quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Não cuspas para o ar, Catarina, olha que te sujas...

A Catarina Martins prefere ser operada por um cirurgião que tenha sido feliz na escola, que por um cirurgião que tenha feito exames.
No caso específico dela estou plenamente de acordo. Espero que ela seja operada por um médico feliz, de preferência um que nunca tenha feito qualquer tipo de exame, que é para nos assegurarmos de que se trata de um médico tremendamente feliz.

E, já agora, se puder levar o Galamba com ela, eu agradeço.

97 comentários:

  1. Ahahahahahahahah Oh Catarina....
    (E esta gente vive em que mundo?)

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    1. Diz que para S Bento...

      (quão simplicista se pode ser?)

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    2. (Mantendo o mesmo nível de argumentação, em tendo oportunidade eu gostaria muito de perguntar a Catarina o que é que o cu tem a ver com as calças... )

      (Porque o único problema da escola pública são os exames. Pois claro que sim. Eliminando esse cancro, as crianças.... Plim! São felizes. Outra vez!)

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    3. (Acho mesmo que se deveria eliminar todo e qualquer teste ou método de avaliação. É isso e passar a ter aulas apenas ao fim de semana, tudo em prol da felicidade das criancinhas)

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  2. Ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah

    Hoje, sim, Picante, superou-se!

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    1. (fico sempre aborrecida quando deixo apenas uma pessoa sem resposta. Olhe.. obrigada!)

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  3. Li isso num título de jornal e não quis acreditar que fosse assim, desejei que fosse uma descontextualização maldosa ou incompetência da jornalista. É que se foi mesmo assim, fico preocupada. É que pôr as coisas nesses termos simplórios, que nem simples são, é só parvo.

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    1. http://www.esquerda.net/opiniao/6-razoes-para-acabar-de-vez-com-os-exames-do-basico/39848

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    2. Eu cá sou capaz de arranjar mais de 6 razões para acabar de vez com ela. E, de caminho, com o Galamba.

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    3. 'Tá a ver Piacante, isto (o que escreveu neste post) é que é crime: incitação ao ódio e até à morte. Logo a seguir, vem alguém escrever que é capaz de mais seis razões para acabar com a Catarina. Coisa feia, ao ponto de ser crime. Chamar nomes, nem que seja ao PR, é nada, comparado com este post.
      Querida, não se rebaixa assim tanto. Uma senhora nunca desce do salto.

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    4. Acabar com a Catarina e, de caminho, com o Galamba é crime? Ó Anónimo, então? É um favor feito à Humanidade em geral e a Portugal em particular.

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    5. Anónimo, crime é ter gente com responsabilidades governativas a dizer que um cirurgião só é competente se não fez exames, o que automaticamente parece conferir-lhe o caminho para a felicidade plena na infância. E se isso não é crime, devia ser.

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    6. Anónimo das 15.15h, crime é eu estar a esta hora a responder a comentários mesmo estúpidos, isso é que é crime.

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  4. Isto agora virou moda. Burrinhos mas felizes. A passar por cima de tudo e todos, mas a conquistar a sua felicidade. A moda da felicidade diz que as crianças não precisam preocupar-se com os estudos, que os pais não precisam preocupar-se com os filhos, que os trabalhadores não precisam preocupar-se com o emprego nem com as coisas materiais.
    Que as melhores coisas da vida são grátis, nem que sejam um pôr do sol num lugar paradisíaco a quilómetros de casa, acompanhado de um bom vinho ou pernoitar numa cabana bem quentinha no alto da montanha.

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    1. As melhores coisas da vida até são grátis. O aborrecimento é que custa um dinheirão, "comprarmos" a tranquilidade de cabeça necessária para que as possamos apreciar devidamente.

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  5. O que tem o exame da 4ª classe, a ver com o médico ser ou não competente?
    Critica aqui é os negócios obscuros do Montenegro, o vencimento do Sérgio Monteiro, a venda da TAP em cima do joelho.
    Cheira-me que andaste a colar cartazes nos tempos em que eras Jotinha, ou então frequentas o Largo Adelino Amaro da Costa...
    Vê se mudas o disco e falas do estado em que os teus amigos laranja deixaram este bidé.

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    1. O meu disco sou eu quem o escolhe, muito obrigada.
      (tem n blogs de esquerda à sua escolha, n. Este é tendencialmente de direita, temos pena)

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    2. Já pagaste as quotas?
      Prefiro vir aqui rir-me das tuas argoladas, ó esperta.
      Em resumo, andas cheia de azia. Quem dos teus ficou sem tacho?

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    3. Fui eu mesma. Perdi o tacho de mandar gente idiota bater punhetas a grilos, Um desassossego, nem queira saber.

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    4. Ahhh! Que ordinária.
      Uma senhora tão crente nos amigos laranja/azuis a dizer dessas coisas.
      Quase que pareces da família do Leitão Amaro (vai ver quem é).
      Não és, ou serás?

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    5. Uma pessoa que fala tanto dos filhos e da boa educação dos filhos e depois mostra ser uma rafeirosa do pior.
      Os seus filhos (se já não lêem), quando o começarem a fazer, acha que vão gostar de ler a mãe a dizer "bater
      Punhetas a grilos"? Quando não tens como te defender, vais sempre para a ordinarice barata.

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    6. Ai! Que horror! A Picante disse "punhetas"
      (esqueço-me sempre que as donas Marias não gostam de as dizer...)

