segunda-feira, 30 de junho de 2014

Das perdas

Nenhum pai, nenhuma mãe deveria enterrar um filho, devia haver uma qualquer lei universal que o impedisse, não é natural, não deverá ser suportável, não consigo pensar em dor mais profunda, não consigo, sequer, imaginar a intensidade da dor. 
Posto isto, já vi por aí coisas que me fizeram corar de vergonha. Reformulo. Já vi coisas, por aí, que me deixaram uma enorme vontade de distribuir umas valentes bofetadas em trombas alheias. Logo eu, que só me lembro de ter dado uma única bofetada, ao longo de toda a minha vida. 

(Vontade de aparecer e de iniciar ondas tem limites, deixa os vivos chorar os seus mortos em paz, foda-se! Conhecerás, sequer, a existência da palavra respeito? Arranja um bocado de sensibilidade, caramba. Ou um cérebro. Ou os dois.)

111 comentários:

  1. Por vezez meio cerébro já chegava.

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  2. Não li o texto, só o título do post me fez ranzir o sobrolho.

    Há gente que não olha a nada, aparecer é que importa.

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    1. O problema é que o maior problema nem é o texto. O problema foi a onda que decidiu criar ontem no FB, com um hashtag, a pedir às pessoas que pusessem no perfil uma fotografia com um filho nis braços, ar embevecido com tanto amor.
      O texto só insinua que ela é tão sensível que vai ao ponto de sofrer tanto como uma mãe que perde um filho. Ao lado do FB até está muito soft.

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  3. Nenhum pai deveria ver um filho morrer. Só tenho uma filha e não consigo imaginar a dor que seria perdê-la. Se tivesse 20 filhos a dor seria exactamente a mesma.

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  4. Esteve de facto muito, mas muito mal mesmo. Não sei que o que lhe passou pela cabeça. Mas pronto, cada um tomas as suas decisões.

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  5. Não há dor maior. Dor que espero nunca vir a sentir. Pior do que isso só talvez ver um filho desaparecer sem rasto para sempre. Ao menos na morte sabemos que já está em paz. Quanto ao caso em questão não entendo o porquê de para dar as condolências à Judite é necessário ir buscar outro caso que não tem nada a ver a não ser o caso do miúdo também ter morrido. Muito mau.

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    1. Pipinha vá ao FB e enjoe-se. O texto é mais do mesmo, mas nem é o pior. Ontem cheguei a ficar agoniada quando vi o hashtag, a fotografia de perfil, com a filha ao colo, e mais o apelo a que todos lhe seguissem o exemplo. Quem é que aquela tipa pensa que é?

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    2. No facebook não vi nada, se calhar não estou no correcto. De qualquer maneira achei muito mau gosto ir buscar outra vez a história do miúdo. E o outro post a seguir? Qual o sentido? Focar as atenções novamente nela. Não entendo a necessidade.

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    3. Polo Norte Ruth. Já removeu mas ainda consegue ver um post onde explica o porquê da remoção.

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  6. a Polo norte nao fez isso, pois não?
    Não publique este comentário - sei que vai contra as reges do blog indicar nomes.
    ms tinha de perguntar.

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    1. Fez. Neste post não há subliminaridades nem regras.
      Aquilo revolveu-me o estômago.

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    2. (desculpe as gralhas acima - e se me souber dizer como desativar o corretor automático, agradeço)
      fui ver as duas páginas - a do blog e (penso) pessoal, e não vi nada. felizmente.
      os limites são cada vez mais ténues, nesta coisa do respeito pela dor e o desejo de mostrar que se está solidário com quem sofre.
      nao deixei em lado nenhum - nem deixarei - posts de apoio/solidariedade à Judite de Sousa, nem aos pais das crianças que morreram este fim-de-semana. Há dores que merecem respeito, e respeito, por vezes, é deixar as pessoas sossegadas e afundadas na dor.

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    3. Está no FB da Polo Norte Ruth.
      Ou estava, aliás. Começaram a dizer-lhe que aquilo era de mau gosto e ela retirou os posts com hashtag. Mas se for ao FB ainda encontra um post a dizer que removeu aquela vergonha, que não foi por mal, a intenção era a melhor...

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    4. (é nas definições do Tm que se remove o corrector automático...)

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    5. Está explicado, então. Não sigo o blog no feed do FB nem sou FB-friend, pelo que só tenho acesso à informação pública.
      Enfim.

