sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Picante também tem uma palavra a dizer sobre aquilo dos vídeos e seu impacto sobre o casal seleccionador dos finalistas

Se eu tivesse tido de os seleccionar também teria chorado.

51 comentários:

  1. Hahahahahahahah Já por causa dessas coisas, nem vejo os seleccionados!

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  2. O momento lagrimita no olho não é só para candidatos a programas de cantorias, tá bem?!

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    1. Teria chorado de tristeza, pelo tempo perdido. Caramba foi só aquilo? Até custa imaginar os restantes. Acho que vi um mais ou menos...

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  3. Também eu teria chorado. Aqueles doze são os melhores?! Nem imagino os restantes milhares. Medoooo.

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  4. Eu sei que é uma coisa em grande e tudo, mas faz-me pena que as pessoas se exponham desta maneira. Fazem vídeos - que serão usados como publicidade gratuita -, fornecem os seus dados a bancos de dados, etc, etc.

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  5. Por acaso também estava mesmo à espera de me emocionar.. Estava à espera de histórias emotivas, românticas, singulares.... E eis que a montanha pariu um rato! À excepção de uma, tudo normalissimo. Aliás, há um video que só mostra um casal a andar de um lado para o outro, o que me diz zero sobre eles!

    Fraquinho.

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  6. Às vezes não a compreendo,Picante....com TANTA blogocaca que podia expor no seu espaço,com tanta polémica que podia trazer a lume,coisa que faz de forma sublime,porque é que limita a sua esperteza,e a nossa,a estes posts desprovidos de inteligência???Aquilo é fraquinho,a parte dos vídeos?até pode ser.Mas há-de concordar que o passatempo em si é para lá de genial!E é isso mesmo que a Picante não suporta,não é?tão jovem....shame on you!

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    1. Sente-se melhor agora, que já desabafou, Lúcia?

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    2. A ideia é genial. Sim, é brilhante. Mas só prova que pessoas inteligentes não se metem a concurso. Só os mentecaptos e ovelhas seguidores é que concorreram àquilo do casamento mais doce. A rapariga não tem culpa dos vídeos serem todos miseráveis. Mas são. É a pessoa não vai dizer, olhem osto é tudo muito bonito mas os vídeos são todos uma vergonha e já não há concurso. Não podia pois não?

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    3. Sim, é marketing para lá de genial, em que os alvos não só poupam uns trocos às empresas como ainda as publicitam. A sério, há mesmo gente que pensa que isto é feito pelos lindos olhos dos leitores?

      Por outro lado, tendo lido diversos comentários de casais homossexuais perguntando se poderiam participar, acho estranho nem um ter passado para os 12 seleccionados.

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    4. Já desabafei sim,Picante mas fiquei na mesma....com pena das duas,da Md porque tem que decidir e de si,por ser o que é.

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    5. Não há nada de errado com o passatempo. É um estrondo de passatempo. Posto isto os videos são uma bela de uma caca.

      Lúcia, querida, penas têm as galinhas. No seu caso é muito apropriado.

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  7. Ainda não recuperei do trauma de os ter visto a todos! Julgava que ia ver 12 histórias e saíu meia dúzia de histórias, pedinchiche e figuras tristes.

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  8. Mas afinal as caixas vão com recibo, ou não?! Há ou não fuga ao fisco?!

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    1. Eu comprei uma caixa, sim sou uma fraca, e recebi um Mail a pedir nif para emissão de factura .

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    2. Escusava de ter ouvido esta, Anónimo.
      Aquele blog é uma empresa, há-de ser gerido como tal. É pouco provável encontrar ali falcatruas que sejam apanhada em menos de três tempos. À parte as ofertas de produto, que funcionam como amostragem, tudo o resto deve ter facturas.