      (e sim, é verdade, eu sou ordinária. Já o Dundee é claramente uma pessoa daquelas a que hoje em dia se chama de "especial")

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  6. Porque fazer um exame no quarto ano é que vai definir se uma criança será ou não um bom profissional, em qualquer que seja a área. Não acabaram com os exames de admissão à faculdade, mas apenas com os exames finais do 4o ano, que não existiam desde o Estado Novo. E acho que entretanto devemos ter formado alguns bons profissionais, digo eu.

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    1. Mas existiam as provas globais. Mais tarde as de aferição. Não defendo exames a todo o custo, até discordo dos moldes em que estes eram feitos. Mas acho que faz falta um instrumento de aferição no final de cada ciclo.

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    2. Provas globais no 4º ano nunca houve, inventaram as provas de aferição para aí há 10 anos que depois passaram a exames. São exames sem relevância, servem só para se saber as médias dos alunos. Nunca implementaram nenhuma medida a partir das mesmas, os programas nunca forma mudados por causa delas. De que serve fazer exames se não se tiram conclusões a partir deles?

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    3. Picante eu sou licenciada em Eng Mecânica, pré-bolonha e nunca tive nem sequer provar globais simplesmente tive Prova de Aferição e provas Especificas de acordo com a área que tinha desde o 10º ano e os cursos que queria concorrer e é mais que suficiente!!!!! No acesso à universidade é que é feita a selecção e depois dentro dela que existem muito bons alunos que nunca conseguem tirar curso nenhum e alunos básicos ou médios e tiram cursos dificeis, por isso deixem-se de histórias com os exames. E tenho a dizer que os meus colegas vindos de escolas e colégios privados com grandes notas nuna acabaram curso nenhum porque eram notas inflaccionadas e fabricadas que baixaram logo nos exames de acesso à universidade.

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    4. Bom, eu tive provas globais. Tive-as na antiga 4ª classe e tive no final de cada ano, a partir daí. O último teste do ano era global.
      Quanto ao que diz dos privados, não sei de onde vinham esses seus colegas mas claramente vinham dos privados errados. Eu até sou pelo público mas olhe que se olhar para os rankings, feitos a partir dos exames, os privados até estão nos lugares cimeiros, vai daí que não devem inflaccionar assim tanto as notas.
      E desculpe que lhe diga mas a selecção é feita ao longo de todo o percurso escolar.

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    5. Sim picante a selecção é feita ao longo de todos os anos escolares, com os testes ao longo do ano e chumbar quem tinha negativas no final do ano, não são necessários exames nenhuns. O problema agora é não quererem chumbar ninguem porque o sistema assim o exige e dá mais trabalho chumbar um aluno do que passá-lo!!! Os mais colegas mais fracos e com notas mais inflaccionadas vinham da região de Lisboa e do Porto enquanto que os alunos das escolas públicas de Trás-os-Montes e que até não tinham grandes notas mostraram-se grandes alunos e grandes profissionais. Secalhar os alunos das privadas ficaram burrinhos ao sairem das grandes cidades e virem estudar para uma universidade no interior norte (UTAD).

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    6. "O problema agora é não quererem chumbar ninguem porque o sistema assim o exige e dá mais trabalho chumbar um aluno do que passá-lo!!!"
      Isto foi-me dito pela prof. do meu filho (3ºano)...
      "Tinha 7 miúdos para reprovar mas após reunião de agrupamento apenas reprovaram 2, pois é muito complicado reprovarem tantos..."
      E já agora, porque é que os miúdos têm de passar todos do 1º para o 2º ano mesmo sem saber as letras????

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    7. Ana, não defendo exames a todo o custo. Defendo apenas a necessidade de haver um qualquer instrumento de aferição que permita verificar desigualdades e problemas a fim de os corrigir.
      (mas também acho que o exame não é nenhum papão)

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  7. Mas aqui entre nós, um cirurgião, para estar a exercer não passou pela faculdade? Pq n haveria de estar habilitado p o fazer, ainda que nem em todo o seu periodo académico tivesse tido exames?
    A picante não compreendeu pq se mandou tudo ao ar com a capa do CM. Já eu n conpreendo pq é q ficaram todos mto chocados com este comentário que, sinceramente, acho q se percebe bem a intenção do mesmo.
    E já agora, n vejo onde é q está escrito q é a existencia de exames desde o ensino básico q forma bem as pessoas, aliás, sugiro que olhem para o método educativo nórdico...são capazes de ser surpreendidos. (E sim, sao países mto diferentes do nosso, mas creio haja mta coisa q, ainda assim, podemos retirar dos métodos deles).
    E já agora, falar mal do PM é má educação mas desejar mal ao Galamba n é? :p
    (eu falo sp mal, por isso...n me incomoda, atenção)

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    1. Me, este post é mais acerca de argumentos simplicistas que outra coisa... Há-de convir que a argumentação da Catarina não é uma coisa séria...

      (Eu não insultei o Galamba, ao contrário do que vi vários deputados fazer ao PR, à figura do PR e não ao homem, até os constitucionalistas de esquerda lhe deram razão...)

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    2. Me, tanto haveria para dizer dessa visão simplista de olhar para as maravilhas dos países nórdicos. De querer lá ir buscar o que mais nos convém, mas só isso, o que mais nos convém.
      Tanto, tanto haveria para dizer. Mas, infelizmente, temos que nos debruçar sobre os nossos assuntos caseiros, nomeadamente sobre a visão simplista da nossa Catarina. Porque é com ela que temos que levar agora.
      Vou só ali ler a Caras e já volto.

