quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Matusalém

Em nenhum lado vejo referido, nos sintomas abaixo enumerados, que:
1. A depressão leve à humanização de animais. Isso é só estúpido.
2. A depressão leve a que se durma com os animais, em conchinha, na cama. Isso é só porco.
3. A depressão leve a alardear o final de uma relação na internet, atribuindo menos importância a um companheiro (humano) que a um gato. Isso é só falta de respeito.
4. A depressão leve a chamar imbecil e cretino a quem ache que um gato não passa de um gato, por muito que se goste dele. Isso é só falta de educação.
5. A depressão leve a comparar animais de estimação a filhos, por Deus, eu li aquela porra e fiquei convencida que se chorava a morte de um filho. Isso é só estúpido e falta de capacidade de amar.

Aos doentes depressivos perdoamos os exageros, evitamos revirar os olhos com os seus dramas e visão profundamente negativa da vida, tentamos dar-lhes consolo e respiramos fundo muitas vezes, a verdade é que quem tem de lidar com um doente que sofra de depressão merece um lugar no céu, não é fácil, acreditem no que vos digo.

Não temos de concordar com os disparates que dizem. Não temos de ser condescendentes e tratá-los como se fossem atrasados mentais. Não temos de apagar posts e eliminar comentários porque nos arregalaram os olhos. Não temos de relativizar ameaças veladas. Se as pessoas que sofrem de depressão disserem tonterias, ou forem mal educadas, isso não tem nada a ver com a depressão, tem a ver com o seu carácter.

(e os comentadores? qual é a desculpa dos comentadores?...)


66 comentários:

  1. Porra, quando é que vocês se mentalizam de que estamos a falar de uma pessoa desequilibrada? Quando é que se calam com a treta da depressão? É assim tão difícil perceber que o conteúdo daquela carta revela uma pessoa descompensada, não uma depressão? Mas é preciso ser-se psicólogo para perceber algo tão básico?
    Depressão é o que a Picante caracteriza no post abaixo, isto (a carta) é outra coisa.
    E diz a Picante ser uma pessoa informada?

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    1. Oh Anónima... Realmente eu não sei. Acho um bocado redutor fazer-se um diagnóstico desses a partir de uma carta. Não vi em lado nenhum, alguém assumir que é mentalmente desequilibrada, apenas soube que assumiu uma depressão crónica.
      Eu também acho que a carta revela um desequilíbrio. Mas a verdade é que há muita gente que humaniza os animais. Pessoas completamente sãs, supostamente. Explique-me lá como é que aparece tanta gente a comentar daquela maneira, a dizer que sim, que os animais são como os filhos?

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    2. A S* e a irmã são exemplos disso.

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    3. Há pessoas sãs que humanizam os animais a partir de uma etapa que qualquer mortal considera exagero. Pelas pessoas que tenho conhecido, vejo que não passam de uns ditadorzecos.
      São pessoas que têm uma propulsão natural para o comando e assim criam um pequeno feudo em suas casa cujo pagamento recebem em "amor". Não me parecem relações equilibradas, mas elas julgam que sim, deixai-as lá...

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  2. Oh anonima, está um pouco confusa...

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  3. Continuarei sempre a achar que há pessoas que procuram nos animais aquilo que não conseguem ter dos humanos: escravatura emocional.
    Essas pessoas já se aperceberam que a hierarquia que conseguem ocupar no círculo animal jamais conseguiriam no seu círculo de amigos ou familiar e isso fá-los sentir importantes. Coitados.

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    1. Exacto.Tão claramente explicado, obrigada.Esse tipo de relação em que se humanizam os animais, acabam por ser degradantes para o próprio animal.Nós até achamos os gatos animais fofinhos e tal.Não são.São carnívoros, predadores, caçadores e oportunistas.Não têm donos, apenas nos fazem pensar que sim, que podemos ser donos deles, por conveniência.Gosto de gatos, atenção, gosto muito, mas eu aqui e eles ali, no jardim, a caçarem passarinhos.Na minha cama só homens a sério.

