segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

E tu, Picante? Porque não pedes às marcas que te ofereçam tralhas que não te interessam, para depois as venderes às tuas fãs, fazendo uma venda tremendamente solidária??

Fácil... Não tenho fãs.

(aposto que estavam convencidos de que vinha aqui dizer que ganhar dinheiro com coisas que nos ofereceram não é solidariedade...)

65 comentários:

  1. Já estou como a outra: tudo é relativo, até o conceito de solidariedade. Maneiras que está mazé caladinha e vai lá enfardar que nem uma foca.

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    1. Nos blogs o conceito de solidariedade é tremendamente relativo. Isso é um facto.

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    2. E digo-vos mais, as tipas são espertas, tiveram uma ideia do camandro. Dizem que é para a solidariedade e despacham aquela tralha toda em três tempos.

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    3. E o melhor ganham e vão comprar mais tralhas. É um esquema genial

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  2. O que vejo são essas acções "solidárias" cada vez a baixarem mais o nível. Agora até se vende o que se recebe gratuitamente e se argumenta que sendo da pessoa, se pode fazer o que se quiser. Argumento demonstrativo das qualidades morais de quem vende a intimidade familiar pela melhor oferta.

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    1. Se não forem artigos roubados é claro que podem fazer o que quiserem com eles. Eu também faço o que quero com as minhas coisas, por isso não me admira que os outros também façam. Se 50% do valor é para uma instituição melhor ainda porque eu não doava nada.

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    2. É tão mas tão isto!

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    3. "Doa" 50%...como se vai verificar isso mesmo?
      Querem fazer dinheiro com as coisas que lhe deram, facto que podem fazer o que querem com elas, facto que (a mim) soa a má-educação. Mas isso claro que depende dos valores e dos ensinamentos dos nossos pais.

      A mim custa-me mais ver a venda da intimidade familiar mas quem faz isso por dinheiro, fará qualquer coisa para ter lucros.

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    4. Se eu roubasse coisas ainda vendia mais depressa! O:

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    5. Não está em questão o facto de se venderam coisas oferecidas pelas marcas, cada um faz com as suas coisas aquilo que bem entender.
      A mim é faz uma certa confusão apregoar um negócio sob uma conveniente capa de solidariedade. Acho feio. Mas isso sou eu, de certeza que são esquisitices minhas.

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    6. Eles não precisam de associar a instituição para terem vendas. A venda da intimidade familiar? isso é exactamente o que? Qual a diferença dos produtos estarem à venda no olx?

      Valores e ensinamento dos nossos pais? Portanto os paizinhos têm de ensinar que o que for oferecido não pode em tempo algum ser vendido?

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    7. Não percebo porque é que as pessoas insistem em deturpar o que lhes é claramente dito.
      Ou se calhar até percebo...

      Ninguém disse que não se pode vender o que nos é oferecido.
      O que aqui se diz, é que vender o que nos é dado e doar 50% do lucro não é solidariedade, é negócio e, como tal, devia ser anunciado assim.
      Apenas e só.
      Espero ter ajudado a clarificar essa terrível confusão.
      De nada.

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    8. Portanto empresas que estejam associadas a qualquer iniciativa de solidariedade o melhor é não adquirir os seus produtos.?

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    9. Isso de gostar de distorcer a realidade... é uma das rosinhas, não é?

      Quem falou dos pais fui eu e não disse que os pais tinham de ensinar mas sim que os valores e a forma como encaramos algumas coisas depende da forma como somos educados. A mim sempre me disseram que aquilo que nos dão, não deve ser dado, da mesma forma que me ensinaram que, quando dou alguma coisa, não tenho o direito de a querer de volta.
      São formas de estar na vida, simplesmente, mas nada de grave advém de vender algo que lhes foi dado...ainda por cima algo que lhes foi dado por marcas e nem sequer por alguém que elas gostem.

