quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Carta aberta a Manuel Maria

¿Por qué no te callas, cabron?

35 comentários:

  1. O homem está doido e a ser do mais reles que pode haver.

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  2. sabes qual a conotação para cabrão em português? Há aqui alguma mensagem oculta??? Hummm

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  3. Olé!
    (peço muita desculpa à Lulu mas era só o que havia a dizer)

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  4. Qualquer palavra que se escreva/diga sobre o assunto, de apoio ou de condenação, é trazer para o público um assunto que nunca deveria ter saído da esfera privada do casal. Fiz este mesmo comentário ontem dizendo que era a primeira e última vez que falaria no assunto. Afinal não foi a última vez, mas será o máximo que direi.

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  5. E a ex também já ia pelo memso caminho, não?

    Que lavagem de roupa suja.

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  6. E penso que nehum deles é da sua cidade favorita, a Amadora

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    1. O quê? Estas coisas também acontecem lá na alta sociedade, de onde a Picante nos quer fazer crer que vem?

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  7. MM (Des)carrilho é o exemplo da hiena a sorrir para o antílope transportado para o homem. Sorriso fácil por tudo e por nada, voz melíflua e insinuante quer oiça a favor quer contra, num homem sempre me puseram de pé atrás.
    Já a mulher, Bárbara; uma senhora de classe!
    O que também não é nada para admirar. Nasceu em Angola tem de ser boa pessoa e de carácter.

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    1. Lembra-me o Sócrates, com modos mansos e pronto a saltar ao pescoço. Hiena é apropriado.

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  8. Odeio violência, quer física, quer psicológica. Acho o Carrilho um nojo, mas será que já toda a gente esqueceu a palhaçada do "casamento" deles. Qd a queriduxa Bárbara ia cometer bigamia, afirmando que não era casada com Pedro Miguel Ramos? E que nesse dia tiveram que ensaiar um "casamento" de mentirinha?...
    E tanto amor, tanta educação, tanta cultura, tanto respeito ainda há uns tempos atrás (muito pouco tempo atrás) e vem agora dizer que já era vitima de violência física há muito tempo?...

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    1. Anónimo (a), a violência doméstica é um assunto muito sério e que não escolhe classes ou educação. Tem a ver com formação moral. E acredite que, quando acontece em classes ditas altas, ainda pode ser mais grave visto que há uma maior vergonha em expor a situação. Há mulheres que aguentam anos a fio, não por não terem recursos financeiros para refazer a sua vida, mas por vergonha de assumirem uma situação que só deveria acontecer nos bairros da lata. Acontece em todo o lado. Um grande obrigada a TODAS as mulheres que têm a coragem de se libertar, ricas ou pobres, de Cascais ou da Cova da Moura.

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    2. Concordo consigo na generalidade, embora com duas reservas: não acho que a violência, doméstica ou não, seja uma questão de formação moral. É muito mais profundo.
      Por outro lado, e embora seja perfeitamente claro qual o sentido do que quer dizer, acho que não foi feliz em usar as palavras "uma situação que só deveria acontecer nos bairros de lata". Mas percebe-se onde quer chegar e concordo inteiramente.


      (ai, ai. Eu, uma AM, a concordar consigo...)

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    3. Confesso que hesitei quando escrevi isso. O que quero dizer é que na cabeça de uma pessoa educada, culta e habituada a toda a normalidade do que a sociedade ensina ser tradição, estas situações são mais típicas de ambientes desfavorecidos. Obviamente que sabemos que não é assim, que os abusos acontecem entre ricos e pobres, duques ou pescadores. O problema será a formatação que todos sofremos, o manter das aparências. E isso das aparências é muito mais importante nas classes mais altas, onde as pessoas se inibem de discutir de "mão na anca".

      De resto acho que tem mesmo a ver com formação, com o distinguir o bem do mal e proceder de acordo.

