sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Mais temas fraturantes

Ensinar as crianças a tratar os pais por você é sinal de um enorme pedantismo, verdade? Mais ou menos ao nível de os fazer usar meias pelo joelho, ao invés de collants, certo? Como é possível? Constipar os joelhos às pobres criancinhas?

(era preocuparem-se com o que se passa nas vossas casinhas...)

65 comentários:

  1. Aqui em casa não nos tratamos por você mas gostamos das meias até aos joelhos (para os dias mais solarengos, é claro).
    Bjo

    Maggie

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ensolarados, solarengos são casas tipo solar :)

      Eliminar
  2. Porque este blog claramente deixa o que se passa nas outras casinhas em paz. Este blog é sobre o quê, mesmo?

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Estava mesmo a pensar nisso anónimo ;)

      Eliminar
    2. ahahahaha nuito bom.

      Eliminar
    3. Pensei logo nisso.

      Eliminar
    4. É sobre aquilo me apetecer à autora. Qual é a novidade?

      Eliminar
    5. então aguente-se aos comentários,tia iluminada e supé bem educada.

      Eliminar
  3. Então mas afinal o que se passa nas nossas casinhas (por exemplo a árvore de natal) não era assunto que deveria ser discutido a bem de uma sociedade melhor e crianças educadas? Veja lá se se decide, que assim torna-se complicado.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Os limites que se impõem à crianças, ou a ausência deles, têm impacto na sociedade, visto que as crianças não vivem isoladas. Já as meias pelo joelho ou o tratamento na terceira pessoa, são conversa de lavadeira.
      (qualquer néscio percebe a diferença...)

      Eliminar
    2. Sempre tão educada. Deve ser da educação esmeradíssima. Ou então não.

      Eliminar
    3. Ainda assim, uns valentes furos acima de quem entra em casa alheia com o fim único de provocar.
      Tenha um feliz Natal.

      Eliminar
  4. Ó picante, deixa-te lá disso, estava bom de ver que o tratamento por você não ia passar impune, tendo em conta o boneco que montaste. Tu própria satirizas os nomes que as musas escolhem para os filhos, os nomes quequezitos, pois consideras que querem parecer de uma laia mais fina, e não consegues perceber a incoerência de tratares os teus filhos por você, característica que costuma estar associada à laia fina? Palize. Deixa-te disso e dessas comparações estúpidas com sujeitar os filhos ao frio, porque em nada se relaciona com o comentário sobre a terceira pessoa do singular. (Julgamento abusivo, o quê?)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não me lembro de satirizar nomes. Nem me lembro de dizer que tratava os mais pequenos na terceira pessoa. Disse?

      Eliminar
    2. Disse, ali em baixo.

      "A Mais Picante18 de dezembro de 2014 às 17:23
      Pois eu gosto. E faço questão de os tratar por você."

      E satiriza os nomes, sim, é só carregar na etiqueta do sangue azul e nem é preciso ler mais do que 2 ou 3 posts.

      Eliminar
    3. ahahahahahahaha
      A sério que achou que estava a falar a sério? Mesmo com aquilo da praia e tudo?
      Ou gostará só de dizer coisas?

      Dúvidas...

      Eliminar
  5. Poder de encaixe auéeeeeeeeeeeee!!

    ResponderEliminar
  6. Este post só lhe fica mal.
    Pense no que escreve a criticar tudo e todos

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Está enganada. Está sempre enganada, caramba. Só critico alguns.

      Eliminar
  7. Pipocante Irrelevante Delirante19 de dezembro de 2014 às 16:36

    Por acaso é coisa que me faz impressão
    (tinha um colega de escola, que tratava a mãe por voce e vice-versa. Sempre me fez confusão)
    São opiniões.

    ResponderEliminar
  8. Olha, um post "quem diz é quem é". Quando te toca já não tem graça?

    ResponderEliminar
  9. "Os assuntos privados, quando transpostos para blogs e outras redes sociais, são tornados públicos e passam para essa esfera. [...] Mas, no fundo, em não querendo ouvir opiniões sobre as nossas escolhas, sejam elas certas ou erradas, serão as nossas escolhas, basta não trazer os assuntos para o blog. Simples, não é?"

