terça-feira, 15 de julho de 2014

A propósito disso, das palmadas, em criancinhas mal educadas

Cá em casa, às cinco da manhã, a única coisa que se faz é dormir. Em havendo falta de sono, ou em a noite tendo sido esticada, assim na loucura, poder-se-à fazer sexo. Já massinhas, papinhas e pãozinho é coisa para se comer durante o dia. Mas claro, eu não percebo nada dessas coisas, de educar criancinhas birrentas, que sei eu de psicologia?

(era uma palmada antes do pãozinho, de coração vos digo que já não pediria a massinha ou a papinha)

136 comentários:

  1. Eu cá acho que a palmada é a nova amamentação.
    As déspotas estão lá, vão é variando o assunto.

    (Eu às 5 da manhã não dava nem papinha nem massinha nem o raio, mas, palmadas também não...)

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    1. Picantezinha, tou aqui com o Anónimo. Desculpa lá. Tem fome, vai-se buscar leitinho. Não quer leitinho quer pãozinho, vai-se buscar pãozinho. Não quer pãozinho quer papinha... Não há. Ficamos por aí. Ou leite ou pãozinho ou ambos.

      Abro a excepção em caso de birra monumental e desmesurada, só aí podemos passar para a palmadinha na fralda. Mas isso é igual às 5 da manhã ou às 3 da tarde...

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    2. Minto: dava, sim. Um copo de leite, mas apenas.

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    3. Eu não disse que negava o leitinho. Disse?
      (mas também vos digo que uma criança de dois anos, desde que jante normalmente, não tem fome às cinco da manhã... quando muito não quer é ficar na cama e usará toda e qualquer desculpa para retardar o voltar a ela...)

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    4. (E a palmada é sempre que se justifique, desde que seja a excepção, claro que sim...)

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    5. Incrível! deixa-me esfregar bem os olhos a ver se estou mesmo acordada.
      Uma resposta Picanteana com pés, cabeça tronco e membros.
      Os meus parabéns pelo progresso! Ainda vai deixar a PN a léguas, vai ver!

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    6. Uma palmada antes do pãozinho?
      E não lhe ocorre que uma criança que acorda a meio da noite, possa ter razões para o fazer e esteja apenas a utilizar a fome como argumento para chamar a atenção? Não não lhe ocorre, não entende nada de psicologia e devia medir as palavras e as opiniões que aqui deixa, para não passar por ignorante.
      Minha senhora, resolver assuntos à palmada ou à bofetada, é aquilo que já algumas pessoas deviam ter feito consigo.

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    7. Nah nah nah. A minha mãe sempre me disse que as crianças são bichos manhosos. Se lhes fazemos a vontade uma vez, temos de fazer sempre. Se jantaram bem, não há necessidade disso.

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    8. Ah... Não diga isso S, ali a anónima psicóloga, que não sabe distinguir uma birra de um pesadelo, ainda a chama ignorante.
      (Tenho pena é que a miúda não tenha exigido uns crepes suzette... isso é que era...)

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    9. "Uma palmada antes do pãozinho?
      E não lhe ocorre que uma criança que acorda a meio da noite, possa ter razões para o fazer e esteja apenas a utilizar a fome como argumento para chamar a atenção? Não não lhe ocorre, não entende nada de psicologia e devia medir as palavras e as opiniões que aqui deixa, para não passar por ignorante."

      Eu entendo de psicologia e depois de ler o texto dela tenho que discordar do seu comentário. A criança podia ter fome: opção 1 não quis, opção 2 não quis mas queria massa? Se tivesse fome tinha comido o que os pais lhe deram. O facto de já dar "safanões" na comida e os pais não limitarem esse comportamento revela falta de estrutura e regras - essencial para uma boa formação.
      Qualquer criança pode ter fome, dores, pesadelos, etc outra coisa são as birras. Se entende de psicologia sabe que o "não" e o acto de contrariar uma birra é dos mais essenciais na formação e e educação de uma criança.

      Quanto à atenção que refere, no contexto em que foi apresentado refere-se a uma "birra". Por vezes, o ideal nesse tipo de "pedido de atenção" é precisamente o oposto do que a criança quer porque é ao permitir a criança sentir frustração que se ensina a mesma a lidar com a dita e, em suma, a crescer.

      Posto isso, se entende de psicologia, vá estudar os fundamentos mais básicos da mesma porque há aí muitas lacunas e falta de conhecimento.

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  2. É tão mau que se torna num guilty pleasure...

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  3. Não era melhor dar-lhe comida antes de dormirem que assim já não acordavam ao meio da noite cheios de fome.
    Não sei, digo eu que sou um ignorante nesta coisas de educar crianças

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    1. Pois não sei. Às tantas não quis comer à hora disso e deixaram que isto de contrariar as crianças é que não....

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    2. É capaz. As crianças às vezes fazem birras pela comida, mas uma mamy responsável não tem a obrigação de saber essas coisas? E depois vale mais retardar-lhes o sono e obrigá-los a comer alguma coisa, mas deitarem-se de barriga vazia é que não.

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    3. Pois não Pipoca, não sabe.
      Às tantas você não sabe mesmo nada de nada.

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    4. Às tantas é isso. Nada de nada. Nadinha mesmo. Rien. Nicles.
      ( e, no entanto, há tanta gente que me ouve...)

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    5. Tem a certeza? Então ela anda a mentir ás poneis a dizer que sabe tudo e nunca tem dúvidas.
      Conte tudo. se for verdade nunca mais cá volto que não gosto que me façam o ninho atraz da orelha.

