segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Post para ler na casa de banho derivado da finura de comentários que irá suscitar

Uma pessoa já anda há algum tempo, nisto dos blogs, não vou dizer que vai para setenta anos porque, em verdade vos digo que não vai mas, parecendo que não, uma pessoa já cá anda há uns tempos, De todas as formas, o que eu queria mesmo dizer é que, nisto dos blogs, se vai adquirindo alguma experiência,  reconhecemos alguns pelos escritos, outros pelas ideias, outros ainda por uma ou outra expressão mais ou menos peculiar. Vai daí que isto da experiência, uma pessoa adquiriu experiência, não sei se já tinha dito? Mas a verdade é que a experiência nos possibilita fazer certas ligações, nada de muito conclusivo, em querendo, a pessoa vai fazendo testes, mexe aqui, retoca acolá, e agora deixa lá ver este tema, hum... isto é fraturante, vai gerar uma discussão interessante, este é melhor não, aparecem as donas Joaquinas aos gritos, hoje não tenho vagar para as aturar, é verdadeiramente interessante antecipar o tipo de comentários que vamos tendo, consoante os temas escolhidos.
Coincidência, ou talvez não, há ali um tema em particular* que atiça tremendamente as não totalmente anónimas donas Joaquinas. E, em verdade vos digo, é tremendamente cobarde e miserável, dizer anonimamente aquilo que não se tem coragem de dizer com o próprio nick. A integridade é tão bonita, pois é?

(deixo de fora quem, tendo blog, comenta sempre em anonimato, não pelo que diz mas por querer manter o seu blog afastado de visitas e confusões)

(qual será? que injustiça senhores...)

95 comentários:

  1. E hoje tem tempo ou não? E se as donas Joaquinas acusarem o toque e lhe aparecerem aqui de vassoura na mão, como vai ser?

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    1. Sabe, Mirone? Eu tenho cá para mim que elas hoje estarão de vassoura na mão, a limpar as migalhas e o cotão, lá nos apartamentos T2+1 que adquiriram nos subúrbios...

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    2. Tem graça, tenho ideia da picante falar em viver ou ir viver para o subúrbio também.

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    3. E em que é que as pessoas são superiores ou inferiores por morarem nos subúrbios ou lá nesses sítios de onde a Picante diz ser proveniente?

      Você é tão básica...

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    4. Casa de férias.
      (e Cascais dificilmente entraria na categoria de subúrbio a que me referi, embora na verdade o seja)

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    5. Cascais é suburbio, sim, e a Picante mostrou mais uma vez o quão preconceituosa é. Pelos vistos é obrigatório morar-se em lisboa para ser considerado do seu nível...

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    6. Leia lá o que eu escrevi, estou a dizer que não?
      (não basta que seja em Lisboa, é óbvio que não poderá ser em qualquer bairro de Lisboa... caramba, que cansativo... ter de se explicar tudo.)

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  2. Ora qual será! A primeira que vier aqui dizer: cruzes canhoto! Será possível? Que coisa mais infame! Já não se pode confiar em ninguém! Hoje em dia as pessoas são capazes de tudo, credo!
    Portanto, a primeira que vier toda indignada com a crueldade do mundo, ferros com ela e para Évora fazer companhia ao Socrátes porque é a vil culpada.

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    1. Acho que não concordo consigo. A prisão de Évora é para presos especiais.

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  3. Eu nao sou. Num tenho blog.

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  4. Picante, acho sinceramente que é uma questão de assumir-se o que se quer dizer ou escolher ficar calado, não será uma forma de insegurança fazer o oposto?
    Não somos todas então bem resolvidas, mulheres de fibra, com opiniões próprias?
    Não sei...acho que quanto mais se bate no peito, mais uma pessoa se engasga.

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    1. Mas custaria assim tanto chegar aqui com o nick e dizer-me que estou completamente errada e só digo tolices? Assim como assim, o nick é relativamente anónimo.
      A sério, devem ser o tipo de pessoas que ouvem, calam e fazem diálogos mentais, a imaginar tudo o que diriam à outra pessoa se tivessem um pingo de coragem.

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    2. Mas como é que uma pessoa, que muito provavelmente tem um blog, com mensagens mais "queridas e fofinhas" poderia cá vir chamar nomes cabeludos? E ainda mais, vergar-se a dar-lhe o braço a torcer. Duvido que assumam que por cá passam.

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    3. Claro que assumem. Não só pelo que escrevem aqui como também pelo que escrevem nos seus próprios blogs.
      Vou dar-lhe um exemplo que NÃO tem nada a ver com este post, ok? Vamos pensar no Salgado, acho que ontem foi a primeira vez que me comentou o blog. Duvida que viesse cá? O raciocínio é semelhante...
      (e tudo se pode dizer, desde que com um mínimo de educação, eu até sou uma pessoa muito liberal no que aos comentários diz respeito...)

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    4. Anónimo, acredito que não se trata só de ter um blog "fofinho" e depois anonimamente dizer nomes cabeludos.
      Acredito que haja blogs bastante acintosos, cujos autores nunca tiveram problemas em chamar os bois pelos nomes em casa própria, mas que preferem comentar na Picante anonimamente (porque não querem que se saiba que cá passam, estraga-lhes a imagem que construiram de si mesmos, porque não querem levar para os seus blogs os visitantes da Picante, a e, não será de excluir, evidentemente, por cobardia).
      Veja o meu caso, por exemplo. Tenho noção de que uma parte substancial dos meus leitores, e digo substancial mesmo, cerca de 1/4, me "descobriram" porque comento o blog da Picante. Depois de verem o que aqui escrevo são bem capazes de ficar com curiosidade e ver o que escrevo em minha casa e dizerem o que pensam. Sujeito-me a ter visitas que lêem um ou dois posts, e percebem que dali não levam nada de bom, viram as costas e não voltam. Outros, gostam e até deixam umas larachas. Outros, gostando ou não, não se dao ao trabalho de comentar. Outros aproveitam (aconteceu duas ou três vezes) para me dizer "umas verdades" - cada um tem a sua, não é assim que se costuma dizer? Eu, como disse, sujeito-me a ter todas essas visitas, as desejadas e as indesejadas.
      Acontece que nem todos se querem sujeitar, nem todos querem ter pessoas a dizer-lhes "verdades" no seu blog. De maneira que, para não terem de explicar porque cá vêm ou para não ter de ler as verdades dos outros preferem dizer eles as suas verdades anonimamente.
      Se não aguentar as verdades de terceiros pode ser visto como cobardia? Não sei se será a palavra exacta, a língua portuguesa é tão rica, haverá sempre uma palavra melhor do que aquela que escolhemos, mas também não será desadequada de todo.

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    5. Mirone, há-de reparar no parênteses, eu deixei essas pessoas, as que não querem ser incomodadas lá nos sítios delas, propositadamente de parte.

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    6. Eu sei, Picante, eu sei. Em tempos bati com o dedo do pé num móvel e ocorreu-me vir aqui anonimamente dizer, "ai que me magooei tanto, caramba", mas depois logo pensei que o caramba me denunciaria e olhe comentei como o nick.Se é para ser xoninhas, há que o ser "com frontalidade".

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    7. Ora, Mirone... eu digo tantas vezes "caramba"...
      (está a dizer que se um anónimo disser "caramba", então esse anónimo sou eu?...)

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  5. O derradeiro bordão "quem comenta em anónimo é um cobarde". Picante, esperava mais de você, mesmo apesar das coisas.