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  7. Tenho cada vez mais a certeza que não ter conta de FB me faz bem aos nérves...

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  8. E falamos de quem aqui? nem uma pista? :(

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    1. E de quem haveria de ser? Quem é que não olha a meios para mostrar que é tão sensível, tão boa pessoa?

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  9. A vontade de aparecer tolda-lhe o raciocínio lógico

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  10. A minha alma está parva.
    Há gente muito estúpida.
    AB

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  11. ...com o assunto de hoje não dá, não sai nada...

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  12. Eu quero acreditar que ela até sente mesmo aquilo, que até tem bom coração mas que é simplesmente parva, com neurónios a menos e que gosta de mostrar a todos que ajuda e que ajudar é bom mas depois... depois esquece-se que o post poderia ser escrito com menos ênfase no "eu". Por outro lado, quem escreve blogs (por norma) não os vê como uma espécie de diários?

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    1. Há blogs que são uma espécia de diários, sim, mas não me parece que seja o caso deste. Acho que se serviu/serve do blog como uma tentativa de terapia (que devia ir fazer no local apropriado), só que os dedicados seguidores, que se riem tanto com as ideias desempoeiradas e choram tanto com tanta sensibilidade e altruísmo, criaram um monstro. E depois saem tiros ao lado, cada vez mais, mesmo que as intenções até sejam boas (o que também não duvido).

      Não vi nada no facebook porque não o sigo e também não encontrei post explicativo nenhum, mas não me custa a acreditar que ela tenha de facto feito uma coisa dessas. Sinceramente, não me dá vontade de distribuir bofetada nenhuma, só tenho um bocado de pena. Ou então sou eu que sou parva, e afinal não há ali nada de tão profundamente problemático a nível interno como me parece.

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    2. Existem vários tipos de blogues:
      - Os diários
      - Os que servem para promover o autor
      - E os que precisam de afagos no ego.

      Até acredito que a autora em questão parece-me estar actualmente no patamar da promoção. Mas antes isso do que ter um blog para lhe darem festinhas no ego. Esses são simplesmente deprimentes.

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    3. Anónima, todas as pessoas que escrevem em blogs públicos, escrevem para ser lidas. Não nego que gostem de escrever, ou não escreveriam de todo. Mas escrevem para ser lidas. De certa maneira isso é um afago ao ego, quem diz o contrário está a mentir.
      (e aquilo das poletes é o quê? senão um afago enorme ao ego? e as cartas sensíveis? Ora poupem-me...)

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    4. Também não acho que seja uma promoção ao autor. Promoção para quê mesmo?

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    5. Eu gosto que me afaguem o ego. Tenho um blog (quem não tem?), escrevo com regularidade e, ainda que não o promova, gosto quando um ou outro amigo comenta favoravelmente, quer na caixa de comentários quer quando me encontra no corredor ou na sala do refeitório. Sabe bem, sinto que faço algo de jeito - e há dias em que preciso mesmo desse "afago".
      Mas uma coisa é/será esta necessidade tão humana (ou pelo menos minha), outra será o querer estar constantemente a receber elogios ao que se diz, faz, promove, pensa. É/será uma espécie de dependência, quase tão séria - digo eu - quanto aquela que algumas pseudo-figuras públicas da nossa praça padecem: faz-se de tudo para aparecer, para se ser notado. Nem que isso signifique fazer/dizer asneira.
      Mas isto sou eu que digo... afinal, não é por sabermos o passado e o presente de uma pessoa, lermos o que escreve, sabermos o que pensa da família, como trata os amigos, como encara a vida e a morte, que nos faz conhecer uma pessoa. Afinal, tudo pode não passar de um "boneco"

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    6. Pipocante Azevedo Delirante30 de junho de 2014 às 13:15

      Quem escreve e publica, livro, blog, panfletos, é porque gosta de ser lido. Afagos no ego não têm nada de mal. Não é isso que está em causa, penso de que, mas quem sou eu que nem blog tenho.
      A questão está mais no Principe, acho, mas posso estar errado.

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    7. Cara picante,
      Claro que sim. Quem tem um blog público escreve para ser lido. Quando falo em afagos ao ego falo daquelas pessoas que escrevem coisas colocam fotos para que alguém lhes diga que é linda, ou é uma lutadora, ou tem muita sorte, ou é a maior da ilha dela e quando forem grandes querem ser como elas. São pessoas que deixam uma sensação de carência, de necessidade de ter toda a gente a dar miminhos e festinhas à volta delas e ai de quem tenha o descaramento de não dizer ámen com a pessoa em causa.

