quinta-feira, 9 de outubro de 2014

E ainda que mal pergunte...

Aqueles que dizem que a vida dos animais tem o mesmo valor que a vida humana, que o homem não lhes é superior em nada, que temos de os respeitar tal qual um ser humano, foram vacinados? E vacinam os filhos? E ingerem medicamentos?
Como? Mas como é que conseguem viver com as suas próprias consciências? Como, senhores? Mas então os medicamentos não são testados em animais? Não morre tanto animal para para que haja antibióticos e vacinas e medicamentos milagrosos para emagrecer? E as condições em que vivem, Deus meu?

(ou será que, em sendo para vacinar os vossos filhos ou tirar a celulite do rabo, que se lixe o animal? só dúvidas, a minha vida...)

96 comentários:

  1. Tem razão, por isso devemos sempre ter em conta, os dois ou mais lados de um determinado assunto!

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    1. Pois claro que é, ou assim mais os menos coisa e tal!

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    2. Ahahahahahahaha

      Esta bonito, isto hoje. Está, está.

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    3. Isto está sempre bonito já devia saber disso, agora o seu novo header, uma grande maravilha!

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    4. Está muito bom, sim Pipinha. Acabei de dar uma enorme gargalhada!

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    5. Oh, céus! A Pipoca Arrumadinha é uma personagem e pêras!

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    6. Antes uma maravilha das boas, que uma maravilha das más! É verdade, amiga!

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  2. É a velha história do “olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço"!

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  3. E, para serem coerentes, das duas uma, ou são vegans ou são canibais.

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  4. Menos Pipoca. Muito menos.

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    1. Acho que isto tem toda a razão de ser. Ouvi coisas como "o animal tem o mesmo direito à vida e ao respeito que o homem", ou "dizer que o animal é inferior ao homem faz-me lembrar os que diziam que os escravos eram menos humanos"

      A ser verdade o que essa gente diz são coerentes e não utilizam produtos que só existem por terem sido testados em animais, causando-lhes grandes sofrimentos e morte. Ou então acharão bem usar o ser humano como cobaia. Afinal são iguais e têm os mesmos direitos.

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  5. E isso impede que nos indignemos com a morte desnecessária (sim, porque os especialistas dizem que até cientificamente faria sentido manter o animal vivo e em quarentena) de um animal doméstico que tanta dor e sofrimento acarreta para os donos? Cara Picante, gosto de si e do que escreve, mas desta vez não posso concordar. Nem tudo na vida é preto e branco.

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    1. A morte não foi desnecessária. Era demasiado perigoso o animal ficar vivo, parece-me simples.
      (e não me venha dizer que era só fazer uma análise, não é assim que a coisa funciona, além de caríssima, não há termo de comparação da evolução da doença em cães; por último vou assumir que as autoridades sanitárias, conhecem melhor os perigos que nós, e que não abateram o cão só porque lhes apeteceu)

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    2. Não, não digo, porque não tenho elementos para isso, aliás o que ouvi da reportagem que passou na tv é que há entendidos na matérias que diziam até que era aconselhável manter o animal vivo (sendo certo porém que admito que as condições em que o fariam poderia vir a ser um mal maior e mais sofrido). De todo o modo, choca-me que se aplauda a morte do animal, assim, tão friamente... Enfim, o que é que se pode fazer, eu sou e serei sempre um coração mole no que toca aos bichos e em particular aos cães, bem como aos donos que sofrem com a sua perda. Mas isto sou eu, vale o que vale!

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    3. Pitanga, não estou ligada à investigação. Todavia, o que sei, do muito que tenho lido, é que a investigação com cobaias exige inúmeras cobaias ou não tem valor científico. E já vi umas coisas sobre a vida dos animais cobaias, não tenho a menor dúvida que o cão teria uma vida horrorosa...
      E não vi uma única pessoa a aplaudir a morte do animal. Parece-me que foi assumido por todos como um mal necessário, em função de um bem maior. Só isso.

