terça-feira, 7 de outubro de 2014

E por cá as feministas continuam ofendidas com os sexistas do piropo...

Vejo que o Estado Islâmico ocupou mais uma cidade estratégica, na fronteira com a Turquia, continuam a recrutar europeus para a causa deles, estudam nas nossas universidades e recusam-se a adoptar o nosso estilo de vida, pelo contrário, somos nós que, em prol da democracia e liberdade religiosa, lhes damos a hipótese de estudar o Corão e de não comer carne de porco, até em colégios católicos se abrem excepções para a dieta dos muçulmanos, caramba. Construímos mesquitas, deixamo-los usar o véu, sabemos que continuam a mutilar crianças na Europa, que alguns mantêm as suas quatro mulheres, enquanto eles, do alto da sua arrogância, continuam a perseguir cristãos, a queimar igrejas, a olhar para as ocidentais como se fossem pouco mais que um monte de esterco. Parece-me bem, parece-me mesmo muito bem, há pouco tempo ouvi, num documentário da bbc, um desses fanáticos a falar, dizia ele que mais tarde ou mais cedo tomariam a Europa, que cinquenta por cento da população de Bruxelas já era muçulmana, que tinham tempo e a única maneira de contrariar isto seria os próprios dos ocidentais tomarem, eles próprios, quatro mulheres e terem filhos. E se formos a França, ao sul de Espanha ou a Londres a situação é idêntica...
E o pior é que se continuarmos impávidos e serenos, a proteger a liberdade religiosa e de expressão, de quem não nos respeita, mais... de quem nos despreza, é mesmo isso que vai acontecer, a prazo, as feministas do piropo podem pensar em começar a preocupar-se com a Sharia. Mas eu acho bem, acho mesmo muito bem, afinal não estarei cá para ver, as nossas netas que se lixem, pois não é?

76 comentários:

  1. Mas as feministas do piropo não se podem preocupar a par com isto? Ou uma coisa invalida a outra Picante?

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    1. Obviamente que podem. Posso perfeitamente ser eu que não leio as coisas certas. Mas ouço pouca gente a falar sobre deste assunto. E preocupa-me.

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    2. Eu preocupo-me com a questão do assédio verbal (chamar-lhe piropo invalida e descredibiliza todo o assunto) claro que não faço disto uma prioridade, claro que há imensos problemas muito mais importantes e prioritários, mas mesmo assim não acho que isto deva ser posto de lado.
      E acho que o problema de todo este assunto são os extremistas, feministas ou não que conseguem estragar e denegrir todo o trabalho que tem sido feito, que se debatem e focam toda a sua energia com o "piropo", que não se preocupam em ir ao cerne da questão, e os media, que ultimamente mais parecem todos do grupo Correio da Manhã.

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    3. Terá toda a razão. Se for honesta, o assédio, ou a boca ordinária, também me incomoda. Acontece que quando ouço algumas pessoas falar, a dizer que a mulher é uma pobre vítima, sempre com medo de sair à rua e ser agredida, única e exclusivamente pela sua condição de mulher, fico tão irritada que, se tiver de escolher um lado, quase o defenderei.
      É incomodativo, não é o fim do mundo.

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  2. Netas, Picante? Eu já me preocupo pela minha filha...

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    1. Ela ainda há-de poder escolher com quem quer casar, há-de poder estudar e trabalhar. Talvez não possa andar de mini-saia aos cinquenta mas isso até nem é mau de todo...

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  3. Pois digo-te já que não estás sozinha. Estou também em pontas com esta situação. Cheia de medo que isto se alastre sem limites. Acho mesmo que ninguém sabe bem a dimensão desta barbárie e da dimensão dos tentáculos desta gente fanática e assassina.
    Não sei já o que pensar sobre tudo isto, este terror. Acontece-me muitas vezes ficar a tirar ilações heróicas para acabar com isto. Acabo sempre muito tolhida, muito encolhida, sem saber em que pensar.
    Sinto-me totalmente inútil.
    A menos que acabem com todos os muçulmanos, numa guerra sem precedentes, havemos de sofrer.
    O pior é que também os nossos filhos lá estão. Portugueses, europeus, caçados na ignorancia tão funesta do fanatismo religioso e anti americano.
    Resta-nos o Obama. E depois todos os outros farão o que tiverem de fazer.

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    1. Por vezes, a única maneira de lidar com a intolerância é ser tangem intolerante.
      Era acabar com as mesquitas cá, enquanto não houvesse igrejas lá; acabar com o véu cá, enquanto não houver mini-saia lá; restringir entradas, prender quem mutila as mulheres, prendê-los por bigamia; e assim por diante.
      (e largar umas valentes bombas nos territórios do EI, sem dó)

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    2. "A menos que acabem com todos os muçulmanos"...
      Sugeria gaseá-los com monóxido de carbono, ah espera, já se lembraram disso... (e não me venha com o discursosinho das "circunstâncias" diferentes). Juro que não queria comentar nada, nem comentei quando li o que escreveu sobre o holocausto, -sabendo o que a casa gasta..., - mas não resisti, afinal sou humano, ainda, e por mais motivos que pudesse enumerar não vou dizer que as pessoas néscias deviam ser todos mortas, sob pena de os nossos netos virem a nascer atrasados mentais...