    Deixo-lhe este belíssimo texto: http://ler.blogs.sapo.pt/250626.html
    Quando tiver tempo para o ler, diga-me o que acha, se assim lhe aprouver.

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    1. Não foi isso que eu disse. Ora veja lá bem. Não ponho todos os anónimos no mesmo saco, até porque há imensa gente que, não tendo blog ou conta, comenta anonimamente. O que eu disse, e mantenho, é que vir comentar anonimamente, apenas para poder chamar uns nomes e dizer umas coisas que não se diria com o nick normal é mesquinho e miserável. Não consigo respeitar quem o faz, acho uma enorme falta de carácter.
      (e não concordo com o autor, a não ser na parte em que é possível ter discussões sérias sob anonimato)

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  6. O meu problema é comentar com o nick tenho tido alguns dissabores, mas sou assim e não tenho tempo para mudar de atitude. Não me refiro só aqui no teu blogue, mas por ter, por ezes, opiniões contrárias à dona do espaço.
    Kis:=)

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    1. Aqui pode ter opiniões contrárias à autora sempre que quiser. Só não publico insultos e provocações gratuitas, em demasia. Ainda assim acho que publico muito mais que a maioria dos outros bloggers.
      (e não é uma crítica, as pessoas têm o direito de não ser gozadas na sua própria casa, eu é que gosto de dar voz ás pessoas)

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    2. No meu entender até publicas muitas vozes, o que nao aprecio é, realmente, o insulto.
      E fui tão insultada com ameaça até de PJ , mas enfim, não deixei de dizer aquilo que acho não prejudicar nem melindrar quem escreve. Se as verdades incomodam? Até a mim.
      Gozadas na sua própria casa...isso é o pão nosso de cada dia.
      Kis:=(

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  7. *ezes não, queria dizer "vezes"
    Fica a emenda.
    Kis :=)

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  8. Pessoalmente julgo exactamente o mesmo de si: só mantém este blogue à custa do anonimato que o nick Picante lhe permite. Se acaso assumisse quem está por detrás do blogue, seria uma total cobarde, não teria coragem de dizer absolutamente nada do que assim diz e ainda lamberia as botas a todas as suas "musas".

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    1. Negativo, eu tenho esta mania de dizer aquilo que realmente penso às pessoas. Já disse a uma amiga que ela era profundamente desonesta, veja lá, por andar a viver de subsídios indevidos.
      E quanto a isso do anonimato, somos todos anónimos, mas uns são mais anónimos que outros, não é verdade? Tudo aquilo que eu digo é indexado à Picante, ainda que ninguém saiba o meu nome. Já a Anónima, olhe... é a das 13.31.

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    2. Não são todos anónimos, e muitas das suas musas não o são de todo: dão o nome, a cara, a profissão, etc. Quanto à sua "frontalidade", não sei bem se se aplica quando chama aqui cachalotes a pessoas identificadas, por exemplo. Ou quando faz posts de puro chinquilho e peixeirada. Não acredito que fosse capaz de manter este blog e dizer o que diz e nos termos em que o faz se a sua família, amigos e colegas de trabalho soubessem quem é, porque teria vergonha.

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    3. Mais uma vez está errada. Aqui não há chinquilho, nem peixe, a não ser numa ou outra caixa de comentários, eu tenho por costume dar voz às pessoas. Sabe muito bem que não faço posts a chamar nomes às pessoas.
      (Deve ser aborrecido isso de nunca acertar... que frustração... mas não desanime, um dia pode ser que se supere)

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    4. Faz sim. Parva de merda é o quê? E sim, está no seu blog, é porque aceita e subscreve, não interessa se foi a amiguinha quem escreveu. E chamar cachalote a alguém é o quê? Fazer uma crítica construtiva?

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    5. Mesmo que subscrevesse não o escreveria. Lamento mas esse assunto já foi mais que escalpelizado.
      E não me lembra de ter feito posts a chamar cachalote a ninguém, embora tenha dito que a felicidade engordava. É diferente.

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  9. Ui cuidado...ainda há pouco vi por aí a esvoaçar um boomerang ou lá o que é aquilo, com um rabisco escrito, "karma" parece..."fugem"!

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  10. Pois que concordo consigo. Ou bem que defendemos a nossa posição e não temos qualquer problema em assumir aquilo que somos e pensamos ou somos falsos até mais não e para dizer coisas bonitas e fofinhas e defender causa somos a Maria Agripina e para dizer mal, enxovalhar e criticar já somos o Anónimo das tantas horas. Eu não conheço a Picante de lado nenhum, tal como não conheço a Mirone, ou a Filipa ou a Palmier ou tantas outras mas ao ler os cometários devidamente identificados consigo "saber" com quem estou a falar.

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  11. Estou de acordo com o facto de ser parvo (e às vezes mesquinho) comentar em modo anónimo para atacar opiniões díspares.
    Comentar em modo anónimo é falta de coragem, é medo.
    Medo de que os leitores possam colar definitivamente aquele comentário menos bom, ou ridículo, ao autor e ao seu blog. Como se um blog pudesse ser caracterizado na sua totalidade por uma única frase numa caixa de comentários. Isso é ter pouca confiança no seu blogue e na sua opinião.
    Assumir um comentário em modo anónimo é, julgo eu, inferiorizar-se. Se uma bloguer vê a sua opinião diminuída ou ridicularizada em outro blogue, tem mais é de lá ir tirar satisfação, enfrentar, com educação. Mas o que acontece é que faz isso na mesma, mas anonimamente, e depois sabe-se quem foi (óbvio) porque a forma de escrever é uma espécie de impressão digital, e é pior a emenda que o soneto.
    Acho que para algumas bloguers não lhes falta o traquejo, e nem a inteligência, para irem diretamente comentar em nome próprio.
    Encanita-me a falta de frontalidade e o medo de ter opinião 'fraturante' com receio que isso traga represálias para o seu próprio blog.

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    1. Eu cá comento sempre em anónimo. Primeiro por preguiça, segundo porque gosto do meu espaço quieto com as coisas que lhe pertencem.
      Já discordei da Picante algumas vezes e já concordei muitas também.

      Pessoalmente, na minha vida, digo tudo directamente a quem tenho que dizer. No blogger assumo modo anónimo e passo de fininho. Não me interessa discutir pessoas mas antes ideias, por isso, comento cá mais nesse sentido do que noutro qualquer.
      Jamais usaria o modo anónimo para disser o que quero e, a seguir, comentar com o nick para passar bem-vista. A minha opinião não muda, nem a minha forma de estar - com nick ou sem nick.

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    2. Mas isso é diferente. Comentar sempre em Anónimo por querer estar sossegada (o) lá no seu espaço não entra nesta equação.

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  12. Ora bem. A conclusão é.
    Uma amiga com um nick conhecido apoia-a e vai consigo à fonte.
    A mesma amiga, que lamentavelmente esqueceu as devidas precauções a ter com um blog e usou expressões e retórica que a desmascarou, veio dizer-lhe, ou disse algures, que a Picante é um traste que parte as bilhas das outras, e a Picante sentiu a sua auto estima deveras abalada.
    Mas, ó Picante? Para que servem as amigas?
    Os amigos servem. Amigos, note bem, no masculino. Ora veja lá se uma vez não a avisei que tivesse cuidado para não se deixar enrolar, que cada um com um pouco de arte e habilidade inerentes ao verdadeiro utilizador, podia ser quem quisesse e lhe desse na sua real gana.
    Daí ser uma amiga, pois então! Ou acha mesmo, por exemplo, que o Salgado, - uma vez que já o trouxe à liça, - ou o quiescente, - que também é moço de arte comprovada, - ou eu, - que na mesma medida não deixo os meus créditos jogados pela valeta, - qualquer um de nós querendo vir aqui azucrinar-lhe o juízo íamos usar as mesmas expressões e retórica do normalmente conhecido?
    Íamos, então não íamos, coração!
    Vá, e usando uma das suas expressões favoritas, já passou.

