sexta-feira, 30 de maio de 2014

Das coisas serem como são

Até onde se está disposto a ir em prol de um afago ao ego? Qual é o limite para se mostrar que se é tão grande, tão boa pessoa, tão maravilhoso? E já que estamos em maré de perguntas, porque raio há quem só se sinta feliz a impigir aos outros que é tão grandioso?
Dúvidas. A minha vida é isto.

42 comentários:

  1. Também pergunto: por que é que isso a incomoda tanto? Temos todos de nivelar por baixo? Temos todos de ser pobrezinhos, pequeninos e mesquinhos de espírito?

    Eu nem vou muito à bola com a figura, mas chega uma altura em que já cansa tanta má fé. Passar bem, oh santa das santas.

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  2. Nestes casos, infiro por mor do que aufiro, que o céu é o limite.






    (acho que acabei de escrever o comentário mais inteligente desde que comecei nisto dos blogues)

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    1. Olha que lindo, as duas meninas sintonizadas, verdadeiramente bonito...

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  3. https://www.youtube.com/watch?v=Ks6cLhlpjJE

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  4. Ó Filipa, este é um comentário de culto, mas todos os seus comentários são extraordinários.
    Anónima que muito a aprecia e distingue.
    (A Picante fez uma boa "escolha" nesta coisa da parceria)

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    1. A Picante é assim, sempre a fazer boas escolhas, para mim só o melhor. Eu mereço.

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    2. Picante, que belos anónimos tens tu aqui, pá. E não dizias nada a ninguém, que desperdício.

      (estas coisas comovem-me, que querem?)

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    3. Oh meu Deus!... Afinal a Filipa tem um coração..
      Ahahahahahah

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    4. Claro que tem coração. Ó pra ele aqui:
      https://www.youtube.com/watch?v=IsIdKuq9irA

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    5. Mirone, Mirone... o que é que hei-de fazer contigo, criatura invejosa?
      Não podes ver ninguém dar-me atenção que é logo isto tudo, um drama, um horror, canseira, esta mulher!

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    6. Olha... E eu a pensar que era mais "bad clothing day everyday"...

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    7. Caramba, não sou um fashion icon, não me visto na avenida da Liberdade (até porque me fica fora de mão, longe do quarto, e não me apetece ir nua aos pulinhos até à avenida da Liberdade para me vestir), mas todos, todos, mesmo todos os dias também não, tenho dias em que sim senhor, até me visto mais ou menos...

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    8. Então, Mirone? Então?
      (a menina é muito mais que isso das roupas...)

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  5. Pipocante Azevedo Delirante30 de maio de 2014 às 11:19

    Há algo de errado quando num texto sobre uma acção solidária a palavra que mais salta à vista é "eu".
    Mas isto sou eu que não Essa... eça é que é eça.

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    1. Isto está tão bom que o vou passar a post.
      Com a sua licença, claro.

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    2. Pipocante Azevedo Delirante30 de maio de 2014 às 12:25

      su casa, es su casa. Plagie à su vontê si vu plé ;)

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  6. Pipocante Azevedo Delirante30 de maio de 2014 às 11:21

    Fica aqui um vídeo que não tem nada a ver

    https://www.youtube.com/watch?v=P4g-I5GABrY


    ou tem

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    1. Grande PAD. Vê porque gosto de si desde o primeiro dia?

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    2. Que maravilha...
      É que é mesmo isso. Ou então não.

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    3. Pipocante Azevedo Delirante30 de maio de 2014 às 14:46

      Oh Mirone, só estou à espera de um pedido formal para que possa perfumar a sua caixa de comentários com uns coices a la piqueno poney.
      (não entro assim na casa de qualquer um)

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    4. PAD, por quem é?
      Aceite este humilde convite, pois que tenho tanto gosto nos seus coices (e uma caixa de comentários não moderada).

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  7. Não sejas mázinha. Já me fizeste rir míuda!
    Olha bem preciso de um afago ao ego.
    Já deves ter percebido...

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  8. Quando alguém utilizando o pronome pessoal eu na primeira pessoa desata a desfolhar um rosário de sagradas virtudes; aos outros não sei, a mim não me merece o mínimo crédito possível.

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    1. Pipocante Azevedo Delirante30 de maio de 2014 às 12:30

      Ah, és tu o tal...
      Hmmmm

      Ainda estive para mandar umas bicadas num ou blog de referência, mas enfim, isto são assuntos demasiado sérios para discutir em blogs cujo objectivo é divertir, nisto dos blogs.

      Sinceramente, por mais que me choquem estes casos da vida, estou-me "borrifando" para a Carolina. Preocupam-me, e muito, muito mais, as Carolinas.

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    2. Corvo, bonitos olhos o vejam.
      (achei que se tinha cansado disto, dos blogs)

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    3. Pipocante, grande verdade. Até porque os putos forem animalescos até à 5º casa. Merecem prisão efectiva, mas há contornos na história que não entendo. Já algo se passava antes do episódio do ano anterior. A miúda tinha vários chumbos, confratenizava com eles (segundo o que li, continuava até "amiga" no fb) e não acredito que uma miúda seja violada e toda a comunidade se volte contra ela, assim, do nada. Tudo isto não impede de eu achar que o acto tem que ser punido de forma exemplar, atenção! A miúda não merecia aquilo, ninguém merece, quero deixar esclarecido.

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    4. Pena que prisão efectiva apenas os ajudava a sair de lá com comportamentos ainda mais "refinados". Saiam doutorados!
      Estes assuntos não se resolvem com prisão, a não ser que saiam de lá, directamente, para o cemitério. Para miúdos com idades entre os 14 e os 16 ainda há esperança que se tornem homens respeitadores e para a menina, que um dia tudo se torne enevoado ou até mesmo esquecido! Seja qual for a verdadeira história, pois se nós adultos fazemos escolhas erradas, quanto mais adolescentes! Haja esperança!