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    3. Parece-me que são maneiras de falar... Eu conheço vários muçulmanos, gente que encara a religião moderadamente.
      Os fanáticos são semore gente muito perigosa. Muçulmana ou não.

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    4. Anónima, pardon my french. Mentecapta é a real puta que a pariu.
      Eu não falei em exterminar ninguém. E sim, o post é sobre muçulmanos, ou sobre o seu fanatismo.. Para a próxima falo sobre vacas, a ver se se sente incluída.

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    5. A picante não falou em exterminar ninguém,mas como ainda podemos usufruir da liberdade de expressão eu falo acerca disso. Sim, por mim podiam exterminar esse povo, não se perdia nada. Sou radical? Sou porque eles também o são. Exterminar todo um povo implica exterminar pessoas inocentes? Implica e temos pena porque quando eles se armam em bombistas suicidas e matam inocentes então que se lhes faça o mesmo. Olho por olho, dente por dente. Há assuntos que me dão nervos e este é um deles. E sim, concordo em tudo com a picante (coisa que nem sempre acontece).

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    6. A ironia foi a senhora sentir-se incluída na classe dos néscios quando me dirigi, não a si, mas à Uva... O que eu disse apela à relação entre o comentário da Uva aqui e o post que a mesma escreveu no seu blogue sobre o Holocausto. Lamento que não tenham percebido, mas posso voltar a explicar: simplificando, a Uva comove-se imenso e muito se revolta com o holocausto, diz-se incapaz sequer de aceder à compreensão do que possa ter levado aqueles seres humanos à prática do extermínio em massa, recusa que alguma circunstância sirva tal propósito,etc, etc. Porém, passados minutos, vem aqui e afirma que os muçulmanos deviam ser todos mortos... (olhem, não me apetece dizer mais nada)

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    7. Anónimo das 19.47, o meu destempero não era dirigido a si mas si a um outro anónimo que apareceu aqui com um insulto, e cujo comentário eu não publiquei.

      Eu percebi que não se dirigia a mim, quando intervim e disse que devia ser uma maneira de falar, fi-lo por ter assumido que a Uva estaria a generalizar e a englobar todos os muçulmanos na categoria dos fanáticos suicidas. Não são, há muitos muçulmanos que vivem a sua religião tranquila e moderadamente, não me pareceu que a Uva estivesse a defender um genocídio.

      De todas as formas peço desculpa pelas minhas palavras, desci ao nível do outro anónimo mal educado, não é meu hábito e nada o justifica.

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    8. O Obama? O Obama é um deles. Quanto aos portugueses que lá estão, espero que lhes rebente um obuz em cima da cabeça. Traidores de m*rda!

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    9. Chego sempre atrasada a estes desenvolvimentos.
      Quero apenas concretizar a minha frase sobre os muçulmanos, que parece que suscitou dúvidas (absurdas) ao Sr. Anónimo.
      Sim.
      Acabar com eles (os terroristas, fanáticos, assassinos) todos, para esta ameaça acabar. Não expressei que queria ou deixava de querer, assim ou assado, cozidos, gaseados ou fritos, expressei uma coisa subliminar, que foi, 'a menos que'. O ‘a menos que’ é um suposição, não é um querer pessoal.
      Agora nas entrelinhas: a menos que acabem com todos os muçulmanos envolvidos nesta barbárie, as células terroristas, e uma vez que as gerações futuras estão já impregnadas de ódio e de fábulas sobre Alá, vamos sofrer todos. E vamos sofrer porque o propósito desta gente assassina é controlar, subjugar e exterminar todos os que não se submeterem aos ideais muçulmanos. E é isso que estão a ensinar aos filhos.
      Sr. Anónimo, com todo o respeito que me merece, quer que lhe diga? Esta m** é igualzinha ao Holocausto. Dê-lhes tempo.
      Como é que acabámos com o Holocausto? Acabámos com eles. Não foi com todos, porque alemães (como muçulmanos) havia muitos e bons, mas foi com os Nazis.
      Obviamente que a vida humana é para mim o bem mais precioso, e que sou contra qualquer tipo de guerra, mas se desatarem a matar (como matam) os meus filhos, a minha família, os meus patrícios, podem mesmo querer que metia a K7 ao pescoço e alistava-me nas fileiras. E perante a decapitação de um filho, caro anónimo (olhe, não me apetece dizer mais nada).
      Picante, desculpa o abuso.
      O meu post sobre o Holocausto não devia ser para aqui chamado.

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    10. Não é abuso nenhum, eu interpretei o comentário anterior, exactamente assim. E subscrevo tudo. Integralmente.

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  4. Corrigir o presente, da maneira correcta, para melhorar o futuro enquanto ainda existe tempo para isso!

