sexta-feira, 28 de junho de 2013

Disso da greve geral

E então? A água estava fria? Continuam as marés vivas ou o mar já está mais calmo? Apanharam muito trânsito até à praia? Estava muita gente? Ou será que trabalham no privado e acabaram por ir trabalhar?

54 comentários:

  1. Ou será que foram à manif? Tb há casos desses. Raríssimos, como se pode ver. Mas há. Os malucos...escolher a manif em vez da praia...

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  2. Eu trabalhei. Mas não me causa qualquer repulsa que quem fez greve tenha ido para a praia. Não trabalhou e por isso perdeu o salário, logo faz o que muito bem entender...ou não'??

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    1. Não! Se não trabalhou e utilizou um direito que a lei lhe permite é para lutar, seja em manifestações, seja em piquetes de greve. Não se pode confundir greve com dia de férias. A nível de enquadramento legal a justificação de ausência do seu local de trabalho é completamente diferente.
      Por pensamentos desse tipo é que o país está como está!

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  3. Por acaso não conheço ninguém que tenha feito greve... e olha que a minha mãe é funcionária pública e o serviço dela funcionou a 100%

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    1. Ups...
      Não diga isso alto que os sindicatos ouvem e começam praí a hiperventilar...

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  4. O objectivo da greve é não trabalhar. O que fazem com o dia é com eles, tanto podem ir passar o chão a pano como para a praia, ninguém tem nada a ver com isso. Já agora, quem faz greve não recebe, pelo que quem não faz não tem qualquer superioridade moral para lhes ensinar como ocupar o seu tempo.

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    1. Não recebem - e muito bem - e devia ser-lhes descontado também o salário daqueles que deixaram de o receber não porque tenham feito greve mas porque houve os que fizeram greve.
      Esses, os que deixaram de receber não porque tenham feito greve mas porque houve os que fizeram greve, o que fazem com o dia também é com eles, ninguém tem nada a ver com isso (como ocuparam o seu tempo involuntariamente livre, bem entendido), mas têm superioridade moral para exigir aos outros, aos que fizeram greve e deixaram de receber, o salário que lhes foi descontado, não porque tenham feito greve mas porque houve os que fizeram greve.

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    2. Um dia vão sentir falta dos serviços que prestam as pessoas que fizeram greve, acreditem. Nesse dia vão ver que perderam bem mais que um dia de trabalho ou ganharam uma ralação, mas se eu tenho de explicar isto em 2013, acho que não faz mal, pois não?

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    3. Izzie isso é quase equiparar a greve a um dia de férias. A ideia não é protestar? Não faria sentido ir a manifestações?
      Ir para a praia parece-me estranho.

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    4. Caramba Izzie a maior parte dos serviços são úteis. Só não digo todos por causa de uns quantos institutos duvidosos. Não tenho duvidas que poderiam ser mais produtivos mas são úteis, não existem só porque apetece...

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  5. Em calhando, para a Santinha e para a Filipa, não!
    Estas duas metem-se em tudo que diga respeito à vida dos outros e em calhando deviam era olharem para elas que devem ter muito que se lhes diga.
    Ai não que não devem.

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    1. Anónima a Filipa não é para aqui chamada, qualquer coisa é ir directamente à fonte sff.
      E fica a saber que é realmente engraçado uma pessoa dar uma ou outra lição e aborrecer umas outras pessoas mais sensíveis, só porque apetece.

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  6. Mas então o que seria de louvor? Fazer greve e ficar em casa, sentado no sofá, a pensar em quão fodida é a vida?
    PS: Não fiz greve.

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  7. Essa mania que as pessoas que trabalham no privado têm sobre o sector público, é errada e injusta.O sector público ( eu sei eu sei, há quem o faça mas não é regra) que faz greve, não aproveita o dia para ir para a praia ou acabar num centro comercial.E também há muita gente do público que não faz greve.Inove, fale desses...é que bater sempre na mesma tecla cansa.

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  8. Ha muita gente do privado que fez greve. Fale desses tambem.
    Obrigadinha.

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  9. Caros Anónimos, quando se fala em greve pensa-se em sector público por uma única razão. A adesão é substancialmente superior no público, não quer isto dizer que no privado ninguém, faça greve, ou que no público todos o façam...
    Ainda hoje ouvi isso na rádio, estarei enganada?