    Quem é que escreveu isto? E era sobre o quê mesmo? Contradições sobre não se opinar sobre o que se passa dentro das casas das pessoas, não era? Dúvidas, é só dúvidas...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Caríssimo (a)? ué,
      haveria de aprender a ler para além do post. Ou então perceber um bocadinho o registo deste blog. Ajudaria bastante.

      Eliminar
  10. Dona Jaquina com ela a pulular...19 de dezembro de 2014 às 17:32

    Eheh, Picante.
    Com este post é que a menina incendiou o Inferno.
    Deixe lá, se se vir mais apertada eu venho cá apoiá-la.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Posso sempre contar com quem posso contar.
      Feliz Natal

      Eliminar
  11. Só trato por você as pessoas que se vão juntando à família de origem, os que só o são por afinidade (e que poderão estar só de passagem, mais longa ou mais curta) e só trato por tio ou tia, quem o for mesmo, os outros recuso-me, gosto demasiado dos meus verdadeiros tios para andar a chamar tio a tudo o que me é apresentado, mas tal como diz, Picante, cada um cá sabe das coisas da sua vida e fará como entender.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu trato os pais dos meus amigos por tio ou tia. São pessoas intimas, com quem privo muitíssimo. O senhor ou senhora é desadequado por ser demasiado formal e fui ensinada que não se trata os mais velhos pelo nome próprio
      (acho que só os meus padrinhos eram tratados pelo nome próprio e sempre na terceira pessoa). Hábitos..

      Eliminar
    2. Pois é, já nem me lembrava disto é ainda acontece. Tratar pessoas próximas por tio ou tia. As minhas origens são bastante humildes, e ainda hoje existe o ti Afonso, a ti Maria é por aí. E sempre significou uma grande afinidade mesmo sem ser família direta ou família sequer. Ainda hoje em dia acontece . São hábitos lá está
      Lagarta verde

      Eliminar
  12. A Picante só pode ser uma grandessíssima galhofeira que se diverte horrores a ver este circo pegando fogo... Gosta de animação, como diz a outra, e acho muito bem. Enquanto for credível... porque as pessoas não gostam de descobrir que estão a ser gozadas (DEPOIS de acharem que não era disso que se tratava...).

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Picante, deixe-me dar uma piscadela de olho à Lady Kina, deixe.
      Kina, ando encantada consigo.
      ;)

      Eliminar
    2. Mirone, deixe-me que lhe diga: o encantamento (bem como o tio piroco) nunca foi bom conselheiro... Vá, ponha os pés na terra, somos todos demasiado humanos...

      Eliminar
    3. Lady Kina, não me interprete mal, mas o Tio piroco (?) nunca foi meu conselheiro, tampoco o encantamento.
      Foi a piscadela de olho que a incomodou?
      Peço desculpa e, de pés no chão, de onde nunca sairam, retiro-me que não lhe quero causar incómodo. Tenha o meu comentário por não escrito.

      Eliminar
    4. Eh eh! Lady Kina a esclarecer o mundo de há pouco mais de uma semana, e mesmo assim já ensinou mais do que todos em três anos.
      Assim o mundo queira aprender. :)
      Julião.

      Eliminar
    5. MIRONE, melheri! Tu fazes-me uma coisa destas!? A pessoa ausenta-se dos mexericos e vai a ver ficaste ofendida com a minha resposta!???? Então!? As piscadelas de olho a mim não me incomodam, nem à laia de piropo (...agora lembrei-me de outra coisa...) tão pouco enquanto assédio! Tu pisca-me p´ra cá esse olhar mirolho sempre que queiras ;-) Estamos esclarecidas ou é preciso detalhes? Olhem-me kisto.