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    4. Pitanga, este animal estava condenado à morte desde o início. Isso de "manter o animal vivo" é um manter por agora, não o matar imediatamente. Mesmo depois da quarentena, mesmo se as análises dessem negativas (dependendo do nivel de contaminação a técnica que se usa - o PCR, pode não "agarrar" o vírus e por isso essas análises não são 100% seguras e por isso as pessoas ficam de quarentena mesmo com análises negativas) e o cão não tivesse sintomas (ou porque na espécie nao se manifesta ou porque aquele animal em particular é resistente), haveria sempre a possibilidade de ser portador e poder transmitir o virus. Dificilmente haveria condições de manter o animal em quarentena ad eternum (é disso que estamos a falar, dificilmente alguém correria o risco de o restituir à liberdade). Repara que, afinal, pouco se sabe sobre o ebola em humanos. Aparentemente transmite-se muito mais facilmente que aquilo que se julgava (a enfermeira diz que tocou com as luvas na cara, não foi? Foi num hospital de 1o mundo, num ambiente controlado... Isto aconteceu num dia... Até ao dia anterior era impensável que isto acontecesse. Afinal achava-se que era preciso contacto directo com os fluidos do doente. Eles não sabiam com o que estavam a lidar. Teria o vírus mutado? Seria uma nova estirpe? Estaria mais agressivo? Será então que se transmitiria por via aérea? Não sabiam... Afinal eles tinham tomado todas as medidas de segurança... Estas situações são muito complicadas e ninguém toma uma decisão destas: tão anti-populista de animo leve...)

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  6. Pipoca, eu faço investigação biomédica com recurso a modelos animais (roedores). Nem imagina a quantidade de vezes que já tentei educar pessoas para o que faço. Desde ser acusada de não gostar de animais, a ser cruel ou menos humana, já ouvi de tudo. Quando me iniciei nestas lides tinha imensa energia e a inocência de que algum dia iria conseguir elucidar alguém, uma pessoa que fosse, já era ganho. Percebi rapidamente que a cegueira para este assunto, é inquestionável. Leigos ensinavam-me que há alternativas à experimentação animal (que não há), ensinavam-me ética, ensinavam-me o que estudei anos e anos para fazer. Leigos esses que não hesitam em tomar uma aspirina (testada em judeus dos campos de concentração nazis) assim que aperta uma dorzita. As pessoas falam muito, defendem muito os seus ideais e eu acho isso fabuloso, mesmo. Só não consigo suportar, chego mesmo a repudiar, pessoas que só conseguem ver uma realidade, a delas, sendo totalmente impermeáveis a qualquer outra. As mesmas pessoas que se exaltam por tudo o que a pipoca referiu, comem carne, mas como não é de animal doméstico, não faz mal. Essas pessoas, que amam muito os seus animais (e não tenho nada contra isso, só me incomoda a falta de limite e de coerência) extermina os ratinhos que lhe aparecerem no sotão. E eu fico aqui, sem perceber muito bem qual é o sistema de atribuição de importância a uma vida animal, em que medida uma importa mais do que a outra. Já para não falar quando se comparam vidas animais e humanas, para não exaltar ânimos. Estas pessoas que condenam a minha actividade são as que me deveriam agradecer por, apesar da merda com que levo frequentemente, não desistir de acreditar num futuro melhor, com mais qualidade de vida, com melhores tratamentos, com medicamentos mais sofisticados que possam vir a curar os seus entes queridos, ou a si mesmos. E quando me dizem que nem tudo o que se investiga passa a ensaio clínico, eu rio-me. Porque realmente é verdade, muito do que não pode ser extrapolado para a população humana é usado na medicina veterinária, a que estes fanáticos recorrem para tratar os seus animais. Pergunto-me muitas vezes se as pessoas têm consciência do disparate, se não levam os seus animais ao veterinário, se os deixam padecer à sua sorte e morrer de selecção natural. E depois reparo sempre nas caras impecavelmente maquilhadas de algumas destas almas, que defendem que só usam marcas que não testam em animais. Mas não testaram já todas, algures no tempo? Se a mãe destas pessoas tiver um cancro, curam-no com umas caminhadas à beira mar e chá de hipericão? Pipoca, desviei-me do assunto, eu sei. Desculpe o desabafo. Tinha ainda muito para dizer... Bem haja.

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    1. Suponho que não precise que lhe diga que concordo totalmente consigo. Olhe, é encolher os ombros, dar uma gargalhada sobre os disparates que ouvimos e siga.
      (no fundo eles são inofensivos, são só tolinhos...)

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    2. Maravilhoso! Agora quem discorda de si é "só tolinho"? Por favor. Quanta presunção. Mas a Vida encarrega-se sempre de nos dar uma lição...é uma questão de Tempo. Eu faço parte do grupo das tolinhas.

