segunda-feira, 29 de abril de 2013

E se fosse um dos nossos?

Tenho andado para aqui com sentimentos dúbios a propósito desta recente movimentação de todos por um, em verdade vos digo que eu sou mais pelo todos por todos, a acção é muito bonita e inspirada por nobres e generosos sentimentos, só um palerma pensaria o contrário, mas fico sempre a pensar nos outros Rodrigos, os que não tiveram a sorte de a sua causa cair nas massas das redes sociais, os que têm menos contactos ou menor perseverança. É verdade que não podemos ajudar todos, de repente há uma cara que nos fala ao coração, é indesmentível que o Português é extremamente generoso quando o alvo da sua generosidade se encontra em pior situação, em tratando-se de crianças então não olham a meios. Mas também é verdade que os anos me foram tornando cínica, aprendi a confiar em instintos, sei, pelas piores razões, que os médicos Portugueses estão em permanente contacto com os estrangeiros, sejam eles Japoneses, Alemães ou Ingleses, fui à página do Rodrigo que mais não faz que dar noticias da evolução da saúde da criança e divulgar os pontos de recolha de dadores, os sentimentos dúbios mantêm-se, em lado nenhum está explicado onde querem ir buscar o tal tratamento experimental de que falam ao de leve, ou quanto custa. Em lado nenhum é dito que o caso da criança é elegível para o tal tratamento. Não é que duvide das intenções ou do inferno que aqueles pais vivem, que não duvido, mas duvido das reais possibilidades de sucesso, não basta ir a Cuba para que os males se resolvam, fico para comigo a pensar se o dinheiro recolhido não seria mais útil às famílias que muitas vezes se vêem obrigadas a deixar os filhos sozinhos nos hospitais por falta de recursos, enfim, o mundo não é perfeito, não podemos ajudar toda a gente, a acção tem o indiscutível mérito de angariar mais dadores de medula, se dos 300 de Lisboa, um for compatível com alguém, então será a melhor acção de sempre, vou trabalhar, pode ser que isto dos sentimentos dúbios me passe.

37 comentários:

  1. Obrigada pela sua coragem. Pensei exatamente o mesmo. Não é por se ir ao estrangeiro que o cancro se cura milagrosamente.

    ResponderEliminar
  2. Obrigada pela sua coragem. Pensei exatamente o mesmo. Não é por se ir ao estrangeiro que o cancro se cura milagrosamente.

    ResponderEliminar
  3. Áparte o teor do post, quero só esclarecer que o pai do Rodrigo morreu quando a mãe estava grávida.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Isso é ainda mais triste mas não altera em nada a opinião expressa acima.

      Eliminar
    2. Sim, sim, verdade, por isso comecei por dizer que o meu comentário corria à margem do post. Só quis deixar o esclarecimento porque a Pipoca no post refere "os pais".

      Eliminar
    3. Ok. Obrigada pelo esclarecimento. Efectivamente só ouvi falar da mãe, da avó e do padrinho. Que situação, coitada daquela mãe.

      Eliminar
  4. Subscrevo tudo. Faz-me lembrar uns anos atrás uma reportagem de uma familia que vivia mal e que de repente foi tal a onda de solidariedade em géneros alimenticios que acabou por ter de distribuir às vizinhas para não se estragarem coisas. E aqueles que têm demasiado vergonha para pedir coisas e que por vezes estão em situações bem piores? Acredito que quando temos um filho a passar fome temos de nos virar para onde pudermos, mas quero imaginar-me sequer nesse cenário e são situações diferentes mas também eu quando vejo estas campanhas, penso sempre: e todos os outros meninos que estão a passar mal? Seja por doenças ou por dificuldades económicas? A vida é injusta pois claro.

    ResponderEliminar
  5. Que coragem pipoca. Nunca me tinha passado tal pela cabeça, mas agora que a leio, sim, tem razão. Ajudei, e ajudo mais quem me pedir, sempre que possa e como possa, no entanto, volto a dizer, tem toda arazão.

    ResponderEliminar
  6. Não concordo de todo!! Como mãe que sou, era incapaz de não procurar a solução nem que fosse no fim do mundo, até que todas as hipóteses estivessem esgotadas. Fui parte integrante do movimento, e continuo a dizer para quem quiser ouvir: "Nem que o dinheiro seja para o Rodrigo ir à Disney" ou comprar aquilo de que mais gosta. A transparência desta família tem-me deixado sensibilizada, senão vejam o "episódio" do computador. Mas isto sou eu, outras opiniões haverá...
    Mas aquilo que nos motiva será diferente de situação para situação!!

