sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Tenho a certeza de que haverá dezenas de explicações para isto. E também tenho a certeza de que nenhuma é boa ao ponto de não colidir com os valores Europeus.

Em Roma, por ocasião da visita do presidente Iraniano, todas as estátuas de nus foram tapadas com painéis brancos.

Não sei se tiveram medo que a comitiva não resistisse e tentasse violar as obras de arte? Fica a questão.

66 comentários:

  1. Dizem as más línguas que foram 17 biliões de razões.
    Em francamente foram suficientes, ou bem que se servia vinho ao jantar ou não havia jantar. Não houve.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Em França não foram suficientes*

      Eliminar
    2. Não são razões suficientes, Mirone. Não são.

      Eliminar
  2. Isto revolta-me. Quando ouvi a notícia não queria acreditar.Como é possível que pessoas minimamente esclarecidas (partindo do princípio que, quem está nestes cargos de chefia e com poderes para dar esta ordem, o sejam)consigam abdicar da evolução europeia para mostrarem a sua subordinação a gentinha desta. Dá-me nojo.
    Sim, com pessoas destas na Europa, pessoas que governam... realmente começo a ter medo do que poderá acontecer, tendo em conta a quantidades de gente árabe que entrou e está a entrar.

    CM

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Gente árabe essa que está cá a ser colocada por esses mesmos a quem a nossa malta mostra essa tal subordinação de que fala acima...
      Está bem entregue, isto...

      Eliminar
    2. Eu sou a favor a acolher os refugiados, atenção. Mas acho inadmissível a falta de preocupação com a integração e respeito pelos valores ocidentais.

      Eliminar
  3. O nome disso é opressão! Que isso... agora até as esculturas tem regras a cumprir... tô boba!!

    ❥ www.amigadelicada.com

    ResponderEliminar
  4. Acho que há mais vezes em que lhe dou razão e aplaudo os seus raciocínios do que o contrário, cara Picante. Mas, e obviamente não concordando nada com a decisão de Roma, a partir destes dois parágrafos que escreveu, só posso concluir uma coisa: a senhora é uma besta

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Porque razão a picante é uma besta????????.........não entendo.......

      Eliminar
    2. Já a Sofia é uma pessoa extremamente bem educada e nada básica, é sinal de tremenda inteligência insultar outrem sem rebater nada, só porque apetece.
      Vá pela sombra, minha senhora.

      Eliminar
    3. Em necessitando de explicação, eu explico: claro que é quem visita que deve respeitar os valores primordiais do visitado. Para defender este ponto de vista, não é preciso retratar ninguém como um violador em potência.

      Eliminar
    4. Ora, Sofia, é uma piada, não sei se sabe mas eu faço piadas sobre tudo. Muçulmanos, católicos, judeus, cegos, coxos...
      Eu não acho mesmo que o presidente do Irão fosse violar as esculturas, era só a brincar.

      Eliminar
    5. Já eu, Sofia, depois dos últimos relatos da Europa fora (que em Portugal por algum motivo nunca são mencionados) começo a achar que são todos mesmo violadores em potência e que estas situações só lhes mostram que a culpa é de quem se lhes apresenta nu, ou semi-nu, ou em fato de banho, ou com vestidos curtos numa passagem de ano... Ou, ou talvez mesmo só por serem mulheres e estarem no meio da rua sozinhas com centenas de "refugiados coitadinhos" à solta.

      (Se não souber do que falo leia os jornais internacionais e locais dos países que os acolhem)

      Eliminar
    6. Ficai descansadas, que eu farto-me de ler imprensa estrangeira (por motivos laborais, não tenho outro remédio). Só nunca vou tomar a parte pelo todo. E que deus (um qualquer em que se acredite) nos livre a todos de ser julgados pelas ações dos que connosco partilham (supostamente) a mesma cultura, os mesmos valores. "São todos mesmo uns violadores em potência"? É o mesmo que dizer que vamos acabar todas a levar na cara dos nossos maridos, tendo em conta os níveis explosivos de violência doméstica neste país de tão brandos costumes. É um disparate, não é? Pois.

      Eliminar
    7. "que em Portugal por algum motivo nunca são mencionados" ..Essa situação da apssagem de ano e outras semelhantes foi e têm sido largamente divulgada em todos os meios de comunicação portugueses ... Não é preciso ler os jornnais internacionais...