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    6. Caramba. anónima, então como é que nunca tenho dúvidas? Pois se eu passo a vida a fazer posts sobre as minhas dúvidas... Não anda com atenção... Ai, não anda, não...

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    7. Isso é que era serviço, anónimo das 23:10.

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  4. Mas ó Rita, conte-nos tudo, é assim que a menina educa a Gabizinha? Que maravilha de mãe!
    Montes, paletes, camiões de aplausos para si. À porrada é que é! Boraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa :)))

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    1. Espancamento Já! á boa maneira da sublime educadora NM e Filipa.

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    2. Espancamento, sim. Com a fivela do cinto. E depois álcool e sal em cima das feridas.
      (Como é que adivinhou?..)

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    3. Não adivinhei, sei porque elas estão sempre a falarem de espancar os filhos no blog.
      Até me admiro como ainda não reparou.

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    4. Que parte do adivinhar é que quer?
      A de quem você é ou de como educa a filha?

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    5. Anónimo das 17:02:
      Obrigada pela aula de português.

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    6. A NM vem aqui reiterar, com bons modos que se dá o caso de hoje estar tremendamente bem disposta, que se alguém acha que eu "espanco" os meus filhos, é favor mostrar algum respeito por si próprio e pelo próximo e levantar o real nalguedo da cadeira e ir denunciar o caso às autoridades competentes. Nada temeis que eles dão connosco em três penadas (sim, que isto somos todos anônimos, mas uns são mais anônimos que outros.. )

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    7. Rita? Gabi? Falam de quem?

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    8. De acordo, ali com a iluminada, falam de mim.
      (caramba, eu nunca chamaria Gabi a uma filha minha, nunca...)

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    9. Ora ora Rita... Deixa-te de cenas e assume-te pah... Sem medos!

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    10. Vinha aqui perguntar quem eram a Rita e a Gabizinha... mas já estou esclarecida.

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    11. Por outro lado, a Rita e a Gabriela não morreram num acidente de viação em 2011?

      "Duas mulheres e uma criança morreram em um acidente de trânsito nesta tarde no bairro Teresópolis, em Porto Alegre. O veículo Renault Sandero, onde estavam as vítimas, colidiu contra um poste na Avenida Teresópolis, no cruzamento com a Rua Costa Lima.
      As vítimas foram identificadas como Ana Rita Gurski Sniadower, 36 anos, que dirigia o carro, a filha dela, Gabriela Gurski, de 10 anos, e a irmã de Ana Rita, Débora Gurski Herbert, de 32 anos."

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    12. Neste blog até os falecidos ressussitam para virem dar uma perninha.
      Agora atrevam-se a dizer que isto não e um blog de utilidade pública. Vá, digam lá suas invejosas.

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    13. Mas a maioria das pessoas sabe o que significa espancar?? Desde quando é que dar uma palmada é espancar? Gentinha estúpida e ignorante! Sim dar uma palmada faz danos para a vida, mas ceder a todos os caprichos criam seres humanos perfeitamente funcionais e nada ditadores...! Não sou a favor de palmadas, mas também sei que cada caso é um caso.
      E vocês que são anti espancamento (?????) acedam lá ao site do priberam ou infopédia, estão a precisar, ou disso ou de serem espancados!

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  5. Sexo às 5h da manhã, nem pensar...
    Devo estar a ficar velha.

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    1. Desculpe lá... Mas entre fazer massinhas ou sexo...

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  6. O meu João não come durante a noite, se calhar estou a fazer alguma coisa de errado...

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    1. Se o João não come, acorde-o e dê-lhe porrada até ele adormecer de novo ou perder os sentidos, que ainda era melhor. Agora, ser acordada por "monstrinhos insuportáveis" não se admite, nem é para isso que os temos. Se eles estão cá, é para fazer o que nós mandamos e aparecer em festas e fotografias. Calados e sorridentes. Mais nada. Mas que abusos são estes? E com quem pensam que estão a falar?

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  7. O que é giro neste post é ver a inversão de papéis.

    Antes era a NM que plagiava descaradamente a Madrinha. Ora o post da PN tem séculos, mas como a NM só ontem às tantas da noite deu por ele, a Picante lá veio a correr botar faladura, não fosse alguém achar que ela estava a amolecer em relação à PN e zás!, vai de copiar a Afilhada.

    Não há dúvida, o mundo é mesmo redondo...

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    1. Finalmente alguém reparou nisto... É a velha história do pupilo que ultrapassa o mestre. A História está cheia de exemplos destes, meu caro...

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    2. Plagiar não vale, ó senhora NM. Quem disse que a Picante por esforço e empenho ultrapassou o Mestre Feiticeiro fui eu e mais ninguém.
      Só ainda não tem o Porsche mas vem a caminh.

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    3. Gostava muito de continuar a brincar consigo, mas não faço a mínima ideia do que está a falar...

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    4. É da minha vista ou a Picante mudou o registo?
      Digam-me tudo gente, please!

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    5. Olhe, nem eu, nem ele.
      Eu, quando me ser a crise da idade, hei-de comprar é um Aston Martim.

      Afilhada, que é isso agora? Hum? Tu queres lá ver?

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    6. Quéquefoi madrinha? Primeiro aqui depois lá... :DDD Já la cheguei, pronto! Devagarinho, mas cheguei! E mais vale tarde do que nunca... E mais vale um pássaro na mão que dois a voar e o Natal é quando o homem quiser...