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    3. Eu n disse q deviamos lá ir buscar o que mais nos convém. Admito q possa n me ter explicado bem.
      O q digo é q a realidade de Portugal, em termos gerais, está a anos de luz da Finlândia, por exemplo, pelo q há coisas q, por mto q eu quisesse (e olhe q queria) não nos é possivel transpor p cá. Mas há pequenas coisas (q por exemplo não estejam apenas dependentes de recursos financeiros) q acho q sim, q podemos ir lá aprender com eles.
      Não é o q convém, é o que for viável aplicar no nosso país.

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    4. Isso veja a Caras, em baixo tem o ex.primeiro com a sua esposa, agora não a transportar os sacos do super, mas no Oceanário!

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    5. Antes o ex-Primeiro no Oceanário que o actual Segundo-Ministro na Caras.

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    6. Me, poderíamos começar por aplicar em Portugal o facto de a Finlândia não ter a Catarina. Nem o Galamba. Podíamos começar por aprender isso com eles.

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    7. O ex-Primeiro Ministro, quando o era, tinha um país para governar e não tinha tempo para ir para o oceanário. Ainda bem que o pode fazer agora.
      O actual PM, a primeira coisa que faz ao assumir a pasta, é uma sessão fotográfica para a Caras. Opções e prioridades...

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    8. Pronto anónimo, já eu preferia aprender com o facto deles n terem um Cavaco e um Passos Coelho. São gosto. Acho q se queremos entrar por ai entramos.
      Apenas n compreendo esta luta dos exames no ensino básico quando por acaso os sistemas de ensino de referência n os têm.
      Desde o 25 de Abril q a população n os faz, n vejo que tenhamos perdido qualidades por essa razão. Mas são pontos de vista lá está

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    9. Picante, acho que os argumentos são qb simplistas.
      Primeiro acho que diversas pesssoas q aqui comentaram estão claramente a extrapolar. O titulo do artigo de opinião é "6 argumentos para se acabar com os exames do ensino básico". Aqui n se fala em acabar com exames nacionais do 12 nem nada do género. Fala somente dos exames do ensino básico.
      E creio ser nesse contexto que deriva a questão do cirurgião feliz. Uma criança, com toda a carga q tem hoje, pouco tempo tem p brincar. E eu tb acho q isso é importante. Acho q é isso q ela defende, e lendo o artigo acho q se percebe bem.

      Como já referi, eu tb sou contra os exames. E como a Anita (aqui abaixo) tão bem já referiu, acho q há um infindável nr de coisas q nos deviamos preocupar no ensino, nomeadamente o básico, e n são os exames.

      Aliás, eu ate defendo que as politicas de educação deveriam ter um tratamento diferente e n deviam estar à mercê de alteração a cada 4 anos.
      Acho que deveria ser algo estruturado e pensado com pés e cabeça e q vigorasse de forma diferente. Pois já sei, utopia minha.

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    10. A Picante deve pertencer ao CM, ele é títulos sonantes, ele é frases fora do contexto...e assim se escrevem posts medíocres:-S

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    11. Me, o meu post é uma graçola. Os argumentos da Catarina também, com a diferença que ela é paga para os ter e eu não. Vai desculpar-me mas eliminar exames não torna ninguém mais feliz. Eu respeitaria esta medida se isto viesse no seguimento de uma discussão séria que culminasse na reestruturação dos programas (sabe Deus o quanto eles precisam de ser reestruturados), na mudança de métodos de ensino (com a inclusão da área de projecto, por exemplo), no fim de passagens administrativas (brada aos céus o paizinho poder ir à escola dizer que não quer que o filho chumbe), na avaliação séria de professores (e consequente afastamento de alguns dos cavalos que andam a fingir que ensinam) ou na revisão das regras de inclusão (não é justo prejudicar 24 alunos porque o 25º tem uma idade mental de 5 anos mas frequenta o 9ª ano), só para citar alguns exemplos.
      Se depois disto tudo chegassem à conclusão que os exames eram irrelevantes, aí sim, eu apoiaria a medida. Assim parece-me só a esquerda a marcar pontos, preocupada em desfazer tudo o que a direita fez.

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    12. "Vai desculpar-me mas eliminar exames não torna ninguém mais feliz."
      Ai Picante, conheço vários meninos de 9 anos que ficaram muito felizes pelo fim dos exames...
      :-)

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    13. Provavelmente foram amedrontados com os mesmos. Se tivessem pais que lhes dissessem que aquilo era só mais um teste, às tantas seria indiferente. E dado que em vez do exame farão um teste não estou a ver bem a grande felicidade da coisa.
      (também ficariam felizes se os deixássemos brincar em vez de ir à escola e isso não acontece, não é?...)

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    14. Anónimo das 14:34:
      Conheço muitos meninos de 9 anos que dizem que não gostam de sopa ou de brócolos. E conheço alguns pais que lhes fazem a vontade e, passado uma hora após a hora das refeições, dão-lhes bolachas. Mas também conheço muitos pais que insistem que quem define o que se come às refeições são eles, pais.

      Agora resta saber como vai legislar o Costa no dia em que a Catarina se lembrar que dar sopa e brócolos traumatiza as coitadinhas das criancinhas.

