sexta-feira, 28 de junho de 2013

Disso da greve geral

E então? A água estava fria? Continuam as marés vivas ou o mar já está mais calmo? Apanharam muito trânsito até à praia? Estava muita gente? Ou será que trabalham no privado e acabaram por ir trabalhar?

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Verdades Picante s#33

Decorai o seguinte mantra: não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia, não usarei fio dental na praia.
Já está? Óptimo, o sentico estético agradece. Tende especial atenção em observar esta regra caso estejais de esperanças. Ou sejais gordinha. Ou se tiverdes mais de 30 anos.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

E por falar em cor de rosa

Não é cor que me diga muito, que não é, a menos que venha repleta de dúvidas: Filipa, a verdade é que eu a leio há muito, não foi amor à primeira vista, que não foi, mas primeiro estranha-se e depois entranha-se. Há muito que lhe devia este post, mas isto do reader tem-me feito esquecer de ir acrescentando blogs ali à direita, faça o favor de ser bem-vinda e de não tornar a desaparecer, sim?

Eu podia ser uma Pipoca cor de rosa

Mas teria de usar calão com graça e em verdade vos digo que não é qualquer um que o poderá fazer.

(e nem vou falar disso das tatuagens que ser velhinha e olhar para uma tatuagem gelatinosa,em mim, seria coisa para me fazer hiperventilar)

terça-feira, 25 de junho de 2013

Quando a não publicidade é inverosímil

Está-se mesmo a ver que para amamentar é necessária uma porra de uma bomba, é que entre tirar o leite da mama, dar biberon, mudar fraldas e acalmar choros não deve sequer dar tempo para fazer um xixi. Pelo amor da Santa, tende dó sim?

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Note to self

A próxima vez que for de férias hei-de lembrar-me de prantar por aqui todos os pratos de comida que me servirem, piscinas interiores e exteriores, vistas dos quartos, nº de almofadas e cobertores, salas e jardins. Será, talvez, adequado descrever exaustivamente todas as animações, fotografar restaurantes e bares, jardins e acessos adjacentes. Tampouco me deverei esquecer de vos informar sobre os desportos, animações e facilidades para as crianças, decerto que adorarão. Em calhando, e se me pedirem com jeitinho, poderei até fotografar as escadas de serviço e lavandarias só para que vejam o nível de higiene do hotel.

(o único constrangimento é que normalmente aludo uma vivenda, ali para a Quinta do Lago, hotéis só frequento em destinos mais frios, nada de jardins, nada de praias onde caem falésias, não faz mal fotografarei todos os bares da estância obscenamente snob-chic que frequentarei no próximo ano.)

