domingo, 13 de abril de 2014

Que estás a ler, Picante?




















Porque, às vezes, os blogs não são só blogs...

11 comentários:

  1. Li esse livro muito nova...há muitos anos!!! Porque muitos dos meus familiares me chamavam Lolita e o meu primeiro namorado detestava, por causa do livro.

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    1. Também já o li. Acho fantástica a diferença de ler um livro aos vinte e agora.
      Há livros que merecem bem ser revisitados.

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  2. É um dos raros, raríssimos casos, em que ao olhar o livro me recordo do filme (a versão da Kubrick) como igualmente inesquecível -- em particular do magnífico trabalho de James Mason.

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    1. Eu vi o filme, versão de Adrian Lyne, com um dos meus actores preferidos, Jeremy Irons. Parece que ainda o consigo ouvir logo na primeira frase a dizer Annabel.
      Normalmente os filmes ficam bastante aquém dos livros, este não desiludiu.
      (hei-de ver a versão de Kubrick, um dia destes)

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    2. Também só conheço a versão com Jeremy Irons e sempre, mas sempre,desde então, ao abrir o livro oiço a voz dele a dizer "Annabel"

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    3. Aquela voz deliciosa...
      (Salvo erro é a primeira palavra que diz, Annabel...)

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    4. Estou com o Xilre; o James Mason foi extraordinário no papel, o que prova que estrelas maiores, como é o caso do Jeremy Irons nem sempre são grandiosos num remake. Sou fanzísssima desde Brideshead e desde que o vi em My fair Lady com a Kiri Te Kanawa.

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    5. E como sofro do síndrome de Peter Pan, associo sempre a voz sexy do Jeremy ao Scar, e a todos os momentos em que digo a mim própria " Be prepared!"

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    6. Não é "da", nem "de", é "do" Kubrick. E a história é, simplesmente, horrorosa, seja lá quem for o protagonista; e na escrita, se não fossem as cenas eróticas, era chato do princípio ao fim, mas como essas cenas me enojam...

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  3. Não quero estragar o final mas, a Lolita recebe uma indemnização milionária do Estado e o Humberto vai passar um tempos à Carregueira onde depois fica a gerir a biblioteca local.

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    1. Ele queixa-se da qualidade da biblioteca
      (O menino jamais estragaria o que quer que fosse, Pedrinho...)

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