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  9. Sou uma das concorrentes e, obviamente, mentecapta assumida :D e já agora, leitora assídua deste blog, com o qual me rio bastante. Mas tal como a Pipoca tem os seus pequenos póneis, também tem por aqui muitos comentadores totalmente anti-pequenos póneis, dos que acham que faz todo o sentido julgar alguém por uma participação num passatempo. Que fofinhos! :) achavam mesmo que iam sair grandes obras primas? Eu, por exemplo, tenho uma vida lá fora e gastei 15 minutos da minha vida a tratar do vídeo... Foi o que considerei que não me ia fazer falta para as coisas importantes :) e se ganhar o prémio não me arrependo minimamente, porque é bastante porreiro ter uma cambada de coisas fúteis oferecidas (a grande maioria até posso achar piada mas nunca na vida daria um cêntimo que fosse por elas). É mais parvo gastar euros no euromilhões e também já o fiz 2 ou 3 vezes (mas lá está, volto a lembrar quão mentecapta sou). Quanto aos nossos dados, não se preocupem, que só o vencedor tem que os dar, bem como a verificação dos likes nas páginas só será feita a quem ganhar. O video podia ter sido enviado de um mail criado para esse propósito e assim não haveria dados para ninguém (é provável que todos os concorrentes tenham pensado nisso e de momento não ainda não têm nenhum dado da nossa parte com eles, excepto o nome). Mas esse eu vivo bem em dá-lo, e só não o dou aqui para me manter coerente com a maioria dos outros comentadores :) beijinhos a si, aos póneis picantes e que ganhe o melhor! Ou o menos mau, neste caso. Se é que há algum... Continue divertida, Pipoquinha, que eu cá continuarei a espreitar.

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    1. E será muito bem-vinda.
      Não acho que os participantes sejam mentecaptos. Devo dizer-lhe que, passados três dias, já só me lembro de três vídeos. O que achei melhor e dois que achei francamente maus.
      Tem tudo a ver com expectativas. Dois ou três posts a dizer que eram o máximo, com histórias de fazer chorar, que era impossível decidir... Uma pessoa fica ali à espera de coisas emotivas, histórias mesmo giras. Vai-se a ver e são vídeos banais. Daqueles que não marcam.
      Posto isto espero que ganhe. O passatempo é um estrondo e vale bem perder 15 min a fazer um vídeo qualquer. Eu não concorreria, tenho cá para mim que quem ganhar vai ter de ver o seu casamento escarrapachado num blog. Mas percebo que haja muita gente a concorrer. Claro que percebo.

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    2. Acho que a concorrente que aqui, supostamente, colocou o seu testemunho, será banida aleatoriamente... Com tanta palavra a afirmar que aquilo não lhe faz falta nenhuma, que aquilo foi só assim para ver e tal... hum hum.

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    3. Anónimo das 19.34

      Eu percebo o que a concorrente diz.
      Há lá muita oferta que de borla é fixe mas que a pagar já não é bem assim.
      Eu vou casar para o ano e digo-lhe: sapatos para o noivo é preciso sim senhor, mas não a 250€. Nem 300€ por bikinis...

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  10. Há aqui toda uma mentalidade que não percebo. Se acham que o concurso não vale mais de 15 minutos do vosso tempo, para quê concorrer? Ou,melhor dizendo, se falam como se concorrer a um concurso que, quer se desconfie das suas boas intenções ou não, é algo em grande, como se fosse um pequeno frete mal-assumido, para quê, sequer, enviar uma participação?

    Em relação à recolha de dados...por favor, a sério, informem-se.

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  11. Aquilo que eu acho é que quem ganhar vai ter que desembolsar bastante para conseguir completar os prémios (muitos são limitados a determinado nº de convidados). Também vão lutar com a questão de fazer o casório em meses em que se habilitam a ter a boda mais ensopada da história num lugar geográfico que não será o ideal para todos. Penso que parece um grande prémio mas quando se analisa melhor... não sei. Vale o esforço de uma grande obra de cinema? Parece que vale, mas quando se vai analisar bem...