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  8. Cara Picante,
    Acho que se está a dar mais importância a um exame do 4º ano do que a todas as falhas (e olhe que são mesmo muitos) existentes no nosso sistema de ensino.
    Eu nunca fiz exames no 4ºano e não creio que por isso tenha ficado pior preparada, quer academicamente, quer para vida e a prova é ter tido um percurso escolar bastante satisfatório, ter acabado o curso com uma media muitíssimo decente e acabar a trabalhar numa empresa onde sou obrigada a dar provas das minhas competência anualmente e espantem-se, com sucesso!
    Não concordo, de todo, com os exams de que tanto se fala e não creio também que qualquer profissional criado entre 1974 e o presente, seja menos competente do que os que estariam agora a ser formado. Se pensarmos que na altura em que havia exames destes a taxa de analfabetismo em Portugal era assustadora, talvez cheguemos à conclusão que não é existência desse teste ou não, que determina os bons resultados.
    O que me leva a discordar da existência do exame nem sequer é o exame em si. Exames há muitos ao longo da vida toda e há que saber encará-los. O que me leva a ser contra é a forma como são feitos, estruturados e a sua finalidade/resultado. De facto o ensino básico é de extrema importância, mas para mim a formação básica devia ser mais pessoal, social e humana, devia ser mais focada em fornecer as ferramentas necessárias para uma boa aprendizagem ao longo da vida e um estímulo à curiosidade e à vontade de saber mais. Agora no básico todos os miúdos têm que falar várias línguas, falar em algoritmos, entre outros palavrões, e a prova disso são as metas curriculares completamente desajustadas à idade deles ou sequer à maturidade pedagógica de uma criança de 8/9 anos.
    Enfim, se a isso juntar que actualmente as crianças passam mais horas nos colégios do que eu passo no escritório e ainda vêm para casa cheios de trabalhos de casa, a bem das rotinas, claro, resta-me perguntar onde é que fica o tempo e espaço para serem o que realmente são - crianças?!
    Eu também prefiro que o meu filho aos 8 anos seja feliz (e atenção que isso não significa burro, desregrado ou iletrado) a um mini Einstein.
    Se as pessoas passassem tanto tempo a debater a redução das turmas para metade (aumentava a produtividade e eram mais uns quantos professors a trabalhar em vez de estarem no fundo de desemprgo), se em vez de cortes orçamentais na educação se investisse a sério e outras medidas realmente importantes, o ensino talvez não estivesse tão miserável como está.
    Desculpe lá o testamento, acho que me entusiasmei :)

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    1. E ainda bem que se entusiasmou, Anita. Comentário cheio de lucidez, de quem acompanha o problema de perto.
      No seguimento do que disse a Me, necessitar de um momento de exame para validar competências é um caminho um bocado pernicioso.
      A felicidade ser parceira da incompetência também me parece uma ideia a evitar.

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    2. Anita mas eu concordo consigo em quase tudo o que aponta. Se for ver o post onde eu falo de educação em modo sério e respectivos comentários, digo muito do que refere aí. A verdade é que o nosso sistema de educação é uma porcaria e está necessitado de reformas urgentes.
      A questão do nº de alunos por turma é premente. Acontece que isso custa dinheiro que pelos vistos Portugal não tem. Não só implica contratar mais professores como aumentar o nº de turmas por escola, muitas delas estão sobrelotadas e a trabalhar em duplo turno, às tantras precisaríamos mesmo de mais escolas.

      http://pipocamaispicante.blogspot.pt/2015/12/vamos-la-entao-falar-de-educacao.html

      Só acho é que é necessário um sistema qualquer de aferição. Sob a forma de exames ou outra coisa (provas globais, aferição...)

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    3. A falta de dinheiro para a educação traduz-se em novas mesquitas e templos para os Mormons.
      Ridículo

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    4. Oh Picante,
      Tinha feito para aqui um comentário do diabo e o do computador, não contente em tirar-me acentos e mudra palavras, puff, sumiu-se!
      Resumindo, já li o seu post e concordamos em muitos pontos, noutros, concordemos em discordar.
      Sem dúvida que são necessárias provas, exames, testes que atestem os conhecimentos, mas creio que há tempo para isso no longo percurso académico. No básico, tal como o nome indica, devem ser dadas as bases necessárias para quando chegar a altura de prestar provas estarem preparados,
      O argumento dos exames fazerem com que o professor cumpra o programa também não me parece muito válido, mais não seja porque o facto de ele o cumprir não implica a sua correcta apreensão por parte dos alunos nem tampouco que tenha sido bem dado e tendo em conta todos os factores que já falámos antes, a probabilidade de se "despejar materia" para cumprir metas é muito grande.
      Enfim, isto da educação é uma discussão longa, antiga, mas a qual tenho esperança que um dia leve a um rumo melhor do que o que temos tido. As soluções parecem evidentes a quase todos agora é só, quem de direito, implementá-las e convenhamos, fazê-lo não é fácil, mas também não é rocket science!
      MC, vida de uma mãe com um filho no básico que lamenta profundamente o estado do nosso ensino :)

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    5. Anita, se retirar o folclore todo montado à volta dos exames (e do qual eu discordo), o exame será apenas mais um teste com a diferença de que é igual para todos e permite identificar assimetrias a ser corrigidas.
      Eu defendo um ensino básico igual para todos, independentemente da origem dos alunos. E também defendo o fim da escolaridade obrigatória no 9º ano, já agora. É uma estupidez obrigar a estudar quem não quer estudar e se limita a fazer matrículas só para receber RSI, ao fim de um mês deixam de pôr os pés nas aulas.

