terça-feira, 8 de abril de 2014

Surpresas, a minha vida é só surpresas

As tipas que dão esses workshops, onde nos ensinam a ser felizes, acham que é em falhar que está o ganho. Isso explica tanta coisa...

29 comentários:

  1. Também explica porque é que ninguém pode com ela?

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  2. Muito gostaria eu de saber por onde anda a Picante...

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  3. Acho importante tentar e se tentar significa falhar e aprender para tentar novamente, mesmo que signifique voltar a falhar, é um pouco verdade. No entanto, devemos saber aprender com os erros e saber assumir as nossas falhas, mas nunca desistir ;)

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    1. Às vezes, só às vezes, saber recuar e desistir é uma arte.

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    2. Um comando nunca recua!!! Dá uma volta de 180º e avança a toda a velocidade!

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    3. Quando falo em nunca desistir, refiro-me ao facto de uma pessoa não deixar de tentar encontrar o seu caminho, implicando mudanças. percebo quando diz que desistir é uma arte, porque é tão dificil saber se é daquilo que devemos desisir. Já falhei duas vezes numa tentativa de mudança, (seguindo a mesma receita) à segunda falha desisti dessa tentativa de mudança especifica mas não desisti da vontade de mudar.
      Sem que nada o fizesse prever a mudança veio e não tive lá muito que me esforçar, apenas mudar a receita :)

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  4. Ahahahahahahah... Tu queres lá ver que somos mesmo gémeas?

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  5. Falhar... o único ganho é experiência para próxima não fazer a mesma asneira,,, Digo eu... Mas que sei eu de workshops para ser feliz. Usualmente um livro e um copo de vinho sexta à noite deixam-me felicíssima! (agora que penso nisto... devia ter tido este ideia, é que isto é um filão bestial! Isto e formação de formadores...)

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  6. Ever tried. Ever failed. No matter. Try Again. Fail again. Fail better.

    Samuel Beckett

    (gosto muito desta quote)

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    1. É a quote que vai para o início da minha tese. :)

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    2. Não sei o que é isso do "fail better". Falhar é falhar e não é vergonha nenhuma desde que se aprenda com a coisa. Daí a defender a apologia do erro ou do quase...

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    3. Já eu não acredito em pessoas infalíveis. Normalmente, as pessoas que se acham infalíveis - ou pouco dadas ao erro, vá - são as que os cometem e não se apercebem. E eu dou valor a certas coisas como as pessoas se aperceberem dos erros que cometem, revela uma capacidade de auto-análise e espírito crítico que me agradam.
      Mas se calhar é por isto que eu sou uma falhada que nunca chegará a chefe de coisa nenhuma.

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    4. Coisas minhas, prefiro alguém que tenha a sagacidade de reconhecer um erro que outrem que, tão ufano de si, nem reconheça sequer a possibilidade de errar. Nunca conheci alguém que não se enganasse, mas já conheci muita gente - até bem na vida - que não tem capacidade de autocrítica e análise que lhe permita descobrir merdas incríveis que fazem e até se evitavam se fossem mais abonados de células cinzentas, reconhecimento dos próprios limites, e humildade para estudar e verificar, em vez de assumirem que tudo o que fazem está bem feito, dado serem tão fantasticamente espectaculares. Resumidamente, prefiro seres falíveis mas cientes a infalíveis, que estes são como os unicórnios, não existem.
      Mas isto sou eu, uma falhada que nunca há-de chegar a chefe de coisa nenhuma, e que é muito grata a tantos (e cientistas, na maior parte, ó Luna!) que, na história da humanidade, arriscaram falhar e, falhando, tentaram outra vez.

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    5. Izzie, parece-me que estamos de acordo. Também não conheço quem nunca se tenha enganado, também prefiro quem o reconhece e tira ilações da coisa. Só não acho que o erro seja uma felicidade, fico danada quando erro. Feitios...

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  7. Pipocante Azevedo Delirante8 de abril de 2014 às 11:29

    Há dois tipos de pessoas:

    - as que cometem poucos erros, mas cometem o mesmo várias vezes
    - as que cometem muitos erros, mas nunca cometem o mesmo duas vezes

    pérola de sabedoria partilhada comigo, já há muitos, muitos ano (e que nunca me saiu da cabeça).

    que tipo de pessoa és tu?

    PS: não vale usar isto nos vossos workshops

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    1. Ora aí está. Os erros que cometemos e não quantos...

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    2. Eu cometo vários, tantas vezes o mesmo e quase sempre pelo mesmo motivo. Será que ainda me livro da desgraça? Tenho que passar a ser cabra.

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    3. Eu cometo o mínimo possível. E não vou ao engano duas vezes.
      É um bocado aquilo do "fuck me bad once, shame no you; fuck me bad twice, shame on me"

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    4. Eu tanbém erro, anónimo. Isso deixa-me, no mínimo, desconfortável, mas fico especialmente "furibunda" se são erros repetidos.

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    5. também*
      Ora aqui está um erro "menor", um simples erro de digitação - o dedo fugiu para a tecla ao lado, mas que ainda assim me deixa envergonhadíssima.

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  8. Sempre gostei da frase: "As pessoas inteligentes aprendem com os seus erros, mas as pessoas muito inteligentes aprendem com os erros dos outros" Falhar nunca devia ser o fim do mundo se aprendermos alguma coisa com isso. Mas se puderemos aprender com os erros dos outros (presentes e passados) poupa-nos muita chatice e muita participacao em workshops de felicidade!

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    1. Eu também prefiro essa citação. Coisas da vida...

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  9. Esses workshops são uma treta. Nem quero saber onde andam.

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  10. Alguma pista sobre o blog motivacional que todos falam?

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