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    2. Bravo anónimo!
      Não conheço um único maluquinho dos animais que tenha uma vida emocional equilibrada. Muitos até tês família, mas são tão carentes e inseguros que só a sensação de amor incondicional com que antropomorfizam os animais é que lhes dá algum conforto. Não consigo deixar de ter muita pena dessas pessoas; mas principalmente dos humanos e dos animais que as têm de aturar.

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  4. "3. A depressão leve a alardear o final de uma relação na internet, atribuindo menos importância a um companheiro (humano) que a um gato. Isso é só falta de respeito"
    Errado.
    Isso é sinal que os sentimentos no relacionamento com aquele companheiro específico não eram mais fortes que os sentimentos para com o animal de estimação. Não quer dizer que reagisse da mesma forma (isto é, terminar o namoro) em relação a outro companheiro com quem tivesse mais afinidade.

    (Dito isto, querem lá ver que todas vós que acham incrível terminar um namoro por causa de um gato, não terminaram já namoros por razões fúteis ou pessoais ou por razões que a outros parecem estúpidas...)

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    1. Posso ter-me expressado mal. A falta de respeito não está em acabar a relação, caramba cada um sabe dos seus motivos. A falta de respeito está em alardeá-lo na internet, atribuindo maior importância a um gato que a uma pessoa.

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    2. Se o homem gostar mesmo dela isso é humilhá-lo. Aquilo causou-me um desconforto grande.

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    3. Espero que o homem se recupere. Lembra-me aquela frase: "tem coisas que a gente não perde, se livra".

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    4. Não, nunca terminei um namoro por razões fúteis, foi mesmo por perda de tusa.

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    5. Então e depois, encontrou-a? Onde é que a tinha perdido?

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  5. Tema do momento!
    Eu cá tenho a minha Yorki de 1kg e 400tos (como diz a querida Bárbara) e dorme comigo (fora dos lençóis, pois), e dou-lhe muitos beijos e adoro-a tanto de paixão que nem dá para descrever.
    Se escreveria uma carta dessas? Humm... Not;
    Se acabava a minha relação por ele me ter deixado fugir a "miúda"? Não me parece;
    Se falava aos sete ventos da minha pequena como ela fala do seu bobi? Também não.
    Se valorizo mais a vida da minha cadela do que a de uma membro da minha família? Não valorizo;
    Se valorizo mais a vida da minha cadela que a de um estranho? Pois sem qualquer dúvida.
    As pessoas não sabem aceitar tudo o que vá para além da compreensão delas.
    Eu cá acho estapafúrdia aquela carta mas se acho prudente ofender, tirar partidos, chamar de destabilizada, mal amada, deprimida, desequilibrada... Não acho! Acho muito triste até.
    Não pensando de forma igual, consigo perceber perfeitamente o que ela sente em relação ao gato dela e aceito e RESPEITO. Coisa que anda por aí meio perdida pelas redes sociais desta vida!
    Não acho que a humanização de animais seja estúpido.
    Não acho que dormir na cama com animais seja porco, é sim, se as pessoas também forem porcas!
    Se acho que ela precisa de ajuda? Talvez... Não por humanizar um animal mas pelo conteúdo altamente depressivo presente na carta.
    Cumprimentos caríssima Picantxi!

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    1. Joana, não defendo, nem aprovo, em momento algum, que se chame nomes à mulher. Por mais ridícula que me pareça a carta, que parece, acho indecente ir lá chamar-lhe nomes.

      Uma coisa é ir lá chamar-lhe nomes. Outra, completamente diferente, é fazer um post gozão em que se compara o amor de um filho ao amor a uma planta.

      (não vi os posts do Cláudio e afins sobre o assunto, não sei o que foi dito...)

      (eu também gosto mais do meu cão do que de um estranho. ;as entre escolher salvar um estranho ou o cão salvaria o estranho, sem qualquer hesitação, por muito que me entristecesse a morte do cão)

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    2. Picante, não chamar nomes à senhora estará muito bem, também defendo isso.