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    3. Neste caso específico, em que ouço coisas como " a vida do cão não tem menos valor que a do homem", ou "tem os mesmos direitos" e afins, sim, quem discorda de mim é tolinho. Sem dúvidas nem medos.

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    4. Eu subscrevo a Picante. Para os restantes: o Magalhães Lemos tem uns lugares vagos.

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  7. Isto hoje é que é bater na sua amiga S* à fartazana!

    Ficou chateadinha por ela ontem a ter afrontado, defendendo acerrimamente as suas (dela) ideias, foi?

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    1. "Acerrimamente"?

      Em que mundo vivo eu, caraças?

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    2. Quem é a minha amiga? Quem é que me afrontou? Quem, por Deus?
      (agarrem-me que eu vou-me a ele, eu estou a avisar... agarrem-me!)

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    3. Achas que a Picante fica chateada com quem nem tem argumentos coerentes? A outra é que meteu o rabinho entre as penas (passe a expressão) e foi fazer queixinhas lá no seu estaminé. Engraçado é o lápis azul que utiliza para deixar passar só os comentários favoráveis e/ou a que quer responder. Por isso é que considero este blog da Picante dos melhores em termos de coerência e insenção.

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    4. A S* não consegue confrontar ninguém, porque, normalmente não sabe argumentar muito menos coerentemente. Quanto muito tem monólogos, dado que também só aceita a opinião dela. E confirmo a censura, porque até agora não aceitou um comentário que lhe deixei na publicação sobre o abate. Lá está, só aceita o que lhe convém.

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    5. A Picante nunca ficaria "chateadinha", quando muito aborrecida e nunca por causa de blogs.

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    6. A S* é do mais incoerente que há, nem sei porque alguém perde tempo a tentar argumentar com ela. Como é possível alguém dizer que os animais merecem a mesma dignidade dos seres humanos, mas depois dizer que come carne sem problemas de consciência? Será que animais para ela são só os cães e os gatos? Os porcos, vacas etc são o que? Coisas?

      E eu sou vegetariana, não consigo comer nada de origem animal, mas aceito que há certas situações em que a vida dos humanos tem de prevalecer sobre a vida dos animais. No caso da medicina, por exemplo. E no caso que aqui se debate também, porque na incerteza do perigo que o cão poderia representar para a vida humana, parece-me razoável que seja a vida humana a ser alvo de cuidados.

      AnaC

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  8. Agora ficou tudo a coçar a cabeça... hum.. pois...
    É que parecendo que não, a verdade é muito isso.

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  9. Mas, atenção, porque se o animal estiver doente já se pode abater. Pergunto a mim mesma se será essa a decisão se um familiar ficar doente....

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    1. Em sendo igual ao animal também se abate, digo eu.

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  10. Pipocante Azevedo Delirante9 de outubro de 2014 às 17:01

    Assuntos planos têm dois lados, assuntos sólidos tem mais lados. Se o assunto for piramidal, terá 3 lados e um fundo da questão,bem como 4 vértices de entendimento. Se o assunto for bola, tem apenas um lado. Ou dois, se considerarmos o de dentro e o de fora.
    Há uma certa solidez na argumentação usada, peo que vou arriscar e dizer que estamos perante pelo menos 3 lados.

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    1. o do cão, o do gato e o do rato. 3 lados fofinhos.

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  11. Sabemos que este assunto está a render (eu própria estou a contribuir aí para o contador), mas Picante, queremos outro assunto!
    Isto já lá vai... acho que por mais que se esprema já não traz mais nada (a não ser o contador a girar)

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    1. E não é para isso que cá andamos (a Picante, melhor dizendo), pelo contador a girar?

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    2. Mas é isto que ela quer. É isto que ela faz. Enquanto estender um assunto que deu mais de 10 comentários, ela vai continuar até poder. Depois vira-se para outro, vai apalpando terreno a ver se com este tem mediatismo.

      Confesso que ao inicio não gostei de si. Achava-a uma pessoa mal amada, ignorante que vivia pra gozar com tudo e todos sem escrupulos. Depois comecei a gostar de algumas criticas simpáticas e com graça que fui vendo. Agora...? Mais do mesmo Picante. Não consegue ser engraçada como a Palmier ou a Mirone sem recorrer à "violência" e não olha a meios. 3,4,5 posts sobre o mesmo. Está-lhe a saber bem, não é? Não tarda muito acaba e vai ter de voltar as suas energias para o Pipoco porque, macacos a mordam, está mortinha que ele volte a falar em si para você poder fazer mais um post subtilissimo como só a picante sabe fazer.