    Um beijo a tod@s
    Lina

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. A mãe recusar-se a desistir eu compreendo perfeitamente, não é isso que me deixa inquieta. E também não a vi a pedir nada a não ser dadores de medula. Não pretendo, de todo, criticar a família.
      Faz-me alguma confusão ter-se montado esta campanha em torno de um tratamento que não se sabe se existe, parece-me que se faria mais sentido encontrar primeiro o tratamento, saber os custos inerentes e só depois angariar o dinheiro.
      Quanto a isso de realizar sonhos a crianças, acho fantástico, acho mesmo. Mas eu preferia poder acompanhar o meu filho doente a levá-lo à Disney. Não podendo ajudar todos prefiro direccionar esforços para o que acho prioritário. Não há certos nem errados, nestas questões, cada um saberá melhor como lhe faz sentido ajudar.
      Obrigada pelo comentário.

      Eliminar
  7. Tem toda a razão!
    Então diga lá: quando e onde tem lugar a acção organizada por si para angariar fundos para as "famílias que muitas vezes se vêem obrigadas a deixar os filhos sozinhos nos hospitais por falta de recursos"? Diga lá que eu lá estarei, tal como estive na "Todos por um".

    Fico à espera.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. São poucas as pessoas que podendo atirar ima pedra escolhem não o fazer. Acabou de perder uma excelente oportunidade para estar calada.
      Eu faço muito trabalho social, trabalho regularmente com a Ajuda de Mae, Pomba da Paz, Centro Tabor e comunidade Vida e Paz. A primeira acção que organizei resultou na reconstrução de um centro de dia da AMI para as crianças em risco, em Gaia. Ainda recentemente vesti, alimentei e arranhei apoio social a uma família de 6 filhos, estavam a passar fome. Não falo de barriga cheia nem atiro pedras para o ar.
      Espero que continue a ajudar e pelo caminho deixe de atirar pedras.

      Eliminar
  8. O caso do Rodrigo é terminal e isso devia ser explicado a quem contribui.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Mais ou menos... A questão é dúbia, nós sabemos que é terminal. A família não quer acreditar que seja e a acção foi montada para encontrar um tratamento.

      Eliminar
  9. Pipoca, eu sei que o caso do Rodrigo foi dado como terminal; eu sei que a Pipoca tem toda a razão nas questões que levanta mas, e apesar de estar fora do país contribuí para a campanha porque assim me ditou o coração; talvez porque sou mãe e como mãe não consigo, nem quero, imaginar a dor e o desespero de esta outra mãe, menos afortunada do que eu.
    Há coisas que, e provavelmente fazemos mal em ser tão emocionais, não páro nem para pensar!
    O meu desejo é que todo o dinheiro recolhido possa levá-la ao fim do mundo, onde está a cura; e se a cura afinal não estiver lá, que lhe tenha servido pelo menos para comprar esperança e libertá-la do fardo mesquinho de ter de contar os tostões, e poder assim aproveitar até ao fim o seu menino.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu não quis dizer que a acção é condenável. De todo. É muito bonita e faria todo o sentido que as crianças neste estado pudessem ter todo o conforto possível. Ainda bem que esta família vai ter os meios para proporcionar alguns mimos ao Rodrigo. Mas, de algum modo, é energia que poderia ser melhor aproveitada. Enfim, não há certos nem errados...
      (Continuação de boa viagem)

      Eliminar
  10. Sinceramente, eu acho que se os médicos disserem que não há nada a fazer, é porque não´há nada a fazer. No lugar daquela mãe, eu continuaria a lutar, mesmo sem qualquer tipo de esperança, iria a um bruxo se fosse preciso. No dia em que o meu filho morresse, eu queria ter a certeza de que fiz tudo o que podia, por mais disparatado que fosse.
    Sim, eu percebo que há prioridades nesta vida. Mas quem decide quais são? Será insensato dar dinheiro para uma criança ir à Disney e não dar para ajudar os pais de outra criança a acompanhar o filho doente? Eu acho muitíssimo sensato dar dinheiro para que o Ruben vá a Cuba, à China, à Lua. E acho muitíssimo sensato dar dinheiro para que o Ruben fosse à Disney. O Ruben vai morrer. Eu aceito isto porque não sou mãe dele. Aceito que o Ruben não vai crescer, não vai para a faculdade, não vai casar, nem vai ter filhos. O Ruben vai morrer cedo. Muito cedo. Será por isso que devemos colocar a vida do Ruben de lado e passar ao menino seguinte? O Ruben está vivo hoje. E, este pouco tempo que lhe resta, é toda a vida dele. Quando começamos a pôr as pessoas, os animais, os seres vivos e sensíveis em geral, por ordem de prioridades, estamos a assumir que há vidas que valem mais do que as outras.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Concordo com tudo excepto com a questão de haver vidas mais ou menos importantes por definirmos prioridades. Sendo os recursos escassos, teremos mesmo que os prioritizar. Isto significa direccioná-los para casos que não estão perdidos, para vidas que ainda podem ser vividas. Entre dar um órgão a uma criança ou a um idoso eu escolheria sempre a criança, que teria a vida toda pela frente. Isto não significa que a vida do idoso valha menos, significa apenas que tenho de escolher.
      Não havendo certos nem errados, é natural que diferentes pessoas façam escolhas diferentes.

