sexta-feira, 30 de agosto de 2013

E agora?

Como é que vou aumentar a lista dos blogs da direita, senhores? Como é que dou a volta àquilo de poder ser uma Pipoca adjectivada? Uns maravilhosos posts de encher chouriços que se foram, é que eram logo dois de uma assentada, primeiro vinha aquilo da Pipoca adjectivada, umas horas depois inseria mais um blog, ali à direita, e dava-lhe as boas vindas.... Isto para já não falar das minhas etiquetas Pipoqueanas. Nossa Senhora dos Aflitos me acuda! Problemas, a minha vida é só problemas.

Os problemas dos homens #29

Antes só que mal acompanhado não lhes diz rigorosamente nada.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Queridos...

...mandei a Pipoca à fava.

A Picante também lança livros

Olhou para o espelho e sorriu-se, satisfeita com a imagem, os cabelos pretos emolduravam-lhe o bonito rosto, o vestido acentuava a cintura perfeita, o decote deixava antever um peito firme e generoso, os saltos altos moldavam-lhe as pernas bem torneadas. Passou gloss nos lábios carnudos e saiu, ia jantar com a Teresa e a Maria, a um novo restaurante. 
A porta do elevador já se fechava quando o seu novo vizinho entrou. Apenas o conhecia através do relato entusiasmado da Cláudia do 3ºA. Era alto, moreno, e bem constituído. A camisa preta não escondia os musculados peitorais, os olhos de um azul profundo, umas covinhas marotas na cara. Inspirou e sentiu o seu perfume, forte e amadeirado. As pernas tremeram-lhe quando se sentiu avaliada de alto a baixo. Olharam-se nos olhos e de repente o tempo parou, a tensão era mútua e impossível de ser ignorada por qualquer deles, havia uma energia no ar impossível de ser quebrada. Ele aproximou-se dela, uns meros centímetros os separavam, curvou-se um pouco e....

É preciso continuar? Pelo amor da Santa, qualquer palerma é capaz de escrever um Harlequim, prantar estas coisas não vos torna românticos e apetecíveis, muito menos escritores, Parem por favor, nem é por mim, é mesmo por vocês.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Verdades Picantes #34

Pior que os ray ban aviator, só uns ray ban aviator espelhados. Vocês têm noção que aquilo só ficava bem ao Tom Cruise e ao Val Kilmer no Top Gun, não têm?

terça-feira, 27 de agosto de 2013

De coração vos digo

... que se não sinto qualquer necessidade em saber das vossas proezas a nível sexual, muito menos quererei saber quando é que vão à casa de banho, fazer o quê.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

De todas as certezas que tenho...

...uma delas é não gostar que a criançada me trate pelo nome próprio e na segunda pessoa do singular, eu ainda sou do tempo em que o tratamento por tu era reservado para os amigos, os adultos eram tratados por senhor ou senhora, havia quem dissesse dona, eu sempre usei a primeira hipótese a menos que houvesse intimidade, aí passavam a ser tio ou tia, mas nunca me passou pela cabeça tratar a mãe de uma amiga pelo nome próprio e por tu, se o nome próprio ainda se tolera, o tu é verdadeiramente desrespeitoso, parece que se dirigem aos amigos do colégio, mas o que é mesmo incrível é que os próprios dos pais não corrijam a catraiada, ficam para ali a olhar, sorriso seráfico, como se fosse normal as pestes tratarem os pais dos amigos e os amigos exactamente da mesma maneira, se em tempos me inibia a correcção, hoje faço questão de a fazer, de preferência à frente dos pais, a maior parte das vezes acaba por ser eficaz. Tu, é a maezinha, sim?

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Estas férias...