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Post encomendado

Este post já deveria ter saído há uns tempos, nomeadamente pelo dia 12, caramba era uma coisa como deve ser, primeiro explicava o que era ironia e sarcasmo, em seguida atirava com uma citação de Wilde, assim convencer-se-iam de que não fui à biblioteca requisitar aqueles livros, quando afinal comprei aquilo das sombras, dos estilos e das relações. 
Mas dizia eu que logo após vos ter atirado com a citação do Wilde para cima, ainda estaríeis a recuperar, e eu diria que sempre levei a vida a rir, num assomo de boa vontade abriria uma nesga da minha vida e contaria como éramos muitos às refeições, uma longa mesa repleta de risos saudáveis, havia sempre alguém que soltava um "ah ah ah que gracinha", acabando por se rir como e com os outros, afinal não há sarcasmo sem uma vítima, não é verdade? A questão é que a vítima ia rodando, a fava calhava a todos, foi assim que aprendi a rir de mim própria, afinal todos temos as nossas manias, coisas que os outros poderão achar ridículo, coisas que farão os outros rir.
E vai daí que este espaço é irónico, por aqui vai-se rindo das manias alheias, risíveis aos olhos de quem escreve. Podem gostar, podem não gostar, se é certo que é impossível agradar a todos, certo é também que será possível rir sem ser mal educado, sem ofender, ainda que de outrem. E aqui faz-se isso, gostem ou não as donas Joaquinas (eu tenho para mim que gostam, elas não resistem a uma má língua, afinal de que outro modo evidenciariam as suas virtudes?).
Em calhando poder-se-á rir das madeixas californianas, uma fantástica maneira de gastar menos dinheiro a pintar raízes pretas, ou das alças de silicone e das horrorosas litas. Em calhando poder-se-á achar risível que quem se vista na Zara e na H&M, lojas de fraquíssima qualidade, dê conselhos sobre estilo e se ache uma sumidade na matéria. Em calhando pode ser que seja motivo de riso que alguém que sabe tanto sobre relações como eu de engenharia genética, se ache apto a fazer workshops sobre as mesmas, ou que alguém se dedique a falar sobre todos os assuntos e mais alguns, desde economia, a política, passando por sexo, amor, relações ou moda. E naturalmente, quem fala de tudo, sabe muito de nada, e vai daí que acho ridículo debitar uma série de asneiras ou lugares comuns, como se de um especialista se tratasse.
Mas para além do ridículo há coisas que francamente eu desprezo. Como seja fazer publicidade encapotada, recebendo ou não dinheiro por isso, que muitas vezes o pagamento é em géneros. Eu, que até tenho algum contacto com a área, tenho a estranha ideia de que deveria ser comunicado aos leitores que aquilo é publicidade, que as marcas enviam coisas aos bloggers para que estes falem delas e em troca continuem a receber coisas e convites e massagens e tudo e tudo.
E pasme-se... Sou totalmente contra a exposição de crianças na internet, mesmo no FB, com todas as restrições activadas e visíveis apenas para os amigos há sempre algum que as pode partilhar (sem qualquer malícia), e uma vez na net, para sempre na net. A questão é que quando um blogger expõe constantemente os filhos só o poderá fazer por 3 razões, ou vive à custa disso, o blog é a criança e não existiria sem criança, ou o blog dá dinheiro via publicidade e a exposição da criança traz mais visualizações, ou quer alimentar o ego estando à espera de reconhecimento de terceiros, i.é. por cada fotografia, lá chovem os comentários "ai que criança tão linda".  Qualquer que seja a razão é sempre em proveito do blogger e não leva em conta os interesses da criança, que é menor e conta que os pais a protejam em vez de a expor. Exposição esta que é totalmente desnecessária e poderá ser perigosa. Os pais passam a vida a dizer aos filhos para não falarem com estranhos mas não hesitam em fazer os filhos entrar nos computadores desses mesmos estranhos, não hesitam em partilhar com estranhos pormenores da vida dos filhos, pior... rotinas dos filhos. E indo directamente à vaca fria, dado que a beleza é uma coisa totalmente subjectiva, que difere de acordo com cada par de olhos, o pai que expõe o filho na internet, à espera do elogio fácil, está também sujeito a ouvir um "ai que criança desengraçada". Do mesmo modo que ouve um "não gosto desse texto ou discordo dessa opinião". Porquê? Porque está a sujeitar a criança à aprovação de terceiros.
Para acabar, e porque isto já vai longo, a questão da educação. Quando escrevo tenho uma única preocupação, a de não ofender ninguém. Se em alguns dos posts será muito fácil identificar o alvo (meras piscadelas de olho), muitos há que nem alvo têm, são para quem enfiar o barrete. No caso dos posts mais sensíveis, só um ou outro leitor muito perspicaz lá chegará, e ainda assim nada mais pode que conjecturar e pensar que sabe a que me refiro. Nunca injuriei ninguém, ao contrário do que vi, várias vezes, em blogs muito conhecidos, nunca me ouviram dizer que X era acéfala, que Y era bimba ou algo semelhante, ao contrário de bloggers com bem mais visualizações que as minhas. E não me meto com blogs pouco conhecidos, muito pelo contrário, meto-me com blogs que têm 100, 500, 1000 vezes mais visualizações que as minhas. Que mal é que lhes poderia fazer?
Como tal, e porque não destrato ninguém, aceito toda e qualquer crítica. Mas não aceito que me venham aqui insultar gratuitamente, muitas vezes sem qualquer relação com o tema do post. Nem que insultem os meus comentadores, pessoas que têm a gentileza de aqui vir e deixar a sua opinião, seja ela favorável ou desfavorável.