      Eliminar
    2. Eu acredito que quem dá dinheiro ao Ruben, quer dar dinheiro ao Ruben. Não ao Miguel, nem ao Henrique. Deve haver quem prefira dar ao Miguel ou ao Henrique. Mas é apenas isso, uma opção. O Ruben é uma causa como qualquer outra. Eu sou vegetariana e, por mim, dava tudo aos animais. Há quem dê às crianças vítimas de cancro, há quem faça manifestações contra a guerra, e há quem lute pela dignidade dos idosos. Não é uma questão de prioridades mas de opções. Os recursos não são escassos, a vontade é que é. Não há uma organização que decida para onde se deve canalizar o dinheiro e o esforço de cada um. Cada pessoa ajuda a causa que mais lhe toca o coração. Eu adorava poder salvar o Mundo. Mas não posso. Mas posso dar uns sacos de ração quando vejo uma campanha de uma qualquer associação de animais abandonados. Podia dar dinheiro para acabar com a desflorestação da Amazónia. Mas não suporto ver um cão abandonado. Num país em que surgiram várias notícias de mães que mataram os filhos, ver de repente uma mãe que luta para manter vivo o dela, também me toca o coração. É verdade que o dinheiro que se dá ao Ruben podia ser dado a outro qualquer menino que tivesse hipóteses de cura. Mas também é verdade que, hoje de manhã, fui ao supermercado e comprei um bolo, porque me apeteceu. Não é nutritivo e estragou-me a dieta. Em vez de ter comprado o bolo, podia ter dado o dinheiro a um sem abrigo. Mas apeteceu-me comprar o bolo, porque tinha um aspecto delicioso. Ninguém me disse "devias ter dado esses 8 euros a alguém que precisasse mais deles". Pura e simplesmente, ninguém me critica quando eu gasto dinheiro em bolos, ou em chocolates, ou em amendoas. E são bens absolutamente inúteis. Mas, se dou dinheiro para uma causa, dizem que devia dar para outra. Há pessoas a quem apetece ajudar o Ruben, porque ele é um menino lindo. Podiam ter dado o dinheiro ao Zé, ou ao Dinis, ou podiam ter gasto o dinheiro em amendoas. Ainda bem que deram ao Ruben.

      Eliminar
    3. Com uma resposta tão elaborada, não lhe ficaria mal saber que o menino se chama Rodrigo... Rodrigo e não Ruben...

      Eliminar
    4. Peço desculpa mas errar é humano e, enquanto estava a escrever neste blog, estava também a ver a página de Facebook de um menino que se chama Ruben e que tem mucopolissacaridose, daí eu ter trocado os nomes. Visito várias páginas ao mesmo tempo, e por vezes acontece. No entanto, mantenho tudo o que disse.

      Eliminar
    5. A mim parece-me bastante óbvio que os recursos são escassos, ainda que apenas dependam da vontade de dar ou da falta dela. Se eu tenho X para dar e dou a uma determinada causa é porque a acho mais importante que as outras, e dando a essa já não dou às outras. Estou a priorizar, ainda que inconscientemente. Os recursos alocados à saúde ou à solidariedade por parte do Estado também são escassos e era a isso que me referia quando falei em priorizar.
      Claro que cada um é livre de dar o que lhe apetecer e a quem apetecer, seja a animais, à causa verde, a crianças com fome ou a idosos solitários. Não é nada disso que está em questão.
      O ponto que levanto diz respeito única e exclusivamente à acção. Recolheu-se dinheiro com o objectivo anunciado de encontrar uma cura para a criança. Quem dá, está a dar para isso, para encontrar uma cura para uma criança doente. Até pode ser que não se importe de dar para levar a criança à Disney mas não foi isso que foi anunciado. O que foi anunciado é que se estava a recolher dinheiro para curar o Rodrigo no estrangeiro. Ora, essa cura não existe, embora a família queira acreditar que existirá (o que também se compreende). Se existisse tal cura, os médicos Portugueses já o teriam dito, teria sido anunciado à família que existia um tratamento no país X e que custava Y euros. Porque eles estão em contacto com o exterior e sabem onde é que se cura o quê.
      A minha crítica prende-se com isto, única e exclusivamente, com o facto de se estar a pedir dinheiro para uma cura que não existe. E não é uma crítica à família, que essa não pediu nada a não ser dadores de medula. Dadores esses que são a única esperança da criança.
      Finalmente, dado que a acção foi organizada por amadores, não será grave. Mas seria se fosse organizada por profissionais. Nestas coisas tem de haver absoluta transparência ou corre-se o risco de as pessoas deixarem de dar por desconfiança. E repito, o espírito que moveu a acção é muito bonito.