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  8. Vou passar a ter muita atenção para nunca mais fazer um post sobre um qualquer assunto que já tenha sido referido por outro blogger.
    Muito obrigada pela oportunissima intervenção.

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    1. De nada, Picante. Em precisando, é só chamar, estou às suas ordens, como sabe.

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    2. Ainda no outro dia falava num pré-registo de nomes dos blogo-bebés (não fosse dar-se o caso de um bebé ter o nome de outro já existente - há quem se oponha veementemente). Não seria mal pensado fazer-se um pré-registo de temas postáveis.

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  9. Obrigada Picante por este post, gosto quando toca com o dedo em certas feridas, a palmada é muito menos prejudicial do que os paizinhos que pura e simplesmente se demitem de educar e colocar limites e dizer não aos filhos e se deixam andar a levar agora o leitinho e depois a bolachinha e depois não sei o quê, porque antes, deixaram as criancinhas deixar o comer todo no prato há hora do jantar, porque obrigá-los a estarem sentados e terem horas para comer e só se levantarem quando terminarem a refeição e contrariar os meninos, é capaz de dar birra e não se está para isso, o melhor é andar ao sabor da vontade dos meninos e não se saber já muito bem quem é o adulto que supostamente devia ser responsável e depois os meninos crescem e já não anda ninguém a correr atrás deles com o leitinho e a bolachinha e os meninos que não estão habituados a ser contrariados...adivinham o resto da história não adivinham?

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  10. Off Topic, ou não.
    Tenho vários filhos. Nunca nenhum se atreveu a chorar com "Menú".
    É simples, choravam porque tinham fome, a dita era-lhes saciada e voltavam para os braços de Morpheu.
    Se, por qualquer acaso, choravam mais estavam com febre, mal-dispostos, doentes.
    Se, depois de verificado que nada disso se passava chama-se "manha".
    E para isso, meus amigos que ainda não se inteiraram dass maravfilhas da maternidade, perguntem-me como se resolve. Até posso dar dicas gratuitas porque, afinal, ass crianças é que interessam.

    Quanto ao "Off Topic", é aquilo da vaidade...que fica muito mal publicar!

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    1. A maneira mais eficaz de os fazer dormir a noite inteira, e acabar com essas mariquices de comida a meio da noite, é cortar-lhes o biberon depois do jantar. É o primeiro biberon a ser cortado. É claro que, quando dormem oito horas nos acordam às quatro da manhã. Mas, em a coisa correndo bem, aos três ou quatro meses já dormem onze ou doze horas. Das oito às oito.
      Nunca acordei a meio da noite para dar de comer a crianças. Mas que percebo eu de crianças? Nada, não é?

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    2. Percebes, pelos vistos, tudo.
      Os meus filhos todos, às 3 semanas de vida, dormiam já 7h seguidas.
      Há toda uma sabedoria por detrás disso, que há.
      Mas tão simples.
      Reitero, é só perguntarem-me como :)

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    3. Se não foi com palmada não vale a pena falar nisso. Por aqui criança é igual a palmada.

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    4. Vocês realmente foram umas sortudas com os filhos...e acham que é devido à vossa sabedoria sobre como criar filhos. Parabéns, sois umas iluminadas! Se vos tivesse calhado na rifa crianças que não dormem nem por nada queria ver se o vosso discurso seria igual.. .

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    5. Crianças que não dormem nem por nada? Minha cara, a menos que a criança tenha algum problema ou se encontre doente, isso não existe.

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  11. Pipocante Azevedo Delirante15 de julho de 2014 às 21:20

    Aquele texto é triste, por tantas razões, a começar pelo título.

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    1. My favourite guilty pleasure. Tão mau que se torna bom.

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  12. Bem, eu já jantei normalmente e, não obstante, acordei com fome às 5/6 horas da manhã. Pelo que em nada me espanta assim tanto que a criança tenha sentido fome. Mas - há sempre um "mas" - a sério que alguém vai a correr satisfazer todos os pequenos caprichos do pequeno ser? Não que eu ache que um pai ou mãe não devam fazer tudo pelo bem estar dos filhos ou mimá-los. Mas acho que há limites e fiquei boquiaberta com o que li.Por outro lado, cada um só publica o que quer no blog, isto é, ela publicou esse episódio mas não contextualizou, às tantas era o dia do "sim a tudo"...

    Na verdade, é-me absolutamente indiferente como educam a filhota, que por certo fazem com o maior carinho e amor, mas acho mesmo que há pais que misturam para ali uns conceitos, nomeadamente os de acarinhar e mimar excessivamente.

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    1. Pipocante Azevedo Delirante15 de julho de 2014 às 22:52

      - o título
      - o conteúdo
      - a mensagem de orgulho(??) no que se passou
      - os comentários
      - as respostas

      não sei o que é pior

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    2. Pipocante, teclamos acerca do mesmo (outo poste), ou só deste?
      (just curious)

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    3. O Horror, a tragédia, o drama, o sangue da virgem, o esperma do donzelo, o porsche, o Ego...o despertar, pegar no saco e ir á vida caminhando com sola por cima e cartão por baixo.

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    4. Pipocante Azevedo Delirante15 de julho de 2014 às 23:22

      do paciente zero
      do pecado original

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    5. Pois que Pipocante responde...a quem?
      (não pesquei um "boi"...)

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    6. Pipocante Azevedo Delirante15 de julho de 2014 às 23:33

      - o título
      - o conteúdo
      - a mensagem de orgulho(??) no que se passou
      - os comentários
      - as respostas

      não sei o que é pior


      refere-se ao post que originou as discussões, escrito onde mora o pai natal

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    7. Sintonia, portanto!
      É que até escrevi sobre isto...

