claro.

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    7. (nunca foste importunada porque és gorda, eles preferem as magras giras, assim como eu...)

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    8. Ora Picante, se continua a considerar o assédio verbal de rua uma coisa mínima, não há conversa possível. É passar ao lado do problema real. E achar que o BE só quer dar espetáculo é não entender os valores que nos motivam.

      NM, fico feliz que nunca tenha sido importunada, mas infelizmente a sua experiência não representa a de todas as mulheres. Eu também nunca fui violada em Portugal, mas há mulheres que são. Referi as carruagens só para mulheres no Brasil, no metro (não me pergunte em que cidade) porque sigo uma página feminista (https://www.facebook.com/MocaVoceEMachista/?fref=ts) onde já li vários testemunhos, inclusive de mulheres que são assediadas fisicamente.

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    9. Hum.... Pois é, pois é... Pronto vá, vai lá...

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    10. Oh Nádia... E eu por acaso até disse que o eu não ter sido e eu não ter visto não significa que não aconteça... Por acaso até frisei, mas nem precisava... Afinal era só ler o que lá estava. Mas pôr palavras na boca dos outros e extremar exemplos é quase irresistível, não é?

      A generalização que a Nádia fez, "Isso já existia no Brasil... é horrível. O que acontece lá é que quando as mulheres não vão nas carruagens atribuídas os misóginos de plantão acham-se no direito de as assediar, porque se não queriam "tivessem ido para o seu lugar"." é que um bocadinho nada, mas quase nada deixe lá, abusiva.)

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    11. Ups! Confundi o comentário da Picante com o da anónima e respondi à anónima dirigindo-me à Picante. Mas são argumentos semelhantes, por isso não é grave.

      E anónima, eu também fui vítima de stalking, por isso sei o quão revoltante é e o quão manietadas nos sentimos. E não disse, nem nunca diria, que o impacto sobre a vítima é o mesmo. Mas se a violência de género existe nas suas formas mais graves é porque há uma teia culturalmente construída que o permite. As formas de violência de género que matam nunca serão erradicadas enquanto existir uma estrutura de objetificação e diminuição da mulher.

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    12. NM, torna-se um bocadinho difícil comentar num blog em que as pessoas estão sempre prontas a atacar, em vez de procurarem conduzir uma discussão calma. Eu sei que isto é a norma na blogosfera, mas não deixa de me fazer confusão.

      Com todo o horror que há no mundo, acha que tenho necessidade de exagerar? Referir que existe no Brasil foi apenas isso, o ter lido a notícia que a Picante partilhou e ter estabelecido um paralelo com algo que sei existir através da leitura de relatos na primeira pessoa. E sim, generalizei a partir dos testemunhos que li, e foi errado - como, aliás, qualquer generalização. E veja lá que nem me custa admitir isso.

      Enfim, às vezes gosto de passar por aqui, mas talvez desista de comentar. Até porque tenho o meu próprio blog onde as pessoas, regra geral, deixam as pedras à porta. Levarei antes o assunto para lá =)

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    13. Tenha paciência Nadia, mas ninguém a atacou.
      Ali em cima disse-me que a luta do BE por uma lei contra o assédio decorre da posição do partido em relação ao machismo, sexismo e misoginia.
      Quer melhor exemplo de misoginia e sexismo que haver carruagens especificas para mulheres porque nas mistas podem ser atacadas? Em grupo e à frente de toda a gente? No maior despudor e provável certeza de impunidade? Caramba, se há luta que vale a pena é esta!

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    14. ???? Eu ataquei?? Ok... Estou no ir que se vai fazendo tarde. Continuação.

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    15. Nádia mas eu não acho que não se devesse lutar contra o assédio verbal, aliás só pelo facto de existirem homens com os seus 50, 60s e afins a dizerem as coisas mais nojentas a rapariguinhas de 12 anos já acho mais do que apropriado.

      Simplesmente acho que existiam causas muito mais prementes que essa. E eu enquanto feminista sou contra a posição do BE em meter-se de fora deste assunto. Acho que é um assunto cabal, não se meterem nele, assobiarem para o lado e fingir que não viram fá-las ser iguais aqualquer pessoa que apoie esta inferiorizarão da mulher na Europa. É o receiozinho de importunar as minorias mas estar disposto a ceder os direitos.

      Acho que alguém que se diz feminista não se meter nisto e não lutar com unhas e dentes pelos seus direitos quando os mesmos são postos em causa, revela mesmo muito dessas feministas, ou será melhor dizer "pseudo-feministas"?

      E não acho que esteja a ser atacada Nádia, o facto de discordarmos de si não me parece que seja um ataque.

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  4. Talvez a Cocó na fralda fale nisso e depois já saiba a posição esquerdista.

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    1. A Cocó porquê?
      Só tomo partido depois da Ursa se pronunciar que é a única diplomada que percebe do assunto.
      Até lá são todas culpadas, quem ataca e quem defende que isto como mundo anda há que desconfiar de toda a gente.
      Só inocento alguém depois de ouvir a Ursa.

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  5. Há uns tempos tinha visto algures que tinha sido uma reivindicação das mulheres mesmo, o que seria ainda mais estúpido. Mas não me surpreenderia, pelo que tenho visto em Portugal, que houvesse um grupinho que achasse que ter carruagens só para si fosse muito bom, motivo de orgulho e bandeira da liberdade feminina.

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    1. Eu não li nada disso. O que li foi que isto é uma consequência directa do assédio de que as alemãs têm sido alvo, por parte de gente muçulmana, muitos deles de 2ª e 3ª geração.

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    2. Eu tinha visto aqui há uns 3 meses atrás que era a pedido das mulheres, mas lá está, agora realmente não é isso que está escrito no artigo. Mas não me admirava nada que fossem elas...

