quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Charlie Hebdo

Faltam-me as palavras. Acabei de ver um homem ser assassinado. Lembro-me de uma sensação semelhante no onze de Setembro e, mais tarde, em Londres ou Madrid. 
Deus ajude as famílias das vítimas e lhes dê toda a força de que agora necessitam.

23 comentários:

  1. E que acabe de vez com a porcaria desses muçulmanos na Europa. Fanatismo religioso NÃO!!!!!!!!

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  2. A facilidade com que se decide sobre a vida dos outros sufoca-me. Como é possível alguém achar correcto, adequado, razoável, aceitável ou justo matar outra pessoa? Ainda estava a tentar digerirr os mais de cem meninos que há menos de um mês foi assassinado no Paquistão e agora isto...

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    1. O fanatismo assusta-me. Qualquer que seja.

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    2. A mim também. Mas a inacção dos estados europeus vai-nos valer ainda alguns dissabores.
      Infelizmente, as forças que têm "força" para ajudar a combater vários problemas no mundo não o fazem porque não compensa economicamente. No entanto, a Europa está mesmo a ser permissiva e parva com os extremistas: são as leis em Inglaterra a serem mudadas para que estes extremistas religiosos tenham mais direitos (deveres ´tá quieto!), são escolas na Suécia que baniram as bandeiras nacionais porque ofende "alguns grupos" (mas viver no país já não é ofensivo...) e são vários atentados, vários crimes. Múltiplos bairros "fechados" por muçulmanos que violam, maltratam, espancam, reprimem e agridem os nativos dos países que os acolheram. E a Europa o que faz? Nada.

      Para mim, qualquer pessoa que indicasse sinais xenófobos para com o país que os acolhe, que tem historial criminoso e violento ou que não trabalhem/descontem nem façam parte da comunidade deveriam ser expulsos do país. Não se devia dar direitos a quem não quer deveres.

      Todos os outros, seriam bem-vindos mas tinham que aceitar e respeitar a cultura do país, costumes e saber que a sua liberdade há-de terminar sempre que começa a dos outros.

      D.

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    3. Ainda que fosse possível fazer o que sugere, D., o problema estaria longe de se resolver.
      E os terroristas que assassinam os seus concidadãos nos seus próprios países? E os terroristas que se deslocam a um país com o único propósito de praticar determinado acto, sem intenção de por lá se fixarem ou de usufruirem de quaisquer direitos ou benefícios?

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    4. É por aí. Espero que estas situações sirvam para nos abrir os olhos.

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    5. Brilhante. Parabéns pelo texto D. Também eu não acredito na permissividade europeia. Direitos têm os que produzem. Emigrantes que não trabalham? Ide fazer cera para os seus países de origem. E já agora: controle absoluto na atribuição de cidadania.

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    6. Mirone, acho que a caridade começa em casa. Não podendo resolver tudo, resolvemos o que conseguimos resolver. O que não tem resolução está, per se, resolvido.
      (o mundo é um lugar muito feio, muitas mais vezes que aquilo que queremos admitir)

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    7. Sim, Picante, era a fealdade do mundo que queria realçar com o meu comentário, dizer que ainda assim existirão sempre questões para as quais não temos solução absoluta e definitiva.

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    8. Mirone com a terceira frase o que quis dizer é que quem tem realmente poder para alterar alguma coisa nesses países, onde ocorrem entre os cidadãos, não o faz porque não é economicamente favorável.

      No entanto, acho que o facto de não podermos mudar o mundo não nos deve impedir de dar o primeiro passo. Não nos deve impedir de lhes fazer ver que, ou nos respeitam, ou não são bem-vindos. Deixar-nos do politicamente correcto (eles não o são connosco, muito pelo contrário) por isso - acho - que está mais que na hora da Europa, em peso, lhes bater o pé. Parar de lhes fazer as vontadinhas, parar de mudar leis que os favoreçam sendo preteridos até os direitos dos próprios cidadãos, assim como, obrigá-los a contribuir, não lhes dar acesso a direitos sociais ou benesses sem que antes tenha existido a contribuição.
      E quem não contribuísse durante um X tempo era deportado, quem cometesse um crime era deportado ... e por aí fora.