      Depois há as pessoas que gostam de se promover, que querem atingir um determinado patamar e não procuram especificamente miminhos e festinhas (não sei se me faço entender).

      Para mim a autora em questão enquadra-se neste último patamar. Fico sempre com a sensação que ela quer, a todo o custo, atingir um lugar (que ela lá acha que existe) no mundo dos blogues. E escolheu o caminho da caridade e da solidariedade.

      AB

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    8. Falamos de Maquiavel?
      Eu não chego tão longe, acho só que é muita falta de educação e muita falta de noção, também. Falta-lhe o berço e a inteligência emocional que passa a vida a apregoar. Não acho que seja amoral. Se bem que é vingativa.

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    9. Anónima das 13.12h,
      O Salgado escreveu um post que assenta aqui qual luva. Já não né lembro exactamente quando foi escrito, nem das palavras exactas, mas dizia ele que, por mais que façamos bonecos e lhes demos vida, há alturas em que mostramos a nossa verdadeira essência, para o bem, ou para o mal. Actos de tal maneira fortes aos olhos de outrem que ficamos por eles marcados. Ninguém disfarça eternamente.
      Ironicamente, a Ursa comentou esse post com um sorriso, achando que ele se estava a referir ao seu altruísmo. E não estava, ele pode ser muita coisa, parvo não é.

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    10. A.B.
      Pois eu acho que ela não suporta ser contrariada, que tem uma enorme insegurança, que procura exactamente esses afagos, via solidariedade, cartas a mortos ou a bebés, amizades com gente "famosa" que não lhe liga meia.
      Bad clothing day, everyday durante toda a juventude. Agora tem público. Deu nisto.
      E acho deprimente, nisso concordamos.

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    11. Pois talvez sim, isto cada um faz a sua interpretação daquilo que lê.
      No entanto acho ela ainda vai aceitando quem a contrarie e fico sempre com a sensação de que ela quer preencher um espaço qualquer nisto dos blogues, usando truques baixos e caridadezinha para isso. Não a acho uma pessoa "carente" como algumas que andam por aí.
      Não creio que ela seja burra. Parece-me mais uma pessoa calculista que mede cada polémica que escreve, cada palavra "fófinha" que põe ali de forma a atingir o seu fim. Pode até precisar de afagos no ego, mas acho mesmo que ela quer ser um blogo star da caridade e do bem porque ela não se expõe a 100% como tantas outras fazem.

      AB (não sou o/a A.B. eu cheguei primeiro e isto devia ter regras para os nomes pá!)

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    12. Acho que toda a gente concorda que praticamente nada do que é escrito hoje em dia no blog e fb é inocente, o que realmente talvez seja consequência dessa tentativa de se assumir como A Solidária. Daí tanta gente ter deixado de a seguir, por perceber esse lado interesseiro da coisa. Mas ela tem lugar conquistado nos blogs há muito, e sempre viveu para o blog e com os conhecimentos que o blog lhe proporcionou desde que o criou (estou a falar da vida pessoal, não da profissional que disso não sei). Agora a autora é que mudou de vida, mudando de vida vieram também novos blogoamigos desse círculo do "power" dos blogs, novas oportunidades e um destaque maior e de cariz substancialmente diferente do que o que tinha e subiu-lhe tudo ainda mais à cabeça.

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  13. Pipocante Azevedo Delirante30 de junho de 2014 às 12:35

    Nem posso imaginar a dor de perder um filho, mas isso não é certamente motivo para me impedir de escrever umas linhas sobre o assunto, certo????
    Bla bla bla a melhor coisa do mundo bla bla bla dor profunda e inimaginável bla bla bla quem tem filhos sabe melhor bla bla bla cliches lugares comuns e fight divers bla bla bla
    Deixarem a senhora fazer o luto na paz possível, é opção?

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    1. Obviamente que não. Nem acho que a maior parte das pessoas o faça por mal, é aquilo dos acidentes na estrada ou das carpideiras contratadas.
      Mas esta exagera. A necessidade de mostrar que é tão boa e de dar nas vistas leva-a a fazer coisas de um profundo mau gosto. De uma enorme falta de educação. Falta de berço, é o que é.