      Mas já reparou nos nomes que a própria senhora chama aos outros, porque não partilham da opinião dela?
      Viu o post absolutamente insultuoso que dedicou aos portugueses?
      Viu o como a senhora rebaixou a PMD e os comentadores no post dos globos de ouro? A forma arrogante como chamou ignorantes a todos, porque não gostaram do vestido dela, que era dos Story Taylors e que portanto era uma obra de arte e se as pessoas não viam isso eram todos uns grunhos?

      (Ah pois, estava a esquecer-me, a senhora está com depressão. Então já pode ser, ok.)

      MC

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    3. Concordo consigo, MC. No fundo o que quis dizer é que a depressão não dá a ninguém o direito de destratar outrem. Eu acho que a Marta Rebelo tem uma postura arrogante e antipática. E acho tola esta corrente de "ai ela tem depressão, vamos tratá-la de forma especial, não lhe vamos responder como responderíamos a qualquer outra pessoa"

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    4. "Uma coisa é ir lá chamar-lhe nomes. Outra, completamente diferente, é fazer um post gozão em que se compara o amor de um filho ao amor a uma planta."

      Gosto destes dias em que a Picante se assume tal qual é. Tem toda a razão: o seu estilo não é, nunca foi ir à fonte e dizer frontalmente o que pensa das pessoas e/ou das suas atitudes. O seu estilo é vir para o blogue dizer mal das pessoas nas costas (ok, chame-lhe ironia, por mim até lhe pode chamar apito, não é por isso que deixa de ser achincalhamento, na frase acima até chamou gozar). Blogue esse criado exclusivamente com esse fim.

      O que, parecendo que não, diz muito da sua verticalidade. Para já não falar do seu carácter.

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    5. Joana, o comentário mais sensato e respeitador da opinião alheia, que alguma vez já li. Picante, inspire-se..

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    6. Anónima, também acho que diz muito do seu carácter entrar por aqui a dentro, sem dar a cara ou nome, num estilo tremendamente frontal e nada cobarde, dizendo que tenho mau carácter.
      Não fiz qualquer post sobre o assunto, não achincalhei ninguém, tampouco gozei. Se acho diferente fazer um post gozão noutro espaço ou ir ao blog do próprio ofender? Claro que acho, mal de mim se não achasse, era sinal que devia muito pouco à inteligência.
      Vá pela sombra, dona Maria.

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    7. E que tal ir ao blogue do próprio e dizer o que tem a dizer sem ofender? Isso é que era, hã? Era, pois! Mas para isso falta a coragem, pois é? É, pois!

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    8. É isso, é. Sou uma pessoa com muita falta de coragem. Sempre a tremer de medo, eu, Um desassossego, nem queira saber.

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    9. Pois, era isso que eu achava. Obrigada por me ter esclarecido.

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    10. Tocaram lhe na ferida voltou aos 5 anos "sim sim tenho medo. Sim sim sou melhor que tu. Sim sim o meu pai é melhor co teu. Quem diz é quem é. Nao tenho coragem, deve ser isso...."

      Esperava melhor de si picante

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    11. Não percebeu nada do que eu disse, pois não? Deixe lá.

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  6. E seguramente nao sabe o que é amar um filho e perde lo. Aquela carta é um atentado contra quem já sofreu a perda de um filho.

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    1. Mesmo. Sempre que vem à baila a porra da carta lembro-me da mãe do Rui Pedro.
      Maria C.

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    2. Epá, nem me havia lembrado da senhora.

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  7. o discurso dessa gaja irritou-me. adoro animais. inclusive trabalhei o Verão passado numa quinta e fiquei a adorar ainda mais animais. o meu trabalho consistia em limpar, alimentar e arrumar tudo o que estive envolvido com animais (cães, gatos, vacas, porcos, galinhas, burros, cavalos, etc...). adorei toda a experiência, achei gratificante pela simplicidade da experiência.
    mas isto tudo para dizer que: nunca iria dormir com um desses animais na minha cama só porque gosto muito deles. tenho respeito por mim e por eles, não é saudável dormir com um animal na cama. um animal precisa de regras, assim como o animal Homem. um animal não é um anexo. é um membro que deve ser tratado com o merecido respeito. seja ele cão, gato, porco, wtvr. um animal é uma responsabilidade e custa dinheiro, não deve ser usado como um brinquedo.

    peço desculpa pelo testamento mas achei necessário dizer estas coisas.

