sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O drama, a tragédia, o horror

Subitamente realizo que não tornarei a ser informada acerca das condições climatéricas de Leiden. Estou aqui que não posso.

57 comentários:

  1. Bem visto ;)

    Entre uns posts e os outros não sei quais os piores.

    ResponderEliminar
  2. Caramba, acho que vivo no blogo-leste, nunca percebo nada, preciso de me actualizar.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu tb, ando a ler pouco.
      Pode ser que alguém nos dê uma pista.

      Eliminar
    2. Aqui venho eu dar uma pista.
      São crónicas.. de horas perdidas!

      Eliminar
  3. Picante, deixe-me dizer-lhe que pressinto que as surpresas não vão acabar. E já não sei se gostava de estar enganada.

    ResponderEliminar
  4. Eu não suporto a blogger, é de uma teimosia, de uma arrogância que me faz muita confusão.

    Então quando alguém discorda da sua opinião, responde 10 vezes seguidas, bate sempre na mesma tecla, não larga.

    Falta ali muito jogo de cintura e parece estar sempre aos pulinhos para repararem quão diferente, quão multicultural ela é. Parecia com a amiga, também ela tem necessidade de aceitação.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Partilho a opinião.

      Das poucas vezes que li os posts e comentários imaginava sempre uma miúda a bater o pé sempre que não concordavam com o que era dito.

      Mas acho que em breve arranjará novo tema, nem que seja a falar do tempo de Portugal invernal ameno vs o horrível e gélido de Leiden... Suponho que ela nunca tenha visitado a Escandinávia.

      Eliminar
    2. Oh, mas em não tendo de conviver com alguém assim, até acho uma certa piada à facilidade com que se aborrece.
      Aparte isso parece ter retidão de carácter e convicções fortes. Gosto disso.

      Eliminar
    3. Picante, ela não se aborrece simplesmente. Ela tem um ataque de nervos, bem diferente.

      Convicções fortes... Hitler também as tinha.

      Eliminar
    4. Sem exageros ok? Digamos que o tema mulher oprimida lhe é extraordinariamente sensível. Daí a chamar-lhe nazi corre todo um mundo.

      Eliminar
    5. Picante, não a chamei de nazi. Sei que é capaz de melhores interpretações. Dei um exemplo.

      Eliminar
    6. A alusão a Hitler remete imediatamente para o nazismo. Diga que também Jerónimo de Sousa tem convicções fortes, ou Cavaco, sei lá. Daqui a pouco aparece aí alguém a dizer que eu ando a chamar nazi a metade da blogolandia, é um saltinho...

      Eliminar
    7. "Convicções fortes... Hitler também as tinha.", isto apenas quer dizer que as convicções fortes são um perigo. E são!
      Tenho a esperança que com o decorrer da vida, a pessoa em causa, torne-se um pouco menos convicta, porque de outra forma, a compaixão, a empatia, pelos outro não tem lugar. E o "outro" nem sempre é, necessariamente, o bom da fita... A vida dá tantas voltas...!

      Eliminar
    8. Que cretinice de comentários.

      Eliminar
    9. Gandhi, Luther King e Churchil também tinham convicções fortes. Só são perigosas se forem usadas para o mal. Não é de todo o caso.
      Além do mais não me interessa nada a personalidade da blogger, não é de todo isso que está em questão. Todos teremos as nossas idiossincrasias.

      Eliminar
    10. Churchill?? Onde é que ele foi convicto? E ainda bem que não foi! Lançar gás sobre a Alemanha não seria nada bom! Lá está, ainda bem que não tinha assim tão fortes convicções.
      Era um bebedolas com bons discursos.

      Gandhi - Bom, eu teria preferido que ele não fosse assim tão convicto numa só questão, como foi, meramente política. Gostaria que ele tivesse transformado a cultura indiana no que respeita à consideração que o seu povo tem pelas mulheres (nenhuma ou quase nenhuma); mas isso seria pedir demais, uma vez que ele próprio tratava a sua mulher abaixo de cão.

      Luther King - Eu diria que ele tinha esperança, grande esperança, fortalecida no amor ao próximo.

      E fico-me por aqui.