      Eliminar
  5. Pipocante Irrelevante Delirante29 de janeiro de 2016 às 10:49

    Não fossem os iranianos mandar uns piropos às estatuetas (tipo, polia-te esse mármore todo até ficares como a Venus de Milo), depois tinham de ser presos, incidente internacional, era uma confusão. Preveniram-se males maiores.

    (acho que sim, isto de aceitar os valores dos outros povos é de gente bem)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ahahahahahahahha
      Um gajo até fica a bater mal ao ler coisas destas.

      Eliminar
    2. Alguem me explica por que razão a Filipa se refere sempre a si mesma como "um gajo"? Não seria suposto ser, sei lá, uma gaja? Ou ela já está a levar em consideraçåo as novas directrizes quanto às questões de género?

      Eliminar
    3. A Filipa anda com carências efectivas, é o que é.

      Eliminar
    4. PID,
      Agahahahahahahah
      Ahahahahahahahah
      Ahahahahahahahah

      Eliminar
    5. PID já pensou "abrir" um blog?? É demais ;)

      Eliminar
  6. Então, se o senhor até vinha comprar uns aviõezinhos e oferecer petróleo a bons preços... O que são umas estátuas quando se pode fazer tanto e tão bom negócio? Que mania que o pessoal tem de ser picuinhas.

    ResponderEliminar
  7. Só posso dizer que Fraçois Hollande é grande!!!!

    ResponderEliminar
  8. Mais um assunto que não me tirará muito tempo.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Pipocante Irrelevante Delirante29 de janeiro de 2016 às 13:48

      Quando lhe enfiarem uma burka pela cabeça abaixo pode ser que a purpurina perca uns minutos a pensar no tema.

      Eliminar
  9. Pipocante Irrelevante Delirante29 de janeiro de 2016 às 13:47

    Os valores europeus medem-se em euros

    ResponderEliminar
  10. O seu comentário nojento, racista e preconceituoso é tão mau como a decisão de taparem as estátuas. É por pessoas como a senhora que a discriminação nunca há-de acabar.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. É por pessoas como a senhora que me convenço de que a estupidez pode sempre ir um bocadinho mais longe. É isso e a ignorância.

      Eliminar
    2. Ignorância? Quando faz a piadola das violações que mete todos os muçulmanos no mesmo saco? E eu é que sou ignorante?
      Para que saiba concordo que o que se passou em Roma foi vergonhoso e que o presidente de França teve uma atitude espetacular. Não concordo que nenhuma religião, NENHUMA se meta a pedir regras e a exigir merdas a uma sociedade laica. Tal como não concordo que as igrejas estejam isentas de impostos.
      Até aqui estamos de acordo, maravilhoso.
      Quando leva este assunto a uma graçola "hehe assim os muçulmanos não as violam", a estupidez não é minha de certeza. A senhora gosta de discriminar, gosta de ser racista, gosta de ser homofóbica. Até tinha graça quando gozava com as bloggers totós (que, foda-se, são um milhão de vezes mais liberais e com a mente mais aberta que a senhora), mas agora que são basicamente textos reaças... Epa não. Nope nope nope nope.
      Volto a dizer, por causa de pessoas como a senhora a discriminação não vai acabar e a sociedade não evolui. Se sou estúpida por chamar a atenção de pessoas preconceituosas, orgulho-me muito em ser estúpida :)

      Eliminar
    3. Tem dificuldades de leitura, não tem? Ou será só de interpretação?
      Quem está a falar em todos os muçulmanos é a senhora, tentar pôr palavras na boca dos outros é feio. Muito feio.
      Eu falei na comitiva. São meia dúzia. Ou uma, vá... E faz sentido já que falamos de exigências da comitiva.
      (mas talvez isto seja demais para a sua camionetazita...)

      Eliminar
    4. Seja uma pessoa, seja uma religião inteira, Picante. É profundamente preconceituoso e ofensivo insinuar que alguém é um violador por ter valores diferentes dos nossos. Eu não me queria repetir, mas é isto: quem não devia ter cedido, caso tenham sido exigências, era o governo de Roma. Isso é a defesa dos valores do Ocidente. Chamar de violadores aos que o pedem é só outra forma de os negar (aos valores).

      Eliminar
    5. Olhe Sofia, em primeiro lugar nenhum homem viola uma estátua. Aquilo é coisa para o magoar, só isto deveria ser suficiente para evitar esse tipo de deduções e analogias.
      Mas, em querendo, eu dou-lhe uma dica. Leia jornais ingleses, veja o que se passa na Alemanha e Suécia, onde aconselham as mulheres locais a andarem de roupas largas e acompanhadas para evitarem violações.

