quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Um gajo lê isto e é claro que um gajo só pode aderir à causa!... E quem não aderir à causa com um gajo é porque não percebe a importância da causa! Que coise!... Deixem um gajo em paz!

CARTA ABERTA AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
(A propósito do texto da Prova de Aferição do Ensino Básico 2010)



Revirar de olhos. Muitos. E falta de paciência. E tipas histéricas. E parvas também. Isto não é feminismo, isto é só estupidez.
(e depois queixam-se quando se associa o movimento a estas imbecilidades...)

O exame de 4º ano que inspirou tamanha indignação aqui
O meu muito obrigada à Cuca que me deu a conhecer esta maravilhosa obra de indignação feminina.

21 comentários:

  1. Quando comecei a ler isto achei piada, entendi o texto como um gozo mordaz. Depois percebo que alguém no seu perfeito "injuízo" escreveu esta alarvidade e senti de novo esse gozo mordaz, por essa pessoa. Pensando melhor, sinto pena de pessoas assim, devem andar sempre revoltadas, a simples imagem de uma pequena vestida de cor de rosa deve ser aterrorizante. Há o 8 e o 80 e depois há aquelas pessoas cheias de "úrsulas" no estômago...

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    1. Devem ser muito infelizes, devem que isto de viver tão oprimido só pode ser muito complicado.

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  2. Querida Mais Picante,
    Um gajo lê isto e pensa que há gente com piada. E, é claro, um gajo lê isto e pensa que há gente com muito tempo livre e capaz de um sarcasmo bem-humorado... Depois, um gajo clica no link e quase acredita que não é só brincadeira.
    Bom dia,
    Outro Ente.

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    1. Juro que li aquilo por duas vezes, não quis acreditar que pudesse ser verdade. O que não falta, neste mundo de Deus, é variedade.

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  3. Pipocante Irrelevante Delirante28 de janeiro de 2016 às 09:53

    Um gajo só tem a dizer que a sua (do gajo) luta é mais importante que a luta do outro tipo, e que um gajo é melhor guerreiro que qualquer outro, por isso saiam da frente de um gajo e não atrapalhem.
    Um gajo tem razão, e ai de quem disser o contrário.

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    1. Quem disser o contrário é porque ainda não percebeu.

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  4. Siderei. E eu nem sequer sidero fácil, mas desta vez siderei. E lá fui siderando, a cada linha deste protesto, deste atroz assassínio ao silêncio, quando em caso de mesmo nada a acrescentar-se ao mundo, como penso ser o caso. Estava eu muito bem a siderar, quando dei com isto:

    "Finalmente, e depois de tudo isto, ainda se coloca como exercício de escrita um « Bilhete », que vem já assinado como « O Homem », condicionando qualquer pensamento crítico, divergente, não estereotipado, não deixando espaço de liberdade a raparigas e a rapazes que não se identifiquem com esta estereotipia balofa e atentadora dos direitos humanos."

    E embasbaquei...
    "Condicionando qualquer pensamento crítico, divergente, não estereotipado, não deixando espaço de liberdade...."
    E pensei:
    -Como "condicionando", como assim? Desde quando é que uma assinatura condiciona a livre expressão de qualquer pensamento crítico, divergente e não esterotipado, se em se o tendo, aquilo até se afigura como um desafio...? O que é que se está aqui a sugerir sobre as mentes sujeitas a esta prova, como "condiciona"?
    COMO, "Condiciona"??

    Até que percebi tudo: O protesto é um Bilhete assinado pela Srª D. Maria José Magalhães.

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    1. Como um bilhete, Isa? Um bilhete? Sério? Como ousa reduzir tal pérola de discernimento à categoria de simples bilhete? Como? Que falta de sensibilidade, caramba!

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  5. Por vezes penso que anda aí gentinha a lutar por um mundo andrógeno. E acéfalo, já agora.

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    1. Nada disso! O anónimo é que ainda não viu a luz!

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  6. Pipocante Irrelevante Delirante28 de janeiro de 2016 às 11:42

    Existe uma clara confusão de conceitos entre direitos e politicamente correcto.
    No feminismo, na xenofobia, em outros assuntos.
    Uma coisa é lutar contra a discriminação, e por uma sociedade mais justa (um conceito já de si subjectivo, cada um tem uma visão diferente do que é uma sociedade justa, a começar pelos direitos individuais), outra é aplicar uma agenda que defenda todo e qualquer ataque à sensibilidade.
    Na minha opinião, o politicamente correcto nada mais faz que encapotar a tal discriminação sob uma pretensa igualdade e respeito.
    Peço perdão, mas chamar alguém de afro-americano (que é coisa que nem existe enquanto conceito, a não ser em casos de dupla nacionalidade) em vez de preto ou negro não me faz respeitá-lo mais. Chamar alguém de invisual ao invés de cego não cria em mim uma necessidade de defender botões com braille no elevador.
    Mais do que escolher lutas ou batalhas, sabendo que estabelecer prioridades também é complicado, é preciso ter a capacidade de saber se uma batalha é realmente necessária ou não à causa. Porque em todas as guerras se disputam batalhas inúteis, que mesmo que originem vitórias, o desgaste não compensa o resultado, acabando por ser atribuídas ao Pirro.

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    1. Não diga uma coisa dessas, passa logo por nachista, racista e não sei que ísta.
      (o que vale é o sentido de humor, estas coisas divertem-me sempre)

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  7. Fora do contexto do post
    http://www.mini-mi.pt/2016/01/mini-mi-fashion-week-1st-edition.html
    pelos vistos ainda há espaço para mais um... Se calhar até se pode relacionar com o post... Pela emancipação dos minis!!

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  8. Não gostei do texto do exame. Por outro lado, achei muita graça ao trabalho humorístico do post (apesar de achar injusto para os profissionais da área, valeu a pena).
    Qualquer dia teremos grandes clássicos da literatura riscados a azul porque ofendem as meninas dos olhos de uns e outros.... Valha-me Buda.

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    1. Eu acho que aquilo deveria ser emoldurado, é uma pérola humorística ao melhor nível.

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  9. Fónix há pessoas que têm muito tempo livre, só pode. Tanta coisinha no mundo para uma pessoas se indignar e andam estas alminhas a pegar com a palavras Homem.

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