(cara Anónima, espero ter respondido à sua questão, qualquer coisa é só dizer)

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Porque ando nisto dos blogs

De quando em vez uma mulher surpreende-se, faz um post por impulso, enquanto espera por uma reunião, os comentários vão aparecendo, a maior parte verdadeiramente deliciosos, e dá consigo a pensar que a grande maioria dos seus professores eram professores fantásticos, quanto mais não seja pelos sorrisos que lhe trazem hoje, ao evocar aqueles tempos tão lá atrás, mesmo aqueles que não o eram.
Impossível não sorrir ao lembrar que o já defunto Alfredo de Sousa me deu um 7 a economia 1, justificando que não era farmacêutico e não tinha obrigação nenhuma de decifrar os meus hieróglifos, que fosse aprender caligrafia e se não conseguisse, que talvez fosse melhor fazer um curso de economia doméstica, caramba a fúria que tive nesse dia, ao ler-lhe as respostas, ainda me diz que sim, que até sabia umas coisas e despachou-me com um até para o ano. A querida teactcher ensinou-nos os Beatles aos 10 anos, a Sra D Maria Ângela mostrou-me que a matemática era quase tudo na vida, a Isabel Pablo que sorria quando me dava 99% por ter encontrado uma palavra não acentuada nos testes de história, o professor Rui atirava-nos paus de giz à cabeça cada vez que falávamos para o lado, a professora de ed. visual que saiu da sala deixando-nos lá fechados, portas e janelas cerradas, aguentando o cheiro nojento das bombinhas que rebentáramos. A querida Maria Luísa que me ensinou a ler e escrever, distribuía bofetadas e torto e a direito, nunca me tocou mas ainda hoje umas das minhas grandes amigas se diz traumatizada de tanto bofetão por causa daquilo do "p" e do "b", também já não está entre nós, soube-o há uns anos e chorei a bom chorar. Estes e muitos outros ficaram-me no coração, fazem parte de mim e estarei eternamente grata pelo tempo que me deram.
Mas o que eu queria mesmo era agradecer-vos a partilha do post anterior, todos os comentários me fizeram sorrir e lembrar mais. Isto são só blogs mas às vezes dão-nos alguma felicidade. Bem hajam.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

E quando....

Leio os posts saudosistas sobre os professores que tiveram na primária, penso que a minha professora também era fantástica eu gostava mesmo dela, assim como das que tive a história, ciências ou economia.
E sorrio ao lembrar-me de como a professora Alice quase me matou, ao deixar-me cair de pescoço no chão, quando eu fazia o 3º flic à retaguarda. Lembro o professor Nuno, que dava aulas de português às 8 da manhã, directamente vindo do Bairro Alto, ainda com os olhos encarnados da erva. E rio à gargalhada quando penso no professor António que nos dizia que Gil Bixente era um desavergonhado, enquanto tentava mirar as mamas às raparigas.
Sim, essas declarações emocionais a puxar ao sentimento não me dizem nada.