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  9. Pipocante Irrelevante Delirante3 de dezembro de 2015 às 11:57

    Vamos ver... não sou a favor dos exames do 4º ano. Não acho essencial ou produtivo colocar pirralhos a fazer exames nacionais, que queiramos ou não, têm uma carga emocional maior que um simples teste feito na escola.
    Mas essa teoria de que "eu não fiz exames e sou bom profissional" vale zero.
    Eu quando era puto, fazia viagens de carro ao colo da mãe, no banco da frente. Nem o uso de cinto era obrigatório, quanto mais cadeiras. E por cá ando, __ anos depois, inteiro. Logo, essas modernices das cadeirinhas podem ser perfeitamente dispensáveis. É isso?

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    1. Para a Catarina deve ser.

      (acho importante que haja um instrumento de aferição...)

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    2. Comparar um exame , ao uso da cadeira de segurança no carro é de bradar aos céus!!! Como assim??Acha que os riscos são iguais???'

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    3. Pipocante Irrelevante Delirante,
      a teoria do "eu não fiz exames e sou bom profissional" vale tanto como a teoria do "eu fiz exames no 4º ano e por isso tenho os meus conhecimentos mais validados do que os outros". Para a ª1 ainda tenho umas provas, para a segunda é que não 

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    4. Pipocante Irrelevante Delirante3 de dezembro de 2015 às 16:58

      Há quem diga que sim... que as crianças podem ficar marcadas para a vida. Uma perna partida cura-se, uma mente danificada não.

      (a isto chama-se ironia e hiperbolização, ou pelo menos eram os nomes quando andei na escola)

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  10. Gostava de saber se ela alguma vez já foi operada. E qual foi o critério de escolha do médico e do hospital. Só por curiosidade.

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  11. Eu, que sou contra exames no 1º ciclo, até me benzi perante os argumentos dela. Extraiu belas conclusões após uma conversa de café.

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  12. Caríssima,

    Embora passe por aqui amiúde, não é meu costume comentá-la, por vários motivos que não vêm ao caso!
    Mas hoje resolvi comentar porque sim, o que é um motivo tão valido como qualquer outro, e vou fazê-lo na minha douta ignorância de gajo da margem sul (avanço já aqui este pormenor para me poder dar o desconto pela inteligência, porque como todos sabemos os beduínos do deserto onde nasci e cresci têm, geneticamente, um QI deficiente).
    Deixe-me dizer-lhe, antes que possa passar essa impressão, que não sou tendencialmente de esquerda, embora defenda algumas das ideias de esquerda, assim como não sou tendencialmente de direita, embora defenda algumas ideias da direita! Mais, acho que os conceitos de esquerda e direita já se esvaziaram há muito, muito tempo, mais ou menos no final da década de noventa quando caiu o infame muro, e que as clivagens que existem hoje em dia não são tanto diferenças ideológicas, porque isso quereria dizer que os partidos representados na assembleia têm ideologias, sendo que apenas um ainda as mantém e está fora de prazo de validade (sim, que o PSD tem tanto de Social Democracia como eu tenho de pastor da serra da Estrela), mas sim diferenças entre as vontades de quem financia os ditos partidos!
    Esclarecido isto, devo dizer-lhe que li o que a Catarina disse e, na minha limitada compreensão da língua de Camões, não achei que a "coisa" estivesse simplificada! É certo que ela poderia eventualmente ter escrito uma tese de doutoramento acerca da questão, mas se calhar era capaz de ser acusada de esmiuçar demais o assunto!
    Eu, que por um mero acaso fiz a primária durante a década de 70 tive um exame final da quarta classe, feito em sala de aula pela pela minha professora. Não precisei de um exame nacional, e não me dei mal!
    O senhor Nuno Melo, que veio, como de costume, arrotar postas de pescada acerca do assunto, deve ser rapaz pouco mais velho que eu, o que quererá dizer que também não fez exames nacionais...
    ...e no entanto chegou a deputado!
    É provável que o senhor Passos Coelho e o senhor Paulo Portas tenham tido que os fazer, mas a avaliar pelo excelente trabalho que fizeram nos últimos quatro anos (sim estou a ser irónico) o realizar exames nacionais na 4ª classe não é sinónimo de uma competência à prova de bala depois, na idade adulta! Aliás, isso é algo patente no excelente curriculum vitae do Dr. Passos Coelho (sim, continuo a ser irónico)!
    (continua)

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  13. (continuação)

    Pessoalmente preferia que a minha filha tivesse um ensino (a educação dou-lhe eu em casa) mais cuidado, um programa mais adaptado à idade e que, apesar da carga horária que tem, não tivesse de desperdiçar o tempo livre que tem para estar comigo e com a mãe a ter de empinar matéria para responder a testes elaborados por energúmenos que não percebem que estão a escrever para crianças de sete anos e gostam de usar palavras de quinhentos paus de tal maneira que os miúdos lêem o enunciado e não respondem às perguntas porque não sabem o que as palavras querem dizer! E olhe que a minha filha não tem falta de vocabulário!