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    8. Azevedo Delirante, o pior de tudo foi acharem que o grande pecado foi encharcá-la em hidratos de carbono. Palminhas.

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  13. Esta moda do "filhote/a" tira-me do sério...mesmo!
    Temos Filhos e Filhas.
    Filhotes é...sei lá, nem me entra na cabeça, talvez porque sou entradota!

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    1. Acho que às vezes me dirijo à minha filhota nesses termos. Doravante terei mais cuidado, que não te quero incomodar (ahahahah)
      Há quem chame crias, rebentos, prole, herdeiros... É como diminutivos, há quem abomine e não conceba a ideia de chamar outra coisa ao filho além do nome de registo, mas há tambbém quem seja incapaz de os tratar pelo nome próprio, optando por um diminutivo. Há de tudo, como na farmácia, é escolher o que mais aprouver ao freguês.

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    2. Ora, Mironinha, eu percebo que é um "tempo" que não é o meu...só isso.
      E eu gosto de algumas pessoas que chamam "filhotes" aos filhos, só não gosto da palavra, acho-a, assim, parola :D
      Mas quem sou eu para julgar, hoomessa...mais a mais, de ti, não vejo nada de parolice, só "moda" mesmo * (asterisco, no meu tempo, era um beijo na bochecha)

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    3. Acrescento só que, quando nasceram, tentámos eu e o pai (sueco, note-se), escolher nomes impossíveis de se tornarem diminuitivos, mas...mas há sempre um mas, os avós, tios, padrinhos e quejandos, conseguiram o impossível...TODOS têm um, raisparta!

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    4. A minha tia-avó Emilia (a quem eu chamava Mimocas) não deixou NUNCA que ninguém me tratasse por qualquer diminuitivo! E eu tenho tanta pena…gostava tanto de ter um petit nom (agora, aqui na bloga tenho)
      Ainda por cima descobri que, à socapa, uma prima me chamava um petit nom delicioso!

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    5. Depois de ver uma mãe emocionada a ver a filha entrar na igreja para casar, "ai a minha Pilinha - Pilar - está tão linda", o mundo dos diminutivos ganhou uma nova vida para mim.

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    6. Eu tenho um petit nom, que a minha avô me deu quando nasci. Na minha família todos me tratam pelo petit nom. Chamarem-me pelo nome próprio é o equivalente àqueles pais que chamam os filhos pelos dois nomes, se os tiverem, quando estão metidos em sarilhos.

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    7. Ahahah!! Só por causa da "Pilinha" eu também conheci uma Pilar a quem a família carinhosamente tratava por Pilocas...!

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    8. Eu também tenho um petit nom. Bem giro, por sinal.

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    9. No meu caso é um "grand non" :)

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  14. No limite, se tem realmente fome, comerá o que lhe derem primeiro. Se anda a escolher tá a gozar com os pais, a testar os limites. Isso é tudo muito bonito quando se trata de pequenos caprichos. Imaginemos mais velhor e com o mesmo tipo de reação. Serei pior pessoa por pensar que os pais não são lacaios dos filhos?

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    1. Mas estamos a falar de alguém com 15 anos ou com um/dois anos?

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    2. Dois. Não tem idade para comer a meio da noite. Qualquer pediatra lhe dirá isso.
      Mas, em sendo mal habituado...

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  15. Pipocante Azevedo Delirante15 de julho de 2014 às 23:30

    O meu rebento já foi para a cama sem jantar (chamem a polícia).
    Fazer comida a meio da noite?
    Em bom portugues... f###-SE!!!!

    Com bimby ou sem bimba, noite é para dormir.
    Mas prontos...
    Há blogs que ensinam a comer, outros ensinam a fazer desporto e obter os abdominais da XXXX, há quem distinga os mitos das realidades.

    Com tanto admirável mundo novo ainda se admiram que haja tanta juventude no mamading.

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    1. PAD, a minha também. Fez birra, não queria comer, e eu não estive para alinhar numa luta, que estava muito cansada. Normalmente insisto, daquela(s) vez(es) não.
      Mandem-me prender, vá.

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    2. Uma frase que resume tanta, imeeeeeensa, coisa: "há quem distinga os mitos das realidades"...

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  16. Comento aqui o que não me apeteceu comentar lá (não estou para fazer login, deixar um comentário, esperar que seja aprovado e depois ver que foi censurado): não.
    Nao, não, não.
    A pequena cá de casa às vezes acorda a meio da noite com fome, outras com medo. São dias.
    E ofereço leite, ou bolacha. Quer quer, não quer não quer. Leite e bolacha, leite ou bolacha. Só, que o que tem é fome (se for medo, ofereço colo, e beijos, e mimo até adormecer).
    Mas não há cá massa, nem pizza, nem "ó amor diz lá o que te apetece agora que a mami faz".
    Mas também não há palmada... às cinco da manhã, quando está podre de sono/birra/medo? Não faria sentido, nem deixaria recordação.

    # tanta psicologia para nada, digo eu #

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    1. Muita sorte têm vocêws não trem um rebento como o meu que não está ca de modas. as quatro da matina é infalivel. umas vezes é feijoada à trasmontana outras vezes é cozido à portuguesa com todos.

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  17. Bem, alguém aqui se deu ao trabalho de ler realmente o post ou nem por isso. Parece claro que a massinha dada estava feita e era sobra do jantar, pelo que o casal se limitou a aquecê-la e dá-la à bebé que tinha birra de fome. Não sei, mas parece-me não ser exactamente uma situação de "excepção justificável" para bater na criança de dois anos, ou a excepção deverá ser mais regra que excepção.

