sexta-feira, 10 de outubro de 2014

E agora, coisas completamente diferentes

E os touros, hum? Pobrezinhos, como é possível haver gente tão cruel que se divirta a ver esse espectáculo bárbaro e degradante, haviam de estar eles na arena, de ser deitados aos leões, já agora juntávamos-lhes os católicos, que também não fazem cá falta nenhuma!

(é moda não gostar dos católicos, não é?)

60 comentários:

  1. Católicos? Blherc, cusp, cusp! Era acabar de vez com os padres, que são TODOS uma corja de pedófilos.

    (a sério, Picante, já ouvi isto mais do que uma vez, e não havia ali ironia nenhuma)

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    1. Já ouvi coisas atrozes sobre os católicos, não me espanta.

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  2. Pipocante Azevedo Delirante10 de outubro de 2014 às 10:52

    os defensores dos canitos deviamcomeçar por causas mais simples, e menos fracturantes.
    Libertar os pobres cachorros fechados nas lojas de animais (aqueles vendidos a troco de umas centenas de euros) e atacar os criadores que estão a destruir as raças devido à consanguinidade.

    E comprar e vender cães, não será pouco ético? Não sei, gosto muito de crianças e afins, desde que caladas e tal, mas sempre pensei ser errado comprar uma...

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    1. Isso não dá buzz. E se comercializar cães fosse pouco ético, como é que eles os obtinham? Naaa, teriam de ir a um abrigo buscar um rafeiro, não pode ser.

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  3. Não deveriam estar na arena com leões, mas um homem contra um touro, em igualdade de circunstâncias (o que quer que isto signifique...)

    As touradas são completamente abomináveis.

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    1. Mas as corridas são isso mesmo. O homem contra o touro. A cavalo também, é verdade. Mas ainda assim.

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  4. Os touros não contam. Não são fofinhos, não se deixam passear, enfim, não há elo, tás a ver?

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    1. Vê a Picante e vê a Filipa que deve perceber perfeitamente que a questão acaba por ser mesmo essa do elo, não a considero parva, embora por uma qualquer razão opte a maioria das vezes por se armar em.

      E claro que os touros contam.


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    2. Ora...também eu, mas se tivesse criado um elo com algum touro :p obviamente que seriam os bifes de outro que quereria na minha frigideira...

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  5. Ahahahah! Está mesmo a provocar!

    (sou católica, julgo, mas também me apetecia mandar muitos católicos para a arena...)

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    1. Provocar? Como provocar? Acha mesmo que eu seria capaz de provocar?
      (quanta tristeza, meu Deus, sou uma incompreendida...)

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  6. Quem quer saber de touros e de católicos quando se sabe Malala com o Nobel da Paz?

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  7. Pessoalmente não aprecio, mas não critico quem gosta nem os considero mais ou menos que ninguém. O meu avô adorava tourada, antigamente era o entretenimento dele nas noites de Verão pontualmente na RTP, e era um homem incrivelmente carinhoso, que deixou muitas saudades! Gostava de tourada naquele tempo como eu gosto de teatro actualmente, por exemplo; é uma questão cultural, eu não censuro, não me causa estranheza.
    Agora podem começar a apedrejar-me, por mim tudo bem :)

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    1. é cultural comer cães e gatos em muitos países e venerar vacas noutros tantos.

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    2. Tenho sentimentos dúbios, confesso. Por um lado acho um espetáculo um tanto bárbaro, por outro, o torneio a cavalo é realmente bonito.

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  8. Perdão! Como disse, Picante?!
    Ou melhor; que subjectivei eu?
    Não concorda e repudia os espectáculos degradantes de sangue e sofrimento de uma ou mais bestas humanas perpetrados sobre um animal, pois não? Ou... não?

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    1. Ou não. Terei salvação?
      (Mais a sério, tenho mixed feelings)

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    2. Tem! Salvação tem seguramente!
      Tanto quanto se saiba não é crime punível por lei.
      É tudo uma questão de sentimentos. Ora a Picante tem-nos mistos, e acredite que eu também.
      Estou sempre pelo lado do toiro e só acho que o espectáculo tem valor quando algum toureiro vai desta para melhor.
      Aí, os meus sentimentos rejubilam.

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    3. Pois os meus não. Até porque, quem normalmente vai desta para melhor é o forcado. E é uma luta perfeitamente justa. Homem vs touro.

