sexta-feira, 21 de novembro de 2014

A menina não percebe nada disto, pois não?

Os bons blogs, aqueles que realmente têm conteúdo interessante, nunca têm muitas visitas.

(a quem é que se pede licença para ter um blog irrelevante? Isso é que eu gostava de saber...)

52 comentários:

  1. O que é um "fashion blogue"? Em que língua está escrito?

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  2. Talvez o número de visitas, também esteja muito relacionada com a possibilidade de comentar com alguma liberdade e com a maior ou menor interacção, que por isso mesmo, se gera entre as pessoas, opinarmos e lermos as opiniões das outras pessoas. A Picante, por exemplo, permite isso, aprova comentários, que eu acho que se tivesse um blog não aprovava, era o que faltava era irem para o meu espaço insultarem-me, mas o que é certo, é que venho cá várias vezes, ver o que se anda a dizer por aqui, porque gosto muito de conhecer as opiniões alheias, mesmo quando não concordo minimamente. No seu blog, a Picante dá o mote e deixa-nos fazer o complemento como bem entendermos, de certeza que isso contribui para aumentar as visitas e não deixa de ser interessante.
    Depois, temos, por exemplo, blogs como o do Xilre, parece que entramos num mundo à parte, é mesmo bom, mas que, já há algum tempo, nos impediu a nós de chilrear com ele e portanto a pessoa vai lá lê o post e só regressa no próximo, portanto há com certeza uma diminuição do número de visitas, o que não quer dizer que não tenha também muitos visitantes, não vão é lá visitar tantas vezes por post, porque não há o estímulo de ler o que dizem as outras pessoas. Há muito mais exemplos, mas acho que assim deu para perceber o que quero dizer, acha que também pode ser por aqui Picante?

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    1. Cláudia, obviamente que também será por aí. As pessoas comentam e gostam de ter reacções aos comentários, às tantas acabam por ser os próprios comentários a gerar visitas.
      Eu tenho ali à direita três excelentes blogs, todos diferentes, que não aceitam comentários e às vezes nem lá vou exactamente por isso. Aborrece-me querer dizer qualquer coisa e não poder, a não ser via mail.
      Mas eu referia-me a conteúdos de qualidade. O Xilre, pegando no seu exemplo, mesmo quando tinha comentários deveria ter aí um quinto das visitas que eu tenho. Ele poderia escrever como eu. Mas eu nunca poderia escrever como ele. É mais aí que eu quero chegar.

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    2. A maçã de eva é outro exemplo. Já não deixa as leitoras comentar todos os posts parece que estamos na escolinha. Só opinamos quando levantamosca mão e nos dão autorização para falar. Isso não. Aí perde-se muita interacção e piada.

      Cláudia

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    3. Picante, não fui eu que fiz o comentário das 06:23, não é que não existam muitas Cláudias na terra, mas como este está colocado a seguir a um comentário meu, achei por bem esclarecer.

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  3. A sua primeira frase não podia ser mais verdadeira.

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    1. Excepto no título, a verdade é que a rapariga fez um excelente trabalho com a marca. Mas aquele blog é diferente talvez apenas a Sónia Morais santos se lhe chegue perto.

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  5. Pipocante Azevedo Delirante21 de novembro de 2014 às 21:13

    Moral da história: pensem bem antes de abraçarem a carreira de bloggers. E de gastarem dinheiro em cursos.

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    1. Tiros nos pés são mais que muitos. Excelente coment.

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    2. É, não é? Achei a contradição brilhante.
      ahahahahahahah

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  6. Querida Picante, conte sempre com a minha visita ao seu blogue. Nem sempre comento, mas leio sempre os seus posts. Acho-a sempre muito coerente, mesmo podendo não estar de acordo com alguns dos seus posts.
    Não a conheço, mas sinto uma grande empatia por si.
    (Quanto ao assunto das árvores de natal, depois conto-lhe como foi em minha casa com o meu neto de catorze meses).
    Bom fim- de-semana.
    Beijinho.

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    1. Querida Pê... Muito obrigada, um excelente fim de semana, também para si,

      (um dia faço um post mesmo sério sobre parentalidade, as árvores são de somenos importância, elas foram só a concretização da coisa)

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  7. Esse link que tens ai e' para lermos?
    Ai, nao, filha, tem la paciencia, nem com uma arma apontada a cabeça. Ja nao se aguenta!