      (ah ah ah ah)

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  9. A minha amiga arraçada de arabe disse que toda a mulher deveria ter prazer na luta. A emancipação da mulher nasce no meio da confrontação, disse ela num discurso muito inflamado. Eu como ainda era muito nova calava-me porque não estava muito certa devido a já ter perdido o número dos clubes femininos de que já fora expulsa, mas admirava-a pela sua grande força de combatente nunca vencida.
    Fora expulsa da última vez porque confrontara a directora que era a esposa do presidente da Câmara, e ela mesma era a presidente do Movimento de Salvação Espiritual da Igreja. A minha amiga defendia que devia ser obrigatório a masturbação nas mulheres até aprenderem a ter um orgasmo como os homens, e que todas as mães das meninas deveriam ensinar-lhes isso ao entrarem para a escola, porque esse conhecimento dava poder às meninas para quando fossem mulheres poderem discutir com os homens em igualdade de circunstâncias e saberem reivindicar para si a mesma igualdade.
    Ela foi expulsa mas eu vejo que ela é que tinha razão, porque a causa da inferioridade das mulheres, que é a vergonha delas se manifestarem porque parece mal a uma mulher revoltar-se, deriva precisamente das inibições da infância.

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    1. Sheila, abençoada Sheila Carina, AMO-TE!
      Deixa o advogado e casa comigo que estou empregado!

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  10. Acho que este casalinho mentia há muito. Sempre achei uma fantochada muito grande. Parecia tudo muito fabricado, muito para aparecer sempre perfeito na "fotografia". Ele que conseguiu casar com a mulher perfeita para alimentar o ego. Ela que caçou um ministro e pôde subir a um nível diferente das que casam com actores ou futebolistas...

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    1. Não casou com um velho cheio de massa, pois não?
      Então que há a criticar a quem faz, com rectidão, por se afirmar na vida?

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    2. Sinceramente? Nada disso interessa. O que está em causa é um crime. Quero lá saber se o casamento foi arranjado ou de fachada, se havia amor ou interesse. É redundante.

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    3. Esta resposta mostra bem a honestidade do teu carácter interesseiro e egoísta, e não penses que as pessoas são todas burras que não vêm o que escreves.

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    4. Picante, não se sabe se está ou não em causa um crime. Por enquanto, há apenas acusações mútuas. Tudo leva a crer que houve crime de violência doméstica (e, ao que tudo indica, que também já tinha havido no passado). Mas não sabemos e não devemos sequer especular.

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    5. Anónimo das 15.47h: não quis afirmar que neste caso especifica havia um crime, embora ao reler o que escrevi perceba que se entenda isso. O que na verdade eu quero dizer é que a violência doméstica é um crime. E quando há violência doméstica não interessa nada se os casamentos eram de fachada, de interesse ou de amor. A única coisa que interessa é que há um abuso. Era isso que eu queria dizer.

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    6. Anónima das 15.06. O que não percebe? Hoje estou bem disposta e muito tolerante, eu explico vá...
      (entretanto haveria de aprender a ler e interpretar, nem é por mim, é mesmo por si)

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  11. A mulher é como o bife. Já assim meu avô dizia.
    Quanto mais se bate nela mais ela fica macia.
    Da série uma chapada por dia nem sabes o bem que te fazia.

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  12. As únicas mulheres honestas são as muçulmanas.

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    1. E as mais depravadas são as mulheres europeias, e as piores de todas são as portuguesas.

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  13. Mas já foi provado que ele lhe bateu? Esta nossa tendência, tão portuguesa, para rapidamente crucificar deve ser parte da identidade nacional.

    Joaquina Silva

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    1. Há mais violência para além da física. O que ele está a fazer é violência.
      (E eu não disse que ele lhe bateu)

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  14. "Queria ser um patinho de borracha para passar o dia na tua banheira."
    Da série: "Um Piropo Por Dia Nem Sabe O Bem Que Lhe Fazia" - #34

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