Fui até à Savana, de braço dado com o Daniel e a Isabel, só lamentei que o Dibó não me tivesse explicado mais da sua cultura, gosto disso, de acabar a viagem com sede de saber mais, revisitei Pemberley, é sempre um prazer revisitar Pemberley ou Northanger, uma mulher sente-se a viajar até outros tempos, em Itália passei por Florença, entrei no palazzo Vecchio por outra mão, aquela que sabe de simbologia, passei pelas ruas de Tessalonica, entre Gregos cristãos e muçulmanos, com Katerina, não houve tempo para mais, foram umas excelentes férias, a pilha dos quatorze diminuiu, a ver até onde me levam os próximos tempos, com mais vagar é certo, agora que as férias se aproximam do fim, mas sempre com o mesmo prazer, porque viver também é isto, de viajar sem sair do mesmo sítio, pela mestria e habilidade de outrem.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Aviso à navegação

Cara dona Joaquina,

Venho por este meio informá-la de que este meu cantinho, como aposto que a senhora diria, não é uma democracia, muito pelo contrário, por aqui temos um regime absolutamente totalitário em que a dona do pedaço se dá ao direito de eliminar liminarmente, passo a figura, todos os comentários merdosos e insultuosos que por aqui vai tentando prantar. É inútil. A sério.

(posto isto a persistência é uma virtude, pode ser que me apanhe distraída, ou benevolente. Ou então, não)

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Em verdade vos digo...

... que as 50 sombras da blogolândia ainda são piores que as do Grey, caramba, pelo menos esse é um forçado de 300 ou 400 páginas, tem algum mérito, nem que seja o da persistência, estar a forçar assim meia dúzia de linhas chega a ser... como é que hei-de dizer a coisa? Trágico? Cómico? Efectivamente pelos 12 ou 13 anos, já nem me lembro bem, tenho a vaga ideia de ter gostado de Arlequins. Depois passou.

domingo, 18 de agosto de 2013

Mortinha, mortinha...

.. Por ver a entrevista hoje a Marcelo Rebelo de Sousa. Será que falarão de todos os casos da semana?

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Já não sei nada de nada

Elas dizem que são contra a exposição de crianças na internet, o que eu acho muitíssimo ajuizado, que não publicam fotografias dos filhos no facebook pessoal, que há gente doente e se lhes revolve as entranhas ao pensar que alguém poderia ter comentários ou pensamentos impróprios a propósito das crianças. Tudo isto é muito certo e me parece absolutamente prudente mas.... depois criam blogs onde as estrelas são os filhos, levando estranhos a partilhar de alguns pormenores e gracinhas dos filhos, publicam fotografias dos filhos dos outros, fazem vídeos dos seus próprios filhos a título de convite para uma festa onde irá aparecer um monte de desconhecidos, os vídeos são vistos e partilhados entre outro monte de desconhecidos e, independentemente do nobre motivo da festa, que é, isso nem se discute, eu fico cá para os meus botões a pensar que se isto não é incoerência então eu já não percebo nada disso de ser incoerente, às tantas tem o mesmo significado de irrevogável, já não sei nada de nada.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Que vês agora Picante?
















Vida difícil, esta, estou para aqui sem saber se dê um mergulho ou se coma outra bola de berlim.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Post agendado ou coisas que me enojam ou a semana passada foi uma alegria

