quinta-feira, 4 de julho de 2013

Diz que foi há 2000 anos....

Há nos confins da Ibéria um povo que não se governa nem se deixa governar.

in Caius Julius Caeser

7 comentários:

  1. Pois, pois, o que ele queria sabíamos nós!
    Dor de corno, é o que era.

    "Roma chega a pactuar com Viriato, quase reconhecendo como soberano, porém, à traição, compactuou com três de seus aliados para que o assassinassem. Anos antes, o general romano Sérgio Galba quase dizima os lusitanos, e Viriato foi um dos que escaparam. O historiador Estrabão assim definiu a Lusitânia: "A mais poderosa das nações de Hispania, a que, entre todas, por mais tempo deteve as armas romanas". Todavia, tão-pouco podiam os Romanos contar com a submissão dos povos da Península Ibérica que se viram forçados a manter o país em rigorosa ocupação militar, e daí provieram os primeiros exércitos permanentes de Roma. Quarenta mil homens se mantiveram na Península Ibérica em permanente guarda."

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  2. Mereceu destaque no FB pessoal do Mirone (aliás, todo este blog o merece). Já a leio "pessoalmente". A partir de agora também a leio lá no blog...

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  3. Bom, se vamos por aí, no tempo do Júlio, um legionário ser mandado para a Germânia era o pior castigo possível, equivalia a pena de morte...

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    1. Trabalhei com muitos alemães, tendo a concordar.

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  4. O Orçamento Nacional deve ser equilibrado.
    As Dívidas Públicas devem ser reduzidas.
    A arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada.
    Os pagamenros a Governos devem ser reduzidos, se a Nação não quiser ir à falência.
    As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública.

    (Marcus Tullius - Roma, 55 AC)

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    1. Pois é isso mesmo, espanta como em 2000 anos não se apreendeu coisa tão simples.

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