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  5. Concordo tanto mas tanto com a sua reflexão Picante! Bem haja

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  6. A explosão demográfica muçulmana conquistará a Europa? Prospect 26/04/2010 - 00h01 | do UOL N Eric Kaufmann
    Eloise De Vylder
    O vídeo de sete minutos “Demografia Muçulmana”, disponível no YouTube, teve um sucesso estrondoso na internet em 2009, atraindo mais de 10 milhões de hits. Ele mostra as baixas taxas de natalidade das populações nativas da Europa e as compara com as altas taxas de fecundidade dos muçulmanos europeus. Ele então entra na fantasia, dizendo que a mulher muçulmana média tem 8,1 filhos (na verdade, o número gira em torno de três), e que 30% dos franceses abaixo de 20 anos são muçulmanos (o número real é 5,7%). Mesmo assim, o vídeo pinta um quatro convincente de uma Reconquista Muçulmana por volta de 2050. Bem-vindo ao mundo daqueles que temem o surgimento de um novo continente: a Eurábia.

    Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2010/04/26/a-explosao-demografica-muculmana-conquistara-a-europa.jhtm

    Corvo

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    1. Sim, Corvo, não
      é segredo nenhum. Num destes dias, em conversa com um emigrante (que por acaso era muçulmano, a quem eu perguntava se estava a pensar trazer a mulher para Portugal), ele disse-me exactamente isso. Que queria trazê-la e que com a ajuda de Alá teria cá os seus filhos para ajudar a crescer o grande islão. Confesso que não fiquei confortável... por isso digo que me preocupo já com o futuro da minha filha, nem preciso de aguardar pela geração dos meus netos.

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    2. Não se preocupe tanto, Mirone. O petróleo não é a água que cai, evapora e torna a cair.
      dentro de 40 anos não há petróleo e força árabe acabou.
      Talvez menos graças ao consuma cada vez mais desenfreado do petróleo

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    3. Mirone, acredite que fiquei arrepiada. Isso é simplesmente surreal...

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    4. Por isso é que têm de se "impôr" antes que o petróleo acabe, por isso esta urg~encia em "povoar" o ocidente. Quando a força do petróleo se acabar, terão a força da demografia.

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    5. Não é surreal, é a maneira como muitos deles pensam, é por isso que é grave deixarmos que se tornem europeus, eles nunca nos respeitarão se, e quando, os ocidentais forem uma minoria, muito pelo contrário, tentarão vergar-nos aos seus costumes.

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    6. Há 15 anos atrás era eu uma miúda e o meu pai tinha um amigo muçulmano. Dizia ele que se envergonhava dos fanáticos da sua religião, que os temia e que, em breve, estaríamos minados pela Europa toda com eles. Éramos emigrantes, todos, e ele dizia-nos para não nos iludirmos que aquilo que ele e a familia faziam era o incomum - viver sem seguir as regras restritas da religião.
      Assusta-me muito estas perspectivas até porque eles acham realmente isso e uns temem-na, outros querem-na mas todos acreditam que vai acontecer.

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  7. O governo noruegues proibiu o finaciamento saudita para a construção de mesquitas na Noruega, enquanto a Arábia Saudita não permitir a construção de igrejas no seu país (alegando o principio da reciprocidade)
    Isto é uma decisão de coragem, que deveria ser seguida por todos os países eurupeus.
    SP

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    1. Em França não é permitido o véu. E acho muito bem.
      Era exactamente a isso que me referia.

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    2. Um país como a Noruega permitiu abusos mas pelos vistis já estão a ser tomadas medidas. É que os muçulmanos simplesmente foram para lá reproduzir-se e beneficiar do excelente sistema de segurança social para o qual descontam os cidadãos trabalhadores.

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    3. Mas porquê que acha bem não permitir que usem o véu?

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    4. As leis e os apoios feitos nos países europeus, foram feitos para a realidade europeia. Aplicar isso a outros, com outra cultura é incomportável. As coisas vão ter que mudar, se não o que está a Europa a fazer a não ser um hotel para emigrantes?

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    5. Porque enquanto não se respeitar diferentes culturas em países como a arábia saudita ou o iemen, a Europa também não tem que levar com cultura imposta à força. Enquanto eu for olhada com avidez repugnante em Marrocos, apesar de estar de saia comprida e t-shirt larga de homem, não tenho de levar com burlas e abayas. Tolera se queres ser tolerado.
      Eu não uso xalças justas nem top, em paîses muçulmanos, por respeito à sua cultura. Não tenho de levar com burlas cá, por respeito à minha cultura. A burla é degradante para a mulher.

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  8. Eu acho que quem vai para um país tem que respeitar as suas regras. Quem não está de acordo com isso só tem que voltar para de onde veio.Mas tem algum jeito as muçulmanas a comerem hamburgueres, desviando o véu negro da boca, como já vi em Espanha?. As pessoas têm que ser identificáveis nos lugares públicos. Não gosto nada no que a Europa se está a tornar. A (nossa)tolerância tem limites!