      Já é triste... Muito triste vir aqui. mas a triste sou eu, que venho ver se isto muda, se volto a gostar. Mas não. Não publique este comentário se não quiser, a sério. Só quero que perceba, Picante, que está a levar as coisas longe de mais. Como leva sempre...

      Obrigada pelo tempo a ler isto. :)

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    3. Quer apostar que consigo continuar a escrever sobre isto, durante uma semana?

      (E pare lá de falar no Salgado, que enjoo, caramba! Vá ter directamente com ele, peça-lhe namoro, pode ser que tenha sorte. Não há paciência, sempre a vir aqui falar no homem.)

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    4. Disso não tenho a menor dúvida que consegue Picante. Nenhuma :)

      Como assim, parar de falar no salgado? Você é que VIVE e RESPIRA cada post dele. Está-me a dizer para eu ir pedir namoro a ver se tenho sorte... Que comentário infantil. Olhe, como se diz na minha terra: Para meia parva, parva e meia: ÉS TU VEZES MIL. QUEM DIZ É QUEM É.

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    5. Foi isso que ela disse, que consegue passar 1 semana a bater na mesma tecla, sem se cansar ou sequer perceber o ridículo, em si e na situação. Enfim...

      Mas por falar em Salgado, vá lá ver como hoje há lá uma menina (ou não, sabe-se lá!) que está a admitir que tanto vem aqui identificada como em modo anónimo.
      Tão bom, não é?

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    6. Escreva eu o que escrever, fale sobre o que falar, aparece-me aqui a falar do Salgado. De há uns tempos para cá tem sido uma alegria. Não percebi se a sua fixação é comigo se é com ele. Mas estou a ficar saturada.
      Ou vai falar directamente com ele, ou desampara a loja. Aqui acabaram os recadinhos sobre o Salgado.

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    7. Olhe que somos mais do que uma, Picante, e isso, parecendo que não, diz muito.

      Somos mais do que uma. Eu, por exemplo, acabei de submeter um comentário onde o refiro e não sou a anónima aqui em cima e não acho bonito agora vetar-me só por nos confundir. Por outro lado, nos ultimos dias, tenho-lhe deixado inúmeros comentários sobre ele e não sou a anónima aqui de cima. E tenho visto aqui muitos comentários sobre ele que não fui eu que fiz.

      Há várias a dizer-lhe o mesmo. Não as confunda.

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    8. Paletes. Resmas de tipas a falar no Salgado.
      (Ele tem esse efeito, quando escreve para a classe C inferior...)

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    9. anónima das 18:26, não leu com atenção o que eu disse lá no Salgado, nunca vim aqui identificada, vim sempre em "modo anónimo" e expliquei porquê e sim sou mesmo "uma menina" e o meu primeiro nome é mesmo aquele e continuarei a dizer por aqui coisas anonimamente sempre que me apetecer e a Picante deixar.

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  12. Essas pessoas são loucas e hipocritas.

    Como uma rapariga que eu conheci que não comia coelho porque coitadinho era um coelhinho, merece o nosso respeito, mas depois já comia todas as outras carnes . Haja paciencia.

    Pelo menos os vegans são coerentes na alimentação e produtos que usam, defendem uma filosofia de vida em todas as frentes e são capaz de arriscar a sua saude e a dos seus por isso.
    Todos os outros histericos , hipocritas e páteticos.


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    1. Coerentes? Vejamos: Têm um cão e têm de lhe dar comer, naturalmente. O que fazem? Compram comida de cão que contém carne, carne essa proveniente de animais criados para abate em condições semelhantes aos criados para alimentação humana. E se pensarmos naqueles vegans que não comem carne mas ingerem leite e ovos, vemos logo até onde a hipocrisia consegue ir, visto os animais serem criados para produzirem intensivamente.

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  13. Já chega, está a ser ridícula

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    1. Não é ridícula, é obcecada. Esta é daquelas que agarra um osso e não larga, vai andar dias e dias a fio a chafurdar à volta disto, até virem todos dizer-lhe que ela tem toda a razão. Não aceita menos do que isso.

      Esta é daquelas que não admite que se possam ter ideias diferentes das dela.

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    2. Acha mesmo? Sério?
      Então está bem, vou já parar, obrigada pelo aviso.
      (que seria de mim sem si?)

