quinta-feira, 17 de março de 2016

Coisas novas

Pôr de parte os saltos, ir trabalhar de sabrinas, redescobrir o prazer de andar, aventurar-me no metro.

15 comentários:

  1. Nem de propósito, acabei de partilhar uma aventura que tive no metro.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. ahahahahahah Mirone.
      Eu acho que hoje em dia há menos ceguinhos no metro. Já lá vão os tempos em que chegava a apanhar aos três na mesma viagem.

      Eliminar
    2. No meu tempo, entre a avenida de Roma e a cidade universitária apanhava uma senhora loura, sem olhos, que costumava andar com um senhor de cabelo castanho, também cego, os dois na casa dos 40 e muitos, 50 anos, é um outro cego, que aparentava uns 60/70, já de cabelo branco. Havia também um
      Miudinho com 12/13 anos que andava a tocar acordeão com um cachorrinho e que costumava pedir na rua Augusta (devia ir de metro para a Baixa).

      Eliminar
    3. Pipocante Irrelevante Delirante17 de março de 2016 às 16:46

      O puto do acordeão apanhava-o no comboio da linha de Cascais. O canito com o fundo da garrafa de água presa ao pescoço a fazer de prato para colocar as moedas.
      O percurso Colegio Militar - Cais do Sodre, sem exagero, em mendigos "profissionais", eram no mínimo meia dúzia. Mais uns quantos no comboio, incluindo uns romenos que tocavam(?) e cantavam(?). Uma década depois, o reportório mantem-se. Nada como um coro desafinado a altos berros assim pela manhã... então antes do 1º café... upa.
      Um dos cromos do metro era o que cantava "tenha a bondade de me auxiliar", enquanto batia com a bengala nos varões metálicos. Em dias de carruagem cheia, era um êxito.
      Ponto alto: dois cegos (invisuais?) a discutirem sobre qual deles tinha direito a pedir naquela linha.

      Eliminar
    4. Ponto ainda mais alto: dois cegos à porrada, "está carruagem é minha"

      Eliminar
    5. Também assisti a discussões dessas, sobre quem pedia na carruagem. :))))

      Eliminar
    6. também já uma dessas pedintes a sair de uma carruagem e atender uma chamada num belo de um iphone 5

      Eliminar
    7. Eu que ando de metro todos dos dias em duas linhas, posso dizer que se apanha de tudo.
      Até aquele cego que diz mal de tudo e de todos. Um must...

      Eliminar
    8. O problema é que parecia que a música era sempre a mesma. Chegada à baixa lá mudava um pouco com o som dos ferrinhos que alguns cegos usavam. Também era típico o cheiro a monhé à saída do metro, quando havia bancas de venda de incenso de aroma enjoativo. Já lá vão tantos anos...

      Eliminar
  2. Acho que hoje em dia, juro, só quem é rodinhas baixas é que vai trabalhar de saltos altos.

    ResponderEliminar
  3. Hoje tiraram o dia para andarem de metro?
    Que gente pobre.

    ResponderEliminar
  4. Sei que me podes odiar por este comentário, mas se gostas de sabrinas, experimenta as ros lisboa. A sério nunca tive sabrinas tão boas na minha vida! A minha mãe comprou umas logo a seguir, são mesmo maravilhosas, juro! Percebo se não quiseres aceitar este comentário, mas fica a dica.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. ahahahahahahah
      Ora essa, odiar porquê?
      Na verdade eu gosto de sapatos de salto. Mas quando se tem de andar a pé não há condições. Tenho dois pares de sabrinas que uso para esse efeito. Mas não gosto dos sapatos da Ros Lisbon, acho-os por demais deselegantes, por muito confortáveis que possam ser.

      Eliminar

Os comentários são da exclusiva responsabilidade dos comentadores.
A autora do blog eliminará qualquer comentário que ofenda terceiros, a pedido dos mesmos.