Quando todos perdemos

Não ia tecer mais comentários sobre isso das greves, muito já foi escrito mas puxam por mim e em verdade vos digo que sou uma fácil.
A título de introdução, parece-me que a figura da greve está mais que banalizada, nos dias que correm, perdeu o seu carácter de excepção para se tornar um joguete de poder dos sindicatos, os quais são sempre pelo coitadinho do trabalhador, explorado pelo diabo do capitalista. Ainda que o trabalhador seja um preguiçoso e incompetente, só tem direitos, nada de deveres. Quanto a mim a greve deveria ser a excepção, não a regra e deveria ser mais que uma facção política na vã tentativa de fragilização de um governo, seja ele de direita ou socialista.
Posto isto tenho o maior respeito pela profissão de docente, caramba, têm o futuro nas mãos, é a eles que entregamos os nossos filhos, para além da hercúlea tarefa de aturar os paizinhos, quantas vezes tão mais mal educados que os próprios dos filhos. Acho sinceramente que deveriam fazer greve quando os fedelhos os ameaçam, quando os pais dos fedelhos os ameaçam, quando são desterrados sem qualquer consideração pela sua área de residência (a menos que a sua área de residência já se encontre cheia), quando são obrigados a transitar alunos com 4 e 5 negativas, quando estão até dia 31 de Agosto sem saber quando ou onde serão colocados. Deveriam fazer greve quando os obrigam a horas e horas de trabalho burocrático com pouco ou nenhum valor acrescentado, quando os pais fecham as escolas a cadeado, quando coordenadores de escolas têm ainda que leccionar aulas, como se fosse pouco gerir uma escola. Continuariam em greve cada vez que os programas mudam, só porque mudou a cor política, pela continuidade pedagógica, tão importante no 1º ciclo, ou ainda por terem deficientes profundos a frequentar aulas de química de 7º ano, quando na verdade têm uma idade mental de 1º.
Já me custa mais a entender o querer emprego assegurado, em todas as profissões há despedimentos, esta não será excepção, há mais professores que o necessário, não têm de ser os cidadãos a pagar-lhes ordenados para que fiquem em casa, não entendo a relutância passada em ser avaliados, por causa disso temos verdadeiros asnos a leccionar e a tirar lugar a outros mais capazes, o não querer um horário de 40 horas, como os restantes trabalhadores. E não me venham falar dos testes para corrigir ou das reuniões a que têm de ir, um professor de 1º ciclo tem 5.5h de aulas, sendo que uma dessas horas é intervalo para almoço. Sobram 2.5h por dia, sem contar com os períodos de férias em que pura e simplesmente não há aulas. Sobra muito tempo para reuniões, correcções de testes, preparações de aulas e relatórios... ainda lhes sobra tempo para em Julho pouco porem os pés na escola a menos que sejam chamados.
Tal como todas as restantes profissões há prós e contras. Há os preguiçosos e há os que trabalham por 2 ou por 3, que fazem de assistentes sociais, mães e pais, psicólogos e mentores, há os que dão o seu tempo particular para organizar actividades com os miúdos, e há os que metem baixas sucessivas e nem lá põem os pés.
Mas, por muita razão que tenham, não há razão que justifique o terem marcado a greve para um dia de exame nacional. Exame esse que decide o acesso à faculdade de muitos jovens, que foram os maiores prejudicados. O exame de dia 2 não será igual a este, por mais que digam que será de igual dificuldade. Será no máximo parecido. A juntar a isso, o privado em peso fez exame, o que quer dizer que quem paga o ensino saiu favorecido. E isso é tudo menos justo e democrático. Mais, só quem já não se lembra o que é ser estudante e ter um exame determinante, daqueles em que é o tudo ou nada, é que pode dizer que quem está preparado agora, estará preparado daqui a 15 dias. Algum de vocês passou pela pressão de chegar ao liceu sem saber se iria ou não fazer exame? Pois...
E por isso, os textos mi mi mi que vi no facebook a favor dos professores, a puxar ao piegas, não me dizem rigorosamente nada, esta greve mostrou um total desrespeito pela razão de ser dos professores: os próprios alunos. E isso é de uma ironia brilhante. Porque quem quer ser respeitado, respeita.