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    4. Ah! Forcados, é? Os viris valentões, os destemidos varões, os corajosos arrojados; são esses?
      Um exército contra um animal cansado, explorado, esgotado de força e de sangue, maltratado com ferros de cinco centímetros a rasgarem-lhe a carne e a lascarem os ossos.
      São esses? Os tais da justa luta?
      Pois para mim são os que mais abomino e são precisamente esses que me fazem rejubilar sempre que algum é rasgado pelos cornos do touro ou pisoteado pelos cascos.
      Só lamento quando algum se safa, ou não sofra o bastante e morra em poucos minutos.

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    5. Ah, frande Corvo. Até que enfim escreve uma coisa de jeito.

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  9. Como é que vai ser comigo?! É que para além de ser católica, dou catequese!
    Já foste CM, já foste.

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    1. Definitivamente. Só não lhe digo que vai arder no inferno porque o inferno não existe. No limbo, talvez? Não. Também não existe.
      Olhe, não sei que lhe diga.

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  10. Sou católica. Odeio touradas - acho bárbaro, cruel, repugnante. E esta aqui nem discussão tem - é maldade pura para com os bichos.

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    1. Pipocante Azevedo Delirante10 de outubro de 2014 às 14:38

      Percebo os defensores e os detractores.
      Mas são-me indiferentes.
      Se todos fossem como eu, as touradas acabavam, simplesmente porque não teriam adeptos.

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    2. Mas depois gostas de comer o bife!

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    3. A tourada é:
      *um espetáculo
      *com um touro
      *que é espicaçado
      *lenta e progressivamente
      *até se esvair em sangue
      *e morrer.

      Eu não concordo com a S* no que diz respeito à questão do cão espanhol. Aliás eu sou das pessoas que a S* repudia por ter medo de cães, mas não misturemos alhos com bugalhos: a tourada é uma espectáculo de massacre. Nada tem a ver com a opção de se ser omnívoro.

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    4. Também não é de massacre. Mas tem o seu quê de bárbaro, é verdade.

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    5. Picante, é de massacre. Massacre para o touro. Isso aí, dêem as voltas que derem, não há como negar.

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    6. Olhe, S, eu podia dizar-lhe que a morte pela espada é muito mais rápida e menos dolorosa que a morte que milhões de vacas e bois têm nos matadouros. Mas sei que não vai compreender, portanto ficamos mesmo assim.

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    7. Espicaçar lenta e progressivamente até o touro se esvair em sangue e divertir uns barbaros nao é massacre onde?

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    8. O touro não se esvai em sangue, não seja demagogo.

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    9. Demagogia é dizer"a morte pela espada é muito mais rápida", fazendo crer que o é à primeira.
      Nao sei quantas são neccessarias para fazer um bonito espetáculo, mas era uma maçada para os espectadores que pagaram bilhete chegar ali e pumba o touro morrer à primeira.

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    10. Está, por acaso, a dizer que quando o touro não mirre à primeira tentativa isso é propositado? É que é mentira. Mentira pura e dura.

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    11. A sério, Picante?
      Os touros de morte são proibidos em Portugal.

      Ah, só agora percebi! A menina está a ser irónica. De facto, lendo para trás a sua ironia é óbvia.
      The jocke was on me, sorry.

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  11. Existem outras formas de espectáculos mais atraentes,isto na minha opinião modesta!

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  12. Acho que a moda é os católicos gostarem de touradas.

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    1. É por isso que não têm salvação possivel. Bando de gente repugnante que queimava gente na fogueira!

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  13. Pipocante Azevedo Delirante10 de outubro de 2014 às 14:31

    Dizem que anda aí uma cobra à solta, em Setubal(?). É cortá-la ao meio ou dar o benefício da dúvida ao bichinho?

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    1. Então? Mas... Mas... Ela é inocente!

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    2. Aqui em Setúbal? Mau, só uma? Estava convencida que me cruzava diariamente com dezenas XD...