      No entanto, em relação aos filhos, ou é uma ameba ou então finge bem.
      Colocar as coisas à venda no olx é-se anónimo, elas certamente não colocam porque ninguém pegaria nas quinquilharias delas, elas sabem bem que é a imagem que vende e se fossem realmente solidárias não davam somente 50% dos lucros, ou se o dessem, não diriam à partida que era esse o objectivo.

      Em relação à intimidade dos filhos é falar sobre eles, sobre os problemas deles, as ansiedades, falar de tudo e de mais alguma coisa, publicar fotos, etc. Ou gostaria de ver fotos suas de criança semi-nu(a) espalhada na internet porque a sua mãe achou piada? Ou gostaria de saber que as suas fotos ou as dos seus filhos estariam a ser usadas por algum tarado em casa?

      A mim metem-me nojo fotografias de crianças semi-nuas, na casa-de-banho, na praia, etc publicadas na internet, em conjunto com as histórias familiares, as peripécias, etc. As crianças não crescem com sentido de individualidade mas com a sensação que tudo é de todos, zero privacidade, zero respeito. Estes "pais" desrespeitam os filhos diariamente, a troco de dinheiro, de fama, de "status". É preciso ser-se muito parvo para não compreender todos os problemas que esta exposição excessiva pode fazer aos filhos, seja a curto ou a longo prazo.

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    10. Por acaso os meus pais ensinaram-me isso. Mas eu caguei nisso quando me ofereceram um carro, vendi-o e fiquei com o dinheiro. Sou um orgulho para os meus pais, não sou?

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    11. Tudo nesta vida tem um preço, há por aqui menina que vendia a alma por um milhão...as rosinhas é que não podem vender a tralha delas e fazer alarde disso. tenham dó, parem de se armarem em juízes de consciência. Fica-lhes tão mal...oh se fica.

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    12. Não me lembro de quem vendia a alma por um milhão mas enquanto for maior de idade.

      Eu acho que é por muitas pessoas virarem a cara e não reportarem nada é que existe tanta negligência e maus tratos contra as crianças.
      Elas por mim até se podiam colocar nuas na internet, como a outra que se colocou em biquini para mostrar que a dieta estava a correr bem. É maior, vacinada e o corpo é dela.

      Mas crianças? E não devemos julgar, nem fazer juízos de valor? Devemos o quê?! Aplaudir e dizer que são boas mães? Elas nem mães sabem ser quanto mais...

      Desculpe lá mas irei continuar a julgar e a considerar péssima mãe qualquer uma que exponha os filhos, não proteja a sua identidade, intimidade e privacidade. E não acho que isso me fica mal, acho que isso faz de mim uma pessoa preocupada com o bem-estar das crianças e veja lá bem que a maioria dos juízes, policias, pediatras, psicológos e afins concorda com a minha opinião.

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    13. Passamos da venda de tralhas para a exposição públicas dos filhos? É que para mim são assuntos muito diferentes

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    14. Para uns doar 50% de uma venda é solidariedade para outros não é. Não há certos nem errados cada um faz a solidariedade conforme entende e se identifica. Agora não poder chamar solidariedade apenas porque alguns não se identificam com esse conceito não me parece certo.

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    15. Pois para mim também não me parece chamar solidariedade a um negócio.

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    16. A mim deram um frigorífico no natal passado, em setembro tinha comprado um. Vendi-o no olx e fiquei com o dinheiro. Se tivesse doado metade. Para uma causa não era solidariedade? Então era o quê?

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    17. O que estamos a dizer que é imoral seria a anónima dizer no seu anúncio do olx que vai doar metade do valor do frigorífico para a caridade!

      O que é errado é o publicitar a solidariedade para ajudar a vender! Utilizar isso como técnica de markting!

      No sei caso, seria ultilizar isso para as pessoas comprarem o frigorifico a si e não a outro vendedor qualquer (que se calhar até dá mais a diversas causas sem o publicitar)... Seria utilizar isso para vender o frigorífico a um preço superior, etc.