      Eliminar
    11. Pois eu acho que todos eles tinham convicções ou ideais fortíssimos. O que não quer dizer que não mudassem de ideias, por vezes, ou que se se pautassem por ter fortes convicções em todas as vertentes das suas vidas.
      Têm em comum ter acreditado numa causa e tê-la defendido. E temos muito que lhes agradecer. É a minha opinião, vale o que vale.

      Eliminar
  5. Pois eu agradeço, mas com o feitio que ela tem alguma coisa se arranjará...

    ResponderEliminar
  6. Eu estou inconsolável, que farei da minha vida sem as verdades absolutas dessa pessoa?

    Que maravilha ter perto de 33 anos, nunca ter trabalhado na vida e mesmo assim saber tanta coisa sobre tanta coisa e ainda por cima ser tão flexível e boa "ouvinte".

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ahahahahahaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh

      Eliminar
    2. Sim, porque fazer investigação científica não é trabalhar. A próxima vez que precisar de um antibiótico, não tome, e tenha uma pneumonia feliz. E vá trabalhar a tossir os pulmões.

      (acho que se alguém dissesse que eu tenho convicções fortes, como o Hitler, eu ofendia. é que sou muito mais gira c'o Hitler - apesar de não ser difícil - e mais inteligente. já agora, se há coisa que o Hitler não tinha era convicções fortes. era até bem fraquinho de cabeça, destituído de espírito crítico, e emprenhava facilmente de ouvido.)

      Eliminar
    3. Izzie, fazer investigação é óptimo. Mas já ter passado dos 30 e nunca ter trabalhado, vivendo apenas de bolsas não me parece o mais indicado.

      E depois é o que se vê, uma grande falta de conhecimento do que é o Mundo e de como ele e as pessoas funcionam. Muita teoria, só.

      Eu pessoalmente sentiria alguma vergonha por não ser independente, não ter a minha casa, viver apenas do que me dão e do países que não se importam de me acolher...

      Eliminar
    4. Ah ah ah ah ah
      Izzie, e tem muito mais piada também. O homem não tinha sentido de humor, sinal claro de pouca inteligência.

      Eliminar
    5. Anónima assumo a minha total ignorância acerca do funcionamento do maravilhoso mundo da investigação. Mas também lhe digo que nenhuma universidade, hospital ou seja o que for dará bolsas por caridade.
      E indo para uma analogia totalmente diferente, provavelmente um músico ou bailarina também têm de ser ajudados durante mais tempo. Eu não gostava de deixar de ir a espetáculos, por deixarem de lhes dar bolsas. Cada área funciona como funciona.

      Eliminar
    6. viver apenas de bolsas, sem trabalhar... pois.
      Só quem nunca fez investigação é que pode achar que isso não é trabalho. É trabalho, sim, e muito mal pago. E sem direito a fundo de desemprego. E sem regalias.
      Que isso faz com que os investigadores tenham pouco conhecimento do mundo? Maybe. Mas também os professores, que nunca saem da sala de aulas e não sabem o que é acordar às cinco da manhã para recolher o lixo das ruas. E os que recolhem o lixo, que não sabem o que é ser médico e ter a vida de outros nas mãos. E os médicos, que não são pedreiros e não sabem o que custa carregar baldes de massa ou espalhar cimento com temperaturas de 40º à sombra... médicos,esses malandros, sempre nas salinhas cheias de ar condicionado, com uma data de gente a ajudar e nem sequer têm de limpar a lixeira que fazem.
      Se as comparações são parvas? Claro que são. Mas é para poderem ser compreendidas pelo anónimo lá de cima...

      Eliminar
    7. Anónimo das 13:43, o que é que lhe parece mais indicado então? E ainda (ilumine-me por favor!), o que é para si trabalhar? É que pelo seu comentário, sinceramente, não percebo.

      Eliminar
    8. Pronto, sugiro então que se ponha os investigadores a limpar as casas de banho das universidades. Que tal, isso é é trabalhar? Por amor da santa, que inguinorância, credo. Eu cá passo o dia a aviar bicas e bifanas, também não sei nada do mundo, se calhar.
      E ela lá nas Holandas, vivia onde, na rua, na camarata do exército de salvação, num convento? Era independente, tinha a sua casa. Aliás, mais independente que eu, apesar de pagar renda ao banco, que nunca estive a milhares de quilómetros do meu país e da minha família.