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    1. Esqueceu-se do pronto...
      (e como bem sabe, não vou tecer mais considerações sobre o assunto, deixe lá isso)

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    2. Corvo rules!!!!!!!!!

      Ah Ah Ah Ah Ah Ah Ah Ah Ah Ah Ah Ah Ah Ah Ah

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  13. Ou então, a leitura (de) e comentário em certos blogues é como o tabaco, um vício nojento do qual tantas vezes tentamos nos livrar, muitas delas sem qualquer êxito... Para quando as consultas anti-blogues-nojentos, tão mas tão prejudiciais à salubridade mental?! ...

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  14. Com tantos dotes de adivinhação sobre quem lhe escreve em anónimo, veja lá se, às tantas, meia dúzia deles não são precisamente as suas "amiguinhas", essas que constam aí dos blogues que recomenda...

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    1. Era a este tipo de veneno que me referia. Preocupe-se consigo que eu preocupo-me com as amiguinhas.

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    2. Ai era para mim que estava a falar? Quanta honra...

      Pois olhe, pela mesmíssima ordem de ideias, preocupe-se consigo que os anónimos preocupam-se com as vezes que fazem log in/log out para comentar.

      Mas olhe que eles (nós, os anónimos) não conseguem chegar-lhe aos pés no que toca a destilar veneno...

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    3. Então era a Xaxia? Oh meu Deus, que cruz! Que decepção! Que infelicidade!

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    4. Anónima (o) obviamente que o post não é para si. Pois se é Anónima (o)...
      Estava mesmo a referir-me ao calibre dos comentários, mais venenoso só se espetasse aqui o nome das "amiguinhas". Parabéns!

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  15. Picante, é por essas e outras, que acho que isto não são só blogs, nada que meta seres humanos a fazerem coisas é "só" coisa nenhuma, as pessoas transportam as suas qualidades e os seus defeitos para tudo aquilo que fazem. A Picante comenta, e às vezes duramente, coisas que acha mal nos outros blogs, é muito mais livre na aprovação de comentários, pelo que, quem aqui comenta, está sujeito a que lhe digam coisas que não gosta. O seu blog foi identificado como um blog de mal dizer e dizer mal dos outros, é considerado, coisa de povo embrutecido e inculto (como se existisse alguém neste mundo, que nunca tivesse praticado, nem que fosse só um bocadinho de escárnio e mal dizer), ora os bloggers de elite, da nobreza, não se querem vir misturar com a ralé, mas ao mesmo tempo, têm curiosidade, e por vezes, até reparam, que afinal por aqui não se dizem só disparates, até ficam com vontade de dizer coisas, mas isto nunca fiando, portanto, anonimamente não se comprometem e ninguém vai poder dizer que andaram aqui alegremente no meio da plebe, além de que sem freio, qualquer um se pode transformar no Zé Povinho que há em si, sem freio, neste caso, é o mesmo que dizer-se anonimamente. Os blogues traduzem a vida tal como ela é, mas em ponto mais pequeno, portanto há de tudo, e os cobardes, não deixam de o ser, só porque têm um blog.
    (Gostei de ver aquele comentário do Salgado, a passar claramente a mensagem de que cá vinha ler).

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    1. Cláudia, o ponto é mesmo esse, quem comenta aqui está a sujeito a que lhe digam coisas que não gosta.

      (mas havia dúvidas?)

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    2. "não se querem vir misturar com a ralé"???????????
      Cláudia! Por Deus! Então? Está a dizer que este é um blogue da ralé, frequentado pela ralé?

      (e acha mesmo que foi essa a mensagem do Salgado?)

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    3. (Não Picante, não havia dúvidas, mas aparecer, assumidamente, foi interessante)

      Anónimo das 13:32, disse exactamente o que queria dizer, para ser entendido por quem quis entender, e sei perfeitamente que entendeu, mas pegou no que lhe interessou, com o intuito de retirar o sentido em que o termo foi usado, mas esteve bem, se eu não gostasse da Picante, se calhar, também tinha destacado isso, percebo-a, e a Picante até a deixa manifestar-se contra, portanto é aproveitar :). O termo "ralé", usei para ilustrar a eventual óptica da pequenez do snobismo ridículo, dos Dâmasos da vida.

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  16. Picante, eu também posso supor que a Picante, volta e meia, comenta em anónimo em blogues alheios, sejam os das musas ou os das "amigas". A Picante responder-me-á que não, ah e tal, a tal da integridade, rebeubeubéupardaisaoninho. Mas é tão legitimo eu supor que isso efectivamente acontece, como a Picante fazer a dedução que a levou a escrever este post. Porque razão a Picante é mais integra do que quem neste post quer atingir?

    Ou seja, este post vale nada. É a Picante a deitar-se a adivinhar. E isso vale o que vale.

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    1. Pode, efectivamente, supor o que quiser. Ainda que mal lhe pergunte, tem algum fundamento para fazer essa suposição?

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    2. Exactamente os mesmos fundamentos que a Picante tem para fundamentar este post que escreveu. Ou seja: nenhuns. Igualzinho a si.

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    3. Ó mas eu tenho fundamento, a conclusão pode estar errada, é certo, mas foi fundamentada.

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    4. (e não vou explicar para além do post, obviamente)

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  17. Vamos lá ver, Picante:
    O seu blogue insere-se num nicho de mercado em que o negócio consiste em, sem nunca ter uma ideia própria, dizer mal dos que têm, muitas vezes num tom a raiar o insulto e outras, como já aqui se viu, a insultar abertamente. Até aqui - descontados os insultos abertos que são inadmissíveis - tudo bem.
    Tem êxito na sua área (mesmo considerando a quantidade de comentários que faz em defesa de si própria e de forma convenientemente anónima mas denunciada pelos mesmos recorrentes erros de conjugação verbal) e, como alguém dizia há uns tempos numa caixa de comentários sua, também as cantigas de escárnio e maldizer se ocupavam do mesmo tema. Quer ter um blogue de maldizer, tem-no e tem-no com sucesso. Há, por isso, que reconhecer-lhe algum valor.
    O que já não me parece bem é que a Picante ache que tem o direito de reivindicar para si um tratamento ético e que se lamente por assim não ser. Embora eu, pessoalmente, não perceba porque é que as pessoas não lhe dizem de forma identificada aquilo que pensam, a verdade é que se há alguém que não tem legitimidade para esperar ser tratada de forma ética pela blogosfera é a Picante. A falta de ética é o seu negócio e é dela que vive o seu blogue. Como diz o povo, não se pode ter chuva na beira e sol no nabal, ou assim.

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    1. Beira???? "Não se pode ter sol na eira e chuva no nabal". (Na eira secam os frutos e legumes e no nabal... crescem os nabos). Percebeu? O Dr. Phil diz que não se pode ter o bolo e comer o bolo, mas perde-se um bocado com a tradução.

