segunda-feira, 16 de junho de 2014

As coisas são como são

Se algum dia me dissessem que defenderia o Arrumadinho, daria uma gargalhada. Mas hoje foi o dia.

34 comentários:

  1. o cunhado do acutilante.16 de junho de 2014 às 13:40

    Lá está o que estou sempre a dizer e ninguém me dá ouvidos. Ah e tal, este cunhado só acutila, acutila e dali não sai nada de proveitoso, e depois dão a mão à palmatória, o que pederia ter sido perfeitamente evitado.
    Os inimigos de hoje são os grandes amigos de amanhã, e os amigos de hoje serão os grandes inimigos que nos levarão à forca.

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  2. O mal é que há por ai muita inveja alheia. Muitos bloggers que davam o cu e 5 tostões para que as marcas lhes dessem coisas em troca de publicidade, encapotada ou não.

    Uma coisa é gostar ou não do que o homem escreve, outra é criticar a forma como ganha dinheiro ou rentabiliza o blogue

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    1. Olhe, o que eu sei é que faria publicidade a meia dúzia de marcas, sem qualquer problema. Pena que os senhores da Aston Martin, da Nordica e da Veuve nunca cá tenham batido à porta...
      (em calhando, também poderiam vir os senhores da Cartuxa..)

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    2. Olhe e vão duas. Tenho aqui meia duzia delas que me podiam vir bater à porta.

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  3. Gosto do blog dele, mas existem muitas opiniões, coisas da espectacular democracia!

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    1. Democracia, aquilo onde cada um dá a sua opinião livremente!

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  4. Quando me dá vontade de defender o arrumadinho, sento-me e espero que passe.

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    1. Ri-me, pronto, ri-me! E vou para o inferno, já estou mesmo a ver.

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    2. Vamos as duas Melissa, não irá só.

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  5. As pessoas têm dias em tomam o desajuno acordadas e a realidade não lhes passa ao lado. Hoje foi um bom dia.

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  6. Ele tinha era de dizer pela enésima vez que o sucesso dele não depende dela... toda a gente tem um buzz na cabeça, o dele é aquele.

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    1. Mas o homem até tem razão. Ele não vive daquilo, ou vive?

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    2. Não viverá exclusivamente, mas que vai tirando uns dividendos, ai isso vai.

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    3. O sucesso enquanto blogger, depende dela. O sucesso profissional, não.

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    4. Tem mais sucesso por causa dela, ele reconhece isso. Ainda assim há muito quem goste.

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    5. Há pessoas que só vivem do ego. Acaso ser este o caso, que é, sim vive. Mas ele tem aquilo muito arrumadinho, muito certinho, escreve que se farta (sai a mim). E ela também é muito arrumadinha (sai a ele). São um casal maravilha. Ele é jornalista... e nada mais há a crescentar. Ou há?

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  7. O pessoal do "bater punho, bater punho, carago!" são sempre uns pelos outros ;-)

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    1. Claro, porque os outros são uns preguiçosos que não querem masé trabalhar.

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    2. Olhe Pedrinho, eu cá não bato punho nenhum, é que nem sei do que fala, quando muito bato com a porta, em ela se me escapando das mãos.

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    3. Em qualquer empresa haverá sempre gente acomodada, Anónimo. É um facto.

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    4. Neste caso, 140 acomodados. Pois sim.

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    5. Não foi isso que eu disse. Nem o homem, por sinal.
      (mas cada um lerá o que quer ler...)

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    6. Porque não comem brioche?

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    7. Isso! Boa ideia! Eu trincava um Palmier na boa.

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    8. Bela questão para explorar, Picante:
      Porque não comem brioche?
      A vida é mesmo, toda ela, feita de problemáticas.

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    9. Isso, amiga! Vamos comer um brioche, sim!

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    10. Anónima Sedenta de Sangue17 de junho de 2014 às 11:28

      Também posso ir? Há pãozinho fatiado de brioche, torradinho é uma classe...