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  14. Gira o disco e toca o mesmo. A picante (o que eu tanto me ri com este blog) está a ficar mild. E agora que comenta as coisas da vida, em vez das coisas dos blogs, e critica tudo e todos e dá a sua opinião como se fosse a última coca-cola do deserto (sem metáforas escondidas ao conflito USA ISIS) está cada vez mais murcha, seca, decrépita, a tentar arranjar temas que gerem polémica mas coitada, ninguém lhe liga. Volte lá ao seu registo que esse não é para si.

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    1. As pessoas ligam-me sempre, mesmo quando eu quero que me deixem em paz, elas ligam-me, insistem em dar a sua opinião, acham que me interesso... Ligam-me sempre.

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  15. Esses defensores dos animais não passam de uns ignorantes em modo fashion. Está na moda e vai daí é vê-los a defender para ficar muito in. Quanto a mim, não passam de gente hipócrita que nem as suas teorias conseguem fazer valer, de tão frágeis que são.

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  16. Mau Picante, então mas hoje não era para estarmos em serviços mínimos, assim não vale...
    Sabe que acho que este tipo de assuntos são daqueles em que toda a gente tem razão, os que têm animais de estimação e realmente os estimam, numa situação de catástrofe vão fazer tudo para também salvar os seus animais e a Picante sabe bem que isso não significará pôr em risco a vida de outro ser humano, vá lá. Uma coisa que reparo e até me comove várias vezes é quando mostram aquelas situações de verdadeira tragédia em que as pessoas estão desesperadas a fugir de cheias enormes com água até ao peito e...com os seus animais ao colo e a ergue-los de braços todos esticados quando a água sobe mais...
    A verdade é que protegemos e queremos salvar os objectos do nosso afecto, aqueles com quem temos um elo afectivo, as "nossas" pessoas e os "nossos" animais.
    (Bem e agora vou ver se ainda consigo ler tudo o que para ali vai no post anterior).

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    1. Esse é o tipo de discurso que eu gostaria de ouvir dos amantes dos animais.
      (mas como não é isso que dizem, eu divirto-me...)

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    2. Mas é óbvio que se eu tiver um cão, e desde que os meus familiares estejam bem, numa situação dessas quero é salvar os meus animais. O que não é lógico é que se extrapole isso para o governo de uma nação e se pense que os protocolos devam ser feitos com base em crenças pessoais.

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  17. Picante, eu sei que a casa é tua e tu escreves sobre o que quiseres, mas depois de sei lá quantas postagens seguidas sobre a mesma coisa, isto já cansa. A vontade de vir aqui desaparece e confesso que já nem tenho paciência para ler os comentários. É só mais do mesmo. Por favor muda a cassete pelas pessoas que gostam do teu blog!

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  18. Perdeu a razão toda com esta patetice de post.

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    1. Ora, S, tolice por tolice, eu também gosto de dizer coisas tolas.
      É um post fundamentalista, não é? E tolo, verdade? Eu sei-o bem...

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    2. É um post gozão sobre um assunto sério. Not my style. ;)

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    3. Então, S*? Deixou de ter argumentos?
      E já agora, elucide-me: como é que uma pessoa com os seus ideais continua a comer carne, como a que vemos nas fotografias que alegremente publica no seu blog? Ou como é que continua a usar botinhas de pele? Imagina o sofrimento que é infligido aos animais para que a S* possa ter esses pequenos prazeres?

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    4. Anónimo, vamos lá ver se entende, de uma vez por todas: eu não sou contra a morte de um animal para comida, faz parte da lei da vida, todos os animais o fazem. E, se abatido o animal, se usar para fazer umas botas de camurça, não vejo mal. Mas sou contra casacos de PÊLO, por exemplo, porque a maioria desses animais são ESFOLADOS VIVOS para que o pêlo esteja mais fofinho. E para vaidade, apenas para vaidade, não admito a morte de animais. Muitos menos esfolados vivos.

      Portanto, deixe de ser chaga. Critico a morte de animais para vaidade, diversão, brincadeiras e afins. Para comer, não.

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    5. Eu lamento muito ser chaga mas botas de camurça são pura vaidade.
      E não, comer animais não faz parte da lei da vida. Até porque, como a S* muito bem deve saber, há alternativas, e até bem saudáveis. Comer animais é uma opção. Não precisamos disso para sobreviver.
      É engraçado que nas coisas que lhe convêm já "não veja mal".
      Quem perde a razão toda é a S*...