Talvez seja bom abster-me de dizer o que penso de um juiz que obriga à reintegração de um trabalhador alcoolizado só porque as normas da empresa não especificam que não se pode trabalhar nesse estado. Ora a minha empresa também não tem escrito em lado nenhum que eu não posso ir trabalhar ostentanto apenas tanga e soutien, ou que não posso snifar cocaína enquanto laboro. Seria por conseguinte justo assumir que podemos praticar esse tipo de actividades sem qualquer problema? Uma orgiazita ou outra também deverá ser permitido. Haja alegria no trabalho.
Tampouco consigo comentar o facto de um ladrão, condenado em tribunal poder ser candidato à Presidência da Assembleia Municipal em Oeiras, tenho a estranha ideia de que determinados cargos deveriam estar vedados a ladrões, mas deve ser esquisitice minha.
Finalmente ainda aconteceu aquela coisa da Associação de Animais obrigar os tribunais a perderem tempo e dinheiro público por causa do coitadinho do cão que agora é nobel, não sei o que me irrita mais, se os imbecis que resolveram chamar Mandela ao cão, se os tribunais perderem tempo com estas coisas de crucial importância, eles não têm processos atrasados pois não?, se alguém humanizar os animais ao ponto de achar que podem ser reabilitados, ou, finalmente, aqueles argumentos imbecis do cão não ter culpa e de ser o seu instinto. Pessoas! Pessoaaaaaass! Mas vocês acham mesmo que matar o cão é um castigo do tipo mataste agora vais morrer? Sério? Quão imbecil poderá o ser humano ser?
Só não digo que estou mal disposta porque, a esta hora, estou a banhos e os meus problemas resumem-se a apetecer-me jantar no Henrique Leis e aquilo estar cheio. Acho que vou à Casa do Campo.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Procura-se

A Mel, a cadela da Sexinho desapareceu há 2 dias. Cuida-se que deva andar pela zona dos Olivais, Pq Nações ou Portela. Se alguém a vir entrem em contacto com a dona que está desesperada. E no entretanto, tudo a rezar, fazer macumbas, concentrar, libertar energias, qualquer coisa que traga a Mel de volta a casa.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Uma aventura na Blogolândia

"Perante o meu desânimo, o Bemvindo desdobrou-se em inauditos esforços de persuasão construtiva jurando pelo Crucificado que não ficasse assim tão assarapantado porque se de facto até então não vira grandes motivos para euforias, também não era mentira nenhuma que ainda havia alguma réstia de esperança. Como de resto, mo ia provar. Confessei-lhe o meu cepticismo e confidenciei-lhe que a minha pouca fé na humanidade sofrera um rude golpe emocional, mas ele manteve-se intransigente nas suas convicções e disse-me que quem vivesse veria.

– Nem precisamos ir mais longe e temos aqui mesmo à mão de semear um exemplo do que lhe quero dizer, – disparou eufórico, o Josefino.
– Ora repare nesta casinha tão bem compostinha à nossa frente e diga lá se não é mesmo um regalo para os olhos.

– Bem, de facto! Se o interior corresponder ao exterior terei de mudar a estrutura do meu raciocínio e admitir que sim, que ainda resta alguma esperança na conversão humana. – Admiti eu perante a maravilha ali defronte plantada, por contraste a um circundante miserável.
Tecíamos nós estas congratuladoras considerações, eis senão quando a portinha da florida casinha se abre e, de vassoura em punho, a sua proprietária entrou a varrer perguntando-nos o que estávamos nós ali a fazer, vadios, a olharem pasmados para a casa dela e que se não tínhamos vida própria para nos ocuparmos então que fôssemos para a estiva e não andássemos por ali a meter o bedelho na vida dos outros. Que a casinha dela era pobre e humilde, mas arranjadinha e decente e ela não admitia abusos nem poucas vergonhas; que ela era uma mulher do Norte e não se ensaiava muito para correr dali connosco à pedrada. Na casinha dela só recebia quem viesse por bem e não gente maldosa nem intriguista sem vida própria que só estavam bem a meter-lhe a alma no Inferno. Já lhe chegava as que passara com uma demoníaca Serafina Saltadora de má-morte, que ali aparecera, vá-se lá saber de onde, e de outra famigerada alma penada da mesma estirpe da outra. Uma tal de Diabinha* que com ela se associara no fito de lhe atazanarem a vida, mas agora estava precavida e na casinha dela só entrava quem ela quisesse. Além disso nem sabia por que perdia tempo a dar explicações a vadios se a vida dela era tão ocupada que não lhe dava tempo para nada. Que por falar nisso tinha de pôr a lavar três máquinas e passar a ferro 47 cestas de roupa, limpar o vomitado das gatas e apanhar o cocó do Corsário; lavar os pratinhos do jantar, podar as plantas dos vasinhos e adubar e regar as do jardim. – Voltava às felídeas e acrescentava a urgente necessidade de cerzir as bainhas dos cortinados.