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  10. Pedro Almeida,

    O menino venha aqui à tia Picante, estava capaz de o deitar nos joelhos e de lhe dar umas palmadas, mas então a fase dos insultos não tinha já passado? A tia Pipoca não teve já muita paciência consigo e não lhe explicou que pode discordar sem mandar as pessoas àquela parte? Olhe que eu gosto de si que gosto, acho graça ao seu temperamento explosivo mas veja lá se tem maneiras, isto pretende ser um blog BCBG e o tempo em que publicava comentários a mandarem-me àquela parte já era.
    Se tiver a bondade de reformular o insulto eu publico.
    Cá beijinho

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  11. Aqui a pensar: será que se ao número dos que ontem faltaram ao trabalho subtrairmos o número dos que se encontravam ontem nas praias, obteremos o número dos que se manifestaram nas ruas, com uma margem de erro pouco significativa?...
    É que, ou muito me engano, ou a menos que se seja vendedor de gelados e afins, estar sentado no areal não constitui propriamente uma forma de protesto.

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    1. Eu tendo a concordar, se retirarmos os reformados, despregados e crianças da equação. Mas p'lis vistos há quem pense diferente, manifestações na praia é que é, em havendo calor claro está

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  12. Pedro Almeida, APOIADO!!!
    nem sei o que comentou que esta falsa teve tanto medinho que nem publicou, mas para ela lhe amandar o recado é porque o Pedro Almeida lhe tocou na ferida bem fundo. porque a Santinha não gosta de ouvir as verdades, que não, e só ela é que pode criticar todo o mundo porque é uma Santinha. eu até acho que em calhando devia ser posta num altar.

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    1. Anonimazita, venha aqui que tia Picante tem 2 ou 3 cousas para lhe dizer, não tente imitar a tia, não? Afinal de contas as cousas são como têm de ser e não consegue, a tia Picante nunca por nunca diria amandar, quando muito diria que a Amanda é uma bonita pessoa, caso conhecesse alguém com esse nome, claro está. E a tia Picante é muito católica, no altar só os santinhos, a tia não tem grande queda para dar a outra face, falta-lhe a paciência para determinado ripo de pessoas, não a tia Pucante nunca poderia ser canonizada.

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  13. Dia de férias = dia pago a dobrar em termos salariais
    Dia de greve = subtracção de um dia ao salário

    É óbvio que quem faz greve passa o dia como bem entender e não tem que dar satisfações a ninguém.

    Quem não entende isto é por desonestidade intelectual e eu perdi toda a paciência para esse tipo de gente.

    ps: o insulto não se dirigia a si em particular, mas sim a alguns anónimos. Por isso pode ir para o ***** e para a ***** que ***** no seu ***** sua *****...e mais não digo.

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    1. Pedrinho 5 estrelas é comigo, também não digo que não a 6, da próxima vez acrescente mais uma se fizer o favor. Que mau feitio caramba, o menino também foi à praia?

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    2. Não fui, não.
      Mas, não desejo mal a quem vai à praia, até fico satisfeito que as pessoas aproveitem a vida.

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    3. Eu não digo que tem mau feitio? E eu lá desejo mal a alguém? Quando muito desejo uns furúnculos no rabo a uns quantos, isso quase nem conta.

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  14. Não sou grande fã de spanking, mas se aceitar que depois trocamos de posição, alinho.
    Lá beijinho

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    1. Ora Pedrinho, por esta altura seria de prever que já soubesse que a palavra submissão não consta do léxico.

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    2. Submissão???
      Como bom esquerdista que sou, proponho um "dar e receber", uma igualdade entre seres.
      Já reparou que essas ideias proto-fascistas que tem enraizadas dentro de si pressupõem sempre um ser dominante e um ser dominado?
      Não acha que a menina levaria uma vida íntima muito mais feliz se se soltasse desses dogmas que na realidade a atormentam?

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    3. Homessa! Nós não somos todos iguais, até o regime comunista aceita que há lideres e liderados. Onde é que está a igualdade?

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    4. Todos diferentes, todos iguais.
      Porque uns hão-se ser superiores a outros?
      Submissão é nos desportos de combate. Eu prefiro levar a minha vida em paz e com muito amor para dar e receber.

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    5. Todos diferentes todos com os mesmos direitos. Mas diferentes ainda assim. E submissão é a lei da vida, qualquer que seja ela.