      Eu respeito enquanto me respeitam. E, sinceramente, estou farta de os ver a sair impunes de tudo e mais alguma coisa. Acho que os nossos ideais deveriam reger-se por isto: http://rs2ci.memecdn.com/88/6205088.jpg
      Devemos parar de lhes dar o beneficio da dúvida, segundas oportunidades enquanto assediam as nossas mulheres, as violam, enquanto nos ameaçam, nos subjugam a uma vontade que não é a nossa. Há ruas, bairros pela europa fora onde os próprios cidadãos do país temem entrar porque se encontram muçulmanos! Em Londres os londrinos são apelidados de "infiéis" por esta gente.
      Eles não se inserem na comunidade, não o querem fazer. Eles desprezam-nos, maltratam os nossos, ameaçam, vitimizam, violam e até matam (e este não foi, de todo, a primeira vez) e o que fazemos nós? Mudamos as leis que os favorecem, fazemos-lhes as vontades... subjugamo-nos.

      Como diria um dos Charlie Hebdo - "prefiro morrer em pé do que viver de joelhos"
      (Charb : "Je préfère mourir debout que vivre à genoux")


      [E quero deixar claro que o que condeno são os extremistas e todos aqueles que se inserem nos que descrevi, não se refere àqueles que se inserem na comunidade, trabalham e respeitam as leis, a cultura local e as pessoas]

      D.

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    9. Eu concordo em absoluto consigo D.
      E hoje vi um repudio claro a estes atentados, por parte de muçulmanos (ainda assim deviam repudiar mais, muito mais...). E fiquei menos triste.
      Preconceituosa me confesso quanto a esta cultura. Não gosto. Acho que a larga maioria se aproveita do Islão para discriminar as mulheres. E muitos, apesar de as respeitarem, podiam escolher não o fazer. E não consigo não desgostar deste desequilibro o qual é, per se, uma forma de terrorismo. Junte a isto a sua recusa de adaptação à cultura dos países que os recebem, o desprezo, até, em muitos casos.
      Mas obviamente que estes extremistas são uma ínfima minoria, em relação à comunidade muçulmana, a larga maioria não anda aí a matar pessoas, convém não confundir as coisas.
      A Europa hoje mudou, perdemos liberdade, esperemos que mude para melhor e que esse basta, de que fala, não leve a um outro tipo de extremismo, foi assim que hitler chegou ao poder.

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    10. Eu concordo plenamente.
      A ressalva é precisamente para não confundirem os ideais entre a defesa do que são os nossos direitos daquilo, da punição daqueles que não se querem integrar e que nos tentam desestabilizar, da xenofobia para com um povo inteiro.

      D.

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    11. Estamos todas de acordo, então.

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  3. Pareces a PN a fazer posts quando morrem os filhos dos outros. Sabes tão bem apregoar o sentimentalismo oco alheio e não percebes o ridículo em ti?

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    1. Não diga bizarrias que isso não tem ponta por onde se lhe pegue, estamos a falar de terrorismo e assassínio. Veja lá se se contém ou não pia mais. Lamento, hoje não.

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  4. :( não vi, mas acabei por viver este drama todo. Que irá continuar por mais dias nesta cidade. Que seja para abrir os olhos de muitos, que sirva para reorganizar mentalidades e dar a importância às liberdades que temos. Nem sei o que dizer. Um abraço.

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    1. É um dia triste, muito triste. Convém agora não cair em extremos, a verdade é que as condições estão reunidas, há cada vez mais gente farta.

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    2. Há! Os muçulmanos estão fartíssimos. Desde as cruzadas...

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    3. Esse argumento das Cruzadas, de há 500 anos atrás, é tão poucochinho que chega a dar dó.
      Quer mudar o disco e discutir o assunto capaz e seriamente? Senão ficamos assim.

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