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    6. E o cão espanhol foi abatido para vaidade, diversão ou brincadeira de quem? E não venhas com a conversa ridícula da lei da vida. Se te limitasses a seguir a lei da vida não vacinavas os teus animais, não os recolhias da rua, deixa-alos á sua sorte, á sorte da lei da vida. A lei da vida diz que sobrevivem os animais mais fortes, é assim que a natureza faz a sua selecção. Na selva os animais morrem doentes ou atacados por outros e as crias, se não forem suficientemente fortes cabam por morrer. É que nem argumentar sabes. Agarras-te a uma ideia e andas ali á volta a chafurdar sem pensares um bocado no que estás a dizer.

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    7. Nham nham nham... !! É quase Natal!! Comemos sempre cão nas festas! Quanto mais pequenino, melhor a carninha :) yumm!!!!!!

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    8. Opah... cachorro no Natal? ahahahahahah eu é mais peru.

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    9. S, claro que é um post gozão. 99% dos meus posts são gozões. Querem agora dizer-me sobre o que posso ou não gozar?
      (e, para que fique claro, eu não estou a gozar a morte do cão, estou a gozar fanatismo e incoerência)

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    10. Bem haja, picante, por tocar o tema desta forma. É irritante abrir caixas de comentários a transbordar de fanatismo. Como alguém dizia: que o cão se chamava Excalibur todos sabem, agora o nome da enfermeira...
      Acho que essa gente fanática só aprende se lhes acontecer no seio da sua família, de outra forma é sempre a debitar barbaridades. E quem pensa de forma diferente é sempre mau e etc. (nem vale a pena avançar na lista de características, deplorável).
      Por isso sim, bem haja pela abordagem!!

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    11. Por que é que a pipoca diz que é um post gozão?
      A mim parece-me que faz perguntas pertinentes, que fazem cair por terra todo o amor e paixão dos "amantes dos animais"...

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    12. Claro que as perguntas são pertinentes, claro que estou a mostrar a incoerência de quem diz "os animais são iguais ao homem e têm os mesmos direitos".
      (mas não deixo de os gozar, não é?)

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  19. http://blasfemias.net/2014/10/08/e-como-nao-podia-deixar-de-ser/

    É ler.
    E pronto!

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    1. Não gosto desse tipo. Desde que o ouvi dizer que as mulheres só usam burka e véu porque querem, então...

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    2. Não é dele Picante, é da Helena Matos.

      (e sim, bastas vezes o caramelo passa-se da pinha...sabes que até já desconfiei que ele fosse o Salgado, num outro registo? :D )

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    3. O Blasfémias arranjou um trinta e um lá no blog dele, que aquilo só visto. Depois falam das miúdas e tal. Aquilo é só homens a esgadanharem-se por causa de gajos anormais que se dedicam à política.

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    4. Confesso que acho áquilo demasiado parcial.
      E há por lá comentadores bastante incorrectos, eles estão-se nas tintas, cada um diz o que quiser.
      Naquela situação do véu, atrevi-me a dizer que elas também casavam aos 9 anos porque queriam, que eram mutiladas porque lhes apetecia. Fui completamente desancada por uma tal de zazie. Recuso-me a contra-argumentar naquelas condições.

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  20. A menina é mesmo possidónia, eu não tenho celulite, piquena, não seja pindérica.

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  21. Vegan?! De todo, suas pindéricas, prefiro comer piquenos giríssimos. Este blog é uma caturreira.
    Pilita Cachão

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  22. "O que realmente nos separa dos animais é a nossa capacidade de esperança."
    José Saramago

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    1. O Saramago não conheceu a história de Hachiko, o cão que esperou pelo dono 10 anos numa estação de comboios no Japão.