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  8. Concordar com o Arrumadinho, Picante?
    Sinto muito. A sério, e sem ironia.
    Concordar com aquele post do Arrumadinho é subscrever a ideia de que só não consegue quem não quer. E isso é pisar - ainda mais - naqueles que tentam todos os dias, e fazem os contactos certos, e se preparam, e fazem formações, e vão à luta, e ainda assim não têm resposta.
    É pena. Mas pronto, há uma altura para tudo :)

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    1. Eu não disse que concordo com o post dele sobre os despedimentos. Até acho que perdeu uma excelente oportunidade para ficar calado, quanto mais não seja porque o post é arrogante e vem num péssimo timming.
      Mas concordo com algumas das coisas que ele diz. Nomeadamente, é uma tolice afirmar que ele só é alguém por causa da mulher, quando o homem nem vive do blog.

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    2. Anónimo vai-me desculpar mas em lado algum ele diz que só não consegue quem não quer, aliás ele até diz que uns conseguem e outros não agora que eu acho que ele tem razão quando diz que as pessoas têm que arregaçar as mangas e ir á luta isso acho.

      Quanto á forma como post é feito já são outros quinhentos.

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    3. Picante, estamos esclarecidas. O timming foi péssimo, o tom (paternalista) também. E não o considero arrogante: do que leio, penso que o maior defeito é mesmo ser paternalista. É algo que transparece na escrita (ou, pelo menos, na leitura que faço dela).
      Quando ao subir às custas da mulher, ou vice-versa, isso é lá com eles. Uns acharão que sim, outros que não, é o que sucede quando duas pessoas conhecidas (na blogosfera, pelo menos) partilham um espaço comum. Não me choca se for verdade (quem dera eu!), não me admira se for mentira.

      Lady_m: obrigou-me a ir ler de novo o post, do qual transcrevo (sem descontextualizar) os dois últimos parágrafos:
      "Eu sei que é muito feio, num dia triste como o de hoje, dizer estas coisas, mas quem me lê sabe que sou totalmente contrário à visão do coitadinho, da total desresponsabilização do trabalhador e da pessoa e culpabilização dos chefes, dos patrões, da sociedade, do mundo. As pessoas, por muito pouco empreendedoras que sejam, por muito pouco criativas que sejam, têm de entender que o mercado de trabalho é uma selva e se entramos nessa selva sem armas, sem preparação, sem atitude, sem espírito de luta somos comidos vivos nos primeiros minutos. Não temos armas, não sabemos lutar, não somos pessoas com atitude, pronto, então temos duas opções: ou escolhemos outra área menos selvática ou vamo-nos preparar para a guerra, aprendendo coisas novas, tornando-nos pessoas mais fortes.
      Estou totalmente solidário com todos os funcionários da Controlinveste que foram despedidos, mas jamais diria a um amigo meu nessa situação que a solução é ir para o centro de emprego ou ficar à espera que o telefone toque. Isso era noutros tempos. Hoje, quem não lutar, quem não se reinventar - cá está o porquê da palavra "reinvenção", porque eu sei que as pessoas não são todas iguais, criativas ou empreendedoras - precisa de muito mais sorte para sobreviver na tal selva. Os outros, os que procuram sair da zona de conforto e entendem que têm de fazer pela vida mudando algo nos seus comportamentos, investindo em formações noutras áreas, ganhando dimensão enquanto pessoa, esses verão a sorte chegar mais depressa."

      Não foi o primeiro post que li do Arrumadinho. Leio-o com frequência e, ainda que não o conheça, já tenho tempo de convívio suficiente para emitir uma opinião. No post, de facto, em nenhum lado está escrito que "só não consegue quem não quer" - isto disse eu, no meu comentário. Mas todo o discurso está alinhado de forma a transmitir a ideia que quem luta, quem se esforça, quem se atualiza, quem se forma, quem tem garra, tem sucesso. E - infelizmente - esta não é uma coisa tão linear.
      Existe um fator (ou dois), o timming e a sorte, que podem fazer a diferença. E disto ele fala, sim, algures... mas como se fosse um detalhe e não algo tão preponderante quanto tudo o resto.

      (cheça, falei muito. desculpe lá, Picante)

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  9. Olha que a saga com o coisinho vai continuar. Hoje mesmo alguém voltou ao ataque, gozando subtilmente com o nome da criança. É que só pode ser das hormonas alteradas pelo estado interessante. Se esta pessoa em tempo disse isto: (ver no youtube sms "Vencer a Genética"). Vem aí chumbada grossa.

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