      Eliminar
    6. Kina, então em que ficamos? Tu lá tu cá ou tratamos-nos na terceira pessoa?
      ;)

      Eliminar
    7. Lady Kina, eu sempre disse que isto dos blogs servia para nos divertirmos...
      (e não era, se bem que eu sabia que fazendo a coisa de uma certa maneira, a probabilidade de sair este post era próxima de cem... tinha razão)

      Eliminar
  13. Na minha casa, no tempo do meu avô quando alguém tratava alguém por você, ouvia-se imediatamente "Você é estrebaria." Ainda hoje não consigo tratar ninguém por você, ou é senhor ou é senhora ou é tu. E não deixo que os meus filhos tatem ninguém assim "o senhor isto, o senhor aquilo...". Já a mim tratam-me por tu, eu assim o exijo, acho mais íntimo e gosto. sou incapaz de criticar quem não o faz... Cada um sabe de si e da educação que dá aos seus, até no que diz respeito a árvores de Natal! Bom fm de semana

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Você é maneira de dizer. Na verdade eu deveria ter escrito "na terceira pessoa". É disso que se trata, uns usarão o você, outros não.

      Eliminar
  14. Não, não pedante. É só ridículo.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Já eu acho falta de educação ver crianças de dez anos a tratar outros adultos, que não os pais, por tu e pelo nome próprio. São opiniões...

      Eliminar
  15. Não tenho nada a ver com o que os outros fazem na sua casa. No entanto, acho que o "você" cria um certo distanciamento entre pai e filho. E eu acho que entre pai e filho o distanciamento deve ser zero...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Concordo. Sempre tratei os meus pais por tu e vice-versa. Há respeito, embora sem distanciamento ou formalidades desnecessárias.

      Eliminar
    2. Como se o distanciamento fosse criado pelo tratamento... Engraçado é ver que quem deveria estar calado é quem vem imediatamente opinar...

      Eliminar
    3. Cada um fala por si. O formalismo, no tratamento, para mim implica distanciamento. Se não implica para si, então vá pregar para outros comentários.

      Eliminar
    4. Discordo S. O distanciamento é dado por um sem número de coisas. Mas sempre lhe vou dizendo que é bom que os mais pequenos não achem que os pais são como os amigos da escola, eu costumo dizer-lhes que, não sendo a melhor amiga deles, não há ninguém que seja mais amigo deles que os pais. E eles percebem a diferença, apesar da redundância da expressão.

      Eliminar
  16. A educação é muito mais do que meia dúzia de vocábulos.
    Ensino a minha filha a tratar os adultos não familiares na terceira pessoa ( nome ou senhor, nunca você, também me ensinaram que você é estrebaria).
    Trato-a pôr tu e ela também nos trata por tu. Não permito que fale do pai dizendo ele isto, ele aquilo, exijo que figa o pai isto/aquilo. De resto, cada um educa os filhos como bem entender.
    Meias pelo joelho, estando tempo para isso, gosto de ver.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Porquê a questão do "ele" (perguntou porque me soa mal, quando digo corrijo como se tivesse dito uma asneiras, mas não sei porquê. Devo ter levado um raspanete algumas vez e ficou...)

      Eliminar
    2. Eu também não gosto do "ele". E traje mais cerimonioso é com meias pelo joelho. Não vivemos no Alasca e as casas estão aquecidas.

      Eliminar
    3. O tratamento dos pais e avós na terceira pessoa era um hábito antigo, há 50 anos ninguém tratava os pais por tu. Permaneceu na geração de 70 nas pessoas mais conservadoras (e fora das grandes cidades) e permanece até hoje nas classes sociais mais altas, em que existe um comportamento social mais conservador. Como em tudo o resto, também aqui as pessoas que não pertencem a essas tais classes altas mas querem à viva força pertencer imitam e fazem o mesmo. É bastante simples de perceber. Eu pergunto-me em que planeta vive a maior parte das pessoas que aqui comentam. Ou realmente nunca por nunca saíram do ghetto ou são muito pouco observadores...

      Eliminar
    4. Lamento contrariar, mas o tratamento dos pais e avós na terceira pessoa não é um exclusivo reservado à classe alta. Vá a uma dessas aldeias que ainda existem ao redor de Lisboa (Sintra, Mafra e Loures têm várias), tire dois ou três minutos para conversar com a “plebe” e verá que o uso da terceira pessoa pelos filhos é ainda hoje bastante comum na conversação com os pais e avós. Em meios ditos rurais, esse tratamento na terceira pessoa é sinal de respeito e ainda acontece nos dias de hoje.

      Eliminar
    5. Na geração actual, crianças de agora? Não é essa impressão que tenho mas posso estar enganada.