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  8. Pipocante Azevedo Delirante21 de novembro de 2014 às 22:53

    Eu que nem tenho blog, ou blogue, ao ler este texto com menos vontade fiquei. É uma selva ali fora. Não consigo criar conteúdos inovadores e diferentes, que é o que mais se encontra pela blogosfera lusitana (umas falam de sapatos e vernizes, outras de vernizes e sapatos, uns de corrida, outros de running), e que como se sabe, é o ponto fulcral do sucesso, tanto no blogging, como na tv ou jornais.
    Assim sendo, e não querendo desperdiçar todo este talento para a escrita que Deus me deu e o Formador comprovou com a nota de A+ no seu workshop de hora e meia, decidi tornar-me um blogger mercenário. Vou vender os meus pensamentos e bitaites a quem oferecer mais, uma espécie de Homem sem Nome (http://en.wikipedia.org/wiki/Man_with_No_Name), que põe as suas pistolas ao serviço de quem pagar.

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    1. E que tal um workshop de "Como ser um comentador de sucesso?"
      Isto dos blogs é muito complicado, uma pessoa tem de se reinventar diariamente, superar-se, encontrar motivação para fazer mais e melhor, enfim... todo um rol de aborrecimentos.

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    2. Pipocante Azevedo Delirante22 de novembro de 2014 às 12:00

      é uma ideia válida...
      mas terá de ser algo tipo wizard of oz, que com a minha presença...

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    3. Uma aura de mistério. Excelente. Junte-lhe um tom arrogantemente condescendente e está feita a coisa.

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  9. Pipocante Azevedo Delirante21 de novembro de 2014 às 22:58

    Os blogs estavam a começar há 10 anos... ok...

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    1. Acho que se referia a Portugal. E em termos de massificação não deve andar muito longe disso.

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    2. Pipocante Azevedo Delirante22 de novembro de 2014 às 11:19

      O blog de charneira, Pipi, publicou o livro em 2003 (já lá vão 12), ainda nem este pessoal sonhava em ter um blog.
      Claro, a massificação de TER um blog terá começado mais tarde, proporcionalmente à disponibilidade de acesso a net, e inversamente ao custo (e também da chegada das plataformas de gestão).

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  10. Mas juntaram se lá todos ?? Não quero agoirar , adoro esta palavra , mas não lhes vejo futuro

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    1. Olha filha, é da maneira que só se estraga uma casa.

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    2. Eu só li duas ou três coisas. Achei muito extenso, não falo ideia com que regularidade serão os conteúdos actualizados mas pareceu-se um bocadinho confuso, saltei por uma série de links, às tantas perdi-me.
      (mas estive lá pouco tempo)

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    3. Pipocante Azevedo Delirante22 de novembro de 2014 às 11:20

      Aquilo é um bocado confuso, é. E não dá (dá??) para separar conteúdos novos dos actualizados. Em termos de escrita, é a atirar para o básico. Mas deve haver quem goste.

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  11. Um à parte para as feministas, assim que vi isto lembrei-me do que se tem passado aqui nestes últimos tempos:
    http://www.memecenter.com/fun/4154623/comon-people-learn-it-already

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    1. Sinceramente? Eu estava convencida que era um bocado isso. Mas mudei de ideias, agora acho mesmo que é falta de visão. A intenção até pode nem ser má, centram-se de tal modo na árvore que lhes é impossível ver a floresta.
      Mas não é com vinagre que se apanham moscas, assim é difícil ganhar causas.

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  12. Esta ainda se aplica melhor "feminazi - whining on the internet"
    http://rs2ci.memecdn.com/282/5767282.jpg

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    1. caro anónimo, porque odeia tanto o feminismo? sabe que o feminismo defende a igualdade de direitos entre os sexos e não a castração de todos os homens à face da terra, não sabe? pronto, pronto, não chore, as feministas não lhe fazem mal. Meta-se mas é na vida das outras pessoas e na forma como montam a árvore de natal, isso sim, um assunto digno de ser discutido.

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    2. Correndo o risco de estar errada, não me parece que o problema seja o feminismo e sim o modo como algumas pessoas o abordam. Acusando e impondo, em vez de agregar e sensibilizar.
      Pegando em bizarrias, como seja uma camisa de mau gosto, e fazendo disso um drama. É isso que irrita as pessoas. Pelo menos irrita-me a mim.

      Quanto à porra da árvore, olhe... é ir à resposta que dei acima.

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    3. impondo? então andam a enfiar o feminismo pelas goelas abaixo e eu nao reparei? não deve ser em portugal, de certeza, cá ainda somos muito amigos de bater em gajas. até abriram aquela barbearia onde proibem entrada a mulheres. não tou a ver esta sociedade muito feminazi, não.

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    4. Andam. E eu disse algumas pessoas, não disse todas. Acontece que essas pessoas são de tal maneira aborrecidas e arrogantes que afastam as outras. Hoje em dia ouço a palavras "piropo" e tenho vontade de desatar aos gritos.