Parou, fez uma curta pausa para respirar, inalou profundamente, expirou e depois continuou.

Portanto se pensáramos que ela estava enganada sobre as nossas torpes intenções, que evacuássemos sem demora o equídeo da pluie que gente malévola topava ela à légua. Ou não se estava mesmo a ver que o nosso espionar se tratava de dar continuidade a uma maquinação muito bem estruturada contra ela?! “Seus estúpidos anormais!” “Andor que ainda tenho de ir amanhar o comer do meu homem que está mesmo por aí a chegar estafadinho de trabalho”. Que pensavam?! Se não fosse ela a mexer-se também ninguém o fazia por ela e só Deus e ela é que sabiam as que passava. Para mais estava mesmo a ver pelo nosso ar manhoso que éramos gente desapiedada e cruel para os animais, almas execráveis ao melhor estilo do Daniel Oliveira, senão pior, que como ele nos insurgíamos contra o nome de Mandela dado a um pobre cãozinho desvalido e proscrito pela sociedade cruel deste país, e não duvidava nada que fôssemos uns acérrimos apaniguadas por touradas, mas que nos lembrássemos que as vacas só tinham oito mil anos de domesticação e que até aí tinham vivido felizes sem as impertinências de gente maldosa como nós.

E agora que fôssemos à nossa vidinha espionar por outro lado que ela não tinha tempo a perder com gente desocupada porque ainda lhe restava, para completar os afazeres diários, 271 visitas a fazer das 1781 obrigatórias.

Bateu-nos a porta nas fuças e reentrou na linda e singela casinha, e acho que não ouviu, o meu e do Josefino, “Bom dia, Dona Estrelícia*”