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    6. Passando o momento 50 sombras de almeida, pedro almeida, quem faz greve (com toda a legitimidade) pode usar o dia como lhe aprouver, claro. Mas ao fazer greve estão a manifestar descontentamento, a questionar um status quo e, pode não ser a sua opinião mas é tambem verdade, incomodam a vida aos demais concidadãos. Só assim a greve tem impacto não é o que dizem os aopologistas destas greves continuas? Que fazer ao fds não tem efeito?
      Ora, posto isto, é desonesto a nivel civico fazer greve como ponto de honra por contestação e depois ir alapar para a praia ao bom do sol enquanto aqueles que não podem ou não querem (meu caso) fazer greve, para trabalhar ou ir trabalhar ou regressar a casa passam as passas do algarve. E quando eu estou a trabslhar, estou a produzir rendts ao estado para subs de desemprego, para pensoes, para salarios de professores e não me importo que sejam pagos.
      As praias estão cheias de pessoas em ferias, adolescentes, pessoas que não podem ir para gora de lusboa de ferias como antes iam, desempregados, pessoas de folga, pessoas que não foram trabalhar porque não fazendo greve nao tinham transportes para o local de teabalho e ... Grevistas. E estes não estão a ser muito honestos a nivel ético. Prejudicam os demais para ir para a praia? É uma forma de protesto sui generis

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    7. Mas o que é isto?
      Mas agora já existem códigos de ética cívica para grevistas?
      Ficar em casa a meditar...OK.
      Ir para o Terreiro do Paço com um cartaz...OK.
      Ir à praia...Canalha.
      Que eu saiba os efeitos da greve são os mesmos quer as pessoas vão à praia ou não. E o protesto é a greve em si, não é obrigatório usar de outras formas de protesto.
      Existe uma coisa, que até está expressa na Constituição, chamada Liberdades Individuais.
      Custa-me imenso que não queiram entender isto.

      ps: por isso o outro governou 50 anos em ditadura de forma tão fácil...está explicado.

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    8. Lamento desapontá-lo mas não é custa dos atropelos às liberdades individuais que me imputa que o salazar governou quanto maos não fora porque nasci depois do 25 de abril loho depois do homem ter quinado da cadeira. E se há coisa que dou mt valor sao as liberdades individuais porque possibilitam por ex., a greve, ou por ex., eu considerar que as pessoas que fizeram greve e forsm pra' praia praticaram desonestas intelectuais como falou anteriormente; mais, permitem me dizer que grevistas ao sol raim à acefalia e não ajudam a uma intervenção colectiva concreta. Porque são na base tão fracos como os fracos qie estão no topo. A liberdade individual tambem me garante liberdade ao trabalho e o meu, que ajuda a pagar 160 salarios, e seus respectivos contributos sociais, é algo que valorizo bastante. E chateia-me que uma greve o afecte, certo mas tenho que aguentar-me à bomboca. Mas enquanto cidadã a minha incompreensão esbarra em grevistas so sol. Como em 99% das medidas deste governo. Mas os governos (este, e qq outro) sao como as tvs: reflexo da sociedade que o sustentam

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    9. (lamento os erros mas a escrita inteligente do telemovel e o adiantado da hora não fazem milagres !)

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    10. Agora e o adiantado da hora. Eu estou mais adiantado e não dou erros.
      Tudo vos serve para se desculparem, deve ser do calor.

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    11. Não, é mesmo da escrita inteligente do Tm que muda as palavras. Também me acontece.

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    12. zorro, o cauteloso observativo.1 de julho de 2013 às 02:29

      Ó Pipoca; pergunte ao anónimo que escreve pela madrugada sem erros, por que não acentuou o e do "agora é do adiantado das horas"
      Eu perguntava, mas não me atrevo porque; primeiro o blog não é meu, e segundo pode ser o seu noivo Pedro Almeida e isso ia dar barraca.

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    13. é pá, deve ser da idade, mas ás 2h30 da manhã já estou mesmo trocada e não vejo mesmo bem as letrinhas pequenas no visor. So sorry!

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  15. Isto entre a Picante e o Pedro Almeida ainda acaba em casamento, lol

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    1. A sério?!
      Eu ofereço o látego e as luvas de couro aos felizes nubentes.