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    1. A mim, o que realmente incomodou, foi a maneira como o namorado foi referido. Tudo o resto é só ridículo.

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    2. achei bem relembrar que os animais não são objectos. os animais e as pessoas. por muito mal que uma pessoa esteja, boa educação não interfere com doença. o exemplo mais próximo é a senhora minha avó, está demente e ainda assim nunca perdeu a boa educação.

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  8. Oh, valha-me Deus ! Mas ele valerá a pena dar tanta importância a tolos ? É deixá-los lá com a sua panca e näo lhes ligar nenhuma . Entäo näo se vê que o que eles querem é dar nas vistas ?

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  9. O que eu jamais compreenderei é como é que alguém se consegue arrogar o direito de impor a medida para os sentimentos dos outros, seja por uma pessoa, por um gato ou pela jarra lá de casa. De repente o país encheu-se de especialistas em ética blogosferica, doutores em psiquiatra e até analistas do comportamento animal.
    Mas passa pela cabeça de alguém andar a criticar um blogger por ter escrito um texto intimista em que exorciza os seus sentimentos em relação à perda do gato? Será possível que as pessoas achem, de facto, que têm o direito de se meter nisso?
    Sinceramente, não consigo compreender.

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    1. A minha opinião vale o que vale, não passa de um ponto de vista. Mas dizia eu que a minha opinião é que se uma coisa é privada e intima, então o melhor é não a partilharmos com milhares de desconhecidos. Haverá sempre alguém que não pensa como nós, haverá sempre quem não perceba o que realmente quisemos transmitir, haverá sempre quem ache tolo o nosso ponto de vista. E se há quem leia e passe à frente, também há quem diga que discorda, quem goze o assunto ou quem seja inconveniente. Portanto, em a coisa sendo realmente importante para nós e não querendo ouvir o que não gostamos, o melhor é escrever num diário ou trancar os comentários.

      Eu acho que quem escreve num blog e permite comentários, o faz porque quer ser lido e comentado. Não se pode depois vir queixar de ter sido comentado.

      Neste caso específico, e note que eu me abstive de satirizar o texto, apesar de o achar profundamente ridículo, ofensivo até, quer para com o Manel, quer para com quem já tenha perdido um filho, era mais que óbvio que isto iria acontecer. Ainda assim acho lamentável e indecente que haja quem tenha ido até ao blog da Marta chamar-lhe nomes e ofendê-la.

      (já a Marta, não se abstém de chamar imbecis aos Portugueses, ou ignorante à MD por não ter gostado do seu vestido...)

      O ponto do post não é esse, o ponto do post é mesmo a condescendência com que se acha por bem tratar algumas pessoas, como se fossem diminuídas, que não são.

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  10. Acho que há uma diferença entre gostar de animais em geral, e ter um amor especial por um determinado animal, neste caso um gatinho.

    Já tive vários cães e gatos que ao longo dos anos foram desaparecendo mas houve 1 ou 2 que foram realmente especiais e que os lembro com muita saudade e carinho.
    Não vale a pena discutir o amor aos animais quem simplesmente não compreende...

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    1. A questão não é essa, acho eu. Ainda hoje me lembro da primeira cadela que perdi. Morreu-me nos braços, depois de ter sido atropelada por um automóvel que nem parou. Chorei baba e ranho. Custou-me mais a morte dela que de outras pessoas. Ainda assim sempre foi tratada como uma cadela, uma cadela muito amada mas uma cadela.
      Não acho normal que se humanizem animais. Mas obviamente que é apenas a minha opinião.