      Eliminar
    6. E Picante não se esqueça da dica valiosíssima na Alemanha de manter sempre 1 braço de distância dos homens muçulmanos "pobres coitados", não vá eles descuidarem-se e violarem as cidadãs europeias (putéfias com toda a certeza, elas lá sabem o que é decoro! P*** de m** que até de mini-saia andam na rua)!!

      [ironia, sim]

      Eliminar
    7. Em relação ao comentário inicial parece-me óbvio que é uma piada que não ofende os pra lá de muitos muçulmanos no mundo mas antes um grupo de totós com exigências mais totós que eles. Mas, lá está, os limites do humor são uma discussão eterna...

      Picante, em relação ao que referiu sobre aconselharem as mulheres a se vestirem de maneira mais "modesta" foi em locais específicos, pelo menos na Alemanha. Muito evidente numa escola na Bavária. Creio que se estendem a outras escolas esses avisos de evitar tops e mini saias. Também nessa zona houve proibição de refugiados irem à piscina porque incomodavam as mulheres em bikini, assim como em discoteca(s) e eu acho isso muito bem. Receber quem precisa sim, mas não se pode deixar que pessoas traumatizadas da guerra e com uma base cultural tão distinta e que não estão aqui por vontade a circulem livremente em qualquer sítio sem orientação. Não dominam a língua e, por vezes, vários homens andam em grupos a experimentar uma liberdade que provavelmente nunca tiveram.
      Em Berlin há muitos refugiados (a maioria por uns meses até receber ou não o estatuto e seguir para a fase seguinte) e eu moro perto de um local que foi adaptado para receber umas centenas. Não houve avisos sobre modos de vestir na rua, mas sei de outros centros de acolhimento onde não faltam afazeres para acalmar ânimos exaltados todos os dias. É preciso ajudar quem chega não só com comida e cama mas também protegê-los de uma realidade demasiado contrastante com a que tinham. Isso passa por ensinar as regras locais e usar mão pesada para quem transgredir.
      Uma nota final sobre a roupa: uma saia pelo joelho é decente, acima e abaixo também o podem ser mas, quem garante que isso protege uma mulher? Um sheath dress ou um vestido bandage (Zeus me livre) na volta têm o mesmo efeito na cabeça de quem vê um naco de carne impuro ou uma oportunidade de interagir com o sexo oposto sem ser a mulher, a mãe ou as irmãs. Está complicado mas temo que piore no futuro próximo tanto para o acolhimento de quem precisa como nas liberdades individuais de quem cá mora.


      Eliminar
    8. Pusinko a questão é esta: uma mulher poderia andar nua na rua que isso até poderia ser motivo para ir presa (por questões legais) mas não seria motivo para ser violada.

      Em relação aos pobres coitados e traumatizados... já viu os telejornais alemães? Viu aquelas centenas de "refugiados coitadinhos" no aeroporto com bilhetes comprados por eles (pagos com dinheiro que a Alemanha lhes deu de bandeja) prontinhos a regressar ao país de origem (fugiam da guerra e da morte?? Não era?)... Ora, alguém que me explique como se os europeus fossem todos muito burros, quem é que se mete num avião para viajar ao encontro da "morte", da "guerra" e da "falta de condições" em vez de ficar num país onde lhes é oferecido tudo? É que eu, pessoalmente, só vejo é que eles queriam tudo de mão beijada, como se isto fosse o El Dourado...como afinal não é, parece que o sitio de onde saíram e onde corriam risco de vida, segundo eles, afinal já é um bom local para viver, de tal forma que até compram bilhetes para a terra natal deles (no caso em questão, os que vi iam regressar ao Iraque, por vontade própria).

      Eliminar
    9. Anónimo 16:43,

      Eu concordo em absoluto com o que diz em relação à indumentária e acho crucial impor respeito pela cultura vigente no país de acolhimento. No caso é um país liberal e há que educar quem chega nesse sentido.

