sexta-feira, 15 de maio de 2015

As coisas são como são

Os miúdos gozam uns com os outros. Às vezes dão pancada uns aos outros. Por vezes pode ser que sejam cobardes e se juntem para, em grupo, "darem uma lição". Raramente, pode ser que sejam mesmo maus. Os adultos também.
A maior parte das pessoas não são mesmo más mas, por vezes, fazem coisas más. Até as boas pessoas fazem coisas más, às vezes arrependem-se, outras nem por isso.
O facebook é uma merda, não o usem a não ser para dizer o quanto amam as vossas mães, pais, cães e amigos. Se quiserem também o podem usar para fazer uns RIP's.
O mundo nem sempre é um lugar bonito e a vida está cheia de injustiças. Deal with it.

20 comentários:

  1. Pipocante Irrelevante Delirante15 de maio de 2015 às 11:03

    Aposto que o Hitler era bulizado na escola por uns putos judeus que gozavam com o seu bigode, lhe davam umas lapadas e ainda lhe gamavam o dinheiro do almoço.
    E os pais não lhe deram amor suficiente.

    PS: o facebook é, na realidade, uma merda. Não serve para nada. Pior, só mesmo o instagram e twitter.

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    1. Mas é que nem sei o que sejam, nunca lá entrei.
      (Claro que o Hitler foi maltratado e abusado, qual é a dúvida? Todos os ditadores o foram)

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    2. O Hitler não podia ter bigode na escola.
      LadyRi

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  2. As pessoas são como são, umas mudam, a larga maioria, outras não. E por serem como são gostamde se irritar, de escolher bandeiras, de expurgar sentimentos nas redes sociais. Depois de interiorizarmos este fenómeno a coisa torna-se mais tolerável, sempre vamos dando o desconto. Eu só gostava que algumas pessoas percebessem que um episódio de violência em ambiente escolar ou para-escolar não é necessariamente bullying, ao contrário de muito oque tenho lido por aí.

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    1. Estás enganada, Mirone, as pessoas não mudam. Mudam só e apenas quando passam por eventos traumaticos, caso contrário, não mudam nunca. Vem nos livros. E por um lado, ainda bem, porque assim, já sabemos o que pode vir. E quando mudam, não quer dizer que seja para melhor. ;)

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    2. Sim, será assim como diz, mas queria muito acreditar que mudei, que da adolescência para cá não ganhei só corpo, que ganhei maturidade e sensatez.

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    3. As pessoas moldam-se, não mudam. E o bullying é uma acção continuada.

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  3. Ninguém é verdadeiramente e totalmente mau ( a não ser que seja psicopata) e ninguém é verdadeiramente e totalmente bom... e é isso que as pessoas não percebem

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  4. Os miúdos vitimas dos seus pares são os que mais precisam de ajuda! Precisam de aprender a enfrentar, a confrontar, precisam de melhorar a sua auto-estima, a empoderarem-se (o aportuguesado de empowerment) Depois de cairem nas mãos daqueles que lhes reconhecem essas fraquezas, precisam de aprender a esquecer, caso contrário, tornar-se-ão em adultos de caca, uma vez que continuam a ser uma eternas vítimas, de coisas que todos já esqueceram, menos eles.

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  5. O problema não é atribuir grau de maldade ou bondade a alguém. Quem faz mal quem que pagar na justiça e pronto.
    E, por amor da santinha, não usem o facebook para dizer o quanto amam a mãe e o pai. Digam-lho directamente, e demonstrem também, já agora. É que transformar o fb num depósito de palavras fofinhas e vazias para puxar a palmadinha nas costas por parte dos amigos já começa a soar mal.

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    1. Antes palavras fofinhas que palavras horríveis, é o que lhe digo.

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  6. Querida Mais Picante,
    As declarações no facebook são especialmente importantes se as mães, pais, cães, amigos e mortos não forem "amigos". Também dá muito jeito para terminar ralações. Dizem.
    Boa tarde,
    Outro Ente.

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    1. A minha única ralação é saber onde vou jantar hoje. Isso e os exames nacionais que me vão dar cabo do fim de semana. Acho que o facebook não me pode ajudar, lamentavelmente.

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    2. Não se rale muito. A ansiedade prejudica mais os bons resultados do que um fim de semana calmo.
      (O facebook dir-lhe-á tudo sobre a mais-valia de ter más notas e os 10 passos para as ter boas.)
      Bom fim de semana,
      Outro Ente.

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    3. Eu não me ralo mesmo nada. Afinal já fiz os meus exames e passei com distinção. E a criança tampouco está ansiosa, "é só mais um teste cheio de mariquices, só para complicar, mãe!"
      Mas ela já me disse que queria rever coisas, como tal o fim de semana será caseiro.

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  7. Deal with it? Temos que nos conformar com coisas graves, é isso?

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    1. Não. Temos de lidar com elas.
      (Isto, por mais que queiram fazer parecer que é novo, não é. Sempre aconteceu. A única novidade é mesmo hoje em dia ser filmado)

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