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  11. Eu durmo com os meus gatos (sim, debaixo dos lençóis quando eles têm frio no Inverno).
    Eu já perdi um gato e chorei baba e ranho, passei um mês sem dormir porque fazia rondas nocturnas à procura dele. Gastei muito dinheiro a imprimir, colar e distribuir centenas (e não estou a exagerar) de cartazes pela cidade e pelas caixas de correio.
    Não li o texto todo da Marta, não tive paciência e nem sequer me identifico com a senhora. Mas custa-me ver esta crucificação pública da mulher só porque ela expressou os sentimentos DELA. A forma DELA ver a vida. Se a comparação é parva para nós, pode não ser parva para ela, se ela nunca teve filhos e se olhava para o gato como um filho é normal que seja mais doloroso para ela.
    Eu não compreendo o porquê de haver quem gaste rios de dinheiro em roupa, ou rios de dinheiro em vinho. Da mesma forma que não compreendo quem não socorre um animal ferido "porque se não é meu não tenho nada a ver com o assunto". Mas aceito que seja a forma de viver dessas pessoas apesar de as achar fúteis, insensíveis ou simplesmente estúpidas. Não é por isso que vou desatar por aí a chamar desequilibrada a quem não vive e não sente a vida como eu.

    Estamos numa era em que temos todos uma opinião demasiado formada da vida dos outros. Ou nos sentimos no direito de opinar, enxovalhar, maldizer os outros só porque não agem como nós. Devíamos todos ser um tudo ou nada mais tolerantes.
    Ana

    P.S. Sim, tenho (muitos) animais, tenho filhos, um marido e somos todos muito felizes.

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    1. Eu acho que as crucificações e julgamentos públicos são de evitar. Começando pelas pessoas que se haveriam de resguardar um pouquinho mais.

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    2. A Marta Rebelo tem uma filha (adoptiva, é certo, mas é uma filha). Cai por terra a teoria de que só fala assim porque não têm filhos. Além disso, há outras pessoas, com filhos biológicos, que também humanizam os animais de estimação.

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    3. Tolerantes tipo a forma como essa ex-deputada se refere normalmente às pessoas com as quais discorda?
      Sim, porque essa senhora há muito que achincalha os outros, ou só a conhecem desde que ela perdeu o gato?
      Bem me parecia...

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    4. Como disse, não conheço a senhora em causa por isso não fazia a mínima ideia se tinha ou não filhos.
      Isso não invalida que mantenha a mesma opinião sobre o assunto em causa. Se ela humaniza os animais dela, é um assunto dela. Se ela sente a perda de um gato como a perda de um filho é única e exclusivamente a forma dela ver as coisas.

      Choca-me muito mais, revolta-me muito mais, acho 1000 vezes mais estúpido/patético/atitude-de-gente-acéfala quem vai dormir na rua à porta de uma loja, só para esbanjar 10.000€ em trapos e leva a família toda, filha incluída, por arrasto. Mas lá está, é o dinheiro DELES, a vida DELES. No entanto não entendo como se cria tanto celeuma à volta de uma mulher que chora o desaparecimento de um gato e (quase) toda a gente ache normal uma família passar a noite ao relento para gastar 10.000€ em roupa.

      Ana

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    5. Quem é que acha normal passar a noite ao relento por causa de umas peças de roupa de marca?
      Eu não acho. Mas também acho que aquilo pode ser uma forma de ganhar dinheiro, aí já acharia mais normal. Diz que as peças já estão à venda a preços muito superiores..

      Quanto ao resto. Bom... é manter privado o que não se quer ver comentado por estranhos. Simples.

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    6. Ana, já vi mais pessoas a criticar o que se passou à porta da H&M do Chiado (e lá dentro) do que a criticar a dor da Marta Rebelo. Ninguém questiona a dor que a perda de um animal querido provoca. O que se questiona foi a exposição do fim do namoro, e a forma como ela reagiu a quem achou a carta (e a humanização do gato) exagerada. Quando se faz uma carta pública é de prever que as pessoas opinem é que nem todas as opiniões sejam favoráveis à autora. Na reacção às críticas à MR foi grosseira e mal criada, como já o tinha sido noutras ocasiões.

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    7. Ana, quem é essa "toda a gente" que acha normal passar a noite ao relento por causa de roupas? Estou farta de ler sobre isso, inclusivamente nos blogs das amigas da Picante, e não vi ninguém a achar aquilo normal.