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    1. Uma amiga minha casou em meados de Novembro deste ano e estava um dia de sol maravilhoso, com temperaturas de 20º :) talvez o próximo ano seja tão quente como este! Anyway, concordo que os vídeos eram sofríveis, mas quando vi o concurso e os prémios pensei_ aqui está um conjunto de coisas que se enquadram no típico ideário de casamento tuga. As pessoas adoram casar pelo show-off, por ter tudo em grande nesse dia (mesmo que depois andem a contar tostões o resto do ano), convidar familiares e colegas de trabalho com quem têm pouca proximidade e se sentem coagidos a ir e a desembolsar uma nota preta para financiar o "sonho" de uma vida dos noivos, que após aqueles gastos todos ainda têm lucro. Eu pessoalmente não me identifico minimamente com essa maneira de casar e é precisamente por isso que ainda não o fiz, apesar de já morar com o meu namorado há 6 anos. Também porque vemos o casamento como aquilo que ele é: um contrato. E não precisamos desse contrato para regular a nossa relação. Se fosse na perspectiva de festa, não nos identificamos com nada desta oferta destinada a noivos, nem com a ideia de gastar um balúrdio num só dia e de fazer um alarido de algo que é privado e só a nós nos diz respeito: a nossa relação. E faz-me confusão que haja quem esteja disposto a expor isso tudo só para ter estas coisas grátis e o típico casamento foleiro/fantasia oferecido. Será que os convidados destes também têm de dar prenda? :P aí é que é lucrar! Podiam oferecer metade das prendas à Ajuda de Mãe lol.

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    2. Essa teoria das prendas está muito boa... Se for a um casamento em que quem pagou foram, por exemplo, os pais dos noivos, não vai dar nenhuma prenda, certo? Aí é que era lucrar ;)

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    3. Porque é que tenho de dar uma prenda sequer? Porque os meus amigos decidiram dar uma festa para celebrar a sua relação e eu e os outros convidados temos de a bancar? E os que não se casam, mas têm igualmente uma relação e são felizes? Nunca vão receber prenda porque nunca decidiram dar uma festa de arromba? Esta de andarnos a bancar as celebrações dos outros, goes beyond me. Eu adoro viajar, é o que mais gosto de fazer na vida. Já decidi que quando me casar com o meu namorado (com quem já vivo há anos), vamos à conservatória com os nossos pais e depois partimos numa viagem de 5 semanas (paga por nós) e mandamos um postal a avisar os restantes amigos e família do que aconteceu :)

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    4. Essa de ser um contrato é boa...desculpa para dizer que ela queria muito casar mas ele...nem pensar.

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    5. Sim, é um contrato e com ele o direito sucessório. Não se casam pelo registo e depois ficam a chorar...

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    6. Anónimo13 de dezembro de 2015 às 21:41, somos ambos advogados, ambos o vemos meramente como um contrato, lamento desiludi-lo :) consigo perceber que quem seja religioso (também não é o nosso caso) o veja como algo mais, mas fora disso, pode ser o ideário que têm desde pequenas de usar um vestido branco e fazerem uma festa de arromba, mas isso é só o show-off associado à coisa, no final do dia, é de um contrato que se trata.

      A Lei das Uniões de Facto hoje em dia já confere direitos iguais aos dos cônjuges, excepto em direito sucessório, como refere o Anónimo13 de dezembro de 2015 às 23:17. Contando que nenhum dos dois tem grande património próprio, não vai ser essa questão que nos vai motivar a casar. Aliás, uma vez que planeamos ter filhos em breve, essa questão até deixa de se pôr, porque o sucessor em primeira linha de qualquer um de nós passa a ser o nosso filho e ele ficará salvaguardado em caso de falecimento de qualquer um de nós e é isso que nos importa.

      Ah e essa de "não se casam pelo registo e depois ficam a chorar", se o meu namorado falecesse ficava a chorar, sim, mas era por o ter perdido a ele, não era por nunca nos termos casado e eu não poder herdar algum dos seus bens próprios. Assim se vê como é que tanta gente - que se calhar faz tudo por dar a tal festa de arromba e o show-off - encara o casamento.

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    7. Pois desconfio que a maioria das pessoas que casa pela igreja o faz mesmo pelo show off. Quantos praticam realmente a doutrina? Ah, já sei! São católicos não praticantes (seja lá o que isso for).

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    8. Anónimo das 14.42

      Pensei exactamente o mesmo. Casamento grátis para 100 pessoas e se queres mais 100 devem pedir balúrdios! Sem contar que a ementa é um pouco pobre (na minha opinião) e se quiseres acrescentar mais coisas deve ficar muito caro.


      Anónimo das 20.54

      Se não quer "bancar" o casamento dos outros, fácil, recuse o convite!

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    9. Nada tenho contra os contratos, eles existem e se é verdade que não fazem as pessoas amarem-se mais, também é verdade que não as farão amar menos. Suponhamos uma situação em que duas pessoas coabitam sem casar e onde existe real entreajuda: uma delas morre, os bens passam por sucessão para o filho que até nem é uma pessoa que se preocupe em prestar auxilio aos pais e é casado com alguém bastante "interesseiro" e que o domina emocionalmente. Podemos imaginar variadas consequências, não? Por isso penso que a lei é feita para ser aplicada, sem constrangimentos.

