quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Isto anda tudo ligado...

A propósito de uma conversa, coisas cá da minha vida, nada que vos interesse especialmente, contei uma anedota antiga que passo já a transcrever:

Perguntava uma professora, que faziam os meninos, nos serões familiares.
E dizia o menino António: - a mãe toca piano, nós sentamos-nos a ouvir, por vezes cantamos, falamos sobre os livros que lemos e jogamos xadrez.
E o menino Jorginho: - nós vemos televisão e por vezes ouvimos música.
E o menino joãozinho: - lá em casa não há televisão, nem rádio... o meu pai peida-se e a gente ri-se.

E, de repente, lembrei-me de um blog....

30 comentários:

  1. Os miúdos adoram conversas de xixi, cocó e puns. Este Verão a minha adorou um filme de animação. Adivinhe porquê?
    https://www.youtube.com/watch?v=fewYA5z8bUU

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    1. Sempre pensei que esse fascínio passasse com a idade, mas não, afinal não...

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  2. Xinapá, ao tempo que não ouvia esta anedota!
    Mas ilustra bem o quanto é íntimo, alguém cagar-se com pujança e brio.

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    1. E o que a gente ri com o seu post, Filipa ?
      Já ri que chegue até ao fim da semana. Tão bem escrito.
      Obrigada.

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    2. É coisa reveladora de grande amor, Filipa. É que nem tem dúvida nenhuma.

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  3. Eu gostava era de saber onde posso ver o post original. Isso sim era de valor :)

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    1. No FB. Aquilo ontem era só naus cheiros, fez uma coletânea de vários posts antigos mal cheirosos.

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    2. Segues no FB um blog que não tem nada que gostes, do qual só gozas apesar de dizeres exaustivamente que só referiste duas ou três vezes? Que seria de ti sem ela, ficavas sem blog? É que não largas o osso.

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    3. Impossivel largar o osso, claro. Como é que não se pode gozar com aquele tipo de conversa? É material para várias sessões de stand up. A mulher é patética.

      E antes rosnar que largar puns.

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    4. Tudo gente fina por aqui...

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  4. Pipocante Azevedo Delirante4 de setembro de 2014 às 16:06

    Fugindo ao assunto...

    A PT está assim tão mal (ouvi dizer que arderam uns milhões no GES) que agora dá aulas? Só leio "treino com o PT", "aula com o PT".

    Dizem que o gin está na moda. Eu emborco a dita bebida há 20 anos (so so), e agora é que ficou na moda? Antes era o quê, reservada às elites, servida em espaços subservivos e fora do ambiente urbano, só chegava via contrabando?

    O que aconteceu a corridas? A corredores. Só ouço falar de running, runners, run praqui e prali. Até o jogging passou de moda, e já era camone de nascença.

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    1. O que eu sei é que as skinny estão out, voltaram as bocas de sino. As silhuetas agradecem.
      (Sempre fui mais pelo whisky)

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  5. Ahahahaha...
    Eu só fico triste por ela, por achar que alguém só é o "the one" quando metade dos seus momentos cúmplices envolve peidos...
    Mas ela que fique lá com o amor da sua vida, peidando-se mutuamente com alegria, que eu cá ficarei com o meu namorado bem educado :)

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    1. A mim, o que me faz realmente confusão não é o que cada um faz entre quatro paredes, isso é lá com eles. É mais o despudor com que insistem em partilhar isso com desconhecidos...

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    2. Ela ultimamente parece andar numa demanda de atrair gente para o blog, a bem ou a mal. E tem descambado mais para o "a mal"... São as guerrinhas, agora este tipo de posts em que afirma com toda a certeza (como sempre faz) que quem não partilha essas coisas com o namorado é porque não sabe o que é o amor - enfim, sempre em busca de algo que pique as pessoas.
      Até é inteligente em angariar seguidores através da publicidade negativa, só se está a esquecer de que quem realmente valia a pena ter como seguidor, se vai pôr a milhas, e só restarão os que gostam de espectáculo barato.

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  6. Acabei de fazer os possíveis para que, em vez de um blog desses, se consiga lembrar de dois. De nada.

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    1. Pedrinho, eu não sentia a menor necessidade de saber os ardores que sente nas partes íntimas. Mas já que quis partilhar...

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  7. Olha que anedota interessante. Muito boa, sim senhor.
    Por acaso sou um inculto que não conheço essas anedotas que, usufruindo do humor, servem sobretudo um propósito muito elevado; sobretudo quando dignamente representadas pela indelével personagem, Joaõzinho.
    Dele só conheço uma, que na verdade nem é bem uma anedota e é mais uma demonstração muito positiva do desenvolvimento criativo duma criança, mas, sabe como é; tratando-se do Joãozinho todo o aproveitador se empenha a dar-lhe o seu cunho pessoal de humor a fim de valorizar a coisa.
    Pois o Joãozinho, durante a aula, punha o dedo no ar e uma mosca ia lá pousar. E repetia vezes sem conta. Era infalível. Dedo no ar do Joãozinho e uma mosca ia lá pousar.
    A professora começou a ficar intrigada:
    "Raio de garoto! Como é que ele faz isso?!" - E disfarçadamente ia olhando para ele.
    Aquilo continuou e ela de intrigada passou a intrigada nervosa.
    " Mas; como pode ele fazer isso?!"
    Então, virou-se de lado e, disfarçadamente, levantou o indicador, e logo o Joãozinho gritou lá do fundo:
    " Fessora!!! Se não meter o dedo no cu primeiro não funciona"
    Bem, não se trata propriamente de peidos, mas do sítio de onde vêm, daí pensar eu que é desculpável.

    anti.

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  8. reclamo a discriminação onomástica, até porque João é nome de santo.

    e esclareço que um namorado elegante e de boas famílias como eu próprio aguenta e aplica translação de flatulência para discreta eructação, disfarçada por uma miríade de elixires bucais.

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    1. Eheheheheheheheheh !!!!!!!!!
      Não sei quem foi o profeta que escreveu aqui há uns dias que este blog estava moribundo...
      Está vivíssimo, e musical, e olfativo.
      e o post anterior ? acompanha .

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  9. És muito afectada mesmo!

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  10. Picante, sabe aquela coisa do amor é... acho pois, um acto de grande generosidade, pessoas que se predispõem a abrir-nos os horizontes sobre isto do que é o amor e que nos digam, sem sombra de dúvida, que podemos, melhor, devemos, acrescentar ao amor é, mais uma variante: O amor é...eu e o meu amor a peidarmo-nos alegremente como se não houvesse amanhã e a partilharmos um com o outro, um belo sorriso de alívio e já agora, partilharmos com quem queira ficar a saber, até porque, essa gente que por aí anda, pode até pensar que este à vontadinha, no à vontade que é bom no amor, é até coisa para dar cabo dele.

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  11. Curiosamente, ouvi hoje essa anedota à minha avó, que corou muito na última parte e até a disse sussurrada. Por momentos, passou de uma bisavó responsável para uma menina de bibe, a dizer uma grande traquinice. Foi delicioso ver-lhe esse brilho nos olhos.

    Beijinhos,

    Joana

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