      Eliminar
  17. E ainda há quem trate o pai/mãe por "senhor meu pai"/"senhora minha mãe"! Heheheheheh Mas, nem por isso terá mais respeito por eles do que eu pelos meus, que os trato por tu. ;)

    Meias pelos joelhos no Inverno? Tadinhos... O meu coração até se contorce...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Sempre lhe vou dizendo que nunca vi ninguém constipar-se pelos joelhos...

      Eliminar
    2. Pelos pés também não e não é por isso que as pessoas andam de sandálias no inverno.

      Eliminar
    3. Por acaso, pés gelados não fazem bem e dão a sensação de frio geral. Mas cada um com a sua, todos felizes.

      Eliminar
  18. Não gosto do tratamento na terceira pessoa entre pais e filhos, precisamente porque acho que não tem nada a ver com a educação.
    Quantas vezes vemos o pequenino Salvador a portar-se como um selvagem, com sua mamã supé-tia a correr atrás dele, gritando-lhe na terceira pessoa, equilibrando a sua mala Cavalinho numa mão e tentando não se desconjuntar nos saltos altos, numa figura absolutamente ridícula?
    O "você" não garante nada e, a meu ver, parece um pouco pedante se acompanhado de outros novo-riquismos, sim, mas respeito quem opte por o fazer por convicção, não para tentar "parecer", simplesmente não é algo que vá algum dia praticar, nem instigar.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Rosa,
      Na verdade acho que esse tratamento não é exclusivo dos "Salvadores"... Pelo menos vejo isso por todo o lado, se pensar nas crianças que conheço, metade tratam os pais na terceira pessoa. E nem todos são Salvadores...

      Eliminar
    2. Tem sem dúvida a ver com os círculos sociais onde se vive. À minha volta nenhuma criança trata os pais na 3ª pessoa e eu entendo bem porque razão isso acontece. Não sou descendente de nenhuma família de nome da nossa sociedade e (Deus me livre) não me dou com novos ricos e gente pedante. E atenção que o Graças a Deus refere-se à segunda categoria de gente, não à primeira. Já privei com ambos os mundos e sei muito bem distinguir a diferença... e é muita. Ao primeiro grupo pertence quem nasce ao segundo pertence quem quer (outros dirão quem pode...mas não é bem assim, é mesmo mais quem quer e faz por isso).

      Eliminar
    3. As crianças tratam a mãe como querem e são ensinadas, toda a gente sabe que não é assim que se vê a educação.
      O mesmo não se pode dizer da forma como tratam os outros familiares e mesmo os desconhecidos.
      Mas... fui bem? Isso é que eu achei estranho? Que raio de frase :P

      Eliminar
    4. Tive conhecimento deste blog hoje, e infelizmente é mais do mesmo. Agora é moda. Qualquer pessoinha escreve sobre tudo e acha-se uma sumidade sobre tudo e todos. Que tristeza. Você deve ser mais uma "pipoca", loura pintada, de cabelos compridos, casaco de pêlo, saltos altos e mala de "marca".
      Tenho 51 anos e trato os meus pais por você e todas as pessoas mais velhas do que eu. Nada tem de pedante, os meus pais eram operários. Era sinal de respeito, entende sua douta sumidade? Agora é que é moda tratar toda a gente por tu despudoradamente. Parece que toda a gente se conhece de longa data e somos todos íntimos. Nada de mais errado. Cada macaco no seu galho. Por muito que esta geração queira mostrar que é muita avançada, existem valores que são intemporais. Pedantes são vocês que se vestem todas de igual, que falam todas com o mesmo tom afetado, que se degladiam nos blogs e que depois de espremidas não deitam nada!
      Novo riquismo é o que você tenta demonstrar com este post tremendamente triste e pobre. É um blog a não voltar.

      Eliminar
    5. Esse "você" é para mim? É que se é esse comentário não faz o menor sentido. Eu sempre tratei os mais velhos na terceira pessoa.
      (já o você, é raro usar...)
      Que 2015 lhe traga sagacidade e capacidade de interpretação.

      Eliminar

Os comentários são da exclusiva responsabilidade dos comentadores.
A autora do blog eliminará qualquer comentário que ofenda terceiros, a pedido dos mesmos.