    Portanto, acho que é irrelevante o tal exame nacional e aquilo que deveria estar a ser seriamente discutido é o modelo de ensino, que por mais mudanças que tenha tido ao longo dos anos, continua a ser feito por iluminados desligados da realidade, sempre, sempre virados para as estatísticas e não pela estimulação do gosto por aprender!
    Aflige-me que, para a minha filha, ir para a escola seja um tormento, em vez de ser uma alegria!
    Aflige-me que para os colegas dela também o seja!

    Para terminar, uma vez que não a quero incomodar mais com a minha verborreia própria do meu QI tão baixo, gostava de lhe fazer reparar que a simplificação daquilo que foi dito é sempre algo perigoso!
    Para ter uma ideia, houve no século passado um gajo que arranjou uma teoria que punha em perspectiva uma data de fenómenos físicos, dando-lhes sentido e propondo que qualquer movimento é relativo em sistemas onde existam campos gravitacionais...
    ...e a sobre-simplificação da tal teoria, designada de relatividade geral, foi toda a gente passar a dizer que tudo é relativo...

    Caso tenha tido paciência de ler até aqui, fico grato pelo tempo que me dispensou, apesar do meu intelecto diminuído (pense nisto como a sua boa acção do dia) e peço desculpa pela intromissão.

    :)

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    1. A sensação de ler este tipo de texto, em que falam, falam e não dizem nada é que CN Gil veio aqui fazer algo que poderia encaixar no conceito de masturbação intelectual.

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    2. Caro(a) anonimo(a)

      É normal...
      ...não há nada melhor que um Processo Unilateral de Normalização hormonal por Estimulação Temporária Auto-induzida para relaxar e pôr o mundo em perspectiva...
      ...ainda que de uma forma puramente intelectual...

      :)

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    3. Anónimo, se acha q C.N. gIl não disse nada sugiro nova leitura do texto. É extenso de facto, mas está lá o conteúdo (quer concorde ou não), é só ler.

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    4. Até me ofende CN Gil, eu leio todos os comentários que por aqui me deixam, até os que vêm da outra banda.... Caramba!
      Falando a sério, respondo-lhe o mesmo que respondi à Me, uns comentários mais acima, acrescentado que o argumento "eu não fiz e dei-me bem" é tão válido como "eu fiz e dei-me melhor" ou "eu acho que são essenciais". Não valem rigorosamente de nada. Eu queria ter ouvido uma discussão séria sobre a educação. Não me parece que esteja a pedir demais.

      "Me, o meu post é uma graçola. Os argumentos da Catarina também, com a diferença que ela é paga para os ter e eu não. Vai desculpar-me mas eliminar exames não torna ninguém mais feliz. Eu respeitaria esta medida se isto viesse no seguimento de uma discussão séria que culminasse na reestruturação dos programas (sabe Deus o quanto eles precisam de ser reestruturados), na mudança de métodos de ensino (com a inclusão da área de projecto, por exemplo), no fim de passagens administrativas (brada aos céus o paizinho poder ir à escola dizer que não quer que o filho chumbe), na avaliação séria de professores (e consequente afastamento de alguns dos cavalos que andam a fingir que ensinam) ou na revisão das regras de inclusão (não é justo prejudicar 24 alunos porque o 25º tem uma idade mental de 5 anos mas frequenta o 9ª ano), só para citar alguns exemplos.
      Se depois disto tudo chegassem à conclusão que os exames eram irrelevantes, aí sim, eu apoiaria a medida. Assim parece-me só a esquerda a marcar pontos, preocupada em desfazer tudo o que a direita fez."

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    5. Caríssima Picante,

      Apenas me referi logo à partida ao meu Status como ocupante beduíno da margem sul devido a uma troca de palavras que tivemos lá para o verão...
      ...e como não sabia até que ponto se recordaria das mesmas, achei por bem esclarecer logo à partida, não fossem achar que aquilo que eu comento tem alguma validade! Aliás o ente anónimo que me comentou, claramente meu conterrâneo, afirmou-o logo em seguida!

      Fico feliz por saber que quer ter uma discussão séria sobre educação! Mesmo! No entanto não creio que seja pegando nas palavras de alguém e distorcendo-as, mesmo sendo palavras da Catarina Martins, criatura por que não nutro qualquer consideração e com quem não devo partilhar grandes ideias! É um péssimo começo para quem quer tratar alguma coisa de forma séria, acho eu! Eu, pelo menos não o faria! A não ser que quando escreveu o post se estivesse a basear nas palavras do Sr. Nuno Melo, criatura de Deus por quem nutro tanto respeito e consideração como pela Catarina, acerca do que esta última supostamente teria dito...
      E sim, devíamos falar no desinvestimento feito na educação, por vezes não desinvestimento monetário, mas antes um desinvestimento intelectual, porque, pasme-se, há soluções que são meramente estratégicas e não custam dinheiro!
      Devíamos falar no facto do léxico dos manuais escolares estarem desadequados à idade das crianças para quem são, supostamente, feitos.
      Devíamos falar no negócio que é a substituição anual de manuais nas escolas para as grandes editoras com prejuízo claro de toda a população mais desfavorecida, e quando não destes do custo que isso tem para o estado cujo dinheiro é o nosso!
      Poderíamos falar no facto de qualquer professor lhe poder afirmar que o grau de exigência dos currículos escolares do primeiro ciclo ser absurdo...
      Poderíamos discutir o facto de que os exames nacionais, que não têm assim tanto impacto na avaliação, serem usados para definir os rankings das escolas o que lança os professores e, por consequência, os alunos numa campanha para empinar matéria que não é compreendida devidamente e que essa não compreensão fará muito mais estragos mais tarde do que um plano de aulas regrado em que se exija ao aluno que compreenda o que tem à sua frente!
      Saber ler não é saber juntar letras em palavras e palavras em frases. Saber ler é conseguir extrair sentido daquilo que é lido.
      Saber fazer contas não é saber que 2 + 2 = 4 mas sim perceber porque é que 2 + 2 = 4!
      Nos estamos a formar pessoas que sabem que dois mais dois são quatro, mas não sabem porquê! No entanto, como sabem que dois mais dois são quatro chegam a um exame e superam-no!
      Estamos a criar indivíduos que sabem juntar letras em palavras e palavras em frases, mas depois lêem um texto, não vêem nada nele e chamam-lhe de masturbação intelectual!
      E estamos a criar licenciados e engenheiros e advogados assim!
      A minha filha consegue ler os manuais escolares sem problema! Aliás, na questão da leitura ela está acima da média, sobretudo porque puxo bastante por ela, leio histórias com ela... Ler não é o problema! Mas quando lhe pergunto "O que que isto queria dizer?" a resposta dela é "não sei, eu não conheço esta palavra...", isto ao ponto de eu a estar a ensinar a usar um dicionário... com sete anos! Ainda assim ela não vai poder levar um dicionário para os testes da segunda classe!