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    1. Eu li o post e também fiquei com ideia que eram restos do jantar. Evidentemente não é tão grave que justifique a palnada, mas filho meu receberia um redondo não. (bebesse leite ou comesse o pão). Cada pai educa os filhos como acha melhorm aqueles oegulham.se de criar uma tirana (não é a primeira vez que há um post com esse trocadilho "engraçado")

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    2. Ah... Como foi só aquecer a massa já pode não é? Está certo... Está muito certo...
      É deixar as crianças fazerem uma birra das antigas, em não sendo preciso ferver a massa está tudo bem...

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    3. Já agora a palmada deveria ser onde: na cara, nas mãos, no rabo, só para ficar com uma ideia de como educar melhor uma criança.

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    4. NUNCA se pode dar uma palmada. Violência só gera violência, não sabem? Os pais de certeza que foram violentos quando lhe entregaram o pão, por isso a menina reagiu com um safanão. Típico, e prova que violência gera violência. Evidentemente, a solução está em servir-lhe a massa, tal como a pequenina queria. O resultado foi idílico, uma famíla em harmonia, alegre, feliz e contente a comer massa às cinco da manhã. Será que custa perceber que aquela foi a solução certa? Um NÂO iria gerar esta harmonia? Ponham os olhos nos senhores, que são psicólogos e sabem como educar uma criança em vez de criticarem.
      A Rosa Cueca é que sabe, ninguém nasce com uma cartilha. Bem-hajam pais como aqueles que partilham as lições de pedagogia com milhões de pais sem noção.

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    5. Ahahahahahahahahah

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    6. às 13h49 o comentário é irónico, não é? é que não sei se percebeu que está a referir o casal de psicólogos que sabem educar uma criança e que defendem (está postado) - não sei se praticam - a palmada pedagógica

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  18. Não, a bebé tinha birra. Quando se tem fome come-se o que lhe dão. Filho meu de madrugada bebe leitinho, quer outra coisa?? Não há! É chato e temos pena. Porque antes de aquecer a massinha para a criancinha, ainda foi fazer a papinha que a menininha tão GENTILMENTE recusou... Mas quem vai ter que lidar com ela nos próximos anos são os paizinhos portanto continuem assim que estão bem

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    1. Já lá respondi e re-respondi porque sua excelência acha o máximo e um óptimo exemplo de educação a reação dos paizinhos à fenomenal birra da criança.

      A minha filha tem 20 meses, se acordar com fome - situação excepcional caso não esteja doente, mas caramba, até pode acontecer!- bebe leite. Ponto. Fica saciada o suficiente para aguentar até de manhã.

      Menu a la carte aos berros? Pois sim...

      Enfim... como me respondeu a senhora, ainda bem que da mimha filha cuido e entendo eu. A deles, que a criem como entendam...

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  19. A educação é o novo tabu, mas se há coisa que aprendi é que as regras e o "está certo/errado" - quando apoiadas no mínimo senso comum - definem-se em cada casa e perante cada criança.

    Lá em casa não há palmadas a meio da noite, em que uma criança está birrenta, porque obviamente terá, entre outras coisas, sono. A palmada aí vai fazer alguma coisa? Não. Vai alterar ainda mais a criança, despertá-la mais, provocar mais irritabilidade e, dependendo da idade, não terá o efeito "desejado" porque ela nem entenderá bem o que se está a passar. Acontecendo, é uma palmada por falha parental, por cansaço, por irritação, por procura de uma solução mais rápida. É uma falha, sim, é um "menos bem" nosso, mas ninguém morre por isso, nem automaticamente nos transformamos nos piores pais de sempre.

    Massinhas e pãozinho à noite. Se concordo? Não. Um leite, alguma paciência (a possível para um ser humano que também lida mal com a privação de sono) devem resolver.
    Se não resolver, se a birra persistir, também alguém se há-de cansar e eventualmente adormecer. Se isso não acontecer, talvez haja outra coisa merecedora de atenção e um claro "algo poderá não estar bem".

    Aquilo que ressalvo é: que pais, dignos desse nome, não erram? Nascemos todos com cartilha?

    A presunção é uma coisa complicada, especialmente quando achamos que a nossa maneira é a certa. Não conheço nenhuma mãe que não tenha medo de transformar o filho num pequeno tirano mimado, ou que não se culpe até à sétima casa por coisas que o rebento nem se lembra. Enquanto o dilema for por causa de massinhas e pãozinho a coisa não deverá estar muito mal.

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    1. Finalmente uma resposta decente.

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    2. Pois eu vejo para além das massinhas e do pãozinho. É óbvio que o que está em causa é o comportamento dos pais perante uma situação. O comportamento no momento e o comportamento à posteriori, o relato em modo "muito-engraçado".

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    3. O que quis dizer é que também não é uma situação digna de extrapolação para toda a base educativa da miúda.
      Dá vontade de implicar? Um bocadinho.
      Principalmente porque não conheço ninguém que goste de criancinhas birrentas e que levam a sua avante por culpa de pais menos rigorosos nas regras/sem noção que o" que-gracinha" tem implicações.
      Contudo, aquilo que nós podemos achar dos pais, fruto do que se lê num blog, por exemplo, também é perigoso e, de certa forma, injusto.
      O facto de as pessoas escolherem expor a vida pessoal, com esses tais "episódios engraçados" (que raras vezes têm piada) coloca-as a jeito para a crítica, é o preço a pagar por tentarem cair em graça.