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    1. Pois é isso mesmo. E eu só vejo os muçulmanos a imporem. É verdade que por causa dos fanáticos acabam por pagar os moderados, mas as coisas são como são.

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  9. Eu tenho esperança que o fenómeno da aculturação impeça esse tipo de situações, é tão possível que quem conviver com a cultura muçulmana de forma prolongada e continuada interiorize e adquira hábitos dessa cultura, como a situação inversa, muçulmanos que se instalem na Europa e que tragam filhos pequenos ou que tenham filhos já cá, essas crianças vão conviver com muito mais gente de um cultura diferente por muito que as famílias as tentem blindar a isso, vão perceber um mundo ali mesmo ao lado completamente diferente e a liberdade é sempre mais convidativa e apelativa que a repressão, uma coisa é nunca se ter sabido que existem alternativas, outra coisa completamente diferente é viver no meio da alternativa, tenho esperança que essas crianças deitem a burca para o chão e pulem em cima dela, como qualquer uma das nossas crianças faria, que não querem cá coisas a tapar a cabeça :)

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    1. Venha a Londres e vera criancas que devem rondar os 5-7 ja de burka. Eles nao se misturam, onde assentam arraias fazem uma mini-Meca e obrigam todas as estruturas do pais anfitriao a moldarem-se as suas exigencias (escolas,centros de saude, equipamentos sociais, restaurantes, ja ha imensos restaurantes nao-muculmanos que fazem os pratos com carne allahal) etc). Estas criancas nao convivem (ou praticamente nao convivem) com criancas de outras religioes,as escolas sao muculmanas ou mesmo que sejam publicas,eles sao agressivos para as tradicoes de outras criancas e os nao-muculmanos acabam por mudar os miudos de escola. Em Berlim ha escolas onde cristaos sao insultados pela maioria muculmana por comerem porco ou celebrarem o Natal . Tudo e moldado a imagem e semelhanca do Corao. E sao doutrinadas nas mesquitas de Londres tal como se estivessem na Siria ou afins. Havera,claro, um pequeno numero que abra os olhos e veja que pode escolher, que ha mais coisas para la da mesquita e da burka. Mas, falo sobretudo do sexo feminino,acredite que a maioria nao sabe o que Londres e a Europa oferecem. Nem de proposito, ainda hoje no escritorio um colega perguntou quando e que se comecava a montar a decoracao de Natal. Uma colega que esta ha muitos anos na empresa respondeu: "hum, antigamente faziamos... agora ja nao", em voz baixa. Ja ha empresas que nao deixam por o habitual "Merry Christmas" nos emails de informacao quando vamos de ferias no Natal mas farto-me de ver emails a desejar feliz ramadao. Vivi em Dublin e tambem vai pelo mesmo caminho.Burkas na Europa? Sim, quando a mini-saia,stilettos e baton vermelho forem autorizados na Arabia Saudita e afins. E pelo que se ve em Franca, que ja vai na terceira geracao, a convivencia com a cultura ocidental pouco ou nada adiantou. Tambem trabalhei com um frances preto e cristao que teve que viver num bairro parisiense muculmano e era duplamente discriminado e ameacado: por ser preto e cristao! O direito internacional publico assenta na reciprocidade de direitos e deveres... o islao so ouve a primeira palavra, os deveres ficam la longe, nao onde o Judas perdeu as botas mas talvez o Maome tenha perdido a xanata.

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    2. Não sei se será assim tão simples, a aculturação funciona nos dois sentidos. repare-se na quantidade recente de ocidentais que toda a vida tiveram uma vida de "não repressão" que agora abraçaram o extremismo islâmico.

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    3. Perfeita dedução! É que é isso mesmo sem margem de opção. Dentro de 50 anos eles assimilaram a nossa cultura em detrimento da dos pais e avós.
      É que do mal para o bom vai-se com vontade. Já do bom para o mau só um ou outro deficiente do miolo.
      Perfeita análise do anónimo a quem endereço os meus parabéns pelo acertado discernimento.

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    4. Mirone, esses casos de ocidentais que vão combater para o EI, contam-se pelos dedos. Muitos são crianças, ainda há dias vi uma reportagem sobre a lavagem cerebral que tentaram fazer a uma miúda de quinze anos, francesa, se não estou em erro. Foi apanhada no aeroprto, pelos pais.
      Não me parece que seja aculturamento, acho que falamos mais de gente jovem, ignorante e inexperiente, numa idade em que é engraçado pôr o status quo em causa e que nem sonha o que vai encontrar. Quando acordarem para a triste realidade que os espera será tarde demais.

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    5. Agradeço o comentário das 20:28, muito obrigada por toda essa informação, não fazia ideia, nunca vivi em nenhum desses países, a realidade que relata, fez-me fazer um paralelismo com o caso da comunidade cigana, em que aculturação é coisa que não existe de facto.

      Não Mirone, claro que não é simples e pode até não ser possível (esses ocidentais são os desorientados que cresceram com pais que se demitiram da sua função e que se tornam as primeiras presas para todo o tipo de causas, também são os primeiros a enfileirar as trincheiras das extremas direitas radicais e esses também querem dar cabo de muçulmanos e já agora de pretos e de homossexuais e por aí fora e nasceram na nossa tão civilizada Europa).