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    10. Anónimo do dia 14 de dezembro de 2015 às 09:43,
      Deve ser muito novinho(a), verdade? Que nunca perca a inocência.
      Mas deixe-me que lhe diga uma coisa: não querem casar, porque acham que é um mero contrato (falo pelo civil), mas quando for preciso fazer constar que mora com alguém, não vai a correr à sua Junta de Freguesia buscar um papelinho dizendo que vive em união de facto? Não acaba por ser também um contrato?
      Depois, não conheço ninguém que vivendo em união de facto não apresente o seu companheiro como marido/mulher (ou como namorado hahahahahah). Parecendo que não, é diferente, apesar de toda a lei que já existe.
      Se me disser que dá muito jeito para fugir aos impostos e receber mais regalias, concordo absolutamente consigo.

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    11. Fugir aos impostos e receber mais regalias? Quais? Diga-me por favor que eu divorcio-me já ;)

      Já vivi em união de facto e agora estou casada (digam-me onde está a diferença em termos de IRS e de regalias por favor). Se fosse hoje não teríamos gasto o dinheiro no casamento. Éramos jovens, imaturos e parvos e, sim, o casamento não passa de um contrato.

      Em relação ao anónimo das 10.50h realmente revela bem o nível de algumas pessoas. Eu conheço quem faça casamentos em quintas onde o prato fica muito caro e como não o podem pagar depois andam a dizer aos convidados "a comida fica a X€ por cada pessoa" mas afinal convidam as pessoas para partilhar o dia convosco ou para lucrar com eles ou para os ter a bancar um sonho? Quem não tem dinheiro não tem vicios...

      Eu não critico quem tem o casamento como um sonho, da mesma forma que compreendo perfeitamente quem só quer viver junto.
      E essa situação de acharem que não se pode apresentar um companheiro de anos como marido só porque não tem papel passado revela bem a forma de estar na vida de algumas pessoas... é realmente triste.

      E creio que as pessoas se esquecem muitas vezes a diferença entre casamento e matrimónio. Matrimónio refere-se às questões religiosas, o casamento é um contrato civil.

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    12. Anónimo14 de dezembro de 2015 às 18:33, sou muito novinha, sim, tenho 28 anos. Sabe, aquela idade em que a maioria das pessoas casa (como já aconteceu com imensos amigos meus). Por isso, se esses têm discernimento para casar e ninguém põe em causa porque o fazem, porque não é válido que alguém nas mesmas circunstâncias possa não o querer fazer e tenha argumentos para isso?

      Quando é "preciso fazer constar que moro com alguém", nunca tive de recorrer à minha Junta de Freguesia. Vivemos juntos há 6 anos e nas poucas situações em que foi relevante referi-lo (quer seja para beneficiar de um desconto de ginásio que era aplicável a "famílias", quer seja para beneficiar do seguro de saúde um do outro que é para "cônjuges ou unidos de facto", quer seja para justificar no meu emprego que faltei um dia para ir ao funeral do avô dele), nunca precisámos de nenhum papel oficial, bastou uma declaração nossa a afirmar que vivemos em união de facto. Portanto, lamento, mas nunca houve nenhuma situação em que eu achasse que "teria dado jeito" ou que "era necessário" ter um contrato ou um papel para beneficiar seja do que fosse em função da nossa união.

      Eu apresento-o como meu namorado, mas se quiser até posso apresentar como marido... a partir do momento em que as pessoas já sabem quem é, refiro-me a ele pelo nome próprio. A situação de facto de um casal que vive em união de facto ou de um casal que se casou é a mesma (vivem juntos, têm um projecto de vida em comum, têm uma família... em que é que aqueles que decidiram celebrar um contrato entre si e sujeitar-se ao que dispõe o Código Civil os faz serem um casal mais a sério que os outros?). Simplesmente, em Portugal, o peso das palavras "marido" e "mulher" ainda é grande e as pessoas optam por essa designação. Mas para mim é irrelevante, até gosto mais do tratamento pelo nome.