      Eliminar
    6. Estes assuntos são delicados, é natural que os ânimos se exaltem. Mas acredito que, diga cada um o que disser, todos preferíamos que a criança estivesse saudável e feliz.

      Eliminar
  11. Espero que a familia do Rodrigo não tenha tempo para ler blogues. Saber ficar calado é uma grande virtude. Parece-me que podia perfeitamente ter evitado escrever isto e nem vou falar dos entendidos que comentam. É tão fácil o pragmatismo quando são os filhos dos outros. Às vezes ficar em silencio já ajuda. Se não temos palavras de alento nem de esperança, fiquemos no nosso canto.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não vejo o que possa aqui estar escrito que ofenda alguém. Todos deram a sua opinião com correcção e educação. Saber exprimir diferentes pontos de vista é uma virtude.
      (e infelizmente acredito que a família em questão tenha assuntos mais importantes com que ocupar o tempo)

      Eliminar
  12. É complicado. Por mais que uma pessoa queira ajudar, a não ser que se inscreva como dadora, é complicado saber como ajudar. No caso do Rodrigo, ainda não li qual o tratamento. obviamente que isso não tira credibilidade e força à causa, mas era bom sabermos que a esperança reside ALI, naquele tratamento em concreto. :/

    De qualquer forma, é uma causa que me emociona e pela qual pretendo lutar.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não há tratamento S* o caso foi dado como terminal. Acontece que a família não quer aceitar que não há mais nada a fazer, o que é compreensível. A única solução seria um transplante de medula e não há dador compatível. Isto de acordo com o que é publico.

      Eliminar
    2. Pois... entendo. Tivemos durante uns meses a Lina, cá da terra. Faleceu em Fevereiro. Toda a gente sabia que era terminal, mas mesmo assim conseguiu uns valentes 100 mil euros em doações - para lhe prolongar a vida e o bem-estar.

      No caso do Rodrigo, quero acreditar numa solução.

      Eliminar
  13. o certo é que há inúmeros tratamentos.. e o que é terminal aqui é o começo além.. e enquanto há vida há esperança..

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Lamento mas isso não é verdade. Os médicos Portugueses estão em permanente contacto com o estrangeiro. Seguem protocolos aconselhados por sítios mais avançados na cura de determinadas doenças. O que pode acontecer é haver procedimentos que apenas se façam lá fora, em determinados casos. Países mais avançados em determinadas doenças, tratamentos experimentais. E quando assim é as pessoas são informadas para onde se dirigir. E fazem-no desde que tenham recursos.
      Não é o caso do Rodrigo, infelizmente.

      Eliminar
    2. isso não é verdade.. estão em permanente contacto o tanas .. como é que explica então o casa daquela miúda que não me recordo o nome (passou na sic) .. em que os pais tiveram de fugir para que não lhe retirassem a filha, porque eles recusaram o tratamento convencional e foram procurar um menos agressivo e muito mais eficaz la fora.. os médicos portugueses foram (e serão muito provavelmente) pagos pela industria farmacêutica durante anos e anos.. os médicos portugueses..! creio que não se devem atualizar faz anos..

      Eliminar
  14. É muito complicado, se fosse meu eu faria tudo, ia agarrar-me a toda a esperança que qualquer tratamento utópico me desse. Infelizmente, por experiência própria, sei que em algumas situações não existe nada que se possa fazer nem cá nem no estrangeiro. Nem com dinheiro disponível para ir consultar os melhores especialistas da área e obter o tratamento mais actual. Nada. O que podemos fazer é confortar e amar, por muito que nos doa. Mas, pessoalmente nunca deixarei de lutar pelos que amo.

    ResponderEliminar
  15. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  16. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  17. Caramba, desde que publicou isto que tenho um bitaite para mandar mas não estava a conseguir comentar (suspeito que, e acreditando que não me esteve a censurar, fosse do browser, vamos lá ver se com o explorer corre melhor).

    O que eu queria dizer é que concordo com tudo e acho tudo muito bem, o único problema é quando o "E os outros" serve como desculpa (nem que seja de cada um para si mesmo) para não ajudar nenhum.

    Pronto, é isto (vamos lá ver se desta vez segue).

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu só censuro spam e comentários a ofender outros comentadores, coisa que acontece cada vez menos. Qualquer dia faço uma loucura e retiro a moderação de comentários.
      Percebo o ponto mas se esse e os outros serve apenas de desculpa, outra será encontrada. Quem não quer ajudar terá sempre uma excelente desculpa pata o fazer.

      Eliminar

Os comentários são da exclusiva responsabilidade dos comentadores.
A autora do blog eliminará qualquer comentário que ofenda terceiros, a pedido dos mesmos.