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    5. E olhe... Essa da barbearia é outra. Quantas mulheres terão entrado, uma única vez numa barbearia? É grave, por acaso? Não é. Mas não perdem ocasião de fazer barulho. Aborrecidas, caramba.

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    6. São os princípios subjacentes às acções, Picante... Você tanto fala daquilo de ver a árvore em vez de ver a floresta, não é que incorre exactamente no mesmo? Essa da barbearia é um óptimo exemplo: não é o acto de vir a entrar ou não alguma vez na barbearia que está em causa, é o não poder entrar por ser mulher, negar-lhe algo apenas por ser mulher.
      Tal como aquela coisa da autonomia e independência no feminino: há mulheres que até preferem ser donas de casa, mas por opção em detrimento de uma outra carreira, uma carreira que elas decidiram não seguir, por vontade própria, não porque lhes fosse negado. O direito de opção, tendo em conta as possibilidades válidas (que deveriam ser todas, não negadas pelo homem).

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    7. Está certo. O princípio é cretino e está profundamente errado. Acontece que aquilo foi uma provocação básica, feito única e exclusivamente para dar que falar. Foi uma manobra de marketing. Dar tempo de antena e fazer disso um cavalo de batalha é estupido, na minha opinião, claro.
      Quanto ao artigo do Saraiva, eu não interpretei a coisa assim. Obviamente que o direito à escolha é bom e tem de existir. Era o que mais faltava. Ele apenas pergunta se serão mais felizes agora. E eu acredito que muitas não serão, porque além de terem menos tempo para os filhos, agora fazem ao fim‑de‑semana o que faziam durante a semana. Com a agravante de trabalharem fora de casa a semana toda.
      O homem só peca por não ter dito que falava da classe média e media-alta (porque os pobres sempre trabalharam).
      A mulher ter saído de casa teve efeitos nefastos na família e abanou casamentos, é muito mais fácil hoje dizer um "não estou para te aturar", claro que também há o reverso, não ter de aturar só por questões financeiras.
      Se me perguntar se eu preferia viver nos anos 60, não. Eu prefiro poder escolher. Mas não posso negar que a escolha trouxe impactos negativos. Acho que trouxe.
      Daí que a coisa não me tenha ofendido. Foi só uma pergunta à qual respondo. Sim, estamos melhor. Algumas mulheres serão mais infelizes, ainda assim estamos melhor porque podemos escolher (quem pode, mais uma vez só os mais ricos têm esse luxo)

      (Tm. É capaz de ir com erros...)

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    8. Eu, anónima que meteu aqui os links não tenho nada contra o feminismo mas tudo contra o que é retrado no link - que lá denominam de feminazi. E acho o termo mais que apropriado.

      Eu sou a favor da igualdade, dos direitos iguais para as pessoas sejam elas homens ou mulheres, dos direito das crianças (que inclui o direito ao amor e à educação) e por aí fora.
      Sou contra extremismos sejam eles religiosos, ideológicos ou simplesmente pela estupidez e teimosia de alguns.

      Sempre me considerei feminista e continuo a sentir dessa mesma forma, no entanto, detesto a forma como a dita pessoa tem gerido as coisas, a forma como afasta todas as pessoas e ridiculariza uma luta que começou há muitos anos - pela igualdade. Tivessemos nós todos sido representados por gente assim na demanda pela igualdade e acredito que hoje só haviam umas 3 ou 4 pessoas no mundo inteiro a concordar com a igualdade dos direitos ou até com o facto de as mulheres serem tão competentes como os homens. Aquilo ali é simplesmente "whining on the internet" e afastar tudo e todos.

      Aliás vá lá ler o que diz e diga-me se realmente se identifica com ela, se se identifica com as feministas ou com as feminazis.

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    9. "São os princípios subjacentes às acções, Picante... Você tanto fala daquilo de ver a árvore em vez de ver a floresta, não é que incorre exactamente no mesmo? Essa da barbearia é um óptimo exemplo: não é o acto de vir a entrar ou não alguma vez na barbearia que está em causa, é o não poder entrar por ser mulher, negar-lhe algo apenas por ser mulher."

      Está a ver? Incorre naquilo que eu chamo de feminazi.
      Alguma vez as feministas, que lutam por direito de igualdade, se revoltaram porque naqueles ginásios exclusivos para mulheres não podem entrar homens? Pois.
      A sério, vamos às coisas importantes? Que tal gastarem o tempo a ajudar as causas que pretendem acabar com a escravatura sexual, que estão engajadas em terminar com a submissão das mulheres em culturas patriarcais tal como a muçulmana, que estão a lutar contra a mutilação do clitóris em crianças porque a mulher não tem direito ao prazer nessas culturas...
      É a tal coisa das árvores e da floresta. O importante mesmo é entrar numa barbearia ou bater o pé e fazer birra sem saber dialogar ou sequer exprimir-se em condições, como foi o caso do piropo em vez de lhe chamar assédio e distinguir desde logo as coisas. Claro que, para isso, era preciso saber dialogar e argumentar.

