segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Disso dos concertos

Assisto pela têvê àquilo lá da aula magna e fico a pensar se aquela gente adepta do "Robespierranismo" é mesmo doida, se por acaso saberão o significado da palavra democracia e se, quando falam em nome do povo, lhes passará pela feia e demente cabecinha que foi esse mesmo povo que elegeu o governo, com maioria absoluta, aliás. À paulada deveriam eles ser corridos. Trancados na Bastilha também não seria mal pensado. Achava que incitar à violência pública era crime, mas decerto que é noutro país qualquer.

16 comentários:

  1. Este governo foi eleito com maioria absoluta? Claro que sim, pipoca. Então não?

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    1. Para começar, o Governo não é eleito. Eleitos são os deputados à Assembleia da República. E, sim, os partidos que foram chamados, pelo Presidente da República, a formar Governo são os que conseguiram ter a maioria absoluta dos deputados eleitos à Assembleia da República. Qual é a dúvida? Enquanto o Governo for "sustentado" pela maioria parlamentar (que pode, querendo, aprovar uma moção de censura e, assim, fazê-lo cair) ele será um Governo de "maioria absoluta".

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  2. Vinha cá dizer o mesmo que o anónimo das 9:22, assim, sendo, já não preciso dizer mais nada, a não ser: este blog cai na desgraça quando a autora começa a falar de política e de economia.

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    1. Quer dizer então que a coligação PSD CDS não teve maioria absoluta? Realmente quando as pessoas tentam contrariar factos há muito pouco que se lhes possa dizer. Olhe, que seja muito feliz.

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    2. Não, Picante, sabe bem que nem o PSD nem o CDS tiveram maioria absoluta. Tiveram os votos que tiveram e nenhum obteve maioria absoluta. Coligaram-se e, assim, falsearam os resultados que o povo lhes atribuiu. Isto que eles fizeram e outros antes deles e outros farão depois deles, não passa de uma traição ao povo e não devia ser permitido. Não passa de jogo baixo para contornar resultados eleitorais.
      Faz-me lembrar aquela historia do autarca que mandou para a frente das listas a mulher, com o único fim de esta desistir e ele, elegendo-se, fintar uma lei que não o deixava candidatar-se.
      Tudo artistas.

      (e antes que comece a descompor-me, informo-a que sou de direita e que acho mil vezes preferível que lá estejam os tipos do PSD/CDS do que os do PS. O que não me impede de achar isto tudo uma filhadaputice pegada.)

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    3. "Coligaram-se e assim falsearam os resultados"?! Isto é que é uma imaginação prodigiosa... Quer, então, dizer que andamos desde a queda do Estado Novo a falsear resultados eleitorais? Só pode porque, até à data, maiorias de um só partido só houve duas, o que nunca impediu nenhum Governo de ser apoiado por maiorias parlamentares em coligação (pré ou pós eleitoral). Mas só esta coligação é que terá, porventura, "falseado" os resultados, as outras até aqui eram coligações "do bem"! Ver muitos desenhos animados normalmente dá nisto...

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    4. Obviamente que não a vou descompor, não tenho por costume descompor as pessoas. Todavia isso não me impede de lhe dizer que não encontro qualquer lógica no que diz, uma coligação não é traição, nem falsear o que quer que seja.

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  3. E é crime mas quando são os "democratas" a incitar, passa a ser dever cívico.
    Portugal tem os democratas que merece, nem mais nem menos.
    Joaquina Silva ( que vai ali acender a lareira com meia dúzia de jornais)

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  4. Maiores criminosos são os que estão no governo e não defendem os que os elegeram.

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  5. Eu não quero ser de intrigas que ate acho que violência e coisa de gente que já perdeu a razão a muito tempo, mas democracia não se resume a ganhar eleições, que o fofo do Adolfo também ganhou nas urnas e todos sabemos o democrata que foi...
    Buh

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    1. Não vou sequer entrar por aí, não faz qualquer sentido a comparação.

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    2. Não foi uma comparação, foi uma referencia para sustentar um ponto. O de que democracia é mais complexa do que fazer umas cruzes de vez em quando, e por alguma razão existem três poderes independentes, pelo menos em teoria...

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    3. Em teoria, sim. Na prática isso não é tão certo.
      De todas as formas a democracia é a principal inimiga de si própria. Isto de se respeitar as liberdades das minorias, da tolerância e da livre expressão dá azo a aproveitamentos com o objectivo de aniquilar a própria democracia. Veja-se a maneira como os muçulmanos estão a "evangelizar" a Europa, por exemplo.

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    4. Quanto a isso tenho de concordar, democracia está longe de ser boa mas até ver é o melhor que podemos ter. E a tolerância é óptima, o problema é quando bate de frente com seres intolerantes, como a maioria dos mulçumanos, que refere, que se ofendem com tudo mas não deixam ninguém ofender-se com nada, mas é melhor não começar por ai que isso é assunto para durar o resto da semana :)

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  6. Não devemos ouvir as mesmas notícias. A não ser que a Picante tenha sido convidada...

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