      Corvo, não foi uma dedução, é mais uma esperança e é favor não arrasar o meu discernimento, se bem que eu a si desculpo. Mas também lhe digo que se as culturas se mantivessem estáticas e se nós próprios continuássemos fiéis à cultura dos nossos antepassados sem tirar nem pôr, eu agora estaria de corpete e vestido a arrastar e provavelmente sem saber escrever nem ler uma palavra, pensará o Corvo, ao menos não dizia disparates, pois, mas dizer disparates é hoje um direito adquirido fruto da constante evolução para melhor, para o tal bom, para o qual a humanidade, aos solavancos é verdade, mas lá tem ido por maioria de vontades.

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    6. Anónimo das 20.28h é mesmo isso. Sei que em Londres tudo o que relata acontece. No sul de Espanha temos situações idênticas, com escolas públicas apenas frequentadas por muçulmanos, onde rapazes e raparigas são separados e o Corão é ensinado. A maior parte dos muçulmanos não se querem adaptar, querem impor. Onde quer que se encontrem. E isso é extraordinariamente preocupante.

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    7. anónima das 00:22
      Mas eu falei com sinceridade. Acredito que dentro de 40 anos são eles que assimilam a nossa cultura. Acredito até que esta nova geração já comece a mudar, por isso concordei e se pensa que usei de diatribe para consigo afianço-lhe que não. Foi mesmo a sério.
      Não são meia dúzia de radicais islâmicos que vão mudar a cultura da humanidade. O homem quer a liberdade de expressão e vai tê-la. Pode não ter nada mais porque a super lotação mundial não permite a distribuição de riqueza para todos, continuará a trabalhar para outrem mas viverá livre. A democracia prevalecerá sobre a ditadura, é imutável.
      Falou, e muito bem sobre as culturas na evolução dos tempos, e assim será.
      Eu digo o homem porque refiro-me ao género humano, mas na verdade poderia mais acertadamente dizer, a mulher. E a mulher quer! E o que a mulher quer é lei da Obra da Criação. Pode demorar, mas já demorou mais. Henrique VIII metia a cabeça das esposas que o chateavam no cepo, e hoje? Hoje a rainha empalita-o com o maior à vontade e o soberano sorri diplomaticamente e mantém a devida compostura.
      As novas gerações de mulheres árabes nascidas na Europa, podem enquanto crianças, acreditar e cumprir com os ensinamentos dos pais, mas quando forem para a escola, e sobretudo começarem a crescer e frequentarem os liceus, mandam às urtigas o véu e querem é viver como as colegas, com as suas saídas, os seus copos, os seus namoros e as suas mini-saias e decotes à maneira. E quando isso acontecer, porque acontecerá infalivelmente, a cultura árabe foi pelo cano.
      Além disso já não terão a mesma força da arrogância que a nossa dependência ao petróleo, lhes proporciona . Porque pensa que lhes aturamos tanta coisa? O Ocidente? Quando quisermos dizemos com o maior a vontade: meu menino, baixa a crista, tá?
      E mais! Quando a mulher árabe se libertar, a explosão vai abalar o mundo, quiçá, tirá-lo da sua órbita. Vão querer tudo de uma vez, vão querer recuperar num dia o passado das mães delas, vão querer viver como se não houvesse amanhã. O que é de todo normal e aceitável.
      Não receiem tanto pelo futuro dos vossos filhos no que concerne a ameaça da cultura islâmica. Isso nunca vai acontecer!
      Cumprimentos para si.

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    8. Olhe Corvo, Deus o ouça e Alá também. Mas o que tem acontecido até agora mostra exactamente o contrário: um esforço do mundo ocidental por se adaptar a uma nova comunidade, uma imposição do mundo muçulmano que se recusa ao "aculturamento" e tenta mudar leis.
      Quando se falou na proibição do véu, nas escolas francesas, foi um Deus me acuda porque muitos pais iriam proibir as suas filhas de frequentarem as escolas. Apesar de a escolaridade ser obrigatória.
      Há poucos meses, fui almoçar ao jardim do tabaco. Passei por um casal muçulmano, ela atrás, cabeça baixa, integralmente vestida de preto, luvas e tudo, só se lhe viam os olhos, ele levada pela mão uma menina dos seus quatro ou cinco anos, já de véu na cabeça e vestido até às canelas. A imagem revolveu-me o estômago.