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    2. Acho que está a ser injusta, Cuca. De vez em quando eu tenho posts que falam mesmo de mim, às vezes digo às pessoas o que estou a ler, também tenho posts fofinhos que não criticam ninguém....

      Mais a sério, sim, é verdade que critico, ou gozo se preferir, outros blogs. Na quase totalidade das vezes gozo atitudes que me repugnam e que desprezo profundamente, nem vale a pena dar exemplos, estou certa que sabe a que me refiro. Outra categoria, serão as piscadelas de olho que envio, sem qualquer malícia, estou certa que o Pipoco, por exemplo, nunca se sentiu ofendido com nenhum post que lhe tenha sido dirigido.

      Posto isto, é óbvio que há quem deteste este tipo de blog, não tenho a menor dúvida. Mas de uma coisa ninguém me pode acusar, é de me esconder atrás do anonimato das horas. Nunca eu comentei em Anónimo, coisíssima nenhuma, muito menos para me defender, essa sua acusação ofende-me. Eu reivindico para mim, o mesmo tratamento que dou aos outros, que deem a cara e me venham aqui (ou no sítio deles) dizer o quão disparatada, maléfica, ou o que quer que seja, sou.

      A Cuca vê falta de ética no que escrevo. Eu vejo falta de ética nas atitudes que gozo. Não me lembro de alguma vez ter insultado alguém, embora já tenha escrito posts muito duros. Se já me excedi? Sim, é provável, há dias menos felizes. A pior acusação de que me lembro foi ter dito à Luna que ela era intelectualmente desonesta, depois de eu ter escrito "se não querem que lhes olhem para as mamas, tapem-nas" e de ela me ter respondido com um "elas estavam a pedi-las, foram agarradas porque estavam a pedi-las". Foi mais ou menos isto, não me lembro dos termos exactos.
      (e não me venha falar do post que eu não escrevi, mantive-o por uma questão de lealdade, ainda que não o subscrevesse, só havia duas pessoas com poder para o retirar, nenhuma o fez).

      Só para acabar, isto é tudo muito subjectivo: as mesmas pessoas que criticaram duramente o "parva de merda" que a Filipa escreveu, riram-se com uma fotografia de um cérebro que ela aqui deixou, sob o título "alguém me explica para que serve esta merda #346". Não se pode chamar parva de merda à Luna, mas chamar estúpido ou básico ao Sem Blog é aceitável. Porquê? Qual é a diferença?

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    3. Lamento, mas a Picante era sim a pessoa com poder e dever de o retirar, depois de eu lhe ter diti várias vezes que me sentia pessoalmente ofendida com o post. Não retirou porque não quis. Tal como eu não acho que me devesse humilhar e pedir-lhe por favor para retirar algo insultuoso e tomar para mim uma decisão moral que deveria ser sua.
      Já lhe disse várias vezes e repito: considero-a responsável por aquele texto, ao publicá-lo na sua página.
      Quanto aos posts visando-me, têm sido vários, e não criticando o que eu digo, mas criticando-me a mim. (vide post sobre a minha "incoerência"). É diferente escrever posts na primeira pessoa sobre o que pensamos sobre determinado assunto - como aliás fiz na resposta que lhe dei no meu blog - e há o escrever atacando directamente os outros, que foi (e é) o que a Picante faz.
      E agora por mim acabou-se, que tenho mais que fazer, e não tenciono voltar a debater seja o que for consigo em lado nenhum, que "fool me once, shame on you; fool me twice, shame on me" e a picante já me enganou vezes de mais, quando fingiu querer debater assuntos civilizadamente para a seguir vir aqui fazer posts e posts a gozar e a chamar-nos fundamentalistas.

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    4. P.S. E só para acabar, tem feito posts e posts repetidamente a acusar-me de desonestidade e julgamentos abusivos (muitas vezes falsamente, como se viu bem recentemente) e o único exemplo que cita é exactamente aquele em que eu lhe admiti ter exagerado na interpretação (embora a ideia geral esteja lá, apenas o passar para o físico não), assumindo o meu erro. Muito mais do que alguma vez a picante fez, nos seus milhentos posts desonestos e eles sim com julgamentos abusivos, nomeadamente relativos a algo que eu não disse em lado nenhum.

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    5. Luna, eu acho mesmo que a Luna faz julgamentos abusivos, que pega em partes de um discurso e o tira do contexto, dando-lhe outro sentido. Já lho disse, no passado e mantenho.

      Quanto ao post de que fala, foi infeliz, na medida em que me apercebi, tarde de mais, que estava a passar a ideia de que alguns dos exemplos que referi vinham da sua boca, quando na verdade não vinham. Disse-o no post em questão e torno a dizê-lo aqui. As minhas desculpas, nunca foi minha intenção insinuar que aquilo tinha sido proferido por si.

      Não lhe dirijo inúmeros posts (dirigi uns dois ou três na altura daquele famigerado post da Filipa), embora fale inúmeras vezes sobre a temática assédio de forma gozona (como gozão era o post que deu origem a isto tudo, já agora e que não lhe era dirigido).

      (A coisa é fuck me bad once, shame on you. Proferida pela Sam em Sex & the city..)

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    6. Não, é um ditado conhecido, basta googlar.

      Quanto aos julgamentos abusivos de que me acusa, lá esta, a Picante acha, e dá um único exemplo. Ironicamente incorre exactamente no que me acusa, ao escrever post a dizer que faço julgamentos abusivos e tenho certezas sobre tudo. Tudo, como sabe? Que me lembre nunca discuti mais nenhum assunto consigo tirando este para que o possa inferir, sendo um julgamento abusivo. E sim, tem-me dirigido vários posts provocatórios e com ataques pessoais, como o supracitado, em que não critica o que eu disse, mas a mim (e o seu último também pega num post meu para mandar farpas).

      De resto, não estou a ver que post gozão é esse que deu origem a isto tudo e que não me era dirigido.

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    7. Não sabia. Ouvi na série, achei o dito engraçado. Já aprendi qualquer coisa.

      Posso dar vários exemplos, Luna. Vou pegar num recente, quer? A Luna afirmou, referindo-se a mim, que Deus a livrasse de ter tantas certezas sobre a educação dos filhos dos outros. Isto a partir de um post em que eu dizia que as árvores sobreviviam às crianças e que poderiam coexistir com as mesmas, em havendo educação. Lembro-me de ter dito que o tal post da Filipa satirizava a violência doméstica, razão porque a tinha aborrecido em particular. São dois exemplos de julgamentos abusivos.

      Mas pode ter alguma razão, não nego que por a achar fundamentalista, neste assunto em particular, tenha extrapolado para o resto, que de facto não discuti consigo. E isso, é de facto errado e abusivo, queira aceitar as minhas desculpas.

      Quanto às farpas de que me acusa de lhe enviar recorrentemente, olhe que não. O tal post não era farpa para si. Várias pessoas escreveram sobre o caso, a começar pela jornalista que diz que a rapariga foi vitima de machismo. Não foi, ela foi vítima de vingança e de raiva, se fosse um idoso, ou um homem mais fraco, o resultado poderia perfeitamente ter sido igual. O post destina-se a todos quantos acham que lá fora é tudo um mar de rosas só porque há legislação mais apertada.