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  14. Apesar de nem sempre ser a lâmpada mais brilhante no candeeiro, a Pipoca até esteve bem, foi a que melhor falou do assunto.
    Agora a outra é cá uma tonta... eu juro que oscilo entre o "sabe muito bem o que faz e é má, só má" e o "é a tonta da aldeia".

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    1. Verdade, também gostei do que li.
      A outra é mal educada. Aquilo ultrapassa largamente a falta de cérebro e a tonteria.

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    2. Pois, daí a oscilação, sabes? É burrice a mais para quem até tem uma escrita fluida e experiência de vida. Não pode ser inocente.

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  15. Tenho evitado de escrever acerca deste assunto. Não porque lhe seja insensível, mas porque acho que nem com o texto escrito com as palavras mais belas e sofridas conseguiria espelhar o que me passa pela cabeça quando penso em tal possibilidade nem o que aqueles pais estarão a passar.
    Já o disse a um grupo de boas amigas que o único post decente escrito acerca de tudo isto, na minha opinião claro, foi o da Mulher Certa. Tudo o resto fez-me sentir desconfortável, há situações que dispensam MESMO toda e qualquer opinião, toda e qualquer tentativa de ficar bem na foto.
    Quanto ao caso em concreto, infelizmente cheguei tarde. Não obstante acho que é mais do mesmo. A vontade das pessoas aparecerem supera o acto em si, o que em alguns casos até foi pena. Só me apetece dizer que gostava de oferecer um presente à Ursa uma vez que também gosto de oferecer cenas. Tenho aqui uma dose de "manca-te", mando para que morada?

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    1. Também concordo que a Mulher Certa foi a única que acertou.

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    2. Ursa é, de facto, um nick que lhe assenta que nem uma luva...

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    3. Já lá fui. Que classe.

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    4. Gostei do que escreveu a Helena Sacadura Cabral no seu Fio de Prumo.
      Infelizmente, não precisa de imaginar para saber.

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    5. Gosto muitíssimo de quase tudo o que essa senhora escreve.

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    6. Grande dica o blog Fio de Prumo, xaxia, não conhecia, obrigada!

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  17. Uma frase tão batida quanto certa:

    "O silêncio é de ouro"

    (vi aquilo no FB em tempo real e senti-me invadida por muito maus instintos. até ressuscitei a escrita lá no tasco, de seguidinha)

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    1. É só para dizer que acho mal que me tenhas mentido e dito que já te tinhas deixado de escrever por "conta própria" para depois chegar aqui hoje e descobrir que até tens escrito bastante. Amuei.
      E não venhas dizer que foi uma mentirinha dinada.

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    2. Mironinha, minha querida, se aquilo fosse escrever...ora!
      :)

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    3. Já vi, Dinada. Que maravilha...
      (estou aqui cheia de inveja de dona Mirone...)

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  18. uma vez ursa...para sempre ursa...

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  19. Fui ver e não queria acreditar. Como se pode descer tão baixo? E começou a vomitar posts sobre como é boa mãe... Não pode ser normal, ninguém se aproveita assim para se enaltecer.

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  20. E depois de muito choramingar deixa um post sobre as peocupações da cor do cabelo???? Internen-na já!!!!!!!!!!!!!

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    1. Vê o post da PMD de ontem e ficas a perceber a piscadela de olho...

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    2. Ok! A tentar introduzir-se no círculo de blogo-estrelas...

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  21. Quando o filho da minha melhor amiga faleceu e eu acabei com o meu recém-nascido, lindo e saudável nos braços quando tudo fazia prever o cenário oposto percebi que o melhor para ela era o meu silêncio. Não o silêncio ou o afastamento entre nós mas em relação à situação em si.
    Perguntei-lhe uma só vez se queria falar. Disse que não. Disse-lhe então que se quisesse, quando quisesse, a que horas fosse poderia chamar-me que eu estaria ali mas nunca me intrometi, nunca tentei provar-lhe a "minha" vontade de ajudar, a "minha" vontade de ser boa pessoa, a "minha" vontade de.... Porque quem interessava ali era preservar os interesses e as vontades dela.

    É isso que eu acho que falta à Ursa: a empatia. Ela sente pena, caridade, (ou quero acreditar que sim) mas não sabe o que é colocar-se na pele do outro, não sabe aceitar que o que ela acha que é o certo pode não ser para os outros.
    É importante importar-mo-nos com os outros, com quem nos rodeia. Por isso mesmo também é importante acedermos às suas vontades e seguir-mos as suas indicações quando nos transmitem algo. Este post dela é prova disso , o do FB também devia ser (não sei, não vi mas acredito que existiu), assim como o da Carolina e outros tantos.

