segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Qualquer néscio sabe isso

Os corpos docentes não prescrevem medicamentos.

38 comentários:

  1. Os corpos decentes não carecem de medicamentos.
    Boa semana P.

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  2. As pessoas gostam de se automedicar, não precisam dos professores para isso.

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    1. Mas precisam para tudo o mais, essa é que é essa!

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  3. Depende de que corpos docentes falas. Se forem médicos...

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    1. Pois. Mas não falo de médicos, obviamente.

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    2. Ahhhhhhhhhhhh, já percebi do que falas! Pois...

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  4. o problema é que a maioria dos médicos, hoje em dia, já nem medica para esse tipo de parasitas

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    1. Bom... eu não tomaria um medicamento "receitado" por um professor e muito menos o daria a um filho. Mas isso sou eu que não corro para as urgências por causa de uma virose...

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    2. e faz muito bem (quando disse "o problema... " parece que dou a entender que concordei com alguém ter tomado um medicamente receitado pela educadora/professora, quando na verdade queria dizer que ainda por cima, é um medicamente que os pediatras já não costumam receitar...

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    3. A pediatra dos meus receitou durante imenso tempo. Acho que é normal, enquanto eles são pequeninos e levam as mãos à boca.

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  5. Ela também não disse que o "corpo docente" prescreveu. Disse que recomendou. Quem "prescreveu" foi a farmácia. E se for de venda livre (e, no caso, tem todas as características para o ser), a farmácia é uma entidade apropriada para "prescrever".

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    1. Sério? Ok. Se é assim faz todo o sentido. Desculpe lá o meu não post.
      (dai-me paciência, senhores...)

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    2. Só por acaso a farmácia não pode prescrever. Em correndo mesmo muito bem está um licenciado a atender e mesmo assim não pode prescrever. Aconselha medicamentos não sujeitos a receita médica. Prescrição é acto médico.

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    3. prescrever no sentido de aconselhar e não de receita médica. Dado o contexto da coisa parece-me óbvio.

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  6. Não sei de que se fala.

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  7. Isso é tanga dela. Quando informam os pais, explicam a necessidade de evitar os piolhos, não dá para confundir. Ela é que tem a mania de fazer de tudo uma grande história, enfim.

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    1. Tem ela e tem a Picante. Daí gostar de aumentar ainda mais as grandes histórias dela e sair-se com este não-post a partir de um não-post dela.
      Enfim, manias.

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    2. Que aumentei eu?
      (claro que não vai responder, nunca responde, gosta mesmo é de vir aqui morder)

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    3. Respondo sempre. Ao contrário, a Picante não publica sempre.
      (escusava de ouvir esta)

      Aumentou fazendo um (não)post de uma historieta que não o justificava; falando em prescrição de medicamentos quando não foi isso que aconteceu; falando pomposamente de "corpo docente", sabendo que um uso interesseiro de determinadas palavras tem o poder de amplificar um tema sem qualquer interesse; chamando néscio a alguém que não passa de um(a) mero(a) tolo(a); batendo, maaaais uma vezzzz no ceguinho, com o único objectivo de eternizar a vossa rivalidade...

      Quer que continue?

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    4. Vocês não assinam e depois é isto. Tenho aqui uma ou duas anónimas que gostam de vir espetar o ferrinho mas nunca respondem. Desculpe, então.
      Sinceramente? A palavra "prescreve" é exagerada se levada à letra. O sentido correcto é "aconselha".
      Corpos docentes são os professores, não sei que pompa vê aí.
      Um néscio é um tolo.
      Quanto ao que eu decido ou não amplificar, bom... suponho que seja prerrogativa minha, ainda tenho esse direito.
      Eu fiz um não post e a Anónima fez um não comentário. Estamos quites.

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  8. Como os tempos mudam! Sempre ouvi dizer que não se usa champô para piolhos a não ser que os tenham! A prevenção, no meu tempo, fazia-se assim: http://lifestyle.sapo.pt/familia/crianca/artigos/como-evitar-os-piolhos.

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    1. Os tempos não mudaram. É um disparate usar um shampo para matar piolhos não os tendo.
      Quando muito é pôr perfume na cabeça das crianças.
      (há um elixir de prevenção mas é um cheiro de tal modo horrível que ninguém mais se chega à criança)

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  9. Só gente infoemada e esclarecida, como sempre deu para perceber...