      Obrigado por se dar ao trabalho de copiar e colar o que já tinha posto acima, mas eu já tinha lido...
      ...e deixe-se lá, pelo menos para comigo, dessa verborreia de esquerda e direita, porque só há uma Maçonaria (pese embora existirem várias lojas da mesma)!

      Por fim, espero que já se tenha dado ao trabalho de ir ler o que a Catarina disse de facto (presumo que sim, uma vez que colocou o link aqui mais acima) e que tenha chegado à conclusãoque descontextualizou aquilo que ela disse! Caso não o tenha feito, sugiro-lhe ali a zona de Belverde/Marisol para começar à procura de casa...

      Melhores cumprimentos

      :)


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    6. Devo esclarecê-lo que o post sério foi o anterior. Este:
      http://pipocamaispicante.blogspot.pt/2015/12/vamos-la-entao-falar-de-educacao.html

      Este post não passa de uma graça. A discussão séria que eu queria ter ouvido era na AR, acho que entendeu que era vinda de si, expressei-me mal.

      Concordo com algumas coisas do que diz, se leu as minhas respostas ou o meu post, verificará isso mesmo.

      Obviamente que me dei ao trabalho de ler a dissertação da Catarina, ou não teria posto aqui parte dela. Mas não distorci rigorosamente nada. Fiz uma graça a partir de uma citação dela. Ela acha que os exames são fonte de infelicidade. Eu acho que ela é uma tonta, a fonte de infelicidade vem de conteúdos programáticos desajustados e métodos de ensino incorrectos. Retirar o exame, per se, não muda nada.

      (e o artigo todo é uma caca, já agora)

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    7. Eu percebi ambas. E li o post anterior quando foi publicado!
      Duvido que quisesse uma discussão sobre educação comigo porque não tenho conhecimentos suficientes para me debruçar sobre o assunto, apenas opiniões de pai que vê coisas de bradar aos céus!

      Pegou numa citação dela, retirou-a do resto da resposta, portanto, de facto, descontextualizou-a! E ao descontextualizá-la, acabou por a distorcer, tal como o Sr. Nuno Melo fez!
      Mas ele é político, portanto já é normal que faça coisas dessas, pouco éticas e de uma baixeza moral que nada contribui para que este país tenha discussões sérias sobre assuntos sérios. É apanágio dos políticos, e não só os deste país (parece ser um mal generalizado) agirem assim! Mas se agimos como eles, também não seremos melhores que eles!

      Retirar o exame muda uma coisa: Menos despesa em algo sem sentido!
      Se nos tempos da outra senhora havia um exame nacional porque a escolaridade mínima era a 4ª classe, hoje em dia não o faz quando a escolaridade mínima é o 12º ano!

      E sim, o artigo inteiro é uma bosta!

      :)

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    8. Já agora, sei que muito provavelmente já estará farta de mim, mas para ilustrar um pouco as coisas, cou-lhe transcrever aqui a pergunta nº 8 da ficha de avaliação mensal nº 2 da disciplina de Estudo do Meio do 2º ano.

      A pergunta é:

      Classifica as frases com X o que previne o aparecimento de muitas doenças.

      Depois aparecem em baixo as hipoteses, com os respectivos quadrados à frente para serem assinalados ou não:

      O Sol
      As Vacinas
      As aulas
      A água
      O mar
      O sono

      Como pode verificar, a sintaxe da pergunta é excelente, ao nível, sem dúvida do melhor que a língua Portuguesa tem para oferecer! Estes testes devem ser elaborados por alguém...
      ...mas será que quem os elabora tem, sequer, a quarta classe?
      Ou será que é dos tais licenciados que sabem juntar letras em palavras e palavras em frases? É que, das duas uma: Ou eu já não sei mesmo Português ou esta pergunta está extraordinariamente mal construída!
      Mas está num manual escolar! Aprovado pelo ministério!
      E quase que aposto que o energumeno que a escreveu e a besta que a deixou passar na revisão devem ser o mesmo tipo de pessoas que elaboras os exames nacionais!