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  9. Oh Pah, eu cá estava disposta a ir até ao Nosolo Itália... afagam um ego que é um mimo, mas se alguém me der um abracinho e passar a mão pelo pelo , também não ficava mal...

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    1. Não seja por isso, Maria, pegue lá um abracinho apertado.

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    2. Outro aqui da Uva. Isto hoje tá que tá...

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  10. Por muito louvável que seja querer ajudar a miúda, o facto é que a meu ver o que é necessário mesmo é criar condições para que outras miúdas não sejam a Carolina. Porque aquelas bestas que estão identificadas, não molestaram só a Carolina, e ela saindo de lá, por louvável que seja, não impede que hajam outras vitimas.Exterminem-se as bestas.

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    1. Pipocante Azevedo Delirante30 de maio de 2014 às 14:45

      Uma das ideias é mudar a família de sítio.
      ãhhhh??????

      E se na nova localização for molestada ou atacada, vai para outro concelho? Distrito? País?
      E se aparecer outra Carolina? Também é para mudar? Vão criar uma aldeia para as carolinas, fortificada, em regime de condomínio privado?

      às vezes acho que um idiota bem-intencionado é pior que um inteligente mal-intencionado

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    2. Pipinha, não digo que seja o caso, não faço ideia. Mas por vezes as coisas não são o que é veiculado nos órgãos de comunicação social. Há que ter isso em conta.
      E mais importante, muito mais importante, a miúda só quer é que a história acabe, não ser reconhecida. Este arraial vai levar exactamente à situação oposta.
      (atenção que não ponho em causa a intenção de ajudar, é bonito e muito louvável, mas ele há coisas que deveriam ser feitas pela calada, nomeadamente quando mexem com vitimas... é dos livros)

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    3. Sinceramente, tenho medo da exposição que lhe estão a fazer. Se passar a ser reconhecida a miúda vai passar um mau bocado, independentemente de onde se vive.

      Quanto a ser gozada e humilhada por ter sido violada não me espanta. Choca-me mas não me espanta. Quando era jovem uma rapariga da minha zona foi violada. O namorado acabou com ela e passou a ser considerada uma p***. Lembro-me de ouvir "bocas" que não lembram ao menino Jesus e ela tentou suicidar-se e tudo... enfim, a familia acabou por emigrar e acho que foi o melhor para ela. Ela foi para um local longe de tudo onde podia ser a pessoa que era e deixar de ser a "coitadinha" ou a "p***", entendem? Era desconhecida de tudo e todos. Mesmo os pais vindo de férias ela mantém-se afastada de todos.
      Eu sempre senti muita pena dela e sempre achei extremamente injusto o que lhe aconteceu mas a verdade é que muitos a culpavam e não acredito que a "pena" de quem não era uma besta sem coração lhe ajudasse naquela situação também. Depois daquilo só querem voltar a ser normais, a ser pessoas e não as violadas...

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  11. Aquele último parágrafo em forma de Update, então, é de brandar aos céus. Narcisimo puto. Ao pé dela a Jonet chega a parecer generosa.

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    1. Pipocante Azevedo Delirante30 de maio de 2014 às 14:52

      Pior é o vídeo que se segue...

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  12. Eu sou Assistente Social. Exerci a profissão durante muitos anos. Assisti a muitas situações semelhantes em abusos, em violações, coisas tão demoníacas, que vocês só de ouvirem se enojavam. A caridade aparece nestes casos como se fosse a salvação de todos os problemas, mas não é. A caridade social é o oposto da intervenção social, que me parece, no caso, muito falha, redondamente falha. Pessoas que não são médicas, querem dar remédios a uma situação que deveria ter sido de prevenção. Quando o estado falha a caridade aumenta. Foi sempre assim. A Carolina precisa muito de intervenção, caso contrário será mais uma vítima dependente da caridade alheia, que em a salvando uma vez, mesmo que pela rama do problema, será sempre por ela considerada. A seguir a isto, é uma casa para os pais, um emprego na Junta, uma ocupação para a miúda, psicólogos, e por aí fora. Onde quero chegar é que não tardarão em aparecer outros casos idênticos, mas em falso. Chama-se a isto o aproveitamento da miséria alheia. Estas situações de abusos devem ser gritadas, mas a intervenção não é assim que faz. Quando isto dos blogs se esquecer da Carolina, a miúda vai ao fundo. É preciso saber até onde podemos ir. O protagonismo paga-se muito caro, especialmente para a vítima que é apanhada no meio dele.... sem pedir nada.

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    1. Onde andaste toda a minha vida, Uvinha?

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    2. Tu é que tinhas os óculos mal postos. Hahahahaha.

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  13. O que mais me irrita no textos da pessoa que (julgo) estar em questão, é a volta que dá para fazer trocadilhos pseudoprofundos. Desta vez até lhe saiu um de muito mau gosto (e não o larga! é do título ao fim do texto! não o larga!), especialmente se tivermos em conta que para a tal pessoa tudo tem conotação fálica. Nem sei se era essa a intenção, espero que não.

    Se aquilo servir para ajudar alguém, então que seja muito bom. Espero sucesso, francamente espero. Se a fonte disso vier da necessidade ridícula de se mostrar no faz-de-conta-que-não-rejubilo-com-os-que-me-admiram (oh meu deus que finalmente o mundo me vê e valoriza!!), paciência; mau é que os comentários a elevam para um patamar onde perde a noção do ridículo. Isso já é um problema com o qual ela vai ter de lidar quando conseguir ver-se e ao menos que vá fazendo alguma coisa boa pelo caminho.


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