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    9. Olhe, Picante. Mostra-nos que queremos que seja. Mostra-nos o que serve, (por enquanto) os nossos interesses, mas não a verdade. Conheço muito da cultura muçulmana para saber que o que se passou com o árabe descalço no avião e com esse à frente da mulher, são casos típicos de meia dúzia de radicais, mas isso tende a mudar.
      Contava-lhe vivências minhas com o mundo árabe, mas isso enchia páginas e páginas e não vale a pena.
      No fundo, pense nisto. Eles são homens e não podem fugir à sua natureza. Gostam do álcool, gostam da noite, gostam das boas pernas, gostam ainda mais das boas mamas, da mini-saia e dos decotes, gostam das mulheres e da libertinagem. Oh se gostam. Nem imagina o que deliram com a pornografia. Dizem que não, mas é só porque fica bem dizer que não.
      E se tiverem as mulheres, porque infalivelmente terão, a dizerem que sim, que é tudo muito bom, então não tenha receio da cultura sarracena.
      Vai tudo mudar. E ainda no seu tempo.

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    10. É verdade que eles adoram a "devassidão" do mundo ocidental. Desde que possam depois voltar para as suas castas mulheres. Veja lá que algumas até são crianças e tudo, nove ou dez anos e casadas.
      Também têm uma coisa realmente interessante chamada casamento temporário, consiste num homem comprar uma virgem que usa duas ou três noites, antes de devolver aos pais. Claro está que depois ninguém a quer, está suja, sem qualquer serventia...
      Corvo, há muito muçulmano moderado. Infelizmente também há muito fanático, além de não serem poucos ainda amedrontam os moderados, que têm medo das consequências.

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    11. Vão deixar de ser castas. Estas não! Mas as filhas delas e sobretudo, as netas, vão mandar a castidade dar uma volta para nunca mais voltar.
      A mulher é sempre mulher! Deve saber o que isso é! Vieram para a Europa ter os filhos, mas esqueceram-se que também têm filhas.

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  10. Fui eu que lhe chamou atrasada mental, e é. Em mentalidade está estão atrasada quanto eles. Não podemos ter igrejas? Destruam-se as mesquitas. O seu marido traiu-a? Traia-o duas vezes. O seu filho pequeno bateu-lhe? Ensine-o que não se bate dando-lhe dois bons tabefes no meio da cara. An eye for an eye and the humanity goes blind. No fundo é tão fundamentalista como eles. E uma atrasada mental, portanto.

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    1. Em todos estes comentários, só me deparei com um comentador atrasado mental. É mesmo a senhora, que se revela incapaz de trocar pontos de vista sem recorrer ao insulto.
      Fique com o seu avanço mental. E não se esqueça de dar a outra face, um dia que seja agredida. Ou de se pôr de gatas, um dia em que a tentem violar na posição de missionário. Sempre facilita a coisa...

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    2. A sra é uma nazi e devia estar presa. E uma xoné.

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    3. Lá está, este seu comentário a dar-me razão.
      (é tão cansativo, eu ter sempre razão...)

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  11. Tenho imenso medo. Querem dominar o mundo e a verdade é que caminham a passos largos para tal.

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  12. Pipocante Azevedo Delirante7 de outubro de 2014 às 19:59

    Prefiro discutir este tipo de assuntos sérios nos poisos das musas, mas abro aqui uma excepção:

    a mescla cultural deve ter tanto do país de acolhimento aceitar as tradições de quem recebe, como de quem entra aceitar as tradições e LEIS de quem o acolhe. O que vemos muitas vezes é o imigrante mudar, ou tentar mudar, o país de acolhimento para se melhor adaptar, atropelando as leis e liberdades que permitiram a sua entrada.
    Ou seja... quem quiser entrar, tem de aceitar as leis (reparem no uso recorrente desta palavra) e valores da casa.
    Haverá por esse mundo afora tradições maravilhosas e milenares, tais como poder comprar uma rapariga de 10 anos para casar, aviar uns sopapos na esposa ou mijar na rua. Ou andar de cara tapada. Infelizmente, a Europa evoluiu, para o bem ou para o mal, e essas coisas são agora proibidas, pois enquanto sociedade, percebemos que o direito individual de um marido dar um banano na legítima era sobreposto pelo interesse da sociedade enquanto um todo em nos darmos todos bem.
    E passando para as dos piropos, que ofendem (a mim ofendem-me pessoas a fumar, ou aos berros ao telemovel) sentimentos, elas que percebam uma coisa: quando um homem ataca uma mulher, física ou psicologicamente, não é por sexismo, machismo ou primatismo, é simplesmente devido àquela caracterísitca tão humana do mais forte tentar submeter o mais fraco à sua vontade. Vale para o homem que quer forçar a menina ao pirafo, para o a menina que bate no velho, para o velho que dá na criança, para a criança que pontapeia o cão. Ou seja, é uma questão de sociedade, e de entendimento do nosso papel nesta, e não dos direitos da mulher ou assim.

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    1. Elas não entendem isso. Posso estar enganada mas quando ouço os seus discursos arrebatados só ouço queixas pela pobre mulher, que têm medo de sair à rua por poderem ser ofendidas ou violadas, pela sua condição de frágil mulher. E aborrecem-me, é um facto, não tenho a menor paciência para o discurso BE.

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    2. (acabei por politizar a coisa, as do BE são as piores de todas, em termos de argumentário..)

      E subscrevo tudo o que diz, isso é óbvio.