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  22. Estou chocada! Ainda não percebi bem se percebi bem o que se passou (ou não quero perceber!), porque só vi o post da retirado do hastag). Ela achou que seria muito boa ideia mostrarem todas as mães com os seus filhinhos a uma mãe que acabou de perder o dela? Foi isso mesmo? a intenção é boa? para quê? causa mais dor ou revolta? porque solidariedade neste momento não falta concerteza, a Judite de Sousa!

    E depois a arrogância, "retirei" porque a pessoa X me fez ver a luz! A y e a z também tinham mostrado, mas a opinião delas não valorizei...

    Eu seguia a polo norte, achava piada a algumas situações, entretanto fui-me desinteressando e quando comecei a passar por aqui fui vendo-a com outros olhos... apercebendo-me de coisas que não me tinha apercebido e que não veria de outra forma (esta já não apanharia, por exemplo).
    Tou parva da minha vida!

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    1. Soube há pouco tempo e custa-me acreditar que ela tenha o curso de psicologia, mesmo que das organizações, e que seja casada com um psicólogo que ela diz que é um excelente profissional. Não aprendeu nada no curso? O marido não lhe abre os olhos, se é assim tão bom psicólogo?
      Ainda agora fez um post a falar de uma cadeira do curso que já não se lembra e que vai precisar para fazer um relatório. Não deve ser só dessa cadeira que se esqueceu.

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    3. O anónimo por acaso tem o curso de psicologia? Então não fale do que não sabe, porque primeiro, as faculdades de psicologia estão democraticamente abertas a todos, boas pessoas e más pessoas, segundo, ter um curso de psicologia não implica que a pessoa deixe de ser quem é e passe a ser um agente supremo da compreensão e empatia em todos os momentos da sua vida. Tal como em todas as outras profissões existe a pessoa e o psicólogo e são (e tal como com todas as profissões devem ser) dissociáveis. Terceiro, no tempo e na escola da PN a estatística era muito mal dada e a maioria dos estudantes e licenciados em psicologia não faz puto de ideia de como se faz uma análise de dados.

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    4. Foi publicado por engano. Esse tipo de comentários, não. Por mais que a própria tenha aberto a porta a que o façam... Tenham paciência mas ela tem tanto por onde pegar que não há necessidade. Mesmo.

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    5. Anónimo das 18:33. A empatia não se aprende na faculdade, a compreensaõ também não. São valores que devem crescer com a pessoa. Valores são coisa que assiste pouco à visada que só tem olhos para o seu umbigo. Infelizmente podia usar os conhecimentos do curso para melhorar, trabalhar o egoísmo, a necessidade de atenção, a incapacidade de lidar com críticas ou opiniões contrárias, mas parece que não serviram de nada.

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    6. Anónimo das 19:15. Pois não se aprende nada disso na faculdade, foi exactamente o que eu disse. Mas que conhecimentos específicos do curso de Psicologia é que o Anónimo acha que melhoram o egoísmo de uma pessoa? Ou a necessidade de atenção e incapacidade de lidar com críticas? As pessoas são como são, se querem melhorar essas coisas todas fazem-no no dia-a-dia se assim o quiserem ou eventualmente no gabinete do psicólogo, não é nos bancos da faculdade!

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    7. Eu sou licenciada em psicologia sinceramente já li coisas lá que me fazem pensar: "onde é que ela tirou o curso"?
      Depois lembro-me de alguns colegas meus e, sim, haverá sempre uns 2 ou 3 em todos os cursos que sabemos que não deviam estar ali. E isso num curso como o de psicologia é grave porque nós temos a capacidade de ajudar ou prejudicar imenso as pessoas.

      Quanto à formação não faz muito sentido justificar com o "é de organizações" pois a formação base é a mesma. O que haverá sempre em qualquer curso são os alunos que aprendem, que se esforçam e os que passam nas cadeiras com 10,11 ou a copiar... ninguém aprende assim. E depois temos o carácter, a personalidade da pessoa em si e é por situações como a desta pessoa e a de outros que sou bastante apologista de exames psicotécnicos antes de entrarem num curso assim.

