sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Um gajo lê isto e é claro que um gajo só pode aderir à causa!... E quem não aderir à causa com um gajo é porque não percebe a importância da causa! Que coise!... Deixem um gajo em paz!

CARTA ABERTA AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
(A propósito do texto da Prova de Aferição do Ensino Básico 2010)



Revirar de olhos. Muitos. E falta de paciência. E tipas histéricas. E parvas também. Isto não é feminismo, isto é só estupidez.
(e depois queixam-se quando se associa o movimento a estas imbecilidades...)

O exame de 4º ano que inspirou tamanha indignação aqui
O meu muito obrigada à Cuca que me deu a conhecer esta maravilhosa obra de indignação feminina.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Eu cá não me preocuria muito com isso da Disney

Afinal de contas o Pato Donald trata sozinho dos seus três sobrinhos, numa clara afirmação de que os homens partilham deveres e responsabilidades outrora considerados estritamente femininos. Arriscaria mesmo a dizer que o Pato Donald aderiu ao movimento feminista...

(é claro que não tem a preocupação de os vestir, combinando roupas em matchy-matchy, o Walt foi amigo, toda a gente sabe que os homens são absolutamente incapazes de distinguir pijamas de roupa de rua ou de combinar conjuntos...)

De todas as coisas que eu não percebo

É por que raio insistem em comparar casais hetero que espancam e abusam dos filhos com casais gay modelo, a fim de defender a adopção por casais do mesmo sexo.
Convicções à parte, que não tenho tempo para trezentos e noventa e dois comentários, a maioria dos pais biológicos até fazem o melhor que conseguem, ou não? O grosso das crianças não é dada para adopção, ou é?
Se o que está em causa é o superior interesse da criança, qual é exactamente a razão para a comparação (em debate) não ser com o óptimo? Ou afinal apenas se pretende defender o superior interesse do adulto? Caramba, ele há argumentos que nem ao diabo lembram.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Dissecando aquilo da racismo que vai-se a ver e não é

A turma do meu filho não tem qualquer aluno negro.
Na turma da minha filha, três dos alunos são negros. Digamos que são o Ismael, a Carina e a Jolinda. 
Os pais do Ismael não apareceram no dia da visita à escola, mandaram-no sozinho, era o único aluno que não tinha lá os pais e a modos que me adoptou, conversando alegremente comigo, com um à vontade e familiaridade que me fez suspeitar de que seria um comunicador excessivamente activo nas aulas. Tinha razão, eu canso-me de ter sempre razão mas as coisas são como são.
A Carina foge da escola para ir comprar gomas apesar de não ter ordem de saída, tem negativa a todas as disciplinas que não envolvem cantar ou desenhar e deveria ir a todas as aulas de apoio ao estudo mas, para desespero da mãe, não põe lá os pés. A Carina acha que os trabalhos de casa são uma seca mas mesmo que não achasse a esta altura do campeonato já não os saberia fazer. A mãe da Carina parece ser incapaz de resolver a situação,
A Jolinda? É uma aluna mais esforçada que qualquer dos outros dois mas nunca tirou uma positiva a matemática.

E nas outras turmas estes cenários repetem-se, nunca a Carina, Jolinda ou Ismael chegarão ao  quadro de honra, o mais provável é não chegarem à universidade, completar o 12º ano vai ser um desafio.

Mas há quem diga que a escola é racista. Ou que as empresas que não os irão receber são racistas. Eu? Eu reviro os olhos, penso que me falta a paciência para este tipo de conversa e que, em as pessoas sendo um bocadinho inteligentes estariam mais preocupadas em discutir o porquê dos maus resultados da Carina, Jolinda e Ismael, em dar-lhes hipóteses de competir com os restantes, ainda que tivessem de pedalar mais, Roma e Pavia não se fizeram num só dia e a vida não é justa, não sei se sabem.

A escola dos meus filhos é racista

Todos os alunos que estão no quadro de honra são brancos.