      Pobres coitados e traumatizados chegam aos milhares. Não vejo telejornais alemães porque tenho contacto directo com quem trabalha em 3 desses centros de acolhimento, sejam barracões montados, sejam aeroportos adaptados, todos sobrelotados. Há muitos iraquianos a quem não foi concedido estatuto de refugiado após 6 meses de espera (incluindo semanas nas filas da LaGeSo para o registo inicial). Há 1 avião por semana com destino a certa zona do Iraque e há cerca de 50 que têm deixado a cidade nas últimas semanas nessa condição de não voltar, com passaporte de ida. Sem estatuto de refugiado (que é dado mais rapidamente aos cidadãos sírios, apesar de haver outros territórios afectados pela mesma guerra) não é possível ficar no país e estabelecer-se de raiz / integrar-se , por isso uns quantos têm retornado após meses de indefinição. Se acham que estão melhor numa zona menos afectada mas ainda em risco lá na terra deles, é uma avaliação que não nos compete fazer. Não são prisioneiros e podem decidir voltar para onde vieram.

      No entanto, há algo que disse no seu comentário que é, a meu ver, importante: "como se isto fosse o El Dourado". Não duvide que haja quem pense assim, quem não se sinta minimamente agradecido por ter tecto e comida e actividades lúdicas de quando em vez. Porque não podem comunicar salvo por intérpretes, criam escaramuças e subdividem-se conforme nacionalidades.
      Não andam em bandos a violar mulheres. Mas há alguns envolvidos. Outros nasceram e foram criados cá, mas filhos de emigrantes, como no mui falado caso de Colónia.
      Vários requerentes de asilo - homens - falam inglês. Mulheres, raríssimo. Uns reclamam, outros choram, outros têm pesadelos, outros perderam metade da família e do alento neste processo.
      Conheço 2 irmãos, cristãos sírios que trabalham em Berlin, vieram há 2 anos depois de ambos terem servido no exército sírio e, jovens que eram, não tinham muitas hipóteses. Para eles virem, ficou nos escombros 1/3 da família, os outros juntaram dinheiro para que estes pudessem ter um futuro melhor. A irmã era muito pequenina para vir com eles. Sim, há-os coitados e traumatizados, mesmo quando têm um sorriso no rosto quando atendem clientes ou falam de como era antes da guerra. Como eles outros há, e nem todos com o espírito e boa formação destes dois moços. E quem não quiser, pode bem voltar.

      Picante, lamento o abuso de espaço com estes testamento mas é um assunto muito falado ultimamente, especialmente por terras da Chanceler :) Bom fim de semana


      Eliminar
    10. Pusinko os que eu ouvi no aeroporto falavam como se a Alemanha lhes devesse algo e diziam que se iam embora porque ali não tinham as condições que queriam, além disso, disseram que iriam dizer a todas as pessoas que iriam dizer para não virem para a Alemanha.

      Revoltou-me mesmo porque todo o discurso não foi o de "lamentamos ter de nos ir embora porque não nos deram estatuto" mas sim um discurso de "vamos embora daqui porque afinal o Iraque é melhor e aqui não nos deram nada do que esperávamos".

      Quanto às violações vou discordar uma vez que todos os noticiários de vários países da UE mostram que as violações aumentaram imenso desde que os refugiados são aceites, assim como na Alemanha os casos que se passaram nas piscinas municipais foram todos com refugiados e não com filhos de emigrantes.
      Seja como for, filhos de emigrantes ainda é pior pois só demonstra a sua incapacidade para se adaptarem e respeitarem a cultura vigente.

      E eu não estou a querer dizer que são todos iguais ou que todos os refugiados não o são. Mas não duvido que a maioria não fugiu de condições miseráveis, nem acredito por 1 segundo que mesmo esses que fugiram se queiram adaptar à nossa cultura.
      Não é isso que vejo diariamente e não é isso que é reportado.

      Eliminar
    11. *"nem acredito por 1 segundo que mesmo esses que fugiram se queiram TODOS adaptar à nossa cultura."

      Eliminar
    12. Anónimo 13:39

      Lemos de fontes diferentes alguns dos temas reportados. De qualquer maneira, concordo consigo que boa parte não tem o menor interesse nem fará esforço por se adaptar. E não virá nada de bom desta avalanche, por muito que eu defenda o acolhimento de quem precisa. A gestão da crise tem ficado muito aquém do que devia, seja na Alemanha, seja nos restantes países. Há erros grosseiros.
      Em Berlin vai gerar-se um pandemónio se realmente decidirem usar o aeroporto desactivado para albergar 7000 refugiados. Estão lá 2500 e as dificuldades são notórias desde infraestruturas a pessoal. E controlar grupos de algumas centenas não é fácil. 7000 seria fundar um ghetto no coração da cidade.
      O meu desejo é que haja uma mudança na política de aceitação de requerentes de asilo. E no fim espero que possam voltar às terras de onde vieram mas em clima de paz.