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  6. Vou deixar-te aqui uma opinião que é baseada no conhecimento pessoal que tenho da Alemanha há cerca de 30 anos. A Alemanha tem um complexo absoluto e inenarrável de inferioridade em relação aos estrangeiros. Não ousam sequer tocar-lhes em nenhum sentido, acolhendo-os como filhos, naturalmente por causa do Holocausto e da imagem internacional que isso deixou.
    A Alemanha está cheia (à pinha) de estrangeiros turcos, e de todas as nacionalidades que usam a burca, o lenço, etc. Tu vais na rua a um dia de semana (eles não trabalham - mas têm casa e subsídios, creches e saúde como gente grande)e só vez pessoas com as cabeças tapadas e homens sinistros de barba a olhar para ti e a comerem-te com os olhos. As alemãs têm um medo absurdo desta gente (um ódio, um nojo, uma repulsa, direi mesmo) que a cada dia cresce em número e em tensão. Para te dizer, nesta leva de imigração em que a Mama-Merkle (é assim que lhe chamam)abriu as portas a todos, estava um acampamento (vi eu) no aeroporto de Colónia, maior que o parque de campismo da Caparica. E há desacatos todoooooos os dias, e cenas sinistras todoooos os dias.
    Por isto, por este complexo de inferioridade, e para não atacar os estrangeiros e não a acusarem, e tal, a Alemanha prefere ter carruagens de mulheres, do que ter casos de violação e violência que ascendem a muitas centenas todos os dias.
    E não estou a dizer que são só árabes a fazer isto, mas nacionalistas e gente muito estranha que não interessa a ninguém.

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    1. O mesmo se passa em França e na Inglaterra.
      Mas segundo Helena Araújo residente na Alemanha e blogger (2 dedos de conversa: conversa2.blogspot.com) e que até já teve uma crónica no Observador está tudo feliz e contente com os migrantes. Os jornais internacionais e em particular os portugueses é que deturpam as notícias.

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    2. Não são só muçulmanos mas são fundamentalmente muçulmanos. A maior parte já com nacionalidade alemã, visto que são de 2ª ou 3ª geração. E isto é gravíssimo porque só significa que estamos a acolher, em nossa casa, gente que se recusa a viver de acordo com os princípios básicos da democracia e igualdade, gente que recusa a integração ou cuja integração foi mal pensada.
      Vi há dias uma reportagem na BBC muito boa, uma entrevista a um muçulmano historiador do Islão onde falava sobre uma série de problemas. O problema maior? A Arábia Saudita. Mas disso não dá jeito falar...
      O que se passa nos campos de refugiados é ultrajante. Mulheres e crianças que são violadas por pertencerem a etnias diferentes. Há uma espécie de escala de religião entre as várias atnias, um mau muçulmano merece a morte ou a escravidão, um cristão pode viver em paz desde que pague impostos.
      Mais: a percentagem de muçulmanos moderados que acha que se deve cumprir a sharia ou que não condena os atentados é assustadora. Mas é xenofobia dizer isto de maneiras que ficamos assim.

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    3. Anónimo das 13.43h isso é mentira. Ela pode apregoar o que bem quiser mas quem conhece in loco e vive perto deles diz o oposto. Aliás quem souber alemão e quiser ver a Sat 1, RTL, Prosieben, ou jornais online vê que essa realidade demonstrada pela blogger é tão verdade como a maioria das vidas de muitas rosinhas com blogs de folhos e filhos perfeitos.

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    4. Estive em Berlim há pouco tempo e por pouco tempo, mas é engraçado quando fala do complexo da Alemanha por causa do holocausto... porque senti isso mesmo quando lá estive, este povo vive todos os dias o peso e a vergonha pelo que os nazis fizeram

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    5. Namorei 5 anos com um alemão e ele dizia muitas vezes que sempre que falava do Holocausto com estrangeiros, sentia necessidade de pedir desculpa pelo que a Alemanha fez (apesar de não ter tido nada a ver com isso)!

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  7. Engraçado que como as anti-feministas gritam pelos seus direitos quando lhes é conveniente. Mas as feministas não são umas histéricas? Pensei que sim.
    Btw http://expresso.sapo.pt/internacional/2016-02-13-Colonia.-Ataques-a-mulheres-nao-foram-realizados-por-grupo-de-refugiados

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    1. Não sei nada disso sobre o anti feminismo.
      Esse link não significa nada. Mesmo nada. Foram muçulmanos, muitos de 2ª e 3ª geração, os responsáveis pelos ataques de colónia. O facto de terem nascido na Alemanha e ainda assim acharem que as mulheres ocidentais não passam de umas reles prostitutas, prontas para serem usadas, apenas agrava a situação. Se não percebe isso apenas posso lamentar.

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    2. Qual é a sua solução? Expulsar todos os muçulmanos da europa? É que, surpresa, eles são tão europeus como você. Têm cidadania alemã, portuguesa, wtv.
      Ah e acredite, não é por serem muçulmanos que acham as mulheres umas putas. Há muito cristão a achar que uma mulher que usa uma mini saia é uma puta e merece ser violada.

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    3. Não. A solução passa por recusar abusos. Eliminar guetos. Obrigar a aceitar leis ocidentais e cair em cima de quem quer que seja quando há prevaricações.
      As escolas não têm de ser obrigadas a deixar de servir porco, não t~em de existir madrassas, não temos de ter médicos específicos para muçulmanos nem escolas separadas.
      É expulsar todos os que praticam crimes e não têm nacionalidade, é retirar a nacionalidade a extremistas que a tenham dupla.
      A solução passa por defender o modo de vida ocidental sem ter medo de ser chamado xenófobo.
      A solução passa por separar o poder político da religião. Nunca deu bom resultado, temos a história do cristianismo a prová-lo.

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    4. Concordo consigo. Mas do nosso lado também tem de haver aceitação. Não podemos discriminar só por vermos homens barbudos. Não podemos segregar pessoas por terem uma religião diferente. Não podemos olhar de lado mulheres que usam burkas ou hijabs. Basicamente o preconceito tem de ser eliminado, porque esse também só alimenta ódio.

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    5. Tudo bem. Desde que dêem liberdade às suas próprias filhas de não usarem a burka, de terem uma profissão, etc.

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    6. Anónimo das 14:21. Atirar com preconceito é sempre em desespero de causa. O que é o preconceito? Todos nós temos ideias pré-concebidas acerca de algo. Até no bom sentido. Chamar preconceito passou a ser moda, mas se calhar é melhor mesmo haver ideias pré-concebidas (ainda que sujeitas a mudança) do que tudo ser feito com base em experimentações que há centésima vez já tínhamos obrigação de saber como funcionariam.

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    7. "Não podemos olhar de lado mulheres que usam burkas ou hijab"
      Podemos e devemos obrigar todas as pessoas a serem identificáveis. Caras cobertas deveriam ser proibidas.