      (Sobre isso, dos meus alvos, ainda há pouco tempo um blogger me enviou uns mails meio ofendidos, achava que alguns dos meus posts lhe eram dirigidos. E não eram)

      O post que deu origem a isto tudo foi um post que escrevi no blog da Filipa, completamente gozão, a imitar a linguagem que ela usa, sobre o feminismo fundamentalista. Eu não gosto de fundamentalismo, seja ele referente a raça, credo, sexo ou futebol. Vocês levaram aquilo a sério e foi um Deus me acuda, eu também poderia ter ficado sentida, se fosse de me sentir com coisas de blogs.

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    8. "A Luna afirmou, referindo-se a mim, que Deus a livrasse de ter tantas certezas sobre a educação dos filhos dos outros. Isto a partir de um post em que eu dizia que as árvores sobreviviam às crianças e que poderiam coexistir com as mesmas, em havendo educação."

      Errado, nunca me referi a si, nem teria razão para o fazer. Referia-me aos milhentos comentários que o post da Pipoca Mais Doce (que leio há 10 anos) recebeu, vários post sobre o assunto (e sim a outros tantos comentários no seu post), afirmando tão somente que era assunto para o qual me estava borrifando. E estou. Simple as that. Não fiz generalização nenhuma, limitei-me a dar a minha opinião, que era não era não ter opinião sobre as árvores de natal dos outos.

      "Lembro-me de ter dito que o tal post da Filipa satirizava a violência doméstica, razão porque a tinha aborrecido em particular. "

      Errado. Depois da Filipa ter pegado num texto meu pessoal em que relatava situações de fragilidade e violência, e o ter ridicularizado ao extremo, para depois ter resolvido ilustrar toda a temática com piretes do Charlie Sheen, conhecido por acusações de violência doméstica, comentei ironicamente nesse mesmo post a escolha. Lamento, mas foi de facto um claro desvalorizar e satirizar as experiências dos outros (minhas), e isso não foi generalização nenhuma, foi um constatar de um facto que objectivamente aconteceu: fez troça do meu texto e usou-o para me insultar gratuitamente. Nunca fiz nenhum post sobre a filipa ou sobre as suas opiniões (pessoa que aliás desconhecia até ler o seu texto contra mim e ter ficado a saber que nutria uma grande antipatia por mim, apesar de nunca termos comunicado, pelo menos que eu saiba).

      Quanto a este caso muito triste da rapariga que morreu, temos opiniões distintas sobre o seu enquadramento (há outras organizações internacionais sobre "street harassment" que também pensam como eu, não inventei nada). E as farpas, se não eram para mim directamente, eram muito perto, ali mesmo à queima roupa.

      O post que refere, e só agora percebi, era aquele em que dizia "puta que pariu as feministas", ja me lembro. E se admito que até não me tenha sido dirigido directamente a mim, foi em parte, já que se falava na altura do assédio verbal, e sendo que me considero feminista e debatia esse mesmo assunto, senti-me atingida por ele e respondi-lhe. Achei o post infeliz e redutor, continuo a achar, e mesmo que não admita, acredito que a picante também o ache, uma vez que a tenho vindo a ver a defender uma posição bem mais próxima da minha que quererá admitir.

      A Picante não me conhece, não discutiu outros assuntos comigo sem ser o do assédio verbal, e como tal pode pretender conhecer os meus motivos ou insinuações por trás dos posts. Como disse hoje no meu blog: a minha agenda não é provocar a picante, não é isso que me importa ou me movel, na minha agenda estão assuntos com os quais me importo muito, em especial a violência de género e todas as suas vertentes, que pretendo combater da única forma que sei: falando e escrevendo.

      E é uma pena que a picante, que me parece até ser sensível a algumas destas temáticas, perca tempo a pôr na sua agenda ataques pessoais por embirrar com os porta vozes, quando de certa forma até simpatiza boa parte da mensagem.

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    9. p.s. e lamento profundamente que a Filipa tenha sofrido o que sofreu, ninguém deveria passar por aquilo, e ainda bem que sobreviveu e superou.

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    10. Picante, não me querendo meter, mas já me metendo: nós por vezes achamos que não temos de pedir desculpa pelas nossas opiniões ou convicções. O que é totalmente certo.
      Mas há formas de dizer as coisas e, não sendo isto um joguinho da primária "és da minha equipa ou da dela", esse episódio específico foi infeliz, porque atravessou os limites do aceitável.
      É diferente ter uma imagem que leva um leitor a concluir "acefalia" por ele mesmo, do que expressamente dizer-se "parva de merda".
      Se no seu lugar eu retirava o post? Se a visada o pedisse, sim. Porque tão importante é a liberdade de quem o escreveu (que poderia colocá-lo no seu próprio blog; acho que somos pessoas civilizadas, que compreendemos algo quando nos é gentilmente explicado), como o respeito pela liberdade de não se ser gratuitamente ofendido, especialmente se a forma como o post foi feito não reflecte o que realmente pensa.

      Por outro lado, todo o tema do feminismo e derivados, apesar de pertinente, é já cansativo.
      A exaustão leva a nem termos já paciência para ler bíblias de lado a lado. À sua semelhança, não gosto de extremismos, como também não sou a favor de finca-pés e já todos compreendemos as vossas posições.
      Diálogos saudáveis, sim senhora, mas tenhamos algumas pausas para digerir a informação que lemos e, então sim, formarmos uma opinião própria.
      Não estamos na Igreja do Reino de Deus, ninguém vai ser evangelizado.

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    11. Vamos lá partir isto às postas fininhas:

      1. A minha posição quanto ao assédio não difere da sua. Acho-o profundamente errado, nalguns casos irrita, noutros constrange e noutros pode até intimidar (e estou a falar do assédio verbal, nem me refiro ao físico.
      Mesmo relativamente ao piropo, onde sou muito mais flexível, acho que muitos são fruto de falta de educação, é desagradável ir na rua e ouvir um "olha que gaja tão boa". Portanto sim, sou contra, acho que uma sociedade bem educada não diz essas coisas, é falta de respeito. Já um "olha que linda mulher" desperta um sorriso e é totalmente inofensivo.
      2. Não me oponho a que haja legislação sobre assédio, mais abrangente que a actual.

      Até aqui concordamos, certo?
      3. Onde diferimos é no modo de propagação da mensagem. O seu discurso faz-me sentir que a mulher é uma vítima do homem, que apenas por ser mulher está em constante perigo e vive toda a sua vida preocupada com isso, mudando atitudes, vestuário ou o que seja. É isso que me soa a fundamentalismo e a um certo discurso de vitimização.
      Ora eu acho que o mundo é um local perigoso, cheio de gente má. E vai continuar a ser, por mais leis que haja, não tenhamos qualquer dúvida. E acho que a mulher está sujeita a estas situações, não por ser especificamente mulher, mas por ser mais fraca. Do mesmo modo as crianças estão fragilizadas, assim como os idosos.
      E também acho que o tal piropo mal educado, sendo desagradável não é um drama, passado 5 mins, já ninguém se lembra.

      Portanto sim, sou sensível ao tema, educo os meus filhos na esperança de que contribuam para um mundo melhor, ensinando-lhes a respeitar homens e mulheres, por igual, embora goze recorrentemente os extremismos.

      4. O post da Filipa: discordamos, eu acredito mesmo que ela pegou naquele, como poderia ter pegado noutro qualquer, que a ideia nunca foi satirizar situações e sim satirizar a Luna. Posto isto foi excessivo, já lho disse no passado.