(e nem vou tecer comentários sobre o dr Mário Nogueira, acredito que ele saiba muito do pcp e dos sindicatos, duvido que saiba alguma coisa sobre os constrangimentos actuais dos professores, ele não é professor há mais de 20 anos).

terça-feira, 18 de junho de 2013

Porque leio blogs?

Para ficar a saber que a publicidade que as Rosinhas fazem não é publicidade.

Disso de trabalhar em casa, ao fim de semana

Estava para aqui a pensar que a vida é uma constante aprendizagem, uma pessoa é de repente quase submersa em trabalho, trabalha no feriado, trabalha no fim de semana, praticamente nem tem tempo de vir ao blog, não consegue ler um único dos habituais, não importa, é quase certo que metade da blogolandia divaga sobre as praias a sul, a outra metade estará ocupada coma aquilo da greve, por falar em greve, fico para aqui a pensar quais serão exactamente os seus efeitos práticos, para além de uns milhares de crianças não terem feito exames, será que a greve é tipo Espírito Santo e multiplica as crianças? Parece-me que é a única maneira de tirar os professores do desemprego, ou haverá outra?

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Como conquistar mulheres

Homens da blogolândia vinde a mim, partilharei convosco o segredo da vida, em querendo ser realmente up to date, é tirar fotografias a vós próprios, tirai-as de cima para baixo, fazendo grandes planos ali para o meio do corpo, mostrai-nos as vossas protuberânciazinhas e será certo que ouvireis as nossas gargalhadas, toda a gente sabe que as mulheres não resistem a um homem que as faça rir, não é verdade?

terça-feira, 11 de junho de 2013

É preciso explicar mais?

A vida é demasiado importante para se falar dela a sério.

Oscar Wilde - Os Miilistas

Ainda na onda do balanço

Sarcasmo (do grego antigo σαρκασμός "sarkasmos" ou "Sarkázein"; Sarx=“carne” Asmo= queimar “queimar a carne”) designa um escárnio ou uma zombaria, intimamente ligado à ironia com um intuito mordaz quase cruel, muitas vezes ferindo a sensibilidade da pessoa que o recebe. A origem da palavra está ligada ao facto de muitas vezes mordermos os lábios quando alguém se dirige a nós com um sarcasmo mordaz.
O sarcasmo é uma figura de estilo muito utilizada nas artes orais e escritas, designadamente na literatura e na oratória. Fyodor Dostoyevsky foi um dos grandes representantes do uso deste recurso estilístico, definindo-o como "o último refúgio dos modestos e virtuosos quando a privacidade das suas almas é invadida vulgar e intrusivamente".

Def. Wikipédia

Só para ganhar balanço

A ironia é um instrumento de literatura ou de retórica que consiste em dizer o contrário daquilo que se pensa, deixando entender uma distância intencional entre aquilo que dizemos e aquilo que realmente pensamos. Na Literatura, a ironia é a arte de zombar de alguém ou de alguma coisa, com vista a obter uma reacção do leitor, ouvinte ou interlocutor.
Ela pode ser utilizada, entre outras formas, com o objetivo de denunciar, de criticar ou de censurar algo. Para tal, o locutor descreve a realidade com termos aparentemente valorizantes, mas com a finalidade de desvalorizar. A ironia convida o leitor ou o ouvinte, a ser activo durante a leitura, para refletir sobre o tema e escolher uma determinada posição.
Def. Wikipédia

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Comeste muitas farturas na feira do livro, Picante?