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    8. Há uma frase do Goethe que diz mais ou menos isto: Para acabar com a fome, acabe-se com todos os famintos.
      Claro que não há qualquer lógica nisto, é ironia da boa, mas é mais ou menos isso que quer dizer 'Qual é a sua solução? Expulsar todos os muçulmanos da europa?'

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    9. Não Uva, a solução passa pelo que já disse ali em cima.
      Passa por não ter medo de ter a mão pesada quando se fala de minorias. Não te passa pela cabeça a quantidade de casos abafados apenas porque o agressor é muçulmano. Quanto a mim isso é inadmissível. O que se passou em Colónia foi um bom exemplo, a coisa soube-se à posteriori e apenas por causa das redes sociais.
      Eu acho que não podemos fazer cedências quando estão em causa as liberdades individuais e o nosso modo de vida. Se isso implica correr com uma série de gente extremista, fechar os sítios onde se reúnem, não lhes dar condições para reunir, seja.
      Mas pelo contrário, são os ocidentais que têm a polícia à porta e as contas de twitter fechadas quando ousam falar mal do Islão. True story.

      (sabes que aqui há pouco tempo uma miúda de 16 anos foi violada, aqui em lisboa, numa dessas mercearias de paquistaneses? Aproveitaram que não estava lá ninguém quando ela entrou, fecharam a porta e cá vai disto. A coisa só se soube porque uma cliente estranhou aquilo estar fechado e quando viu a miúda a sair toda lixada chamou a polícia. Alguém falou nisso? Claro que não)

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  8. Pipocante Irrelevante Delirante31 de março de 2016 às 11:40

    Eu também sou pequenino, não me posso defender... ponham-me nessa carruagem com o mulherio todo. Para protecção, claro...

    Menos a sério

    O politicamente correcto tem levado e leva a criar regras especiais para "proteger" aqueles que não se conseguem defender. As mulheres é que deviam ficar ofendidas, afinal querem igualdade, mas neste caso em particular são colocadas num plano inferior.
    Os próximos passos serão carruagens para escuros (para sua protecção, claro), homossexuais, e minorias religiosas. Não sei onde vão arranjar tanta carruagem, mas adiante.
    Para quem fala grosso sobre a Europa não se vergar ao medo do terrorismo, digamos que esta decisão é... dúbia?

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    1. É aviltante. Um ultraje.
      O que se tem vindo a passar na Suécia ou Noruega, é assustador. 50% do número de presos na Suécia é muçulmano. A população muçulmana é de 11%, salvo erro.
      Mas hei! Disto ninguém fala, nós somos democratas e respeitamos as minorias. Ainda que as minorias nos ofendam nos nossos princípios mais queridos ou integridade.

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  9. Li ontem e nem queria acreditar.
    Não controlam os "machos" e as mulheres é que são privadas de liberdade? Era o que faltava.
    Cada vez mais percebo o alcance de pensamento e análise que Houellebecq tem e teve no Submissão.

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    1. É um livro muito inteligente.
      Deve ser lido com atenção.

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    2. Acerca do livro.
      http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/submissao-a-historia-de-um-suicidio-7337465

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    3. Picante, É um livro que através de uma pessoa, e de umas poucas mais, traz a lume temas como o amor, a política e a religião, sendo as duas últimas cravadas na história como determinantes para um futuro que se avizinha tortuoso, disfuncional e, cada vez mais, distante daquilo que conhecemos.
      É através da sua melancolia, saudade inexplicada, ausência de ambições e de amor, que o autor projeta o busílis da sua obra, que mais do que um livro sobre o Islão, é uma sublime crítica ao declínio do Ocidente.
      Leia, vai gostar certamente

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    4. Fui ver o link. Afinal já tinha lido uma crítica sobre ele, lembro-me agora. Na altura decidi comprá-lo mas passou-me. A ver se é desta.
      Obrigada

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  10. O que tem a esquerda nacional a ver com tomadas de decisão, tidas na Alemanha e por uma empresa de transportes Alemã?
    A gana de estoirar com a esquerda é tanta que fica cega.
    Agora é passar à frente, porque o Passos e os amigos passaram à reserva. Tem de ter paciência. Entretanto vá gastar a sobretaxa que a esquerda lhe devolveu.

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    1. É uma pena achar que a esquerda não se deve meter nisto.
      Descanse, a extrema direita vai meter-se. E isso deixa-me tudo menos descansada.

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    2. A nossa esquerda meter-se nisto porquê? Se fosse cá, estaria de acordo.
      Mas atenção que discordo disto, e de tudo o que envolve violência contra Mulheres. Seja de que tipo for.

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    3. Tem dinheiro de sobretaxa para gastar? Infelizmente eu não..

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    4. Toda a gente tem de se meter nisto. Se a nossa esquerda se mete no caso de Angola, se se mete no caso dos refugiados, se "desculpa" atentados terroristas com base em políticas de direita, não se mete nisto porquê? Porque não dá jeito? Por ser a causa das mulheres e a do Islão? Está certo.

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    5. A nossa direita é que não se meteu com Angola.
      Não vá o relvas perder negócios importantes. Quem diz o Relvas diz o Dias Loureiro. E outros que tais.
      Continuo a achar que não nos devemos meter nesta questão em especifico.
      Agora, em sede da CE, do PE...Isso é outra conversa.
      Tal como com os MNE e os MAI. Dos 28 pois claro.

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    6. Anónimo das 16:50.
      Tenho sim, porquê? Devo ser fuzilado por isso?

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    7. O PSD e CDS tiveram uma atitude vergonhosa em votar contra. Nisso concordamos.

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  11. Colocar mais vigilância e policiamento não que dá trabalho e gasta muito... e depois quem não aceitar ir num "galinheiro" ainda vai ser considerado responsável por qualquer ataque que sofra

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    1. Acho que não é pelos gastos. É mesmo pelo medo de serem considerados xenófobos.

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    2. Claro que xenófobos não podem ser, ainda que possam ser acusados de outros tipos de descriminação

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  12. Quando li essa notícia pensei imediatamente: agora é que a extrema direita vai ter que atuar. E logo eu que não gosto de extremos, seja de que lado for.
    É simplesmente inadmissível.
    Parece que as pessoas se recusam a ver o óbvio. Existem gente em demasia proveniente do médio oriente que acham que a mulher é lixo. Sejam os que chegam, que assim que se virem de barriga cheia pensam logo em alarvidades, sejam os que são de segunda geração e vivem à boa maneira das origens familiares. Agora basta pensar numa coisa tão simples: se os que cá estão há anos ou até mesmo nasceram cá se portam de uma maneira selvagem, imaginem os filhos dos que chegam agora, que estarão protegidos pelo elevado número que representam.