      Bom fim de semana

      Eliminar
    13. O problema é mesmo esse Pusinko, falta de gestão e deficiente integração. E depois há grupis que se aproveitam disso. Há muitas notícias falsas a circular. Emfim... Vamos esperar que isto não acabe mal.

      Eliminar
    14. Pusinko as minhas fontes são variadas mas essas duas questões que referi apareceram no telejornal do RTL e do Sat 1, o que vi no aeroporto ouvi directamente as palavras dos refugiados... não foi o diz que disse foi directamente na entrevista em resposta à pergunta porque estavam ali.

      Em relação ao resto, devemos realmente estar a ver noticiários diferentes. Pex. em Calais(França) as pessoas que por lá passam nem sequer se atrevem a parar o carro a menos de 20km para encher o depósito dos carros pois o clima é de ameaça constante. Enquanto uma cidade de refugiados se está a formar ali ilegalmente e sem qualquer lei, as pessoas que vivem lá ao redor já estão a abandonar as casas e a deixar tudo para trás porque se sentem em perigo e não têm sossego - seja de dia ou de noite.
      E também não faltam noticias que os mostram (aos refugiados) a andar em grupos numa atitude tipo gang americano.
      Não trabalham, não contribuem, não se esforçam, não colaboram...roubam, destroem, vandalizam, etc, etc... se vir alguns noticiários franceses eles mostram bem essa realidade e o medo das pessoas que vivem em redor, os relatos dos distúrbios que acontecem ao longo da noite (enquanto alguns tentam assaltar, vandalizar, etc), além das redes de tráfico de droga que começam ali a surgir (ou pelo menos existem relatos disso).

      Sinceramente, a mim irritam-me os noticiários em Portugal pois em lado nenhum se vê a realidade, é só mesmo mostrá-los como "coitadinhos" e esconder tudo o resto.

      E a questão principal para mim é esta: se não se querem adaptar não devem nunca ser aceites cá de forma permanente.

      Eliminar
    15. Recentemente precisei,por motivos profissionais, de me deslocar a um país cuja religião é maioritariamente muçulmana. Fui logo avisada que nada de cotovelos ao léu nem joelhos e pouco mais que o pescoço. Ok. Sem problemas.Eu não costumo andar de biquini nas cidades. O que me irritou foi a explicação que partiu mesmo das pessoas desse país:era para minha proteção, para evitar que os homens me pudessem atacar por estar mais destapada. Qualquer pessoa com 2 palmos d eetsta percebeu que era uma piada, qualquer pessoa com 1 palmo d etesta, percebeu que a pipoca não achou que realmente alguém violasse uma estaátua.Uma coisa é certa:são eles próprios que avisam as outsiders para se protegerem deles próprios.Aconteceu comigo e tem acontecido com todas as mulheres que conheço que se deslocam para estes destinos.

      Eliminar
    16. Anónimo de 1 de Fevereiro às 12:34, a informação que os motoristas de camiões passam na "selva de Calais" é acelerador a fundo, mesmo se se atravessem à frente. O meu marido diz o mesmo. Se algum consegue entrar/subir para o camião, o motorista vai directo para a cadeia, tenha ou não culpa no sucedido. As pessoas fecham-se em casa e está tudo a tentar vir embora de lá. Carros particulares em circulação sem irem para Inglaterra são também atacados...

      De vez em quando partilham as notícias de jornais locais no Facebook e é completamente assustador

      Eliminar
    17. Pois R mas cá em Portugal essas noticias nunca aparecem em destaque. Porquê? Porque eles têm de ser vistos como os pobres coitados, inocentes, que precisam de abrigo.
      Se só vêm para destruir e não para aceitar as ajudas para que raio vêem?

      Em relação aos camionistas, pelo que sei, na travessia de França-UK existe um detetor de CO2 e todos os camionistas que aceitarem serem controlados ficam com papeis carimbados pela Policia Aduaneira e não podem ser culpabilizados por imigrantes ilegais que entrem no país. Pelo menos foi o que ouvi dizer, talvez o seu marido se possa informar acerca disso para que não sejam presos pela estupidez alheia.