Estou para aqui ainda enfartada de tanta fartura e pipoca, é de mim ou este ano a feira do livro tinha mais stands de comida que de livros? Dei de caras com aquilo do estilo e do amor, hesitei, tornei a hesitar e acabei por trazer estes, que nunca me falte este tipo de fartura.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Este blog regressou ao normal

Caras leitoras do tempo A.J (antes de D. Joaquina) prometo que vou pôr ordem nisto, estas caixas de comentários começam a assemelhar-se ao Miguel Bombarda, no tempo em que o Miguel Bombarda era um hospital, está visto, e isso, em calhando, começa a cansar-me, as pessoas estavam habituadas a vir aqui e discutir as coisas da vida calmamente, por vezes soltavam uma gargalhada ou encolhiam os ombros e iam embora, outras discordavam educadamente, as mais discordantes lá me diziam que eu era snob (isso é um insulto?) ou que me achavam fraca de criatividade, era tudo muito zen e educado, acontece que após a invasão das donas Joaquinas isto começou a descambar, já não posso dizer que os meus anónimos são fofinhos e bem educados e isso é que não pode ser, logo agora que eu estava quase a retirar a moderação de comentários. E vai daí que a partir de agora passo a exercer o direito de veto sem dó nem piedade, insultos pelo mero prazer de insultar, deixam de ser publicados, se ficam mais felizes em insultar-me podem sempre usar o mail, eu lido bem com essas coisas, vocês ficam mais felizes e toda a gente sabe que a vossa Picante nasceu para espalhar o bem.
De maneiras que é isto, tenham um santo fim de semana e que o Senhor vos acompanhe.

Que vais fazer Picante?

O tempo não ajuda, ia para o Algarve para um merecido descanso, mas S. Pedro achou por bem trocar-nos as voltas, este ano ainda não fui à feira do livro, às horas a que me tenho despachado já não há coragem para rumar ao Marquês, afinal eu não preciso de ir à feira do livro para comprar livros, tenho ali uns 6 ou 7 em fila de espera, caramba um deles é uma coisa em bom, ascensão e queda do 3º reich, quatro volumes de 500 páginas, descrições exaustivas de todas as campanhas, ainda não consegui acabar a divina comédia, nove círculos de poesia arcaica são círculos em demasia, de todas as formas estava a aborrecer-me isto de ainda não ter ido à feira do livro, gosto sempre de passear entre os alfarrabistas, encontro por lá verdadeiras pérolas, mas o que me intriga mesmo é o que será que levará as pessoas a comprar os livros que os dos blogs lançam cá para fora, pois se aquilo está disponível de borla na internet, porque raio quererão pagar 15 ou 20€ por um aglomerado de textos sem qualquer sequência entre si? Mistérios, é só mistérios.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Duvidas Picanteanas

Tenho aqui um post a queimar-me os dedos, não sei se o escreva se o deixe estar, as D. Joaquinas irão ocorrer de novo aqui ao blog, chamar-me-ão cabra insensível, nem é que me importe com os simpáticos epítetos mas a verdade é que o telemóvel passa a vida a apitar, informando-me que chegaram novos comentários, parecendo que não isto consome-me algum tempo e tempo é o bem que mais valorizo.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Verdades Picantes #32

Nem é por nada mas aquelas coisas a fazer de sapatos que vós comprais lá pelas sapatolândias, ou primarks ou essas casas esquisitas que frequentais, aqueles baratinhos a 4.99€, deixam um xulé que não se aguenta. Repensai lá isso, pelo menos se tiverdes intenções de ir até à praia sim?

terça-feira, 4 de junho de 2013

Estou tão feliz!

Dedicaram-me um post. Um post inteirinho. Como sempre acertou em cheio... ao lado mas quanto a isso já estamos habituados não é verdade? Quem nasceu para lagartixa não chega a jacaré.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

E quando de repente...

Nos cruzamos com os filhos das rosinhas, constatamos que tínhamos razão, sorrimos, a rosinha olha para nós embevecida, com aquele ar orgulhoso de quem acha que lhe estamos a admirar a progenitura, nós continuamos a sorrir e pensamos que, ao vivo, eles são ainda mais feinhos e não conseguimos evitar uma gargalhada enquanto pensamos que vamos parar ao inferno.