quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Coisas que os mais pequenos sabiam fazer no final do 3º ano do ensino básico

Formar ditongos.

(são mesmo inteligentes, caramba!...)

22 comentários:

  1. Na aldeia da minha avó havia uma senhora que nunca aprendeu a ler (havia mais do que uma, mas foquemo-nos nesta). Essa senhora quase rebentava de orgulho de cada vez que a sua filha ia ler à missa. Virava-se para as vizinhas e dizia "lê tão bem, a minha menina". Mesmo com tropeções, mesmo lendo "epistóla" em vez de "epístola", a menina haveria de ler muito melhor do que a mãe alguma vez o faria. E se uma mãe não tiver orgulho nos filhos, quem terá?

    Marta

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    1. Orgulho nos filhos pode ser um excelente sentimento, mas daí a pensar-se que os outros deverão sentir o mesmo que nós em relação a quem lhes não é nada vai a distância que separa aqueles que têm noção da realidade e os que imaginam que o mundo gira à sua volta.

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    2. Claro que sim, Marta. Orgulho das coisas que eles alcançam com esforço, Que lhes custaram mesmo a atingir. Sem qualquer dúvida.

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  2. Pipocante Irrelevante Delirante27 de novembro de 2014 às 11:06

    Uma pista?

    O mordomo, na sala de jantar, com um candelabro?

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    1. A culpa é sempre do mordomo. Só faz cocó, ele.
      (isto soa meio esquisito, mas tenho aí uma anónima implicativa que não me deixa dizer merda, diz que é de uma finura e não sei quê...)

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  3. Pipocante Irrelevante Delirante27 de novembro de 2014 às 11:37

    Sou só eu que acho que a grande diferença entre crianças e gatos (ou cães), é que os primeiros são educados, e os segundos são treinados?

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    1. Não. As crianças nascem selvagens. Se as deixássemos, faziam xixi atrás das árvores e comiam com as mãos.
      (agora é só esperar que apareçam aí as donas Joaquinas aos gritos...)

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    2. Pipocante Irrelevante Delirante27 de novembro de 2014 às 14:42

      É que tenho visto p'raí uns comentários sobre petizes que sobem a árvores e tal, e contrapõem que o gato da casa faz o mesmo, logo é desculpável o comportamento, presumi portanto que ambos os dois (*JJ*) fossem equiparáveis, em termos de educação e desenvolvimento cognitivo e social, e pronto, era só isto, fui para aqui colocando umas vírgulas só para dar um jeitinho, que não tenho hoje tempo e/ou paciência para uma boa pontuação.

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    3. Não sei porquê a referência à D. Joaquina. A maior fanática dos animais que vejo aparecer na sua caixa de comentários é a sua amiga S*.

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    4. Dos animais. Não das crianças. Ora, eu digo que as crianças nascem selvagens, quais animaizinhos...

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    5. Pipocante Irrelevante Delirante27 de novembro de 2014 às 15:30

      Já os Xutos o diziam...

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    6. PID, quais Xutos, os Delfins!!!

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    7. Pipocante Irrelevante Delirante27 de novembro de 2014 às 15:52

      Queria dizer Resistência
      Porra
      delfins, que m$%# é essa? Não conheço, nunca comi.

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    8. PID, Resistência já comeu!? Olhe é da mesma família!

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  4. Respostas
    1. É: "Ua mãe cui nerves"! Não é, "maé". (Já que insiste nos regionalismos, faça-o correctamente.)

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    2. Obrigada anónima atenta ao meus enrres. Nan sei o que seria eu sem você... Em brasilheiro deve ser mais gire.
      Ou à moda do Porto. Num sei num.
      Poça ou será possa? Deslarga-me ...

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    3. Ó sua tonta (anónima) desde quando é que "mãe" é regionalismo? Não viste que é erro de escrita?

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    4. Se é assim todos estão com "erro de escrita".Se fosse acima do erro de escrita, teria corrigido "ua", "cui" "nerves",mas todos esses estão correctos (na expressão que se usa),o único que estava mal era "maé", na expressão o madeirense diz "mãe" mesmo, não há alteração.
      Está a ver porquê que disse que estava mal e a AvoGi até concordou, e agradeceu?

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    5. Ó AvoGi, mas que raio é que quer dizer "Kis"? Não será "Kiss"? Ou é kiss em madeirense?

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  5. Bolas, por momentos pensei que ias dizer que não sabemos fazer contas de dividir à mão.
    Se são só ditongos estamos fixes.

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