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    4. Rosinha falou...Decretou!
      Espero que todos os burros e burras que andaram por cá a debitar parvoeiras, que amochem a tola, baixem as orelhas e vão cuidar dos filhos direitinho como a Rosinha decretou.

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    5. Eu sei que o comentário era longo, mas aparentemente não o deve ter lido, porque pela conclusão tirada nem sequer passou os olhos na primeira frase.

      Eu sou uma mãe in progress, que admite que erra, que tenta aprender com os erros e, com base na minha experiência pessoal e após advertir que nisto da educação "cada cabeça sua sentença", dei a minha opinião.
      Aparentemente essa opinião incomoda algumas pessoas.

      (Arrisco a dizer que o que incomoda não seja a opinião em si, que até é das mais neutras, mas sim não irem à bola comigo, o que é todo um outro assunto, não é verdade?)

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    6. Rosa, Rosinha, ainda dá cavaco a gente desta?
      Não ligue. Acha mesmo que alguém inteligente anda por cá? Só se for algum forasteiro que tenha errado o caminho, mas tão logo dê conta arrepia caminho.
      ...E por acaso, assim como quem não quer a coisa...qual é o outro assunto?

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    7. Foi de facto o(s) comentário(s) mais sensato. Continuo a achar ridícula a história da massa/papa. Mas de facto, cada pai é que sabe como quer educar um filho e certamente que o faz com a melhor das intenções. Agora acho que muitos pais acham que tudo se comporá, e agora fazem-lhe as vontades mas amanhã esta história já é tão ultrapassada que não deixou mossa no filho, ele nem se lembra que a mãe ou o pai lhes satisfazem todos os caprichos a qualquer olhar de carneiro mal morto.

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  20. eu comento sempre atrasada estas coisas mas creio, na minha ingenuidade, que metade daquelas coisas não são verdade. apenas um "ai que giro, isto ficava mesmo bem ser escrito e entrava no espirito do meu magnifico e impecável blog".
    é que é parvoíce a mais a acontecer a uma pessoa só!

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  21. Deixem-me lá ver se eu entendo: a um bebé que ainda nem dois anos tem, logo não entenderá muitas coisas, muitas mesmo, uma delas a palmada (nada a dizer, é universalmente aceite que um bebé de dois anos não entende o objectivo da palmada, qualquer coisa que ver com o cérebro, sei lá), bate-se ou deixa-se a criança naquela agonia (será simplesmente fome? Se calhar é mais do que isso). O que se faz a um adulto, que sabe a diferença entre o bem e o mal, tendo o seu cérebro já completamente formado, que alcoolizado, pega num volante e faz-se à estrada? Mediante o vosso raciocínio só se pode fazer uma coisa: dar-lhe uma tareia tão grande que o ponha no hospital. E esta irresponsabilidade, segundo o vosso raciocínio, só acontece porque os pais não souberam educar convenientemente! Mimo a mais e porrada a menos. Se tivesse sido o inverso, saberia agora, em adulto, que há certas coisas que não se fazem, sobretudo por colocar terceiros em risco de vida.

    Enfim, muito se preocupam vocês com a educação dos filhos dos outros. Se se preocupassem com a vossa e a dos vossos, creio que vos ficava bem melhor.

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    1. A miúda estava a testar os pais e viu que eles fazem o que ela quer. Primeiro, recusou leite, depois recusou pão e finalmente teve a massa, como queria. Aos dois anos é assim que eles descobrem o mundo, vão testando a ver no que dá. Se é por causa de um episódio isolado relativo a um prato de massa que ela vai ficar um pequeno tiranete? Evidentemente que não. Se acho que eles são um exemplo de educação e pedagogia? Não. Não basta ser-se psicólogo para se ser automaticamente o melhor pai e mãe do mundo.
      Não sendo um exemplo que admire, é-me indiferente o que fazem ou deixam de fazer à filha, não conto cruzar-me com eles ou pedir-lhes conselhos e acredito que pensem exactamente o mesmo a meu respeito.

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    2. Não querendo ir ao pormenor do assunto aqui tratado, por acaso até acho que a educação das crianças é um assunto não tão pessoal assim. Vivemos em sociedade, logo, está tudo relacionado. Uma criança birrenta será um adulto equilibrado? Não me parece! Ou alguém acredita que um adulto tirano não mostrou sinais de tirania em criança? Ah pois é!

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    3. Aos dois anos, qualquer criança percebe um não, qualquer criança entende rotinas, qualquer criança sabe que se for contrariada cada vez que atirar com um alimento ou brionquedo, em jeito de birra, não adiantará nada a repetição do gesto.
      Da mesma maneira, qualquer criança sabe que se a birra resultou uma vez, é provável que resulte segunda e terceira. E vai tentar, fará birras cada vez maiores. Isto é básico.
      (esta pediu leite, recusou o leite e pediu pão, atirou com o pão e pediu papa, recusou a papa e pediu massinha... na verdade, o que estava a fazer era a pedir regras e limites. Uma pena ninguém a ter compreendido)

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  22. Para que é que colocou a palavra "palmada"? é que mudou-se logo o ponto da questão. E há tanta coisa errada nesta situação!