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  13. Também estou muito, muito preocupada. Temo pelo futuro dos filhos que ainda não tenho. Esta gente, ao contrário do que algumas pessoas dizem, não se aculturam porque simplesmente não querem, são demasiado fanáticos e extremistas. Tudo o que é extremo preocupa-me. E a Europa deveria seriamente tomar medidas como um todo, proibindo mesquitas, burkas, poligamias e afins. Os que não estivessem bem, que voltassem para a terra deles. E já agora, era obrigá-los a tomar banho, que todos com os quais me cruzei, cheiravam a podre.

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    1. ahahahahah Bomboca. essa do banho lembrou-me uma viagem que fiz, há uns anos para Amsterdão. Ao meu lado sentou-se um muçulmano, mal se sentou tirou os sapatos, o cheiro que emanava era simplesmente nauseabundo. Eu ia à janela, o avião estava cheio, não consegui mudar imediatamente de lugar. Quando a hospedeira chegou com a refeição, ia servir-me primeiro, o homem arrancou-lhe literalmente o tabuleiro da mão, para ser servido antes de mim. Apanhei uma fúria e acabei por pedir à hospedeira que me arranjasse outro lugar, que o senhor além de manifestamente mal educado, emanava um fedor insuportável. Acabei por passar para a executiva, ante o olhar furioso do homem.

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  14. Picante, tinha escrito um comentário mas acho que não o consegui submeter. Eu vivi em Londres e no centro de saúde fui atendida por uma enfermeira de burka, fui descriminada pelo agente imobiliário por ser uma mulher com 24 anos a trabalhar e a pagar renda com o seu ordenado, fiquei chocada em ver crianças a usar burka por cima do uniforme escolar (cuja função é de criar igualdade entre as crianças sem mostrar riqueza/pobreza/crenças religiosas). Ouvi um homem muçulmano a comparar as mulheres ocidentais a rebuçados sem invólucro (metáfora para burka) que se caísse ao chão não o poria à boca e que por essas e por outras estava a pensar em ir ao Bangladesh buscar uma mulher sem história. Sinceramente, acho que não são precisos 50 anos para as coisas piorarem. Eu como mulher e cidadã europeia senti-me desenquadrada muitas vezes.

    Gabi

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    1. É que dá imediatamente vontade de os recambiar para o paraíso, eles mais as cem virgens e o raio que os parta.

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  15. Ai, Picante, este teu post é mesmo típico de pessoas como tu! Pelo menos, coerência não te falta, não senhora!
    Há umas décadas, as pessoas com um pensamento como o teu diziam: "Os pretos vêm para cá fazer filhos e mais filhos para tomarem conta da Europa! É preciso ter cuidado, que eles querem mandar em nós e tomar conta de tudo!" Hahahahahah Agora, não são os pretos, são os muçulmanos. Haja paciência para a vossa gente! E costelas árabes não te devem faltar.

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    1. Sabe que mais? A si só lhe digo isto:
      http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=22184

      (ainda assim a minha resposta não consegue ser tão tola como o seu comentário.. e olhe que tentei)

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    2. A anónima é muçulmana não é? E usa burka não usa? Pelo seu discurso parece...

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  16. Estás a ser muito otimista, a pensar que as nossas netas é que vão sofrer.
    Pois eu, que sou muito mais velha do que tu (52 anos), acho que essa m*rda ainda vai acontecer no meu tempo.
    E não te atires às feministas, que elas não têm culpa do que esses c*brões andam a fazer.

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  17. E infelizmente acho que o c*brão do fanático tem razão. Eles vão-nos vencer pelos números. Pela primeira vez vai haver um retrocesso na civilização p'raí de uns 800 anos.

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  18. A ironia da questão é que com a Sharia deixam de ter problemas com piropos...

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    1. É, não é? Também pensei nisso, quando escrevi o post.

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  19. ora bem, vamos falar de Bruxelas? Quando os amigos me perguntam o que acho cá dos belgas a minha resposta é sempre a mesma. quais belgas? aqui só há marroquinos... não esta muito longe da verdade de facto e é assustador ver que, por exemplo, no sábado havendo uma importante festividade muçulmana o país praticamente parou... Respeitarmos a religião deles parece-me muito bonito mas é preciso que se exija que também respeitem a nossa o que não acontece de todo.

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    1. Nem mais. Gostava de saber quando é que os defensores das minorias vão parar e pensar que isto não pode continuar, que o respeito às minorias é bonito mas o respeito às maiorias e liberdades alheias ainda é mais.

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  20. Sabes porque é que eu acho que isto está acontecer? Por um lado acho que é o reverso da medalha da aldeia global... De repente, "recrutar" pessoas para as diferentes causas (maiores ou menores, imputáveis ou inimputáveis) está à distância de click, bem como organizar grupos e definir estratégias em qualquer parte do mundo e sim, eles são tão tecnologicamente evoluídos e competentes como nós. De repente, uma só cabeça conegue comandar e organizar milhares em qualquer ponto do globo.
    Por outro, acho que isto é fruto da nossa mania de superioridade, da condescendência com que tratamos aqueles que achamos do terceiro mundo (ainda que de um terceiro mundo de valores, não propriamente material), aqueles que por não serem (ou pelo menos nós achamos) tão evoluídos como nós merecem um tratamento de excepção, porque, enfim, coitados... E nós, os evoluídos, temos de ser superiores e benevolentes com aqueles que ainda não atingiram o nosso nível de entendimento. E eles? Eles aproveitam-se disso para se imporem. Fácil.