      Fugir aos impostos e receber mais regalias como? Até este ano, quem é casado podia escolher apresentar a declaração de IRS em conjunto ou em separado. Quem vive em união de facto segundo o conceito das Finanças (= viver na mesma morada fiscal há mais de 2 anos) também podia entregar em conjunto, se não, tinha necessariamente de entregar em separado. Do que vejo, quem tem mais vantagens até é quem é casado, que pode escolher o regime que melhor lhe convier. Quem vive em união de facto, só se tiver feito a alteração da morada fiscal ao mesmo tempo do companheiro e tiverem decorrido 2 anos é que tem a opção de apresentar em conjunto. E as vantagens nunca são objectivas, dependem sempre do casal em causa (por exemplo, se ambos ganharem o mesmo, é indiferente se entregam juntos ou separados, mas se for um casal com rendimentos muito díspares, já terão vantagens em entregar em conjunto). A partir do próximo ano toda a gente, casada ou não, terá de entregar declarações separadas e cada contribuinte será considerado individualmente, por isso até acaba qualquer privilégio que o casamento pudesse ter em termos fiscais. Quanto a regalias, não sei quais essas possam ser, não me parece que aufira nenhuma (pago IRS, sobretaxa, contribuição extraordinária, já paguei IVA quando era trabalhadora independente, desconto para a SS...).

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    13. Portanto, concluindo, tendo até formação jurídica como já referi que eu e o meu namorado temos, já eu própria analisei o regime do casamento e o das uniões de facto e a única coisa em que eles diferem é na questão sucessória que mencionei acima. E isso não é o suficiente para me motivar a casar. Eu posso ter um contrato com uma empresa que me fornece electricidade porque é a única forma de a obter, posso ter um contrato com uma operadora de comunicações porque é a única forma de obter esse serviço, e por aí fora, mas não preciso de nenhum contrato para regular a minha relação com a pessoa que escolhi para acompanhar a minha vida e confio plenamente no meu discernimento e no dele para sabermos reger a nossa relação amorosa e não contratual, que não depende nem está sujeita a um conjunto de regras que o Estado teve de estabelecer para regular quem a elas se sujeita por via de um contrato. No dia em que achar que isso é necessário, poderei casar-me. Mas a verdade é que as pessoas quando se casam não estão a pensar nestas coisas, estão a pensar no status social e influência que o casamento ainda tem na nossa sociedade e no facto de lhes ter sido impingido desde pequenas o ideário da noiva de branco e da festa de arromba. Ou então estão a casar-se já com questões contratuais em mente (proteger o bem A, que pertence a B, porque este o herdou de C e assim não vai para D... etc). Como nenhum desses é o nosso caso, estamos muito bem não casados :)

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  12. Pipocante Irrelevante Delirante13 de dezembro de 2015 às 22:03

    Nem casamentos de Santo Antonio, quanto mais...

    Vida privada, eventos públicos, bla bla bla... depois chateiem-se quando desconhecidos começarem a criticar e falar mal...

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  13. Não passas de uma invejosa, sempre a dizer mal dos blogs mais vistos. Deves ter uma vidinha tão medíocre. Quem te dera ser a PMD.

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    1. Dona Maria, já mudava o cd, não? Esse argumento é tão 2005...

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  14. Ainda bem que não presta e vocês vão lá todos espreitar... LOL .

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    1. A começar pela Picante...

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    2. Se não vir, como é que sabe se gosta ou não?

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    3. Mas eu fiquei convencida que prestava. Só que depois vi os vídeos.

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  15. Cada qual sabe de si. Não costumo alinhar nestas coisa mas fui ver. Achei o vídeo da Inês Mendes bem giro.

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  16. Oh picante vai lá ver o que andam a dizer de ti no blog da pipa...

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    1. Umas alcoviteiras, aquelas duas. Não se pode confiar em ninguém, é o que é.

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  17. Advogada com tanto tempo para bir ripostar em blogs...

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  18. Este ano os caixotes não vão ter papel...

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  19. Faça um post sobre o melhor final de programa de sempre! Acho que sabe do que estou a falar;)

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  20. Incrível como aqueles vídeos foram selecionados. Como é que se manda a concurso material tão mau? O meu filho aos 16 anos já fazia apresentações em vídeo para a escola muito superiores.

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