(Fim)
Graciosidade  do estimado Corvo

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Uma aventura na Blogolândia

"Este lamentável episódio teve como consequência imediata o restringimento da veia esclarecedora do Josefino, que sem poder disfarçar a tristeza, lá foi dizendo que, francamente, estava deveras admirado pois parecia que toda a inspiração Divina fora subitamente derramada sobre o condomínio, pois todos os moradores tinham entrado em profunda reflexão de paz e amor ao próximo em detrimento do belicismo de que até então se compusera as suas vidas.
Como que querendo dar-lhe razão, fomos sufocados por uma multidão ruidosa, ostentando grandes cartazes apelando ao sentido fraternal entre castas, do tipo: TODOS DIFERENTES; TODOS TEMOS DENTES; PELA SALVAÇÃO, ESQUEÇAM A INGRATIDÃO; PARA A ALMA SALVAR, ABRAÇAR ABRAÇAR; SE TE QUERES REDIMIR, À GAIOLA DEVES IR; e por aí adiante.
Deve-se, contudo, para um convincente esclarecimento do propósito filantrópico conducente ao bom carreiro dos moradores tresmalhados, os cartazes com ABRAÇAR ABRAÇAR eram portados pelos anciãos e diáconos da comunidade, que não só mostravam como se empenhavam a fundo em calorosos abraços às mulheres que por ali deambulavam. Particularmente, constatei sobremaneira agradado, que não regateavam nem tempo nem esforços na demonstração da Salvadora Causa.
– Ora aqui está o que lhe quis dizer, caro Corvo. Ainda bem que o senhor viu isto porque contado tenho sérias dúvidas que acreditasse nesta sublime fraternidade. – Exaltou radiante, o Josefino.
Antes que pudesse responder-lhe, o que, convenhamos, seria um pouco difícil dada a sufocante comoção que me assolara, os indeléveis acordes de uma belíssima música árabe deleitaram-me os sentidos. Para completar o êxtase, logo à entrada dos frondosos jardins, um grande cartaz exibia: ERRAR É HUMANO, PERDOAR É DIVINO.
– Ah! Vejo que está comovido, senhor Corvo, – explorou o meu deslumbramento, o Josefino. – Isso é mais uma história muito comovente sobre a remissão dos pecados. A proprietária dessa casa também andou numa guerra declarada e feroz com outra moradora sobre a discrepância do que era, ou deveria ser a autenticidade de almofadas bordadas a eito ou cuidadosamente bordadas a quatro agulhas com os fios enviesados. A coisa agravou-se, muito sangue a terra bebeu, a belicosidade extrema dividiu o país, mães extremosas descuraram os rebentinhos para aderirem à causa, a renúncia do Gaspar foi menosprezada e a irrevogabilidade do Portas seguiu o mesmo caminho e, imagine o caro Corvo, para que possa ainda que só muito sucintamente avaliar a tremenda dimensão da horrenda beligerância entre a duas guerreiras, até o Jorge Jesus passou a ter só dezoito horas de honras jornalísticas.
– Então, mas pelo que leio no cartaz exposto parece que chegaram a um entendimento, não? – Quis saber eu.
– Bom, chegaram; quer dizer, dá laivos disso. – Respondeu-me o josefino, visivelmente de pé atrás.
– Mas, afinal chegaram ou não?! – Exigi eu saber, não deixando pela valeta o meu pragmatismo.
– Chegaram, pronto!...Que remédio. Veja o senhor Corvo se não é intervenção Divina. Ambas têm filhinhos a quem necessitam de contar muitas histórias para adormecerem na Paz dos Anjos e, chegaram à conclusão que o tempo para a liça lhes fazia falta. Bem, que a proprietária da mansão que o senhor vê só tem um filhinho, mas fontes fidedignas asseguram que dá mais trabalho e necessita de mais histórias para adormecer do que os três da outra."
(Continua)
Graciosidade  do estimado Corvo

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Que vais fazer amanhã Picante?

Vou para aqui.
















Este blog está oficialmente de férias, durante 3 curtas e abençoadas semanas. Divirtam-se e não sintam muitas saudades, eu certamente que não sentirei mas, em calhando, pode ser que tenha deixado 2 ou 3 posts agendados.

Disso de dar ou não de mamar

Não lhes deem de mamar não, e vão ver se os vossos companheiros (agora é assim que se diz não é?) não vos plantam um belo par de chifres na testa...

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Lev Tolstoi

Tenho aqui um post que me anda a queimar os dedos há mais de uma semana, caramba ele teima em dançar na minha cabeça, eu teimo em não o escrever, afinal todos queremos a paz no mundo...

Uma aventura na Blogolândia

"Indaguei ao meu companheiro se o senhor Assentadinho não era aquele senhor que passara por ali mesmo há bocadinho, mas desgraçadamente tal facto passara-lhe despercebido. Contudo, não se escusou, verdadeiramente empolgado, a perguntar-me se vinha equipado a preceito para a promenade, e eu disse-lhe que não me parecia.
– Tem a certeza, senhor Corvo? Não vinha equipado com ténis Asics Gel Kinsei, top Adistar e Shorts Run Bs Pd? Não vinha?
– Não! Que eu desse conta vinha vestido com camisa e gravata Louis Vuitton, fato Giorgio Armani, relógio Bvlgari e sapatos Dolce & Gabbana.
– Que pena! Então esta malta bem pode regressar à sua casinha e esquentar o refogado, que a coisa já era.
– Então porquê?
– Porque foi andar de barco e aproveitar para pescar à linha.
O Josefino ainda me foi adiantando que havia ali pelo condomínio gente altamente suspeita, digna de registo, mas que dado o adiantado da hora ficaria para uma melhor oportunidade."

(Continua)
Graciosidade  do estimado Corvo