      Eliminar
    9. Os investigadores não trabalham, aliás, esses párias da sociedade gostam é de serem explorados em laboratórios, projectos e departamentos universitários, sem direito a qualquer tipo de subsídio quando as bolsas terminam. Andam ali a ler, a pesquisar, a entrevistar, a fazer experiências, onde é que isso é trabalho? Análise estatística, por exemplo, isso é para meninos, qualquer um pode fazer! Investigação em laboratório então, ainda mais fácil, é só mexer numas maquinetas e numas coisas assim coiso não é? É por causa deste tipo de afirmações de que esta PROFISSÃO não tem um lugar e aceitação dignas em Portugal. Todos querem resultados mas a maioria das empresas não investe neste tipo de trabalho qualificado. É uma tristeza.

      Eliminar
    10. Bem, já que se preocupam tanto com o meu estatuto salarial, eu explico: na Holanda fazer doutoramento é trabalhar, ao contrário do que acontece em portugal, pelo que eu era empregada da Universidade de Leiden, onde além da "minha" investigação em nanoparticulas para imunoterapia de cancro, tinha de dar cursos práticos e orientar estudantes de bacharelato e mestrado nos seus estágios, e não vivia de bolsas como em portugal, mas ganhava um ordenado, descontava 32% para impostos, tive inclusivé direito a fundo de desemprego quando o meu contrato acabou.
      Qualquer esclarecimento extra sobre os meus rendimentos e a forma como pago as minhas contas, façam favor, é só pedir satisfações que eu dou.

      Eliminar
    11. "Eu pessoalmente sentiria alguma vergonha por não ser independente, não ter a minha casa, viver apenas do que me dão e do países que não se importam de me acolher..."

      Bem, que eu saiba todos os meses pagava os 770€ de renda da minha linda casinha de 45m2 em Leiden, felizmente o "que me davam" era mais que suficiente para não ter uma única dívida e ter até poupado o suficiente para estar uns bons meses descansadinha a escrever a tese, e quanto aos países "que não se importam de me acolher", faz parte desta europa sem fronteiras a mobilidade e facilidade de se ir trabalhar para outros países desde que se tenha qualificações suficientes e algo a oferecer ao seu mercado de trabalho.

      Eliminar
  7. GrácáDéux.

    Neurótica de primeira.

    ResponderEliminar
  8. Eu gosto do blog mas às vezes não há paciência. E pronto, como o samsung diva ficou entalado, agora também temos post publicitário. Nunca pensei. Mas acabam todos a fazer o mesmo, não é?

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Mas teve a honestidade de dizer logo que é publicidade. Foi convidada, aceitou e deu a opinião. Era assim que se deveria proceder sempre.

      Eliminar
    2. Sim, tinha que dizer.

      Depois de tanta tinta derramada sobre os outros e sabendo que a amiga tem sido alvo de críticas, que esperava?

      Eliminar
    3. A mim, só me interessa a retidão de carácter que o tal post demonstra. Condiz com a leitura que faço do blog, já agora.

      Eliminar
    4. Claro que ela iria sempre dizer que era publicidade, o meu espanto prende-se com o facto de ela fazer posts desse género. Mas com o que se vê por aí, já nada me espanta. E isto não é uma crítica, é só uma constatação.

      Eliminar
    5. Se aceita ir é natural que fale sobre o assunto. Não vejo qualquer mal nisso. O que me irrita é tentarem fazer-me de parva, como se lá tivessem ido por acaso e aquilo fosse o máximo.

      Eliminar
    6. Touché, Mais Picante! É isso que as defensoras da amiga dela ainda não perceberam quando falamos em publicidade encapotada...