(e agora? disseco isto?...)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Mas às vezes também tenho certezas...

Ontem ficámos todos a saber para que irá servir a subvenção vitalícia de Maria de Belém.
Adoro a ironia Divina!

Dúvidas, a minha vida é isto

Como raio é que se faz uma avaliação física virtualmente, e só com os dados de sexo, idade, peso e altura? Alguém me explica? 
Caramba, é que nem a percentagem de massa gorda se consegue avaliar assim e Jorge, o meu PT, sempre me obrigou a medir aquela porra. Mas talvez Jorge, o PT, estivesse errado e fosse por demais picuinhas, afinal também me mediu a pressão arterial, frequência cardíaca, vimos picos de esforço, pesos adequados e nem sei mais quantas coisas.
Olhem vou jogar na roleta, ao menos sempre vejo os números, não é um tiro no escuro total, pode ser que saia o treze.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Venho só aqui um instantinho...

Ordenar-vos que levantem os rabos desses sofás e vão votar, sim?
- Ah! e tal não me apetece, Picante... Aqueles candidatos... Não gosto de nenhum...

Não interessa! Vão votar porque é o vosso dever cívico. E porque eu mandei, claro!

Entendido? Agora ide e que o Senhor vos ilumine!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Picante informa

A minha filha, garota que frequenta o 2º ciclo do ensino básico, cabe nos leggings da Zara de 5-6 anos.
Se eu fosse pessoa de usar leggings da Zara, que obviamente não sou, os de 16 anos estar-me-iam largos.

(just saying...)

Porque lês comentários nas redes sociais, Picante?

Porque, em lendo caixas de comentários, vejo que há histórias que se repetem e vem-me à memória um post que escrevi há alguns anos atrás, por ocasião de outras presidenciais:

"Da persistência ou falta de inteligência

Passo por um outdoor de campanha das presidenciais, ainda não tinha reparado em nenhum, e vejo o Manuel Alegre, enquanto penso para comigo (hoje não trago botões) que ele é o puro exemplo da persistência, desde que me lembro que ele é candidato à presidência, nunca ganha nada mas candidata-se sempre. Sorrio enquanto me passa pela cabeça que ele não deve ser muito inteligente, dado que esta se mede, também, pelo reconhecimento das nossas capacidades, é inútil gastar energia em batalhas perdidas à partida, digo eu."
 
Já deixei de tentar argumentar com gente cega, surda e muda a toda e qualquer opinião que não seja a sua, vão "explicar-nos" que as coisas não são como nós achamos que são, que nós só podemos estar errados. E não se inibem em fazê-lo grosseiramente, quase nos chamando estúpidos porque não percebemos, só faltando terminarem as frases com um "duh", pois se discordamos só podemos não ter percebido.

Continuar a insistir, ininterruptamente, num método que por várias vezes já provou fracassar por hostilizar ao invés de agregar não revela grande perspicácia, pois não?


(E agora até poderia pôr aqui um link e falar da parceria com a agência de comunicação, ou lá o que é...)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Sim já sei que sou uma raridade, caso único aqui nos blogs

Sei perfeitamente em quem vou votar no próximo Domingo.

(mas, em a campanha durando mais uma semana ou duas, não sei se não mudaria de ideias...)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Soltas

Não me têm apetecido blogs. Em compensação revi a primeira temporada do 24.

2016 vai ser um ano em crescendo. Tendo em conta os acontecimentos da primeira quinzena do mês recuso-me a acreditar que seja de outra maneira.

Gostava que alguém me explicasse, mas mesmo sem se rir, qual é a porra da lógica de os funcionários públicos terem menos horas de trabalho que os do privado. E não serem despedidos, mesmo estando o Estado falido.

A minha filha perguntou-me, com ar indignado, se as pessoas que mandam lá na (des)educação estão a gozar com os miúdos do 5º ano. Respondi-lhe que não, que estão mesmo a gozar com todos os alunos. E com os pais. E com os professores.