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    8. (Picante, lamento vir aqui continuar esta conversa à margem do tema do post, mas este assunto mexe-me com os nervos) Anónima licenciada em psicologia, a PN tirou o curso no iscte, já o disse no blog. Se é licenciada em psicologia sabe tão bem como eu das inúmeras aplicações da psicologia no mercado de trabalho e nem todas envolvem directamente "ajudar ou prejudicar imenso as pessoas" (não nesse contexto clínico que lhe está a querer imputar). Acho sinceramente uma cretinice vir aqui chamar a formação/profissão da mulher para ajudar a exacerbar os defeitos! Como já disse, um diploma em psicologia não garante um carácter inatacável, um diploma em psicologia é o que é - atribui-se a quem cumpriu os ects necessários para o ter. Tudo o resto é piners.

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    9. Não escrevi aquela primeira frase no sentido de denegrir a instituição ( não foi onde tirei a minha formação por isso não posso comentar quanto ao ensino lá praticado). Há boas e más pessoas em formação em todos os cursos, em todas as universidades - isso é inegável. Simplesmente quando a leio (é raro) há certas coisas que são gritantes e ela, tendo como formação base a psicologia geral, deveria saber o que não dizer, principalmente por ter tantas pessoas que a lêem e que a vêm precisamente como " uma psicóloga".
      Eu não estou aqui como psicóloga , estou aqui como pessoa mas como pessoa também saberia não ultrapassar certos limites, principalmente alguns que ela ultrapassou com o caso da Carolina, por exemplo, em que sabe melhor que ninguém (ou devia saber) que há coisas que não se fazem, dizem ou publicam. É que mesmo estando em algum local (como a blogosfera) como pessoa, se nos identificarmos como psicólogos somos na mesma obrigados a seguir o nosso Código Deontológico e, no mínimo, os nossos conhecimentos na área para lidarmos com as situações.

      Quanto à aplicação, sendo o trabalho feito o de "psicólogo" e não o de outra área: qualquer uma pode prejudicar pessoas directamente, exceptuando talvez o campo de investigação onde as repercussões serão sempre indirectas. Precisamente por ser da área sei do que falo.

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    10. Uma vez diz que tirou o curso no ISCTE outras vezes na universidade do Minho em que ficamos ?

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    11. Isso do minho nunca ouvi

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  23. https://www.facebook.com/mcsomsen?fref=ts

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  24. Aliás: https://www.facebook.com/mc.somsen.5?fref=nf

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    1. MC Somsen (página do Facebook):

      "Não tenho nada a dizer sobre a morte do filho da Judite Sousa, que é um pouco mais do que colega minha na TVI.
      Não tenho nada dizer sobre as pessoas que estão naturalmente a chorar e a escrever sobre a dor de uma figura pública.
      Não tenho nada a dizer sobre as pessoas que censuram quem está a chorar a morte de alguém que não conhecem ou a dor de uma figura pública.
      Também não tenho opinião sobre quem ainda consegue dizer coisas divertidas sobre uma morte pública.
      Só tenho uma coisa a dizer sobre as pessoas que não têm nada a dizer ou escrever sobre isto e por isso se têm mantido muito educadamente em silêncio: obrigado."

      Também subscrevo o feed. E, sinceramente, foi a melhor coisa que li sobre o tema.

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  25. Tão rasteirinho, Picante, tão rasteirinho da sua parte aproveitar-se de um momento destes para dar vazão ao seu ódio de estimação pela rapariga. Para se vingar de tudo quanto tem aí entalado, triunfantemente, porque acha que, finalmente, encontrou um pretexto indefensável. Desta é que é, não é Picante? Cilindrada sem apelo nem agravo!

    Tão rasteirinho. Definitivamente, você não é melhor do que ela.

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    1. Não me estou a aproveitar de nada. Limito-me a fazer o que sempre fiz: criticar atitudes que me merecem profundo desprezo.
      Sou muito melhor que ela, está redondamente enganada.

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    2. Olha quem voltou! Já não vinha cá há uns dias.

      Estas/es anónimas/os ainda não aprenderam a trocar de discurso para não se denunciarem. "Rateirinho" já é a sua imagem de marca.

      Esta gente é de modas. Já houve a do "ressabiamento", a da "inveja", a da "mal f---da", a "raivinha de dentes", às vezes anda aí um "xinapá" que também dá para identificar perfeitamente o autor, pensando que é impossível descobrir a sua identidade, quando, na verdade, deixam estas impressões digitais por todo o lado.