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    1. Existem pessoas ocidentais que acham que a mulher é lixo. Basta ver os números de violência doméstica no nosso país.
      A carruagem é tudo menos o caminho certo. O caminho certo é EDUCAÇÃO sobre igualdade. E isto vale tanto para o pessoal do médio oriente como para branquinhos cristãos. Fique lá com a extrema direita... Eles também tinham carruagens especiais para os judeus se bem me lembro. Nao me parece que sejam eles a resolver.

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    2. Anónimo das 13.36. É verdade que existem ocidentais a achar que a mulher é um lixo.
      Quer comparar esses números com a percentagem de muçulmanos que são a favor da sharia? Dizer que o problema não é também o Islão é fazer como a avestruz.
      Mas concordo consigo numa coisa. A solução está na educação. Nem que seja à força.

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    3. Eu não sei qual é o número de muçulmanos a favor da sharia, não vi ainda nenhum estudo imparcial que me mostrasse isto. Sei que a sharia tem significados diferentes para pessoas diferentes. Há coisas muito agressivas na sharia, há outras em que se fala de uma linha moral. Mas isso é assunto para teólogos e eu sou tudo menos. E não acredito em tudo o que os jornais me dizem.
      Mas isso seria o mesmo se perguntasse a cristãos se a igreja deveria ter influência na politica, provavelmente muito diriam que sim. Quem acredita numa religião, acha que ela deveria fazer parte da sociedade onde vivem. Por isso é que há uma separação de estado igreja, independentemente do que os diferentes grupos religiosos querem.

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    4. Logo à noite já lhe ponho aqui uns links de estudos.
      Eu sou cristã e acho que a religião deve fazer parte da sociedade onde vivo. Daí a advogar a não separação de poderes vai um mundo. E também interpreto a Biblia, sigo aquilo que acho que devo seguir e ponto. E as pessoas que conheço é assim que vivem, sem extremismos.
      A religião cristã evoluiu muito, nos últimos 500 anos, ao contrário do Islão, que ainda é relativamente novo.
      Vou ver ser encontro o link da reportagem da BBC que vi, é interessantissimo e explica muita coisa sobre o fundamentalismo muçulmano e as massas que move.

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    5. Picante, não vi a reportagem de que fala mas li uma entrevista no jornal Público que me parece de teor semelhante: https://www.publico.pt/mundo/noticia/o-estado-islamico-sempre-existiu-e-a-arabia-saudita-1716649

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    6. Eu comentei às 12:30 e acrescento: Não tenho partido e sou ABSOLUTAMENTE contra a criação de carruagens para mulheres. Ponham policiamento, deportem, prendam quem intentar contra a segurança que quem viaja tranquilamente sem se meter com ninguém.

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    7. A religião cristã evoluiu mas até ao final do século passado havia coisas como esta: https://en.wikipedia.org/wiki/Magdalene_asylum
      Todas as religiões têm culpas no cartório, especialmente no que diz respeito a afirmarem a inferioridade da mulher. Eu sou ateia e não suporto qualquer religião. Acho que todos os feriados religiosos deviam ser abolidos por exemplo, acho a igreja não deveria estar isenta de impostos, entre outras coisas. Isto não significa que desrespeite pessoas religiosas, desde que não imponham a sua religião aos outros. Agora afirmar que só os muçulmanos o fazem e que só a religião deles tem problemas, é ignorante. Basta ver o link acima.

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    8. Mrs G, esse artigo é uma súmula da entrevista que vi. Nem mais!

      Anónimo das 14.14, quer estudos? Neste post encontra uma série deles.
      http://pipocamaispicante.blogspot.pt/2015/01/ainda-sobre-semana-quente.html

      Anónimo das 16.44, não consigo alcançar que tem esse link a ver com a discussão ou qual a comparação (em termos de impacto para o ser humano) que pudessem ter esses asilos com a sharia. Além de que essas casas não existem há muito e a sharia continua a ser imposta pela força.

      O Islão tem imensos problemas, muito mais do que qualquer outra religião. Basta ver o número de atentados feitos em nome do Islão e em nome do Cristianismo, Budismo ou qualquer outra. Afirmar o contrário é que é ignorante, desculpe a crueza.

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    9. As religiões têm culpa no passado, sim e na teoria também.

      Mas quantos católicos na Europa são extremistas? Quantos atentados, invasões, mortes, etc houve porque alguém se recusou a seguir o catolicismo?

      A maioria dos países europeus têm uma maioria de cristãos (sejam eles católicos, protestantes, luteranos, anglicistas e por aí vai). A grande maioria das pessoas que seguem a religião na Europa vai buscar à religião aquilo que mais lhe convém, aprenderam a interpretar e a perceber que a Biblia foi escrita por homens, traduzida milhares de vezes e deturpada muitas vezes segundo as vontades politicas da época em que foi escrita.
      Para a grande maioria dos muçulmanos aquilo que está no Corão é a lei e tem de ser cumprida à risca. Muitos podem não atentar contra a vida de ninguém porque algures no Corão diz que é "pecado" matar alguém, outros decidem interpretar que isso só vale para os fiéis e que os infiéis não entram aí uma vez que há capítulos bem extensos onde explica que os infiéis devem morrer todos e até tem lá umas passagens "giras" de como exatamente matar os ditos, entre outras coisas lindas como o facto de que toda a mulher não muçulmana dever ser retida como prostituta pessoal deles.

      A questão é, quem é que no seu perfeito juízo, na Europa, admitia que um padre dissesse na missa que a mulher é propriedade do homem, nomeadamente do pai até casar e do marido até morrer? É que na nossa Biblia diz isso. Simplesmente nós aprendemos a retirar desses ensinamentos o que nos interessa e a "desrespeitar" todas as restantes indicações de violência, ódio, inferiorização das mulheres, etc.
      Também ninguém admitiria à Igreja que nos impedisse os progressos científicos ou que matasse quem diz que a terra é redonda. Mas o Galileu só não morreu na época porque soube mentir.