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  10. Qualquer néscio também saberá que nenhum perú assa durante meia hora no forno. Tão esperta para umas coisas (acha ela) e depois sai disto...

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  11. Por falar em medicamentos, hoje passeando pela + doce dei de caras com a campanha da anemia. Chamei-lhe a atenção para a publicidade encapuçada a medicamentos sujeitos a receita médica, já que o laboratório farmacêutico que patrocina a campanha, por mera coincidência, produz um medicamento para a anemia.
    E não é que o comentário não foi aceite?

    Parece-me que neste e noutros casos, a prepotência da ignorância não conhece limites. É que estas campanhas são ilegais, à luz da legislação europeia. Tenho sinceras dificuldades em abarcar estes padrões morais e éticos de 2 medidas. Aos sete ventos proclamam-se defensoras dos oprimidos e dos indefesos, e são instrumentalizadas a belo prazer por terceiros. Das duas uma: ou são burras e fazem-no porque pensam que estão a fazer bem, ou recebem honorários e são burras, porque se arriscam a apanhar uma multa...

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    1. Neste caso será o laboratório que se está a meter por caminhos apertados. Talvez a campanha deva ser denunciada ao Infarmed. Se houver concorrência será certamente e a autoridade agirá. Qualquer cidadão também o pode fazer. Acho, sinceramente, uma inconsciência por parte do laboratório.

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    2. Por acaso não vi publicidade a nenhum produto específico. Pelo menos por enquanto os posts estão correctos, dizem para fazer o rastreio e consultar um médico, nada mais.

      (anónimo não vou publicar esse seu comentário sobre a lei da cosmética, que eu sei que é apertada. Não tem nada a ver e não faço ideia se isso é exactamente assim, desculpe)

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    3. Eu sou a anónima das 6:55 (credo, era assim tão cedo?)
      A publicidade está implícita quando é escrito que devem tomar suplementos que são medicamentos. A menos que sejam suplementos alimentares mas até isso tem regras. A lei da publicidade nestes casos é bem apertada e o nome do laboratório está bem visível no cartaz. Uma coisa é certa, a Pipoca não publica comentários que tenham a palavra Infarmed no texto.

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    4. O nome do laboratório está visível, é certo, mas ainda assim não é recomendado o suplemento A ou B. Pelo contrário, é dito que a anemia é um mal corrente e que deve ser feito um rasteio, se necessário tomar um suplemento. Ainda assim, têm o cuidado de dizer às pessoas que consultem um médico, o qual pode prescrever qualquer coisa, de entre os muitos que existem no mercado. Sinceramente, desta vez, acho que a coisa foi ética.

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    5. Estes tipo de campanhas de marketing, também chamadas de "disease awareness campaigns" fazem parte de uma estratégia dos laboratórios farmacêuticos para promover os produtos sujeitos a receita médica sem mencionar o nome de marca do medicamento. O conteúdo das ditas campanhas é pensado e desenvolvido para estimular a visita ao médico em busca de tratamento. Como o médico já foi também alvo de publicidade, juntam-se os dois elementos e o resultado é uma receita médica com o nome de marca. Esta táctica é usada e abusada em Portugal, onde as autoridades não têm recursos suficientes para vigiar todas as campanhas. Ao longo dos últimos anos, foram várias: o Diogo Infante a promover um medicamento para deixar de fumar, outdoors sobre a depressão nas paragens de autocarro, etc.
      Mesmo sem haver uma recomendação do medicamento A ou B, há um enquadramento do discurso com enumeração de sintomas, problemas, e consequências do não tratamento, junto com mensagens específicas como "visite o seu médico".

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  12. Foda-se!!
    Li alguns posts.... ou postas (de pescada)
    Ca medo! Este comentário não vai passar, mas trate-se, a sério que precisa!
    É muito veneno, durma de elástico amarrado dos queixos à tola, não vá trincar a língua e morrer envenenada durante o sono.
    Foda-se!! (sou repetitiva, eu sei)

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    1. Não é repetitiva. É só estúpida.

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    2. E mal educada. Escrever palavrões não é para qualquer um.

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