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    8. Santa paciência, mas ela escreveu mesmo aquela carta para o gato? Ou escreveu para toda a gente ler? Então qual o problema de criticar? Ela que não aproveitasse a fuga do gato para dar nas vistas, ou alguém acha que não é o que ela quer? Se realmente quisesse consolo e resguardo ligava aos amigos, que é o que as pessoas normais fazem.

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    9. É precisamente por eu achar que ela só escreveu para dar nas vistas, que penso que o caminho certo teria sido "olha, coitada, esta não está boa da cabeça, é deixá-la lá com os fanicos dela" e seguiam a vossa vidinha. Assim, só conseguiram dar-lhe o que ela queria: uma importância desmedida.
      Quem foi mais esperto, quem foi?

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    10. Importância pela negativa. Quando a srª se quiser candidatar a qualquer coisa já se lembram quem ela é. Nem toda a publicidade é boa publicidade, ao contrário do que muitos julgam.

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  12. O melhor post e respetivos comentários estão no blogue da Luna. Porque será?

    Deixo-lhe o link, poupo-lhe o trabalho de ir à procura:
    http://horas-perdidas.blogspot.pt/2015/11/eu-explico.html#comment-form

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    1. Obrigada pela ajuda e simpatia.
      Em tendo tempo havia de me explicar onde é que eu defendi o gozo, ou onde é que eu gozei.
      A única coisa que estou a dizer, e reitero, é que uma depressão não deve ser desculpa para as pessoas serem tratadas com condescendência e não serve de justificação para desculpar faltas de educação. Esou errada?

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    2. Desconfio que alguns comentadores já entram aqui a gargalhar e nem reparam quando não há motivo. Depois, claro está, há que inventar referências onde elas não existem.

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    3. As donas Marias são um nadinha básicas. Em tudo vêem ataques e ofensas, quando não vêem inventam-nos, nada a fazer.

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    4. Em tendo tempo havia de me explicar onde é que eu disse que a Picante defende o gozo, ou onde é que a Picante gozou.
      A única coisa que estou a dizer, e reitero, é que o melhor post e os melhores comentários sobre o tema estão no blogue da Luna. Esou (estou) errada?

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    5. Mas básicas porquê? Quem é que falou de ataques e ofensas? Que eu tivesse visto, só a Picante.

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    6. Posso ter sido eu a entender mal o link, pareceu-me haver intenção de desconversar e insinuar que eu estava a defender o gozo (isto por causa do teor do post da Luna). Se assim foi as minhas desculpas, retiro o que disse.

      De todas as formas apenas subscrevo parte do que ali é dito. Sim, não é bonito gozar o sofrimento alheio. Não, não acho que as pessoas possam esperar ausência de reacções desfavoráveis ao partilhar coisas, digamos, fora da norma com desconhecidos, até porque a própria carta revela um desrespeito grande para com o ex companheiro.

      E acho doentio isto de se equiparar a perda de um gato à perda de um bebé, mas isso já é a minha opinião.

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    7. Era mesmo para desestabilizar. Sei o quanto gosta da Lunaa e vai daí... Mas adoro quando a Picante cai que nem um patinho. E ainda pediu desculpas.

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    8. O Tio Pipoco também respondeu, não sei se viram. Picante, acha que ele estava a falar do quê? para bom entendedor também meia palavra basta. E Não aceitou comentários que ele é muito inteligente.

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    9. Espero que se sinta melhor, Anónima. Foi libertadora, essa sua explosão de azia? Espero que sim. Agora vá, desapareça e que o Senhor a alumie.

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    10. Anónima das 17,59, eu vi o post. Não faço ideia se aquilo é uma resposta (houve alguma pergunta?), nem a que se refere. O único blog que eu conheço que poderia entrar na categoria de bullying está inactivo há coisa de uma três semanas.

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    11. Em tendo dúvidas sobre este assunto é ir ao autor do post e perguntar directamente. Talvez os comentários tenham sido trancados para evitar este tipo de comentários,intriguistas e mesquinhos. Tenha uma boa tarde, o dia está lindo.

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  13. E eu que fui crucificada por causa deste mesmo tema! Enfim, é a bloga a bllgar
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  14. Oh porra que a mulher mora perto de mim!

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