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    1. É fruto do politicamente correcto, o discurso do BE é um excelente exemplo. Não os engulo, nem com molho de tomate.

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  21. Confundir o Estado Islâmico (expoente de barbárie, com 80.000/100.000 militantes) com todo o Islão (57 países oficiais / cerca de 2.000.000.000 pessoas) é extremamente bárbaro!
    Claro que há atropelos aos direitos humanos em países de maioria muçulmana, mas seremos Nós (os civilizadíssimos católicos) um modelo exemplar?
    Cuidadinho com isso!

    RS

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    1. Vamos por partes.
      Não há qualquer confusão. Nem confundo o EI com todos os muçulmanos, nem os muçulmanos que atropelam direitos universais são apenas os do EI. Estes são terroristas, não quer dizer que muitos dos outros não sejam bárbaros, no sentido em que subjugam mulheres, casam crianças e mais uma série de atrocidades que nem vale a pena falar.
      E não, não somos perfeitos. Mas somos muito menos bárbaros, geralmente falando, não há qualquer comparação possível.

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    2. Não é isso que está escrito no post.
      Mesmo agora, insinua que todos os muçulmanos são (quase) iguais! Uns são terroristas e os outros são ligeiramente menos maus, são só bárbaros!
      Um exemplo: sabia que a Turquia (um estado islâmico) teve uma "Primeiro-MinistrA", entre 1993 e 1996? Durante 2 anos e 8 meses!
      Um país que subjuga mulheres por princípio e doutrina permitiria tal coisa?
      Nós (os Bons!) tivemos uma "Primeiro-MinistrA", em 1979, que governou por 6 meses!
      É um exemplo, entre muitos.
      Há países muçulmanos onde é terrível viver, concerteza! Irão, Somália, etc.
      Mas não generalize!!!
      E a afirmação de sermos (quem? os católicos? ocidentais? europeus? americanos?) menos bárbaros, sem comparação possível... é muito discutível, e haveria muitos números a debater.
      É que "eles" também são Humanos (espanto!) e vemos nas atrocidades cometidas o reflexo dos piores instintos Humanos, comuns a toda a Humanidade, e bem documentados na História. Já nem nos maus filmes americanos há essa fronteira dos bons contra os maus! Eu ainda quero acreditar que estes posts fossem manobra publicitária, mas começo a ter muitas dúvidas!
      Cumps
      RS

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    3. RS, espanta-me que não tenha falado na Inquisição. É que para distorcer, só faltava isso.
      Obviamente que estou a generalizar, obviamente que gente má, há em todo o lado, geográfica e espiritualmente falando. E gente boa também.
      Acontece que não conheço outra religião onde haja costumes tão bárbaros ou seguidores tão fanáticos.
      Nós, os ocidentais, não somos os bons, evoluímos uns séculos, eles, os muçulmanos, seguem na generalidade práticas atrozes, como seja a mutilação feminina, o cortar membros ou o apedrejamento. E deveria ser óbvio que não estou a falar da Turquia. Estou a falar da Arábia Saudita, do Iemen, Do Afganistão, do Sudão, do Iraque, do Irão, e até dos Emirados, onde se compram crianças virgens aos pais. Não conheço este tipo de prática na Europa, nem nos EUA, nem na América do Sul.
      Se há muçulmanos moderados? Claro que sim, muitíssimos. Mas, geralmente falando, há mais muçulmanos fanáticos que católicos fanáticos. Qualquer néscio percebe isto.

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  22. Inquisição?! Distorcer?!
    Pipoca, está a ficar queimadinha... Cuidado! Afaste-se do monitor!

    Bom, mas pelo menos, a Turquia, e os seus 75.000.000 de habitantes, já se safaram do rótulo de bárbaros! Não está mal! Calma, que estamos a fazer progressos!

    Com um pouco mais de pesquisa, vai acabar por limitar-se aos países onde realmente se aplicam (ainda) os costumes bárbaros que refere (e outros piores...) ...

    Se quiser ser coerente, vai constatar que em vários países não-muçulmanos também se realizam costumes bárbaros...
    ou então pode continuar a viver no seu mundo perfeito de gavetinhas e etiquetas para arrumar e catalogar tudo e todos... dá muito jeito para saber quem são os maus e os bons... veja lá é se, na sua prezada árvore genealógica não está escondido algum satã islâmico! É que eles já andaram por aí, como certamente sabe....
    Pelo sim pelo não, deixe de comer laranjas e vá passar as férias de MMXV a uma praia do Norte... da Europa...

    Fico-me por aqui... farewell, goodbye!

    RS


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