      Eliminar
    18. Só el Calais:

      Eles tão pacificos com a policia:
      https://www.youtube.com/watch?v=ErwlKvhPQkE
      http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/france/11983738/16-police-in-unprecedented-clashes-with-migrants-in-Calais-overnight.html
      http://www.dailymail.co.uk/news/article-3310290/Sixteen-officers-injured-rocks-hurled-clashes-Calais-riot-police-use-tear-gas-quell-rioting-migrants-Jungle-refugee-camp.html

      Refugiados a assaltar:
      https://www.youtube.com/watch?v=E4LnDGBDw1E
      https://www.youtube.com/watch?v=GErWxP1rc6w

      As mulheres com medo de serem violadas por eles:
      https://www.youtube.com/watch?v=U7ADMb8ThA4

      Se procurarem mais no youtube, nas noticias internacionais, etc há até videos deles a assaltar camiões, não para roubar comida para para roubar telemoveis, pcs, etc... há imensas noticias de pessoas a abandonar as casas - que pagaram - porque se sentem inseguros por causa dos refugiados.

      Eliminar
  11. O facebook (e até a nossa polícia) já censurou vários nus, mundialmente conhecidos, portanto, já não serão os primeiros.
    Quanto ao vinho... Bom, não sou muçulmana, nem de nenhuma religião, e não sirvo, nem tenho em casa, vinho algum. Da mesma forma como o tabaco vai sendo abolido, tenho confiança que o vinho irá pelo mesmo caminho! Vinho certamente não deveria ser servido em almoços/jantares de Estado, nem em escola, nem em hospitais, refeitórios militares e similares. Certamente que Hollande teria todo o cuidado em dar um almoço/jantar em que os alimentos seguissem todos os preceitos judaicos, caso o convidado fosse judeu, digo eu, que teria o cuidado de fazer comida vegetariana caso algum dos convivas fosse vegetariano. Não esperaria que mo pedissem.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. O que está aqui em causa é o anfitrião vergar-se, ou não, à vontade dos seus convidados.
      Certamente também não retiraria a carne da mesa só por ter um convidado que se recusasse a comê-la, exigindo que mais ninguém o fizesse na sua presença.

      Se prefere fingir que não percebe é lá consigo.

      Eliminar
    2. A coisa pode ser vista do ponto de nos estarmos a "vergamos" à vontade dos países árabes, ou simplesmente do ponto de vista de a Europa, assim como outros países ocidentais, serem comprovadamente dos mais desenvolvidos do mundo e aqueles onde os direitos humanos e valores como o respeito mútuo e a tolerância são mais respeitados, daí haver estes gestos de cortesia para com quem partilha de determinadas visões ou pertence a certa religião. Ideologicamente, isso está correcto, é a forma de funcionar de uma sociedade avançada e desenvolvida. O problema é que o resto do mundo não pensa assim, há dezenas de países muito mais atrasados no seu desenvolvimento onde se praticam verdadeiras barbáries, não há qualquer respeito pelos direitos humanos e 0 de tolerância por quem é diferente ou quem não partilha dessa religião. Daí dar a sensação aos cidadãos europeus de que "somos uns totós" e que nos estamos constantemente a vergar perante os outros e que eles não têm o mesmo respeito por nós, que quando viajamos para o país deles nos adaptamos e eles vêm ao nosso e não fazem o mesmo, etc. Das duas uma: ou mantemos a nossa posição de que somos uma sociedade avançada e tolerante e, apesar das crises em que vivemos, não cedemos nesses valores, mesmo junto do inimigo. Ou aceitamos o "jogo deles" e começamos a fechar portas, impor fronteiras, impor valores e atitudes. Confesso que não sei qual a posição certa. Tenho bastante orgulho em pertencer à Europa, identifico-me com os valores do local onde nasci e não quero abdicar deles, mas também não quero sentir-me ameaçada neles por quem neles não acredita. É um equilíbrio difícil.

      Eliminar
    3. Tem toda a razão, eu acho que tem de haver um equilíbrio. Cobrir estátuas ou pôr abayas às ocidentais, em solo europeu, não é equilíbrio.
      Equilíbrio será não usar decotes e não servir porco...

      Eliminar
    4. Pipocante Irrelevante Delirante29 de janeiro de 2016 às 16:18

      Desde quando o facebook é um modelo de valores democráticos?
      Andamos a pôr no mesmo saco uma companhia movida pelo lucro e uma democracia europeia?
      Oh, wait...