O tipo que me destruiu o automóvel tem 92 anos. Distraí-me, disse-me ele, não reparei que estava parada. Tem a carta válida por mais dois anos. Gostaria de saber quem são os médicos que revalidam a carta a gente desta idade que era para lhes dar umas porradas nas trombas.

Falta-me a paciência para a conversa da maior parte das feministas. Pelo menos para as feministas de esquerda. Na verdade falta-me a paciência para a conversa das gentes de esquerda, talvez o problema seja esse, quererem impor-nos a sua verdade como a única verdade possível e lógica. E repetirem-na até à exaustão, pensando que nós ainda não compreendemos. Nós compreendemos à primeira. Mas não concordamos. Dão licença?

Se me aparecesse o génio da lâmpada e me concedesse um único desejo, eu desejaria que um preto grande, mas daqueles mesmo muito grandes, sodomizasse todos os tipos lá da 5 de Outubro. À bruta que é para ver se o asno do Tiago Brandão percebe que não se mudam calendários, programas e avaliações a meio do ano escolar, lançando tudo e todos no caos.

No outro dia gostei de um "hoje deu-me para isto" da Ana Garcia Martins. Acho que foi a primeira vez.

Não sei por onde andam as feministas, tão prontas a armar um banzé dos diabos por causa daquilo da BD, que não se mostram nem um nadinha preocupadas com os ataques que as mulheres sofreram no dia 31 de Dezembro, em Colónia e mais umas poucas de cidades. Eu, que acho que uma boca ordinária não passa disso mesmo, que nunca mudei a maneira de vestir ou atravessei a rua para evitar um bando de gente mal educada, estou perfeitamente indignada e enojada com esta situação. E virem dizer-me que os atacantes não são refugiados, que era gente do Norte de África que já lá estava, só aumenta a minha indignação. Não expliquem a esta gente que tem de respeitar os valores europeus ou que a porta da rua é a serventia da casa, que não é preciso.

Os juros da dívida pública já estão a subir. Só não rio à gargalhada com as medidas "porreiristas" do Costa porque em breve tenho uma puta de uma factura para pagar. Acho que quem a deveria pagar eram os tipos de esquerda. Ou então os funcionários públicos que agora trabalham (ainda) menos e ganham mais. E têm empregos para a vida, não sei se já disse.

No outro dia fui a um blog e vi a sua autora numa pose sexy, em baby doll ou lá o que era, na cama. Aposto que se espreitasse com atenção lhe teria visto as cuecas. Achei normal. Pois se mostra as cuecas da filha por que razão não mostraria as suas?

Não consigo gozar com a loucura. Aquilo apenas me dá dó.

Até eu, pessoa que gosta realmente de Bowie, já estou farta de o ouvir. Por outro lado estou para aqui a pensar que esta é capaz de ser uma boa altura para vender alguns dos meus vinis.

A minha menina enche-me de orgulho, voa cada vez mais alto. O que me enche de orgulho nem são os voos altos, é mesmo todo o esforço que eu sei que foi posto por trás de cada voo. Já o rapaz vai dar-me problemas.

Há que admirar a das nove horas. Estar anos a fio a alimentar posts só com mantras da felicidade, nunca escrevendo nada, é coisa de valor, revela persistência e muita criatividade.

O rapaz contou-me, orgulhoso que só ele, como tinha agarrado na carteira que o cigano roubou à senhora de idade. Foi fácil mãe, ele ia a correr, a alça da carteira na mão, só tive de puxar a carteira com força, não estava à espera e caiu no chão. Devolvi a carteira à senhora mas entretanto ele tentou empurrar-me e tive de lhe dar um pontapé no joelho, ouvi crac e ele tornou a cair, veio de lá do fundo o amigo mas quando tentou saltar por cima dele, tropeçou e caiu também. O rapaz vai dar-me problemas, não sei se já disse, no entretanto não pode andar sozinho lá onde andava sozinho.