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  23. "Nós, os seres humanos, matamos mais que a morte."
    José de Sousa Saramago

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  24. Eu cá só pergunto se quandoo estão doentes é o cachorro que lhes faz a canjinha de galinha.
    Kis :=)

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    1. Quem é vivo sempre aparece.
      (boa noite)

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    2. Desculpa, não sabia que fazia (tanta) falta.
      Kis:=)

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  25. Deus me dê paciência, porque se me der força...10 de outubro de 2014 às 09:05

    Eu acho maravilhoso é que se considere mais humano manter o animal, sabe-se lá a que custo para o seu bem estar - porque um animal habituado a determinado tipo de vida que contempla a sua liberdade, não vai reagir bem a estar confinado, com amostras a serem recolhidas, a sentir ausência e abandono dos donos e a ser 'manipulado' por estranhos com as credenciais para o efeito - do que eutanasiá-lo (a preceito, com métodos éticamente estudados e aprovados, que são os que se praticam na Europa). Eu chego mesmo a pensar que ensandeceu tudo quando me apercebo que as pessoas confundem amor pelos animais com o seu próprio egoísmo. Pensam nas questões aos olhos das suas emoções, humanas, esquecendo por completo que um animal não é humano, nunca será, nunca sentirá as coisas da mesma maneira e não se deterá a pensar sobre elas. O erro não é gostar dos animais, é querer humanizá-los. É querer, para se enaltecer, para bater no peito e apregoar o quão boas pessoas são, e sensíveis, mais e melhores manter um animal a qualquer custo. As pessoas não pensam no animal, estou mesmo convencida disso. Pensam em si e no que as faz sentir melhor a elas.

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  26. Na sequência da história do ébola, existe hoje um artigo no público que vale a pena ler :):

    http://www.publico.pt/ciencia/noticia/virus-ebola-o-embuste-1668502

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    1. Pah, eu devia ter tomado um calmante antes de ler o que esse senhor escreveu. Comparar o Ébola ao HIV é de uma irresponsabilidade total. Protegidos pela bata branca e o diploma, há quem diga muito disparate por aí, como este senhor. E é perigoso, porque os leigos acreditam em qualquer coisa que lhes seja transmitida por uma figura com autoridade, como o médico em questão. Há momentos em que chego a defender a censura, honestamente.

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    2. Pois... eu admito que acreditei. Quem sou eu, mera leiga, para desacreditar o "entendido" na matéria :S. Mas já vi que não será bem assim então....

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    3. Não não é, de todo.
      E eu não sou a Sofia.

      O vírus Ébola é bem diferente do HIV em tudo. Principalmente no tipo de transmissão, nos conhecimentos, na capacidade em conter.
      De momento, o HIV quase que poderá comparar-se a uma doença crónica (quase, atenção!) porque a medicina investiu muito tempo, dinheiro e ao longo dos ANOS conseguiu-se saber muita coisa. No Ébola é precisamente o oposto, sabe-se pouquissimo, o tipo de transmissão é muito mais fácil os conhecimentos são poucos... um sem número de "pormenores" que fazem toda a diferença.

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    4. Já tinha lido, antes de fazer o post do ébola. Na altura achei aquilo mesmo duvidoso, fui à procura de referências sobre o tal médico mas não encontrei nem uma.
      Entretanto li uma entrevista dada pelo médico que descobriu o ébola. Ligeiramente diferente, claro. Hei-de pôr aqui o link.

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    5. Anónimo das 17h54, não se sabe pouquissimo sobre o ébola, ele data de 1970 e qualquer coisa... HIV 1980, se calhar um pouco antes, mas os casos mais polémicos datam desta altura. Claro que os meios de transmissão são totalmente diferentes, mas não se sabe assim tão pouco.

      http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/136161/1/roadmapupdate10Oct14_eng.pdf?ua=1

      Já agora, não sei de onde é que o suposto "especialista" tirou aqueles dados, é verdade que no link que coloquei não consta o período de tempo, mas parece-me que a taxa de mortalidade será superior ao número que indica.

      Ler entrevistas de médicos que não são especialistas em doenças infecciosas/contagiosas/ variantes é a mesma coisa que estar a ouvir um padre católico a pregar a muçulmanos (ou vice versa) falam mto e retém-se pouca coisa.

      O maior problema do ébola são os poucos cuidados que se tem tido e a terapêutica não estar a ser a adequada, porque sim isto é muito grave, mas não é assim tão grave como a comunicação social está a tentar passar.

      Isto faz-me lembrar os ataques com anthrax em 2000 e pouco em que toda a "gente" andava sobressaltada

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    6. Aqui está o link de que falava.
      http://www.publico.pt/ciencia/noticia/medico-que-descobriu-ebola-nao-ficou-surpreendido-com-infeccao-em-espanha-1672227

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    7. Sabe-se pouco em comparação com o HIV, p.ex, o tempo/dinheiro,etc investidos para desenvolver os conhecimentos nessa vertente foram muito inferiores.

      Mas concordamos no ponto em que não estão a adequar os procedimentos...

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