      Eliminar
    5. Anónimo das 14.22 Que confusão que vai nessa cabeça. Qual a semelhança entre vinho e tabaco??? E qual a razão porque o vinho não deveria ser servido em banquetes de estado? É alguma droga porventura? Mas que fundamentalismo! O facto de o anónimo não gostar pelas razões que entender, não é caso para obrigar o resto da humanidade a ser abstémia. Maria

      Eliminar
    6. "mas também não quero sentir-me ameaçada neles por quem neles não acredita."

      Vamos dizer isto a todas as mulheres alemãs que ficarão muito mais descansadas, mesmo aquelas violadas na passagem de ano, aquelas violadas nas piscinas municipais (tudo por refugiados).
      Vamos dizer a todas as mulheres europeias que se vistam com uma burka e que vão todas para a rua acompanhadas de um homem porque isto de contrariar as ideologias muçulmanas, exigir respeito pela cultura e artes locais é tudo ... como disse... à, é verdade...temos de ser tolerantes... quando for violada ou a sua filha o for, depois falamos, sim?

      (isto faz-me lembrar o discurso das mães e das filhas que levam tareias e as mães lhes dizem para serem mais submissas que ele irá parar de lhes bater)

      Eliminar
    7. anónimo das 14:22, abolir o vinho?! A sério?! Caramba, nem sei o que lhe diga. Nem todos são obrigados a gostar, é certo, agora só lhe digo que um BOM vinho é assim uma coisa de ir ao céu, já experimentou?
      Abolir o vinho... ahahahahhhh

      Eliminar
  12. Anónima (14:22), antes de mais não vejo por que motivo o vinho deva ser abolido de vez, se, bebido de forma responsável, não é prejudicial à saúde. De qualquer forma, o facto de ser servido vinho não quer dizer que ele tenha de ser bebido obrigatoriamente, as pessoas podem sempre declinar. Enquanto estive grávida decidi não beber álcool, nem muito, nem pouco, cortei totalmente. Durante esse período o meu marido continuou a beber (dito desta forma soa estranhíssimo, até parece que é um alcóolico). Nunca me pareceu uma afronta ou desrespeito, limitava-me a escolher outra bebida, água.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Concordo. Também me pareceu excessivo a anónima comparar o vinho ao tabaco, cujo consumo é clara e comprovadamente prejudicial à saúde, ao contrário do vinho (desde que consumido com moderação).

      Quanto ao assunto do post, só vejo razões de interesse financeiro para tal atitude.

      As estátuas são obras de arte, espólio de uma civilização que em muito contribuiu para a formação da identidade dos povos europeus. Não são propriamente um calendário de oficina. Não vejo cortesia e hospitalidade em esconder algo de que não temos vergonha.

      Eliminar
    2. Melhor, o meu irmão tem fobia a vinho/cerveja/champagne.
      Fobia ao ponto de não usar copos de vidro em casas alheias (amigos/restaurantes) com medo que já tenham contido vinho, pede de plástico nos conhecidos/amigos, bebé dos gargalo no restaurante.

      Agora vamos dizer, ninguém bebé vinho quando o teu irmão está, não é?

      Olha, não. Por norma quem está a beber não se senta perto dele, ou afasta o copo. Em casa dele tem 2/3 copos diferentes que só ele usa.
      Em minha casa há um copo só para o mano, em casa dos meus pais há "os copos para refrigerante, quem quiser beber vinho tem que trocar, ouviram??". E acho que não é nenhuma falta de respeito ao meu irmão.

      Eliminar
  13. Picante, foi pedido pelo presidente do Irão.

    ResponderEliminar
  14. Eu acho que estamos fodidos. De cedência em cedência até à rendição final. Mas também se somos tão fracos, tão cobardes, que não defendemos o nosso modo de vida, a nossa cultura e os nossos valores, então merecemos mesmo ser invadidos e obliterados. Ainda bem que não tive filhos/as.

    ResponderEliminar
  15. Taparam as estátuas,mas no Irão enforcam quem não é de acordo às "leis" deles e exibem-nos em praça publica..enfim.

    ResponderEliminar
  16. É lá.. ainda vai haver aqui porrada?? :))

    ResponderEliminar

Os comentários são da exclusiva responsabilidade dos comentadores.
A autora do blog eliminará qualquer comentário que ofenda terceiros, a pedido dos mesmos.