      5. A bendita da árvore: achei que era para mim, fiz a dedução, não a partir do seu post, mas sim a partir da sua resposta ao comentário da Isa, que falava em educação nazi. A sua resposta levou-me a concluir que falava de mim, até porque referiu um episódio de crianças que acordam a meio da noite exigindo um menu variado. Mas já lhe confirmei que o post foi infeliz e levou as pessoas a deduzirem coisas erradas.

      6. O post "puta que pariu" - não tinha qualquer alvo, foi feito a partir de um artigo que li, nem me lembra onde. Lembro-me que era um tema quente, na altura, acho que por causa da miúda de Almada. Foi totalmente gozão, feito naqueles termos apenas para condizer com a linguagem usada pela dona do blog, que recorre ao calão. Não me passou pela cabeça que a Luna, a Rita e acho que a Izzie (não tenho a certeza), se fossem ofender, que aquilo era um discurso parvo, sem almejar debater o tema. Isto apesar de eu achar que as mulheres não são umas vítimas diárias, patati, patata...

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    12. (tive de o partir...)
      7. Este caso específico: discordamos. Eu não acho que a rapariga tenha sido vítima de machismo, acho que foi um crime de raiva, vingança, whatever. Tratou-se de alguém mais forte e em grupo, exercer vingança sobre outrem que o impediu de aborrecer umas miúdas. Aconteceu com a rapariga turca, poderia ter acontecido com qualquer pessoa que tivesse intervido, desde que fosse mais fraca que o galifão.
      O grande falatório que o caso está a despertar não se prende com a questão do assédio. Prende-se com o facto de a sociedade ficar impávida e serena, perante alguém que manifestamente precisa de ajuda. E isso é preocupante. Muito mais preocupante que o piropo mal educado, na minha opinião.
      A apropriação deste caso, um crime abjeto e nojento, para a causa do harrassment parece-me abusiva. E insinuarem que eu, ou qualquer pessoa que ache o piropo uma coisa de somenos importância, está a contribuir para que estes crimes abjetos sucedam, ofende-me. Mesmo. (e eu sei que a Luna não disse isso, ok?). E não só me ofende como, uma vez mais, me afasta da causa, ao levar a que coloque, erradamente, o feminismo todo dentro do saco fundamentalismo.

      Finalmente, eu sei que a Luna se pica com este tema, por vezes, mesmo não fazendo posts para si, sei que se vai picar. É o meu lado infantil e provocador, a ver se me contenho. Não embirro consigo, caramba eu nem a conheço, embora possa embirrar com a maneira como geriu algumas discussões, no passado.
      Eu gostei da última troca de argumentos que tivemos, lá no seu sítio, fica a saber (e o post que fiz também não lhe dizia respeito a si).

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    13. Rosa, totalmente de acordo. Eu própria achei o post excessivo e não o teria escrito.
      Quanto ao retirar ou não, havia duas pessoas com poder para o retirar: a autora e a própria Luna, caso achasse que aquilo a incomodava demasiadamente. Mantive-o por uma questão de lealdade a uma pessoa a quem dei acesso ao blog e disse, escreve o que quiseres. As pessoas podem gostar umas das outras, isso não quer dizer que concordem em todos os assuntos, parece-me simples.
      (mas sinceramente, a coisa foi discutida e rediscutida na altura, não vale a pena estar a chover no molhado)

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    14. Só um reparo ao ponto #5: quando escreveu o post onde resolveu 1) atacar a minha educação (ataque pessoal #1), 2) a minha incoerência (ataque pessoal #2), 3) eu ter certezas sobre tudo (ataque pessoal #3) e 4) fazer julgamentos abusivos (ataque pessoal #4); todas estas acusações elas mesmas julgamentos abusivos da sua parte relativamente a mim, minha personalidade e falta de etiqueta, e sem uma única crítica a uma ideia ou coisa que tenha efectivamente dito, eu ainda não tinha sequer mencionado as comidas a meio da noite, isso foi posterior ao seu post.
      A verdade é que o seu post até me tinha passado ao lado (não dizia nada de chocante), e só me apercebi da grande celeuma depois da resposta da mais doce e do post da palmier. E grande parte da inspiração para o meu post (especialmente a parte das pessoas nao terem mais que fazer) prendeu-se com as caixas de comentários, onde a polémica de facto ocorreu, não em posts. De modo que nem poderia inferir pelo que eu disse na primeira pessoa que me referia a si, e nem sequer o que disse a Isa, repare que nenhuma a referiu directa ou indirectamente, creio que falávamos principalmente de algumas opiniões vistas em comentários. E perante afirmações neutras na primeira pessoa, a sua reacção imediata foi partir para o ataque pessoal - e aí sim, respondi-lhe directamente, mas mais uma vez na primeira pessoa, sem fazer julgamentos de valor relativamente a si.

      (quanto ao ponto #4: pleeeeeeeeeze, não me fodam. ou bem que uma pessoa assume que fez merda, que foi infeliz, que teve um mau momento e pede desculpa - o que não aconteceu, pelo contrário o insulto foi reforçado -, ou bem que assume a coisa no seu todo, e não se põe com sonsices de "ai a intenção não era ridicularizar o post, mas a pessoa - ui, muito melhor - e yada yada". e o post nunca pretendeu satirizar nada, pretendeu sim insultar gratuitamente, e baseando-se em quê? em algo abjecto que eu disse, em alguma ideia estapafúrdia minha? não, na minha formação académica. isso sim de uma finura do caralho)

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    15. Ah, e só mais uma coisinha ainda relativamente ao ponto #4: essa desculpa da lealdade não convence, e não convence porque não acredito que a Picante mantivesse o post se o alvo em vez de ser eu fosse alguém da sua simpatia, sei lá, por exemplo, a S* (para dar um exemplo neutro). A escolha entre arricar-se a hipoteticamente ofender a autora de um post ofensivo e ofender de facto o alvo desse post não me parece difícil. A Picante manteve-o porque lhe deu gozo (o que se viu em alguns comentários em sua defesa, inclusivé dizendo que também me achava parva). E a única razão pela qual a Picante se tentou distanciar do post e não admitir subscrevê-lo na íntegra, prende-se com o facto de não se coadunar com a imagem que tem vindo a tentar construir acerca de si na blogosfera, e que não é compatível com o teor daquele post.
      E é aqui que a Cuca tem razão: a Picante quer ser tratada com respeito e ética, sem no entanto se reger por esses princípios no respeita os outros, especialmente as pessoas com quem não simpatiza, passando muitas vezes a linha do aceitável. Porque ao contrário do que apregoa, isto não são só blogs, são pessoas que estão atrás dos blogs, e as pessoas (independentemente de mais ou menos anónimas), sentem-se e ofendem-se e magoam-se (e a Picante não é excepção, ou não faria o esforço que faz em transmitir integridade).
      Reconheço-lhe poder de encaixe no que diz respeito a certos comentários que aprova, e admito que a incomodem, mas são ossos do ofício quando se tem um blog desta natureza.