      Eliminar
  9. Não percebi nada (acho eu) mas se estão a falar do blog que penso eu gosto bem dele e graças a ele aprendi um mooooooonte de coisas que me foram fundamentais para a "holandização"; mais, só tenho mesmo o melhor a dizer da blogger que, generosamente, respondeu ao meu pedido de ajuda (que enviei por e-mail) assim que lha pedi.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Sexinho, ela raras veze falou bem da Holanda e dos Holandeses.
      Achas mesmo que perderia a oportunidade de + uma vez se sentir superior? Hum

      Eliminar
    2. A questão não é de todo a blogger, caramba é só uma graçola

      Eliminar
    3. Bem me queria parecer!
      Mas não temam, se ela não escrever mais de Leiden, eu escrevo; sem a mesma piada que ela, sem o mesmo grau de conhecimento, mas com os olhos toldadinhos de todo de encanto (Leiden é de longe a minha favorita das favoritas).
      Olhem, é o que se arranja :DD

      Eliminar
    4. Anónimo, ela escreveu o que viu e experienciou. Quem disse que os holandeses são isentos de falhas? Tal como todos os povos têm bom e têm mau; todos temos as nossas particularidades. Essa da superioridade é que ainda não apanhei... Não me parece...não, superioridade, não.

      Eliminar
    5. Leia "Com os Holandeses" do nosso J.Rentes de Carvalho. Talvez goste e dê uma boa luz e visão à sua nova aventura :)

      Gostei bastante

      Eliminar
    6. Obrigada Ana!
      Curiosamente comprei-o assim que cheguei da Holanda mas ainda não me consegui deitar a ele mas desta semana não passará.

      Eliminar
  10. Ai ai, daqui a bocado tens aqui as polomielites e muitas horas vagas à perna.

    ResponderEliminar
  11. Duas graçolas, se bem me parece....
    Achei este diálogo Anónimio vs Picante de muito nível.É por isso que este blog (MP) me agrada todos os dias. Por acaso neste caso concordo com A Anónima, muito por causa da exibição de cultura, um pouco como quem exibe as chagas à porta da Igreja.

    ResponderEliminar
  12. Também embirro com a Luna por causa da sua irritação por coisas insignificantes, mas o que me irrita mesmo é a estupidez de se dizer que investigação não é trabalho.
    A blogger não viveu por favor na Holanda, a blogger foi aceite numa universidade holandesa por se considerar que a sua proposta de tese era uma mais-valia. Quem segue a carreira académica está dependente de bolsas, a não ser que ganhe o euromilhões e financie a sua própria investigação.

    Nunca me apercebi que exibisse nada, apenas falava, muito naturalmente, do tema da sua tese. Que uma doutorada tenha de ter a linguagem de um analfabeto é uma exigência que não faz sentido algum.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. As Jaquinas desta vez superaram-se.

      Eliminar
  13. e parece que arranjou um namorado cozinheiro...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Essa alminha ainda está para nascer... Mas teve piada, é verdade

      Eliminar
  14. É verdade, e eu até já deixei um comentário a explicar como percebi, mas a +picante não o publicou, não sei porquê, porque não era ofensivo

    Ana Maria

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ana Maria, rejeitei vários comentários com insinuações sobre a vida, ou falta dela, privada da blogger.
      Sinceramente não me lembro de ver qualquer deles assinado com o seu nome. Já fui ao spam e não está lá nada. Só se rejeitei por engano, se tal sucedeu as minhas desculpas.

      Eliminar
  15. Pedro Almeida, eu até lhe dou uma certa razão, que dou, apesar de achar a graçola gira. Mas insulto não é com palavrão que se paga. Pelo menos não aqui. Desculpe mas não há necessidade.

    ResponderEliminar
  16. Então volto a afirmar que o facto da blogger ter ou não namorado, e o que o mesmo faz da vida, nenhum interesse me causa, mas achei piada ao facto das amigas, que se acham com inteligência superior aos outros comuns mortais, terem complementado os posts uma da outra (uma dizendo que ofereceu os jantares - mexicano e caril - e a outra dizendo que tem uma amiga com um namorado novo, que é cozinheiro, e que fez um jantar mexicano e outro de caril de babar) provavelmente pensando que ninguém ligava uma informação à outra. Pensam, portanto, que somos distraídos ou burros (coisa que, principalmente a luna, gostam muito de depreender dos outros)

    Ana Maria

    ResponderEliminar

Os comentários são da exclusiva responsabilidade dos comentadores.
A autora do blog eliminará qualquer comentário que ofenda terceiros, a pedido dos mesmos.