      Fica um conselho de quem não tem blogue mas que já cá anda há muito tempo, nesta terra em geral e nos blogues em particular: MUDEM O DISCURSO DE VEZ EM QUANDO, carago! Já vos descobrimos a identidade.

      Apesar de nem sempre concordar consigo e achar que exagera em algumas críticas, desta vez, estou completamente de acordo. Assitimos a um triste exercício de egoísmo e falta de compaixão e respeito pelo sofrimento alheio em prol da visibilidade sem precedentes. Como há uns dias se dizia aqui, o céu é o limite para a a auto-promoção sem vergonha.

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    3. Rasteirinho? Não sabem inventar nada melhor? Claro que as amigas da ursa iam aparecer, claro!

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    4. Topei a ursa há anos. Sempre quis pertencer. Coitada, dá pena.

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    5. Quem é a amiga de dona ursonilda que diz "rasteirinho"?
      (Há várias que me seguem, já vi umas trocas de galhardetes sobre a minha pessoa no FB. Umas fofinhas, as poletes sem cérebro.

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    6. No FB do blog dela? Oh god.

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    7. Yep. Quando publicou a fotografia do ex namorado e gozou eu fui lá ao blog dela. Deixei-lhe um comentário a dizer que aquilo era inqualificável. Não o publicou mas resolveu ir armar-se em Diva para o FB, uns comentários extraordinariamente finos e bem educados, tal qual como ela.

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    8. Eu só vinha aqui perguntar se a palavra rasteirinho tem patente registada por alguém. É que eu vi-a no post de hoje do blogue a Vida em Azul Cueca e queria saber se posso concluir que o comentário ali de cima é dela.

      Talvez o Anónimo das 20:26, tão bem informado, possa esclarecer.

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    9. já vi que a regra de não mencionar nomes de blogs foi com os porcos.

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    10. Neste post específico foi. Disse-o logo de início.
      O post não é subliminar, não o quero subliminar, não quero deixar qualquer margem para dúvidas, a intenção é que todos saibam de quem falo.
      (por razões óbvias)

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    11. Mas o anónimo das 14:45 não estava a falar da ursa.

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    12. Nem reparei. Achei o comentário absolutamente inofensivo. É a ironizar, não a dizer mal de outra blogger que não tem nada a ver com o post. Não teria razões para o rejeitar...

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  26. Picante, há pessoas sobre as quais prefiro nem me pronunciar. Nem vale a pena.

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  27. Picante, há pessoas sobre as quais prefiro nem me pronunciar. Não valem a pena.

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    1. Se a pessoa em causa gosta tanto de ser importante e de se fazer notar....deve estar radiante com a importancia que a aqui lhe deram....a estas pessoas o melhor , pior para elas, é ignorá-las !!!!
      Maria - Viena (Austria) Cumprimentos D. Picante !!!

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  28. Sempre achei que essa pessoa gosta de fazer tudo, dê por onde der, para ficar bem na fotografia. Sempre achei que, no fundo, era boa pessoa, mas tontinha e egocêntrica. Mas afinal é uma absoluta ignorante, burra, insensível e, sendo mãe, deveria ser capaz de saber colocar-se no lugar de uma mãe enluta e de respeita-la (bem como a demais família e amigos íntimos) e respeitar o momento.

    A notícia já era tão triste, não era preciso entristecer-nos com este comportamento.

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  29. É que aquela merda só me deu vontade de lhe mandar dois moquencos na tromba. Nem queria acreditar quando vi a publicação. Que estupidez enorme! Mas por que raio se acha ela no direito de colocar-se no lugar de uma mãe que acabou de perder um filho? Mas por que teima ela em tomar como suas as dores dos outros? Mas por que caralho não percebe ela de uma vez por todas que o cabrao do mundo não gira em torno do seu umbigo? E ainda me vem com desculpa de merda de que a intenção não era má e com aqueles textos merdosos tão solidários mas dos quais apenas se detém o "eu... e eu... E eu...". Que nojo pá!
    Há dores que apenas precisam de uma coisa por parte dos outros: respeito!
    Definitivamente, ontem foi o dia em que lhe fiz uma cruz.