      A Biblia terá mais de 2000 anos e nós como temos neurónios conseguimos entender que o que lá foi escrito, foi-o por pessoas da época, com a cultura e mentalidade da época.
      O problema é que para a maioria dos muçulmanos o Corão tem de ser seguido à letra e é interpretado à letra. Não me venham dizer que eles não são muçulmanos (como muitos dizem), eles na realidade são os verdadeiros muçulmanos, os que seguem as leis de Sharia à letra e fazem tudo o que lá diz. E a maioria que segue as leis de Sharia pensa exatamente como eles, alguns não matam exclusivamente porque interpretam que a frase onde diz "não matar ninguém" também se refere aos infiéis, enquanto os outros interpretam que os infiéis não são nada e não valem nada, acham que não são pessoas e portanto podem ser mortos como lhes é indicado no "livro sagrado".

      O problema é das religiões por promover uma lavagem cerebral e das pessoas sem cultura e inteligência para entender isso.

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    10. Fui eu que falei dos asilos. A questão aqui é se se dá rédea livre às religiões acontece merda. Foi o que aconteceu (principalmente) na Irlanda com a religião católica. Estes asilos não fecharam assim há tanto tempo, nos anos 90 ainda existiam. Milhares de mulheres morreram lá, mulheres que não cometeram nenhum crime. Outro exemplo é o KKK que matava pessoas negras em nome do catolicismo, porque interpretaram assim o que vinha na bíblia. O catolicismo evoluiu? Não, a sociedade evoluiu com o secularismo e obrigou a igreja católica a "ficar no seu sítio".
      Não há uma religião pior que a outra a meu ver. Mas para haver equilíbrio tem de haver secularismo ponto. E não as pessoas de religiões diferentes (neste caso muçulmana) não podem ser isoladas. Há coisas terríveis no Corão tal como há na Bíblia, não acredito minimamente que alguém possa ser mau só por pertencer a uma religião.

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    11. Anónima das 17.23, eu não contesto que a Igreja Católica tem muitos, demasiados problemas. Mas também vejo o bem que faz por esse mundo afora, a postura que tem face às outras religiões, a maneira como o próprio Papa Francisco interpreta a Bíblia e tenta romper com dogmas.
      Consegue ver isso no Islão? Eu não consigo. Nem nos seguidores, nem nos Imãs. Pode ser ignorância minha, até pode. Mas encontro muitos, muitíssimos mais extremismos e violência no Islão que no Cristianismo.

      (o KKK nunca foi um movimento em nome da Igreja, nunca foi apoiado pela Igreja, não vamos misturar as coisas)

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    12. O KKK agia sobre as suposições retiradas dos ensinamentos religiosos. Portanto, creio que são o exemplo "perfeito" para se comparar a estes extremistas. No entanto, até o KKK parece ter evoluído, ao contrário deles.

      Sim, Picante acho que a Igreja agora tem uma postura distinta mas não creio que a tem por a achar melhor (apesar de acreditar que existirão alguns padres com vocação lá pelo meio). Para mim a Igreja Católica não passa de politica (tal como restantes religiões) pelo que teve que se reinventar e se adaptar aos tempos modernos se não quisesse ser banida pela sociedade.

      Se a Igreja continuasse a dizer ad eternum que os divórcios são pecados, que os filhos fora do casamento são indignos de baptismo (e que estão condenados), que as mulheres que perdem a virgindade antes do casamento (e mães solteiras) não merecem a benção de Deus e são párias por aí fora, qual seria a Igreja que hoje estaria aberta ou teria seguidores? E depois como poderiam eles continuar a retirar o dinheiro e a acumular a fortuna?
      Como bons politicos que são, souberam adaptar-se ao novo mundo.

      No entanto, apesar de todas as inúmeras atrocidades cometidas no passado, facto é que a Igreja Católica evoluiu (fosse por vontade ou necessidade de seguidores) e facto é que o Islão está provavelmente numa fase mental da idade média e poderemos compará-los provavelmente às Cruzadas e à Inquisição que outrora foi mais que fomentada pelo Vaticano. Simplesmente a cultura de então era uma, a violência, os julgamentos em praça pública, os enforcamentos, as penas de morte, etc também era tudo considerado natural. Em termos socio-históricos é compreensível que no passado existisse mais violência, as pessoas detinham menos conhecimentos, as crendices ainda subjugavam as pessoas (a ignorância sempre foi a melhor forma de controlar o povo). Agora a mim choca-me é ver como é que o Islão consegue fazer estas atrocidades em pleno século XXI, com pessoas formadas e com acesso à informação. São outro tipo de ignorantes, sociopatas e psicopatas.

      Portanto, eu acho que as pessoas é que trouxeram o bem à Igreja e não o oposto. Quem ler a Biblia, as sagradas escrituras, o antigo testamento e por aí fora na íntegra há-de revoltar-se e sentir-se enojado muitas vezes, excepto se for um sociopata ou psicopata.

      Actualmente, nos dias que correm, concordo a 100% consigo, há muito mais casos recentes de violência do Islão, mesmo nos "moderados" do que quem segue o catolicismo.
      Aliás a violência de quem segue o Catolicismo, provocada por pessoas cultas e formadas é praticamente nula. Existem alguns povos africanos onde ainda se cometem actos de violência contra homossexuais mas é um caso tão isolado, que comparado ao do Islão... não há comparação.

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  13. Dois posts a falar sobre o mesmo creme. O primeiro fica ofendida com um comentário seu a falar sobre publicidade encapotada. O segundo já é publicidade.

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    1. Deve ser tudo verdade, toda a gente sabe que as bloggers não mentem...

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    2. Fui lá dizer-lhe que a resposta que lhe deu no post dos cremes era escusada, pois hoje fez um post sobre os mesmos produtos onde assume que é publicidade. São tiros no pé atrás de tiros no pé, não falha.
      Duvido que publique.

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    3. Vergonha. Vergonha. Vergonha. É o que eu sinto perante este retrocesso civilizacional. Será que a Europa ainda não percebeu que são eles que se têm de ajustar às normas ocidentais e não o contrário?!!

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    4. Percebi agora pela conversa de tiro no pé. Desconfio que aquela é a blogguer mais reduzida de capacidade cognitiva de toda a blogolândia. Os raciocínios e as desculpas que arranja mostram um nível intelectual acima da média... para um bicho rastejante.