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    10. Já li, tem razão. Ela impõe a sua visão de um mundo sem homens e incita à castração colectiva, é isso que dizem os seus posts extremistas. Ainda bem que me alertou, agora que fui ler com os seus óculos especiais é que vi realmente que o que defende é abominável. Obrigada.

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    11. Eu acho uma piada a isto, a sério que acho. Onde é que ser-se contra o assédio verbal é ridicularizar-se a luta pela igualdade e não uma parte dessa mesma luta pela igualdade?

      "whinning on the internet"? falar das coisas é "whinning"? acho que vocês vêm o que querem ver, não o que lá está escrito e levam a embirração pessoal ao ponto de distorcer o que é dito.

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    12. Bem, se calhar sou eu que não sei ler, mas desde o primeiro post sobre o "piropo", denominação dada pela comunicação social à causa, que a blogger criticada afirmou repetidamente, em vários posts, não concordar com o termo e sim com assédio. É só ir lá ver e ler. Mas é mais fácil afirmar uma coisa sem constatar se é verdade, coisa muito comum aqui neste blog.

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    13. Sim, é verdade. Mas faz um drama a propósito de um "ó boa". Eu acho que é só falta de educação.
      Diz que as mulheres andam permanentemente constrangidas por causa do assédio e dos ó boas, desta vida. Eu não vejo isso em lado nenhum.
      Mas sinceramente, esta conversa do piropo já me traz náuseas, não sei que mais possa acrescentar que não tenha já sido dito.

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    14. Lá está a picante a generalizar abusivamente "faz drama de um ó boa"? Faz? Faz mesmo drama? O que é para si fazer drama? A própria picante admite que é falta de educação e incomodativo, qual é a grande diferença exactamente?

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  13. Assim sendo, porque trabalha tanto para o blogómetro, Picante?

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    1. Ora.... Para ver se tenho um blog de sucesso, com publicidade encapotada, fotografias de crianças, cremes e fins de semana e isso... Por que outra razão setia? Não deve ser para me divertir, pois não? É que isto dá cá uma trabalheira... Ui, ui.

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    2. Não tarda nada a picante está a receber convites para escrever nos grandes jornais. A sua escrita inteligentemente mordaz certamente iria fazer sucesso. E não, não é bajulação, sinceramente este é o blog que mais gosto de ler. E não precisou de fazer curso, n´est pas?

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    3. Afagos ao ego, Carla?

      (obrigada e bom fim de semana, fez-me sorrir, apesar de estar enganada, eu escrevo medianamente, tenho uma resposta rápida e algum sentido de humor. Há quem aprecie isso)

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    1. Ao que percebi trata-se de um blog que não seja verdadeiramente inovador. Que seja mais do mesmo. Suponho que isso abranja 95% dos blogs, não sei...
      Mas nada como ir directamente à fonte e perguntar. Aquilo aceita comentários.

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  15. gostava de saber se ela pensa isso, daquelas bloggers que estão com elas em eventos e ninguém conhece de lado nenhum.

    ela anda cá há muito tempo, como outras pessoas. Até há bem pouco tempo serviam-se umas das outras, colocavam fotos e assim havia divulgação de blog em blog. Ela agora só tira com aquelas que tem mais sucesso, agora ser amigas é ser mais selecta

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    1. Por acaso não me recorda de a ter visto mudar a postura.

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  16. Já cá estão 48 comentários, mas eu ainda escrevo mais um.
    Fui ler a crónica da Ana Garcia Martins. Tentei escrever lá um comentário, mas pediam-me para fazer login e eu desisti. De qualquer forma, acho mais interessante (relevante não será) fazê-lo aqui.
    Para mim um blog é relevante se o for para pelo menos uma pessoa, mesmo que essa pessoa seja o próprio blogger.
    Diz a autora da crónica que "dos fracos não reza a história". Bem, se a história tivesse de rezar sobre toda a gente, ter-se-iam esgotado as árvores do planeta na produção do papel para a reza, muito antes de haver internet (que as poupa, felizmente).
    E, afinal, os blogs não ocupam espaço, portanto não vi assim uma grande relevância naquela crónica.
    Boa semana, Picante.

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    1. É uma crónica um bocadinho para o arrogante, um bocado ao género "escusam de tentar ser eu".
      E sim, concordo consigo, basta que o autor ache relevante para que o blog faça sentido, suponho que ela se estivesse a referir a quem quer viver do blog. É capaz de não ser assim tanta gente, não sei...
      Boa semana, Susana!

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