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  14. Ah! Apraz-me sobremaneira dizer algo que um comentário ao post abaixo justificava plenamente que o dissesse, mas lamentavelmente passou-me na ocasião e agradavelmente ocorreu-me de novo.
    Não coloco a vida de qualquer animal acima da humana. Estimo-os bastante, qualquer animal, sobretudo aqueles que melhor conheço, mas no geral gosto de todos os animais. Até das moscas que no fundo não deixam de ter a sua utilidade.
    Posto isto, amo a Natureza. Homens e animais, sem que, goste mais dos últimos que dos primeiros.
    Numa situação de incêndio ou de afogamento, ou qualquer outra que pusesse a opção de escolha entre salvar uma pessoa ou um cão ou gato, sem hesitar salvava essa pessoa e o animal, com grande pena minha, que se lixasse.
    Agora, na mesma situação, ou situações entre salvar um qualquer animal e um pedófilo, sem hesitar um segundo, sem pensar nem raciocinar mais nada, salvava o animalzinho fosse ele um cão sarnento, velho e cheio de doenças, e o pedófilo, isto é; o verdadeiro animal, que ardesse, se possível em fogo lento e se me sobrasse tempo ainda me deliciava ficar lá a gozar o espectáculo.
    Já vi bem pior e nada fiz. Também não podia fazer nada, mas o que vale é a intenção e como nunca minto a ninguém e menos a mim próprio, sei perfeitamente que mesmo que pudesse nada faria.
    Os animais merecem tudo. Os homens, nem todos.
    Este sou eu, o Corvo.

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    1. Pipocante Azevedo Delirante10 de outubro de 2014 às 19:05

      Entre salvar a Lassie e o Marc Dutroux, de certeza safava a bichana.
      Mas não entendo isto como uma qualidade, mas sim como uma fraqueza... humana.

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    2. Concordo com o PAD. Emocionalmente, salvaria o cachorro, acho que não há castigo suficientemente cruel para um pedófilo. Mas eticamente isso é incorrecto, na verdade até é crime, poder salvar e decidir não o fazer.
      A questão é de princípio: para um racista, a vida de um negro terá menos valor, para um homofónico a vida de um homossexual idem, para um muçulmano fanático o judeu seria sacrificado. Às tantas são as pessoas que, individualmente fazem juízos de valor sobre o valor da vida do seu semelhante. E isso é tremendamente perigoso, foi assim que se deu o holocausto. A vida humana tem de vir primeiro, sempre. Ainda que seja para a turar, logo de seguida, num tribunal.

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    3. (Mas, apesar de não ser o correcto, não sei se não salvaria o cão)

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    4. Sim, de facto, vivemos num mundo eticamente correcto. A transbordar de ética! A afogarmo-nos nela! Respira-se e vive-se ética por tudo quanto é canto, por onde nos viremos, por onde quer que vamos ou estejamos.
      Desde o Governo ao condutor que nem uma criança a atravessar a passadeira respeita, somos um mundo de ética.
      Respeitemos pois a ética, caramba! Somos humanos, somos civilizados, somos gente, vivemos em sociedade, somos animais gregários, enfim e se isso não vos convencer a todos, lembrem-se de que somos todos filhos do mesmo Deus e por conseguinte somos todos irmãos. Sejamos pois, todos tratado com a mesma ética que aos outros dispensamos. Sejamos ainda eticamente condescendentes com o assassino, o canibal, o violador, o pedófilo. Quê quê isso? Somos gente civilizada ou somos animais sanguinários que se devoram nas savanas?
      Ética! Senhores! Ética e durmamos de consciência tranquila porque fomos eticamente correctos.
      Mas não digam isso á infeliz mãe do João Pedro, entre tantas outras mães na mesma ou em semelhantes condições.

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    5. Não desconverse. Entendeu-me bem.
      E eu tento ser éticamente correcta. Nem sempre o consigo, sou humana, mas tento. Apesar de ser capaz de matar por um filho, que também seria. Ainda assim sei que não seria ético, não cabe à populaça, fazer justiça.

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    6. (A culpa dos erros é do tm)
      Bom fim‑de‑semana!

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    7. Eu entendi! Entendi-a perfeitamente.
      A Picante é que não me entendeu. mas não se incomode porque não esperava que me entendesse. Nem a Picante nem a grande maioria de quem nos lê.
      Obrigado.
      Também lhe desjo um excelente fim-de-semana

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    8. 100% de acordo como Corvo.

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    9. 1000 por cento de acordo com o Corvo.

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  15. Como dizia uma freira (católica) que conheci: "O que é demais é erro... "
    Traduzindo em spicy language: Chegaaaa ó Picante!
    Mas afinal, os blogs não são só diversão?
    Ah, ok não tens / têm nada melhor para fazer (eu incluída).
    Ah, afinal tenho,
    Fui...

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    1. Claro que são só diversão.
      (Já uma pessoa não pode provocar um bocadinho, caramba...)

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  16. Ó pá que discriminação! Então e eu que sou testemunha de jeová, não tenho também direito de ir para a arena servir de petisco aos leões?
    Geovana Vavá,
    distribuidora domingueira de folhetos ao domicílio

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