      Percebeu anónima, ou simplesmente não quer mesmo perceber?

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  3. Ah, então a Picante é como Ella!
    Sabe o que lhe digo? Nem todos nascem com bom gosto, é o que é! Ai!

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    1. Isso lhe garanto. Basta dar uma vista de olhos pelos blogs fashion...

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  4. Tentar reverter em lucro monetário objectos que nos dão é um bocado é estranho, nem me lembra outra palavra. Claro que não é proibido. Mas realmente usar os necessitados para fazer dinheiro para si é pior, muito pior. E aí já me lembra outras palavras, que não vou usar aqui.

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  5. Usar os necessitados para fazer dinheiro? Portanto se a instituição não estivesse associada às vendas não haveria quem quisesse comprar?

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    1. Comprariam menos, com certeza. Explique lá então qual a necessidade de dizer que vão entregar dinheiro a determinada instituição? Entregavam e pronto. Mas assim sempre aumentam as vendas e ainda ficam com fama de solidárias.

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    2. Comprariam muito menos. Não é à toa que há dezenas de vendas por esta altura. Quase todas com um cariz de solidariedade. O reverter para solidariedade ajuda a vender.

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    3. Ganham as empresas e as instituições. Quem não quer contribuir para as empresas que faça a doação directamente na instituição.

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  6. Pipocante Irrelevante Delirante7 de dezembro de 2015 às 12:14

    Enfim... os Hipers também fazem solidariedade com os produtos vendidos.. podiam perfeitamente oferecê-los às instituções, ou reverter para estas a totalidade da receita.
    É o que se chama win-win.

    Não vejo nada de mal, honestamente. Acho que ningu´m lá vai ao engano... querem comprar artigos em 2ª mão? Livros usados? Dar de comer a bloggers, e ao mesmo tempo satisfazer aquele bichinho de fazer o bem? Totalmente de acordo.

    O que me interrogo é como, num país de tesos, há tanto mercado para.. tanto mercadito.

    E com as tv e jornais a queixarem-se de que a pub é uma espécie em extinção... na blogalandia nasce que nem fungo. E não me digam que é uma aposta no futuro, não acredito que as pipocas tenham mais alcance que uma telenovela!!

    O facto de ser uma "sale" a la gardere, sem facturas (se as há, peço desculpa), é outro ponto interessante.

    De resto, nada de novo. A malta faz vida da sua exposição, mas quando são confrontadas com os malefícios dessa exposição (seja a inveja, o escrutínio, ou a crítica), ordenam que cada um se meta na sua vida, como se houvesse devassa da vida privada.

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    1. Lá está. Eu não chamo àquilo da Leopoldina solidariedade. Chamo negócio.

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  7. Não chegas aos calcanhares da Pipoca Mais Doce.....estw blog é um tédio.

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    1. Tem bom remédio...

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    2. Graças a Deus! Senão o nível da conversa não passava de malas e sapatos

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    3. Boa tarde dona maria, como tem passado?

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    4. É um tédio tão grande que está por aqui :D

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    5. Pois eu gosto e "muntinho". Embora, por vezes ande aqui aos papéis, gosto da forma nada hipócrita com que se fala de gente em que "hipocrisia" é o nome do meio.

      Agora deu-me para comentar como anónima porque fazer login com o mail dá uma "trabalhêra" desgraçada. Já cá andei no Verão logada e, embora não suporte a senhora, partilho o nome da Mamã dos quatro moreninhos. ;)

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  8. Há muita coisa que se PODE fazer, mas que no entanto não DEVE ser feita...

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  9. Porque vê maldade em tudo? A roupa era delas, usada. Qual o problema mesmo? Pediu a quem fosse que levasse artigos para a Ajuda de Mãe, e você ainda consegue criticar. Que ser ruim, você.