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    16. Luna,
      a Luna há de reconhecer que eu apenas fiz esse comentário depois de todo o sururu gerado à volta do post da Filipa e em virtude de muitos comentários, alguns dos trocados directamente consigo (sinceramente já não me consigo lembrar de tudo mas penso que tinha a ver com a Luna agarrar numa expressão e a tirar do contexto, distorcendo-lhe o sentido). Mais por a Filipa ter sido crucificada, a Luna vai desculpar.me mas chamar parvo a alguém não é um crime assim tão grande, pode ser falta de chá mas não é o drama que foi montado à volta da coisa.
      Quanto à intenção da Filipa, e aqui discordamos em absoluto, eu acredito piamente que era satirizá-la a si e não ao conteúdo do seu post. Acho engraçado que a Luna me diga que tudo quanto eu escrevo são ataques pessoais, dirigidos a si, e se negue a ponderar a possibilidade de outra pessoa ter feito o mesmo.
      Eu distanciei-me do post porque 1: não foi escrito por mim; 2: não é assim que me meto com quem quer que seja. Não teve a ver com simpatias. O post seria retirado, independentemente de ser a Luna, a S ou a NM, a partir do momento em que alguém me dissesse que aquilo magoava. Por mais que discorde de si, Luna, e que ache graça "picá-la", não tenho qualquer intenção de lhe causar sofrimento ou de a magoar.

      Quanto ao outro post, das certezas, vai desculpar-me mas o que diz não é verdade. Foi escrito dia 20. O seu post e respectivos comentários são de 19. Portanto, sim, o post foi escrito depois de eu ter visto aquilo da educação nazi e das certezas nas casas dos outros com alusões a crianças que pedem ementas variadas a meio da noite. Achei que falava de mim. Mas já fiz o mea culpa, já disse que o post foi infeliz e já lhe pedi desculpa. Podemos seguir em frente?

      Finalmente a linha do aceitável e a ética... olhe eu também não acho ético pespegar fotografias de conhecidos no blog só para fazer rir, não acho ético que me digam que os filhos são intolerantes à lactose só para poderem falar da Mimosa, não acho ético que devassem a vida de crianças na internet, dando pormenores sobre onde estudam ou vivem só para gerar visitas, não acho ético que se aproveitam de momentos de fragilidade das pessoas e tentem vender workshops da banha da cobra, não acho ético que se aproveitem do sofrimento de terceiros para mostrarem como são sensíveis. Acho tudo isso muito menos ético que gozar com quem faz isso.

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    17. "diga que tudo quanto eu escrevo são ataques pessoais, dirigidos a si, e se negue a ponderar a possibilidade de outra pessoa ter feito o mesmo."

      Eu não nego que tenha sido um ataque pessoal, aliás, mais ataque pessoal que aquilo era difícil. Acontece que a pessoa em questão não teve sequer a sensibilidade (e bom senso) de pensar duas vezes ao ler aquele texto e usá-lo para me ridicularizar, o que revela uma falta de empatia e sensibilidade atroz, porque nenhuma pessoa minimamente decente lia aquilo e não só ficava totalmente indiferente como ainda resolveria gozar, mas ela fê-lo. E depois de ser criticada ainda teve a sonsice de dizer que nem tinha lido o texto? A sério? Não me façam rir. Haja um pouco de seriedade.
      Gostava de ver se fosse ao contrário se eu seria avaliada com tanta benevolência.

      "O post seria retirado, independentemente de ser a Luna, a S ou a NM, a partir do momento em que alguém me dissesse que aquilo magoava."

      Eu realmente não lhe disse que me magoava, mas disse-lhe muitas e repetidas vezes que me ofendia e incomodava. Apenas me recusei a pedir-lhe que o retirasse (já agora de joelhos e corda ao pescoço) era o que me faltava ser parte ofendida e ainda ter de me humilhar como se fosse eu a ter de pedir desculpa.

      "Quanto ao outro post, das certezas, vai desculpar-me mas o que diz não é verdade. Foi escrito dia 20. O seu post e respectivos comentários são de 19."

      O post é de 19, sim, mas o comentário sobre ementas a meio da noite é de dia 20, posterior ao seu post, como poderá confirmar. (e aliás como a maior parte dos comentários ao post)

      Quanto a gozar com o que não acha ético, onde é que fazer ataques pessoais (como já me fez a mim e a muitos outros) é gozar/criticar algo que não acha ético? Onde é que o meu blog se insere nessa lista de coisas que considera comportamentos não éticos que devem ser denunciados? E no entanto, um dos ataques pessoais mais directos e agressivos que já apareceu neste blog foi-me dirigido, pegando nos meus estudos.
      Quer criticar um texto meu? Força. Quer brincar com uma idiossincrazia minha? Na boa. Só que há uma linha de divide a crítica a uma acção ou a uma opinião - e eu critico certas coisas no meu blog, como sabe - e os ataques pessoais que faz, e que não têm absolutamente nada de ético.

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    18. Luna,
      a Luna há-de desculpar, mas está a faltar à verdade.E eu já fui acusada de mentir vezes suficientes de maneira que me vai obrigar a transcrever comentários:

      "Izzie19/11/2014, 17:42:00
      E depois acham irrelevante discutir assédio verbal. Porque não as incomoda. Às pessoas que ficam muito incomodadas com a falta de educação vitoriana das crianças dos outros.
      Responder
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      Luna19/11/2014, 17:44:00
      Ou porque não cabe na sua lista de prioridades diárias, como comprar papel higiénico.
      Izzie19/11/2014, 17:48:00
      Lá está, é uma questão de prioridades. A minha não é ensinar aos outros o que devem ter montado em casa, mas se calhar ainda reconsidero.
      Responder

      Isa19/11/2014, 17:49:00
      acho que a árvore de natal foi só um pretexto, o que tema fraturante são as crianças e a educação mais ou menos nazi que se defende em caixas de comentários de posts de blogs.
      Responder
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      Luna19/11/2014, 17:51:00
      Ui, sim, isso dá panos para mangas. Já vi cada coisa, man...
      (deusmalivre, se alguma vez tiver filhos, de ficar assim tão cheia de certezas sobre como educar os filhos dos outros)"
      Sustente lá agora, que as conversas não são sobre a Picante.Como vê todos estes comentários são anteriores ao meu post, que é de dia 20.

      2º ponto: o post da Filipa. É desonesto afirmar que ela estava a gozar com as situações por que a Luna passou, assim como as partilhas de experiência do seu post. A Filipa gozou com a Luna, ponto. Pegou naquele post porque era o último e não me lembro de ela ter afirmado uma só vez que não leu o post. Mais. Ela fez um único comentário, dizendo que não era a Picante e não se iria justificar. A Luna, mais uma vez, está a faltar à verdade.

      3º ponto: humilhação e corda ao pescoço? Isto ilustra bem a razão por que é engraçado picá-la. A Luna é completamente over reacting. Bastava um mail a dizer "agradeço que retire o post" , ninguém teria de saber. Simples.

      Finalmente, a Luna não se insere nas faltas de éticas apontadas ali, verdade. Faça o favor de me dizer que posts é que eu fiz que a tenham ofendido que eu retiro. No big deal, para mim são mesmo só blogs.

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    19. Picante, está a distorcer aquilo que eu disse, e pior, a chamar-me mentirosa, que não sou. Vou-lhe responder uma última vez, e depois concordemos em fechar o assunto:

      1º os comentários que referi não foram esses, referi especificamente o da comida a meio da noite, que me referiu anteriormente, esse postado depois do seu post. quanto a esses comentários, os meus (não posso falar por outras pessoas) não se referiam particularmente a si nem ao seu post, mas genericamente aos muitos comentários que vi sobre o assunto em vários locais.