Recebi umas calças 38 pelo Natal. Estão-me largas. É o ângulo positivo de estar doente.

Descobri que os meus soutiens têm o número errado. Teria tido alguns efeitos, na minha auto-estima, ter sabido do aumento da letra há vinte anos atrás. Agora significa apenas que tenho de gastar uma fortuna em soutiens.

Quando não me apetecem blogs é esperar que passe. Passa sempre. Escrever também ajuda.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

É muito injusto senhores!...

As nódoas da roupa dos meus filhos nunca saem sem pré tratamento e eu confesso que fico um nadinha aborrecida quando eles "resolvem-se" rebolar na relva. Idem para as nódoas das toalhas de mesa. Aquilo tem sempre de ser esfregado com o bom do sabão azul e branco. Outra coisa que me deixa tremendamente aborrecida é que não faço a mínima ideia do cheiro que as roupas tinham depois de as empregadas da minha mãe as lavarem e passarem. Em compensação lembro-me perfeitamente do aroma do James Martin's que o meu pai estragava com água castelo.
Isto só pode ser um sinal e de certeza que é um péssimo sinal. A minha vida é muito difícil, só contrariedades!

(Ainda se pode dizer empregadas? Ou será mais aconselhável falar em assistentes do lar?...)

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Mas afinal

Alguém me explica o que fomos todos fazer ao Marquês? Uma pessoa à espera de uma luta, quiçá uma guerra, uma coisa séria, com mortos e feridos e afinal foi isto... Caramba! Não contem comigo para estas cenas, para o ano vou ter uma dor de cabeça. Pronto.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Em verdade vos digo

Que não morri e o meu rico blog também não. A ver se no fim de semana ponho ordem nisto.

(eu sem tempo para nada e tanto assunto a fervilhar por essa bloga fora, tanta coisinha a pedir para eu lhe pegar, tanto post maravilhoso que me fica na cabeça por falta de tempo de o escrever, tanta pérola que se perde, que injustiça, senhores!)

sábado, 2 de janeiro de 2016

E que tal, Picante? O novo ano está a ser supimpas?

Hum... Deixa cá ver... Devo ter engordado uns três quilos com os almoços e jantares da saison, comi e bebi para lá de bem, mas o problema, pessoas, o problema, é que ninguém me disse que gostaria de ter um blog como o meu... Não é justo, pessoas! Uma mulher dá tudo ao seu blog... Entrega-se de corpo e alma, tem uma escrita escorreita e cheia de um fino humor tremendamente subtil e... que acontece? Alguém lhe diz que gostaria de escrever assim? Não. Claro que não. Vão é elogiar os do costume. Como é que eu vou superar isto? Como? Minha Nossa Senhora das Aflições me valha! E logo no início do ano... Não há condições!

(Talvez se eu lhe disser que ela é muito inteligente e que, além disso, tem um cabelo magnífico, ela em troca me diga que o meu blog também não é nada de se deitar fora? Por favor?...)

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

2016

Avizinha-se um ano de recomeços. Nunca tinha passado a meia noite na rua, (e adorei) champagne e flutes na mão, passas no bolso.
Sejam felizes, pessoas, que este ano se revele pleno de novas oportunidades. E que as saibamos aproveitar. Todos nós, sem excepção.

E para as minhas blogo-amigas, as miúdas sem as quais eu nem imaginaria a graça dos blogs, as que riem comigo há uns bons dois anos, bem... Desejo-vos tudo o que desejo para mim, só que a triplicar. Se os blogs não forem só blogs, a culpa é vossa. Um enorme abraço por me levarem tantas vezes às lágrimas, por todos os risos altos que me fazem soltar, até quando dizem heresias a respeito da minha massa gorda, praticamente inexistente, ao contrário de umas orcas que eu não vou nomear mas que têm dúvidas e se pasmam sabe-se lá porquê.
Um brilhante, estrondoso, magnífico e risonho 2016.