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    1. Não é ruim, é apenas invejosa. Quem lhe dera ser a PMD.

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    2. Havia lá muita coisa que nunca foi usada, elas fizeram questão de o dizer.
      Mas não tem a ver com ser usada ou não. Tem a ver com o facto de se fazer negócio com a solidariedade (diz-se que é uma venda solidária mas uma parte substancial do lucro é para elas)

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    3. Solidário mesmo era doar tudo ou vender e depois dar o dinheiro todo. E a solidariedade séria faz-se no anonimato.

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    4. Portanto a solidariedade depende da percentagem doada? 50% não é solidário apenas os 100%

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    5. Credo! Ser a mais doce, eu? Depois tinha de usar aqueles outfits, não? E fazer maratonas... Deus me livre se me vestia de cortinado.

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    6. Então... Então... Mas há uns dias o que estava a dar era pôr a MD num altar porque ela fazia maratonas e ainda doava para o IPO... Já não percebo nada disto.

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    7. "Caridade" que não é anónima é vaidade.

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    8. Mas vais sempre ao blog dela roer-te de inveja :)

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    9. Anónima das 22.01,
      Nunca pus ninguém em nenhum altar. As pessoas gostam de umas coisas e não gostam de outras, ainda que provenham da mesma pessoa. Chama-se a isso ter sentido crítico, haveria de experimentar, é bom.

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  10. Uma palhaçada, é o que é.

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  11. Apesar de tudo há de facto solidariedade... Não entendo é como é que certas marcas patrocinam certos blogs... Não consigo encontrar carisma na maior parte das blogers a imagem não vende. Cocó, cacomae, angel luzinha... Podem vender tudo mas não têm grande ar para publicitar roupa de senhora.

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  12. Pessoas, vamos lá a ver:
    Primeiro inventam uma história pessoal, que os filhos, o marido, elas ou o que for usam e abusam de determinado produto, que aquilo é mesmo o máximo, que nem imaginam a vida delas sem aquele produto que é mesmo bom.
    Recebem dinheiro por fazer um post, digamos, inverdadeiro.
    Recebem o produto.
    Não usam o produto.
    Resolvem fazer uma venda solidária.
    Abarbatam metade do resultado da venda.

    Eu não chamo solidariedade a isso. Chamo fazer pela vidinha, com um laivo de solidariedade muito conveniente, o qual não só atrai compradores, como ainda lhes confere uma imagem de boazinhas. Acho feio.
    (e era perfeitamente escusado até porque a MD, por exemplo, acabou de fazer uma angariação de fundos de fazer inveja a muita empresa, essa sim de louvar).

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  13. Para mim a coco é a rainha das histórias pessoais e tenta a todo o custo que não pareça publicidade.Começa com um posto "inofensivo" e a seguir ataca.

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  14. Nao fale mal da coco que a picante n gosta deve ser obstipacao

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  15. Acho que isso é geral...nenhuma quer que pareça publicidade! Se formos ver bem, já pouco escrevem, a Fernanda então abusa , 3 linhas e muitas fotos e está um post feito! Até podem escrever mal, mas ao menos dão se ao trabalho de escrever...

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    1. Dão-se ao trabalho de tentar convencer os mais incautos, isso sim.

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  16. Bem, a tua resposta mata qualquer argumento!

    LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL

    :)

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    1. Depende!

      Mas avaliando somente a resposta, acredito que sim! Basta ver o nº de comentários que este post têm!
      Já pelo principio da coisa, cada um é como cada qual, mas na minha opinião, não.

      :)

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    2. Refiro-me ao comentário das 15.41, não ao post.
      (desde que se dê fica sempre alguém a ganhar, por mais feio que seja dar com agenda muito própria)

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  17. Tanto circo e agora nem post sobre o assunto??
    Humm...

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    1. Ora... Assim se vê a coerência daquela gente

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