    Vamos lá ver uma coisa... ter fome e não comer algo que se dá e normalmente se gosta é porque não é fome. Alternar de leite para pão, depois papa, depois massa não deve ser feito sobre circunstância alguma, mesmo durante o dia. Apresentamos a comida, não quer comer não come, não vai morrer por passar uma refeição (é difícil? claro que é!)... não se deve meter comida pela goela abaixo, mas também não se deve ir a correr buscar outra coisa... quando há come-se o que há (não estou a falar em obrigar a comer algo que nos seja intragável)

    Satisfazer uma birra, é outra questão. Independentemente da criança. E ninguém é perfeito, e às vezes até cedemos, mas não devíamos ter cedido. Consistência - como já foi dito - é importante!

    A hora a que foi só empola a questão por tornar mais claro ainda a falta de bom senso... o menor dos problemas aqui é o disparate completo que é dar uma comida pesada às 5 da manhã e os maus hábitos alimentares que isso pode criar.
    Quando alguém diz acima, se calhar precisava de atenção, seria um pesadelo ou qq coisa... claro, então vamos compensá-la emocionalmente com comida... outro problema grave que educa para erros alimentares: para compensar estar mal emocionalmente vou comer!
    Ok. pode ter sido uma vez sem exemplo... mas ao ler o post e principalmente as respostas a alguns comentários, acreditam que será uma vez sem exemplo?

    O orgulho com que é dito (que para mim, acho que é até o mais grave de tudo) a mim diz-me que será uma situação recorrente.

    Mas cada um percebe dos seus filhos, claro! e ela percebe a dela, daí o tirAna... ela sabe bem como educa.

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    1. Lá com aqui... fififfas, concordo plenamente!

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    2. E, por acaso, achará que não escrevi "palmada" intencionalmente?
      (então não é tão engraçado ver as pessoas aos gritos, a acusarem-nos de espancar e violentar as crianças?...)
      (mas terá razão, eu gosto de extremar as coisas e isso inviabiliza discussões mais sérias. em me apetecendo ser séria farei um post sobre a temática da palmada, da educação e da regra. Se bem que raramente me apetece ser séria, para isso já basta a minha vida...)

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    3. Por favor não faça esse post. A sério.

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    4. Eu acho que é preciso ser um pouco imbecil para não ter reparado que a parte da "palmada" era a picar. Quanto ao assunto em si: assim se criam crianças mal-educadas, rudes e com o "rei na barriga", que depois dão cabo do juizo dos professores e educadores porque ninguém tem mãos neles.
      Talvez seja uma estratégia, uma vez que há tantos psicólogos desempregados, alguns precisam de crianças assim para terem trabalho.

      Se uma só vez fará com que seja esse o desfecho? Não. Mas será que só vai ocorrer uma vez tendo em conta a forma orgulhosa e pomposa com que foi relatada a situação?

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    5. Ora bem, eu sou um bocado imbecil, mas em termos de níveis de imbecilidade estou na dúvida: serei mais eu que não percebi (será que não) que a história da palmada veio para provocar, ou se foi o querido anónimo 17:32 que não percebeu que eu percebi, mas achei desnecessário quando havia muitos mais temas interessantes a discutir e assim foi desviada a atenção deles

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  23. "Pois não sei. Às tantas não quis comer à hora disso e deixaram que isto de contrariar as crianças é que não...."

    E uma palmadita nos pais, não?

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  24. Depois de visto o contexto da situação, acredito que seja uma vez sem exemplo e embora não concorde, também não torna a situação grave. De qualquer forma, serviu para se pensar e discutir pontos interessantes nesta coisa de educar filhos.

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    1. A tua concordância ou a falta dela é o que menos interessa.
      Qum sabe é quem decide, e isso são as mamãs blogueiras. Porrada nos filhos
      As madrinhas também sabem, mas menos como se constata por aqui. Umas, porrada de criar bicho, outras porrada moderada, outras nem uma coisa nem outra e se o filhinho quiser tripas a moda do Porto, correr acordar o homem da mercearia para comprar a tripa enfarinhada como o bebé gosta.
      Como vês, cada cabeça sua sentença e tu não mates é a tua a fazeres deduções afogadas à nascença.

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    2. Também não me interessa que a minha concordância interesse. A mim interessou-me comentar (julgo que é para isso que existem caixas de comentários). Os interesses são muito relativas e cada um tem os seus. Se for de meu interesse matar-me a fazer deduções, tanto quanto sei é opção minha. Não se preocupe o querido anónimo com isso.

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    3. Deduções de loiras quanto menos melhor!

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    4. Sou loira sim... mas são só madeixas!

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  25. Deve ser bom ter esse poder de nunca ceder a birras.

    Não li o texto que deu origem ao seu post, mas postas de pescada sobre a educação dos filhos dos outros têm esta coisa de me fazer revirar os olhos. É incontrolável. Fazer o quê?

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    1. Eu tenho um filho bem grande e nunca cedi a uma birra. Ter regras, enfim. Sabe como é? Pais que se demitem das suas funções de educar para fazer o que lhes apetece desde que os filhos não os façam passar vergonhas ou lhes chateiem muito o juízo fazem-me revirar os olhos. Fazer o quê?

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    2. Não cedo a birras. Lamento mas não cedo.

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    3. Nunca? Eu também TENTO não o fazer.
      Sei, sei o que são regras, querida anónima. Perfeitamente. E se a birra é de sono e cansaço, então relevo quando o que está em jogo não é tão importante assim. Escolho as minhas batalhas em vez de ser quadrada.

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    4. Imagine, por exemplo: a minha filha de 4 anos teve que andar arrastada atrás de mim. Portou-se lindamente no supermercado, no meu trabalho, comeu sentada à mesa como manda a lei e tudo. À noite, já agastada, começa a chorar e a pedir-me o pijama do periquito em vez do da borboleta. Faço braço-de-ferro para quê? Não haverá birras que podem ser evitadas... por nós? Troca o pijama e acabou!

