quarta-feira, 29 de outubro de 2014

No fundo, no fundo, sou uma feminista

Um dos juízes do Supremo é uma mulher, uma juíza, portanto. A meritíssima doutora juíza, acha que a partir dos cinquenta anos as pessoas não precisam de sexo. E acha também que, sendo os filhos da queixosa em questão já adultos, a queixosa, a quem custa sentar ou andar, para além de não poder ter sexo, já só tem obrigação de desempenhar as tarefas domésticas para o marido. 
A meretíssima senhora doutora juíza deve ter uma vida de trampa.

26 comentários:

  1. A senhora Meritissima Senhora não deve ter vida sexual ativa, vai daí, pensa que as outras pessoas também não podem ter...
    Que cabeçinhas tão tacanhas...que tristeza..
    Sílvia Vale

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  2. A Picante sabe bem que isso não é ser feminista.

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  3. A meritíssima doutora juíza é uma imbecil.

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  4. Hoje? Só hoje acordou para este assunto? Isto tem barbas, senhora!

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    1. Como barbas? Li a coisa no fim‑de‑semana. Eu agendo os posts. Pensais o quê? Que isto é o sapo noticiais?

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  5. Pipocante Azevedo Delirante29 de outubro de 2014 às 17:12

    Tem filhos, por isso "tem a vida feita".

    No sexo

    Imaginemos que começou aos 18, terá 53, o que dá 35 de valente actividade coital.
    35 anos, cada ano vamos estabelecer um limite de 21 dias úteis de pírafo por mês, sendo que 1/3 desses dias o acto é repetido. Ou seja, 21*1/3 * 2 + 21*2/3*1 o que dá um volume de pinocada mensal de 28. Fazendo contas, 28 * 12 * 35, enfim, é fazer as contas.
    Isto já desprezando o factor que provavelmente entre os 25 e 30 anos, com casa própria e na flor da juventude, o total deverá ser superior, quiçá em redor dos 43%, e, e, fazendo de conta que a senhora era de um homem só e não era aviada por mais que um macho, o que por si só aumenta a probabilidade de inflacçãa deste números.
    Posto isto, e recorrendo a linguagem jurídica... se não f###u até agora, já não vale a pena pensar muito nisso.

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    1. Pois e' a partir, mais ou menos, dessa idade (menopausa) que as mulheres começam a ter ainda mais prazer no sexo, uma vez que a preocupaçao de engravidar deixou de existir. Tirando isto, que esta cientificamente documentado, nao entendo mais nenhum raciocinio.

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    2. Deixe-se de histórias, PAD. Ninguém com dois filhos, que ainda tenha de tratar das "coisas do marido" dá vinte e um pirafos por mês, é impossível.

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  6. Picante, o Mestre das notícias em última mão é o POC.
    Veja lá isso.

    (;))

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    1. Ora, Rosa, isto não passa de uma técnica, no fundo apenas quero convencer as pessoas de que sou muito ocupada e não tenho tempo para o blog...

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  7. A meritíssima doutora juíza é uma frígida seca!

    www.moncloset.com

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  8. Só discordo na idade. A partir dos 40 já não dá nada. Volta-se às revistas da adolescência para não maçar o cônjuge. Aos 50 já deve parecer um quebra nozes, com a artrite e outras maleitas. Depois é o contribuinte que paga.

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  9. Picante, tu dizes isso porque ainda não chegaste lá. Vais ver quando chegares aos 50, mesmo que queiras, já ninguém te acha graça. Já ouviste falar nas mulheres invisíveis (que ninguém nota)? E não é aos 50, a partir dos 30 e muitos já despertas pouco interesse (e eu sei do que estou a falar).
    Os únicos que mostram algum interesse na coisa são os velhos de 70 para cima. Mas quem é que quer dedicar-se a essas atividades com senhores dessa idade?
    E não são só as solteiras que não comem nada. Às casadas, os maridos põem-lhes os c*rnos (a pagar) com moças mais novas, ou então andam a comer a vizinha ou a colega de trabalho e não ligam nenhuma à mulher.
    Sabes o que te digo? Vai-te preparando.

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    1. É uma pena não saber que o sexo tem muito mais a ver com o cérebro que com o corpo, no dia em que perceber isso será muito mais feliz.

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    2. Bem, eu já vou nos 41 e não noto nada disso que a anónima diz, bem pelo contrário!!!! Comecei a ouvir mais piropos e a ser mais assediada a partir dos 30, altura em que fiquei mais madura, mais segura de mim, mais certa do que me fica bem e do que me fica mal. Também o sexo melhorou muito nessa altura. Aos 41, e mãe de 3 filhos, continuo a ser admirada tanto por homens da minha idade, como mais novos! Mais que o aspecto físico, o que chama mesmo a atenção dos outros é a nossa atitude, a nossa forma de sermos e estarmos, ou seja, aquilo a que muitos chamam de "charme". Vejo muitas senhoras de 60 anos ainda todas charmosas e frescas, e acredito que, na sua intimidade, ainda são capazes de dar e ter muito prazer. Se a anónima não está a conseguir obter a admiração do sexo oposto olhe bem para si e veja o que está mal. Corrija-se, renove-se!

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    3. "É uma pena não saber que o sexo tem muito mais a ver com o cérebro que com o corpo, no dia em que perceber isso será muito mais feliz."- Mas o que é que tu queres dizer com isto? Que pensas muito em sexo, mas não fazes nada?
      E quantos anos tens? Já estás nos 50? Se não,não me venhas com tretas. Quando chegares lá,percebes.


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    4. Lita,
      Ora muito obrigada. Com 41 também eu ainda despertava a atenção. Daqui a mais dez falamos.

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    5. Anónima, na minha opinião, isso que diz apenas faz sentido se andar à procura de sexo fortuito. Se falarmos de uma relação a coisa será completamente diferente.

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  10. Anónima, não vou publicar, desculpe.
    (chamaram-me a atenção para isso, eu vi, ao que parece vieram paletes, charters mesmo, de todo o lado para ver o case study, santa paciência...

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  11. Não li o acórdão , só conheço o que vem nas notícias. Só queria chamar a atenção para um pormenor: sabe se a juíza em causa fez parte do colectivo que julgou o recurso? É que o STJ trabalha por secções e pode dar-se o caso de a juíza não estar envolvida na decisão. É irrelevante para a questão de fundo mas pode alterar o sentido da crítica feita neste post.

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    1. Eu também não li o acórdão, li uma ou duas notícias sobre o assunto. Mas por acaso, antes de ler sobre o caso, este tinha-me sido relatado por uma advogada. O que me disse foi que quem escreveu o acórdão foi uma mulher e dois homens. Assumi como bom.
      (obrigada)

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    2. Já li. Confirma-se o acórdão é do Supremo Administrativo e foi julgado por uma juíza. A indemnização por danos morais foi reduzida porque a autora já tinha problemas prévios à operação que a impediam de ter uma vida sexual normal ( este argumento faz sentido na avaliação da responsabilidade pelo dano). O argumento da idade também foi invocado nos exactos termos que li nas notícias. Este argumento é inqualificável, poderia ser usado à contrário para agravar uma indemnização de uma pessoa mais jovem, com o fundamento que objectivamente teria mais anos de padecimento. A forma como este acórdão termina ê absolutamente lamentável. Dou sempre o desconto àquilo que vejo nas notícias, mas neste caso, confere. Ê uma coisa meio taliban

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    3. Os juízes deveriam ter um exame de bom senso obrigatório. Saber interpretar a lei não basta.

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