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    5. Dali não se pode esperar muito mais que looks com pinta. E mesmo isso...

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    6. É que nem isso que pode esperar...

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    7. Bemmm, já viste o que ela respondeu no post do creme? Está mesmo a pedi-las, ai está, está. Só quero que a lei se faça cumprir.

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  14. E que tal observar o assunto spb outro ponto de vista? Em vez de olharmos para isto como um atentado à liberdade e igualdade, porque não vermos antes como a liberdade de poder escolher se queremos viajar em classe mista ou não? É que se esquecem de um pormenor que faz toooooda a diferença: As mulheres não são obrigadas a viajar em carruagens só para mulheres. Podem escolher se querem ou não estar no meio de rebarbados. Confesso que não me faz confusão. Faz-me mais confusão obrigar as pessoas a conviver com quem não querem. Não é perfeito, mas é o que, por agora, se pode arranjar. O mundo não é perfeito.

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    1. Não faz sentido. Eles é que têm que saber comportar-se. Por essa via, então criavam-se carruagens só para rebarbados. Eu até apoio que se criem salinhas só para rebarbados. Com grades nas janelas. E guardas a vigiar.

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    2. O princípio de que as mulheres precisam de uma carruagem especial para não sofrerem danos físicos está profundamente errado. A seguir vêm dizer que quem anda em carruagens mistas e é assediada está a pedi-las, não? Caramba, não me lixem.
      Eu sou mais a favor de juntar os rebarbados todos numa carruagem e dirigi-la para bem longe.

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    3. Concordo totamente consigo Picante.
      Numa Europa dita democrática, como é possível submetermo-nos a leis destas?
      Para estes muçulmanos (europeus) da segunda ou terceira geração a pátria será sempre os países de onde vieram os seus pais ou avós.
      (Querida Picante, mando-lhe um grande beijo. Não tenho tido tempo para vir comentar aqui no seu blog, mas leio sempre os seus posts).


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    4. Um grande beijo, querida Pê.
      Bom fim de semana!

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  15. E que tal, na loucura, recambiar todos esses palermas para a terra de onde vieram ou submeter qualquer um a trabalhos forçados (e devidamente enclausurados) após esses ataques?! NOJO.

    A Alemanha está com tanto medo de ser acusada de ser nazista que está a ser levada por parva. Palerma da Merkel e de outras afins (uma senhora, politica local, disse para as mulheres garantirem que estavam a pelo menos 1 braço de distância deles.. Mas eles são alguns animais? Não se controlam? É que se são assim não são humanos, logo à partida não merecem viver entre as pessoas normais. se são pessoas normais então é explicar-lhes por A + B que se fizerem porcaria vão ser deportados sem dó nem piedade.

    Juro que começo a entender muito bem os grupos extremistas que se começam a manifestar contra essa gente. Se não respeitam as leis, não respeitam os nossos direitos, a liberdade, etc então que fiquem no buraco de onde saíram.

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    1. São animais, são. Basta ver o que fazem às mulheres e crianças Yazidi.

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    2. Não coloquemos todos no mesmo saco, Picante. Isso também não. Mas revolta-me profundamente o que uma grande maioria é capaz de fazer.

      E, não, não estou a dizer que são todos extremistas religiosos capazes de se amarrarem com uma bomba e fazerem-se explodir. Isso são a minoria.
      Mas a grande maioria são uns machistas invertebrados, incapazes de entenderem os nossos conceitos de liberdade e de direitos.

      Eu tenho amigas na Alemanha que têm medo de sair à noite sozinhas actualmente, que já deixaram de fazer as coisas habituais. Há pessoas (mulheres obviamente e também alguns homens) com medo pelas mulheres e pelos filhos(as) quando estes saem à rua, vão a uma piscina ou a qualquer local. Os casos de violações ou tentativas de violações violentas quer por refugiados quer por descendentes de 2ª e 3ª geração têm sido evidentes em números assustadores.

      Enquanto por cá os jornais e telejornais só nos mostram a parte "Boa", os "coitadinhos" tenho vindo a seguir alguns noticiários internacionais que mostram ambos, o egoismo de quem coloca os filhos para morrer a passar por coisas incomcebíveis pela ganância, a ousadia dos "pobres refugiados" em pleno aeroporto com bilhetes comprados por eles a dizerem que mais vale voltarem para a terra deles porque mais vale morrer a viver num país como a Alemanha... e quando lhes é perguntado porquê as desculpas esfarrapadas vão todas dar ao mesmo: afinal o dinheiro não lhes cai a rodos e ao gosto dos senhores. Além disto tudo, a cereja no topo do bolo, são diariamente relatos de violações ou tentativas de violações, homicidios, assaltos, entre outras situações extremamente violentas e degradantes cometidas por quem? Pois, os "refugiados coitadinhos" ou os seus comparsas, quem já cá cresceu mas afinal vivem em guettos fechados e não se aculturam à Europa.
      Para além disso, ouve-se os relatos e quem já presenciou (como eu) com os próprios olhos coisas que não lembram a ninguém o discernimento também nos falha por vezes.

      Temos de parar isto, de uma forma bem segura e definitiva. Mas nem todos são iguais, uma pequena minoria existe que realmente só está a fugir da guerra. É dar-lhes asilo enquanto precisam, é fazer como a Suiça: Não os deixar intrometer-se no país, recambiá-los para o país de origem quando cometem qualquer infracção e no final da guerra são obrigados a regressar para o país deles.


      O meu texto ontem foi bastante acesso (para não dizer rude ou até mal educado) mas de facto há coisas que nos revoltam. E é nestas alturas que os extremos usualmente ganham forças. Não quero outro Hitler. Mas não quero outro de nossa parte, tanto quanto não quero da deles e parece-me que nós, europeus, temos menos inclinações para deixar existir mais um "Hitler" do que eles têm. São eles quem nos consideram indignos, inferiores, infieis, putas, aos homens consideram-nos fracos e por aí fora. Afinal quem é o preconceituoso, xenófobo e quem humilha quem?
      Quando uma pessoa migra de país tem que estar disposto a ceder e a integrar-se. Não é perder quem é mas sim perder costumes nocivos, adaptar-se às leis, etc. Portanto se eu vou para um país muçulmano tenho de me cobrir e fazer como eles, então parece-me lógico obrigá-los a seguirem as nossas leis e a adaptarem-se. Se a Europa é horrível assim e por aí fora... que regressem ao país deles (mais não seja obrigados).