      E pronto, termino aqui o meu desabafo. Obrigada pelo tempo de antena, Picante.

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    5. Simplesmente Ana

      A criança ás 4 da manha acordou os pais para dizer que tinha fome
      - deram-lhe leite, rejeitou
      - deram-lhe pao, rejeitou
      - foram fazer-lhe papa, depois de feita, rejeitou
      exigiu massa
      - e assim foi, deram-lhe a massinha


      São estas crianças que depois vão crescer e interagir com os seus filhos.

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  26. Tem total razão em tudo, excepto na parte da palmada, mas eu sei que a Picante só deu essa achega para provocar ;) Fiquei chocada com o tom "engraçadinho" sem piada nenhuma com que contaram o episódio. Se fosse eu a mãe desesperada de sono que cede aos caprichos mais inusitados da sua cria - todos sabemos que na teoria não se deve, mas que às vezes no desespero pode acontecer é inegável - enterrava o episódio no fundo do baú, para não mais revisitar nem reproduzir e muito menos contar a toda a gente, com uma tónica ao estilo "ai que giro que foi". Chiça, vergonha alheia!

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  27. "era uma palmada antes do pãozinho, de coração vos digo"
    Você é uma besta!

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    1. Quem diz é quem é!
      (satisfeito? Agora está acompanhado na imbecilidade...)

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    2. E se pensasse um pouquinho?
      Quadrada!














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    3. Será que este espaço em branco foi propositadamente deixado para convidar à meditação?

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  28. "a palmada" foi intencional, para espicaçar a discussão

    Fica claro que você não procura discutir discutir os assuntos. Antes se satisfaz com a discussão pela discussão. E já agora, só por acaso, aproveitar o aumento de visitas no sitemeter.

    Está no melhor caminho para a proposta de publicidade: http://pt.sportsdirect.com/pugilismo/i73l/sacos-de-soco-de-boxe
    Já estou a ver o titulo do post:
    Se o bebé faz birras, dê-lhe ganchos de direita!
    Ele agradece-lhe as noites de sono ko.

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  29. Pipocante Azevedo Delirante17 de julho de 2014 às 12:02

    Este post ainda não morreu?
    Muito bem, aqui vai mais uma acha:

    Gosto do conceito de "só tem 2 anos, não compreende". É verdade que não podemos debater com uma criança de 2 anos, pois ela não tem as capacidades cognitivas necessárias, mas também é verdade que elas percebem conceitos básicos, nem que sejam pavlovianos: acção-consequência, seja esta uma recompensa, ou um castigo.
    Ao aceder às mudanças de menu, a criança absorve a seguinte lição: se eu berrar o suficiente, tenho o que quero. Simples como isto.
    E não me venham com tretas de pedagogia, há coisas que nunca mudam. As crianças testam os limites (os adultos também o fazem), cabe a nós impor esses limites.
    Uma pequena história pessoal, daquelas que ficava bem num blog desses mummy mummy:
    O meu rebento (dentro da faixa etária em causa), no meio de acesa discussão, faz menção de ferrar a dentuça no meu braço. Apenas lhe perguntei se tinha a certeza que queria fazer isso. Voltou atrás, e não mordeu o pappy dear. Sinceramente, não qual seria a minha reacção; se aguentava a mordidela para ela perceber que era inútil (e depois levava castigo), se a punha de imediato de castigo, ou se lhe torcia a orelha (chamem a bófia, já!!) até abrir a boquinha de dor. Mas ela percebeu que, se fizesse aquilo, haveria consequências, e estas não seriam agradáveis. Oras, o meu petite-me não é um génio, e no entanto percebeu a lição. Porque será?
    * e faz birras como qualquer outra criança, não é um exemplo de perfeição e o camandro. A questão é como lidamos com elas *

    Out

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    1. Apetece-me bater palmas, confesso! Já tive algumas questiúnculas com a cara metade por causa deste tema e dos pilantras dos sobrinhos dela e usei algumas das expressões que aqui usas. Especialmente esta... "se eu berrar o suficiente, tenho o que quero". Os pilantrinhas são EXACTAMENTE assim. Mas como são sobrinhos e não filhos, tenho pouca margem de manobra no tema. Mas já percebi a lição para quando for o meu filho. Agora é tentar evitar que eles sejam assim...

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    2. Aqui há uns anos, uma criança de talvez uns doze ou treze meses estava a fazer uma birra fenomenal, daquelas que me fazem revirar os olhos, com direito a bater o pé no chão, atirar-se para o chão e guinchar como se estivesse a ser esquartejada. Quando lhe disse que iria para o quarto até se acalmar, levantou a mão para me bater. Ainda a mão da criança ia para cima e já a minha ia para baixo. A verdade é que a dita criança nunca mais me tentou bater e nunca mais se atirou para o chão por ser contrariada.
      E sim, levou uma palmada na mão com pouco mais de um ano. Chamem a policia.

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    3. Grande Silent! Eu também faço amor com a cunhada. Saem sempre sobrinhos...
      Abração a um cá dos meus!

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    4. Pronto! Rosinha para baixo.
      Falou Azevedo decretou!
      E agora que argumentos mais vão arranjar? Desclassificados???!!!

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  30. Sorte picante... a minha filha fez o mesmo, levantou a mão a minha desceu, a dela continuar a subir... percebi que com ela isso não resulta, agora o pôr de castigo é resulta lindamente

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