      Eu tenho flexibilidade mental para perceber a pergunta! Rio-me da estupidez e sigo em frente!
      Uma criança de sete anos não!

      Queria problemas no ensino? Discutir os problemas no ensino?
      Que tal começar por estes pormenores mais que importantes?

      :)

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  14. Ahah, ó Picante, devo dizer que passo sempre por aqui assim como passo sempre nos blogs das rosinhas e gosto de ler de tudo, não passo em lado nenhum nem para bajular nem para atacar ninguém... Mas se hoje tivesse de escolher o post do dia ganhava o teu! Eu podia ser uma (quase) arquitecta tão feliz, mas diz que é final de semestre e que tenho 3827 trabalhos para entregar... Não gostavas de viver numa casa projectada por "arquitectos felizes"? xD

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    1. ahahahahah

      Uma casa desenhada por um quase arquitecto deve ser tão perigosa como uma operação feita por um quase cirurgião.

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  15. Se ela me pagasse assim uns 100 000€ fazia-lhe eu a operação! Não fiz exames nenhuns, mas era tão feliz com 100 000€ xD

    www.pensamentoseepalavras.blogspot.pt

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    1. Ela recorre ao SNS, naturalmente. Paga a taxa moderadora e é se não estiver grávida.

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    2. Achas, picante? Ela tem adse! Vai aos lusíadas, que tem um nome mais patriótico. E fica mais barato que ir ao SNS.

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    3. Se tem ADSE é porque desconta todos os meses 3,5% do ordenado para a ADSE...secalhar també não fica assim tão barato...

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    4. Uhhhhh. Uma fortuna. E para a família! Uma verdadeira fortuna. Por isso é que os que não são funcionários públicos são abençoados com essa possibilidade. Era uma bela medida para a esquerda apresentar. Afinal, não somos pela igualdade?

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    5. É capaz. É capaz... Às.tantas também lê as Rosinhas, elas agora mandam toda a gente para os lusíadas.

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    6. Os que não são funcionários publicos ainda não tem esse possibilidade mas o mais recentes funcionarios publicos já podem escolher entre ter ADSE on não e terem assistencia só pelo SNS.
      Secalhar se perguntar a muitos privados se querem descontar 3,5% do ordenado bruto para terem ADSE dizem que não....No nosso pais o que interessa é dizer sempre mal dos outros!!!!!

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    7. SN para muitas familias 3,5% é uma fortuna sim

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    8. Ok. Condescendo que possa ser uma fortuna para algumas famílias. Não deixa de ser um privilégio injusto por não ser acessível a todos os cidadãos. Que todos possam optar. Maior fortuna é o que somos obrigados a pagar para compensar as falhas do nosso SNS. E quem me dera que fosse só 3,5 do meu rendimento familiar, quanto mais do meu rendimento pessoal.

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  16. Parabéns CN Gil!
    Subscrevo inteiramente os seus comentários! Eu, que cresci na Damaia e moro atualmente na Margem Sul... quão baixo será o meu QI!? :-)

    Carla

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    1. Para o seu caso, Carla, não há salvação possível! :) :) .)
      (já morei na Margem Sul e adorei)

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    2. Obrigado :)

      Damaia e margem sul?!? Bem, eu já estava mal, mas isso é mesmo muito mau!
      Não leves a mal erguntar mas ainda pertences à espécie Homo Sapiens Sapiens?

      LOL

      :)

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    3. Não...homo sapiens sapiens já se perdeu...

      Homo erectus, com sorte....

      Bem, não sei! Tenho polegar oponivel, que até me permite frequentar um programa de doutoramento.... :P
      Carla
      o mundo está perdido...

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    4. LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL

      Se já tens o polegar oponível, menos mau...
      ...não estás assim tão abaixo na cadeia evolutiva!

      E se consegues frequentar um programa de doutoramento, não te mandava para tão longe como o Homo Erectus! Diria Neanderthal ou, na pior das hipoteses Cro-Magnon!

      :)

      (está, mas já não é de agora...)

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  17. e voltamos à velha historia que uns são filhos outros são enteados: ao Cavaco podemos chamar nomes feios mas ao Sócrates não podemos, temos que entender a Catarina mas não vale apena entender o Passos Coelho e outros queridos de Direita. em que é que ficamos?

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  18. Nâo tardará até o meu cão será deputado!

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  19. Picante, antes ainda do Galamba, é urgente despachar o Augusto Santos Silva. Criaturinha mais cínica, irritante e nojenta, por Deus. Venha daí um cirurgião muuuuuuuuuto feliz!

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    1. Eu tenho amor especial ao Galamba. Cada vez que diz aqueles disparates, bastante mal educadamente e sempre com o seu ar arrogante, só me apetece dar-lhe puxões de orelhas. Ou reguadas nos nós dos dedos. Ou beliscões.

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    2. Totalmente de acordo e partilho desse amor especial. Mas esse tem desculpa: não fez o exame da 4ª classe e não passa de um menino mimado e birrento (tal qual as esganiçadas do BE). Agora o Augusto Santos Silva é toda uma outra história: tem idade para ter mínimos de dignidade.

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    3. Ora... Também o Costa. E o Relvas. E o João Soares.E o Centeno, E...

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  20. Será que foi assim educada pelos Pais? Fui aluna da Mãe da Catarina Martins, na mui nobre Universidade de Aveiro, e "exigência" era o seu nome do meio.

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