quarta-feira, 11 de junho de 2014

E a Feira do Livro, Picante? Foi mesmo só farturas?

Nada temeis....


16 comentários:

  1. Respostas
    1. Vós temeis
      Que vós temais

      É diferente.

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    2. Cara Picante, pedia-lhe por favor que não publicasse este comentário. Lamento discordar, mas creio que o Anónimo das 01:06 tem razão. No post, a Picante está a utilizar o imperativo, enquanto que no seu esclarecimento das 01:47, a Picante primeiro utiliza o presente do indicativo e em seguida o presente do conjuntivo para justificar a sua escolha, daí a confusão. No imperativo, deve dizer-se "Temei (vós)" (afirmativo) ou "Não/Nada temais (vós)" (negativo). Espero ter ajudado, bom dia=)

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    3. Mas eu não estou a dar uns ordem... Queria utilizar mesmo o presente do indicativo, o qual é temeis...
      Se bem que a coisa pode ser encarada como um conselho. E nesse caso seria temais.
      Ai, a língua Portugesa....

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    4. A Portugesa é muito, mas muito pior que a Portuguesa, nisso tem toda a razão...

      E veja lá isso das reticências, não há maneira de acertar com os pontinhos. Vá lá aprender a contar pontinhos.

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    5. Cara Picante, sou o Anónimo das 11:02 e agradeço-lhe a delicadeza de ter respondido ao meu comentário. Sinceramente, não era necessário tê-lo publicado, não só porque foge ao tema do seu post, mas sobretudo porque, sendo Matemática, não me reconheço habilitações suficientes para corrigir quem quer que seja em Gramática.

      De qualquer forma, parece-me que, neste caso, o modo imperativo (que, como a Picante referiu, não é utilizado apenas para ordens) é o mais indicado. O modo indicativo destina-se, como o próprio nome sugere, a constatar factos, e não me parece que o sentido do seu post seja constatar que "(nós - leitores) nada tememos" (correspondente a "Nada temeis"), mas sim a aconselhar/sugerir que "nada temamos (nós)" (correspondente a "Nada temais").

      Peço desculpa pela insistência, mas gosto mesmo muito de discutir Gramática. Além disso, há obviamente a possibilidade de eu estar errada e, nesse caso, terei todo o gosto em aprender com quem souber mais do que eu=)

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  2. Respostas
    1. Também a mim. Estou a repor a colecção antiga. Estes têm o nome do antigo proprietário, datados de 1960, cheirei-os, adoro o cheiro dos livros usados, ainda fiquei uns minutos a pensar quantas vezes terão sido lidos, se fizeram vários meninos felizes..
      (mas este ano achei os alfarrabistas pobres)

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    2. Nada temais! Está certo...estava!
      Foi na cantiga do professor ignorante, entornou o caldo.

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  3. Boa escolha no Auster, embora prefira a Noite do Oráculo.

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    1. Ricardo, nunca li nada de Auster. Uma lacuna grave prestes a ser colmatada.
      (tanto para ler e tão pouco tempo)

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  4. lembro-me de ter lido a nova-yorquina triologia, e de ter gostado. e são estas as duas únicas recordações que tenho desse livro. há livros assim, que se confinam apenas à sua leitura. e tenho para mim que não são melhores ou piores que aqueles que nos acompanham (mesmo) depois de lidos. ou não.

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    1. A ver... não pego num policial há que tempos.

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  5. Tudo previsivel. Até esse piscar de olhos ao Salgado, com essa coisa dos alfarrabistas e do cheiro dos livros.

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    1. Sério? Piscar de olho?
      (diz que o chá faz bem, eu cá não sei...)

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    2. Pode experimentar. Mas no seu caso, acho que já não faz efeito. Terá que ser uma coisa mais forte.

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