      2º não afirmei que pretendeu especificamente ridicularizar o post, mas que pretendendo ridicularizar-me a mim, ao ler o post que usou para o efeito, não teve sensibilidade ou empatia para pensar que talvez não fosse adequado usar para me insultar. Sim, afirmou não ter satirizado o conteúdo do post, justificando a escolha do post que imitou na forma de início ao fim com "Eu não tenho paciência para ler o seu blog. Não consigo, por mais que me esforce, ler mais do que o titulo dos seus posts. Às vezes, confesso, nem os consigo ler na sua totalidade. Está, por isso, explicado o motivo pelo qual escolhi o post em questão."
      Lamento, mas pessoalmente não me parece uma justificação válida. Eu não faria.

      3º disse-lhe várias vezes que não me cabia a mim fazer-lhe pedidos nenhuns, mas a si decidir o que deveria fazer, e decidiu, ponto final.

      De resto, já lhe disse que há uma diferença entra ataques pessoais e críticas, e poderia aqui listar vários posts que me atacavam pessoalmente, ainda que nem todos manifestamente ofensivos, mas não creio que seja útil para o debate, e por mim arrumamos o assunto. Para si são só blogs, para mim não, são pessoas. Concordemos em discordar.

      Pronto, e agora vamos gozar o fim de semana, boa?

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    20. Bom, eu vi aquilo do assédio e fiquei com a certeza de que era para mim. O resto foi por associação, eu tinha a certeza de ter visto comentários anteriores ao post, Se me diz que não, é não.
      Só um último aparte, ainda relativamente ao bendito post, ajudaria tentar perceber que nem toda a gente leva o assunto tão a sério como a Luna. E que isso não faz de ninguém má pessoa, faz apenas com que sejam pessoas com outras prioridades na agenda. Eu discuto imenso consigo mas não tenho rigorosamente nada contra si, acho que já disse aqui que tem ideais fortes e luta por aquilo que acredita. E isso é bom. Só penso é que peca pela exaustão com que tenta "evangelizar" as pessoas, quase impondo a prioridade que dá à coisa, não aceitando a diferença e acabando por afastar, mais que incluir.
      Bom fim de semana
      (e vou conter-me mais, a Luna leva isto mesmo a sério, uma coisa é picá-la porque reage, outra é saber que fica mesmo ofendida, não há qualquer necessidade)

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    21. É muito fácil dizer que isto são só blogs quando se monta um boneco e usa-lo para criticar blogs. Se alguém usa o blog com pretensões mais pessoais (e éticas) do que essa, e atrevo-me a dizer que 90% da blogosfera é constituída por pessoas que levam isto relativamente a sério, é claro que para essa pessoa nunca serão apenas e só blogs. E isto vê-se lendo 1 ou 2 posts que sejam. A Picante, sabendo que não são apenas só blogs para algumas pessoas, não tem pudor em permitir que tudo se diga sobre essas pessoas, sabendo que as irá incomodar. É aqui que se vê como esse boneco que montou é absolutamente abjecto. Mantenho ainda a esperança de que a pessoa por trás desse boneco seja mais rico em matéria de integridade.

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  18. Quem tem um blog unica e exclusivamente para mal-dizer outros blogs e depois fica toda melindrada/o com os anónimos.... não sei, não. a mim parece-me uma ENORME dose de insegurança.

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  19. Eu só passei para dizer olá... Directamente do sítio do costume... (Fino, hã! ;))

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  20. desvantagens de se ter um blog onde passa 90% do seu tempo a dissertar sobre o que os outros escrevem,e tantas vezes mostra o seu incómodo por não conseguir acompanhar a pedalada das outras,as tais que tanto abomina....Pelo que vejo,tem tempo para responder a tantos dos seus leitores,poderia também debruçar-se sobre assuntos que não visassem as suas companheiras blogueiras,sabe tão bem quanto eu a legião de apoiantes,até fanáticas,das mesmas. Até porque achar que os blogs com menos visitas são os melhores não é consensual e não a vejo debruçar-se sobre a vida sexual dos ursos polares para ser mais interessante.Na minha terra dizem que quem não sabe nadar não se atira para fora de pé,aguente-se com as anónimas,pôs-se a jeito,não pôs?Queria visitinhas e comentários,não era?se deixar de ser Picante sempre que vem à janela e começar a sortear uns vernizes,ou uns Nicer Dicer Plus,arranja uma legião de amiguinhas,que deixam de ser anónimas e que lhe dizem todos os dias o quão fofinha você.

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    1. Não a consigo acompanhar Lúcia. A que pedalada se refere? Quer ser mais específica?

      (mas quem, por Deus, é que quer ser fofinha e sortear vernizes, que coisa mais aborrecida, caramba...)

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    2. Chame-lhe" A arte da menos presunção" que tão bem lhe ficava.

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  21. É só de mim ou a Palmier já não vem cá há muito tempo?

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    1. Sempre a meter veneno, não é? Porque não vai lá perguntar-lhe? Às tantas zangou-se comigo e eu não sei. Só preocupações...

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  22. Então vamos lá ver: em tempos eu usei nesta caixa de comentários uma expressão (pano/encharcado/trombas) que parece que era usada com frequência pela Sexinho. Logo fui acusada de me estar a fazer passar por ela para denegrir a imagem dela perante a Picante. A própria veio aqui em meu auxilio dizer eu não detinha o exclusivo da expressão em causa, logo o uso da mesma por mim era pacifico.

    Claro que, naquele caso, como se tratava de fazer atingir uma das tais "amiguinhas", ai que Deus, que não, que a má da fita fui eu (claro, os anónimos são sempre uns idiotas...), que estava a conspirar contra a Sexinho servindo-me de expressões típicas dela.

    Então e agora esse tal palavreado, só porque é normalmente usado pelas suas... hã... opositoras já não podem ser os anónimos a conspirarem contra essas tais... hã... opositoras? Têm obrigatoriamente que ser elas, que vêm aqui em modo anónimo deitar veneno?

    Então porque é que da outra vez não assumiu que podia ser realmente a Sexinho? Não dava jeito, não era? Por outro lado, dá muito jeito fazer mais um post para prolongar o buzz contra (sempre) as mesmas, não é?

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    1. Em primeiro lugar não sei o que é isso de opositoras. Em segundo, já lhe expliquei o porquê da confusão, acho que isso aconteceu quando alguém se fez passar por um comentador habitual e, nesse post específico, tive uns comentários nada simpáticos sobre a sexinho. Já fiz o mea culpa, não sei se deseja que me flagele?
      Finalmente, a senhora não faz ideia de quem eu falo aqui. E vai ficar sem fazer.

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  23. Eu só cá vim dizer que só agora tive conhecimento de que era motivo de conversa e, por isso mesmo, parte não integrante na mesma. O assunto refere-se a algo que aconteceu há seis meses atrás, logo, fico feliz por só agora saber desta caixa de comentários. É que hoje tive muito trabalhinho e pouco tempo para pesquisas, bem como para debater assuntos chatos de morte. Vou ver se este reassunto se me aflora à memória e prometo que mais tarde, falarei dele até à exaustão, como a Luna gosta.

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  24. De facto debater assuntos chatos de morte não é a sua especialidade, a sua onda é mais fazer textos a enxovalhar pessoas e depois não aceitar lá no seu estaminé um comentário mais... picante.
    Ai tão sonsinha que ela é, consegue datar a ocorrência do assunto mas depois tem de se esforçar para que este se lhe aflore à memória, como se não soubesse perfeitamente do que se trata. "Muito trabalhinho", deve ser isso.

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