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  16. O grande problema de Portugal são os portugueses, que depois de um 25 de Abril: para uns lamentável para outros uma delícia eterna; para os primeiros foi o de se acomodarem nos limites do provável e fé em Deus que melhores dias virão.
    A visão perdeu-se alicerçada numa esperança de que agora sim! Vamos todos ser ricos e que se fhoda o trabalho que quem é burro vai para pedreiro. Há, contudo, que reconhecer alguma razão a tais pensamentos quando os bancos incentivavam ao consumismo desbagado porque afinal todos eram filhos de Deus e a democracia a todos enriquecia.* Vejam o exemplo dos américas, seus parvos; querem passar toda vida a desgastar o coirão?
    A bem da verdade, a visão se se perdeu para a esmagadora maioria patriota, sobrou exponencialmente para uns quantos que, burros de trabalho, resolveram, modestamente porque a grandeza de valores não se exibe mas mostra-se, trabalhar por todos conduzindo os destinos de um povo, até então reprimido e subjugado ao direito das suas justas reivindicações. Falai gente do meu país, digam da vossa justiça, reclamai e sobretudo gozai a democracia que para desgraça já passaram até de mais. Só que, mas agora que já foram todos à escola e estão espertos que nem láparos, têm de compreender que o atraso de 50 anos no nosso desenvolvimento obrigará a uns tempinhos de cinto mais apertado. Nada que não se resolva com sacrifício e a boa vontade de todos.
    Mas então as férias na Jamaica, o conceituado automóvel, a casa na zona nobre da cidade, a casa no campo e a outra na praia, as acções da PT e EDP e todas com que íamos ficar muito ricos, isso tudo que o banco incentivava a um crédito a perder de vista, então é preciso apertar o cinto?
    Pois, lá está, têm razão mas essa aldrabice, melhor; esse crime de má fé foi-vos imposto pelo anterior Governo que nos deixou um legado miserável, mas agora connosco a governar-vos a coisa pia fino e é só arribar. Aliás, até já se notam as diferenças significativas para muito melhor.
    Ninguém viu, ninguém vê nem nunca verá porque onde não há farinha não se amassa pão, e o povo primeiro gritou, depois insultou, seguidamente blasfemou e depois acomodou. Pronto: concluíram os portugueses; se nem este de tanta visão consegue, nada a fazer. Umas grevitas de quando em vez, mais para não esquecermos que vivemos em democracia já que à miséria de salário auferido, mais dia menos dia também nem faz lá muita diferença e também não é por aí que o gato lá vai.
    Eis senão quando, finalmente; porque se não há bem que sempre dure também não há mal que não acabe; emerge a já perdida nas brumas da memória, salvação. Um Português de uma visão ímpar e só ao nível de um passado Portugal valoroso a puxar a melhor metade do mundo para si na tal das Tordesilhas; um português igual a esses, tenho para mim que melhor, de seu nome José Seguro, com uma espantosa clarividência e brilhante inteligência, veio passar um atestado de asininos a todos sem distinção. Povo e governantes.
    “ O meu plano para uma economia mais forte, fará um Portugal mais forte! Vou cortar impostos, reduzir os gastos, cortar os supérfluos, reduzir a burocracia, reduzir as tributações, eliminar o excedente e reduzir os impostos. Ah! Isso já disse? Melhor, fugiu-me a boca para a verdade. Vou cortar outra vez!”
    Aaaaah!!! E Portugal parou estupefacto. Nem greves, nem praia, nem sushi, nem fio dental, nem mala Channel, nada! Até o problema terrificante com que Portugal se debate, a chapada do Cardoso ao Jesus, até isso foi momentaneamente esquecido. Que profundidade ideológica, que omnisciência viva por obra e graça de Deus nos veio trazer a salvação.
    Vamos todos aderir às próximas greves que este sol está mesmo a pedi-las, que agora é só uma questão de um tempinho de nada que com o Seguro está garantida a Segurança.

    (*) se soubessem o que custa mandar quereríeis obedecer toda a vida.
    Palavras do outro senhor, que os senhores de agora seguem religiosamente.

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  17. Fiz greve, mais uma vez.
    Fiquei em casa a trabalhar para a escola.
    Onde é que me enquadro?

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    1. No leque das pessoas conscientes? Que quer protestar mas ainda assim tenta lesar o mínimo?

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    2. No leque dos burros.

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    3. Em qual dos dois acredito?
      Haja bom humor, Pipoca.:)

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    4. Acredite no seu homónimo o humor comanda o mundo, além do que revelou ser extraordinariamente pragmático.

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  18. Não sei qual é o espanto, Pipoca: é exactamente a mesma coisa aquando de eleições: trocam o voto pela praia.
    Os portugueses não sabem o que é a Democracia nem o que implica os seus direitos e deveres. Nem querem saber.
    Só olham para si mesmos e para os seus umbigos e depois refugiam-se em culpar os outros pelo que lhes vai acontecendo: tudo o que querem e não têm se deve ao Governo que não presta e que os rouba e nunca, MAS NUNCA, ao seu laxismo.
    E eles, claro, nem têm culpa de nada: no dia das eleições estavam na praia!

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    1. Em calhando...quiçá!

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