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    3. Eu não meto todos no mesmo saco. Há milhares de muçulmanos que pura e simplesmente não seguem o Corão à letra, fazem exactamente o que fazem os Cristãos relativamente à Biblia, e apenas seguem certas partes.
      Mas o wahhabismo existe, está profundamente enraizado na Arábia Saudita, onde qualquer mulher pode ser morta, dependendo da vontade de um marido ou pai, basta que o tenha desonrado.
      Se for a ver o número de muçulmanos ditos moderados que concordam com a sharia (que defende a pena de morte, apedrejamento e afins), ele é elevadíssimo. Não se explodem, claro que não, mas têm um profundo desprezo pelo modo de vida ocidental.

      https://www.youtube.com/watch?v=4LBpmPXv1R4
      (a partir do min 3.50)

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    4. E a ex-mulher do líder doDaesh que quer vir para a Europa?
      Não só mas também porque a filha de 7 (sete!) anos quer estudar na Europa. Já deve ter escolhido a escola, e os profs...
      E como se fosse pouco, a sra quer vir para a Europa para ter liberdade. Ao mesmo tempo que diz que a Sharia deu liberdade às mulheres. Tudo tão sem sentido que não há ponta por onde pegar. Certamente encontrará algum país que queira fazer boa figura e que lhe dê mansão paga, subsídios avultados e o habitual.
      Eu não acredito nisto nem acredito nas/nos "coitadinhos" que foram para a Síria ao engano (!!!) e agora se arrependeram. Tácticas é o que acho, tácticas para nos lixarem ainda mais.
      http://www.dn.pt/mundo/interior/ex-mulher-de-lider-do-estado-islamico-quer-liberdade-na-europa-5104865.html

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    5. Picante eu sei que não estava a colocar todos no mesmo saco. Eu é que parecia estar a fazê-lo no meu primeiro comentário.

      Ps: Anónima das 12.36h a ser verdade, a meu ver, obviamente não deveria ser concedido a ninguém que tenha ido viver para a Síria de livre vontade a entrada na Europa. Deveriam ficar retidos e todos condenados automaticamente por terrorismo. Arrependidos ou não, eles quando estão em treino também andam nas ruas a matar, vão para as fileiras da guerra, "aprendem" in loco. Logo, já cometeram crimes.

      Quanto à ex-mulher, se o discurso é esse, então parece que na realidade para ela está tudo bem, não é? Então porque raio quer vir para a Europa viver para ter liberdade?

      Ps: "ex-mulher"... quem garante que seja?

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  16. Respondeu bem no entanto

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  17. Isso das carruagens só para mulheres sugere-me mais perigo para as mulheres que optem (ou não tenham espaço na dita cuja de sexo único) pelas outras carruagens (mistas e normais). Essas poderão ser vistas dentro de algum tempo como reais serigaitas que querem e gostam de ser desacatadas, caso contrário, vão para a carruagem só para elas, certo? Errado, mas parece que os senhores do combóio regional fazem orelhas moucas à realidade. Grande perigo reside em decisões destas que são tudo menos inocentes.

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    1. Exactamente o que eu penso!!!!

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    2. É por aí, é. O principio parece-me perigoso.

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  18. Tanto ódio à esquerda, Picantezinha?
    Se não fosse a esquerda, hoje não podia sair do seu país sem pedir autorização ao pai ou marido e muito provavelmente este blogue não existia.
    Mas são todas umas histéricas, feministas, esganiçadas, não é?
    Abra a cabeça e livre-se de preconceitos básicos e mesquinhos.
    Eu sou de esquerda e até tenho amigos e família de direita. Apesar de achar que a maioria de direita em Portugal é profundamente acéfala e francamente inculta...aliás, como se pode ver pelo nível cultural do anterior governo...e pela inexistência de um Ministério da Cultura. Afinal, cultura é coisa de esquerda, ganzados, maricas, faculdade de letras que devia ser extinta porque afinal são cursos sem saída profissional. Concentre-se nas "rosinhas" e na destruição das suas bloggers ódio de estiamção porque critica político-sociológica não é o seu forte, tá?

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    1. Tanto azedume e preconceito contra a direita... Só lhe fica mal.

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    2. Pipocante Irrelevante Delirante1 de abril de 2016 às 01:09

      Para ter um ministério da Coltura liderado por um xuxa chupista, mais vale tar quieto.
      A Direita é inculta e acéfala. Enfim...
      Disso das liberdades... 25 Novembro? Se bem sei, a boa esquerda, aquela real, não era propriamente amiga das liberdades individuais e pelas minorias.

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    3. Eu sou de esquerda e até tenho amigos de direita?
      A direita é profundamente acéfala e francamente inculta?
      Devo à esquerda a revolução de Abril?

      ahahahahahahahahahahah
      ahahahahahahahahahahah
      ahahahahahahahahahahah
      ahahahahahahahahahahah

      Tenho comentadores com piada, eu. Muita piada.

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    4. PID, ainda me lembra do verão quente e do Otelo querer enfiar a burguesia no Campo Pequeno, a minha mãe farta-se de contar esta história.

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    5. Eu até aplaudia o regresso do Ministério da Cultura, não tivesse ele sido só e apenas um veículo para dar um job ao boy Filhinho do Papá e, assim, manter o papá caladito e longe do Sócrates, que faz demasiada sombra ao Querido Líder actual. Mais alguma vez se ouviu falar das calorosas visitas do Marocas ao Sócrates? Era preciso mantê-lo sussugadito a gozar a reforma em paz, sem se esganiçar muito e olha... toma lá tacho paro o Menino. E que tacho será? Olha, vai um Ministério da Cultura, não perturba, dá jeito e fazemos um figurão.

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    6. Pipocante Irrelevante Delirante1 de abril de 2016 às 16:52

      Mas desde quando ter Ministério é indicativo de qualquer coisa? Pode ser ministério, secretaria de estado, departamento, um gajo sentado numa secretária. Desde que se saiba o que se faz...
      O Mar também tem ou teve ministério, e é o que se sabe. Ou o ordenamento do território.