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    1. Eu confesso que não sigo o blog da ursa. Seguia em tempos, muito antes ela se ter decido expor, antes de ter entrado numa de fazer solidariedade, antes de ter sido mãe. Não acho que a maternidade a tenho mudado, mas foi depois dessa altura que ela decidiu mostrar a cara aos outros bloggers (ainda que nunca no blog, aos leitores) e muita coisa mudou. Não tenho grande paciência para continuar a visitar blogs que nada me dizem e ficar lá a criar ódios. Simplesmente deixei de ir lá. Por isso ao ver aquilo que escrevem aqui devo dizer que ainda sim fico muito espantada, porque não tinha essa noção. Devo dizer que houve um momento em que a achei de uma baixeza incrível quando decidiu ir para o facebook da "fruta" desancá-la verbalmente (literalmente!) por ela ter deixado de fazer a depilação a laser com a pessoa com que normalmente fazia. Juro que eu achei que aquilo que ela escreveu foi da maior baixeza de todos os tempos... À medida que ia lendo as merdas que escrevia, com a ajuda de algumas leitoras, que não aceitaram também que a "fruta" tivesse mudado de esteticista (dramas da vida moderna) só pensava que ou aquilo era facejacking ou ela estava a escrever sobre a influência de alguma substância. Mais tarde percebi, através de outro blog, em que a retrataram como uma provinciana quando recebe qualquer oferta por mais insignificante que seja, que lhe teria sido oferecido um patrocínio para a dita depilação e ela andaria nas nuvens com isso....

      Hoje, depois de ter visitado o blog dela, lendo o que foi escrito aqui, provavelmente tudo isto é capaz de fazer sentido.

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    2. E a seguir coloca não sei quantos posts de enxurrada, a ver se o pessoal se esquece. OMG

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    3. O quê? a fruta deixou a esteticista "brilhante e única e que não há igual"? e a outra ficou possuída porque a fruta, se clahar descobriu que afinal, nem tudo o que conhece é o melhor e trocou?

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    4. Nem de propósito hoje há nova promoção no burgo.
      Foi exatamente isso Ana. O problema é que a fruta decidiu trocar a esteticista na mesma altura em que pelos vistos a dita esteticista ofereceu a um patrocínio à ursa. A ursa não gostou e foi literalmente desanca-lá para o FB. Na altura eu não percebi muito bem qual a lógica daquela atitude... Só há relativamente pouco tempo é que percebi, através de outro blog, que ela terá tido um patrocínio. Sendo assim percebo porque que ela entrou no FB da fruta mandar vir com ela.

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    5. Isso ainda estará no facebook ou foi apagado? Tou a ver que tenho de começar a seguir os fbs dos blogs, onde a malta tem menos filtro lol

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    6. Não sei se ainda encontra, mas a parte gira é que ao terceiro ou quatro comentário a fruta pura e simplesmente deixou de lhe responder e a ursa continuou a escrever, a escrever, a escrever...

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  30. mais uma vez, repito. até q enfim lhe toparam a pinta, pena ter sido depois de ter lixado a vida a tanta gente com a ganancia de ser a estrela maior. agora é observar o comportamento descompensado, a escrever ora sobre as dores dos outros, ora sobre ameixas e ventre liso empinando a cabeça e julgando-se superior e qualquer critica que, claro está, "é tudo inveja". é observar, meninas. apenas observar.

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  31. Só o que me chateia, no meio destes quase 100 comentários, é que ninguém disse qual foi a hashtag que ela criou. E era só isso que eu queria saber.. :(

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  32. Então mustache... eu também não vi, mas do que percebi, a sra. achou boa ideia para mostrar solidariedade com uma mãe que acabou de perder o filho, por as mães a tirar fotografias com os seus filhos.

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    1. sim, fazia todo o sentido. Nós temos aqui os nossos...opá a sério...que faz impressão.

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  33. E ontem volta a falar no assunto e faz figura de (completar)outra vez. Vá lá, lá foram uma quantas dizer-lhe que sim, que só se filma dentro da igreja com autorização! Não desiste.

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    1. E logo a seguir mais um post lamechas em como a filha é luz dos olhos dela.

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    2. Sim. Aquilo só pode ser doença.

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    3. Como se diz? blá blá blá Whiskas saquetas? Esta rapariga só pode ser muito BURRA para continuar a bater na mesma tecla.
      Mas será que não sabe que na igreja para poderem filmar foi-lhes dado autorização, e não reparou ao ver o filme que não tiveram autorização para filmar a Judite de Sousa, visto que nunca mostraram a cara da senhora, apenas por breve instantes se viu e sempre de costas. Custa-me acreditar que esta senhora seja tão parvinha e má, porque eu acho sinceramente que é uma pessoa má, mesmo muito má e reles.
      Sílvia Vale

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