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    7. Lá está...aquilo da direita acéfala...
      Vá dizer a um inglês, francês ou italiano que existe um país europeu sem ministério da Cultura...
      Ai não foi a esquerda que fez a revolução? Humm...olhe que a esquerda não é só composta por arraia-miúda, operários, sindicalistas e gentinha dos subúrbios e margem-sul. Se não fosse a "esquerda caviar" que tanto odeiam, não tinha havido 25 de Abril, nem estava na União Europeia. Quanto ao João Soares, concordo em absoluto. Foi uma péssima escolha para Ministro da Cultura. É o eterno problema dos clãs e dinastias. É por isso que as monarquias não fazem qualquer sentido....Ai, que horror. Aposto que é mais um ponto sensível. ...

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  19. Sob a capa da segurança e protecção retiram-nos o nosso modo de vida.
    Em nomme de quê? De quem?
    O que o zé povinho vê facilmente, os governantes europeus recusam ver.
    Ataques terroristas quase diários na Europa.
    Pessoas que já estavam referenciadas mas que por artes mágicas conseguem matar dezenas e centenas de pessoas.
    Houellebecq foi demasiado positivo no livro. Acho que antes de 2020 já estaremos irrecohecíveis. Esta nossa letargia e este baixar de calças constante seria o que nos perderá. Felizmente não tenho filhos.

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  20. Vivo na Escandinávia e por aqui é vê-los vestidos à ocidental, com o cabelo a escorrer gel em grupos de 3 e 4. Nunca há uma única mulher entre eles. Nunca!
    Sempre com olhares desconfiados, sempre com ar de nojo para quem passa.
    Foi notícia há pouco aqui que uns afegãos se recusavam a cá ficar, passados 3 meses da chagada, queriam voltar porque o país não era como lhes disseram, a comida era intragável, não tinham casa (estavam em hotéis) tudo e uma unha encravada.
    Exigem exigem

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    1. Este ano na baixa de Lx, na passagem do ano, vi grupos com ar de paquistaneses a gritar pelas ruas. E são meia dúzia que cá moram, nem imagino em Paris ou em Berlim.

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    2. A Suécia é neste momento o país europeu com mais violações.
      50% dos presos são muçulmanos.

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  21. Estamos bem encaminhados. Até os criadores ocidentais fazem desfiles de moda com burkas e etcs.
    Somos os nossos piores inimigos

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  22. A Europa faz-me lembrar aqueles pais com genes recessivos que não têm filhos parecidos com eles porque o cônjuge tem genes dominantes - até são muito bonitos e tal mas não conseguem fazer essa beleza perdurar. A Europa, refém do politicamente correto, vai ver desaparecer os seus valores de liberdade, tolerância e igualdade. Não se pode tolerar a intolerância.

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    1. A democracia é demasiado frágil, infelizmente.

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    2. Mas que raio de comentário é este?
      Isto está a ficar um pasquim de extrema-direita..
      O mais ridículo é este comentário ser de um português/portuguesa onde 90% da população tem os tais genes recessivos...e facilmente passavam por albaneses, sírios ou romenos.

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    3. Ó anónimo das 14.42! Pelo amor da Santa! Tem a certeza de que passou a interpretação da língua Portuguesa?

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  23. Isto depende das sociedades e da sua população (se é ou não evoluída). No Japão existem carruagens só para mulheres, uma vez que à hora de ponta os comboios ficam muito cheios, eles são milhões a viver numa ilha, e existia muito assédio. Se me sinto ofendido pelas carruagens existirem? Não. As carruagens existem, são opcionais, os japoneses não fazem grande alarido e as mulher não se sentem inferiorizadas (pelo contrário). (Vivi no Japão 2 anos). Como disse, depende das mentalidades.

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  24. "eles são milhões a viver numa ilha" a partir daqui tudo o que disser só pode ser básico a roçar a imbecilidade.

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    1. Sr. Anónimo, no Japão são 140 milhões de habitantes numa área total de 377 mil Km, quando digo são milhões numa ilha é simplesmente uma forma corriqueira de falar tendo em conta que estamos num blogue de nome "a mais picante". Pelo facto de serem "milhões numa ilha" eles terem de adoptar a estratégia de "construir para cima" ou seja, construir prédios onde podemos encontrar no primeiro andar um supermercado, no segundo um cabeleireiro, no terceiro um bar e no quarto um salão de jogos. Posto isso, imbecil é a sua intenção.

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  25. Alguém falou na Helena Araújo e aqui está ela a falar sobre as carruagens só para mulheres...
    http://conversa2.blogspot.fi/2016/04/a-carruagem-para-mulheres-que-afinal.html

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    1. Fui ler. Na verdade o que a Helena conta é muito diferente da notícia que li, e na qual se baseia o meu post.
      Mas há uma coisa que não entendo. Aqui há um ou dois anos, quando tive grandes discussões com a Luna por causa do piropo, a Rita Maria que vivia na Alemanha dizia que aquilo era 200% seguro. Que ninguém assobiava sequer, que os homens tinham uma cultura e educação de respeito para com a mulher e, como tal, não tinham os comportamentos trogloditas dos Portugueses. E foi secundada pela Luna que disse que na Holanda ninguém se metia com ela, que até se tinha perguntado a si própria se estaria a ficar feia.
      Em que ficamos?...

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    2. Pois, também não sei.
      Mas a Luna disse ter quase sido atacada no apartamento que alugava .
      A Rita Maria? Enfim

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    3. Sim, mas isso do ataque não passou de uma brincadeira. Uns rapazes que acharam giro fingir-se de bêbados e assustarem-na. Ninguém lhe queria fazer mal, fisicamente falando, ao que percebi.
      (abrir a porta às quatro da manhã a estranhos, estando sozinha em casa... enfim)

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  26. Há hotéis só para mulhees ou com pisos só para mulheres há muitos anos na Europa e nos EUA (penso que na Ásia também) e referem expressamente que têm segurança reforçada. Onde moro, os pares de estacionamento têm lugares especifícos para mulheres sozinhas estacionarem perto das portas. Há ginásios só para mulheres até em Portugal (embora penso que nesse caso, a razão de ser não seja a segurança).
    Não estou a defender, apenas a salientar que há infra-estruturas para exclusivas para mulheres por alegados motivos de segurança há muito tempo e não por causa dos muçulmanos ou dos migrantes.

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